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Google Chrome para Android recebe novo modo de leitura com acesso mais simples; veja imagens

Google Chrome para Android recebe novo modo de leitura com acesso mais simples; veja imagens

Depois de trazer novidades para a versão de desktop do navegador, o Google agora começou a liberar no Chrome para Android uma interface redesenhada para o modo de leitura. Com visual baseado na linguagem Material 3 Expressive, o recurso que ajuda a manter o foco em textos está com aparência mais limpa, além de ter acesso facilitado e em um número maior de páginas.A descoberta foi feita pelo portal 9to5Google ao investigar a versão 143 do aplicativo para o sistema do robozinho, e mostra uma série de mudanças bem-vindas na ativação e no funcionamento do modo de leitura, que devem garantir uma experiência visual superior e acesso simples.

Como lembra o site, até o momento, a função podia ser ativada quando o botão dedicado era exibido logo ao lado da barra de endereços, não estando disponível para qualquer texto. Fora isso, ao ser acionado, o modo ocupava a tela inteira, em uma espécie de nova janela.Clique aqui para ler mais

Google Chrome para Android recebe novo modo de leitura com acesso mais simples; veja imagens
Fonte: Tudocelular

Quem fundou o Google? Conheça a história de Larry Page e Sergey Brin

Quem fundou o Google? Conheça a história de Larry Page e Sergey Brin

Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (imagem: Reprodução/Google)

O Google foi fundado por Larry Page e Sergey Brin em 1998, enquanto realizavam doutorado na Universidade de Stanford. Eles desenvolveram o algoritmo PageRank, mudando para sempre a maneira como a informação é organizada e acessada na internet.

A dupla de empreendedores é formada em ciência da computação. Ambos tiveram importantes papeis de liderança de inovação na companhia e durante o período de transição para Alphabet Inc, holding do Google.

Hoje, eles permanecem como acionistas controladores da Alphabet e detêm a maioria do poder de voto. Mesmo sem gerenciar o cotidiano, Page e Brin mantém cadeiras no conselho administrativo e influência decisiva nas grandes estratégias e aquisições da big tech.

A seguir, saiba um pouco da história dos cofundadores do Google, seus patrimônios e empresas nas quais eles investem.

ÍndiceQuem criou o Google?Quem é Larry Page?Quem é Sergey Brin?Qual é a história de Larry Page?Qual é a história de Sergey Brin?Qual é o patrimônio dos cofundadores do Google?Larry Page e Sergey Brin ainda são donos do Google?Larry Page e Sergey Brin têm outros negócios além do Google?

Quem criou o Google?

Larry Page e Sergey Brin fundaram o Google em 1998, enquanto eles cursavam doutorado na Universidade de Stanford, na Califórnia. A dupla desenvolveu o algoritmo PageRank, que mudou a busca na web ao organizar informações por relevância.

Página original do Google no lançamento em 1998 (imagem: Reprodução/Google)

Quem é Larry Page?

Larry Page é um cientista da computação e empreendedor americano, reconhecido como um dos fundadores do Google e ex-CEO da Alphabet. Nascido em 26 de março de 1973, ele se graduou em engenharia da computação na Universidade de Michigan antes de realizar o doutorado em Stanford.

Além de criar o algoritmo PageRank, Page liderou a expansão de serviços essenciais como o Android e o Gmail antes de se afastar do cotidiano corporativo em 2019. Hoje, ele se dedica a projetos de filantropia e ao investimento em tecnologias voltadas para a sustentabilidade e energia limpa.

Quem é Sergey Brin?

Sergey Brin é um cientista da computação e empreendedor americano, conhecido por ser um dos criadores do Google. Nascido em Moscou no dia 21 de agosto de 1973, ele imigrou para os EUA ainda criança, onde se formou em matemática e ciência da computação antes de iniciar o doutorado em Stanford.

O executivo exerceu cargos de liderança no Google e Alphabet até 2019, mas se mantém influente no conselho administrativo e supervisiona avanços em inteligência artificial. Ele também é um importante filantropo, investindo em pesquisas sobre o Mal de Parkinson e iniciativas climáticas.

Sergey Brin (à esquerda) e Larry Page são as mentes por trás da criação do Google (imagem: Paul Sakuma/AP Photo)

Qual é a história de Larry Page?

Filho de professores, Larry Page se formou em engenharia da computação na Universidade de Michigan antes de ingressar no doutorado em Stanford. Foi nesse ambiente acadêmico que ele idealizou um sistema para mapear e organizar os links de toda a web, fundamentando o futuro da tecnologia.

Ao lado de Sergey Brin, ele desenvolveu o algoritmo PageRank e fundou a Google Company em 1998. O projeto revolucionou a indexação de dados, tornando as buscas na internet rápidas, precisas e extremamente eficientes.

Como CEO, Page liderou aquisições estratégicas, como o Android e o YouTube, além de supervisionar a criação do Google Maps e do Gmail. Sua visão transformou o motor de busca em um ecossistema tecnológico diversificado, presente no cotidiano de bilhões de usuários.

Em 2015, ele reorganizou a estrutura corporativa ao fundar a Alphabet Inc., buscando focar em projetos ambiciosos e tecnologias experimentais. Anos mais tarde, em 2019, ele deixou o comando da empresa, mas mantém sua posição de acionista controlador.

Larry Page foi CEO da Alphabet até 2019 (imagem: Reprodução)

Qual é a história de Sergey Brin?

Nascido em Moscou, Sergey Brin imigrou para os Estados Unidos na infância para escapar do antissemitismo soviético. Formado em matemática e ciência da computação, ele iniciou o doutorado em Stanford, onde conheceu seu sócio Larry Page.

Juntos, desenvolveram o PageRank, algoritmo que priorizava a relevância de links para organizar a internet. Essa inovação foi a base para a fundação do Google em 1998, transformando a busca de informações em escala global.

Brin liderou projetos experimentais do Google e presidiu a Alphabet até 2019, supervisionando o crescimento de plataformas como YouTube. Durante sua gestão, a empresa diversificou-se em inteligência artificial, computação em nuvem e hardware.

Mesmo afastado do cotidiano executivo, ele permanece como membro influente do conselho administrativo da big tech. Com isso, o executivo continua moldando a visão de longo prazo da companhia de tecnologia.

Sergey Brin durante a apresentação do Google Glass em 2013 (imagem: Reprodução)

Qual é o patrimônio dos cofundadores do Google?

Larry Page possui uma fortuna estimada em US$ 256 bilhões, conforme dados da Forbes. Grande parte do patrimônio deriva da sua participação acionária e controle de votos na Alphabet, holding do Google, tornando-o a segunda pessoa mais rica do mundo.

Sergey Brin acumula cerca de US$ 236 bilhões, segundo as informações da Forbes. Assim como Page, seu patrimônio provém das ações da Alphabet e, por isso, ocupa a quinta posição entre as pessoas mais ricas do mundo.

Larry Page e Sergey Brin ainda são donos do Google?

Sim, Page e Brin ainda controlam a empresa Google por meio de ações de Classe B, que garantem a maioria do poder de voto. Embora cada um possua apenas 6% das ações totais, essa estrutura de controle assegura que os fundadores mantenham a direção estratégica final.

Como principais acionistas da Alphabet, dona do Google, eles exercem influência decisiva em grandes investimentos e novas tecnologias. O atual CEO, Sundar Pichai, lidera as operações, mas é a dupla que detém a autoridade máxima sobre os rumos da organização.

Larry Page e Sergey Brin têm outros negócios além do Google?

Page e Brin diversificam seus interesses para além do Google (Alphabet), investindo em setores de tecnologia de ponta. Embora não operem novos conglomerados, eles financiam e orientam projetos que buscam solucionar desafios globais complexos.

Aqui estão os principais empreendimentos vinculados aos fundadores do Google:

Waymo: lidera o desenvolvimento de tecnologia para veículos 100% autônomos, operando frotas de robotáxis que usam inteligência artificial avançada para navegação urbana sem motorista;

Kitty Hawk e Opener: projetos de aviação pessoal financiados majoritariamente por Page, que exploram aeronaves elétricas de decolagem vertical (eVTOL) para revolucionar a mobilidade urbana aérea;

LTA Research: focada em engenharia aeroespacial, a empresa desenvolve dirigíveis elétricos de última geração projetados para transporte de carga pesada e missões de ajuda humanitária rápida;

Verify: atua na convergência entre saúde e tecnologia, utilizando ciência de dados e dispositivos vestíveis para aprimorar o monitoramento de pacientes e a gestão de doenças;

Calico Life Sciences: companhia dedicada à biotecnologia e pesquisa genômica para combater o envelhecimento, buscando terapias que prolonguem a vida humana de forma saudável e sustentável;

Planetary Resources: iniciativa que contou com o aporte de ambos os executivos para explorar a mineração de asteroides, visando a extração de recursos naturais fora do planeta Terra.

Quem fundou o Google? Conheça a história de Larry Page e Sergey Brin

Quem fundou o Google? Conheça a história de Larry Page e Sergey Brin
Fonte: Tecnoblog

Google Fotos terá integração exclusiva com TVs Samsung

Google Fotos terá integração exclusiva com TVs Samsung

Google Fotos na TV terá recurso para organizar fotos por pessoas, lugares e momentos (imagem: divulgação)

Resumo

Samsung e Google anunciaram uma parceria para integrar o Google Fotos nativamente nas smart TVs da fabricante sul-coreana.
O primeiro recurso disponível será o Memórias, que chega a partir de março de 2026 com exclusividade temporária de seis meses.
A novidade será padrão nos modelos de 2026 e dependerá de atualizações de software para TVs anteriores.

A Samsung anunciou nesta segunda-feira (29/12) uma parceria estratégica com o Google para levar o Google Fotos nativamente às suas smart TVs a partir de março de 2026. A integração deve permitir o acesso a bibliotecas de imagens em formato cinematográfico.

A novidade contará com ferramentas de inteligência artificial generativa e será lançada com exclusividade temporária para a gigante sul-coreana. Como lembra o The Verge, atualmente não existe um aplicativo nativo do Google Fotos nem mesmo para a plataforma Google TV.

Quais recursos de IA estarão disponíveis?

A partir do segundo semestre de 2026, a integração receberá funções avançadas de edição baseadas no modelo Nano Banana, desenvolvido pelo Google DeepMind. O destaque fica para a ferramenta Remix, que permite alterar o estilo artístico de fotos, e o Photo to Video, capaz de animar registros estáticos em clipes curtos de vídeo.

Além das ferramentas criativas, a função Resultados Personalizados poderá identificar e agrupar conteúdos relacionados a temas específicos, como “viagens de férias”, “praias” ou “trilhas”, gerando apresentações de slides dinâmicas sem que o usuário precise selecionar arquivo por arquivo manualmente.

Integração nativa x espelhamento de tela

Diferente das soluções atuais, que dependem de espelhamento via smartphone ou do uso de acessórios como o Chromecast, a nova integração será processada pelo hardware da TV.

Para ativar o serviço, o usuário precisará apenas realizar o login com sua conta Google; a partir daí, as imagens aparecerão em painéis do sistema Tizen, como o Daily+ e o Daily Board.

A Samsung confirmou que a novidade será padrão nos modelos lançados em 2026. Para TVs das gerações anteriores, a disponibilidade será vinculada ao cronograma de atualizações de software de cada região. A implementação ocorrerá de forma gradual, com o recurso Memórias previsto já para março.

Esta funcionalidade organiza fotos e vídeos com base em reconhecimento de pessoas, locais e datas importantes. Segundo o anúncio oficial, a Samsung detém a exclusividade global deste recurso por seis meses.

Após esse período, a expectativa é que o Google expanda essas funcionalidades para o ecossistema Google TV e para outras fabricantes.

Google Fotos terá integração exclusiva com TVs Samsung

Google Fotos terá integração exclusiva com TVs Samsung
Fonte: Tecnoblog

Nova interface da famosa "GCam": Camera Pixel recebe atualização inesperada de visual

Nova interface da famosa “GCam”: Camera Pixel recebe atualização inesperada de visual

Ainda se lembra da famosa “GCam”? Com o nome de “Camera Pixel” desde outubro de 2023, o aplicativo de fotos do Google agora foi contemplado com uma nova atualização inesperada, focada nos usuários do Pixel 8.

A partir de agora, os proprietários do celular de gerações passadas passam a contar com a interface de fotos panorâmicas no estilo AR, semelhante a que está presente nos sucessores Pixel 9 e Pixel 10.O design atualizado do modo panorâmico entrega aprimoramentos na orientação ao usuário durante a captura. Em outras palavras, você vai encontrar uma aparência que remete ao descontinuado Photo Sphere, com a exibição de vários pontos no ambiente e instruções de como o indivíduo precisa segurar o celular.O Google Pixel 8 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Nova interface da famosa “GCam”: Camera Pixel recebe atualização inesperada de visual
Fonte: Tudocelular

Google volta atrás e reverte lançamento de novo recurso ao app de Telefone no Android

Google volta atrás e reverte lançamento de novo recurso ao app de Telefone no Android

Em meados deste mês de dezembro, o app de Telefone do Google havia recebido em versão beta um botão de manter o modo de exibição no aspecto retrato, para prevenir rotação automática acidental durante uma chamada. Agora, parece que a empresa voltou atrás na decisão.

A gigante de Mountain View reverteu a novidade e retirou a opção das configurações do aplicativo de testes, sem implementar a ferramenta para o canal estável. A informação é do portal 9to5Google.Como é possível conferir nas capturas de tela acima, a funcionalidade era encontrada no seguinte caminho: Configurações > Opções de exibição > Controles > Manter modo retrato em chamadas.Clique aqui para ler mais

Google volta atrás e reverte lançamento de novo recurso ao app de Telefone no Android
Fonte: Tudocelular

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Gmail prepara recurso para alterar o endereço @gmail.com (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Gmail agora permite alterar o endereço de e-mail ou criar um alias com @gmail.com sem apagar o original.
O recurso está em fase de testes, inicialmente disponível em hindi, sugerindo testes na Índia.
O endereço antigo continua funcionando como alias, permitindo que mensagens cheguem à mesma caixa de entrada.

O Google começou a liberar um recurso aguardado há anos pelos usuários do Gmail: a possibilidade de alterar o endereço de email ou criar um novo alias (ou seja, um redirecionamento) sem precisar abandonar a conta original. A novidade apareceu em um documento de suporte da empresa e indica uma mudança relevante na forma como o serviço lida com identidades.

Até agora, o Gmail permitia apenas o uso de variações internas, mas não autorizava a troca efetiva do endereço principal. Com a nova função, o usuário ganha mais flexibilidade para reorganizar sua caixa de entrada, corrigir nomes antigos ou adotar um e-mail mais adequado ao uso profissional ou pessoal.

O que muda no Gmail?

Segundo o documento de suporte, o endereço de email associado à conta do Google é o principal identificador usado para acessar serviços como Gmail, Drive, YouTube e outros. “Esse endereço ajuda você e outras pessoas a identificar sua conta”.

Na sequência, o texto detalha a principal novidade: “Se quiser, você pode alterar o endereço de e-mail da sua Conta do Google que termina em gmail.com para um novo endereço de e-mail que também termine em gmail.com”. Isso significa que o usuário poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero.

Outro ponto importante é que o endereço antigo não deixa de funcionar. Ele passa a atuar como um alias, permitindo que mensagens enviadas para qualquer uma das duas opções cheguem à mesma caixa de entrada. Na prática, o usuário pode manter dois endereços @gmail.com ativos simultaneamente.

A documentação ainda aponta que haverá um período de trava logo após criar um novo endereço no Gmail.

Usuário do Gmail poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quem já pode usar o recurso?

O Google ainda não fez um anúncio oficial. No entanto, a existência do documento indica que o recurso já está em fase de liberação gradual. Por enquanto, o material foi encontrado apenas em hindi, o que sugere que os testes iniciais estejam concentrados na Índia antes de uma expansão global.

Usuários que já tiverem acesso encontrarão a opção dentro das configurações da conta do Google, com um link direto para a página de suporte que explica o processo. Não há, até o momento, um cronograma público para a liberação geral.

Serviços concorrentes, como Outlook e Proton Mail, permitem há anos a criação e a troca de aliases de forma mais ampla.
Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com
Fonte: Tecnoblog

Atualização do Gemini permite minimizar assistente sem perder conversa; entenda

Atualização do Gemini permite minimizar assistente sem perder conversa; entenda

Principal aposta para ganhar mercado no segmento de IA, o Gemini vem sendo cada vez mais ampliado pelo Google, focando em tornar ele mais útil, prático e eficaz para seus usuários, o que inclui uma atualização recente que trouxe melhorias de IA para câmeras e o trabalho em uma nova interface.

No entanto, não somente de novas funcionalidades vive o usuário e um grande ponto que pode ser corrigido em breve pelo Google é a capacidade de ser executado em segundo plano com foco na multitarefa. Essa novidade foi identificada através da exploração do código fonte de uma versão recente do instalador beta do Gemini.Se considerarmos o que acontece atualmente ao interagir com o Gemini, temos o assistente trabalhando como uma camada sobreposta ao aplicativo em uso, fazendo com que o aplicativo do assistente seja fechado ao encerrar essa sobreposição. Isso acaba resultando no encerramento da sessão, exigindo com que o usuário abra o app caso deseje continuar aquela interação.Clique aqui para ler mais

Atualização do Gemini permite minimizar assistente sem perder conversa; entenda
Fonte: Tudocelular

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Google Assistente continuará sendo substituído ao longo de 2026 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

Google adiou para 2026 a substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android.
A substituição já ocorre em alguns dispositivos, como a linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra.
Para funcionar, a empresa afirma que o aparelho deve rodar, no mínimo, o Android 10 e conter 2 GB de RAM ou superior.

O Google confirmou nesse sábado (20/12) que o processo de substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android levará mais tempo do que o planejado inicialmente. A empresa, que tinha a meta de tornar a nova inteligência artificial o assistente padrão na maioria dos celulares até o final de 2025, estendeu o cronograma de transição para o ano de 2026.

Em comunicado, a companhia informou que está ajustando o cronograma para assegurar que a mudança ocorra de maneira fluida para a base de usuários. Com a nova diretriz, as atualizações de sistema que convertem o software de assistente virtual anterior do Google para a nova tecnologia continuarão gradualmente ao longo do próximo ano.

A empresa não especificou uma nova data limite para o encerramento total do Assistente clássico, mas afirmou que compartilhará mais detalhes sobre as etapas seguintes nos “próximos meses”.

A decisão mantém o funcionamento dos dois serviços em paralelo por um período maior do que o estipulado na estratégia original. A inteligência artificial, inclusive, segue respondendo ao comando “Hey, Google”, que originalmente ativava o Google Assistente.

Gemini substituiu Google Assistente

A substituição já é uma realidade para parte do ecossistema Android desde o ano passado. A linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, já chegaram ao mercado trazendo o Gemini configurado como o assistente padrão de fábrica.

Apesar de ainda não chegar como padrão em todos os aparelhos, a experiência é opcional. Usuários de modelos compatíveis podem baixar o aplicativo do Gemini e escolher substituir o Assistente antigo manualmente.

Planos de expansão

Google continua expansão para outros dispositivos (imagem: divulgação/Google)

Em entrevistas anteriores, executivos como Sissie Hsiao, vice-presidente de experiências do Gemini, definiram a ferramenta como uma “evolução” do produto anterior, segundo o portal Engadget.

O foco do desenvolvimento recente tem sido garantir paridade de recursos, permitindo que a IA execute tanto tarefas generativas quanto comandos utilitários, como controlar dispositivos de casa inteligente, definir alarmes e tocar música.

Além disso, a ideia prevê a expansão da IA para além dos telefones, como tablets, sistemas automotivos e dispositivos vestíveis (como fones de ouvido e smartwatches) que poderão se beneficiar da tecnologia do Gemini.

Para suportar o assistente atualizado, no entanto, o hardware deve cumprir especificações técnicas mínimas. Segundo a documentação da empresa, os dispositivos precisam rodar o sistema operacional Android 10 ou superior e contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM para processar os modelos de linguagem.
Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso
Fonte: Tecnoblog

Policiais da Pensilvânia poderão acessar histórico do Google mesmo sem mandado

Policiais da Pensilvânia poderão acessar histórico do Google mesmo sem mandado

Polícia pode acessar histórico do Google sem mandado na Pensilvânia (foto: Nathana Rebouças/Unsplash)

Resumo

A Suprema Corte da Pensilvânia decidiu que a polícia pode acessar o histórico de pesquisas no Google sem mandado.
A decisão baseia-se na ideia de que usuários não têm expectativa de privacidade sobre dados compartilhados com provedores.
A decisão se aplica apenas à Pensilvânia e distingue buscas na internet de dados de localização, que exigem mandado.

A Suprema Corte do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, decidiu nesta terça-feira (16/12) que a polícia não precisa de um mandado judicial para obter o histórico de pesquisas de um suspeito no Google. A justificativa é de que os internautas não possuem uma “expectativa razoável de privacidade” sobre esses dados, uma vez que eles são voluntariamente compartilhados com provedores de serviço e aplicativos.

O caso, detalhado pelo portal The Record, envolveu a investigação de um estupro, na qual as autoridades procuraram por termos de busca feitos pelo acusado para incriminá-lo. Com a decisão, os magistrados estabeleceram que o rastro digital deixado em mecanismos de pesquisa não possuem as mesmas proteções constitucionais que outro dados.

A decisão vale apenas para o estado da Pensilvânia até que, eventualmente, a Suprema Corte dos Estados Unidos decida unificar o entendimento sobre o tema.

Qual o argumento da corte?

A corte argumentou que “é de conhecimento comum que sites, aplicativos baseados na internet e provedores de serviços coletam e, em seguida, vendem dados de usuários”.

Para os juízes, como o Google informa expressamente em seus termos de uso que monitora a atividade para fins comerciais e que não se deve esperar privacidade total, a polícia não estaria violando um direito fundamental ao requisitar essas informações sem a crivo prévio de um juiz.

A decisão distingue o histórico de buscas de outros dados, como a localização de celulares. Tribunais superiores dos EUA já haviam decidido anteriormente que o rastreamento de localização exige mandado, pois é um dado gerado involuntariamente apenas por carregar o aparelho.

Corte entende que termosdo Google não garantem privacidade dos dados (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

No entanto, no caso das pesquisas, a corte da Pensilvânia entendeu que o ato é ativo e consciente. “A trilha de dados criada pelo uso da internet não é involuntária da mesma maneira que a trilha criada pelo porte de um telefone celular”, diz o texto da decisão.

O tribunal também sugeriu que os usuários têm a opção de não expor seus dados se utilizarem métodos diferentes ou ferramentas de navegação anônima, o que validaria a tese de que o uso do Google padrão é uma escolha de “não-privacidade”.

Preocupação com privacidade

A sentença gerou reações imediatas de especialistas em direitos digitais e juristas. Eles alertam que o acesso irrestrito a esse tipo de dado é perigoso, já que as pessoas costumam fazer perguntas ao Google que não fariam, necessariamente, a uma outra pessoa na vida real.

Para especialistas ouvidos pelo The Record, a existência de um precedente em um estado pode encorajar departamentos de polícia em outras jurisdições a adotarem práticas semelhantes, normalizando a coleta de históricos de navegação sem a necessidade de justificar a “causa provável” a um juiz.
Policiais da Pensilvânia poderão acessar histórico do Google mesmo sem mandado

Policiais da Pensilvânia poderão acessar histórico do Google mesmo sem mandado
Fonte: Tecnoblog

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube apresenta pane (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.

Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)
Fonte: Tecnoblog