Category: Claude Opus 5.5

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Duet fica disponível em um app independente do Claude padrão (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

A Anthropic lançou o Claude Duet, um agente de IA projetado para ajudar no dia a dia, especialmente para uso profissional.
O Claude Duet funciona 24 horas por dia, organizando rotinas e otimizando tempo, com uma versão prévia disponível para pesquisa e uso por profissionais e pequenas empresas.
A Anthropic promete segurança e privacidade, recusando o compartilhamento de informações sensíveis e permitindo que os usuários autorizem o uso de dados financeiros ou de saúde.

A Anthropic revelou o Claude Duet, novo sistema de IA que funciona como um agente pessoal que trabalha 24 horas por dia. Ele promete organizar a rotina e otimizar o tempo das pessoas. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira (21/10).

A atuação será semelhante à vista na função de Dots do ChatGPT, já disponível no Brasil; no antigo Gemini Spark, do Google, que agora fica na área de Tarefas; e no Muse, da Meta, sem previsão de lançamento por aqui. Estas ferramentas criam resumos e fazem sugestões baseadas nas suas atividades digitais.

Num primeiro momento, a tecnologia fica disponível como uma versão prévia voltada para pesquisa, focada principalmente em uso por profissionais e pequenas empresas. Ela tem base no Claude Opus 5.5 e funciona por meio de um app independente, disponível para Android e iPhone (iOS), além do site claude.ai.

Nova fase dos agentes pessoais de IA

O lançamento do Claude Duet marca a entrada da Anthropic no ramo das IAs agênticas que funcionam 24×7, focadas em ações autônomas no dia a dia. Aqui, a ideia é conectar o modelo aos seus principais apps e softwares de produtividade, permitindo reunir e-mails relevantes do dia, encontrar horários na sua agenda, fazer projeções financeiras e dar sugestões com base nas suas atividades.

Isso não chega a ser uma novidade. As próprias IAs generativas podem funcionar de maneira semelhante, sobretudo nas versões mais avançadas. Mas, para isso, é necessário incluir prompts específicos e aprofundados, com algumas limitações de uso a depender das plataformas analisadas. Com o Duet, isso passa a ser automático, e as interações de rotina tendem a ser mais simplificadas, como um assistente pessoal mesmo.

A ideia é que o Duet trabalhe para organizar suas atividades. A Anthropic também fala em uma máquina virtual, a exemplo da Meta, e promete funcionamento independente por meio de um navegador próprio. Apesar de ser mais autônomo que chatbots, o Claude Duet deixa decisões complexas para o usuário, que precisa aprovar pagamentos, confirmar envio de mensagens e bater o martelo sobre mudanças de configuração, por exemplo.

Agente pessoal promete ajudar a organizar e otimizar sua rotina (imagem: divulgação/Anthropic)

O que a Anthropic fala sobre segurança e privacidade

Um assistente para profissionais e pequenas empresas pode lidar com muitos dados confidenciais. Pensando nisso, a Anthropic prometeu mecanismos para analisar e identificar as informações sensíveis. O agente vai recusar o compartilhamento de números de cartão de crédito e documentos de identificação, como já ocorre em outras funções do Claude. Já dados financeiros ou de saúde só serão compartilhados caso o usuário dê autorização na sessão.

O agente pessoal é classificado como “pré-modelo de pesquisa” e ainda será melhorado. A Anthropic promete que o serviço passará por constantes testes de estresse. O Claude Duet também faz parte do seu programa de recompensa por bugs, e possíveis vulnerabilidades encontradas por terceiros serão consideradas.
Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta
Fonte: Tecnoblog

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

PS5 é alvo de dois novos jailbreaks (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

O PlayStation 5 (PS5) se tornou um dos principais alvos de pirataria da indústria dos games, com dois jailbreaks publicados no final de setembro, permitindo “crackear” basicamente qualquer modelo do mercado.
Os jailbreaks, PS5SX2 e Relapse, permitem jogar títulos de PS2 no console e instalar apps e jogos indisponíveis na PS Store, com alguns casos de uso de inteligência artificial no processo de descompilação de games.
A pirataria no PS5 inclui apps como Overdrive, que oferece jogos gratuitos, e o emulador KytyPS5, que permite rodar títulos do PS5 em consoles Xbox.

O PlayStation 5 (PS5) se tornou um dos principais alvos de pirataria da indústria dos games nos últimos dias. O console da Sony teve dois jailbreaks publicados no final de setembro, permitindo “crackear” basicamente qualquer modelo do mercado. PS5SX2 e Relapse apareceram no mesmo dia, ficando disponíveis nas plataformas Reddit e Github, respectivamente.

O primeiro permite jogar títulos de PS2 no console, enquanto o segundo é focado em burlar o sistema para instalar apps e jogos indisponíveis na PS Store. Desde então, outras “soluções” apareceram na internet, incluindo o app Overdrive, que oferece uma lista de games gratuitos direto no videogame, e o KytyPS5, que permite emular o PS5 até mesmo em consoles Xbox.

Segundo o Mashable, a velocidade com que tantas opções de jailbreak estão sendo divulgadas indica uso de inteligência artificial no processo. Outro indício é o uso de IA na descompilação de games para gerar versões que misturam dois ou mais títulos, além de versões web de clássicos das gerações até o PS3.

Como funcionam os jailbreaks do PS5?

Jailbreaks para PS5 abrem brecha para emuladores, apps de jogos grátis e mais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O PS5SX2 já está na versão 2.0 e, segundo comentários no Reddit, permite basicamente rodar arquivos ISO de jogos de PS2 e PS3 diretamente no console de última geração. Para isso, é necessário estar conectado à rede local, já que os games rodam via NAS (Network Attached Storage).

Já o Relapse aparece como uma alternativa mais complexa, que aproveita uma brecha no navegador do PS5 para acessar o código do console e baixar conteúdos de outras lojas online que não a PS Store. A vulnerabilidade pode ser explorada até a versão de firmware 13.6, ou seja, a atualização mais recente do console (14.0) já não permite mais a instalação do jailbreak.

Vale reforçar que ambas as versões aparecem no GitHub com um aviso indicando objetivos educacionais e de pesquisa de segurança, sendo voltados para desenvolvedores da área. A Sony não está enovlvida na liberação dessas ferramentas, e os dois projetos recomendam o uso de BIOS e jogos próprios dos usuários, ou seja, adquiridos previamente. A distribuição das cópias dos games em si, por exemplo, pode configurar pirataria.

Emulador e apps de jogos gratuitos

Aplicativo dá acesso a lojas alternativas (imagem: reprodução/@@RadiantOpti)

A partir dos novos jailbreaks, outras “soluções” que aproximam a prática da pirataria surgiram nos primeiros dias de outubro. Uma delas é o app Overdrive, uma espécie de loja que permite abrir jogos e DLCs disponíveis da PS Store sem a necessidade de comprá-los. Outro exemplo parecido é a Orbit Store, com apps open-source disponíveis para PC, celular e até TV, permitindo baixar jogos direto no PS5 já com o jailbreak funcional.

Da mesma forma, outro app chamado PS5BOX também foi encontrada na internet, dando acesso a títulos do Xbox Game Pass no console da Sony. O caminho contrário também é possível pelo KytyPS5, software que pode ser instalado no Xbox Series X para rodar títulos como Astro Bot, exclusivo da PlayStation.

É importante ter em mente que serviços do tipo podem configurar pirataria, já que envolvem a distribuição de cópias de games sem licença adquirida. Conforme sugere o site TechPowerUp, a Sony já publicou atualizações que resolvem a vulnerabilidade encontrada pelo Relapse, por exemplo. Com o firmware 14.10, mais recente, também não é possível realizar downgrades para explorar a falha. E, em caso de identificação de jailbreak, usuários podem ter a conta banida.

Qual seria a relação com inteligência artificial?

GTA Vice City foi um dos jogos disponbilizados via navegador graças ao potencial do Claude Opus 5.5 (Imagem: Reprodução / Rockstar Games)

Não há nenhuma confirmação de que os desenvolvedores citados aqui tenham utilizado IA no processo. Ainda assim, a descoberta de vulnerabilidades e a alta velocidade com que falhas foram corrigidas, como aconteceu com o PS5SX, chama atenção: apenas 11 dias separam a versão 1.0 da 2.0.

Mas outros usos de IA envolvendo games também indicam uma presença forte da tecnologia nessas quebras de código. O Kotaku teve acesso a versões web de jogos como GTA: Vice City, Halo e mais, rodando diretamente no navegador. Os jogos foram divulgados pela conta @RadiantOpti no X/Twitter, em post que já foi apagado por violação de direitos.

Além disso, alguns ports mesclando jogos como Fallout e Call of Duty, por exemplo, também chegaram a circular na internet. Esses trabalhos foram creditados ao Claude Opus 5.5, da geração atual de modelos da Anthropic. O ritmo acelerado com que essas versões são desenvolvidas e distribuídas utilizando IA certamente vai ser um tema a ser bastante debatido no mundo dos games.
Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5
Fonte: Tecnoblog

Anthropic anuncia novo Claude Opus 5.5, com capacidade ainda maior

Anthropic anuncia novo Claude Opus 5.5, com capacidade ainda maior

Novo Claude Opus 5.5 promete maior capacidade e eficiência para programação e automatização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anthropic lançou o Claude Opus 5.5, sua nova IA mais avançada, que alcança capacidades de Mythos 5.1 e Fable 5.1 em cibersegurança e biologia.
O modelo oferece recursos de segurança reforçados, é mais rápido, assertivo e tem custo 40% inferior ao Opus 5.
O Opus 5.5 já está disponível na plataforma da Anthropic, com limite de uso de 5 horas para assinantes Pro, Max, Team e Enterprise.

A Anthropic revelou seu novo Claude Opus 5.5, o modelo de IA mais avançado da empresa até o momento. Ele alcança a capacidade de Mythos 5.1 e Fable 5.1 em atividades relacionadas a cibersegurança e biologia, garantindo também novas salvaguardas para mitigar casos de uso indevido.

Segundo a desenvolvedora, a IA é também mais rápida e assertiva, migrando códigos de 680 mil linhas em apenas um dia. Outra vantagem citada pela empresa é o custo, 40% inferior ao do Opus 5. Esse modelo é o mais recomendado da Anthropic para trabalhos aprofundados de programação, engenharia de software e automação.

Além do Opus 5.5, outras duas IAs devem ser atualizadas nas próximas semanas: Sonnet 5.5 e Haiku 5.5, voltados para maior velocidade e eficiência, respectivamente. O lançamento do novo modelo vem na sequência da polêmica envolvendo as denúncias de um funcionário da Anthropic e o posicionamento do próprio CEO, Dario Amodei, pedindo a diminuição no ritmo de desenvolvimento da IA.

Atualização que aproxima Opus do Fable 5.1

Com a novidade, a Anthropic promete capacidade semelhante aos modelos mais avançados Mythos 5.1 e Fable 5.1 para assuntos relacionados a cibersegurança e biologia. Da mesma forma, mecanismos de defesa presentes no Fable aparecem no novo Opus 5.5, como o downgrade pontual para o Opus 4.8 e Opus 5 a depender da situação.

Introducing Claude Opus 5.5, the first model in our new Claude 5.5 family.It performs at the level of Claude Fable 5.1 for most tasks, and costs 40% less to run than Opus 5. pic.twitter.com/Q9C2VKQ79f— Claude (@claudeai) September 22, 2026

Segundo a Anthropic, a novidade alcançou as melhores notas em uma auditoria comportamental automatizada realizada internamente. Isso significa que o modelo tem menos chances de burlar salvaguardas em tentativas de uso indevido, além de ser mais resistente que seu antecessor Opus 5 a tentativas de prompt injection.

Promessa de salto em performance e eficiência

Em termos de performance, a empresa fala em um grande salto para trabalhos complexos. Segundo a Anthropic, de 40 repetições de processos de reparo de software, o novo Opus 5.5 resolveu 39 casos, ficando acima do Opus 5, que buscou alternativas menos eficientes. Também foi testada a qualidade da IA para desenvolver jogos do zero com um único prompt, com destaque para os resultados da nova inteligência em gráficos e acabamentos.

Da mesma forma, o “preço” para rodar o Opus 5.5 também se destaca, com 40% menos custo para trabalhos em geral. A Anthropic promete US$ 4 a US$ 20 (R$ 20 a 100, em conversão direta) para cada 1 milhão de tokens, um quinto da precificação do Opus 5 padrão. Já pensando em leituras de cache, relacionadas principalmente aos trabalhos agênticos, a empresa fala em US$ 0,20 (R$ 1) a cada milhão, valor 60% menor.

Opus 5.5 é o mais indicado pela Anthropic para trabalhos agênticos e corporativos de longo prazo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Anthropic divulgou gráficos com vantagens frente ao mais recente GPT-6 Astra, da Open AI (aquele que decifrou uma antiga mensagem cifrada da Primeira Guerra Mundial), tanto em custo-benefício quanto em trabalhos de coding e pesquisa. A companhia também promete uma comunicação mais fluida e assertiva, com informações mais importantes vindo primeiro e um estilo de escrita mais fácil de entender.

Quando o Opus 5.5 fica disponível no Claude?

A Anthropic já liberou o novo Opus 5.5 em sua plataforma, que pode ser ativado com o código “claude-opus-5-5”. Segundo a empresa, há um limite de 5 horas para usar o modelo, disponível nas assinaturas Pro, Max, Team e Enterprise. Esse tempo pode ser regulado pelos próprios usuários ao escolherem apenas tarefas específicas.
Anthropic anuncia novo Claude Opus 5.5, com capacidade ainda maior

Anthropic anuncia novo Claude Opus 5.5, com capacidade ainda maior
Fonte: Tecnoblog