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O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

O que é MagSafe (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

MagSafe é uma tecnologia criada pela Apple para que carregadores sejam conectados a um iPhone, Mac ou estojo de AirPods via imãs. O Magsafe também pode fixar acessórios como capas, carteiras e baterias externas ao iPhone.

O Tecnoblog mostra, a seguir, como o MagSafe funciona, as suas diferentes versões, quais dispositivos suportam a tecnologia, e como ela pode substituir até os conectores proprietários da Apple.

ÍndiceO que é a tecnologia MagSafe?Como funciona o cabo MagSafe nos Macs?Quais são as versões de conectores MagSafe para Macs?MagSafe 1 (2006)MagSafe 2 (2012)MagSafe 3 (2021)Como funciona a recarga MagSafe nos iPhones e AirPods?Quais iPhones são compatíveis com MagSafe?Posso usar carregador por indução sem MagSafe no iPhone?Posso carregar Apple Watch com MagSafe?Qual é a diferença entre MagSafe e carregador wireless?Qual é a diferença entre MagSafe e padrão Qi?Qual é a diferença entre carregador MagSafe e Lightning?

O que é a tecnologia MagSafe?

O MagSafe é uma tecnologia da Apple que utiliza propriedades magnéticas para conectar cabos e carregadores a seus dispositivos. A companhia registrou o nome MagSafe como uma marca para destacar a tecnologia em seus produtos.

A primeira versão do MagSafe surgiu em 2006 para conectar cabos de alimentação ao então novo MacBook Pro. Versões mais finas do conector foram apresentadas em 2012 e 2021. Em 2020, a tecnologia chegou ao iPhone para permitir fixação de acessórios ao aparelho.

Como funciona o cabo MagSafe nos Macs?

A Apple introduziu o MagSafe em 2006 como um conector da fonte de alimentação que se encaixa magneticamente ao Macbook Pro lançado no mesmo ano. O conector é composto por cinco pinos para fornecimento de energia, cujas tensões variam de 14,5 V a 20 V, de acordo com a potência fornecida pela fonte.

Cabo MagSafe 3 em um MacBook (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O principal benefício da conexão com imãs em relação a padrões como o conector USB-C é que o MagSafe se desprende quando puxado com um pouco de força, o que previne a queda do equipamento caso alguém tropece no cabo ou o puxe acidentalmente. O conector MagSafe possibilita ainda encaixe de qualquer lado.

Os conectores MagSafe 2 (2012) e MagSafe 3 (2021) são menores em relação à primeira versão, mas mantêm o formato achatado, a configuração de cinco pinos e a conexão magnética que permite encaixe em qualquer orientação.

Quais são as versões de conectores MagSafe para Macs?

A Apple desenvolveu três versões do MagSafe para a linha MacBook. Todas consistem em um conector magnético para alimentação elétrica, mas há diferenças nas dimensões físicas e no formato do componente.

Conectores MagSafe 1, 2 e 3 (imagem: reprodução/ByteCable)

MagSafe 1 (2006)

O MagSafe 1 estreou com o MacBook Pro de 2006. O conector original tinha formato retangular e base em forma de ‘T’, mas a Apple também lançou um conector com desenho em ‘L’ para deixar o cabo alinhado à lateral do MacBook. Em ambos os casos, pode-se encaixar o conector em qualquer orientação.

Os conectores contam ainda com LEDs que ficam em cor alaranjada quando uma recarga está em andamento e verde quando a bateria fica totalmente carregada.

A Apple implementou o MagSafe 1 nas unidades do MacBook Pro lançadas entre 2006 e meados de 2012. A tecnologia foi usada ainda na linha MacBook entre 2006 e 2011, e na linha MacBook Air entre 2008 e 2011. Monitores Apple LED Cinema Display (2008 a 2010) e Thunderbolt Display (2011 a 2016) também foram compatíveis.

MagSafe 1 (imagens originais: Dan Lurie/Flickr)

MagSafe 2 (2012)

O MagSafe 2 é um conector magnético com formato mais fino e largo em relação ao padrão original. A mudança, introduzida em 2012, permitiu a implementação da tecnologia em MacBooks com espessura diminuída. A versão mantém os LEDs para indicar recarga completa de bateria (verde) e em andamento (alaranjado).

O MagSafe 2 é encontrado na linha MacBook Pro com tela Retina lançada entre 2012 e 2015, e nos modelos MacBook Air de 2012 a 2017. Em todos eles, a base do conector tem forma de ‘T’, não existindo mais a opção em formato de ‘L’.

Carregador MagSafe 2 (imagem: reprodução/Apple)

MagSafe 3 (2021)

O MagSafe 3 surgiu em 2021, junto à linha MacBook Pro com processadores Apple Silicon. O plugue magnético é ligeiramente mais fino e mais largo que o seu antecessor, e tem laterais mais arredondadas. O LED de status continua assumindo cor verde para bateria completa e alaranjado para recarga em andamento.

Nesta versão, o cabo pode ser desencaixado do carregador, permitindo troca. Uma ponta tem conector MagSafe 3, a outra, conector USB-C. MacBooks Air e Pro lançados desde 2021 são compatíveis com a versão.

Carregador com cabo MagSafe 3 do MacBook Pro M1 Max (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como funciona a recarga MagSafe nos iPhones e AirPods?

A Apple introduziu o MagSafe na linha iPhone 12, em 2020. A tecnologia é implementada por meio de componentes sobrepostos e com formato de anel posicionados internamente na traseira do aparelho. Esses componentes incluem imãs que permitem a fixação de acessórios como carteiras e capinhas ao iPhone.

Pode-se ainda usar o MagSafe para recarregar o iPhone via indução magnética, inclusive via padrão Qi em taxas de até 15 W. Neste caso, a base de recarga fica posicionada com precisão ao celular devido ao alinhamento magnético. Por causa disso, o MagSafe fará parte da tecnologia Qi2, versão com mais desempenho.

Em 2021, a Apple introduziu a tecnologia MagSafe nos estojos (cases) dos AirPods de terceira geração e AirPods Pro para permitir recarga sem fio. Com isso, basta encaixar o estojo sobre a base para o procedimento começar. Os imãs no interior do estojo fazem a posição de fixação ser precisa.

Recarga sem fio via MagSafe no iPhone (imagem: reprodução/Apple)

Quais iPhones são compatíveis com MagSafe?

Todos os iPhones a partir da série 12 são compatíveis com o MagSafe. A lista de modelos com suporte à tecnologia magnética da Apple inclui:

iPhone 12

iPhone 12 Mini

iPhone 12 Pro

iPhone 12 Pro Max

iPhone 13

iPhone 13 Mini

iPhone 13 Pro

iPhone 13 Pro Max

iPhone 14

iPhone 14 Plus

iPhone 14 Pro

iPhone 14 Pro Max

iPhone 15

iPhone 15 Plus

iPhone 15 Pro

iPhone 15 Pro Max

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Posso usar carregador por indução sem MagSafe no iPhone?

Os iPhones com MagSafe podem ser alimentados com carregadores por indução que não suportam a tecnologia, mas esses modelos tendem a funcionar com potência e corrente inferiores. Se o acessório não tiver certificação MFi, ele não poderá oferecer mais do que 7,5 W, enquanto carregadores com MagSafe chegam a 15 W.

Posso carregar Apple Watch com MagSafe?

Não. O Apple Watch não suporta o padrão MagSafe. Pode-se carregar o relógio com o MagSafe Duo Charger, acessório que tem uma base de recarga MagSafe para iPhone e uma base para o Apple Watch que funciona via indução, mas com uma tecnologia específica para a linha.

Os modelos Apple Watch não funcionam sequer com carregadores baseados no padrão Qi, o que obriga os usuários a buscarem acessórios exclusivos para o relógio.

Apple MagSafe Duo (imagem: divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre MagSafe e carregador wireless?

O MagSafe é um padrão que usa propriedades magnéticas para permitir que conectores de alimentação elétrica sejam conectados a MacBooks, e que acessórios seja fixados ao iPhone 12 ou superior. Já um carregador wireless transmite energia a dispositivos como celulares com carregamento sem fio.

Qual é a diferença entre MagSafe e padrão Qi?

O MagSafe é uma tecnologia que usa imãs para alimentação elétrica em MacBooks e conexão de acessórios a iPhones. Já o padrão Qi é uma especificação aberta que permite que carregadores sem fio transmitam energia a dispositivos compatíveis, como o próprio iPhone.

Qual é a diferença entre carregador MagSafe e Lightning?

Um carregador MagSafe tem uma base que se fixa à traseira do iPhone 12 ou superior para fazer carregamento por indução magnética. Um carregador Lightning faz a recarga do iPhone por meio de um cabo com conector Lightning em uma ponta e USB na outra.

O carregador MagSafe tem a vantagem de ser mais prático, pois requer apenas que o iPhone seja posicionado sobre ele para a recarga começar. Já o cabo Lightning é capaz de conectar o iPhone a carregadores rápidos, o que permite que a bateria fique totalmente recarregada em menor tempo em relação ao MagSafe.
O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones
Fonte: Tecnoblog

Apple Brasil libera função que transforma iPhone em maquininha de pagamento

Apple Brasil libera função que transforma iPhone em maquininha de pagamento

O iPhone pode se tornar mais uma ferramenta para que lojistas e empreendedores recebam pagamentos pelos produtos comercializados e serviços prestados. A Apple anunciou nesta terça-feira (19) a chegada da função Tap to Pay ao Brasil. Basta encostar o smartphone, Apple Watch ou cartão de crédito ao iPhone para que a transação seja validada.

Tap to Pay requer funciona por NFC (Imagem: Divulgação/Apple)

A Apple explicou que inicialmente a função será ofertada pela empresa de soluções de pagamento CloudWalk, por meio da marca InfinitePay. Ele deve chegar “em breve” a Nubank, Stone, SumUp e Granito.

O Tap to Pay funciona via NFC. O contactless permite a comunicação entre o método de pagamento e o iPhone – que, neste caso, se transforma num terminal para recebimento de valores.

Além do próprio Apple Wallet e de outras carteiras digitais, o Tap to Pay também é compatível com cartões de crédito e de débito das bandeiras American Express, Mastercard e Visa.

Tap to Pay da Apple aceita pagamento com cartão de crédito (Imagem: Divulgação/Apple)

Requer iPhone XS

De acordo com a Apple, os lojistas e demais empreendedores interessados no Tap to Pay vão precisar de um iPhone XS ou posterior. Também será necessário que a fornecedora de soluções de pagamento ofereça essa possibilidade. A partir daí, seria possível substituir as maquininhas de pagamento por um smartphone da Apple.

“Estamos empolgados em habilitar essa tecnologia no Brasil para nossos usuários da plataforma InfinitePay. Nosso objetivo é democratizar o acesso aos serviços de pagamento mais inovadores do mundo e fornecer aos comerciantes a capacidade de aceitar pagamentos rapidamente, e a integração do Tap to Pay no iPhone é um passo significativo nessa direção”, disse o fundador e CEO da CloudWalk, Luis Silva, em nota distribuída à imprensa.

Desde 2022 no Android

Os comerciantes podem baixar o aplicativo InfinitePay na App Store e se inscrever para começar a aceitar pagamentos sem contato em questão de minutos. Não foram revelados detalhes sobre taxas e condições de adesão.

A CloudWalk explicou que oferece tecnologia similar ao Tap to Pay em smartphones com sistema Android desde 2022.
Apple Brasil libera função que transforma iPhone em maquininha de pagamento

Apple Brasil libera função que transforma iPhone em maquininha de pagamento
Fonte: Tecnoblog

iPhones e Macs são atualizados para corrigir falha usada por spyware Pegasus

iPhones e Macs são atualizados para corrigir falha usada por spyware Pegasus

A Apple liberou nesta quinta-feira (7) atualizações emergenciais de segurança para iPhones, iPads, Macs e Apple Watches. Os updates visam consertar duas vulnerabilidades que permitiam a instalação do spyware Pegasus. Os erros foram corrigidos no macOS Ventura 13.5.2, iOS 16.6.1, iPadOS 16.6.1 e watchOS 9.6.2.

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Entre os modelos afetados, estão:

iPhone 8 e mais recentes

iPad Pro (todos os modelos)

iPad Air (3ª geração e mais recentes)

iPad (5ª geração e mais recentes)

iPad Mini (5ª geração e mais recentes)

Macs que rodam o macOS Ventura

Apple Watch Series 4 e mais recentes

Falha permitia instalação do spyware Pegasus

As duas brechas de segurança foram chamadas “Blastpass” por pesquisadores do Citizen Lab da Universidade de Toronto (Canadá). As falhas foram identificadas com os códigos CVE-2023-41064 e CVE-2023-41061.

Com elas, um atacante era capaz de instalar um malware ao carregar uma imagem ou um anexo em apps como Safari, Mensagens ou WhatsApp, além de outros aplicativos de terceiros ou da própria Apple.

Esse tipo de vulnerabilidade é chamado “zero-click”, já que pode ser explorado sem necessidade de uma ação do usuário.

Segundo o Citizen Lab, o Blastpass estava sendo usado para instalar o spyware Pegasus, criado e vendido pela empresa israelense de tecnologia NSO Group. O Pegasus é uma ferramenta que rouba informações e ações das vítimas. Ele funciona no Android e no iOS.

O Pegasus é usado, na maioria das vezes, com fins de espionagem política. Indivíduos que estão expostos a esse tipo de risco podem usar o Modo de Bloqueio (ou Lockdown Mode, em inglês) da Apple.

O Modo de Bloqueio desativa vários tipos de vetores de ataques, como anexos, previews de links, algumas tecnologias de páginas da web, convites para eventos e ligações do FaceTime, entre outros. A Apple adverte que pouquíssimas pessoas precisam do recurso, e ele só deve ser usado em casos extremos.

Apple corrigiu 13 falhas zero-day em 2023 até agora

Com as duas vulnerabilidades corrigidas na quinta-feira, a Apple chegou a 13 brechas de segurança do tipo zero-day consertadas em 2023.

Além das atualizações regulares, a Apple conta desde maio de 2023 com o Rapid Secure Response, uma forma mais rápida de corrigir problemas de segurança de seus produtos. O recurso permite fazer o conserto sem precisar de um update completo.

Brechas zero-day são aquelas descobertas por empresas ou pesquisadores quando já estão sendo usadas para ataques. O nome se deve ao fato de que os desenvolvedores têm “zero dia” para consertá-las.

Com informações: Ars Technica, Bleeping Computer, Citizen Lab
iPhones e Macs são atualizados para corrigir falha usada por spyware Pegasus

iPhones e Macs são atualizados para corrigir falha usada por spyware Pegasus
Fonte: Tecnoblog

Apple Pay agora aceita cartões do Bradesco com a bandeira Mastercard

Apple Pay agora aceita cartões do Bradesco com a bandeira Mastercard

Clientes Bradesco agora podem adicionar seus cartões Mastercard ao Apple Pay e usá-los para pagar com iPhone e Apple Watch. A bandeira se junta a Visa, Elo e American Express entre os produtos do banco aceitos pela carteira digital. O suporte vale para os cartões de crédito, débito e múltiplos.

Fachada do banco Bradesco em São Paulo (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

A página do Bradesco dedicada ao Apple Pay já mostra o procedimento para se cadastrar na carteira. Além disso, a imagem usada no site já exibe cartões com a bandeira Mastercard no iPhone e no Apple Watch.

Como adicionar seu cartão Bradesco Mastercard ao Apple Pay

O processo pode ser feito pelo app Bradesco Cartões (que é independente do aplicativo principal do Bradesco) ou pelo próprio app Carteira do iPhone.

No app Bradesco Cartões:

Selecione seu cartão Mastercard.

No menu “Outros”, toque em “Apple Pay” e, depois, em “Adicionar à carteira da Apple”.

No app Carteira:

Abra o app e toque no botão “+”, que fica no canto superior direito da tela.

Escaneie o cartão ou insira manualmente os dados.

Valide o cadastro no app Bradesco Cartões ou pelo telefone 0800 738 2729.

Imagem do site do Bradesco já mostra cartão Mastercard no Apple Pay (Imagem: Reprodução/Bradesco)

Mastercard demorou e cartões Bradescard ainda não são aceitos

A Mastercard foi a última das bandeiras usadas pelo Bradesco a receber suporte à carteira digital da Apple, depois de muitas promessas e expectativa.

Visa e Elo foram as primeiras, em 2018 e 2019, respectivamente. Já a American Express chegou ao Apple Pay em novembro de 2022.

Por outro lado, no Samsung Pay e no Google Pay, o Bradesco segue liberando apenas os cartões Visa e Elo.

Outra limitação é aos cartões Bradescard, emitidos em parceria com lojas, como Casas Bahia, Sodimac e, mais recentemente, Amazon. Eles ainda não têm suporte a nenhuma carteira digital.

Entre as outras empresas do Bradesco, o Next é compatível com Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. Já o Digio é aceito apenas pelas carteiras de Apple e Google. Tanto Next quanto Digio emitem cartões apenas com a bandeira Visa.

Com informações: MacMagazine
Apple Pay agora aceita cartões do Bradesco com a bandeira Mastercard

Apple Pay agora aceita cartões do Bradesco com a bandeira Mastercard
Fonte: Tecnoblog

Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

Em setembro, o Apple Watch Series 9 será apresentado pela empresa, provavelmente trazendo apenas melhorias incrementais ao modelo de 2022. As maiores mudanças devem estar reservadas para 2024 ou 2025: a Apple prepara o Apple Watch X, que pode representar a maior mudança da linha de smartwatches da marca desde seu início, em 2014.

Apple Watch Series 8 (Imagem: Reprodução / Apple)

As informações são do jornalista Mark Gurman, que faz uma cobertura especializada da Apple na Bloomberg. Segundo ele, os designers que estão trabalhando no Apple Watch X preparam um dispositivo mais fino, com novos encaixes para pulseiras.

Este último ponto pode parecer besteira, mas não é. Quem trabalha no na empresa diz que o encaixe das pulseiras toma um espaço considerável, que poderia ser usado para aumentar a bateria ou outros componentes.

Por isso, um encaixe magnético de pulseiras pode estar a caminho — e talvez não fique pronto nem para o Apple Watch X, mas para um modelo futuro.

Outra mudança é nas telas: a tecnologia de microLED pode substituir a OLED atual, com melhorias em cores e qualidade de imagem. O monitoramento da pressão sanguínea é mais uma novidade que vem sendo preparada.

O uso do X para marcar dez anos de lançamento ou dez edições não é novo na Apple. Em 2017, o iPhone X foi apresentado junto ao iPhone 8, trazendo mudanças que se mantém até hoje, como bordas mínimas e o Face ID.

Ciclo de lançamento do Apple Watch pode ser mais longo

A ideia de fazer um grande update na décima versão do smartwatch contrasta com o ciclo de atualizações dos últimos anos.

O Apple Watch Series 8 teve como principal diferença o sensor de temperatura corporal.

Antes disso, o Watch Series 7 trouxe uma tela maior, enquanto o Series 6 acrescentou um chip mais rápido e um sensor de saturação de oxigênio. Já o design mudou pouco desde o Watch Series 4.

São diferenças pequenas, que dificilmente convencem quem comprou o modelo do ano passado a trocar. Por outro lado, o modelo Ultra inaugurou um novo segmento, com recursos voltados para esportes de aventura — e o dobro do preço do modelo padrão.

A Apple vem lançando um Watch por ano desde a estreia da linha, em 2014. Internamente, a empresa discute se faz sentido continuar com esse ritmo.

Como lembra Gurman, o iPad também era assim, mas passou a adotar um calendário de novos modelos mais espaçado, como 18 meses ou mais entre lançamentos.

Com informações: Bloomberg
Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design
Fonte: Tecnoblog

Apple pensa em lançar AirPods com entrada USB-C

Apple pensa em lançar AirPods com entrada USB-C

Falta pouco para a Apple lançar AirPods com porta USB-C em vez da Lighting, que hoje em dia ainda é motivo de dor de cabeça para muita gente. O jornalista Mark Gurman publicou a informação numa newsletter da Bloomberg, ressaltando que a novidade pode chegar logo após o iPhone 15. Previsto para setembro, deve ser o primeiro celular da maçã com porta USB-C.

AirPods Pro de 1ª geração (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Caso a informação se confirme, a Apple estaria se antecipando a exigências regulatórias da União Europeia. Até mesmo os mais fiéis clientes da empresa teriam mais facilidade no dia a dia, pois bastaria um carregador (o plugue de tomada) para reabastecer o smartphone, o tablet e o smartwatch.

Somente na versão Pro

Há um porém nessa história. Ainda de acordo com Gurman, o USB-C chegaria primeiro ao AirPods Pro, que está na segunda geração. Trata-se do fone de ouvido mais caro e sofisticado da companhia. Hoje em dia ele sai por R$ 2.599 no site oficial, com 10% de desconto para pagamento à vista.

USB-C tornou-se o padrão universal para recarga de gadgets, com a notável exceção do universo da Apple (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os demais AirPods receberiam o USB-C somente em “futuras gerações”. A linha completa de áudio da Apple atualmente conta com AirPods de 2ª geração, AirPods de 3ª geração e AirPods Max. Os recursos variam entre os produtos, como áudio espacial, resistência à água e estojo de recarga com tecnologia de MagSafe.

Mais saúde

Outro ponto importante levantado por Gurman tem a ver com saúde. A próxima geração de AirPods teria uma espécie de teste auditivo em que o fone de ouvido reproduziria diversos sons para avaliar a audição da pessoa.

Não é de hoje que surgem rumores sobre um termômetro integrado ao aparelho. Seria possível medir a temperatura do canal auditivo. Será? A ideia seria popular o recurso tal qual o Apple Watch ajudou a fazer com o eletrocardiograma.

Apple Watch faz eletrocargiograma (Imagem: Divulgação/Apple)

AirPods: um negócio gigante

Os pequenos fones de ouvido brancos podem parecer um item singelo, mas na realidade representam um grande negócio para a Apple. A empresa entregou 28,4 milhões de unidades no quarto trimestre de 2022, de acordo com a Canalys. A Samsung aparece em segundo lugar (6 milhões) e a Xiaomi em terceiro (3,5 milhões).

Importante ressaltar que o levantamento inclui apenas produtos TWS. Além disso, os números da Apple levam a Beats em consideração e os da Samsung também consideram outros produtos Harman.

Com informações de Mark Gurman (Bloomberg) e AndroidAuthority
Apple pensa em lançar AirPods com entrada USB-C

Apple pensa em lançar AirPods com entrada USB-C
Fonte: Tecnoblog

Apple Watch não terá mostradores de terceiros tão cedo

Apple Watch não terá mostradores de terceiros tão cedo

A Apple apresentou na última WWDC o watchOS 10, nova atualização do sistema operacional do Apple Watch. Apesar dos novos recursos e foco em widgets, a plataforma continua com uma limitação: o usuário pode escolher apenas mostradores criados pela própria empresa. Os executivos da companhia explicam que há um motivo para isso.

Mostrador do Snoopy, uma das novidades do watchOS 10, foi feito pela própria Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

Em uma entrevista ao jornal suíço Tages-Anzeiger, Kevin Lynch, vice-presidente de tecnologia, e Deidre Cladbeck, diretora de marketing, comentaram o watchOS 10.

Lynch explica que o controle da Apple sobre os mostradores é para que os usuários “não precisem se preocupar se o mostrador vai continuar funcionando a cada grande atualização do watchOS”.

Mostradores de desenvolvedores independentes poderiam parar de funcionar, por exemplo. “Nós cuidamos disso”, completa o vice-presidente.

Para os executivos, a falta de mostradores de terceiros não é um problema. Eles consideram que as complicações já dão flexibilidade suficiente para os usuários customizarem os mostradores.

Complicação é o nome dado a uma função extra de um relógio, seja ele mecânico ou digital. No Apple Watch, é possível adicionar complicações aos mostradores. Elas adicionam recursos de apps nativos e de terceiros, como compromissos, previsão do tempo, nível de atividade física e mais.

Widgets e mudança em botão foram ideia de usuários

A entrevista também traz algumas informações de bastidores sobre o desenvolvimento do watchOS 10. Lynch e Caldbeck dizem acompanhar os comentários que chegam por e-mail ou por formulários dos testes das versões beta.

A decisão de mudar a função do botão do Apple Watch, por exemplo, partiu do feedback dos usuários. O botão deixará de abrir os apps recentes para mostrar a central de controle.

Os widgets do sistema também vieram das opiniões dos clientes. Segundo os executivos, as pessoas queriam mais informações, e que elas estivessem acessíveis de forma fácil e rápida.

Será que os usuários do Apple Watch não estão pedindo mostradores de terceiros? Fica a pergunta.

Com informações: 9to5Mac, MacRumors
Apple Watch não terá mostradores de terceiros tão cedo

Apple Watch não terá mostradores de terceiros tão cedo
Fonte: Tecnoblog

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

A Apple preparou uma baita atualização no watchOS 10 — ao contrário do que ela fez com o Apple Watch nos últimos anos — para apresentar no WWDC 2023. O watchOS 10 ganhou vários recursos e widgets. Já a tvOS 17 teve menos atenção, mas suporte para FaceTime já é uma ótima atualização.

watchOS 10 tem widgets de sobre — e apps de terceiros devem lançar suas próprias versões (Imagem: Divulgação/Apple)

O jovem Apple Watch Ultra, lançado em setembro de 2022, ganhou um belo upgrade, deixando o relógio mais competitivo contra seus rivais — como smartwatches da Garmin e outras fabricantes focadas em esportes extremos.

ÍndiceVocê quer widgets no watchOS 10? Então toma!Apple Watches compatíveis com o watchOS 10tvOS 17 traz FaceTime para a TV usando um iPhone ou iPad

Você quer widgets no watchOS 10? Então toma!

Para aproveitar a tela no seu pulso, a Apple dará mais foco nos widgets (no macOS, ipadOS e iOS também) e eles serão facilmente acessados pelo smartwatch. De calendário até monitoramento de atividades físicas, girando a coroa digital do relógio, você poderá visualizar informações dos seus apps de modo mais rápido.

Apesar de ser um update bom para todos os Apple Watches, a atenção especial para widgets será ainda mais aproveitada na tela maior da versão Ultra, relógio inteligente “ultra premium” da empresa. E por falar em aproveitamento de tela, os apps nativos mostraram mais informações quando abertos, usando “tudo que for possível” no display.

Girar a coroa no watchOS 10 rola a lista de widgets para cima ou para baixo (Imagem: Divulgação/Apple)

Outro fator positivo para um sistema operacional pensado em widgets é a atratividade para as desenvolvedoras. Algumas grandes empresas, como o Facebook e Uber, encerraram seus apps para o watchOS. A falta de suporte para acessar de modo prático os aplicativos é uma “bandeira vermelha” para as empresas — não compensa investir em um SO que não gera acessos.

Para quem (assim como eu) é fã dos quadrinhos Peanuts, a nova watch face com o Snoopy e Woodstock é uma bela novidade. Os icônicos personagens de Charles M. Schulz interagem com os ponteiros do relógio, reagem ao clima e à atividade física do usuário. Está chovendo? O Woodstock reclama. Foi correr? O Snoopy vai pegar um frisbee.

watchOS 10 ganha watch face do Snoopy e Woodstock (Imagem: Divulgação/Apple)

Sobre as atividades físicas, a Apple aprimorou os apps de ciclismo de trilha. O primeiro ganhou melhorias nas medições e conexão com acessórios bluetooth para bicicletas, como velocímetros. Nas trilhas e caminhadas, o Apple Watch mostrará pontos de interesse de acordo com a topografia do terreno — melhor ainda para o Ultra.

O watchOS 10 também conta com recursos para monitoramento de saúde mental, horas diárias em que o usuário passou ao ar livre, lembrete de remédio se o consumidor não marcar que o tomou em até 30 minutos

Apple Watches compatíveis com o watchOS 10

O watchOS 10 será compatível com os smartwatches Apple Watch 4 e superiores, incluindo o Apple Watch SE de última geração. Para configurar o dispositivo, será necessário um iPhone XS, iPhone XR ou superior com iOS 17 — seguimos sem um Apple Watch para Androids. O watchOS 10 será lançado depois de setembro.

tvOS 17 traz FaceTime para a TV usando um iPhone ou iPad

tvOS 17 terá suporte para FaceTime (Imagem: Divulgação/Apple)

A grande novidade do tvOS 17 é o suporte para FaceTime. Com o novo sistema operacional, previsto para chegar em setembro, o usuário pode usar a câmera do iPhone ou iPad para realizar uma videochamada no FaceTime.

Além disso, o tvOS 17 permite que uma videochamada em andamento seja transferida do iPhone/iPad para a televisão — de maneira contínua, sem cortes. Com a compatibilidade do SharePlay, até mesmo as “watch parties” com videochamada podem rolar na tvOS17.
WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime
Fonte: Tecnoblog

Apple registra possíveis nomes para o sistema operacional de seu headset VR

Apple registra possíveis nomes para o sistema operacional de seu headset VR

O aguardado headset de realidade virtual da Apple pode ser oficializado nos primeiros dias de junho durante o evento WWDC 2023. Além dos rumores ao redor do gadget, uma questão que surgiu é sobre o nome do sistema operacional do aparelho. A maçã aumentou ainda mais os burburinhos ao registrar cinco nomenclaturas relacionadas a isso, aumentando as chances de vermos o produto nas próximas semanas.

Realidade virtual (Imagem: Unsplash / Hammer & Tusk)

Até segunda ordem, o headset de realidade virtual da Apple deverá ser nomeado de Reality Pro e será anunciado no início de junho. Para esquentar ainda mais as conversas, a companhia realizou o registro de cinco nomes diferentes para o sistema operacional do dispositivo. São eles:

xrOS;

realityOS;

realOS;

realityproOS;

xrProOS.

Segundo o Bloomberg, a palavra escolhido pela empresa é a xrOS, que seria mais próximo dos já conhecidos macOS, iOS e iPadOS. A Apple registrou esse título em janeiro através de uma empresa fantasma (shell company). Porém, como ela fez o registro de outros nomes posteriormente, ainda não dá para apostar todas as fichas.

Também vale apontar a palavra “pro” em duas das cinco nomenclaturas. Pensando no histórico da maçã, não seria surpreendente se ela lançasse uma versão mais robusta do headset de realidade virtual. Algo que ela faz com iPhone, iPad, MacBook e, até mesmo, o Apple Watch.

Por fim, além de ter registrado os cinco títulos, o único que recebeu uma wordmark (marca comercial com texto estilizado representando a empresa ou produto) é o xrOS. Ou seja, ele é o que estaria mais próximo de uma definição. Especialistas sugerem que ele significa “eXtended Reality”. Vamos ter que esperar o WWDC23 para termos certeza.

Tim Cook durante a WWDC22 no Apple Park (Imagem: Divulgação / Apple)

Headset VR poderá ter bateria externa e chip M2

Já faz um bom tempo que os entusiastas e profissionais esperam pelo anúncio oficial do projeto de realidade virtual da maçã. Os rumores não param, sempre com algum jornalista apontando alguma possível novidade ainda não confirmada.

Uma das mais recentes é que o headset VR da Apple teria uma bateria externa do tamanho de um iPhone. De acordo com Mark Gurman do Bloomberg, o dispositivo terá dois conectores um USB-C para transferência de dados e um magnético para a bateria.

Além disso, espera-se que o aparelho gaste bastante energia, já que ele poderá ser lançado com duas telas com resolução 4K e o processador M2. Este chip é o que move outros gadgets da marca, como o MacBook Air e o iPad Pro.

Você está empolgado para o headset de realidade virtual da Apple? Qual o preço que acredita que o produto terá?

Com informações: 9to5Mac.
Apple registra possíveis nomes para o sistema operacional de seu headset VR

Apple registra possíveis nomes para o sistema operacional de seu headset VR
Fonte: Tecnoblog

Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

O desenvolvedor e editor do MacStories, Federico Viticci, anunciou que está lançando um atalho avançado para integrar o ChatGPT aos sistemas operacionais do iPhone, iPad, Apple Watch e Mac. Chamado de “S-GPT”, a novidade promete conectar a inteligência artificial da OpenAI com recursos nativos dos gadgets da Apple. Isso permitirá que o usuário converse com o chatbot sem precisar abrir a página da plataforma em um navegador.

O S-GPT (Imagem: Divulgação / Federico Viticci)

Segundo a página do S-GPT, o atalho serve para que o usuário faça perguntas para o ChatGPT a partir de uma caixa na tela do dispositivo. As respostas aparecem em um alerta no aparelho, como em uma notificação. Por enquanto, ele só aceitará textos, mas não há limite para o tamanho da questão.

Para se distanciar de outros produtos similares, o desenvolvedor destacou os diferenciais da novidade:

O S-GPT usa a nova API de bate-papo lançada pela OpenAI, que é mais econômica do que a API de conclusão de texto anterior e pode produzir resultados de alta qualidade. Mais importante ainda, o S-GPT suporta o modo de conversação: à medida que você conversa com o ChatGPT e faz perguntas de acompanhamento na mesma “sessão”, o S-GPT mantém o contexto de suas perguntas anteriores e a série de respostas do assistente. Na verdade, você pode parar o atalho a qualquer momento e exportar um log completo de uma conversa inteira como uma única transcrição.

Em outras palavras, Federico Viticci queria oferecer algo mais do que “perguntas simples ou pedidos de poemas”. Ele criou uma ferramenta para ser integrada às funcionalidades nativas dos produtos da Apple.

Uma conversa completa salva em arquivo de texto (Imagem: Divulgação / Federico Viticci)

S-GPT exige conta na OpenAI

O S-GPT (abreviação de Shortcuts-GPT) é “gratuito para qualquer usuário”, conforme afirmação do desenvolvedor. No entanto, é necessário ter uma inscrição na OpenAI com associação a um plano de pagamento “pay-as-you-go”, que é um sistema em que você paga por um serviço antes de usá-lo e você não pode usar mais do que você pagou.

Essa necessidade se deve ao fato de que o atalho aproveita a API de desenvolvedor da criadora da inteligência artificial, que tem um custo. Ele pode se conectar ao modelo 3.5 do ChatGPT e, caso o usuário tenha acesso à versão 4.0, também conseguirá usá-lo.

Alguns dos exemplos do que a novidade consegue fazer é responder a um comando para criar uma playlist com artistas específicos. Dessa forma, ele acessa o chatbot, que repassa a lista de faixas musicais e pede para você nomeá-la. Quando você abrir o aplicativo do Apple Music ou similar, as músicas ordenadas estarão te esperando.

Com isso, talvez a Siri precisará se preocupar em perder seu posto.

Com informações: TechRadar.
Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

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Fonte: Tecnoblog