Category: Google Chrome

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome agora suporta barra de endereços inferior (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google Chrome para Android agora permite mover a barra de endereços para a parte inferior da tela.
A mudança segue o Safari, da Apple, que desde o iOS 15 permite a barra na parte inferior.
O recurso começou a ser liberado globalmente no Chrome 137 e não depende da versão do Android.

Usar o Chrome no Android exige que você acesse a barra de endereços no topo da interface. Bom, não mais. Seguindo o que a Apple implementou no Safari a partir do iOS 15, em 2021, agora o Google permite que a barra de endereços de seu navegador seja movida para a parte inferior da tela.

Essa opção já estava disponível no Google Chrome para iPhone. Nessa versão, você só precisa ir em Configurações / Barra de endereço para determinar se esse componente deve ficar na parte superior (padrão) ou inferior.

No Android, o Google mantém essa abordagem: o usuário pode definir se quer manter a barra de endereços no topo do Chrome ou se prefere movê-la para a parte inferior do navegador.

Permitir essa escolha é importante porque, quando a Apple implementou a barra de endereços na parte inferior do Safari, muitos usuários não aprovaram a mudança. Não demorou para a companhia permitir que o usuário mova a barra para a parte superior nas configurações do aplicativo.

No Chrome para Android, a barra de endereços pode ser movida para a parte inferior da tela de duas formas:

mantenha a barra de endereços pressionada por alguns instantes e escolha a opção “Mover a barra de endereço para baixo”;

tal como no iPhone, vá ao menu principal e acesse Configurações / Barra de endereço e escolha a posição de sua preferência para a barra de endereços.

Barra de endereços na parte inferior do Chrome (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando a barra de endereços inferior chega ao Chrome para Android?

O novo recurso já começou a ser liberado em escala global, a partir do Chrome 137. Mas, de acordo com o Google, pode levar algumas semanas para todos os usuários terem acesso à nova configuração da barra de endereços.

A novidade não depende da versão do sistema operacional, mas se você tem um celular antigo, precisa ficar atento: o Chrome deixará de ser suportado nos Androids 8.0 e 9.0 a partir de agosto de 2025.
Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

Depois de ter sido condenado por monopólio, o Google pode ser obrigado vender o Chrome. A ideia é que ter o maior navegador do mundo dá uma vantagem desproporcional à empresa dona do maior buscador do mundo, acabando com a concorrência no mercado de busca. Mas qual será o valor de um Google Chrome sem o Google?

O futuro do Chrome pode ser sem o Google (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, a gente analisa os players que poderiam comprar o Google Chrome e discute se ter o navegador mais popular já seria o suficiente para dominar o mercado. Você usaria um Microsoft Chrome? E um ChromeGPT? Pra viajar nessas possibilidades, dá o play e vem com a gente! 

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira 

Emerson Alecrim

Ana Marques

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O futuro do Chrome pode ser sem o Google

O futuro do Chrome pode ser sem o Google
Fonte: Tecnoblog

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

Os Chromebooks são notebooks que utilizam o sistema ChromeOS (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O ChromeOS é o sistema operacional desenvolvido pelo Google para equipar os Chromebooks, notebooks focados em uso leve e conectado à internet. Baseado no navegador Chrome, o software é para quem utiliza aplicativos da web no dia a dia.

O ChromeOS Flex é uma versão alternativa, desenvolvida para instalar o sistema em computadores antigos, permitindo que eles sejam reutilizados, especialmente no ambiente corporativo ou educacional.

Lançado em 2011 com os primeiros Chromebooks, o ChromeOS foi criado como uma alternativa ao Windows e ao macOS, com foco na nuvem. Já o ChromeOS Flex surgiu em 2022 como uma versão leve do sistema, capaz de ser instalada em PCs e Macs. Ambos são mantidos pelo Google e compartilham a mesma base, mas com diferentes abordagens de compatibilidade.

Neste guia, você confere as diferenças entre os dois softwares, os dispositivos compatíveis, além de vantagens e desvantagens do sistema operacional.

ÍndiceO que é o ChromeOS?O que é o ChromeOS Flex?Qual é a diferença entre o ChromeOS e o ChromeOS Flex?Para que serve o ChromeOS?Quais dispositivos rodam o ChromeOS?Quais são as vantagens do ChromeOS?Quais são as desvantagens do ChromeOS?O ChromeOS é gratuito?É possível baixar aplicativos no ChromeOS?Qual é a diferença entre ChromeOS e Windows?Qual é a diferença entre Linux e ChromeOS?Qual é a diferença entre ChromeOS e macOS?É seguro usar o ChromeOS?

O que é o ChromeOS?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com foco em simplicidade, velocidade e segurança. Baseado no kernel do Linux, o software roda principalmente aplicativos web e é otimizado para funcionar com os serviços Google, como Drive, Gmail e Docs. Sua interface é parecida com a de um desktop tradicional, mas tudo gira em torno do navegador Chrome.

O que é o ChromeOS Flex?

O ChromeOS Flex é uma versão leve e gratuita do ChromeOS, voltada para quem deseja instalar o sistema do Google em PCs e Macs antigos. Com o Flex, é possível transformar computadores com hardware limitado em máquinas mais rápidas e seguras, sem a necessidade de comprar um Chromebook.

Lançado oficialmente em 2022, o ChromeOS Flex não tem suporte para apps Android nem para o chip de segurança Titan C, presente nos Chromebooks. Mesmo assim, é uma alternativa para escolas, empresas e usuários domésticos que querem reaproveitar dispositivos antigos.

Qual é a diferença entre o ChromeOS e o ChromeOS Flex?

A principal diferença entre os dois sistemas está no tipo de dispositivo em que cada um pode ser instalado. O ChromeOS vem pré-instalado em Chromebooks e é otimizado para esses aparelhos. Já o ChromeOS Flex pode ser baixado e instalado em PCs e Macs compatíveis, como uma alternativa leve para máquinas antigas.

Além disso, o ChromeOS suporta aplicativos Android, recursos offline mais avançados e integração com chips ARM, enquanto o Flex é limitado a web apps e não tem acesso à Play Store. Ainda assim, ambos compartilham atualizações de segurança e interface semelhantes.

Para que serve o ChromeOS?

O ChromeOS é voltado para usuários que fazem a maioria das tarefas online: navegar, acessar documentos, videoconferências e redes sociais. É ideal para escolas, empresas e quem busca praticidade. Já o ChromeOS Flex serve para revitalizar computadores antigos, tornando-os funcionais novamente com um sistema moderno.

Com isso, ambos os sistemas têm foco em produtividade leve, navegação e acesso rápido a serviços em nuvem. O Flex se destaca como uma solução sustentável e econômica, especialmente em contextos educacionais ou corporativos.

Quais dispositivos rodam o ChromeOS?

O ChromeOS foi criado originalmente para os Chromebooks, mas também pode ser encontrado em outros tipos de dispositivos desenvolvidos pelo Google e seus parceiros. Já o ChromeOS Flex é voltado para PCs e Macs mais antigos. Veja os tipos mais comuns de dispositivos compatíveis:

Chromebooks: notebooks com ChromeOS nativo;

Chromeboxes: mini-PCs;

Chromebases: desktops all-in-one com ChromeOS;

Tablets e 2 em 1: modelos híbridos com tela sensível ao toque;

PCs e Macs antigos: ao instalar o ChromeOS Flex.

Assim como outros sistemas operacionais, o ChromeOS tem requisitos de hardware específicos, mas seu foco em nuvem permite rodar bem mesmo em máquinas modestas.

Quais são as vantagens do ChromeOS?

O ChromeOS se destaca por ser um sistema leve, rápido e voltado para a nuvem, ideal para tarefas básicas e conectadas. Entre as principais vantagens do ChromeOS estão:

Inicialização rápida e desempenho fluido mesmo em hardwares modestos;

Interface simples e intuitiva, baseada no navegador Chrome;

Atualizações automáticas em segundo plano, sem interferir no uso;

Integração nativa com Google Drive, Docs, Gmail e outros serviços do Google.

Quais são as desvantagens do ChromeOS?

Apesar dos pontos positivos, o ChromeOS também tem limitações, especialmente para quem precisa de softwares avançados ou trabalha com programas específicos do Windows e do macOS. Entre as desvantagens mais comuns estão:

Incompatibilidade com programas tradicionais de Windows ou macOS;

Limitações no uso offline de certos aplicativos;

Menor variedade de softwares profissionais;

Armazenamento local limitado na maioria dos dispositivos.

O ChromeOS é gratuito?

O ChromeOS tradicional não está disponível para download gratuito, pois vem embarcado nos Chromebooks vendidos no mercado. Já o ChromeOS Flex é totalmente gratuito e pode ser instalado por qualquer pessoa em dispositivos compatíveis.

A instalação do ChromeOS Flex pode ser feita por meio de um pendrive criado com o utilitário oficial do Google. Apesar de gratuito, é importante verificar a lista de compatibilidade de hardware.

É possível baixar aplicativos no ChromeOS?

Sim, é possível baixar aplicativos no ChromeOS. Nos Chromebooks, os apps são disponibilizados principalmente pela Play Store, o que permite ao sistema rodar diversos aplicativos móveis desenvolvidos originalmente para dispositivos Android, que também usam a Play Store como principal fonte de apps.

A compatibilidade garante acesso a ferramentas como Gmail, YouTube, Google Docs, redes sociais, editores de imagem e até jogos. Além disso, o ChromeOS também oferece suporte a aplicativos baseados na web (PWAs) e, em alguns casos, a softwares Linux, o que amplia a gama de opções.

Já o ChromeOS Flex não tem suporte nativo à Play Store nem a apps Android. O sistema é voltado a computadores antigos e funciona exclusivamente com aplicativos web e extensões do navegador Chrome. Isso limita as possibilidades, mas ainda atende bem a tarefas de navegação, produtividade online e videoconferência.

Qual é a diferença entre ChromeOS e Windows?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com foco em simplicidade, desempenho e uso na nuvem. O software é baseado no navegador Chrome e voltado para tarefas online, com uso intenso de aplicativos web e sincronização com os serviços da empresa. O sistema é ideal para quem prioriza mobilidade e produtividade com arquivos armazenados na nuvem.

Já o Windows é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft que oferece suporte a uma ampla variedade de programas e jogos, com foco em desempenho local. É mais versátil para usos profissionais, criativos e de entretenimento, mas também exige mais do hardware. Enquanto o Windows tem um ecossistema robusto e compatível com diversos tipos de software, o ChromeOS é limitado a apps web e Android (no caso dos Chromebooks).

Qual é a diferença entre Linux e ChromeOS?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com base no kernel do Linux. O sistema foi pensado para ser simples, com foco em tarefas online, sincronização com a nuvem e execução de aplicativos da web. É voltado principalmente para Chromebooks e controlado diretamente pelo Google, com uma interface fechada e atualizações automáticas.

Já o Linux é um sistema operacional de código aberto que serve de base para várias distribuições, como Ubuntu, Fedora e Debian. Ele oferece liberdade total para personalização, atende desde usuários iniciantes até programadores e empresas, e pode ser usado em servidores, desktops e dispositivos embarcados. Ao contrário do ChromeOS, o Linux tradicional exige mais conhecimento técnico e oferece menos integração com os serviços do Google.

Qual é a diferença entre ChromeOS e macOS?

Enquanto o ChromeOS prioriza leveza e conectividade online, o macOS entrega uma experiência mais completa e voltada a desempenho local. Os dois são sistemas operacionais modernos, mas com propostas bem distintas em termos de usabilidade e público-alvo.

O macOS é o sistema operacional dos dispositivos Apple, desenvolvido para rodar em Macs com foco em produtividade, design e performance. Já o ChromeOS, presente nos Chromebooks, é mais enxuto e depende fortemente de apps web e do armazenamento em nuvem. O primeiro favorece quem precisa de softwares robustos; o segundo, quem busca simplicidade e praticidade no dia a dia.

É seguro usar o ChromeOS?

Sim, o ChromeOS é considerado um dos sistemas operacionais mais seguros do mercado. Segundo o Google, o sistema combina recursos como atualizações automáticas, verificação de inicialização e execução em sandbox para proteger os dados dos usuários e evitar ameaças digitais. Além disso, o software é projetado para minimizar riscos e não exige antivírus.

O ChromeOS Flex também herda esses recursos de segurança, mesmo em computadores mais antigos. Isso torna o sistema uma opção interessante para ambientes escolares e empresariais, onde a proteção e a estabilidade são fundamentais.
ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google
Fonte: Tecnoblog

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

OpenAI demonstra interesse em comprar o Chrome caso ele seja vendido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O diretor de produto do ChatGPT, Nick Turley, afirmou que a OpenAI tem interesse em comprar o Chrome.
A aquisição, segundo ele, facilitaria a integração do ChatGPT com o navegador, permitindo acesso ao código completo e melhorando a usabilidade.
Rumores apontam que a OpenAI também estaria desenvolvendo um navegador próprio, projetado para integração nativa com o ChatGPT.

O diretor de produto do ChatGPT, Nick Turley, disse que a OpenAI tem interesse em comprar o Chrome. O Google pode ser obrigado a vender o seu navegador como resultado do julgamento do processo de monopólio que ocorre nos EUA. A declaração foi dada em audiência realizada nesta terça-feira (22/04), na qual a Justiça debate as medidas a serem tomadas para quebrar o monopólio.

Por que a OpenAI quer comprar o Chrome?

Segundo Turley, a OpenAI seria capaz de criar uma “experiência incrível” ao integrar o ChatGPT com o Chrome. Assim, usuários teriam um contato mais direto com a IA em seus navegadores. Atualmente, a empresa já fornece uma extensão do ChatGPT para o navegador. No entanto, a usabilidade pode ser melhorada com o acesso completo ao código e ferramentas do navegador.

DOJ defende que Chrome seja separado do Google, e OpenAI é uma das interessadas em comprá-lo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI, segundo rumores, está investindo no desenvolvimento do seu próprio navegador pelo menos desde novembro do ano passado. O projeto da empresa seria criar o browser totalmente pensado para o ChatGPT, e não um navegador que depois receberia o ChatGPT.

No geral, a estratégia da OpenAI de criar seu próprio navegador não é diferente do que fez o Google. A big tech, como foi revelado durante o julgamento de monopólio, criou o Chrome para fortalecer o negócio de anúncios e buscas. O Google não fez um navegador só para entrar nesse mercado.

A declaração de Turley pode soar hipotética, visto que ele próprio disse que outras empresas estariam interessadas em comprar o Chrome. Porém, há chances reais de o Google ser obrigado a vender o seu navegador.

Departamento de Justiça dos EUA, comandado por Pamela Bondi (foto), já defendeu que Chrome deve ser vendido (foto: divulgação)

O Departamento de Justiça da administração Trump repetiu o posicionamento do governo Biden: o Google deve vender o Chrome. A OpenAI, que tem entre seus investidores a Microsoft, deve ser considerada como uma das potenciais compradoras do navegador caso seja definido em última instância a venda do Chrome.

Google diz que venda do Chrome destruiria o navegador

Também na terça-feira, o Google declarou que a venda do Chrome (e remoção do seu domínio sobre o Android) levaria ao fim do produto. Segundo a big tech, negócios que dependem do Chrome e do Android seriam prejudicados com o encerramento desses serviços.

Com informações de Bloomberg e TechCrunch
ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT
Fonte: Tecnoblog

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome oferece instalador offline, e ele continua funcionando (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O instalador do Google Chrome apresenta falhas no Windows 10 e 11, impedindo a instalação em computadores com chips Intel e AMD.
Ao tentar rodar o arquivo baixado, o sistema operacional diz que não é possível executar o aplicativo no PC.
Google informou que está ciente do erro e atualizou o navegador.

O instalador do Chrome está com problemas e não consegue terminar o processo em computadores com Windows 10 e Windows 11. A falha afeta tanto máquinas com chips Intel quanto AMD. Ao tentar rodar o arquivo baixado, o sistema operacional diz que não é possível executar aquele aplicativo no PC e sugere procurar a versão correta com o desenvolvedor.

O que causou o problema no Chrome?

Segundo o site Windows Latest, o Google parece ter publicado incorretamente a versão Arm (arquitetura usada por chips da Qualcomm) do Chrome no lugar da x86 (usada por Intel e AMD).

A reportagem nota que há referências a sistemas Arm no código do instalador. Além disso, foi possível transferir o arquivo para um Surface com chip Snapdragon X Elite e instalar o programa, sem problemas.

Surface Laptop usa chip Qualcomm com arquitetura Arm, diferente da usada por Intel e AMD (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em resposta à reportagem do site Laptop Mag, um porta-voz do Google declarou que a empresa está ciente da situação e atualizou o instalador para torná-lo novamente compatível com o Windows na versão x86.

Como driblar o erro e instalar o Chrome?

Se você precisa muito trocar de navegador e ainda não obteve sucesso com o instalador tradicional, o Windows Latest nota que é possível baixar o instalador offline do Chrome diretamente do site do Google. Esta opção está funcionando.

Aqui, cabe uma explicação: o instalador mais comum do Chrome é bem pequeno. Ele apenas inicia um processo que envolve baixar o resto do programa da internet.

Ao usar o instalador offline, por outro lado, você já tem o aplicativo completo, sem precisar de downloads adicionais. Ele recebe este nome porque é voltado para máquinas sem conexão.

Infelizmente, o Google não oferece o Chrome na Microsoft Store; a loja de aplicativos poderia ser uma alternativa para baixar o navegador.

Com informações do Windows Latest, Laptop Mag e 9to5Google
Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app
Fonte: Tecnoblog

Google Chrome realiza nova leva de remoção do uBlock Origin

Google Chrome realiza nova leva de remoção do uBlock Origin

Google volta a desinstalar a extensão do uBlock Origin no Chrome (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google Chrome está descontinuando o suporte ao Manifest V2.
Com isso, extensões como uBlock Origin e outras baseadas nesse sistema estão sendo removidas.
Navegadores fora do ecossistema Chromium, como Firefox, continuam oferecendo suporte ao Manifest V2.

Usuários estão relatando que o Google voltou a desinstalar o bloqueador de anúncios uBlock Origin no Chrome. A big tech removeu o suporte ao sistema Manifest V2, usado por algumas extensões no navegador, no ano passado. Em outubro de 2024, o Google começou a primeira leva de remoção de ferramentas com o sistema, incluindo o uBlock Origin, extensão considerada a mais eficiente no bloqueio de anúncios.

Por que o Google está excluindo o uBlock Origin do Chrome?

O Google anunciou que não quer mais permitir o suporte ao Manifest V2 no seu navegador. Assim, em breve, apenas extensões criadas com o Manifest V3, tecnologia base para a criação dessas ferramentas, funcionarão no Chrome.

Ou seja, não é só o uBlock Origin que será desinstalado dos navegadores: qualquer extensão ainda desenvolvida com o Manifest V2 será removida das contas dos usuários. Contudo, a guerra do Google contra os bloqueadores de anúncios marcou o expurgo das extensões do Manifest V2 como uma briga contra o uBlock Origin.

Ublock Origin byu/surms41 inbrowsers

Os novos relatos do expurgo contra as extensões com Manifest V2 foram publicados no Reddit e no X. O usuário também verá um aviso de fim de suporte ao abrir a página de uma ferramenta desenvolvida com esse sistema. O aviso conta com um botão para que o usuário remova a extensão do seu navegador.

É provável que a volta dos relatos de remoção de extensões com Manifest V2 esteja ligada à ampliação da atualização do Google, que desativou o suporte para esse sistema.

Remoção do suporte ao Manifest V2 afeta outros navegadores

O fim do suporte ao Manifest V2 também ocorre em outros navegadores baseados no Chromium, engine de navegadores do Google. Isso inclui o Microsoft Edge e o Brave. Browsers que utilizam outros sistemas, como o Firefox, seguirão suportando o Manifest V2 em suas versões.

Com informações de The Verge
Google Chrome realiza nova leva de remoção do uBlock Origin

Google Chrome realiza nova leva de remoção do uBlock Origin
Fonte: Tecnoblog

Opera Air é um navegador que promete te ajudar com sua saúde mental

Opera Air é um navegador que promete te ajudar com sua saúde mental

Opera Air é um navegador que promete dar uma força para a sua saúde mental (imagem: divulgação/Opera)

É admirável o esforço da Opera para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge. A mais recente empreitada da empresa nesse sentido é o Opera Air, browser com interface minimalista e recursos que prometem te ajudar a manter um bom estado mental.

Para tanto, o Opera Air incorpora funções baseadas nos princípios do mindfulness, um conjunto de técnicas de meditação que orienta o indivíduo a ter atenção plena no momento presente.

Começa pelo “design escandinavo minimalista”, como a própria Opera descreve. Isso significa que o navegador tem uma interface com aparência de vidro fosco que se adapta às cores do site acessado, “promovendo uma experiência visual menos sobrecarregada”, novamente nas palavras da empresa.

Em seguida, aparecem as funções de pausa consciente. Elas são divididas em duas categorias:

Take a Break: oferece exercícios de respiração e meditação, incluindo uma técnica de varredura corporal em que o usuário faz um “escaneamento” mental de todo o seu corpo;

Boosts: consistem em batidas binaurais, isto é, em reproduções auditivas que trabalham com frequências ligeiramente diferentes em cada ouvido com o intuito de estimular o foco, o relaxamento e a criatividade.

O Opera Air conta ainda com um modo de foco, que ajuda o usuário a se desvencilhar de distrações, além da função Insights de Bem-Estar, que dá orientações para o usuário ter hábitos digitais saudáveis.

Os recursos do Opera Air funcionam?

A Opera dá entender que sim, afinal, o browser segue princípios de bem-estar com fundo científico:

A web é bonita, mas pode ser caótica e avassaladora. Decidimos buscar formas baseadas em ciência para ajudar nossos usuários a navegar de uma maneira que os faça sentir e funcionar melhor.

Mohamed Salah, diretor sênior da Opera

Mas é claro que cada experiência é individual. Os recursos podem funcionar bem para algumas pessoas, nem tanto para outras. Felipe Freitas, repórter aqui do Tecnoblog, relata que não se deu muito bem com os boosts:

Alguns dos modos apresentados na demonstração soaram meio incômodo, mas você pode escondê-los aumentando o volume do som ambiente e da música. Contudo, em alguns casos, como o Boost de foco, o som das frequências pode acabar mais atrapalhando que ajudando.

Modos de pausa e meditação do Opera Air (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Não era melhor aproveitar o Opera One?

O Tecnoblog perguntou à empresa durante a demonstração do software o que a motivou a criar um novo navegador e não desenvolver um modo dedicado no Opera One.

A empresa explicou que a criação de um navegador totalmente focado em mindfulness fornece a melhor experiência para a proposta do Opera Air.

Quem quiser tirar a prova pode baixar o Operar Air no site oficial. Além de funções de bem-estar, o navegador traz recursos disponíveis em outras versões do Opera, como a assistente de IA Aria e a função nativa de VPN. Há versões para Windows e Mac.
Opera Air é um navegador que promete te ajudar com sua saúde mental

Opera Air é um navegador que promete te ajudar com sua saúde mental
Fonte: Tecnoblog

Google, Opera e Vivaldi se unem contra favorecimento do Edge no Windows

Google, Opera e Vivaldi se unem contra favorecimento do Edge no Windows

Google, Opera e Vivaldi se unem contra favorecimento do Edge no Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

As empresas por trás dos navegadores Chrome, Opera, Vivaldi, Waterfox e Wavebox uniram forças. Elas criaram a Browser Choice Alliance com o intuito, neste primeiro momento, de combater práticas supostamente desleais da Microsoft para convencer usuários a definirem o Edge como navegador padrão do Windows.

Google, Opera, Vivaldi, BrowserWorks (Waterfox) e Wavebox alegam que a Microsoft adota “padrões obscuros” para evitar que os usuários baixem ou definam um navegador de outra organização como browser padrão do sistema operacional, ao mesmo tempo em que tenta convencê-los a usar o Edge.

Entre as supostas ações da Microsoft para esse fim estariam dificultar o download de navegadores concorrentes, tornar o Edge o navegador padrão durante as atualizações do Windows e abrir links para seus serviços online diretamente no Edge, mesmo quando o usuário tem preferência por outro browser.

Como exemplo, a Vivaldi publicou em seu blog uma imagem que mostra um anúncio com os dizeres (em tradução livre) “não há necessidade de baixar um novo navegador web” em uma busca feita no Bing em inglês por “vivaldi browser” (fiz buscas parecidas no Bing em português, mas nada nesse sentido apareceu para mim).

Bing supostamente favorecendo o Edge em busca sobre o Vivaldi (imagem: reprodução/Vivaldi)

O que a Browser Choice Alliance quer?

Por ora, a coalizão pede que a Comissão Europeia considere o Microsoft Edge como um software que viola o Digital Markets Act (DMA), regulamento da União Europeia criado para tornar o mercado digital mais justo e competitivo nos países que fazem parte do bloco.

Com isso, a Microsoft seria condicionada pelos reguladores europeus a ser mais aberta a navegadores de terceiros no Windows sob o risco de receber punições severas.

Um detalhe curioso é que, pelo menos até o momento, a Mozilla não está entre as organizações que formam a Browser Choice Alliance.

Outro detalhe curioso é a presença no Google na coalizão. Mesmo com as supostas táticas desleais da Microsoft, o Chrome é o navegador mais usado do mundo, com domínio de 66,68% do mercado, de acordo com dados da Statcounter para outubro de 2024.

O navegador é tão forte no mercado que autoridades dos Estados Unidos propuseram separar o Chrome do Google como forma de reduzir o poder da companhia sobre o mercado de buscas.
Google, Opera e Vivaldi se unem contra favorecimento do Edge no Windows

Google, Opera e Vivaldi se unem contra favorecimento do Edge no Windows
Fonte: Tecnoblog

Mozilla teme que afastar Chrome do Google prejudique navegadores menores

Mozilla teme que afastar Chrome do Google prejudique navegadores menores

Símbolo do navegador Mozilla Firefox (imagem: divulgação/Mozilla)

A proposta do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) de separar o Chrome do Google pode parecer benéfico para navegadores rivais, mas não é bem assim. Responsável pelo Firefox, a Mozilla alertou que browsers de menor alcance podem ser prejudicados se o Google tiver menos controle sobre o segmento.

Forçar o Google a vender o Chrome seria uma forma de combater supostas práticas monopolistas da companhia em buscas, no entendimento do DOJ. O problema é que essa medida faria parte de um pacote de mudanças, ou seja, não seria uma proposta isolada.

Entre as demais obrigações propostas pelo DOJ estaria proibir acordos para tornar o Google o buscador padrão de softwares de outras organizações. É esse aspecto que preocupa a Mozilla.

Não é difícil entender o motivo. O Google é o mecanismo de busca padrão do Firefox há anos. É por meio desse acordo que a Mozilla obtém a maior parte de sua receita financeira. Por causa disso, a companhia divulgou à imprensa o seguinte alerta:

Se implementada, a proibição de acordos de pesquisa com os demais navegadores, independentemente do tamanho e de seu modelo de negócio, afetará negativamente browsers independentes como o Firefox e terá efeitos prejudiciais para uma internet aberta e acessível.

Relação com a possível venda do Chrome

Se a Mozilla teme que uma decisão ou acordo judicial obrigue o Google a parar de fechar acordos com desenvolvedores outros navegadores, qual a relação desse aspecto com a possível venda do Chrome?

Apesar de ter sido proposta pelo DOJ, desmembrar o Chrome do Google é uma possibilidade considerada remota por analistas do mercado, dado que o navegador é um dos principais produtos da companhia.

Google Chrome (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Isso significa que outras medidas propostas pelo DOJ terão mais chances de avançar, entre elas, o fim dos acordos que colocam o Google como buscador padrão em outros navegadores.

É por isso que a Mozilla alegou que as medidas judiciais deveriam “abordar as barreiras à competição e facilitar um mercado que promova a competição e a escolha do consumidor”, ainda que sem explicar como isso seria feito.

Vale destacar que separar o Chrome do Google e as demais medidas propostas pelo DOJ visam combater supostas práticas monopolistas por parte da Alphabet (a controladora do Google), mas ainda não há nenhuma decisão nesse sentido. A expectativa é a de que o assunto só tenha um desfecho no final de 2025.

Com informações: PCMag, The Register

Mozilla teme que afastar Chrome do Google prejudique navegadores menores

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Fonte: Tecnoblog