Category: Google Chrome

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

“As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

Com informações do Bleeping Computer
Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas
Fonte: Tecnoblog

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Nova barra lateral do Chrome (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google integrou o agente de IA Gemini ao Chrome, permitindo que o navegador execute tarefas na web para o usuário. O recurso está disponível inicialmente para assinantes nos EUA.
O Auto Browse permite delegar tarefas como planejamento de viagens, comparação de preços e preenchimento de formulários. A integração com serviços do Google, como Gmail e Maps, é uma vantagem.
A barra lateral redesenhada permite que o usuário interaja com o Gemini para executar ações, como editar emails ou imagens. O navegador pedirá confirmação antes de ações sensíveis para garantir segurança.

Com a popularização dos agentes de IA integrados aos navegadores, era questão de tempo até que o Google, dono de um ecossistema que só cresce em torno do Gemini, investisse nisso. E chegou o dia: nesta quarta-feira (28/11), a empresa anunciou a mudança mais profunda no Chrome em anos, com a integração com o Gemini.

O modelo de IA possibilita que o navegador execute tarefas na web em nome do usuário, função em que a empresa investe desde o lançamento do Gemini 2.0, em 2024. Além do agente, as mudanças incluem um novo painel lateral, no qual o usuário interage com a IA. As novidades começam a ser liberadas para Windows, macOS e Chromebook Plus, inicialmente para assinantes dos planos AI Pro e AI Ultra, nos Estados Unidos.

Chrome executa tarefas para o usuário

A principal novidade é o Auto Browse, um recurso que permite delegar tarefas complexas para que a inteligência artificial execute sozinha.

Segundo a empresa, o Auto Browse pode auxiliar em atividades como planejamento de viagens, comparação de preços de hotéis e voos, preenchimento de formulários online, organização de documentos e gestão de assinaturas. O sistema também pode lidar com logins, usando o Gerenciador de Senhas do Google.

Essa função já existe em alguns dos navegadores rivais, como o Microsoft Edge, Opera Neon e ChatGPT Atlas.

Agente de IA é integrado aos serviços do Google (imagem: reprodução/Google)

Uma das vantagens para quem já está no ecossistema do Google é a integração com serviços como Gmail, Maps, Google Shopping e outros. O Chrome receberá, nos próximos meses, a Personal Intelligence (Inteligência Pessoal), funcionalidade do Gemini que permite acesso a informações do usuário em outros apps do Google, como Gmail, Agenda, Fotos e YouTube.

Painel lateral para o Gemini

A nova experiência também envolve uma barra lateral redesenhada, incluindo um ícone do Gemini que funciona paralelamente ao fluxo de trabalho do usuário no navegador.

Através da barra, o usuário pode solicitar que o agente tome controle para executar ações, como fazer compras, ou interagir com o conteúdo na tela. O Gemini pode, por exemplo, editar um email ou o preencher dados no Google Forms.

Google introduz agente de IA no Chrome (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Da mesma forma, por meio do modelo de geração de imagens Nano Banana, o recurso permite editar imagens diretamente na página aberta, sem necessidade de download ou reenvio de arquivos.

E a segurança?

Segundo o Google, o navegador pausará e pedirá confirmação do usuário antes de realizar ações sensíveis, como finalizar uma compra com cartão de crédito, fazer postagens ou aceitar termos de serviço.

“Estamos usando IA e modelos locais para proteger as pessoas de um cenário em constante evolução, seja de golpes gerados por IA ou atacantes cada vez mais sofisticados”, afirmou Parisa Tabriz, vice-presidente do Google Chrome.

Agente passará controle para o usuário (imagem: reprodução/Google)
Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados

Chrome passa pela maior mudança em anos: Gemini por todos os lados
Fonte: Tecnoblog

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)

Resumo

O Android para PC terá uma interface semelhante à de tablets, com adaptações para telas maiores, incluindo uma barra de tarefas centralizada e uma barra de status mais alta.
O sistema operacional é identificado como Android 16, codinome “ALOS” ou Aluminium OS, e foi testado em um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
O Google confirmou o desenvolvimento do Android para computadores em 2025, com o planos para substituir gradualmente o ChromeOS.

Um desenvolvedor se descuidou e publicou imagens da interface da futura versão do Android para desenvolvedores. Elas revelam um visual parecido com o de tablets com o sistema, mas com algumas diferenças importantes.

As gravações de tela foram compartilhadas na plataforma de desenvolvimento do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para o Chrome) para mostrar um bug no sistema. A página de discussão agora mostra apenas uma mensagem de acesso negado, mas o 9to5Google conseguiu salvar e publicar os vídeos.

Como será a interface do Android para PC?

As imagens mostram uma barra de tarefas idêntica à usada em tablets com Android, com ícones centralizados, incluindo um para acessar aplicativos à esquerda e outros para apps abertos à direita.

A barra de status no topo da tela, no entanto, é diferente. Ela é mais alta. Nas capturas de tela, essa área contém relógio (com segundos) e data à esquerda; na direita, ficam um ícone do Gemini, um controle de idioma do teclado, um indicador de Wi-Fi e um mostrador de bateria. Outro detalhe é um cursor de mouse ligeiramente maior, com design mais tradicional, incluindo uma haste.

Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)

Nas imagens, há duas janelas do Chrome lado a lado, indicando um possível recurso multitarefas do sistema. O navegador tem, inclusive, um ícone de extensões — elas estão disponíveis apenas na versão para desktops e não na para tablets.

Os botões para fechar, minimizar e abrir em tela cheia ficam no canto direito superior das janelas e são praticamente idênticos aos do ChromeOS.

O que mais sabemos sobre o Android para PC?

Android para PC ainda não tem nome definido nem data para chegar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os indícios de que as gravações de tela são realmente da futura versão do Android para PC aparecem logo no início, em uma página de versão do Chrome. Ela informa que o sistema operacional é o Android 16, com a compilação ZL1A.260119.001.A1.

O desenvolvedor se refere a essa build como “ALOS” — um código para Aluminium OS, codinome interno do sistema. Ele também informou qual aparelho estava usando: um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.

Os rumores de uma versão do Android para computadores circulam há alguns anos, mas o sistema ganhou confirmação oficial só no segundo semestre de 2025.

Rick Osterloh, um dos principais executivos do Google, afirmou que a empresa trabalha para combinar os sistemas de computadores e smartphones.

Além disso, a empresa abriu vagas de trabalho específicas para o projeto. As descrições indicam que o Aluminium OS é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”, que estará disponível para todos os formatos, como laptops, tablets, destacáveis e mini-PCs.

Também há indícios de que haverá um período de transição do ChromeOS para o novo sistema, incluindo suporte e atualizações para os produtos lançados nos últimos anos. Já o nome não é definitivo e ainda está no campo das especulações — Android, Chrome e Chromebook são marcas muito fortes, e há chances de que elas sejam reaproveitadas no novo sistema.

Com informações do 9to5Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google
Fonte: Tecnoblog

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.

O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.

Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (3).

Quais celulares são compatíveis?

GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)

A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.

Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.

No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.

Segurança e mais IA

O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.

Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)

Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.

Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.

Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.

As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.

Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.
Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes
Fonte: Tecnoblog

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome agora suporta barra de endereços inferior (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google Chrome para Android agora permite mover a barra de endereços para a parte inferior da tela.
A mudança segue o Safari, da Apple, que desde o iOS 15 permite a barra na parte inferior.
O recurso começou a ser liberado globalmente no Chrome 137 e não depende da versão do Android.

Usar o Chrome no Android exige que você acesse a barra de endereços no topo da interface. Bom, não mais. Seguindo o que a Apple implementou no Safari a partir do iOS 15, em 2021, agora o Google permite que a barra de endereços de seu navegador seja movida para a parte inferior da tela.

Essa opção já estava disponível no Google Chrome para iPhone. Nessa versão, você só precisa ir em Configurações / Barra de endereço para determinar se esse componente deve ficar na parte superior (padrão) ou inferior.

No Android, o Google mantém essa abordagem: o usuário pode definir se quer manter a barra de endereços no topo do Chrome ou se prefere movê-la para a parte inferior do navegador.

Permitir essa escolha é importante porque, quando a Apple implementou a barra de endereços na parte inferior do Safari, muitos usuários não aprovaram a mudança. Não demorou para a companhia permitir que o usuário mova a barra para a parte superior nas configurações do aplicativo.

No Chrome para Android, a barra de endereços pode ser movida para a parte inferior da tela de duas formas:

mantenha a barra de endereços pressionada por alguns instantes e escolha a opção “Mover a barra de endereço para baixo”;

tal como no iPhone, vá ao menu principal e acesse Configurações / Barra de endereço e escolha a posição de sua preferência para a barra de endereços.

Barra de endereços na parte inferior do Chrome (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando a barra de endereços inferior chega ao Chrome para Android?

O novo recurso já começou a ser liberado em escala global, a partir do Chrome 137. Mas, de acordo com o Google, pode levar algumas semanas para todos os usuários terem acesso à nova configuração da barra de endereços.

A novidade não depende da versão do sistema operacional, mas se você tem um celular antigo, precisa ficar atento: o Chrome deixará de ser suportado nos Androids 8.0 e 9.0 a partir de agosto de 2025.
Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior

Chrome copia iPhone e agora deixa usar barra de endereço na parte inferior
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

Depois de ter sido condenado por monopólio, o Google pode ser obrigado vender o Chrome. A ideia é que ter o maior navegador do mundo dá uma vantagem desproporcional à empresa dona do maior buscador do mundo, acabando com a concorrência no mercado de busca. Mas qual será o valor de um Google Chrome sem o Google?

O futuro do Chrome pode ser sem o Google (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, a gente analisa os players que poderiam comprar o Google Chrome e discute se ter o navegador mais popular já seria o suficiente para dominar o mercado. Você usaria um Microsoft Chrome? E um ChromeGPT? Pra viajar nessas possibilidades, dá o play e vem com a gente! 

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira 

Emerson Alecrim

Ana Marques

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

Assine o Tecnocast

YouTube

Apple Podcasts

Spotify

Pocket Casts

Android (outros apps)

Feed RSS

Buzzsprout

O futuro do Chrome pode ser sem o Google

O futuro do Chrome pode ser sem o Google
Fonte: Tecnoblog

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

Os Chromebooks são notebooks que utilizam o sistema ChromeOS (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O ChromeOS é o sistema operacional desenvolvido pelo Google para equipar os Chromebooks, notebooks focados em uso leve e conectado à internet. Baseado no navegador Chrome, o software é para quem utiliza aplicativos da web no dia a dia.

O ChromeOS Flex é uma versão alternativa, desenvolvida para instalar o sistema em computadores antigos, permitindo que eles sejam reutilizados, especialmente no ambiente corporativo ou educacional.

Lançado em 2011 com os primeiros Chromebooks, o ChromeOS foi criado como uma alternativa ao Windows e ao macOS, com foco na nuvem. Já o ChromeOS Flex surgiu em 2022 como uma versão leve do sistema, capaz de ser instalada em PCs e Macs. Ambos são mantidos pelo Google e compartilham a mesma base, mas com diferentes abordagens de compatibilidade.

Neste guia, você confere as diferenças entre os dois softwares, os dispositivos compatíveis, além de vantagens e desvantagens do sistema operacional.

ÍndiceO que é o ChromeOS?O que é o ChromeOS Flex?Qual é a diferença entre o ChromeOS e o ChromeOS Flex?Para que serve o ChromeOS?Quais dispositivos rodam o ChromeOS?Quais são as vantagens do ChromeOS?Quais são as desvantagens do ChromeOS?O ChromeOS é gratuito?É possível baixar aplicativos no ChromeOS?Qual é a diferença entre ChromeOS e Windows?Qual é a diferença entre Linux e ChromeOS?Qual é a diferença entre ChromeOS e macOS?É seguro usar o ChromeOS?

O que é o ChromeOS?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com foco em simplicidade, velocidade e segurança. Baseado no kernel do Linux, o software roda principalmente aplicativos web e é otimizado para funcionar com os serviços Google, como Drive, Gmail e Docs. Sua interface é parecida com a de um desktop tradicional, mas tudo gira em torno do navegador Chrome.

O que é o ChromeOS Flex?

O ChromeOS Flex é uma versão leve e gratuita do ChromeOS, voltada para quem deseja instalar o sistema do Google em PCs e Macs antigos. Com o Flex, é possível transformar computadores com hardware limitado em máquinas mais rápidas e seguras, sem a necessidade de comprar um Chromebook.

Lançado oficialmente em 2022, o ChromeOS Flex não tem suporte para apps Android nem para o chip de segurança Titan C, presente nos Chromebooks. Mesmo assim, é uma alternativa para escolas, empresas e usuários domésticos que querem reaproveitar dispositivos antigos.

Qual é a diferença entre o ChromeOS e o ChromeOS Flex?

A principal diferença entre os dois sistemas está no tipo de dispositivo em que cada um pode ser instalado. O ChromeOS vem pré-instalado em Chromebooks e é otimizado para esses aparelhos. Já o ChromeOS Flex pode ser baixado e instalado em PCs e Macs compatíveis, como uma alternativa leve para máquinas antigas.

Além disso, o ChromeOS suporta aplicativos Android, recursos offline mais avançados e integração com chips ARM, enquanto o Flex é limitado a web apps e não tem acesso à Play Store. Ainda assim, ambos compartilham atualizações de segurança e interface semelhantes.

Para que serve o ChromeOS?

O ChromeOS é voltado para usuários que fazem a maioria das tarefas online: navegar, acessar documentos, videoconferências e redes sociais. É ideal para escolas, empresas e quem busca praticidade. Já o ChromeOS Flex serve para revitalizar computadores antigos, tornando-os funcionais novamente com um sistema moderno.

Com isso, ambos os sistemas têm foco em produtividade leve, navegação e acesso rápido a serviços em nuvem. O Flex se destaca como uma solução sustentável e econômica, especialmente em contextos educacionais ou corporativos.

Quais dispositivos rodam o ChromeOS?

O ChromeOS foi criado originalmente para os Chromebooks, mas também pode ser encontrado em outros tipos de dispositivos desenvolvidos pelo Google e seus parceiros. Já o ChromeOS Flex é voltado para PCs e Macs mais antigos. Veja os tipos mais comuns de dispositivos compatíveis:

Chromebooks: notebooks com ChromeOS nativo;

Chromeboxes: mini-PCs;

Chromebases: desktops all-in-one com ChromeOS;

Tablets e 2 em 1: modelos híbridos com tela sensível ao toque;

PCs e Macs antigos: ao instalar o ChromeOS Flex.

Assim como outros sistemas operacionais, o ChromeOS tem requisitos de hardware específicos, mas seu foco em nuvem permite rodar bem mesmo em máquinas modestas.

Quais são as vantagens do ChromeOS?

O ChromeOS se destaca por ser um sistema leve, rápido e voltado para a nuvem, ideal para tarefas básicas e conectadas. Entre as principais vantagens do ChromeOS estão:

Inicialização rápida e desempenho fluido mesmo em hardwares modestos;

Interface simples e intuitiva, baseada no navegador Chrome;

Atualizações automáticas em segundo plano, sem interferir no uso;

Integração nativa com Google Drive, Docs, Gmail e outros serviços do Google.

Quais são as desvantagens do ChromeOS?

Apesar dos pontos positivos, o ChromeOS também tem limitações, especialmente para quem precisa de softwares avançados ou trabalha com programas específicos do Windows e do macOS. Entre as desvantagens mais comuns estão:

Incompatibilidade com programas tradicionais de Windows ou macOS;

Limitações no uso offline de certos aplicativos;

Menor variedade de softwares profissionais;

Armazenamento local limitado na maioria dos dispositivos.

O ChromeOS é gratuito?

O ChromeOS tradicional não está disponível para download gratuito, pois vem embarcado nos Chromebooks vendidos no mercado. Já o ChromeOS Flex é totalmente gratuito e pode ser instalado por qualquer pessoa em dispositivos compatíveis.

A instalação do ChromeOS Flex pode ser feita por meio de um pendrive criado com o utilitário oficial do Google. Apesar de gratuito, é importante verificar a lista de compatibilidade de hardware.

É possível baixar aplicativos no ChromeOS?

Sim, é possível baixar aplicativos no ChromeOS. Nos Chromebooks, os apps são disponibilizados principalmente pela Play Store, o que permite ao sistema rodar diversos aplicativos móveis desenvolvidos originalmente para dispositivos Android, que também usam a Play Store como principal fonte de apps.

A compatibilidade garante acesso a ferramentas como Gmail, YouTube, Google Docs, redes sociais, editores de imagem e até jogos. Além disso, o ChromeOS também oferece suporte a aplicativos baseados na web (PWAs) e, em alguns casos, a softwares Linux, o que amplia a gama de opções.

Já o ChromeOS Flex não tem suporte nativo à Play Store nem a apps Android. O sistema é voltado a computadores antigos e funciona exclusivamente com aplicativos web e extensões do navegador Chrome. Isso limita as possibilidades, mas ainda atende bem a tarefas de navegação, produtividade online e videoconferência.

Qual é a diferença entre ChromeOS e Windows?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com foco em simplicidade, desempenho e uso na nuvem. O software é baseado no navegador Chrome e voltado para tarefas online, com uso intenso de aplicativos web e sincronização com os serviços da empresa. O sistema é ideal para quem prioriza mobilidade e produtividade com arquivos armazenados na nuvem.

Já o Windows é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft que oferece suporte a uma ampla variedade de programas e jogos, com foco em desempenho local. É mais versátil para usos profissionais, criativos e de entretenimento, mas também exige mais do hardware. Enquanto o Windows tem um ecossistema robusto e compatível com diversos tipos de software, o ChromeOS é limitado a apps web e Android (no caso dos Chromebooks).

Qual é a diferença entre Linux e ChromeOS?

O ChromeOS é um sistema operacional desenvolvido pelo Google com base no kernel do Linux. O sistema foi pensado para ser simples, com foco em tarefas online, sincronização com a nuvem e execução de aplicativos da web. É voltado principalmente para Chromebooks e controlado diretamente pelo Google, com uma interface fechada e atualizações automáticas.

Já o Linux é um sistema operacional de código aberto que serve de base para várias distribuições, como Ubuntu, Fedora e Debian. Ele oferece liberdade total para personalização, atende desde usuários iniciantes até programadores e empresas, e pode ser usado em servidores, desktops e dispositivos embarcados. Ao contrário do ChromeOS, o Linux tradicional exige mais conhecimento técnico e oferece menos integração com os serviços do Google.

Qual é a diferença entre ChromeOS e macOS?

Enquanto o ChromeOS prioriza leveza e conectividade online, o macOS entrega uma experiência mais completa e voltada a desempenho local. Os dois são sistemas operacionais modernos, mas com propostas bem distintas em termos de usabilidade e público-alvo.

O macOS é o sistema operacional dos dispositivos Apple, desenvolvido para rodar em Macs com foco em produtividade, design e performance. Já o ChromeOS, presente nos Chromebooks, é mais enxuto e depende fortemente de apps web e do armazenamento em nuvem. O primeiro favorece quem precisa de softwares robustos; o segundo, quem busca simplicidade e praticidade no dia a dia.

É seguro usar o ChromeOS?

Sim, o ChromeOS é considerado um dos sistemas operacionais mais seguros do mercado. Segundo o Google, o sistema combina recursos como atualizações automáticas, verificação de inicialização e execução em sandbox para proteger os dados dos usuários e evitar ameaças digitais. Além disso, o software é projetado para minimizar riscos e não exige antivírus.

O ChromeOS Flex também herda esses recursos de segurança, mesmo em computadores mais antigos. Isso torna o sistema uma opção interessante para ambientes escolares e empresariais, onde a proteção e a estabilidade são fundamentais.
ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google

ChromeOS e ChromeOS Flex: conheça os sistemas operacionais do Google
Fonte: Tecnoblog

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

OpenAI demonstra interesse em comprar o Chrome caso ele seja vendido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O diretor de produto do ChatGPT, Nick Turley, afirmou que a OpenAI tem interesse em comprar o Chrome.
A aquisição, segundo ele, facilitaria a integração do ChatGPT com o navegador, permitindo acesso ao código completo e melhorando a usabilidade.
Rumores apontam que a OpenAI também estaria desenvolvendo um navegador próprio, projetado para integração nativa com o ChatGPT.

O diretor de produto do ChatGPT, Nick Turley, disse que a OpenAI tem interesse em comprar o Chrome. O Google pode ser obrigado a vender o seu navegador como resultado do julgamento do processo de monopólio que ocorre nos EUA. A declaração foi dada em audiência realizada nesta terça-feira (22/04), na qual a Justiça debate as medidas a serem tomadas para quebrar o monopólio.

Por que a OpenAI quer comprar o Chrome?

Segundo Turley, a OpenAI seria capaz de criar uma “experiência incrível” ao integrar o ChatGPT com o Chrome. Assim, usuários teriam um contato mais direto com a IA em seus navegadores. Atualmente, a empresa já fornece uma extensão do ChatGPT para o navegador. No entanto, a usabilidade pode ser melhorada com o acesso completo ao código e ferramentas do navegador.

DOJ defende que Chrome seja separado do Google, e OpenAI é uma das interessadas em comprá-lo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI, segundo rumores, está investindo no desenvolvimento do seu próprio navegador pelo menos desde novembro do ano passado. O projeto da empresa seria criar o browser totalmente pensado para o ChatGPT, e não um navegador que depois receberia o ChatGPT.

No geral, a estratégia da OpenAI de criar seu próprio navegador não é diferente do que fez o Google. A big tech, como foi revelado durante o julgamento de monopólio, criou o Chrome para fortalecer o negócio de anúncios e buscas. O Google não fez um navegador só para entrar nesse mercado.

A declaração de Turley pode soar hipotética, visto que ele próprio disse que outras empresas estariam interessadas em comprar o Chrome. Porém, há chances reais de o Google ser obrigado a vender o seu navegador.

Departamento de Justiça dos EUA, comandado por Pamela Bondi (foto), já defendeu que Chrome deve ser vendido (foto: divulgação)

O Departamento de Justiça da administração Trump repetiu o posicionamento do governo Biden: o Google deve vender o Chrome. A OpenAI, que tem entre seus investidores a Microsoft, deve ser considerada como uma das potenciais compradoras do navegador caso seja definido em última instância a venda do Chrome.

Google diz que venda do Chrome destruiria o navegador

Também na terça-feira, o Google declarou que a venda do Chrome (e remoção do seu domínio sobre o Android) levaria ao fim do produto. Segundo a big tech, negócios que dependem do Chrome e do Android seriam prejudicados com o encerramento desses serviços.

Com informações de Bloomberg e TechCrunch
ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT

ChromeGPT? OpenAI poderia comprar o Chrome, diz chefe do ChatGPT
Fonte: Tecnoblog

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome oferece instalador offline, e ele continua funcionando (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O instalador do Google Chrome apresenta falhas no Windows 10 e 11, impedindo a instalação em computadores com chips Intel e AMD.
Ao tentar rodar o arquivo baixado, o sistema operacional diz que não é possível executar o aplicativo no PC.
Google informou que está ciente do erro e atualizou o navegador.

O instalador do Chrome está com problemas e não consegue terminar o processo em computadores com Windows 10 e Windows 11. A falha afeta tanto máquinas com chips Intel quanto AMD. Ao tentar rodar o arquivo baixado, o sistema operacional diz que não é possível executar aquele aplicativo no PC e sugere procurar a versão correta com o desenvolvedor.

O que causou o problema no Chrome?

Segundo o site Windows Latest, o Google parece ter publicado incorretamente a versão Arm (arquitetura usada por chips da Qualcomm) do Chrome no lugar da x86 (usada por Intel e AMD).

A reportagem nota que há referências a sistemas Arm no código do instalador. Além disso, foi possível transferir o arquivo para um Surface com chip Snapdragon X Elite e instalar o programa, sem problemas.

Surface Laptop usa chip Qualcomm com arquitetura Arm, diferente da usada por Intel e AMD (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em resposta à reportagem do site Laptop Mag, um porta-voz do Google declarou que a empresa está ciente da situação e atualizou o instalador para torná-lo novamente compatível com o Windows na versão x86.

Como driblar o erro e instalar o Chrome?

Se você precisa muito trocar de navegador e ainda não obteve sucesso com o instalador tradicional, o Windows Latest nota que é possível baixar o instalador offline do Chrome diretamente do site do Google. Esta opção está funcionando.

Aqui, cabe uma explicação: o instalador mais comum do Chrome é bem pequeno. Ele apenas inicia um processo que envolve baixar o resto do programa da internet.

Ao usar o instalador offline, por outro lado, você já tem o aplicativo completo, sem precisar de downloads adicionais. Ele recebe este nome porque é voltado para máquinas sem conexão.

Infelizmente, o Google não oferece o Chrome na Microsoft Store; a loja de aplicativos poderia ser uma alternativa para baixar o navegador.

Com informações do Windows Latest, Laptop Mag e 9to5Google
Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app

Google Chrome: erro no instalador impede usuários do Windows de baixar app
Fonte: Tecnoblog