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Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As abas verticais do Chrome permitem que o usuário mova as páginas do topo para a lateral do monitor, facilitando na organização e visualização das guias.

É necessário acessar a seção de testes do Google Chrome pela página “chrome://flags/#vertical-tabs” e habilitar o recurso. A ferramenta também pode ser desativada, caso o usuário não se acostume com a reorganização do navegador.

A seguir, veja o passo a passo de como ativar e desativar as abas verticais do Google Chrome e tire suas dúvidas.

ÍndiceComo ativar as abas verticais no Google Chrome1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome e ative o recurso2. Reinicie o navegador para habilitar as guias verticais do Chrome3. Mude a visualização das abas com o botão direito do mouse4. Ajuste o tamanho da guia vertical do ChromeComo desativar as abas verticais no Google Chrome1. Acesse ” chrome://flags/#vertical-tabs ” no Google Chrome2. Desabilite o recurso nas configurações do Chrome3. Reinicie o navegador para que as alterações entrem em vigor4. Verifique se as abas verticais foram desativadasPosso configurar as guias verticais no Google Chrome para celular?Por que não consigo habilitar as abas verticais no Google Chrome?Qual é a diferença entre as abas horizontais e verticais do Google Chrome?Consigo alterar a visualização de guias sem desativar as abas verticais do Chrome?

Como ativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome e ative o recurso

Você precisa acessar a página “chrome://flags/#vertical-tabs” para ativar as abas verticais do navegador. O endereço é um painel oculto do navegador que permite ativar recursos de testes do Chrome.

Em “Vertical Tabs“, clique na opção exibida e selecione “Enabled“.

Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no navegador para ativar as guias verticais (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Reinicie o navegador para habilitar as guias verticais do Chrome

Em seguinda, é necessário reiniciar o Google Chrome para que as alterações passem a ter efeito. Você pode clicar no botão “Reiniciar” ou fechar todas as abas do seu navegador manualmente.

O botão “Reiniciar” irá reabrir todas as suas guias abertas no momento da reinicialização.

Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Mude a visualização das abas com o botão direito do mouse

Assim que o Chrome estiver aberto novamente, clique em uma de suas guias com o botão direito do mouse e selecione a opção “Mostrar guias verticalmente“.

Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Ajuste o tamanho da guia vertical do Chrome

Todas as suas guias abertas serão redirecionadas para a lateral do seu monitor. É possível ajustar o tamanho da seção ao clicar e arrastar a borda para a direita ou esquerda, como preferir.

Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

As guias verticais do Google Chrome podem exigir um período de adaptação ao recurso, visto que o navegador sempre exibiu suas páginas abertas no topo da tela.

Caso não se acostume, é possível desativar o recurso também na página de testes do Chrome. Veja como a seguir.

Como desativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome

Acesse a página de recursos de testes do Google Chrome pelo endereço “chrome://flags/#vertical-tabs“.

Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Desabilite o recurso nas configurações do Chrome

Selecione a opção “Disabled” em “Vertical Tabs” para desabilitar o recurso e mover as abas do Google Chrome para o topo da tela.

Defina a opção como “Disabled” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Reinicie o navegador para que as alterações entrem em vigor

Reinicie novamente o navegador para tirar as abas verticais do Google Chrome. O botão “Reiniciar” irá abrir novamente todas as suas guias.

Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Verifique se as abas verticais foram desativadas

Caso suas guias voltem ao topo da página, significa que o recurso foi desativado corretamente.

Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Posso configurar as guias verticais no Google Chrome para celular?

Não. O recurso de abas verticais do Google Chrome está disponível apenas para Windows, Mac, Linux e ChromeOS, de acordo com o Google. Isso significa que a funcionalidade não funciona em Android ou iOS.

Por que não consigo habilitar as abas verticais no Google Chrome?

A opção de abas verticais pode estar desabilitada pelos seguinte motivos:

Navegador desatualizado: o recurso de guias verticais pode estar desabilitado em algumas versões do navegador. Dessa forma, é necessário garantir que o Chrome esteja atualizado para a última versão disponibilizada pelo Google;

Liberação gradual da ferramenta: a opção de guias verticais do Google Chrome é um recurso em teste no navegador, que pode estar sendo disponibilizado gradualmente aos usuários;

Recurso em teste desativado: o recurso de abas verticais pode estar desabilitado na página de testes do Google, o “chrome://flags”. Verifique se a ferramenta está devidamente ativada nas configurações do navegador.

Qual é a diferença entre as abas horizontais e verticais do Google Chrome?

As abas horizontais do Chrome são um padrão estabelecido pelo Google ao navegador web desde sua origem em 2008. As páginas ficam posicionadas no topo da tela e exibem o nome da página quando existem poucas guias abertas.

No entanto, com o acúmulo de páginas, o usuário pode se confundir e não encontrar determinadas abas durante o uso, já que os nomes são removidos.

Já as abas verticais do Chrome são um experimento de teste do navegador para atender a demanda de usuários que preferem esse estilo de uso — que, inclusive, já estava disponível em outros navegadores.

As guias verticais exibem o nome de todas as páginas abertas, mesmo com uma grande quantidade de abas abertas, sendo ideal para multitarefas e maior produtividade. No entanto, pode exigir um período maior de adaptação de usuários acostumados com as guias horizontais.

Consigo alterar a visualização de guias sem desativar as abas verticais do Chrome?

Sim. Ao ativar o recurso de abas verticais do Chrome em “chrome://flags/#vertical-tabs“, o navegador permite que você altere a forma de exibição das guias sem precisar desativar ou ativar novamente a funcionalidade.

Basta clicar com o botão direito do mouse em uma aba vertical e selecionar a opção “Mostrar guias horizontalmente“;

Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome
Fonte: Tecnoblog

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
“lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

Com informações de PCWorld
Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples
Fonte: Tecnoblog

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Samsung Browser foi lançado globalmente para Windows 10 e 11, com sincronização de dados entre dispositivos Galaxy;
navegador oferece bloqueador de anúncios nativo, exportação de dados de outros navegadores e integração com Samsung Pass;
recursos de IA, como integração com Perplexity, estão disponíveis apenas na Coreia do Sul e nos EUA.

O Samsung Browser (outrora chamado de Samsung Internet) foi lançado oficialmente para Windows. A novidade chega ao PC não só para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge, mas também para seguir a tendência de oferecer experiências com inteligência artificial.

Este lançamento não chega a ser surpresa. O Samsung Browser para PCs foi introduzido em outubro de 2025, à época, como uma versão beta disponível somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

Agora, o navegador foi lançado em escala global e pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente. A novidade é compatível com o Windows 11 e com o Windows 10.

O que o Samsung Browser para PCs oferece?

Começa pela interface, que tem um visual limpo e posiciona as abas na barra de título do navegador, melhorando o aproveitamento de espaço da tela. O Samsung Browser também exibe, por padrão, uma barra lateral de acesso rápido, à direita, que pode ser ocultada.

Em termos funcionais, o navegador pergunta, já durante a instalação, se o usuário quer ativar o bloqueador de anúncios nativo. Na sequência, o usuário tem a opção de exportar dados de outro navegador previamente instalado no computador, como os já mencionados Chrome e Edge.

A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

E, sim, para quem tem um celular ou tablet Galaxy, ou usa o navegador da Samsung em algum aparelho Android, é possível sincronizar os dados de navegação entre esse dispositivo e o PC. Basta fazer login com uma conta Samsung (Samsung Account). Nesse sentido, é possível até continuar acessando, no desktop, uma página que estava aberta no smartphone e vice-versa.

A integração entre dispositivos é complementada com o Samsung Pass, que permite ao usuário fazer login em sites ou serviços web com preenchimento automático de credenciais de acesso.

Sobre os recursos de inteligência artificial, o principal atrativo está na integração do Samsung Browser com os recursos do Perplexity. Com isso, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo de uma página aberta, por exemplo.

Também é possível recorrer à IA para tarefas mais específicas, como montar um roteiro de viagens com base em informações de páginas abertas ou visitadas anteriormente, criar resumos de textos longos, organizar abas conforme o tema, entre várias outras possibilidades.

A Samsung dá exemplos de prompts que podem ser usados no navegador:

“resuma esta página em três tópicos”

“quais são os principais requisitos para esta vaga de emprego?”

“resuma esta conversa por e-mail e elabore uma resposta”

“crie um resumo executivo deste relatório financeiro”

“resuma este vídeo do YouTube”

Agora, pegue a toalha, pois aí vem o balde de água fria: no momento, os recursos de IA do Samsung Browser estão disponíveis somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Há planos, mas não datas para essa integração ser liberada em outros países.

Ah, para não restar dúvidas: o Samsung Browser é baseado no Chromium.

Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como baixar o Samsung Browser?

O Samsung Browser pode ser baixado a partir do site oficial. Como já dito, o navegador é compatível com os Windows 11 e 10 (neste último, a partir da versão 1809).
Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização
Fonte: Tecnoblog

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

“As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

Com informações do Bleeping Computer
Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas
Fonte: Tecnoblog

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Nova barra lateral do Chrome (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google integrou o agente de IA Gemini ao Chrome, permitindo que o navegador execute tarefas na web para o usuário. O recurso está disponível inicialmente para assinantes nos EUA.
O Auto Browse permite delegar tarefas como planejamento de viagens, comparação de preços e preenchimento de formulários. A integração com serviços do Google, como Gmail e Maps, é uma vantagem.
A barra lateral redesenhada permite que o usuário interaja com o Gemini para executar ações, como editar emails ou imagens. O navegador pedirá confirmação antes de ações sensíveis para garantir segurança.

Com a popularização dos agentes de IA integrados aos navegadores, era questão de tempo até que o Google, dono de um ecossistema que só cresce em torno do Gemini, investisse nisso. E chegou o dia: nesta quarta-feira (28/11), a empresa anunciou a mudança mais profunda no Chrome em anos, com a integração com o Gemini.

O modelo de IA possibilita que o navegador execute tarefas na web em nome do usuário, função em que a empresa investe desde o lançamento do Gemini 2.0, em 2024. Além do agente, as mudanças incluem um novo painel lateral, no qual o usuário interage com a IA. As novidades começam a ser liberadas para Windows, macOS e Chromebook Plus, inicialmente para assinantes dos planos AI Pro e AI Ultra, nos Estados Unidos.

Chrome executa tarefas para o usuário

A principal novidade é o Auto Browse, um recurso que permite delegar tarefas complexas para que a inteligência artificial execute sozinha.

Segundo a empresa, o Auto Browse pode auxiliar em atividades como planejamento de viagens, comparação de preços de hotéis e voos, preenchimento de formulários online, organização de documentos e gestão de assinaturas. O sistema também pode lidar com logins, usando o Gerenciador de Senhas do Google.

Essa função já existe em alguns dos navegadores rivais, como o Microsoft Edge, Opera Neon e ChatGPT Atlas.

Agente de IA é integrado aos serviços do Google (imagem: reprodução/Google)

Uma das vantagens para quem já está no ecossistema do Google é a integração com serviços como Gmail, Maps, Google Shopping e outros. O Chrome receberá, nos próximos meses, a Personal Intelligence (Inteligência Pessoal), funcionalidade do Gemini que permite acesso a informações do usuário em outros apps do Google, como Gmail, Agenda, Fotos e YouTube.

Painel lateral para o Gemini

A nova experiência também envolve uma barra lateral redesenhada, incluindo um ícone do Gemini que funciona paralelamente ao fluxo de trabalho do usuário no navegador.

Através da barra, o usuário pode solicitar que o agente tome controle para executar ações, como fazer compras, ou interagir com o conteúdo na tela. O Gemini pode, por exemplo, editar um email ou o preencher dados no Google Forms.

Google introduz agente de IA no Chrome (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Da mesma forma, por meio do modelo de geração de imagens Nano Banana, o recurso permite editar imagens diretamente na página aberta, sem necessidade de download ou reenvio de arquivos.

E a segurança?

Segundo o Google, o navegador pausará e pedirá confirmação do usuário antes de realizar ações sensíveis, como finalizar uma compra com cartão de crédito, fazer postagens ou aceitar termos de serviço.

“Estamos usando IA e modelos locais para proteger as pessoas de um cenário em constante evolução, seja de golpes gerados por IA ou atacantes cada vez mais sofisticados”, afirmou Parisa Tabriz, vice-presidente do Google Chrome.

Agente passará controle para o usuário (imagem: reprodução/Google)
Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados
Fonte: Tecnoblog

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)

Resumo

O Android para PC terá uma interface semelhante à de tablets, com adaptações para telas maiores, incluindo uma barra de tarefas centralizada e uma barra de status mais alta.
O sistema operacional é identificado como Android 16, codinome “ALOS” ou Aluminium OS, e foi testado em um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
O Google confirmou o desenvolvimento do Android para computadores em 2025, com o planos para substituir gradualmente o ChromeOS.

Um desenvolvedor se descuidou e publicou imagens da interface da futura versão do Android para desenvolvedores. Elas revelam um visual parecido com o de tablets com o sistema, mas com algumas diferenças importantes.

As gravações de tela foram compartilhadas na plataforma de desenvolvimento do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para o Chrome) para mostrar um bug no sistema. A página de discussão agora mostra apenas uma mensagem de acesso negado, mas o 9to5Google conseguiu salvar e publicar os vídeos.

Como será a interface do Android para PC?

As imagens mostram uma barra de tarefas idêntica à usada em tablets com Android, com ícones centralizados, incluindo um para acessar aplicativos à esquerda e outros para apps abertos à direita.

A barra de status no topo da tela, no entanto, é diferente. Ela é mais alta. Nas capturas de tela, essa área contém relógio (com segundos) e data à esquerda; na direita, ficam um ícone do Gemini, um controle de idioma do teclado, um indicador de Wi-Fi e um mostrador de bateria. Outro detalhe é um cursor de mouse ligeiramente maior, com design mais tradicional, incluindo uma haste.

Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)

Nas imagens, há duas janelas do Chrome lado a lado, indicando um possível recurso multitarefas do sistema. O navegador tem, inclusive, um ícone de extensões — elas estão disponíveis apenas na versão para desktops e não na para tablets.

Os botões para fechar, minimizar e abrir em tela cheia ficam no canto direito superior das janelas e são praticamente idênticos aos do ChromeOS.

O que mais sabemos sobre o Android para PC?

Android para PC ainda não tem nome definido nem data para chegar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os indícios de que as gravações de tela são realmente da futura versão do Android para PC aparecem logo no início, em uma página de versão do Chrome. Ela informa que o sistema operacional é o Android 16, com a compilação ZL1A.260119.001.A1.

O desenvolvedor se refere a essa build como “ALOS” — um código para Aluminium OS, codinome interno do sistema. Ele também informou qual aparelho estava usando: um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.

Os rumores de uma versão do Android para computadores circulam há alguns anos, mas o sistema ganhou confirmação oficial só no segundo semestre de 2025.

Rick Osterloh, um dos principais executivos do Google, afirmou que a empresa trabalha para combinar os sistemas de computadores e smartphones.

Além disso, a empresa abriu vagas de trabalho específicas para o projeto. As descrições indicam que o Aluminium OS é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”, que estará disponível para todos os formatos, como laptops, tablets, destacáveis e mini-PCs.

Também há indícios de que haverá um período de transição do ChromeOS para o novo sistema, incluindo suporte e atualizações para os produtos lançados nos últimos anos. Já o nome não é definitivo e ainda está no campo das especulações — Android, Chrome e Chromebook são marcas muito fortes, e há chances de que elas sejam reaproveitadas no novo sistema.

Com informações do 9to5Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google
Fonte: Tecnoblog

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.

O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.

Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (3).

Quais celulares são compatíveis?

GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)

A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.

Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.

No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.

Segurança e mais IA

O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.

Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)

Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.

Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.

Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.

As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.

Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.
Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes
Fonte: Tecnoblog

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome agora suporta barra de endereços inferior (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google Chrome para Android agora permite mover a barra de endereços para a parte inferior da tela.
A mudança segue o Safari, da Apple, que desde o iOS 15 permite a barra na parte inferior.
O recurso começou a ser liberado globalmente no Chrome 137 e não depende da versão do Android.

Usar o Chrome no Android exige que você acesse a barra de endereços no topo da interface. Bom, não mais. Seguindo o que a Apple implementou no Safari a partir do iOS 15, em 2021, agora o Google permite que a barra de endereços de seu navegador seja movida para a parte inferior da tela.

Essa opção já estava disponível no Google Chrome para iPhone. Nessa versão, você só precisa ir em Configurações / Barra de endereço para determinar se esse componente deve ficar na parte superior (padrão) ou inferior.

No Android, o Google mantém essa abordagem: o usuário pode definir se quer manter a barra de endereços no topo do Chrome ou se prefere movê-la para a parte inferior do navegador.

Permitir essa escolha é importante porque, quando a Apple implementou a barra de endereços na parte inferior do Safari, muitos usuários não aprovaram a mudança. Não demorou para a companhia permitir que o usuário mova a barra para a parte superior nas configurações do aplicativo.

No Chrome para Android, a barra de endereços pode ser movida para a parte inferior da tela de duas formas:

mantenha a barra de endereços pressionada por alguns instantes e escolha a opção “Mover a barra de endereço para baixo”;

tal como no iPhone, vá ao menu principal e acesse Configurações / Barra de endereço e escolha a posição de sua preferência para a barra de endereços.

Barra de endereços na parte inferior do Chrome (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando a barra de endereços inferior chega ao Chrome para Android?

O novo recurso já começou a ser liberado em escala global, a partir do Chrome 137. Mas, de acordo com o Google, pode levar algumas semanas para todos os usuários terem acesso à nova configuração da barra de endereços.

A novidade não depende da versão do sistema operacional, mas se você tem um celular antigo, precisa ficar atento: o Chrome deixará de ser suportado nos Androids 8.0 e 9.0 a partir de agosto de 2025.
Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

Depois de ter sido condenado por monopólio, o Google pode ser obrigado vender o Chrome. A ideia é que ter o maior navegador do mundo dá uma vantagem desproporcional à empresa dona do maior buscador do mundo, acabando com a concorrência no mercado de busca. Mas qual será o valor de um Google Chrome sem o Google?

O futuro do Chrome pode ser sem o Google (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, a gente analisa os players que poderiam comprar o Google Chrome e discute se ter o navegador mais popular já seria o suficiente para dominar o mercado. Você usaria um Microsoft Chrome? E um ChromeGPT? Pra viajar nessas possibilidades, dá o play e vem com a gente! 

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira 

Emerson Alecrim

Ana Marques

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O futuro do Chrome pode ser sem o Google
Fonte: Tecnoblog