Category: Brasileiros

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink é o serviço de internet via satélite desenvolvido pela SpaceX (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Starlink firmou parceria com a Alares para venda conjunta de planos de internet no Brasil.
O acordo mira regiões sem fibra óptica, como áreas rurais e localidades mais afastadas, e deve ser divulgado em maio.
Os planos devem repetir as ofertas da Starlink no Brasil, com velocidades a partir de 100 Mb/s por R$ 149 por mês.

A Starlink firmou uma parceria com a Alares para ampliar a oferta de seus serviços no Brasil. O acordo prevê a venda conjunta de planos de internet, combinando a infraestrutura de satélites de Elon Musk com a operação comercial da operadora brasileira, segundo informações do jornal Estadão.

As empresas devem focar em regiões onde a fibra óptica não chega, como áreas rurais e localidades mais afastadas. Apuramos aqui no Tecnoblog que a Alares é o quinto maior provedor de internet do Brasil, e consta na Anatel como Giga Mais Fibra. 

De acordo com o jornal, o lançamento das ofertas está previsto para maio. Os planos devem replicar os mesmos já disponíveis diretamente pela Starlink no mercado brasileiro, com velocidades a partir de 100 Mb/s a R$ 149 por mês.

No final de janeiro, a Starlink bateu a marca de 1 milhão de clientes em solo nacional. Já a Alares possui 129 lojas físicas e tem mais de 820 mil clientes registrados na Anatel até fevereiro de 2026. A companhia é controlada pela Grain Management, gestora dos EUA de fundos de private equity.

Vale lembrar que a Amazon tem um projeto semelhante na América do Sul: a companhia de Jeff Bezos fechou um acordo com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite do Amazon Leo na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.
Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite
Fonte: Tecnoblog

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

PGB 2026 divulga dados dos gamers brasileiros (Imagem: divulgação/PGB)

Resumo

A PGB 2026 levantou preocupação dos jogadores brasileiros acerca do uso de IA no desenvolvimento de games pela primeira vez, e quase 50% relatam preocupação com essa possibilidade.
Número de brasileiros que se consideram gamers caiu para 75,3% (eram 82,2% em 2025), mas 86,7% do público vê nos games uma das atividades de entretenimento digital preferidas.
O segmento mobile lidera com 44,1% das preferências, mas há uma tendência de aumento entre gamers de PC, com 21,1%.

A nova edição da PGB (Pesquisa Game Brasil) aponta que já são quase 50% dos gamers brasileiros preocupados com o uso de inteligência artificial em algum nível do desenvolvimento dos jogos. O estudo traz esse dado pela primeira vez, apontando ainda que, apesar da preocupação, a presença de IA não interfere na compra da maioria, já que 39,3% não deixariam de obter um novo game feito em sua maioria com a tecnologia, enquanto 40,9% admitem que haveria essa possibilidade.

Outra informação relevante do estudo é a diminuição do público que se considera gamer no Brasil: dos 82,2% registrados na PGB 2025, o número caiu para 75,3% neste ano.

O levantamento é feito anualmente por SX Group e Go Gamers em parceria com ESPM e Blend New Research. Neste ano, o número de entrevistados foi de 7.115, com idades entre 16 e 55 anos. As respostas foram obtidas entre 5 e 13 de março de 2026.

Hábito de jogar segue em alta no Brasil, mas público identificado como gamer diminui (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Número menor de gamers, mas não de jogadores

Chama atenção a queda no número de brasileiros que se consideram gamers. O dado foi destaque nas últimas pesquisas divulgadas, ficando acima dos 80% em 2025. Dessa vez, houve uma queda de 6,9 pontos percentuais.

Segundo a pesquisa, mesmo com a baixa, o hábito de jogar continua forte por aqui: 86,7% dos entrevistados afirmam que os games são uma das principais fontes de entretenimento, enquanto 80,7% apontam a jogatina como sua principal atividade de lazer digital. Segundo a pesquisa, essa diferença entre os dados tem a ver com a identificação do brasileiro, que ficou mais seletiva.

As mulheres seguem à frente: elas representam 52,8% dos entrevistados, enquanto 47,2% são homens. Em relação à geração desses players, há uma mudança significativa na liderança: antes maioria, os millennials perderam o posto para os gen z, que agora compõem 36,5% do total, contra 33,7% do público entre 30 e 44 anos. Na PGB 2025, esse número chegou a 49,4%, uma variação de 15,7 pontos percentuais.

Jogar no celular ainda é a preferência do público brasileiro, mas há tendência de crescimento no PC (Imagem: Divulgação/Motorola)

Preferência por mobile segue forte no Brasil

Jogar no celular tem sido a preferência dos brasileiros há algum tempo. No ano passado, esta plataforma foi citada por 35% e aumentou pata 44,1% em 2026.

Segundo o CEO da Go Gamers, Carlos Silva, os números mostram uma tendência de crescimento de jogadores de PC. Ele afirma que há “um movimento de maior envolvimento e engajamento com os jogos digitais”, comportamento que indica “um público com maior disposição para investir em hardware e jogos”.

O aumento percentual entre gamers de computador, em contrapartida, não é dos mais altos, subindo apenas 0,8%: de 20,3% em 2025 para 21,1% agora em 2026. Já nos consoles, a porcentagem caiu de 24,7% para 24%.

Comportamento de compra na era do cloud gaming

Serviços de jogos na nuvem, como o Xbox Cloud Gaming, levam PGB a questionar preocupação com acesso futuro aos jogos (imagem: divulgação/Xbox)

Os entrevistados também foram questionados a respeito do tipo de acesso aos games, considerando mídia física, digital e via nuvem. Sobre a preocupação em perder acesso aos títulos disponíveis digitalmente, 34,5% responderam que pensam no assunto com algum receio, enquanto 26,8% afirmam não ter nenhuma preocupação. Já aqueles que têm esse receio chegam a 22%, principalmente pela falta de uma edição física para jogar.

Para o professor da ESPM e consultor da Go Gamers, Mauro Berimbau, “o valor não está apenas no ato de jogar”, e sim na possibilidade de revisitar esses games a qualquer momento no futuro. Essa afirmação é corroborada pelos 62,6% do público, que afirmaram ter o hábito de voltar a jogar games antigos ou clássicos por conta própria, enquanto 55,1% do público têm esse costume para se divertir com amigos.

O preço mais baixo foi o principal motivo para comprar um game antigo, segundo 44% dos entrevistados. Outros 36,3% disseram que buscam remakes ou remasterizações, uma tendência atual do setor, por causa do melhor desempenho gráfico. Essa possibilidade foi citada por 36,3% dos entrevistados.

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa
Fonte: Tecnoblog

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Há diversos tipos de serviço do Pix para diferentes necessidades de uso (foto: Bruno Peres/Agência Brasil)

Resumo

87% dos usuários do Pix desejam que o processo leve menos de 15 segundos. 69% estão dispostos a vincular dados bancários para agilizar pagamentos.
Pix Parcelado é o mais conhecido, com 83% de reconhecimento e 31% de uso. Pix por Aproximação tem 76% de reconhecimento e 42% de uso.
Pix Internacional é pouco conhecido, com 74% desconhecendo sua existência. Apenas 8% usaram, e 57% demonstram interesse.

A pesquisa Panorama E-commerce, realizada pela Visa Conecta, revelou que 87% dos consumidores entrevistados que já usaram Pix consideram atraente que o processo leve menos de 15 segundos.

O trabalho também descobriu que as modalidades Pix por Aproximação e Pix Parcelado são bem conhecidas, mas o Pix Internacional — ainda não regulamentado e oferecido de forma não oficial por algumas empresas — não deslanchou.

O questionário envolveu 1.521 entrevistas com consumidores brasileiros digitalizados e maiores de 18 anos. A amostra buscou refletir classes sociais, gêneros e regiões da população digitalizada do Brasil.

O que os brasileiros pensam do Pix?

A pesquisa Panorama E-commerce mostrou que o tempo necessário para fazer um Pix é um gargalo relevante — e os consumidores estão dispostos a ceder dados para acelerar o processo.

Pix tornou-se o meio de pagamento mais popular do Brasil (foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Dos 1.442 entrevistados que já usaram Pix, 65% consideraram que seria muito melhor se a transferência levasse aproximadamente 15 segundos, e 23% pensam que isso seria melhor.

Entre os 1.260 que desejam mais agilidade, 69% se mostraram dispostos a vincular suas informações da conta bancária a um site ou app de loja online para pagar com mais facilidade.

Novas modalidades são conhecidas, mas pouco usadas

A Panorama E-commerce também verificou qual o grau de conhecimento e interesse dos brasileiros por três novas modalidades do Pix: Pix por Aproximação, Pix Parcelado e Pix Internacional.

O Pix Parcelado é, de longe, o mais conhecido entre os três, com 83% do público demonstrando saber de sua existência. O interesse é grande, com 35% afirmando que com certeza irão usar a modalidade e outros 28% dizendo que provavelmente usarão.

Na prática, porém, apenas 31% já fizeram pagamentos em parcelas usando Pix. O nível de satisfação desse subgrupo é alto, com 87% de aprovação.

O Pix por Aproximação é menos conhecido, com 76% dizendo que sabiam de sua existência. A intenção de uso é menor, com 70% manifestando interesse. O uso real foi de 42%, com alto grau de satisfação: 96%.

Pix Internacional desperta pouco interesse

Por fim, o Pix Internacional enfrenta o maior grau de desconhecimento, com 74% dos entrevistados sem saber que ele existia. Além disso, apenas 8% usaram esse método. A intenção de uso também é menor do que a das outras categorias, com 57% demonstrando interesse.

Vale fazer a ressalva de que o Pix Internacional faz mais sentido para quem compra produtos importados, viaja ou faz remessas ao exterior, o que, por si só, já exclui uma boa parcela da população brasileira.

Outro ponto de atenção é que essa modalidade ainda não foi lançada oficialmente. O que existe no momento são serviços de intermediação que tornam isso possível.

Assim, dá para fazer um Pix para uma conta internacional ou pagar dessa forma em lojas no exterior, método já visto na Argentina, na França e nos Estados Unidos, por exemplo. Nesses casos, uma companhia brasileira faz o meio de campo entre contas locais e estrangeiras.
Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa
Fonte: Tecnoblog

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)

Resumo

A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning

Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)

SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite

Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB

Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose

Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus

Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo

Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC

Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.
Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026
Fonte: Tecnoblog

Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025

Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025

Busca do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Brasileiros pesquisaram por ferramentas de IA como Nano Banana e Manus.
Houve interesse em usar IA para criar sites, animar fotos e aumentar imagens.
Google destacou buscas por IA, mas não incluiu o ChatGPT.

A temporada de retrospectivas continua com a revelação dos assuntos mais populares da busca do Google. Em 2025, a empresa contou ao Tecnoblog que os brasileiros pesquisaram muito sobre inteligência artificial – desde as ferramentas, passando também por métodos para utilizar melhor esta nova tecnologia. Nas duas listagens a seguir, confira em primeira mão os tópicos que estiveram em alta durante o período.

Buscas sobre IA que mais cresceram

Gemini

Deepseek

Veo 3

NotebookLM

Grok

Pixverse

Flow

Manus

Blackbox

Nano Banana

Note que a lista não inclui o ChatGPT, serviço que se tornou sinônimo de IA. A equipe do Google me explicou que isso se deve ao fato de a plataforma da OpenAI já ser muito popular em 2024, enquanto os dados divulgados hoje se referem aos tópicos que ganharam mais relevância ao longo dos meses.

Buscas em alta de procedimentos com IA

Fazer foto com IA

Criar música com IA grátis

Criar site com IA

Criar vídeo com IA gratuito

Animar fotos com IA

Aumentar imagem com IA

Criar fluxograma com IA

Gravador de voz com IA

Criar aplicativo com IA

Gerar slides com IA

Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025

Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025
Fonte: Tecnoblog

Brasileiros aceitam IA nas finanças, mas somente como copiloto

Brasileiros aceitam IA nas finanças, mas somente como copiloto

Consumidores querem linguagem simples na IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

65% dos brasileiros aceitam IA no auxílio financeiro, mas a confiança em decisões autônomas é baixa.
O estudo também revela que os consumidores preferem IA que use linguagem simples e seja transparente sobre as regras e parâmetros de decisão.
Bancos estão integrando IA com resumos e chatbots para melhorar a experiência do cliente e aumentar a confiança.

Quase sete em cada dez consumidores brasileiros aceitam que a inteligência artificial auxilie na relação com o dinheiro. Por outro lado, entre os afeitos à IA, apenas 14% aceitariam que ela tomasse decisões por conta própria, de maneira autônoma. É o que mostra uma pesquisa encomendada pelo Itaú Unibanco e conduzida pela Consumoteca, divulgada hoje durante um evento em São Paulo.

O antropólogo Michel Alcoforado, responsável pelo estudo, avaliou que os brasileiros querem falar sobre dinheiro com “alguém” que não seja uma pessoa. Aqui, comento eu: os chatbots, com a capacidade de emular conversas humanas, caem como uma luva para gerar esse tipo de interação.

Diversos bancos têm realizado movimentos no sentido de integrar a inteligência artificial. Alguns já colocam resumos na tela inicial do app com os destaques do momento, personalizados para cada cliente. Outros oferecem chatbots com IA para ajudar nas variadas dúvidas.

Talvez o slide mais importante para quem curte tecnologia seja este abaixo, que mapeia exatamente o que faria o cliente confiar na IA, no contexto da relação com dinheiro:

Antropólogo Michel Alcoforado apresenta estudo sobre relação dos brasileiros com o dinheiro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

40%: linguagem simples, falar de uma forma que eu entenda

39%: conhecer as regras que regem a IA

38%: saber os parâmetros usados pela IA para tomada de decisão

36%: ver resultados de outras pessoas

36%: ter a garantia de que há uma equipe de especialistas por trás

30%: ver resultados compatíveis com a média do mercado

O levantamento da Consumoteca foi feito com 5 mil entrevistados no país inteiro, dividindo-se em cerca de metade entre 18 e 29 anos, e outra metade com pessoas com mais de 29 anos.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite do Itaú
Brasileiros aceitam IA nas finanças, mas somente como copiloto

Brasileiros aceitam IA nas finanças, mas somente como copiloto
Fonte: Tecnoblog

65% das crianças e adolescentes brasileiros já utilizam IA, revela estudo

65% das crianças e adolescentes brasileiros já utilizam IA, revela estudo

24,5 milhões de crianças e adolescemtes acessam a internet no país (foto: Julia M. Cameron/Pexels)

Resumo

65% dos jovens brasileiros de 9 a 17 anos usaram IA generativa para atividades cotidianas; 92% dessa faixa etária são usuários de internet, totalizando 24,5 milhões.
O celular é o dispositivo mais utilizado, com 74% de uso diário; WhatsApp, YouTube, Instagram e TikTok são as plataformas mais acessadas.
45% das crianças e adolescentes tiveram contato com propaganda inadequada; 51% pediram produtos após exposição online.

Cerca de 65% dos jovens brasileiros com idade entre 9 e 17 anos utilizaram inteligência artificial generativa para realizar ao menos uma atividade do cotidiano. É o que mostra a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, divulgada hoje pelo Cetic.br e NIC.br. O estudo mostra ainda que 92% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, o que representa 24,5 milhões de crianças e adolescentes.

As crianças e os adolescentes recorrem à IA para pesquisas escolares, busca de informações, criação de conteúdo ou conversas sobre problemas pessoais. No recorte por faixa etária, o uso desta nova tecnologia foi mais comum entre as pessoas de 15 a 17 anos do que as de 9 a 10 anos.

O celular é o principal dispositivo tecnológico da rotina das crianças e adolescentes: 74% fazem uso diário do dispositivo. Logo na sequência aparece a televisão, com 35%. O WhatsApp é a plataforma digital mais acessada, seguida de YouTube, Instagram e TikTok.

WhatsApp é o aplicativo mais utilizado pelas crianças (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acessos nas escolas e publicidade digital

A pesquisa registrou queda no acesso à internet nas escolas, que passou de 51% em 2024 para 37% em 2025. Entre os que acessam a rede nas escolas, 12% reportaram uso várias vezes ao dia e 13%, uma vez por semana.

O estudo identificou exposição significativa a conteúdo publicitário. Os pais e responsáveis disseram que 45% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos tiveram contato com propaganda não apropriada para a idade e 51% pediram algum produto após o contato online. Esse público está consciente sobre o tema: 65% dos usuários de 11 a 17 anos concordaram que falar ou pesquisar sobre produtos na web aumenta a quantidade de propagandas recebidas.

Os formatos de vídeos mais vistos incluem pessoas abrindo embalagens de produtos (66%), ensinando como usar produtos (65%) e divulgando jogos de apostas (53%).

Fontes de informação

As principais fontes de informação dos responsáveis sobre uso seguro da internet são as próprias crianças ou adolescentes (50%), os familiares e amigos (48%), a televisão, rádio, jornais ou revistas (42%) e a escola (41%). Cerca de 37% buscam sites dedicados ao tema, 36% recorrem a vídeos ou tutoriais online e 31% consultam grupos de pais em redes sociais.

A pesquisa revelou ainda que 31% das crianças e adolescentes ajudam os responsáveis diariamente com atividades na internet.

A coleta de dados da pesquisa divulgada nesta quarta-feira foi realizada entre março e setembro de 2025, com entrevistas presenciais com 2.370 crianças e adolescentes, além de 2.370 pais ou responsáveis.
65% das crianças e adolescentes brasileiros já utilizam IA, revela estudo

65% das crianças e adolescentes brasileiros já utilizam IA, revela estudo
Fonte: Tecnoblog

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

Mais da metade dos brasileiros não possui qualquer tipo de computador em casa (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Pesquisa divulgada pela Anatel nesta terça-feira (02/09) revela que 47,3% dos brasileiros sem computador em casa citam o alto custo como principal barreira.
Entre quem ganha até um salário mínimo, 35% ficaram ao menos um dia sem internet móvel por fim da franquia.
A satisfação geral com a conectividade no Brasil teve nota média de 7,8.

Quase metade dos brasileiros considera o preço elevado como principal barreira para ter um computador em casa. Este novo dado faz parte da Pesquisa de Conectividade Significativa, divulgada nesta terça-feira (02/09) pela Anatel em parceria com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Realizado entre agosto de 2023 e junho de 2024, o levantamento ouviu 593 pessoas com mais de 18 anos de todo o Brasil para mapear as condições de acesso à internet e as barreiras para uma inclusão digital plena. A pesquisa divide os respondentes em três faixas de renda: até um, de um a três e mais de três salários mínimos.

Preço do PC afasta brasileiros

Alto custo afasta brasileiros de PCs, notebooks e tablets (imagem: Jack B/Unsplash)

O fator financeiro é central nessa discussão. Entre os entrevistados que não possuem computador em casa – categoria que inclui desktops, notebooks e tablets –, 47,3% afirmam que o preço é alto demais. Outros 19,2% dizem não ter interesse, enquanto 9,8% apontam a falta de conhecimento sobre como usar o equipamento.

Do outro lado, 34% da população afirmam ter algum tipo de computador. Dentro desse grupo, os notebooks lideram com folga, presentes em 44% dos lares, enquanto os PCs de mesa aparecem em apenas 14% e os tablets, em 11%. Além disso, 30% dos entrevistados disseram possuir mais de um tipo de dispositivo.

A maioria dos entrevistados, em todas as faixas de renda, considera que o computador é mais adequado que o celular para atividades como acessar serviços do governo, bancos ou fazer compras online.

Essa percepção indica que a dependência do smartphone pode ser, em muitos casos, um contorno imposto pela falta de acesso ao PC ou até mesmo falta de letramento em informática. Por aqui, discutimos este tema no Tecnocast 320 – “A geração Z não sabe usar computadores?”.

Vale lembrar que a posse de computadores também é geograficamente desigual. Segundo o levantamento do TIC Domicílios 2024, o maior índice de adoção fica no Sul (43%), seguido por Sudeste (39%). Já o Nordeste tem a menor adesão (23%).

Acesso à internet é pelo celular

Franquias ruins limitam usuários que só possuem o celular para navegar na internet (imagem: Divulgação/Asus)

Com a ausência do computador, o smartphone segue consolidado como o principal, e muitas vezes único, dispositivo de acesso à internet. O levantamento mostra que, independentemente da faixa de renda, mais da metade dos entrevistados possui um aparelho celular há menos de dois anos.

Contudo, a pesquisa aponta que os planos de dados no país limitam desproporcionalmente a população de baixa renda. Entre os que ganham até um salário mínimo, 35% ficaram pelo menos um dia sem internet móvel nos 30 dias anteriores à pesquisa por causa do fim da franquia. Desses, 11,6% relataram ter ficado mais de 15 dias desconectados, índice cinco vezes maior que o registrado entre os mais ricos.

Dos entrevistados que tiveram a franquia esgotada, 63,8% deixaram de realizar transações bancárias, enquanto 56,5% não conseguiram acessar serviços do governo. Para contornar o problema, a principal estratégia adotada é buscar redes Wi-Fi, seja em casa ou em locais públicos.

Habilidades, publicidade e a satisfação geral

Brasileiros estão mais satisfeitos com a conectividade no Brasil (imagem: Firmbee.com/Unsplash)

A pesquisa também investigou a percepção dos brasileiros sobre suas próprias capacidades no mundo digital. Em uma escala de 0 a 10, a nota média de satisfação com as próprias habilidades para realizar atividades na internet foi de 8,2. O próprio relatório, contudo, sugere que esse número pode indicar uma autoconfiança excessiva.

Outro ponto de destaque é a percepção sobre a publicidade online. A maioria dos entrevistados, em todas as faixas de renda, afirma que vídeos de publicidade aparecem com alta frequência (“sempre” ou “muitas vezes”). O estudo ressalta que esse conteúdo, além de incômodo, consome parte da franquia de dados, acelerando seu esgotamento.

Por fim, a satisfação geral com a conectividade no Brasil, englobando todos os aparelhos e formas de acesso, recebeu uma nota média de 7,8.
47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo
Fonte: Tecnoblog

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Maioria esmagadora costuma usar o mesmo aparelho por, no mínimo, dois anos (imagem: reprodução/Freepik)

Resumo

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone a cada lançamento.
Maioria mantém o aparelho por dois anos ou mais e valoriza processamento e memória.
Apenas 3% priorizam IA na escolha do celular; 94% usam capa protetora.

Você vê necessidade em trocar de smartphone a cada novo lançamento? O brasileiro médio, aparentemente, não: só 7% fazem isso. Segundo uma pesquisa divulgada nesta semana, a maior parte dos entrevistados (30%) disse que faz a troca a cada três anos. Outros 27% fazem isso a cada dois anos, 19% a cada quatro anos e 16% ficam com o mesmo modelo por cinco anos ou mais.

O estudo “O brasileiro e seu smartphone” foi realizado pelo site especializado Mobile Time em parceria com a empresa de pesquisas Opinion Box. Foram ouvidas 2.039 pessoas em todo o país.

Diversos aparelhos ao longo da vida

No total, 72% dos brasileiros já tiveram quatro ou mais celulares na vida. O cenário atual pode ser um indicativo de que o celular já não é mais visto como uma novidade que exige atualização constante.

Outra prova disso é que, embora metade dos entrevistados queira comprar um novo aparelho nos próximos 12 meses, 30% dizem que simplesmente não precisam, enquanto 11,2% ainda não sabem. Apenas 10,3% afirmam que a compra não deve ocorrer por falta de dinheiro.

Enquanto isso, as fabricantes prometem mais tempo de vida útil. Além da Apple, reconhecida por esse suporte maior, outras marcas já oferecem até sete anos de updates, como Samsung e, mais recentemente, a Honor.

Brasileiro troca menos de celular, mas maioria já teve mais de quatro (imagem: reprodução/Mobile Time e Opinion Box)

O retrato do smartphone no Brasil

As classes D e E concentram a maior proporção de pessoas que trocam de smartphone anualmente (8%). No entanto, também são as mais afetadas (38%) por furtos e roubos.

94% dos entrevistados utilizam algum tipo de capa protetora.

30% estão com a tela do smartphone arranhada, trincada ou rachada. O problema é mais comum entre homens (33%) do que entre mulheres (27%).

86% compraram o smartphone atual novo. Só 6% adquiriram um aparelho usado, número menor do que aqueles que ganharam o celular por doação de uma pessoa próxima (8%).

51% compraram o celular atual pela internet, contra 44% que optaram por lojas físicas.

Smartphones são usados para tudo

App Store no iPhone (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

O estudo reforça o quanto os smartphones substituem uma série de outros objetos. A função mais usada é a de câmera fotográfica, utilizada por 81% dos entrevistados. Em seguida, aparecem ferramentas básicas, como alarme (74%), calculadora (71%) e relógio (69%).

As carteiras digitais também parecem ter tirado o cartão de crédito físico e o RG dos bolsos de boa parte dos brasileiros: metade já utiliza o telefone para pagamentos por aproximação e 47%, para carregar os documentos de identidade.

Veja as dez funções mais usadas:

FunçãoAdesãoCâmera fotográfica81%Alarme74%Calculadora71%Relógio69%Mapa66%Aparelho de som57%Calendário56%Cartão de crédito ou débito para pagamento por aproximação50%Carteira de documento de identidade47%TV (para ver filmes, séries e programas ao vivo)45%

IA ainda não é prioridade na compra

Galaxy AI: botão de gerar conteúdo no S24 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As gafes envolvendo a Apple Intelligence, por exemplo, só afetam mesmo a própria imagem da gigante de Cupertino, pois o brasileiro não liga para a integração com IA. Apesar de serem a grande aposta das fabricantes, os recursos ainda não fazem parte das prioridades do consumidor. Apenas 3% dos entrevistados citaram a inteligência artificial como o fator principal para a escolha de um novo smartphone. É um número que ainda deve mudar conforme essas ferramentas se popularizam.

Dessa forma, para 31% dos entrevistados, o que mais importa é a capacidade de processamento, seguida da memória (25%). A qualidade da câmera (16%), duração da bateria (15%) e conexão 5G (5%) fecham o top 5 de prioridades.
Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa
Fonte: Tecnoblog

Curta sua festa junina com as estações de energia portáteis da Bluetti

Curta sua festa junina com as estações de energia portáteis da Bluetti

Estação de energia portátil da Bluetti (imagem: divulgação/Bluetti)

O brasileiro espera ansioso por junho, afinal, esse é o mês das festas juninas. Mas de nada adianta se preparar para dançar quadrilha ou caprichar na roupa caipira se faltar energia na hora da festança. Quanto a isso, não se preocupe. A Bluetti tem as soluções ideais de energia para eventos.

A Bluetti é especializada em estações de energia portáteis. Os equipamentos da marca atendem aos mais variados perfis de uso, sem abrir mão da qualidade e de um aspecto tão ou mais importante: fornecimento de energia limpa.

Isso porque a Bluetti tem ampla experiência no desenvolvimento de geradores ou estações baseadas em luz solar, que oferecem vantagens como:

baixo impacto ambiental

menor geração de ruído sonoro

baixo custo de manutenção por não exigir troca de óleo ou abastecimento com combustível

são uma fonte de energia renovável

funcionam em diversos tipos de ambiente

podem ser integradas a sistemas de painéis solares já existentes

Note como geradores baseados em combustível vão na contramão desses benefícios. Eles são mais poluentes, geram mais barulho e têm custo de manutenção maior, por exemplo.

Que tal, então, conhecer algumas das soluções Bluetti que envolvem luz solar? Antes, saiba que você pode receber 5% de desconto na compra dos produtos da marca usando o cupom TECNOBLOG.

Estações de energia da Bluetti para a sua festa junina

A Bluetti trabalha com uma ampla variedade de estações de energia portáteis baseadas em luz solar. Aproveitando a época, vamos apresentar três opções para garantir a diversão na sua festa junina.

Saiba desde já que todos eles podem ser transportados com facilidade, ocupam pouco espaço, têm design elegante e sóbrio, permitem uso interno ou externo, e possibilitam gerenciamento por celular a partir do aplicativo da Bluetti.

Bluetti AC180: para festas com muita gente

A Bluetti AC180 é uma estação de energia portátil com capacidade de armazenamento de 1.152 Wh e potência de até 1.800 W, podendo chegar a 2.700 W no modo de elevação (pico).

Não termina aí. A estação de energia conta com um modo de carregamento rápido de 1.440 W que faz a carga ir de 0 a 80% em apenas 45 minutos. Também é possível fazer recarga com energia solar, neste caso, com entrada máxima de 500 W.

Essas e as demais características tornam o Bluetti AC180 perfeito para festas com muitos participantes, afinal, a estação consegue alimentar geladeiras, fritadeiras elétricas, micro-ondas, entre vários outros aparelhos.

Estação de energia portátil Bluetti AC180 (imagem: divulgação/Bluetti)

Bluetti AC70: ideal para festas não muito grandes

Para quem busca uma opção intermediária, a Bluetti AC70 é a solução. O modelo tem potência nominal de 1.000 W, conseguindo chegar a 2.000 W no modo de elevação. Além disso, a sua capacidade de armazenamento é de 768 Wh.

O modelo conta ainda com um modo de carregamento turbo de 950 W que chega a uma carga de 80% com apenas 45 minutos de tomada. Via energia solar, com entrada máxima de 500 W, a recarga completa leva apenas duas horas.

Com sete tomadas e conexões, o Bluetti AC70 é ideal para alimentar sistemas de iluminação, caixas de som e utensílios úteis para a sua festa junina, como um liquidificador ou uma pipoqueira doméstica.

Estação de energia Bluetti AC70 (imagem: divulgação/Bluetti)

Bluetti AC50B: festinhas também são divertidas

A compacta Bluetti AC50B aparece como uma solução ideal para uma festa junina com poucas pessoas. Com potência nominal de 700 W, podendo chegar a 1.000 W no pico, o modelo tem capacidade de 448 Wh.

Já o carregamento turbo inteligente do equipamento precisa de apenas 45 minutos de tomada para fazer a carga chegar a 80%. O carregamento via luz solar leva 2,7 horas para chegar a 100%.

Você pode usar o Bluetti AC50B para alimentar luminárias, cordões de LED, caixas de som de pequeno porte ou até permitir que toda a turma tenha onde carregar o celular.

Estação de energia Bluetti AC50B (imagem: divulgação/Bluetti)

Onde encontrar as estações de energia da Bluetti?

Esses e os demais equipamentos de energia da Bluetti estão disponíveis no site oficial. A marca faz envios para todo o Brasil, oferece até dez anos de garantia e disponibiliza um engajado time de atendimento para quando você precisar de suporte técnico.

Lembre-se de que, usando o cupom TECNOBLOG, você ganhará 5% de desconto na compra de qualquer equipamento Bluetti.

Mais um detalhe: a Bluetti vai aproveitar este mês de junho para fazer uma campanha com a temática de festa junina, com surpresas incríveis para quem participar dos desafios usando as hashtags #ArraiaSustentavel e #BluettiBrasil.
Curta sua festa junina com as estações de energia portáteis da Bluetti

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Fonte: Tecnoblog