Category: Apple Watch

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil, incluindo a Claro e a Vivo, confirmaram ao Tecnoblog que planejam oferecer o recurso iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones.
A funcionalidade é restrita a prestadoras dos EUA e da Alemanha, mas as operadoras brasileiras estão preparando as providências técnicas para oferecer o recurso aos consumidores quando estiver disponível.
O iPhone Handoff permite que dois iPhones sejam sincronizados, recebendo chamadas e mensagens SMS e correios de voz em ambos os dispositivos, sendo possível graças ao uso de eSIM.

As maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil confirmaram ao Tecnoblog que vão oferecer o novo recurso que permite usar o mesmo número em dois iPhones. A novidade foi apresentada pela Apple nesta semana, junto com o iPhone 18 Pro, o inédito iPhone Duo e outros dispositivos com a marca da maçã.

Por enquanto, a ferramenta é restrita a prestadoras dos Estados Unidos e da Alemanha, mas já está no radar das companhias brasileiras. Os representantes da Claro me disseram que, assim que estiver liberada para outros países, vão tomar as providências técnicas para que ela seja ofertada aos consumidores.

Tela de configurações do iPhone Handoff (imagem: pdfu/MacRumors)

Já a Vivo nos contou que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. Cabe lembrar que, do ponto de vista técnico, a funcionalidade do iPhone Handoff só é possível para os adeptos de eSIM, sem possibilidade de implementação para clientes com chip físico.

A ideia é simples, mas interessante: os dois iPhones ficam sincronizados e tocam ao mesmo tempo. Aquele que o usuário optar por usar automaticamente recebe a chamada. Hoje em dia, isso não é possível entre telefones, mas já existem implementações similares combinando, por exemplo, o iPhone e o Apple Watch.

Além das chamadas, a tecnologia da Apple também consegue replicar mensagens SMS e correios de voz entre os dois dispositivos – basta ser abastado o suficiente para ter dois iPhone.

Em nota ao Tecnoblog, a TIM declarou que também vai desenvolver a função “nos próximos meses”, sem decretar um prazo.

O iPhone Handoff chega aos usuários americanos na próxima semana, como parte das novidades do iOS 27.

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones
Fonte: Tecnoblog

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

John Ternus, novo CEO da Apple, tem 25 anos de carreira dentro da empresa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

John Ternus assume a posição de CEO após 25 anos de empresa.
Tim Cook se despediu com uma carta aos funcionários da empresa.
Cook deixa um legado de valorização da companhia, assim como aumento da receita anual.

Tim Cook não é mais CEO da Apple. O executivo deixa a posição que ocupou por mais de 15 anos para dar lugar a John Ternus nesta terça-feira (1º/09). Em sua despedida, Cook enviou uma carta para os funcionários da Maçã destacando a importância de todos para seu sucesso à frente da empresa. Agora, o ex-CEO assume outra função na Apple: a de presidente executivo do conselho de administração.

John Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware da Apple. Ao longo desse período, consolidou-se como um dos principais nomes no desenvolvimento de novos dispositivos.

Ao comunicar a mudança no comando em abril, a Apple destacou a participação direta de Ternus no lançamento de produtos como iPad e AirPods, além das muitas gerações de iPhone, Mac e Apple Watch.

Cook se despediu em carta para os funcionários

Tim Cook agradeceu aos funcionários pelos anos à frente da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tim Cook esteve à frente da Maçã durante um período bastante próspero para a empresa. Sob seu comando, a Apple viu seu valor de mercado saltar de US$ 350 bilhões (R$ 1,8 trilhões) para US$ 4 trilhões (R$ 20,7 trilhões).

Seguindo o legado de Jobs, o ex-CEO conduziu mudanças importantes em produtos que já se destacavam no mercado. O iPhone, por exemplo, passou por mudanças importantes de design a partir de 2017. Da mesma forma, os MacBooks ganharam destaque no desempenho com os chips proprietários Apple Silicon, em 2020.

Na despedida, Tim Cook enviou uma carta aos funcionários. Ele apontou que “nunca esteve com um time tão extraordinário” em toda sua vida e agradeceu as demonstrações de carinho que tem recebido. Segundo Cook, a Apple foi capaz de “deixar uma marca no universo” durante o período, como dizia Steve Jobs.

Sua saída já era especulada desde 2025, com Ternus aparecendo como principal candidato para a sucessão.

Quem é John Ternus, novo CEO da Apple

John Ternus substituiu Tim Cook no comando da Apple (imagem: divulgação/Apple)

Desde 2021, John Ternus ocupava a cadeira de vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Na posição, ele se destacou na introdução do MacBook Neo, lançado este ano, assim como em mudanças apresentadas na geração atual do iPhone 17 como design e autonomia de bateria.

Ternus também teve papel de liderança nas melhorias dos AirPods atuais, que funcionam tanto como fones de ouvido quanto como aparelhos auditivos com certificação do FDA, órgão análogo à Anatel nos Estados Unidos.

Agora, ele tem como primeiro grande passo a apresentação da nova geração do iPhone, que acontece no próximo dia 9 de setembro. Entre as novidades aguardadas estão o primeiro celular dobrável da Apple e iPhone 18 Pro, assim como possíveis AirPods com câmera embutida.

No primeiro semestre de 2027, a Maçã pode apresentar um iPhone comemorativo de 20 anos. O executivo assume em meio à atual crise de memórias RAM, que já afetou o preço de alguns produtos da marca e deve encarecer os próximos celulares.
Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple
Fonte: Tecnoblog

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)

Resumo

O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.

Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.

O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.

De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.

Mudança radical no design?

O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.

iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.

Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.

Unidades do display estariam em produção

Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.

Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.
iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção
Fonte: Tecnoblog

Apple lança serviço de assinatura para iPhones, Macs e iPads

Apple lança serviço de assinatura para iPhones, Macs e iPads

Apple oficializou o serviço de assinatura de hardware (imagem: divulgação)

Resumo

Apple lançou o Apple Upgrade, um serviço de assinatura para iPhones, Macs, iPads e Apple Watches nos Estados Unidos.
Os planos de assinatura variam de 12 a 36 meses, com mensalidades a partir de US$ 11,99 (cerca de R$ 61).
Ao final do contrato, os clientes poderão escolher comprar efetivamente o aparelho.

A Apple lançou nesta terça-feira (28/07) o Apple Upgrade, um programa de assinatura para iPhones, Macs, iPads e Apple Watches. O serviço funciona por meio de contratos de leasing oferecidos pela empresa Klarna e está disponível apenas nos Estados Unidos nesse primeiro momento. 

Na prática, é um serviço de assinatura, mas o leasing tem particularidades que o aproximam de um financiamento. Os clientes podem escolher planos de 12 ou 24 meses para iPhones e Apple Watches, e de 24 ou 36 meses para Macs e iPads.

Ao fim do período contratado, o cliente pode optar por comprar o produto, fazendo um pagamento único, ou devolvê-lo e encerrar o contrato. A Apple também permitirá adicionar planos do AppleCare durante o período de uso. As mensalidades começam nos seguintes valores:

iPhones – US$ 17,99 (cerca de R$ 92, em conversão direta)

Macs – US$ 24,99 (R$ 128)

iPads – US$ 11,99 (R$ 61)

Apple Watches – US$ 11,99 (R$ 61)

Assinatura encerra dois programas da Apple

Com o lançamento do serviço de assinatura, a Apple está encerrando dois programas nos EUA: o iPhone Upgrade Program e o iPhone Payments. Clientes que já participavam dessas modalidades poderão migrar para o Apple Upgrade.

No entanto, o valor mensal pode ser reduzido caso o cliente entregue um aparelho usado. A contratação poderá ser feita tanto pela Apple Store online quanto nas lojas físicas da empresa. A Apple afirma que a Klarna fará uma análise de crédito para liberar ou não a assinatura, conforme as regras vigentes no país, e o cliente poderá retirar ou receber o dispositivo em casa.

Exclusivo nos EUA

Por enquanto, o Apple Upgrade está disponível apenas nos EUA. A empresa não informou quando o programa chegará a outros mercados nem se haverá adaptações para países onde o leasing de eletrônicos possui regras diferentes, como o Brasil.
Apple lança serviço de assinatura para iPhones, Macs e iPads

Apple lança serviço de assinatura para iPhones, Macs e iPads
Fonte: Tecnoblog

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

Apple liberou as vendas do AirPods Pro 3 no Brasil (imagem: divulgação)

Resumo

Apple lançou no Brasil os AirPods Pro 3 por R$ 2.699 e os Apple Watch Series 11, Ultra 3 e SE 3, com preços entre R$ 3.299 e R$ 10.499.
Os AirPods Pro 3 trazem tradução ao vivo em cinco idiomas, com suporte a mais quatro até o fim do ano.
O Apple Watch Series 11 monitora pressão arterial, o SE 3 traz funções antes restritas aos modelos premium e o Ultra 3 oferece conectividade via satélite.

A Apple começou a vender oficialmente no Brasil, nesta sexta-feira (10/10), os AirPods Pro 3 e as três novas linhas de Apple Watch: Series 11, Ultra 3 e SE 3. Os fones de ouvido chegam por R$ 2.699, enquanto os relógios têm preços que variam entre R$ 3.299 e R$ 10.499, a depender do modelo.

Entre as principais novidades, estão recursos voltados à saúde e à inteligência artificial. Os dispositivos foram apresentados pela empresa no começo de setembro, durante o evento de lançamento da linha iPhone 17.

O que o AirPods Pro 3 tem de novo?

AirPods Pro agora tem recurso de tradução em tempo real (imagem: reprodução)

A terceira geração dos AirPods Pro introduz um dos recursos mais esperados: a tradução ao vivo de conversas. A função permite que o usuário entenda e fale com pessoas de outros idiomas sem precisar olhar para o celular.

Há duas formas de usar o sistema: com o iPhone em modo horizontal, exibindo as falas traduzidas na tela, ou com ambos os interlocutores usando os fones, para ouvir a tradução diretamente nos ouvidos.

AirPods Pro 3 tem design mais confortável (imagem: divulgação)

A tradução está disponível, por enquanto, em português, inglês, francês, alemão e espanhol, com promessa de suporte a japonês, coreano, chinês e italiano até o fim do ano.

Segundo a empresa, basta pressionar a haste dos fones para ativar o modo de tradução — o aparelho emite um som confirmando o início da função. A novidade é impulsionada pela Apple Intelligence, o novo sistema de inteligência artificial da marca.

E o que há nos novos Apple Watch?

Apple renovou linha de relógios inteligentes (imagem: divulgação)

O Apple Watch Series 11 estreia com um novo recurso de saúde: o monitoramento de pressão arterial, capaz de emitir alertas quando identificar sinais de hipertensão. A Apple destaca, porém, que a função depende da aprovação de órgãos reguladores em cada país para ser ativada.

O modelo mantém sensores de batimentos cardíacos e oxigenação do sangue, mas traz melhorias de desempenho e integração mais fluida com o ecossistema da marca.

Apple Watch Ultra 3 tem foco em esportes de aventura (imagem: divulgação)

O Apple Watch SE 3 herda funções antes restritas aos modelos premium, como tela sempre ligada, detecção de apneia do sono, carregamento rápido, alto-falantes e suporte a gestos.

Já o Apple Watch Ultra 3, voltado a esportes e aventuras, tem tela ligeiramente maior e corpo com dimensões semelhantes às gerações anteriores. O modelo conta ainda com 5G e conectividade via satélite aprimorada, permitindo o envio de mensagens mesmo sem sinal de celular.

No Brasil, os preços começam em R$ 3.299 (SE 3), R$ 5.499 (Series 11) e R$ 10.499 (Ultra 3). Os produtos podem ser adquiridos no site oficial da Apple.
AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços
Fonte: Tecnoblog

O que é o watchOS? Saiba como o sistema de relógios da Apple se integra com o iPhone

O que é o watchOS? Saiba como o sistema de relógios da Apple se integra com o iPhone

O watchOS é o sistema operacional exclusivo do Apple Watch (imagem: Vitor Pádua/tecnoblog)

O watchOS é o sistema operacional da Apple projetado especificamente para o Apple Watch. Ele tem uma interface otimizada para as telas pequenas do relógio inteligente, com acesso rápido a notificações, aplicativos e funcionalidades de saúde e bem-estar.

A história do watchOS começou em 2014, quando o sistema operacional foi anunciado com o primeiro Apple Watch. Desde então, a plataforma recebe atualizações anuais, introduzindo novos recursos, melhorando o desempenho e renovando a interface para aprimorar a experiência do usuário.

A integração do watchOS com o iPhone é outro elemento fundamental, permitindo a sincronização de dados e tornando o relógio uma extensão do smartphone. Isso melhora a experiência do usuário, com acesso rápido a informações e notificações diretamente no pulso.

Descubra mais detalhes sobre o watchOS, sua história, principais recursos e seus concorrentes.

ÍndiceO que é watchOS?O que significa watchOS?Quais dispositivos utilizam o watchOS?Como funciona a integração entre watchOS e iPhonePreciso de um iPhone para usar o Apple Watch?Como saber qual iPhone é compatível com meu Apple WatchQual é a história do watchOS?Quais são os principais recursos do watchOS?Quais são as vantagens do watchOS?Quais são as desvantagens do watchOS?Quem são os concorrentes do watchOS?Qual é a diferença entre watchOS e Wear OS?Qual é a diferença entre watchOS e HarmonyOS?

O que é watchOS?

O WatchOS é o sistema operacional da Apple projetado exclusivamente para o Apple Watch, oferecendo uma experiência integrada ao ecossistema Apple. Ele gerencia as funções do relógio inteligente, como o monitoramento de saúde, notificações, chamadas, acesso a aplicativos e personalização de interface.

O que significa watchOS?

WatchOS é a abreviação de “watch Operating System”, ou “Sistema operacional de relógio” em português.

Widgets do watchOS 10 (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Quais dispositivos utilizam o watchOS?

O watchOS é um sistema operacional exclusivo da Apple, projetado especialmente para os relógios inteligentes Apple Watch. Ele está disponível em todos os modelos do dispositivo, desde o lançamento inicial em 2015 até as gerações mais recentes.

Como funciona a integração entre watchOS e iPhone

A integração entre o watchOS e o iPhone ocorre principalmente via Bluetooth, para proximidade, e Wi-Fi, quando o celular está fora de alcance. Essa conexão permite a sincronização contínua de dados, notificações e apps, garantindo uma experiência unificada.

Modelos de Apple Watch com cellular expandem essa independência. Graças ao eSIM, eles podem acessar redes móveis diretamente, recebendo chamadas, mensagens e dados mesmo sem iPhone por perto e oferecendo mais liberdade aos usuários.

Algumas funções do watchOS dependem da conectividades com um iPhone (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preciso de um iPhone para usar o Apple Watch?

Sim, um iPhone é essencial para a configuração inicial e para o uso pleno de um Apple Watch. Mesmo modelos com conectividade cellular, que possuem menos dependência do celular, devem ser pareados com o dispositivo ao menos uma vez.

Em diversas situações, a conexão com o iPhone será necessária para a instalação de certos apps e atualizações. Desta maneira, as funções do relógio se tornam bem limitadas sem o celular por perto.

Como saber qual iPhone é compatível com meu Apple Watch

Você pode consultar a tabela de compatibilidade no site oficial da Apple para saber qual iPhone é compatível com seu Apple Watch. Nela, você encontra todas as versões do Apple Watch e os modelos de iPhone necessários.

A tabela também informa a versão mínima do sistema iOS e do watchOS para a integração dos dispositivos. Essa consulta é a forma mais precisa de garantir que seu Apple Watch e iPhone funcionará perfeitamente, evitando problema de conexão e funcionalidades.

Qual é a história do watchOS?

O watchOS foi revelado pela Apple em setembro de 2014, com o Apple Watch. Este sistema operacional, derivado do iOS (plataforma do iPhone), foi criado especificamente para os smartwatches da marca, prometendo uma nova experiência de interação no pulso.

Em abril de 2015, com o lançamento do Apple Watch, o sistema operacional chegou aos usuários. A versão inicial incluía uma tela principal intuitiva, aplicativos dedicados de monitoramento de saúde e exercícios, integração com assistente digital Siri e a capacidade de realizar chamadas diretamente do relógio.

O watchOS passou por várias evoluções ao longo dos anos, ganhando novas funções e aplicativos. Versões posteriores trouxeram um Centro de Controle, uma loja de apps dedicada e até suporte para identificar gestos e aprimorar a usabilidade.

Com o tempo, a Apple tornou o watchOS cada vez mais independente do iPhone. Apesar da ampla integração, os usuários passaram a ter acesso a mais recursos e funcionalidades diretamente no relógio e sem a necessidade da conexão constante com o celular ou uma rede.

Assim como o Apple Watch, o watchOS passou por diversas mudanças desde o lançamento em 2015 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Quais são os principais recursos do watchOS?

Estas são as principais funcionalidades e características do watchOS da Apple:

Saúde e fitness: monitore sua saúde, acompanhando batimentos cardíacos, oxigênio no sangue e qualidade do sono, além de registrar suas atividades físicas;

Personalização e apps: personalize o Apple Watch com diferentes mostradores e baixe aplicativos da App Store para expandir as funcionalidades do relógio;

Comunicação: faça e receba chamadas, envie mensagens, veja notificações do iPhone e use a Siri para interagir com o relógio sem as mãos;

Pagamentos e conveniência: realize pagamentos de forma rápida e segura com o Apple Pay, acesse cartões de embarque e bilhetes, e controle dispositivos HomeKit;

Navegação e localização: use mapas para navegação passo a passo, encontre seu iPhone e compartilhe sua localização com amigos e familiares;

Segurança: conte com recursos como SOS para ligar para serviços de socorro e detecção de queda para alertar contatos em caso de acidente.

Quais são as vantagens do watchOS?

Esses são os pontos fortes do watchOS:

Monitoramento de saúde: monitoramento completo de saúde, incluindo batimentos cardíacos, sono, treinos, com relatórios detalhados de bem-estar;

Conectividade: faça chamadas, envie mensagens e ouça músicas diretamente do relógio, sem precisar do iPhone por perto;

Acessibilidade: recursos como controle por voz e gestos customizáveis tornam a interação com o dispositivo mais fácil e intuitiva para todos;

Personalização: altere mostradores e configurações para adaptar o Apple Watch ao seu estilo e necessidades diárias;

Integração com a Siri: use comandos de voz para controlar funções, obter informações e gerenciar tarefas diretamente pelo relógio;

Ecossistema amplo: acesse a extensa biblioteca de aplicativos de terceiros na App Store, aumentando as funções do dispositivo;

Segurança: receba alertas e acione chamadas de emergência em caso de queda ou outras situações de risco, com detecção automática.

O watchOS possui diversos recursos de monitoramento de saúde (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais são as desvantagens do watchOS?

Estes são alguns dos pontos fracos do watchOS:

Dependência do iPhone: muitos recursos do Apple Watch, especialmente os mais avançados, exigem um iPhone próximo para funcionar plenamente;

Interface: a navegação e digitação em uma tela pequena pode ser difícil para alguns usuários, mesmo com os avanços e recursos de acessibilidade do watchOS;

Pouca inovação visual: a interface do watchOS evoluiu pouco em termos de design ao longo das versões, mantendo um aspecto similar;

Precisão de dados: alguns usuários relatam inconsistências na precisão de métricas de saúde e fitness, como batimentos cardíacos e contagem de passos;

Ecossistema fechado: a integração é prioritariamente com produtos Apple, o que pode ser uma desvantagem para quem usa dispositivos de outras marcas.

Quem são os concorrentes do watchOS?

O watchOS possui os seguintes concorrentes:

Wear OS (Android Wear): plataforma do Google para diversos smartwatches. Oferece integração com serviços Google e uma ampla loja de apps;

Garmin OS: sistema proprietário da Garmin focado em fitness e esportes. Possui recursos avançados para monitoramento de atividades físicas;

HarmonyOS: desenvolvido pela Huawei, presente em smartwatches e outros dispositivos. Visa um ecossistema conectado entre aparelhos da marca;

Zepp OS: plataforma desenvolvida pela Amazit para os relógios da marca. Tem um amplo foco em saúde e fitness, além de uma experiência personalizada com recursos inteligentes para o dia a dia;

Fit OS: sistema operacional da Fitbit, agora parte do Google. Focado em saúde e bem-estar, com rastreamento de atividades e qualidade do sono;

Tizen: antigo sistema da Samsung para antigos smartwatches da marca com um ecossistema próprio de apps.

Qual é a diferença entre watchOS e Wear OS?

O watchOS é um sistema operacional da Apple, exclusivo para os relógios Apple Watch. Ele tem ampla integração com o iPhone, sendo parte de um ecossistema fechado, e oferece uma experiência otimizada dentro do universo da marca.

O Wear OS é um dos exemplos de sistemas operacionais para smartwatches desenvolvido pelo Google. O sistema Wear OS é compatível com smartphones Android e, de forma mais limitada, com iPhone, oferecendo uma plataforma mais aberta para diversos fabricantes.

Qual é a diferença entre watchOS e HarmonyOS?

O watchOS é o sistema operacional exclusivo dos smartwatches Apple Watch. Baseado no iOS, ele é otimizado especificamente para interação e funcionalidades dos relógios inteligentes da Apple e oferece uma experiência integrada com os dispositivos da marca.

O sistema HarmonyOS é uma plataforma desenvolvida pela Huawei para múltiplos dispositivos. Abrangendo smartwatches, celulares, tablets e smart TVs, este sistema operacional oferece flexibilidade e interoperabilidade em diversos aparelhos da marca.
O que é o watchOS? Saiba como o sistema de relógios da Apple se integra com o iPhone

O que é o watchOS? Saiba como o sistema de relógios da Apple se integra com o iPhone
Fonte: Tecnoblog

Por que os EUA estão preocupados com as pulseiras dos smartwatches

Por que os EUA estão preocupados com as pulseiras dos smartwatches

Pulseiras de plástico do Galaxy Watch e Apple Watch contêm PFAS, um composto químico que traz riscos à saúde (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Um artigo científico publicado recentemente levantou uma preocupação nos Estados Unidos: as pulseiras dos smartwatches são perigosas para a nossa saúde? O estudo divulgado na revista Environmental Science & Technology Letters mostra que as pulseiras possuem níveis elevados de PFAS, um composto químico prejudicial para a saúde e de difícil degradação. Entre as marcas pesquisadas estão Apple, Fitbit e Samsung.

Quais pulseiras de smartwatches possuem PFAS?

Segundo o estudo da Universidade de Notre Dame, as pulseiras mais caras foram as que apresentaram maiores quantidades de PFAS. O estudo não listou os produtos por quantidade de PFAS e nem revelou o nome das pulseiras testadas, apenas as fabricantes. Porém, todas os produtos categorizados como caros (mais de US$ 30) contêm entre 50%-90% de PFAS na sua composição. As pulseiras mais baratas não contêm o composto.

Pulseiras de smartwatches da Apple e da Samsung, empresas do estudo que vendem relógios no Brasil, contém PFAS (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Em uma das amostras, a quantidade de PFHxA (um tipo de PFAS) era superior a mil parte por bilhão. Graham Peaslee, um dos coautores do estudo, afirma que esse valor é muito maior do que o encontrado em outros produtos de consumo.

O PFAS é um composto químico usado para tornar materiais à prova d’água. O composto é hidrofóbico e o Teflon é uma das suas milhares de formas conhecidas. Sabe quando você deixa a frigideira de Teflon secando e a água “cai” sem deixar o rastro e apresentar resistência? Esse é o efeito hidrofóbico do material.

Em uma pulseira fitness, essa característica ajuda na hora de praticar atividades físicas, seja auxiliando a não grudar o suor ou durante a prática de natação.

Por que pulseiras com PFAS são perigosas?

PFAS é usado em pulseiras de smartwatches para fornecer resistência à água (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O PFAS, como aponta a Agência Europeia de Meio Ambiente, pode afetar a tireoide, fígado, causar alguns tipos de câncer e trazer riscos à gestação. Os perigos para a gestante são: aborto, hipertensão e aumento do tempo gestacional. No caso do feto os riscos são: resposta diminuída a vacinas, baixo peso de nascimento, desenvolvimento de obesidade e puberdade adiantada.

A pele é um órgão e tem a capacidade de absorção. Junte essa capacidade com pulseiras de smartwatches e smartbands que contêm PFAS e você tem o risco de ser contaminado gradualmente com o produto químico. O risco aumenta quando levamos em conta que os smartwatches têm como um de seus usos o monitoramento de atividades físicas.

O usuário pratica uma atividade, sua e o PFAS pode se misturar ao suor e entrar nos poros da pele. Por outro lado, ainda há poucos estudos sobre a absorção do composto através do suor (a Ana e Laura do NuncaVi1Cientista ainda não gravaram um vídeo sobre isso).

Lembrando o que foi dito no lead, o PFAS é um “químico eterno”, sendo difícil a sua quebra e degradação. Isso vale tanto para a sua presença no corpo como no meio ambiente. Neste caso vem os famosos microplásticos. Ainda que o PFAS não degrade, a pulseira sim, deixando pedaços ultrapequenos de plástico com o químico eterno. O composto já é encontrado em água, solo, ar e peixes de diversas partes do globo.

Com informações: TechRadar e WSET
Por que os EUA estão preocupados com as pulseiras dos smartwatches

Por que os EUA estão preocupados com as pulseiras dos smartwatches
Fonte: Tecnoblog

Apple Watch é liberado para detectar apneia do sono no Brasil

Apple Watch é liberado para detectar apneia do sono no Brasil

Apple Watch Ultra 2 é um dos modelos capazes de identificar sinais de apneia do sono (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Apple Watch poderá ser usado no Brasil para detectar indícios de apneia do sono moderada e grave. O recurso já está presente no watchOS 11 e passa agora a ser disponibilizado para usuários do país.

A Apple obteve da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a licença para equipamentos médicos, aprovando o uso do Apple Watch para detectar esta condição de saúde. O recurso já estava liberado em mais de 150 países — Estados Unidos, Japão e membros da União Europeia fazem parte desta lista.

Apple Watch 9, lançado em 2023, também pode usar o recurso (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Entre os concorrentes, o Galaxy Watch da Samsung também tem a capacidade de detectar a apneia do sono. No entanto, ele só foi liberado pelas autoridades de saúde dos Estados Unidos e da Coreia do Sul — no Brasil, a ferramenta ainda não está disponível.

Quais modelos do Apple Watch detectam apneia do sono?

O recurso foi anunciado com o Watch 10, mas está presente em mais modelos, desde que eles estejam rodando o watchOS 11:

Apple Watch 9

Apple Watch 10

Apple Watch Ultra 2

Como usar a detecção de apneia do sono?

Para ativar as notificações:

Abra o app Saúde no iPhone.

Toque na sua imagem de perfil no canto superior direito.

Vá até “Checklist de Saúde”.

Procure o item “Notificações de Apneia do Sono”.

Toque em “Configurar” e siga as instruções na tela.

Para acessar os dados:

Abra o app Saúde no iPhone.

Toque em “Explorar”.

Escolha “Respiração”. Os dados de distúrbios respiratórios devem aparecer na lista.

Como o Apple Watch detecta apneia do sono?

Para identificar possíveis quadros de apneia do sono, o Apple Watch usa o acelerômetro para detectar movimentos no pulso em momentos de interrupções na respiração. Caso elas aconteçam com frequência, isso pode ser um indício deste problema de saúde.

“A cada 30 dias, os dados de distúrbios respiratórios são analisados e o usuário recebe uma notificação se houver indícios consistentes de apneia do sono moderada a grave”, explica a Apple.

A empresa também ressalta que o Apple Watch não é um dispositivo médico; as pessoas que receberem a notificação devem procurar acompanhamento profissional para tratar adequadamente a apneia do sono.

Com informações: Apple, 9to5Mac
Apple Watch é liberado para detectar apneia do sono no Brasil

Apple Watch é liberado para detectar apneia do sono no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Claro derruba preço e libera 4G de graça nos relógios Apple e Samsung

Claro derruba preço e libera 4G de graça nos relógios Apple e Samsung

Claro deixa de cobrar pelo Claro Sync para Apple Watch e Galaxy Watch (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O serviço Claro Sync se torna gratuito para clientes do plano pós-pago da Claro, conforme confirmado com exclusividade pelo Tecnoblog.
O uso do Claro Sync requer compatibilidade do smartwatch com redes celulares.
Clientes da Apple podem fazer a ativação pelo aplicativo Watch.
Consumidores da Samsung devem procurar as lojas físicas da Claro.

Ter um smartwatch com conexão celular pode ser uma ótima solução para se manter online, mas cobranças mensais pela operadora móvel acabam afastando potenciais usuários do produto. A Claro reformulou o serviço Claro Sync, e donos de Apple Watch e Galaxy Watch com 4G com planos elegíveis poderão conectar o relógio sem custo adicional, conforme confirmado pelo Tecnoblog com exclusividade nesta sexta-feira (dia 06/12).

Para poder utilizar essa funcionalidade, é necessário que o smartwatch em questão tenha compatibilidade com redes celulares. Tanto Apple como Samsung vendem versões Bluetooth (que exige estar próximo do smartphone) e 4G (que funciona de forma independente).

Anteriormente, a Claro cobrava R$ 29,99 por mês pelo Claro Sync, que habilita a internet em smartwatch. O serviço replica a linha do cliente em um eSIM adicional para ser utilizado exclusivamente com o Apple Watch ou Galaxy Watch. Além de habilitar o acesso à internet, é possível fazer e receber ligações utilizando o mesmo número.

A principal vantagem de ter um smartwatch conectado é o funcionamento independente. É possível utilizar funções online do relógio mesmo longe do celular com o chip principal. Isso é útil em situações como prática de esportes, quando a bateria do smartphone acaba ou quando você quer deixar o aparelho em casa para se proteger de furtos e roubos.

Galaxy Watch pode ser utilizado com Claro Sync (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao Tecnoblog, a Claro revelou sobre a mudança da estratégia: “Para reforçar ainda mais a proposta de valor do Claro Pós, esse serviço passa a estar incluso, sem custo adicional nos planos vigentes”.

Assinantes antigos do Claro Sync com cobrança mensal poderão aproveitar da gratuidade, mas não de forma automática. De acordo com a operadora, os clientes poderão solicitar migração a qualquer momento, desde que atualizem seus planos.

Como funciona a ativação do Claro Sync?

A ativação do Claro Sync depende do tipo de smartwatch:

No Apple Watch, o cliente Claro poderá fazer a ativação no próprio smartphone, dentro do aplicativo Watch. Basta ir à sessão Celular, e depois em Configurar para mim. É necessário digitar o login e senha do portal Minha Claro Móvel.

No Galaxy Watch, o cliente deverá comparecer presencialmente a uma loja física da Claro e solicitar o eSIM do Claro Sync. Com o QR Code em mãos, é necessário escanear o código pelo smartphone dentro do aplicativo Galaxy Wearable.

É importante destacar que o Claro Sync só pode ser contratado por clientes com plano pós-pago da operadora, que custam mais de R$ 100 mensais no portfólio atual. Usuários com plano controle, pré-pago ou Claro Flex não são elegíveis para ativar o eSIM no smartwatch.

TIM é a única operadora a cobrar por conexão ao smartwatch

Além da Claro, a Vivo também não cobra pelo serviço de conectividade ao smartwatch. Desde 2020, a concorrente anunciou a gratuidade do serviço Vivo Sync, disponível para Apple Watch e Samsung Watch compatíveis com conectividade celular.

A TIM cobra R$ 19,90 por mês pelo TIM Sync, com gratuidade para os três primeiros meses. A única vantagem da concorrente é que o serviço de conectividade para smartwatch também está disponível para assinantes de planos controle, com custo mensal significativamente menor que o pós-pago puro.
Claro derruba preço e libera 4G de graça nos relógios Apple e Samsung

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Fonte: Tecnoblog

Cartões da Caju recebem integração com o Apple Pay

Cartões da Caju recebem integração com o Apple Pay

Empresa de benefícios Caju liberou integração dos seus cartões com o Apple Pay (Imagem: Divulgação/Caju)

A Caju, empresa de benefícios, divulgou nesta terça-feira (3) que seu cartão recebeu a compatibilidade com o Apple Pay. Usuários dos serviços da empresa podem adicionar o cartão à carteira digital da Apple, permitindo que compras sejam realizadas pelo sistema de aproximação do iPhone ou do Apple Watch. Os usuários também podem usar a carteira digital da big tech para realizar compras online — desde que a loja aceite a opção do Apple Pay.

A Caju é a segunda empresa de benefícios a integrar o seu cartão com o serviço de pagamentos da Apple. Em agosto, a Flash, sua concorrente, liberou a compatibilidade do seu cartão com a carteira digital da big tech. O Apple Pay permite ainda que usuários realizem compras a partir do Mac e iPad — mas a maior praticidade está no pagamento NFC com Apple Watch e iPhone.

Como adicionar o cartão Caju no Apple Pay?

Caju recomenda utilizar seu próprio app para adicionar o cartão de benefícios ao Apple Pay (Imagem: Divulgação/Caju)

Existem duas maneiras de adicionar o cartão de benefícios da Caju no Apple Pay: pela carteira da Apple ou pelo aplicativo da Caju — que é o recomendado pela empresa de benefícios. Para adicionar o cartão pelo app da Caju siga os seguintes passos:

Após o abrir o aplicativo da Caju, acesse a área de cartões

Busque pela opção carteiras digitais, localizada na aba cartão virtual

Selecione o Apple Pay — você também poderá adicionar um Apple Watch para realizar pagamentos com o relógio inteligente

Na tela do Apple Pay que abrir, siga as etapas indicadas

Para incluir o seu cartão Caju a partir da carteira da Apple as etapas são as seguintes:

Abra o aplicativo da carteira da Apple

Clique no botão “+” (Mais), localizado no canto superior direito da tela

Em seguida clique em “Cartão de Débito ou Crédito”

Preencha os dados do seu cartão Caju

Aceite os termos de uso

Realiza a verificação do processo, que pode ser feita via app ou SMS.

Apple Pay é a única maneira de ter NFC no iPhone

A adição de cartões na carteira é o único meio de usar o NFC no iPhone e Apple Watch com cartões de terceiros. A Apple liberou a API do recurso para outras empresas a partir do iOS 18, mas é necessário firmar um acordo com a big tech para ter acesso à ferramenta.

Caso o banco no qual você é cliente ou a empresa de benefícios na qual você tem conta contrate a API, será possível realizar o pagamento via NFC a partir do próprio app da companhia. Por exemplo, se você tem conta no Banco do Brasil ou Santander, poderá usar o app do banco para pagar com NFC sem precisar adicionar o cartão ao Apple Pay.

Com informações: Caju
Cartões da Caju recebem integração com o Apple Pay

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Fonte: Tecnoblog