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Quem foi Steve Jobs? Confira a biografia do cofundador da Apple

Quem foi Steve Jobs? Confira a biografia do cofundador da Apple

Conheça a história por trás do legado de Steve Jobs (imagem: Reprodução/Albert Watson)

Steve Jobs foi o visionário cofundador da Apple que transformou a computação pessoal e moldou os eletrônicos modernos. Além da tecnologia, ele revolucionou o cinema de animação ao liderar e expandir os estúdios da Pixar.

Entre seus maiores feitos estão a criação do PC Macintosh em 1984 e a revitalização do mercado de computadores com o iMac nos anos 1990. Ele também mudou o consumo de música com o iPod nos anos 2000 e foi responsável pelo lançamento do iPhone em 2007. 

O lendário executivo faleceu em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos, na Califórnia, em decorrência de complicações de um câncer. No entanto, seu legado permanece vivo como um dos principais ícones da inovação e do design minimalista.

A seguir, saiba mais sobre a carreira profissional de Steve Jobs e seu impacto na tecnologia moderna. Também descubra as ações que fizeram ele ser considerado um executivo visionário. 

ÍndiceQuem foi Steve Jobs?Qual era a formação de Steve Jobs?Como foi a carreira profissional de Steve JobsQuais foram os principais feitos de Steve Jobs?Quando Steve Jobs faleceu?Qual foi a causa da morte de Steve Jobs?Qual era a fortuna de Steve Jobs ao falecer?Por que Steve Jobs foi considerado um visionário?

Quem foi Steve Jobs?

Steve Jobs, nascido em 24 de fevereiro de 1955, foi um inventor e cofundador da Apple que revolucionou a computação pessoal e moldou os eletrônicos de consumo modernos. Além de ser o CEO da Apple, ele atuou como principal investidor e presidente do conselho dos estúdios de animação Pixar.

Qual era a formação de Steve Jobs?

Jobs frequentou a Reed College, em Portland, no Oregon (EUA), por apenas seis meses antes de abandonar a graduação de Artes Liberais em 1972. Ele optou por permanecer como aluno ouvinte em aulas de caligrafia e artes, moldando sua visão estética única.

Essa base humanística permitiu que ele integrasse design tipográfico e simplicidade funcional aos computadores da Apple anos depois. Jobs priorizou o aprendizado autodidata e a criatividade técnica em vez de seguir currículos acadêmicos tradicionais.

Steve Jobs na West Coast Computer Faire, em São Francisco, evento onde o computador Apple II foi apresentado em 1977 (imagem: Tom Munnecke/Getty Images)

Como foi a carreira profissional de Steve Jobs

A trajetória de Steve Jobs começou em 1976 ao fundar a empresa Apple Inc. com Steve Wozniak, lançando o importante computador Apple II em 1977. Apesar do seu papel único, conflitos internos com a diretoria levaram à sua saída forçada da própria companhia em 1985.

Fora da Apple, ele fundou a empresa de softwares NeXT Computer em 1985 e adquiriu a divisão gráfica da Lucasfilm em 1986, que se tornaria os estúdios Pixar. Essas iniciativas consolidaram sua reputação como visionário tanto na computação quanto no cinema de animação digital.

O retorno triunfal ocorreu em 1997, quando a Apple adquiriu a NeXT e Jobs reassumiu o comando como CEO. Ele reestruturou a operação e usou o sistema operacional NeXTSTEP como base para o desenvolvimento do moderno macOS.

Sob sua liderança, a marca lançou o icônico iMac em 1998 e diversificou o mercado com o iPod em 2001, integrando música e tecnologia por meio do iTunes. Essas inovações salvaram a empresa da falência, transformando-a em uma referência de design e integração entre hardware e software.

A consagração definitiva veio com o lançamento do iPhone (2007) e do iPad (2010), dispositivos que redefiniram a computação móvel e a comunicação digital. Jobs deixou o comando da Apple em 2011 por motivos de saúde, consolidando um legado de liderança incomparável.

Steve Jobs nos escritórios da Apple em 1984, um ano antes de ser forçado a sair da própria empresa (imagem: Reprodução/Norman Seeff)

Quais foram os principais feitos de Steve Jobs?

Os principais feitos de Steve Jobs auxiliaram a Apple a se tornar uma das maiores big techs do mundo, unindo design intuitivo a modelos de negócios disruptivos. Sua trajetória é marcada pela transformação de setores inteiros, da computação ao entretenimento digital:

Cofundação da Apple e o Apple II: criou a empresa ao lado de Steve Wozniak em 1976 e lançou o Apple II em 1977, o primeiro microcomputador de sucesso produzido em escala industrial para o consumidor comum;

Pioneirismo com o Macintosh original: introduziu o primeiro computador comercial bem-sucedido com interface gráfica e mouse em 1984, substituindo linhas de comando por ícones visuais acessíveis;

Revolução na animação com a Pixar: adquiriu o que viria a ser a Pixar em 1986, financiando o primeiro longa-metragem totalmente digital, Toy Story (1995), e mudando para sempre a indústria do cinema;

Recuperação estratégica da Apple: retornou à empresa que fundou em 1997 para salvá-la da falência iminente, eliminando produtos obsoletos e restaurando a rentabilidade com foco em inovação;

Revitalização com o iMac: lançou o computador “tudo em um” com design colorido e transparente em 1998, reafirmando a Apple como líder em estética e conectividade simples;

Transformação da música com o iPod e iTunes: redefiniu o consumo fonográfico ao integrar hardware portátil e uma loja virtual eficiente, reduzindo o domínio do CD físico no mercado;

Criação do iPhone e a era mobile: foi o inventor do iPhone em 2007, dispositivo que fundiu celular, navegador de internet e player de mídia, além de estabelecer o padrão para todos os smartphones modernos;

Ecossistema da App Store: em 2008, introduziu a loja de aplicativos que permitiu a desenvolvedores terceiros expandirem as funcionalidades do celular, criando uma economia digital;

Popularização dos tablets com o iPad: lançou uma categoria intermediária de dispositivos em 2010, otimizando o consumo de conteúdo e a produtividade móvel em telas grandes;

Integração entre hardware e software: implementou uma filosofia de ecossistema fechado onde o controle total sobre o design e o sistema garante uma experiência de usuário fluida.

Steve Jobs apresentando o primeiro iPhone, em 2007 (imagem: reprodução/Getty Images)

Quando Steve Jobs faleceu?

Steve Jobs morreu em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos, em Palo Alto, na Califórnia (EUA).

Qual foi a causa da morte de Steve Jobs?

A causa da morte de Jobs foi uma parada respiratória decorrente de complicações de um tumor neuroendócrino de pâncreas, uma variante rara e de crescimento lento. A doença progrediu ao longo de anos, resultando em metástase e falência múltipla de órgãos.

Segundo a biografia de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, o executivo recusou inicialmente a cirurgia recomendada em favor de terapias alternativas. Ele se arrependeu do atraso e, posteriormente, submeteu-se a um transplante de fígado e tratamentos genéticos avançados, porém sem sucesso.

Qual era a fortuna de Steve Jobs ao falecer?

Ao falecer em 2011, a fortuna de Steve Jobs era estimada em cerca de US$ 10 bilhões. Esse patrimônio provinha majoritariamente de sua participação na Disney após a venda da Pixar, além de ações remanescentes da Apple.

A herança foi transferida integralmente para sua viúva, Laurene Powell Jobs, que direcionou os recursos para projetos filantrópicos. Segundo a filosofia do casal, os filhos não receberam fatias diretas ou bilionárias desses ativos.

Steve Jobs construiu um legado único no mundo da tecnologia, inspirando diversos inventores e empresários (imagem: AB/Unsplash)

Por que Steve Jobs foi considerado um visionário?

Steve Jobs antecipou necessidades humanas antes mesmo de existirem, criando produtos que moldaram comportamentos e modelos de negócios. Ele transformou dispositivos em ferramentas intuitivas e integradas, estabelecendo o padrão de ecossistemas seguido pelas empresas de tecnologia atuais.

A obsessão pelo design e experiência do usuário elevou a estética e a simplicidade acima de especificações técnicas de hardware. Essa filosofia das empresas de Steve Jobs obrigou a indústria a tratar a beleza e a facilidade de uso como pilares no desenvolvimento de qualquer inovação.

O executivo rompeu paradigmas ao apostar na interação multitoque e em interfaces minimalistas. Ele ignorou tendências passageiras para focar em soluções disruptivas que criaram mercados e garantiram a longevidade competitiva de suas marcas.

Ao unir tecnologia e narrativa, ele revolucionou os setores de computação pessoal, telefonia móvel, música e animação digital. Seu legado como dono da Apple e da Pixar provou que a inovação radical pode redefinir permanentemente o consumo de entretenimento e eletrônicos.
Quem foi Steve Jobs? Confira a biografia do cofundador da Apple

Quem foi Steve Jobs? Confira a biografia do cofundador da Apple
Fonte: Tecnoblog

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

Tela exibida em Las Vegas não tem vinco aparente (imagem: reprodução/Samsung Display)

Resumo

A Samsung apresentou um painel OLED dobrável sem vinco visível na CES 2026, reacendendo rumores sobre o iPhone Fold.
O painel, chamado “Advanced Creaseless Display”, não tem cronograma definido para comercialização e não foi associado a um produto específico.
Rumores indicam que a Samsung Display pode fornecer telas para o iPhone Fold, mas não há confirmação oficial da Apple.

A divisão de telas da Samsung exibiu um novo painel OLED dobrável sem vinco visível, apresentado como um conceito de pesquisa. O display chamou atenção por eliminar a marca central que ainda caracteriza os celulares dobráveis atuais.

O conceito foi apresentado na feira CES 2026, realizada nos Estados Unidos. Ele deve ser aplicado nos próximos smartphones da linha Fold e Flip da sul-coreana. Embora a Samsung não tenha associado o painel a nenhum produto específico, o protótipo reacendeu especulações sobre o aguardado iPhone Fold. A característica seria um dos principais requisitos da Apple para o lançamento do aparelho.

Segundo a própria Samsung Display, o painel é um conceito sem cronograma definido para comercialização. A empresa afirmou ao The Verge que não há, até o momento, um plano fechado para levar a tecnologia ao mercado.

Galaxy Z Fold 7, à esquerda, e protótipo de tela dobrável sem vinco, à direita (imagem: reprodução/Samsung Display)

O que a Samsung mostrou?

Segundo relatos da imprensa estrangeira, a diferença visual entre o novo painel e as tecnologias atuais é nítida. Segundo o portal 9to5Mac, o formato exibido é compatível com descrições anteriores atribuídas ao suposto iPhone Fold, incluindo proporção de tela e ausência de vinco perceptível.

Exposto lado a lado com o Galaxy Z Fold 7, o protótipo — identificado como “Advanced Creaseless Display” (Tela Avançada Sem Vinco) — apresenta uma superfície uniforme, sem distorção na área da dobradiça, mesmo sob iluminação direta.

iPhone Fold ainda é especulação

A hipótese de a Samsung Display ser fornecedora das telas do dobrável da Apple ganhou força em setembro, quando o presidente Lee Cheong afirmou que a companhia se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.

Na ocasião, a Samsung não citou a Apple, mas a informação foi associada ao iPhone Fold por veículos da imprensa sul-coreana.

Não há confirmação oficial de que o display mostrado será usado pela Apple. O painel foi retirado do espaço de exposição ainda no primeiro dia da feira.

Could this be the Display of the Samsung Galaxy Z Fold 8? pic.twitter.com/I6PLcv0azV— SamMobile – Samsung news! (@SamMobiles) January 6, 2026

Outros detalhes do possível dobrável da Apple

Além da tela, outras características do iPhone Fold seguem no campo das especulações. Vazamentos anteriores indicaram que a Apple estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, acima da média atual dos dobráveis no mercado.

Esses dados, no entanto, não foram confirmados pela empresa e não aparecem em nenhum material divulgado pela gigante de Cupertino. Também não há informações oficiais sobre design final, dimensões ou funcionalidades específicas do aparelho.

De acordo com rumores recorrentes na indústria, o iPhone Fold deve ser lançado em setembro do ano que vem, junto com o iPhone 18 Pro. Até lá, a Apple mantém silêncio sobre o projeto.
iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple
Fonte: Tecnoblog

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Apple lançou o iPhone 17 em setembro de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone 18 padrão em 2027, quebrando o ciclo anual de lançamentos.
Segundo o MacRumors, a mudança visa otimizar a produção de chips de 2 nm e competir com outras marcas no primeiro semestre.
No Brasil, o efeito pode ser preços ainda mais altos para obter o iPhone “do ano”.

A Apple prepara uma mudança importante em seu calendário de lançamentos: o possível iPhone 18 base pode ser lançado somente em 2027, quebrando o ciclo anual pela primeira vez em mais de uma década. A alteração, antecipada aqui no Tecnoblog, tentaria otimizar a cadeia de suprimentos e reaquecer as vendas no início do ano seguinte.

De acordo com o MacRumors, a manobra visa resolver dois problemas críticos. Primeiro, ganhar tempo para estabilizar a fabricação dos novos chips de 2 nanômetros (o provável A20) junto à TSMC, que atualmente enfrenta gargalos no rendimento e custos elevados. Ao reservar o novo processador apenas para a linha Pro, a Apple reduz a pressão sobre a produção e garante margens de lucro maiores.

Segundo, a alteração também posiciona a empresa de forma mais agressiva na janela do primeiro semestre, conforme aponta o analista Ming-Chi Kuo, conhecido leaker da fabricante. Historicamente, esse período é dominado por lançamentos da série Galaxy S, da Samsung, e flagships de marcas chinesas como Xiaomi e Oppo. Mover o iPhone de entrada para essa data garantiria novidades nas prateleiras quase o ano todo.

Somente linha Pro em 2026?

O novo cronograma prevê que a janela tradicional de outono (setembro/outubro de 2026) será exclusiva para o segmento topo de linha da Apple. O grande destaque deve ser o inédito iPhone Fold, primeiro dobrável da marca com preço estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 11 mil em conversão direta, sem impostos).

Os rumores indicam que o novo calendário de lançamentos deve ficar assim:

Setembro de 2026: iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Fold;

Março a junho de 2027: iPhone 18 (padrão), iPhone 18e e iPhone Air de 2ª geração.

Impacto no bolso

Quem quiser o iPhone do ano terá que pagar mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Para o consumidor brasileiro, o efeito deve ser severo. O Brasil já registrou o segundo preço mais alto do mundo no lançamento do iPhone 17 (R$ 7.999 na versão base) e verá a barreira de entrada para um dispositivo “do ano” subir ainda mais.

Sem a atualização do modelo padrão no fim de 2026, e sem a desvalorização de modelos antigos, quem faz questão do aparelho de última geração da Apple terá como única opção a linha Pro, cujos preços iniciais costumam romper a barreira dos R$ 11 mil.

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 muito mais caro? Custo do novo chip A20 da Apple dispara e chega a 80%

iPhone 18 muito mais caro? Custo do novo chip A20 da Apple dispara e chega a 80%

Os usuários que desejam obter um iPhone 18 em 2026 devem preparar os bolsos. Afinal, o valor do aparelho pode sofrer um aumento, como consequência do custo maior do chip A20. Segundo revelado por um relatório recente, o componente será em torno de 80% mais caro em comparação com a geração atual, equipada ao iPhone 17.

Custo por unidade muito maior

A nova plataforma da maçã é estimada com valor de US$ 280 por unidade. Em relação ao modelo que foi implementado na produção da linha atual, o valor subiu cerca de 80%. Portanto, as inovações prometidas para o chip feito com processo de 2 nanômetros terão um custo e ele não será baixo.Possíveis motivos para o aumento

As razões que ajudam a explicar o aumento no valor dos chips incluem a alta demanda pelo processo N2P e a reserva de metade da capacidade da TSMC pela Apple. Inclusive, vale mencionar também a relação com a crise das memórias, detalhe que vem afetando diferentes áreas.Clique aqui para ler mais

iPhone 18 muito mais caro? Custo do novo chip A20 da Apple dispara e chega a 80%
Fonte: Tudocelular

Sem iPhone 18? Apple pode mudar a ordem de lançamentos de celulares neste ano

Sem iPhone 18? Apple pode mudar a ordem de lançamentos de celulares neste ano

A Apple deve fazer grandes mudanças nos seus lançamentos em 2026. De acordo com o MacRumors, este será o primeiro ano sem um novo modelo base, pois o iPhone 17 deve continuar sendo o principal por mais de 18 meses, com seu sucessor chegando ao mercado somente em 2027.Reforçando relatos recentes sobre o número limitado de chips da TSMC, diversos relatos dizem que a Apple não deve anunciar o iPhone 18 em setembro de 2026. Ao invés disso, o modelo base deve ser lançado no outono de 2027, com um evento separado dos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.Com esta mudança, é possível que a Apple tenha seis celulares disponíveis no mercado ao mesmo tempo até o final de 2026: o iPhone 16e, iPhone Air, iPhone 17, iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max e o iPhone dobrável. Observe que cada um tem um nicho específico, reduzindo a concorrência interna, o que reforça esta teoria.Clique aqui para ler mais

Sem iPhone 18? Apple pode mudar a ordem de lançamentos de celulares neste ano
Fonte: Tudocelular

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple estaria considerando estratégia de preço mais competitivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone Fold por US$ 1.999 para competir com o Galaxy Z Fold da Samsung.
Com isso, a dona do iPhone aceitaria margens de lucro menores e teria disponibilidade limitada do dobrável no lançamento.
Outros rumores sugerem que o iPhone dobrável terá bateria entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, com a própria Samsung Display fornecendo as telas.

Novos rumores indicam que a Apple estaria considerando uma estratégia de preços mais competitivos para o novo iPhone Fold. A primeira tentativa de smartphone dobrável da marca pode chegar na faixa dos US$ 1.999 (R$ 10.978, em conversão direta), contrariando previsões anteriores que situavam o dispositivo em um patamar de preço muito superior ao dos concorrentes.

Segundo o portal SamMobile, a decisão tentaria posicionar o aparelho como um rival direto da linha Galaxy Z Fold, da Samsung, dominante no segmento. Se confirmado, o preço colocaria o dobrável da Apple frente ao Galaxy Z Fold 7.

Menor margem de lucro e disponibilidade

Para viabilizar essa paridade de preços, a Apple aceitaria margens de lucro menores inicialmente e teria disponibilidade limitada no lançamento, previsto para o segundo semestre de 2026. A produção em escala total seria atingida apenas em 2027.

A possível redução no preço de etiqueta sinaliza que a Apple reconhece a maturidade dos concorrentes. A Samsung fabrica dobráveis desde 2019 e já estabeleceu uma base sólida de usuários.

Entrar no mercado com um dispositivo custando centenas de dólares a mais poderia dificultar a conversão de usuários que já estão no ecossistema de dobráveis Android ou convencer os donos de iPhone a migrarem para o novo formato.

Como deve ser o iPhone Fold?

iPhone dobrável deve ser lançado no segundo semestre de 2026 (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

Além do preço, mais detalhes técnicos do suposto iPhone Fold têm surgido nos últimos meses. Vazamentos anteriores apontam que a Apple pode ter mudado o foco do design, priorizando a autonomia em vez da espessura extrema.

Outras especulações indicam que a empresa estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh. Se esses números se concretizarem no produto final, o dobrável da Apple teria uma vantagem energética considerável sobre os rivais atuais, que costumam ficar na casa dos 4.400 mAh.

A tela também é peça fundamental do quebra-cabeça. A Samsung Display é cotada como a fornecedora provável dos painéis OLED flexíveis. Executivos da divisão de telas da sul-coreana já confirmaram publicamente que preparam a produção em massa de componentes para um “cliente norte-americano”, o que reforça a tese de que o desenvolvimento do iPhone dobrável já saiu da fase de protótipos de bancada.
Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

Até vendedores de loja da Apple admitem ouvir chiado vindo da bancada com smartphones desse modelo (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

O iPhone 17 Pro e Pro Max apresentam um chiado nos alto-falantes durante o carregamento, relatado por vários usuários em plataformas como Reddit e MacRumors.
A Apple está ciente do problema, mas ainda não ofereceu uma solução definitiva. Uma atualização de software futura pode resolver a questão.
Além do chiado, usuários relataram problemas como riscos, mudança de cor e desgaste no alumínio anodizado do iPhone 17 Pro.

Donos de iPhone 17 Pro e Pro Max relatam que seus celulares fazem um barulho parecido com um chiado durante o carregamento. Segundo os usuários, o ruído vem do alto-falante e se parece com o de um rádio velho ou walkie-talkie.

Os casos foram compartilhados em diversos lugares da internet, como o Reddit (no subreddit r/iPhone), na comunidade de suporte da Apple e nos fóruns do MacRumors. Um dos relatos traz uma conversa com o atendimento da marca, que diz que a empresa está ciente do problema e que há possibilidade de uma futura atualização de software corrigir o defeito.

O que está acontecendo com o iPhone 17 Pro?

De acordo com os relatos dos donos do modelo, o chiado aparece ao carregar o celular. As experiências são variadas, dependendo da situação. Alguns dizem que é possível ouvir o barulho ao tocar áudio e abaixar o volume; outros, que é possível ouvir mesmo sem tocar nada. Um grupo de clientes relata que há estalos e assobios ao rolar páginas do navegador ou de apps enquanto o smartphone está na tomada.

As reclamações indicam que qualquer tipo de carregador, seja oficial da Apple ou não, faz o iPhone 17 Pro chiar, mas algumas apontam que o ruído é mais baixo ao usar o MagSafe. E em alguns casos, os donos dizem que o aparelho faz barulho mesmo sem estar na tomada.

Como nota o MacRumors, o chiado é muito baixo, o que pode significar que o problema é mais disseminado do que os relatos sugerem, mas apenas pessoas muito atentas e com boa audição foram capazes de notar.

Donos já reclamaram de riscos e mudança de cor

Essa não é a primeira vez que problemas no iPhone 17 Pro irritam compradores e chamam a atenção. Logo após o lançamento, clientes notaram marcas circulares na traseira e descascados nas bordas do módulo da câmera.

O primeiro tipo de dano era fácil de explicar: trata-se de uma transferência do material dos carregadores MagSafe para os aparelhos, que pode ser removido com uma simples limpeza. Já o segundo se deve a um “desgaste natural” no alumínio anodizado, segundo a Apple, que afirma que o mesmo acontece com outros produtos da marca com esse acabamento.

Usuários passaram a reclamar de mancha “rosé” no dispositivo (imagem: reprodução/MoeScat)

Mais recentemente, os consumidores relataram que o iPhone 17 Pro laranja está desbotando, ficando com uma cor próxima de um ouro rosé. Não há uma explicação oficial, mas duas hipóteses parecem as mais prováveis: uso indevido de produtos de limpeza ou exposição à luz solar.

Com informações do MacRumors
iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes
Fonte: Tecnoblog

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil

No início da semana, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) formou maioria para flexibilizar as regras de compra no ecossistema da Apple no Brasil, mas a mudança não elimina totalmente a cobrança de taxas. Mesmo com maior liberdade para desenvolvedores, a empresa ainda poderá aplicar comissões sobre aplicativos e conteúdos oferecidos para iPhone fora da App Store.

A decisão, tomada nesta terça-feira pelo Tribunal do Cade, encerra anos de discussão envolvendo a atuação da Apple no mercado brasileiro. O acordo firmado com a gigante de Cupertino estabelece novos critérios de cobrança, cujos detalhes vieram a público a partir de informações obtidas pelo Tecnoblog.Segundo o novo modelo de negócios aprovado para a App Store no Brasil, compras realizadas totalmente fora do ambiente controlado pela Apple continuarão sujeitas a uma alíquota mínima de 5%. A regra vale mesmo quando o pagamento ocorre em sites externos ou por meio de lojas alternativas, o que mantém uma fonte de receita para a empresa mesmo fora da App Store.Clique aqui para ler mais

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil
Fonte: Tudocelular

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Brasileiros poderão fazer downloads sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple fechou acordo com o Cade para permitir compras fora da App Store no Brasil, com implementação em até 105 dias.
O acordo permite que desenvolvedores promovam ofertas externas e usem meios alternativos de pagamento, além de abrir lojas alternativas.
A investigação começou em 2022 por denúncia do Grupo Mercado Livre sobre práticas anticoncorrenciais da Apple.

Os donos de iPhone no Brasil poderão fazer compras de aplicativos e serviços digitais fora da App Store, que é controlada pela Apple. A empresa fechou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que investigava o assunto. Na prática, isso significa que haverá mais flexibilidade para os consumidores, num revés para a gigante de Cupertino.

Nesta terça-feira (23), o Tribunal do Cade formou maioria para aprovar o Termo de Compromisso de Cessação proposto pela empresa no processo que apura práticas anticoncorrenciais no ecossistema do iOS. O acordo terá duração de três anos e a Apple terá até 105 dias para implementar as mudanças.

Com este movimento, o Brasil se junta à União Europeia, Holanda, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Nestas localidades, regras recentes trouxeram mais flexibilidade para que usuários de iPhone obtenham apps e serviços digitais sem passar pelo “jardim murado” da Apple. A empresa era criticada por, na prática, impor uma taxa de todo o ecossistema.

Processo no Cade

O processo apurou a prática de proibição da distribuição de bens e serviços digitais de terceiros em aplicativos da App Store e a imposição obrigatória do sistema de processamento de pagamentos da Apple para transações dentro de aplicativos. A investigação também avalia cláusulas anti-direcionamento, que impediam desenvolvedores de informar usuários sobre formas alternativas de pagamento.

Pelo acordo, a Apple deverá permitir que desenvolvedores promovam ofertas externas e direcionem usuários para realizar transações fora do aplicativo. O termo desvincula o serviço de processamento de pagamentos da Apple, permitindo que desenvolvedores ofereçam outras formas de compra dentro do aplicativo. Meios alternativos de pagamento e ofertas externas devem ser expostos lado a lado com a solução de pagamento in-app da Apple.

Lojas alternativas

Compras no iPhone poderão ser feitas sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa também deverá permitir a abertura de lojas alternativas para distribuição de aplicativos. Eventuais avisos aos clientes feitos pela Apple terão escopo limitado, deverão adotar redação neutra e objetiva, e não poderão criar medidas de controle que dificultem a experiência do usuário.

O acordo estabelece a estrutura das taxas a serem cobradas pela Apple, alinhada com os compromissos assumidos, para garantir que os efeitos pró-competitivos sejam percebidos por desenvolvedores e usuários. Segundo o conselheiro Victor Fernandes, a proposta brasileira insere-se em cenário de iniciativas internacionais voltadas à abertura do ecossistema móvel da Apple.

Investigação a pedido do Mercado Livre

A investigação teve início em dezembro de 2022, a partir de denúncia do Mercado Livre, que apontou possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. Em novembro de 2024, o Cade determinou instauração de processo administrativo e adoção de medida preventiva. A Apple protocolou requerimento de abertura de negociação em julho de 2025.

Com a assinatura do acordo, a Apple concordou com o encerramento do litígio judicial em que buscava declaração de nulidade da medida preventiva imposta pelo Cade. Em caso de descumprimento total das obrigações, a empresa pode pagar multa de até R$ 150 milhões, com retomada da investigação e da medida preventiva. O processo administrativo será suspenso até o cumprimento das obrigações.
Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store
Fonte: Tecnoblog

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Apple vai recorrer da decisão (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Autoridade Italiana para Concorrência multou a Apple em 98,6 milhões de euros por considerar o App Tracking Transparency (ATT) prejudicial a desenvolvedores e anunciantes.
O ATT, lançado com o iOS 14.5 em 2021, exige consentimento explícito dos usuários para rastreamento, o que, segundo as autoridades, obriga um pedido duplo de consentimento, prejudicando o modelo de negócios baseado em anúncios.
A decisão italiana segue investigações similares na Alemanha, Polônia e França, com especulações de que a Apple pode descontinuar o ATT na União Europeia.

A Autoridade Italiana para Concorrência impôs uma multa de 98,6 milhões de euros (cerca de R$ 650 milhões, em conversão direta) por julgar que o App Tracking Transparency (ATT) permite que a empresa abuse de sua posição de mercado.

O órgão considerou que a funcionalidade, presente nos produtos da marca desde 2021, é prejudicial a desenvolvedores de aplicativos, a anunciantes e a plataformas de intermediação de publicidade, além de beneficiar a própria Apple direta e indiretamente. A companhia avisou que vai recorrer da decisão.

O que é o ATT?

Antes de entrar no julgamento em si, vale relembrar o que é o App Tracking Transparency (ou Transparência do Rastreamento de Apps, na versão em português do sistema).

Lançado com o iOS 14.5, em 2021, o ATT obriga que apps obtenham consentimento explícito do usuário para rastrear sua navegação e acessar o identificador de publicidade do dispositivo. Esses dados são usados por plataformas e anunciantes para segmentar o público e direcionar propagandas de modo mais preciso.

ATT está presente desde o iOS 14.5 (foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

A Apple alega que essa exigência serve para proteger a privacidade dos usuários. Outras empresas, porém, passaram a se queixar. A opositora mais veemente foi a Meta (então ainda chamada Facebook), que disse que a mudança colocava em risco metade de seu faturamento com anúncios exibidos fora das redes sociais. No Brasil, inclusive, a Meta acusou a Apple de fazer “privacy washing”.

Qual o problema com o ATT, de acordo com as autoridades italianas?

No comunicado publicado sobre a multa, a Autoridade Italiana para Concorrência diz que o principal problema é obrigar os desenvolvedores a pedir autorização dos usuários duas vezes.

Como a solicitação exigida pela Apple não atende aos requisitos legais da União Europeia, os responsáveis pelos apps precisam fazer um segundo pedido aos usuários.

“Esse pedido duplo de consentimento é nocivo a desenvolvedores, cujo modelo de negócio se baseia na venda de espaço para anúncios, bem como a anunciantes e plataformas de intermediação de publicidade”, escreve a entidade.

A autoridade avalia ainda que as exigências são desproporcionais à proteção de dados pessoais conferida pelo ATT. “A Apple poderia ter alcançado o mesmo nível de privacidade para seus usuários por meios que impusessem menos restrições à concorrência”, argumenta.

Por fim, o órgão também afirma que as regras são capazes de gerar benefícios financeiros à Apple, de duas formas. Uma delas é direta: os desenvolvedores passam a ganhar menos com publicidade e precisam recorrer a outras formas, como vendas dentro do app, que pagam comissões à empresa. A outra é indireta: prejudicando plataformas de anúncios, a Apple torna seu próprio serviço do tipo mais competitivo.

A Itália não é o primeiro país europeu a repreender a Apple pelo ATT. Alemanha e Polônia investigam o caso, e a França também impôs uma multa na casa das centenas de milhões de euros. Por isso, especula-se que a Apple pode parar de oferecer a funcionalidade na União Europeia.

Com informações do MacRumors

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo
Fonte: Tecnoblog