Category: Brasileiros

Se prepare, concorrência! Gigante chinesa vai voltar a vender celulares no Brasil

Se prepare, concorrência! Gigante chinesa vai voltar a vender celulares no Brasil

Site oficial no Brasil destaca o Huawei Mate X6 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Huawei planeja lançar celulares no Brasil nas próximas semanas. Projeto ainda é mantido em sigilo.
Post no Instagram faz referência ao aparelho Huawei Mate X6.
Anatel apoia novas fabricantes que investem em produção nacional e pesquisa.

Os chineses realmente estão com apetite voraz para investir no mercado brasileiro. No que depender da gigante de telecomunicações Huawei, os primeiros celulares da nova investida por aqui devem ser anunciados nas próximas semanas. O assunto é tratado com máximo sigilo.

A ideia é trazer mais competição para uma disputa dominada pela Samsung e Motorola nos aparelhos de categoria básica ou intermediária, e pela Apple e Samsung nos topos de linha. Os times envolvidos no projeto acreditam que têm produtos diferenciados para conquistar os brasileiros.

A Huawei deixou de vender smartphones no mercado doméstico em 2019, após a sanção imposta pelos Estados Unidos. Ela continua com outros produtos eletrônicos, como relógios e, mais recentemente, tablets.

Postagem em 05/06 instiga a curiosidade dos seguidores (imagem: reprodução)

O perfil da Huawei no Instagram já estampa um teaser para o retorno ao país, que faz alusão ao primeiro contato dos brasileiros com a marca. O vídeo traz a traseira de um telefone que lembra o Mate X6 ou o Mate XT. Não se sabe qual deles será apresentado por aqui. O site da Huawei também já exibe a categoria “Telefones”, que antes não estava disponível.

Além disso, o Tecnoblog apurou que a Huawei já realiza a homologação de equipamentos na Agência Nacional de Telecomunicações. Essa etapa é fundamental para que os produtos sejam vendidos no país. Por ora, a documentação que passou na Anatel trata de baterias de íon de lítio para dispositivos eletrônicos. A estrutura das peças nos revela que são baterias de celulares.

Bateria produzida pela Huawei recebe homologação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O próximo projeto da Huawei pode surpreender pela tecnologia dos dispositivos, com funcionalidades inéditas no setor. No começo do ano, o público se surpreendeu com o Huawei Mate XT Ultimate Design, aparelho dobrável com o incomum formato trifold. O Tecnoblog pôs as mãos no aparelho durante o congresso MWC 2025, realizado em Barcelona.

Mais concorrência no Brasil

Você deve ter notado a recente investida de Jovi, Oppo e Realme por aqui. Todas elas são chinesas, vendem milhões de unidades no país de origem, desenvolvem tecnologia própria e agora querem fisgar o consumidor nacional. A Realme ultrapassou a Apple em vendas no primeiro trimestre.

O presidente da Anatel, Carlos Baigorri, nos disse nesta semana que todas as empresas “são bem-vindas” no Brasil. Ele celebrou os projetos de fabricação local, em Manaus e São Paulo, que levam à geração de empregos e investimentos em pesquisa – dois requisitos para receber benefícios fiscais, é bom que se diga.

Se prepare, concorrência! Gigante chinesa vai voltar a vender celulares no Brasil

Se prepare, concorrência! Gigante chinesa vai voltar a vender celulares no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Os argumentos da Apple para encerrar inquérito no Cade

Os argumentos da Apple para encerrar inquérito no Cade

Entidades dizem que Apple tem práticas anticompetitivas na implementação do Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple está na mira do Cade. O órgão brasileiro responsável por zelar pela livre concorrência de mercado abriu um inquérito para apurar supostas práticas anticompetitivas no Apple Pay, recurso de pagamentos presente no iPhone e outros aparelhos da companhia. Na segunda-feira (28), a Apple apresentou os argumentos e pediu que o caso não siga em frente.

Primeiro, é preciso entender o contexto do processo. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica coletou contribuições sobre o mercado de sistemas de pagamentos por aproximação em dispositivos móveis com sistema operacional iOS – com ênfase no sistema da própria Apple.

Apple Pay tokeniza cartão de crédito e realiza pagamento por aproximação (imagem: divulgação)

A entidade levou em consideração principalmente as falas do Banco Central (Bacen), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da associação Zetta, que representa Nubank, Mercado Livre, PicPay, Neon, Will Bank, Cloudwalk, Unico e outras 20 empresas.

O acesso ao NFC está em jogo, função essencial para realizar os pagamentos por aproximação. A Febraban declarou que é “tecnicamente possível” que o dono do sistema operacional estabeleça barreiras ao NFC por terceiros, o que limitaria seu uso. “É este o caso da Apple”.

A resposta da Apple

Apple Brasil pede ao Cade arquivamento de inquérito administrativo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Agora, a gigante de Cupertino apresenta suas primeiras declarações. O extenso documento ao Cade traz uma série de detalhamentos e variados anexos. O resumo é o seguinte:

A Apple argumenta que não possui posição dominante no Brasil, citando que apenas 10% dos brasileiros usam iPhones.

Foi elaborada a plataforma NFC & SE (Secure Element), que estaria aberta a desenvolvedores terceiros desde 2024, inclusive no Brasil.

As empresas do setor poderiam utilizar a ferramenta, desde que passem por um processo de credenciamento e paguem as devidas taxas.

A Apple alega que este mercado é dinâmico, repleto de opções, e que a estrutura do Apple Pay não causa dano ao consumidor nem exclusão de concorrentes.

Faz referência a ações e compromissos com autoridades internacionais, como o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Comissão Europeia, enfatizando que não concluíram pela prática de infração.

A Apple ainda argumenta, na resposta ao Cade, que a suposta restrição de apps de pagamento de terceiros “degradaria a experiência geral do usuário, reduziria o valor percebido dos dispositivos e limitaria a capacidade da Apple de comercializá-los”. Em outras palavras, os consumidores teriam menos motivos para optar por um iPhone.

Pode cobrar?

Outro ponto essencial é a cobrança das empresas interessadas em usar a plataforma NFC & SE, como bancos e meios de pagamento. A Apple alega que cobra uma “taxa modesta”, com contratos padronizados, sem importar o tamanho do parceiro. “Não há nada na legislação brasileira que impeça a Apple de cobrar uma taxa por seus serviços.”

O documento anexado aos autos tem trechos restritos. Não é possível saber, portanto, quais são os valores praticados pela companhia quando negocia o acesso ao Apple Pay.

“Diante do exposto, a Apple requer o arquivamento deste inquérito administrativo”, encerra a resposta elaborada pelo escritório Grinberg Cordovil, de São Paulo.

Sem integração com o Pix

O Apple Pay atualmente não contempla pagamentos com Pix, sistema que caiu no gosto do brasileiro. Não é possível fazer o Pix por aproximação, tal qual ocorre no Android, quando o pagamento é iniciado na tela da Carteira do Google e imediatamente o valor é debitado da conta do consumidor.

Seria necessário aderir ao Apple Pay para oferecer algo similar. O Tecnoblog apurou que alguns bancos têm interesse nisso e até iniciaram diálogo com a Apple. Além disso, a ferramenta do NFC & SE estaria tecnicamente pronta para acomodar essa funcionalidade.

Função de Pix por aproximação na Carteira do Google (imagem: reprodução)

Só faltaria combinar os termos comerciais, já que o Pix não custa nada para o cliente final e todos do ecossistema já se acostumaram com isso, ao passo que a remuneração do Apple Pay necessitaria de negociações adicionais, uma vez que a gigante da tecnologia não abre mão da sua remuneração.

Quais os próximos passos?

O processo no Cade ainda está na fase inicial de instrução. Ou seja, trata-se de um procedimento administrativo, não de uma ação judicial. A Apple já apresentou sua manifestação preliminar, incluindo traduções de documentos originalmente em inglês. Agora, a Superintendência-Geral do Cade deve analisar a resposta da empresa e possíveis manifestações de terceiros. O próximo passo pode incluir pedidos de esclarecimentos adicionais. Ao final, a Superintendência recomendará o arquivamento do caso ou seu envio ao Tribunal do Cade para julgamento.

Não há um prazo fixo para que o Cade se manifeste. A Superintendência-Geral pode levar semanas ou até meses para concluir a análise.
Os argumentos da Apple para encerrar inquérito no Cade

Os argumentos da Apple para encerrar inquérito no Cade
Fonte: Tecnoblog

One UI 7 chega a Galaxy S23, S24 FE, Flip e Fold 5 do Brasil

One UI 7 chega a Galaxy S23, S24 FE, Flip e Fold 5 do Brasil

Galaxy S23 começa a receber nova One UI (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A atualização One UI 7 começou a ser liberada no Brasil para os modelos Galaxy S23, S23 Plus, S23 Ultra, S24 FE, Z Flip 5 e Z Fold 5.
A nova versão traz interface renovada, melhorias na câmera, busca com IA na Galeria e controle de limite de carga da bateria.
Entre os novos recursos estão a Now Bar e Now Brief com dados em tempo real, além de configurações rápidas otimizadas e novos widgets para apps nativos.

A espera acabou: a One UI 7 chega hoje ao Galaxy S23 e S24 FE, entre outros celulares Samsung vendidos no Brasil. Os primeiros consumidores começaram a receber o abuso de atualização disponível durante a noite. Essa interface é baseada no Android 15, do Google.

O movimento de agora contempla os seguintes telefones:

Galaxy S23

Galaxy S23 Plus

Galaxy S23 Ultra

Galaxy S24 FE

Galaxy Z Flip 5

Galaxy Z Fold 5

Note que estamos falando de smartphones de ponta. Mais potente deles, o Galaxy S23 Ultra chegou ao mercado brasileiro em fevereiro de 2023 com câmeras capazes de tirar fotos de até 200 megapixels – e no formato RAW, aclamado pelos aficionados por imagem. Conta ainda com chip Snapdragon 8 Gen 2 e memória RAM. Ou seja, tem todos os elementos para rodar bem o novo sistema da Samsung.

Os demais produtos possuem diferentes combinações de hardware. Ainda assim, os compradores costumam relatar boa experiência de uso, que deve se ampliar com a One UI 7 e o Android 15. Os clientes brasileiros da Samsung estão com a expectativa lá em cima desde que as atualizações começaram.

Como instalar a nova One UI agora mesmo?

A notificação sobre a One UI 7 chegará aos poucos para toda a base de aparelhos contemplados, mas os usuários podem seguir as etapas abaixo para já instalar o sistema:

Entre nas Configurações do telefone.

Toque em Atualização de Software.

Selecione Baixar e Instalar. Depois, aguarde a confirmação de que a One UI 7 está disponível.

Siga com o download e instalação da One UI 7 e do Android 15 no seu Samsung.

O que tem na One UI 7?

One UI 7 tem ícones mais coloridos (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A principal novidade da One UI 7 é o visual renovado: os ícones estão mais vivos e coloridos, e a porcentagem da bateria agora aparece dentro do próprio ícone. 

O app de câmera foi redesenhado, com reposicionamento de botões, controles e modos, facilitando o uso. A Galeria agora conta com busca por inteligência artificial, capaz de interpretar o que foi digitado e exibir as imagens correspondentes de forma precisa.

Mais controle sobre o carregamento da bateria

É possível limitar o carregamento do smartphone com a One UI 7 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A atualização permite limitar a carga máxima da bateria, o que ajuda a preservar sua saúde ao longo do tempo. É possível escolher entre 80%, 85%, 90% ou 95% como limite.

As opções já conhecidas permanecem: o carregamento total até 100% e o modo adaptável, que atinge 80% durante a noite e completa a carga pouco antes do horário habitual de despertar.

Now Bar e Now Brief com informações em tempo real

Now Bar exibe informações de diversos apps (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A One UI 7 traz a Now Bar, uma nova barra na tela de bloqueio que exibe informações em tempo real de diversos apps — como placares esportivos, rotas em mapas, controles de mídia e temporizadores.

Já o Now Brief oferece atualizações personalizadas ao longo do dia, com dados sobre clima, compromissos e saúde, entre outros. Esse recurso pode ser exclusivo de modelos mais avançados.

Configurações rápidas e painel de controle

One UI 7 teve o acesso otimizado às configurações rápidas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O acesso às configurações rápidas também foi otimizado — agora, basta deslizar a partir do canto superior direito da tela. Já o gesto para abrir notificações segue o mesmo, mas deve ser feito do centro ou da lateral esquerda.

No painel de controle, uma barra de volume foi integrada, com novos controles e a possibilidade de reorganizar os botões. Vários apps nativos receberam novos widgets com mais opções visuais, e agora há suporte a pastas maiores na tela inicial.

A One UI 7 inclui ainda melhorias pontuais que aprimoram a experiência no ecossistema Galaxy:

Grupos de alarmes com configurações unificadas de volume, toque e mais

Busca por configurações usando linguagem natural

Conexão simplificada com acessórios

One UI 7 chega a Galaxy S23, S24 FE, Flip e Fold 5 do Brasil

One UI 7 chega a Galaxy S23, S24 FE, Flip e Fold 5 do Brasil
Fonte: Tecnoblog

99 vai relançar o 99Food e quer desafiar o iFood com R$ 1 bilhão

99 vai relançar o 99Food e quer desafiar o iFood com R$ 1 bilhão

99Food operou no Brasil de 2019 a 2023 (imagem: divulgação)

Resumo

A 99 vai relançar o 99Food no Brasil, investindo até R$ 1 bilhão para competir com o iFood.
A empresa planeja criar um super app com preços competitivos e expandir sua rede logística.
A Meituan também planeja entrar no mercado brasileiro de delivery.

Os gulosos clientes de delivery terão mais uma opção até o fim do ano: a 99, conhecida pelo transporte de passageiros, vai relançar o serviço 99Food no mercado brasileiro. Ele irá concorrer diretamente com o iFood, que se tornou sinônimo de comida por aplicativo.

O CEO da gigante chinesa Didi, controladora da 99, declarou à Folha de São Paulo que o investimento será de até R$ 1 bilhão. A ideia da empresa é construir um super app, tal qual os mais populares da China, capazes de realizar uma série de atividades num mesmo lugar.

Stephen Zhu quer peitar o iFood com preços melhores. Na entrevista, ele reconheceu que será preciso construir uma rede logística maior, com mais restaurantes e entregadores.

Mercado movimentado

A 99 já teve serviço de delivery no passado: o 99Food começou a operar em 2019 e chegou ao fim em 2023. Coexistiu, portanto, com Uber Eats, Rappi, Aiqfome e o próprio iFood.

O mercado brasileiro de delivery deve ficar agitado nos próximos meses. O iFood reina absoluto – algumas pessoas até diriam que se trata de um monopólio –, mas concorrentes com dinheiro têm planos de vir para cá. A também chinesa Meituan, maior player do planeta, também tem planos de desembarcar por aqui e já negocia com operadores logísticos. Hoje, ela realiza 30 bilhões de entregas por ano. Nada mal.

Com informações da Folha de São Paulo e Neofeed
99 vai relançar o 99Food e quer desafiar o iFood com R$ 1 bilhão

99 vai relançar o 99Food e quer desafiar o iFood com R$ 1 bilhão
Fonte: Tecnoblog

Moto Razr 60 Ultra e Moto Razr 60 são homologados na Anatel

Moto Razr 60 Ultra e Moto Razr 60 são homologados na Anatel

Moto Razr 60 Ultra será sucessor do Razr 50 Ultra (foto) e pode usar o SoC Snapdragon 8 Elite (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel homologou os celulares Moto Razr 60 Ultra e Moto Razr 60 para venda no Brasil.
O Moto Razr 60 Ultra terá rede UWB e pode trazer o processador Snapdragon 8 Elite da Qualcomm.
O modelo deve contar com bateria de 4.500 mAh e opções de RAM entre 8 GB e 18 GB.

A Motorola está pronta para lançar mais dois smartphones no mercado brasileiro: o Moto Razr 60 Ultra e o Moto Razr 60. Os próximos dobráveis da marca receberam a homologação da Anatel na semana passada e já podem ser vendidos no Brasil. O Moto Razr 60 Ultra foi aprovado em outros países e teve suas supostas imagens vazadas.

O Moto Razr 60 e Razr 60 Ultra vendidos no Brasil terão parte da sua fabricação no país, com a montagem realizada nas unidades da Flextronics em Jaguariúna (SP). O código dos modelos dos certificados são XT2551-6 e XT2553-1. A homologação confirma que o XT2551-6 terá rede UWB, recurso mais topo de linha que sugere que este modelo é o Razr 60 Ultra.

Certificação do Moto Razr 60 Ultra na Anatel (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Quais as possíveis especificações do Moto Razr 60 Ultra?

Segundo rumores, o Moto Razr 60 Ultra usará o processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite. Essa informação não chega a ser uma grande dúvida, já que a Motorola sempre utiliza os principais SoCs da Qualcomm no seu dobrável topo de linha.

Possível visual do Moto Razr 60 Ultra foi vazado recentemente (imagem: reprodução/Evan Blass)

O visual, conforme imagens vazadas, não deve contar com muitas mudanças. A novidade fica por conta da versão “chão de taco” vista no Moto Edge 50 Ultra. Neste modelo, a Motorola usou um polímero perolado que lembrava o marfim (para mim é chão de taco). É provável que esse mesmo material seja usado no Moto Razr 60 Ultra.

A bateria deve ter capacidade de 4.500 mAh. As telas devem manter o tamanho da geração passada: 6,96 polegadas no display interno, 4 polegadas no externo.

Na parte de memória e armazenamento, é especulado que o Moto Razr 60 Ultra terá quatro opções de RAM (8 GB, 12 GB, 16 GB e 18 GB). Já o armazenamento vai de 256 GB até 2 TB — o que é um rumor ousado dos leakers.

Já o Moto Razr 60 não foi alvo de vazamentos por enquanto. Contudo, conforme o lançamento do celular se aproxima, é provável que informações sobre ele apareçam.

A Motorola também recebeu a certificação de celulares da linha Motorola Edge 60 e do Moto Watch Fit, um novo smartwatch da marca. Os novos Edge 60 devem ser anunciados no próximo mês, assim como foi no ano passado com o Edge 50. Já os Moto Razr 60 ficariam para julho, mais próximo da chegada dos seus rivais Galaxy Z Flip 7.

Relembre o lançamento do Moto Razr 50 Ultra

Com informações de GSM Arena (1 e 2) e Gizmochina
Moto Razr 60 Ultra e Moto Razr 60 são homologados na Anatel

Moto Razr 60 Ultra e Moto Razr 60 são homologados na Anatel
Fonte: Tecnoblog

Apple tem 90 dias para liberar sideloading no Brasil

Apple tem 90 dias para liberar sideloading no Brasil

TRF-1 derruba liminar e Apple tem três meses para liberar sideloading e pagamentos externos no iOS no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TRF-1 derrubou uma liminar que beneficiava a Apple, obrigando a empresa a permitir sideloading e sistemas de pagamento de terceiros no Brasil em 90 dias.
O juiz responsável argumenta que a estrutura fechada do iOS impede a competição e prejudica a concorrência no setor, justificando a decisão do Cade.
Apple afirmou que a decisão pode comprometer a privacidade e segurança dos usuários. A big tech enfrenta processos semelhantes ao redor do mundo.

A Apple tem 90 dias para permitir o sideloading e sistemas de pagamentos de terceiros nos iPhones brasileiros. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) derrubou, nessa quinta-feira (06/03), a liminar que suspendia a decisão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre o assunto. A liminar havia sido conquistada pela Apple no processo aberto pelo Mercado Livre, no qual a big tech é acusada de prejudicar a concorrência para favorecer os próprios serviços.

O juiz responsável pela decisão, Pablo Zuniga, argumenta que a estrutura fechada do iOS e restrições aplicadas a apps de terceiros justificam a intervenção do Cade. Zuniga ainda disse que a ausência de uma intervenção prejudica a entrada de concorrentes e impede a competição no setor de serviços digitais.

Qual a posição da Apple sobre o caso?

Em nota ao site Valor Econômico, a Apple afirmou que a decisão pode comprometer a privacidade e segurança dos usuários. Essa declaração é praticamente a mesma dada nos Estados Unidos, após ser obrigada a permitir o pagamento por outros meios na App Store. O mesmo tom foi usado quando a União Europeia obrigou o sideloading no iOS.

Apple defende que medidas anti-sideloading e pagamento exclusivo na App Store protegem consumidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A big tech também comentou que acredita em mercados competitivos pois eles permitem que a inovação floresça. A Apple ainda relembrou que enfrenta competição em todos os mercados que opera.

Mercado Livre e outras empresas contra a Apple

O processo que obriga a Apple a liberar o sideloading e pagamentos de terceiros na App Store foi aberto pelo Mercado Livre. O marketplace entrou com uma reclamação contra as restrições de pagamento no Cade. Contudo, a prática de impedir o carregamento de aplicativos fora da App Store também foi alvo do órgão.

Mercado Livre entrou com processo contra pagamentos na App Store em 2022 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple recorreu da decisão em dezembro, mas o caso ainda não foi julgado pelo Cade. A big tech, então, conseguiu uma liminar na justiça para suspendê-la — que agora foi revogada pelo TRF-1.

Em janeiro, a Meta entrou com um processo no Cade acusando a Apple de privacy washing — usar o discurso pró-privacidade para prejudicar concorrentes ou enganar o consumidor. No mês passado, durante uma audiência pública, outras empresas criticaram a comissão de 30% sobre vendas na App Store.

Com informações de Valor Econômico e The Verge
Apple tem 90 dias para liberar sideloading no Brasil

Apple tem 90 dias para liberar sideloading no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Pix e apps de lojas crescem na preferência do brasileiro

Pix e apps de lojas crescem na preferência do brasileiro

Pix, do Banco Central (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Pix apresentou um crescimento expressivo na preferência do brasileiro, sendo usado por 84% dos internautas que realizaram compras pela internet. O dado está na pesquisa TIC Domicílios 2024. Na edição de 2022, este percentual era de 66%.

O cartão de crédito, líder na pesquisa passada, teve uma queda, passando de 73% (2022) para 67% (2024). Quem realmente perdeu terreno foi o boleto bancário: da edição de 2022 para a de 2024, o método caiu de 43% para 24%.

Demais modalidades, como débito online e transferência (36%), pagamento na entrega (27%) e pontos (10%), entre outros, permaneceram estáveis ou tiveram pequenas quedas.

Vale observar que a pergunta é de múltipla escolha, e os entrevistados eram instruídos a marcar todas as alternativas usadas nos últimos 12 meses. Por isso, a soma é maior que 100%.

Meio de pagamento20222024Pix66%84%Cartão de crédito73%67%Débito/transferência36%36%Na entrega29%27%Serviço de pagamento online28%26%Boleto43%24%Pontos12%10%Cartão presente ou voucher5%5%

Apps de lojas fazem sucesso

A TIC Domicílios 2024 também traz informações sobre os canais de compra usados pelos brasileiros. O levantamento inclui, pela primeira vez, aplicativos de lojas entre as opções. Logo na “estreia”, esta opção foi apontada por 65% dos entrevistados que realizaram compras, sendo a segunda mais mencionada.

Enquanto isso, os sites das próprias lojas tiveram uma queda significativa, passando de 59% (2022) para 35% (2024), o que sugere uma migração para os apps. A pesquisa menciona Renner e Netshoes como exemplos.

Os sites de compra e venda são os líderes no quesito, sendo mencionados por 90% dos consumidores, um crescimento expressivo em relação aos 72% de 2022. Nesta categoria, a pesquisa usa Amazon, Mercado Livre e Shopee como exemplos.

A distinção entre estas duas respostas parece ser entre lojas tradicionais e marketplaces, mas vale dizer que, na prática, a linha não é tão clara. A Netshoes, mencionada na pesquisa, vende produtos de outras lojas, e a Amazon atua como varejista, para ficar só em dois exemplos.

Canal de compra20222024Sites de compra e venda72%90%Aplicativos–65%Site da loja59%35%Apps de mensagens30%31%Redes sociais19%22%

TIC Domicílios 2024 tem dados sobre internet no Brasil

Realizada pelo Cetic.br, órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet do Brasil, a pesquisa TIC Domicílios traz dados sobre o acesso e o uso da rede no Brasil.

A apresentação da pesquisa destaca que, em 16 anos, o brasileiro “trocou” a lan house pelo celular. Em 2008, 48% dos usuários da internet mencionavam “centro de acesso pago” como um dos locais onde entravam na rede. Em 2024, esta fatia é de apenas 7%.

Por outro lado, a casa passou a ser um local de acesso para 98% dos usuários, em 2024. Antes, em 2008, só 42% dos internautas entravam na rede de dentro de seu lar.

Parte disso se deu pela popularização da internet móvel: 88% dos usuários entram na rede pelo celular. Em 2008, eram 40%.

Com informações: TIC Domicílios
Pix e apps de lojas crescem na preferência do brasileiro

Pix e apps de lojas crescem na preferência do brasileiro
Fonte: Tecnoblog

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

Gemini Live ganha opção de responder o usuário em português e mais de 40 idiomas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google liberou o Gemini Live com suporte a português brasileiro e mais de 40 idiomas para Android.
O recurso permitirá interações por voz, similar ao ChatGPT e assistentes como Siri e Alexa.
A liberação ocorrerá de forma gradual, podendo demorar dias ou semanas para todos os usuários.
O Gemini Live também será integrado a outros apps do Google, como Gmail, Maps e YouTube.
Os usuários podem selecionar até dois idiomas no aplicativo, configurando via Google Assistente.

O Google divulgou nesta quinta-feira (3) que está liberando a opção de fala em português brasileiro no Gemini para Android. A ferramenta está disponível no Gemini Live, uma versão da IA do Google que permite ao usuário conversar com a inteligência artificial. O recurso é similar à ferramenta de conversa do ChatGPT — e praticamente uma Siri.

Em nota enviada à imprensa, o Google explica que a liberação do Gemini Live ocorrerá de forma gradual. Assim, alguns usuários receberão essa novidade nos próximos dias ou semanas. O Gemini Live é uma ferramenta do aplicativo da IA para Android e funciona nos celulares e tablets.

Gemini Live chega para português e mais de 40 idiomas

Além da versão em português, o Google liberou o Gemini Live para mais de 40 idiomas. A novidade também será integrada com outros aplicativos da big tech que possuem recurso de voz, como o Gmail, Maps e YouTube. O Google explica que espera liberar mais idiomas no futuro.

Os usuários poderão ainda selecionar até dois idiomas para o Gemini Live em seus dispositivos. Para escolher essas duas línguas, o usuário terá que acessar a configuração do aplicativo do Google. Veja como fazer:

Abra o aplicativo do Google e, na parte superior, toque na sua foto de perfil ou iniciais

Toque em Configurações e selecione Google Assistente

Na tela que abrir, busque pela opções Idiomas

Escolha o português brasileiro ou qualquer idioma disponível

Opcionalmente, você pode adicionar um segundo idioma. Por enquanto, você pode definir e usar até dois idiomas com o Gemini Live

Lembrando que a liberação dos novos idiomas está ocorrendo de forma gradual. Se o português brasileiro ainda não apareceu para você, espere mais um tempo para este idioma ficar disponível no seu aparelho.

Gemini Live é praticamente um Gemini que fala

Apresentado em agosto durante o Made By Google, o Gemini Live é a IA generativa do Google que responde falando os seus comando de voz. O ChatGPT tem um recurso idêntico — e gerou até aquela treta com a Scarlett Johansson. A Siri e Alexa fazem algo similar há anos, mas com zero capacidade de IA geracional.
IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português
Fonte: Tecnoblog

Apple Intelligence vai funcionar em português a partir de 2025

Apple Intelligence vai funcionar em português a partir de 2025

Craig Federighi no anúncio da da Apple Intelligence (imagem: ieprodução/Apple)

Quando a linha iPhone 16 foi anunciada, a Apple Intelligence se tornou oficial. Mas usuários brasileiros e portugueses ficaram com uma dúvida: quando a tecnologia terá suporte ao idioma português? Recentemente, a Apple revelou que essa compatibilidade será oferecida em algum momento de 2025.

A Apple Intelligence está entre os principais recursos do iOS 18. Nos Estados Unidos, considerando o idioma inglês, a Apple programou a liberação da tecnologia para outubro de 2024. O iOS 18.1 será lançado no mesmo mês. A Apple Intelligence fará parte da nova versão do sistema operacional, portanto, mas em fase beta.

Em dezembro, a tecnologia chegará aos seguintes países, também considerando a língua inglesa: Reino Unido, Canadá, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia. O suporte aos idiomas japonês, chinês, francês e espanhol foi prometido para 2025.

Língua portuguesa na lista de suporte

Esse plano foi anunciado junto ao lançamento da linha iPhone 16. Mas, nesta quarta-feira (18), as páginas de ajuda da Apple Intelligence foram atualizadas para informar que o suporte ao idioma português também está previsto para 2025 (a Apple não fez distinção entre português do Brasil e português de Portugal).

Além do nosso idioma, a Apple Intelligence suportará as seguintes línguas no próximo ano: inglês de Singapura, alemão, italiano, coreano, vietnamita e “outros”.

Curiosamente, a Apple Intelligence não estará disponível para usuários residentes na União Europeia, mesmo havendo suporte aos seus idiomas. A tecnologia só funcionará para essas pessoas quando elas estiverem viajando para um país que não faz parte do bloco. Para elas, outra opção é configurar a Apple ID para um país fora da União Europeia.

Ao TechCrunch, a Apple revelou que essa restrição foi causada por problemas com a Lei dos Mercados Digitais da União Europeia (ou Digital Markets Act — DMA) e que já conversa com a Comissão Europeia para resolver a questão.

A tecnologia também não será liberada na China para usuários cuja Apple ID está configurada para a região. Neste caso, o motivo é o conflito com questões regulatórias chinesas envolvendo inteligência artificial generativa.

Apple Intelligence na linha iPhone 16 (imagem: reprodução/Apple)

O que é Apple Intelligence

Apple Intelligence é um pacote de recursos de inteligência artificial. No iOS 18 e superiores, a tecnologia se integrará a aplicativos nativos e de terceiros para criar imagens exclusivas, remover objetos de fotos, escrever mensagens sob medida, fazer a Siri dar respostas mais precisas, entre várias outras funcionalidades.

A tecnologia só estará disponível para as linhas iPhone 16, iPhone 16 Pro e iPhone 15 Pro, porém.

Vale lembrar que o iPhone 16 será lançado no Brasil custando a partir de R$ 7.799. Já o iPhone 16 Pro custará a partir de R$ 10.499.

Apple Intelligence vai funcionar em português a partir de 2025

Apple Intelligence vai funcionar em português a partir de 2025
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Redmi Buds 6 Play é novo fone de ouvido de entrada da Xiaomi e já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi prepara o lançamento de mais um fone para o mercado brasileiro. O Redmi Buds 6 Play foi certificado pela Anatel na semanada passada. O fone de ouvido da Xiaomi é um modelo mais barato da linha Buds 6 e foi lançado no exterior neste mês de agosto.

O Tecnoblog entrou em contato com a Xiaomi para saber mais sobre o lançamento do produto no Brasil. Não tivemos resposta até a publicação desta notícia. O espaço ficará aberto para o posicionamento da empresa

A homologação do novo fone vem depois do lançamento do Redmi Buds 5 por aqui. Apesar de ser vendido em e-commerces chineses, o Redmi Buds 6 Play não aparece no site oficial da empresa.

Especificações do Redmi Buds 6 Play

Sendo um modelo mais barato dos fones da Redmi, suas especificações são mais modestas. A bateria do Redmi Buds 6 Play pode aguentar pouco mais de 7 horas de uso, segundo a Xiaomi. A caixa tem carga para mais 36 horas de uso graças à bateria de 600 mAh — os fones possuem capacidade de 57 mAh.

Xiaomi Redmi Buds 6 Play tem case com bateria para 36 horas de uso (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

No anúncio do Redmi Buds 6 Play em um market place, a Xiaomi afirma que a recarga completa da caixa dura menos de duas horas. O produto tem entrada para USB-C, porém, o certificado de conformidade técnica e o documento de homologação não mostram que o produto vem com cabo na caixa. Comentários de review do produto confirmam que o cabo é adquirido separadamente.

O Redmi Buds 6 Play tem cancelamento de ruído ativo, um recurso praticamente obrigatório em fones de ouvido — até em modelos de entrada. A Xiaomi diz que a IA do fone é capaz de identificar com clareza vozes e som ambiente.

O visual do Redmi Buds 6 Play difere do Redmi Buds 5 lançado na semana passada. No lugar do design de hastes, o Buds 6 Play adota o formato de feijão.
Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global
Fonte: Tecnoblog