Category: Apple

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

iPhone Air 256 GB
R$ 6.479,10

R$ 10.499,0038% OFF

Prós

Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
Boa performance com o chip A19 Pro
iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
Smartphone leve, com apenas 165 g

Contras

Sem slot para cartão SIM
Bateria de 3.149 mAh
Somente uma câmera traseira

PIX
Cupom

R$ 400 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA

R$ 6.479,10  Mercado Livre

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O iPhone Air de 256 GB fica por R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Apple segue com o menor preço divulgado pelo Achados desde março de 2026, com um desconto de 38% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor dourado-claro.

iPhone Air tem corpo fino, chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mesmo com apenas 5,64 mm de espessura, o iPhone Air entrega a mesma performance de ponta dos demais modelos da linha 2025 da Apple. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM sustentam apps e games pesados em multitarefa. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS possui um sensor de 1/1.56″ que capta cenas com grande quantidade de detalhes, já a frontal Center Stage de 18 MP permite tirar ótimas selfies no modo Paisagem mesmo mantendo o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece preto profundo e cores vibrantes, além de alta fluidez na transição de imagens e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e outros acidentes.

Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sobre conectividade, este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Já sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a fabricante.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre) roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional. Seu corpo de titânio é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Apple Glasses devem ter lançamento adiado por problemas; veja a nova data

Apple Glasses devem ter lançamento adiado por problemas; veja a nova data

Embora relatos digam que Tim Cook pretendia lançar os Apple Glasses antes de deixar o cargo de CEO, infelizmente, isto não acontecerá. É o que aponta o boletim Power On do jornalista e analista Mark Gurman na Bloomberg. Segundo ele, os óculos foram adiados para 2027 por problemas no desenvolvimento.Gurman diz que fontes internas da Apple revelaram que os óculos somente serão lançado no final de 2027, depois do lançamento do iPhone de aniversário de 20 anos e meses após o iPhone 20 Pro, pois a Apple deve pular o iPhone 19 para não confundir os usuários depois do lançamento do iPhone 20.Dentre os motivos para o adiamento estão problemas internos e início tardio do desenvolvimento. O fato da Apple usar um design próprio ao invés de colaborar com uma grife estabelecida como a Ray-Ban também pode ter dificultado as coisas.Clique aqui para ler mais

Apple Glasses devem ter lançamento adiado por problemas; veja a nova data
Fonte: Tudocelular

Apple explica motivos do watchOS 27 aposentar tantos modelos de Apple Watch

Apple explica motivos do watchOS 27 aposentar tantos modelos de Apple Watch

Em entrevista recente, a Apple finalmente explicou o motivo que levou a companhia a aposentar de uma vez 5 modelos de Apple Watch com a chegada do watchOS 27 — a situação gerou revolta especialmente por abandonar modelos premium um tanto recentes, como o Watch Ultra 1. A razão não é exatamente uma surpresa, e está relacionada com a estreia da Siri AI repaginada.Com a liberação da lista de dispositivos suportados pouco depois do anúncio, os usuários descobriram que ficaram de fora da grande atualização o Apple Watch Series 6, Series 7, Series 8, SE 2 e o Ultra original — originalmente, o Series 9 também estava na lista, mas foi esclarecido que se tratava de um erro.

Em entrevista ao TechRadar, a gerente de marketing de produtos da Apple, Cait Dooley, citou a estreia da Siri AI alimentada pelo Gemini como um dos principais fatores para essa decisão brusca, e explicou que a prioridade da empresa é garantir fluidez, o que esbarra nas limitações técnicas dos chips antigos.Clique aqui para ler mais

Apple explica motivos do watchOS 27 aposentar tantos modelos de Apple Watch
Fonte: Tudocelular

Pluribus: criador revela o andamento da 2ª temporada de série aclamada do Apple TV

Pluribus: criador revela o andamento da 2ª temporada de série aclamada do Apple TV

Os espectadores que acompanharam a temporada de estreia de Pluribus no Apple TV precisarão exercitar a paciência. Durante o Apple TV Press Day, o criador da série, Vince Gilligan, trouxe atualizações sobre o desenvolvimento do segundo ano do projeto e deixou claro que não pretende acelerar o processo criativo em nome do calendário imediato das plataformas de streaming.

Conhecido pelo perfeccionismo técnico em Breaking Bad e Better Call Saul, Gilligan comparou o ritmo de sua atual produção com The Pitt, drama médico que se tornou um dos grandes sucessos recentes da indústria. O showrunner foi categórico ao afirmar que Pluribus não seguirá o modelo tradicional de lançamentos anuais.De acordo com Gilligan, a sala de roteiristas cruzou recentemente a metade do caminho no desenvolvimento dos novos episódios. Embora o esqueleto da temporada esteja definido, o processo inicial de escrita foi classificado por ele como uma etapa complexa e desafiadora.Clique aqui para ler mais

Pluribus: criador revela o andamento da 2ª temporada de série aclamada do Apple TV
Fonte: Tudocelular

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel

Donald Trump confirma aliança histórica entre as gigantes da tecnologia (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

A Apple e a Intel firmaram um acordo para produzir semicondutores nos Estados Unidos. A informação foi revelada pelo presidente americano, Donald Trump, na rede social Truth Social. A aliança marca uma mudança para a dona do iPhone, que busca diversificar a cadeia de suprimentos para fugir dos gargalos na Ásia, enquanto a Intel ganha impulso para o negócio de fundição de chips.

O anúncio oficial confirma as suspeitas que circulavam nos bastidores de que executivos da Intel e da Apple já vinham costurando o acordo em negociações confidenciais. Trump não detalhou quais componentes serão fabricados pela Intel, mas garantiu que o movimento faz parte de uma estratégia do governo para fortalecer a produção local.

Por que a Intel virou alternativa para a Apple?

Atualmente, a Apple depende quase exclusivamente da TSMC para fabricar os chips presentes em iPhones, iPads e Macs. O grande problema é que a companhia asiática, considerada a maior do mundo no setor, opera no limite da capacidade.

Essa sobrecarga tem um motivo: a explosão da inteligência artificial. A demanda desenfreada por chips voltados para IA por gigantes como a Nvidia enfileirou pedidos na TSMC. Diante desse cenário, a Apple encontrou nas fábricas da Intel a oportunidade para diversificar fornecedores e blindar sua linha de produção contra eventuais crises de abastecimento.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Para entender o tamanho dessa reviravolta, vale olhar para o passado. A Intel forneceu os processadores dos Macs por cerca de 15 anos. Essa parceria de longa data chegou ao fim em 2020, quando a Apple decidiu trilhar o próprio caminho com os chips da série M (conhecidos como Apple Silicon). A dinâmica agora é diferente: a Apple não voltará a usar ou comprar processadores da Intel; em vez disso, utilizará as instalações da parceira para os seus próprios projetos.

A confirmação do contrato garante uma vitória comercial para a Intel. O mercado financeiro reagiu com entusiasmo, com as ações da Intel disparando 7% logo após o anúncio. Os papéis da Apple subiram de forma mais tímida, com alta de 0,8%.

Influência do governo no setor de tecnologia

Por trás desse novo cenário existe uma estratégia geopolítica. O governo dos Estados Unidos é, hoje, o maior acionista individual da Intel, detendo uma participação de 10%. Devido à valorização recente, essa fatia já ultrapassa a marca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 257 bilhões em conversão direta).

A Casa Branca vem intensificando esforços para repatriar a produção de semicondutores e garantir o acesso a minerais críticos para reduzir a dependência tecnológica em relação aos países asiáticos e isolar a influência da China na cadeia global de suprimentos.

Essa intervenção afetou até a liderança da Intel nos últimos meses. No ano passado, pressões vindas da própria presidência culminaram na renúncia do então CEO Lip-Bu Tan. A justificativa do governo era de que o executivo mantinha laços comerciais com o mercado chinês.
Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel
Fonte: Tecnoblog

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Tela de login no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

a partir de 1º de setembro de 2026, Spotify só permitirá login por e-mail cadastrado ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook;
a autenticação via nome de usuário não será mais permitida como medida para aumentar a segurança e simplificar a recuperação da conta;
usuários que fazem login via nome de usuário já estão sendo avisados por e-mail sobre a mudança.

Se você usa o Spotify, precisa ficar atento: a partir de 1º de setembro de 2026, somente será possível fazer login no serviço usando o endereço de e-mail cadastrado em seu perfil ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook. A autenticação via nome de usuário (username) não será mais permitida.

Nada muda para quem já faz login por e-mail (meu caso) ou pelos métodos alternativos, obviamente. Mas, para quem realiza o procedimento via nome de usuário, o Spotify está enviando um e-mail avisando sobre a mudança. Na mensagem, o usuário tem a opção de alterar o endereço caso prefira fazer login com um e-mail diferente do cadastrado em sua conta.

A mudança é global e, à medida que usuários vão sendo avisados sobre ela, queixas começam a surgir. No fórum do Spotify, por exemplo, este usuário publicou a seguinte mensagem:

Tenho vários endereços de e-mail diferentes, mas apenas uma conta ativa do Spotify, que uso há anos. Entendo que a opção de login com e-mail seja importante para contas mais recentes do Spotify que não têm nome de usuário, mas por favor, mantenham a opção de login com nome de usuário, mesmo que os nomes de usuário tenham sido descontinuados!

Tenho muito medo de não conseguir acessar a minha conta porque vou esquecer qual e-mail usei. E também é muito mais demorado digitar, para quem tem nome de usuário.

Relatos a respeito da mudança também já surgem em plataformas como o Reddit, de onde a imagem a seguir foi obtida:

E-mail do Spotify avisando sobre a mudança no login (imagem: GegoByte/Reddit)

Por que o Spotify vai acabar com o login via nome de usuário?

A companhia não deu detalhes sobre a decisão, apenas informou que esta é uma medida de segurança:

No Spotify, nosso compromisso em oferecer uma experiência perfeita se estende a todos os aspectos da nossa plataforma, incluindo o processo de login.

Padronizar os métodos de login para e-mails aumenta a segurança e simplifica a recuperação da conta.

Note, porém, que o nome de usuário ainda poderá ser mantido por quem tem um perfil público no Spotify. Somente a autenticação por esse método é que deixará de funcionar.

Alguns usuários também fazem autenticação via número de telefone. Pelo menos por ora, essa opção também será mantida.
Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão
Fonte: Tecnoblog

De qual você é fã? Apple Music revela os 20 artistas mais ouvidos do streaming

De qual você é fã? Apple Music revela os 20 artistas mais ouvidos do streaming

As retrospectivas dos aplicativos de música sempre despertam a curiosidade dos usuários, mas hoje a conta Chart Data publicou uma lista diferenciada, onde ela mostra quais os 20 artistas mais ouvidos desde o lançamento do Apple Music. O serviço estreou em 30 de junho de 2015, então a lista serve como uma celebração de 10 anos.Para oficializar os dados, o perfil oficial do Apple Music republicou a lista no X e até comentou a publicação com emojis de coração e troféu, indicando a vitória dos artistas citados.

Como mostrado abaixo, o ranking dos artistas mais escutados no streaming desde 2015 começa com Drake em primeiro lugar, Taylor Swift em segundo, Future em terceiro, seguido pelo rapper Youngboy Never Broke Again e o vencedor do Grammy Bad Bunny.Clique aqui para ler mais

De qual você é fã? Apple Music revela os 20 artistas mais ouvidos do streaming
Fonte: Tudocelular

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)

Resumo

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.

Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.

Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.

Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.

Crise de memória RAM chega à Apple

Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.

O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron. 

O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.

Alta nos preços deve afetar iPhone 18

Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos
Fonte: Tecnoblog

Dell XPS 13 mostra fôlego para brigar com MacBook Neo, mas preço fora dos EUA desanima

Dell XPS 13 mostra fôlego para brigar com MacBook Neo, mas preço fora dos EUA desanima

Pensado especificamente para brigar com o MacBook Neo, o novo Dell XPS 13 2026 teve as vendas iniciadas nesta semana. Em testes iniciais, a máquina mostrou que realmente tem chance de combater o rival baratinho da Apple, mas enfrenta agora um obstáculo considerável: o preço fora dos EUA, que o torna uma escolha menos atraente em regiões como a Europa.Em território norte-americano, o laptop da Dell tem custo inicial entre US$ 599 (~R$ 3.105) e US$ 699 (~R$ 3.625), a depender da aplicação de desconto para estudantes, e bate de frente com o MacBook Neo, que oferece o mesmo preço nas versões de 256 GB e 512 GB de armazenamento, respectivamente.

Quando foi anunciado, o dispositivo foi diretamente comparado com o concorrente da Maçã, e já havia impressionado por oferecer uma construção de qualidade similar, além de ter algumas vantagens notáveis como portas USB de maior velocidade e tela com cores superiores e taxa de atualização de 120 Hz.Clique aqui para ler mais

Dell XPS 13 mostra fôlego para brigar com MacBook Neo, mas preço fora dos EUA desanima
Fonte: Tudocelular

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.

A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.

Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.

As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.

Pedidos de mais memória já eram monitorados

A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.

Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)

Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.

Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.

Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027

Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço
Fonte: Tecnoblog