Category: Apple

iPhone 15 tem redução de 47% em oferta no Magalu com cupom de R$ 500 OFF

iPhone 15 tem redução de 47% em oferta no Magalu com cupom de R$ 500 OFF

iPhone 15 128 GB
R$ 3.849,00

R$ 7.299,0047% OFF

Prós

Entrada USB-C para carregamento
Suporte ao Dynamic Island
Câmera principal de 48 MP
Painel Super Retina XDR OLED
Certificação IP68 contra água e poeira

Contras

Tela com taxa de atualização de 60 Hz
Sem lente teleobjetiva
Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence

PIX
Cupom
Só no app

INFLU500
R$ 3.849,00  Magazine Luiza

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 15 de 128 GB está em oferta por R$ 3.849 no Pix com o cupom INFLU500 apenas no app do Magazine Luiza, um desconto de 47% em relação ao valor de lançamento de R$ 7.299.

O celular da Apple possui tela OLED de 6,1″, chip A16 Bionic e câmera principal de 48 MP, configuração que ainda o mantém como uma opção de celular premium acessível.

iPhone 15 traz tela OLED de 6,1″ e chip Apple A16

Lançado em 2023, o iPhone 15 ainda é um celular interessante por conta do chip Apple A16 Bionic que, aliado a 6 GB de RAM, entrega desempenho alto em multitarefa, apps e games pesados quando comparado a similares concorrentes. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos gratuitos ou pagos do iCloud.

Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 2.000 nits e oferece uma experiência de uso satisfatória na reprodução de cores vibrantes e na visibilidade sob luz forte. A tela é revestida pelo vidro Ceramic Shield, que promete resistência contra arranhões e outros acidentes.

Ainda sobre a durabilidade, o corpo de alumínio do celular tem reforço da certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 15 conta com câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na traseira, o iPhone 15 traz um kit de câmeras principal composto por uma wide de 48 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS) e uma ultrawide de 12 MP, dupla dedicada à captura de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A câmera frontal de 12 MP capta selfies nítidas, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este smartphone possui compatibilidade com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.349 mAh resiste a até 20 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C.

O iPhone 15 (512 GB), compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais três atualizações do sistema operacional, sai por R$ 3.849 no Pix com o cupom INFLU500 apenas no app do Magazine Luiza, um abatimento de 47% sobre o preço original de um gadget que, mesmo um tanto “velhinho”, continua interessante.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 15 tem redução de 47% em oferta no Magalu com cupom de R$ 500 OFF

iPhone 15 tem redução de 47% em oferta no Magalu com cupom de R$ 500 OFF
Fonte: Tecnoblog

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)

Resumo

A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.
Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?
Fonte: Tecnoblog

Decepção total: desmanche do AirPods Max 2 expõe defeito antigo sem cura

Decepção total: desmanche do AirPods Max 2 expõe defeito antigo sem cura

A empresa iFixit abriu a nova versão do AirPods Max 2 para analisar os componentes internos do fone de ouvido da Apple, e o resultado da investigação trouxe uma surpresa que deve decepcionar muito os fãs da marca. A equipe técnica confirmou que a Maçã reciclou a imensa maioria do projeto original de 2020 no novo modelo, que já está à venda no Brasil pelo alto preço de R$ 6.590.

O único avanço real no hardware é a troca para o chip H2, novo processador que adiciona recursos de áudio adaptativo e melhora a eficiência do cancelamento de ruído. Contudo, itens como bateria, arco de cabeça e os botões físicos são os mesmos da versão anterior. O antigo manual de reparo da primeira geração serviu de forma perfeita para desmontar o modelo atual.Clique aqui para ler mais

Decepção total: desmanche do AirPods Max 2 expõe defeito antigo sem cura
Fonte: Tudocelular

Amazon quer comprar empresa de satélites Globalstar, mas Apple seria obstáculo

Amazon quer comprar empresa de satélites Globalstar, mas Apple seria obstáculo

Desafiando a Starlink com seu serviço LEO, a Amazon estaria de olho em expandir suas constelações de satélites ao agir para comprar a Globalstar, conhecida fornecedora de serviços de redes não terrestres, conforme aponta um novo rumor. No entanto, a gigante do varejo teria esbarrado em um obstáculo de peso: a Apple. A fabricante do iPhone conta com uma fatia estratégica na empresa, o que deve exigir extensas negociações.As informações são do jornal Financial Times, que sugere que a Amazon negocia a compra da Globalstar em um acordo avaliado em cerca de US$ 9 bilhões (~R$ 46,7 bilhões), com o objetivo de fortalecer sua rede de internet espacial contra a Starlink, da SpaceX. Contudo, o acordo enfrentaria como desafio o investimento de US$ 1,5 bilhão (~R$ 7,7 bilhões) feito pela Apple em 2024, que garantiu à gigante de Cupertino o controle de 85% da operadora.

Hoje, essa infraestrutura é vital para o ecossistema da Maçã e sustenta recursos importantes para os smartphones da marca a partir da família iPhone 14, como o SOS de Emergência, envio de mensagens via satélite e atualizações de localização do aplicativo Buscar (Find My). A Apple não comentou como a possível venda afetaria esse contrato. Além disso, o Financial Times aponta que as negociações podem não sair do lugar.Clique aqui para ler mais

Amazon quer comprar empresa de satélites Globalstar, mas Apple seria obstáculo
Fonte: Tudocelular

iPhone 17 tem redução de 24% no Magalu em oferta com cupom que acaba hoje

iPhone 17 tem redução de 24% no Magalu em oferta com cupom que acaba hoje

iPhone 17 256 GB
R$ 6.119,10

R$ 7.999,0024% OFF

Prós

Tela ProMotion com 120 Hz
Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Chip Apple A19 de 3 nanômetros

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX
Cupom

ALO200
R$ 6.119,10  Magazine Luiza

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 17 de 256 GB está em oferta por R$ 6.119 no Pix com o cupom ALO200 no Magazine Luiza, um desconto de 24% sobre o preço original de R$ 9.499 e válido apenas para esta sexta-feira (3).

O celular da Apple é equipado com processador A19 de 3 nanômetros, câmeras de 48 MP e tela OLED com ProMotion de 120 Hz.

iPhone 17 traz câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz

O iPhone 17 conta com um kit principal de câmeras composto de uma wide e uma ultrawide, ambas de 48 MP e dedicadas à captura de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento, como panorâmicas. A frontal Center Stage de 18 MP tira selfies e filma na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

No desempenho, a combinação do chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM garante a alta performance na execução de apps em multitarefa e ao rodar aplicações e games mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

A tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, recursos que oferecem cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O display é revestido pelo vidro Ceramic Shield 2, três vezes mais resistente contra quedas, arranhões e pancadas.

Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 recebe revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de um dia inteiro de uso segundo a Apple, é compatível com MagSafe e suporta carregamento rápido de 40 W via USB-C, capaz de ir de 0 a 50% de carga em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 6.119 no Pix com o cupom ALO200 no Magazine Luiza, um abatimento de 24% em relação ao valor de lançamento e válido apenas para esta sexta-feira (3).
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 17 tem redução de 24% no Magalu em oferta com cupom que acaba hoje

iPhone 17 tem redução de 24% no Magalu em oferta com cupom que acaba hoje
Fonte: Tecnoblog

“ A Apple ainda é a empresa de Steve Jobs”, diz Tim Cook

“ A Apple ainda é a empresa de Steve Jobs”, diz Tim Cook

Apple foi incorporada em 1º de abril de 1976 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Tim Cook afirma que a Apple ainda reflete a influência de Steve Jobs, destacando a presença contínua do cofundador na cultura de inovação da empresa.
Cook defende o diálogo com o governo de Trump como estratégia para combater a polarização e garantir que a Apple seja ouvida.
A Apple mantém uma política de diálogo global com governos, visando consistência nos valores e adaptação às regulamentações locais.

Aproveitando as comemorações do cinquentenário da Apple, o CEO Tim Cook concedeu uma entrevista à revista Esquire para discutir o passado e o futuro da gigante de Cupertino. O marco histórico serviu para o executivo refletir sobre a influência duradoura do cofundador Steve Jobs no DNA e na cultura de inovação da empresa.

Além da nostalgia, Cook usou o espaço para abordar o atual cenário político e responder a críticas. O líder da maçã justificou os diálogos frequentes de sua gestão com o governo de Trump, defendendo que a aproximação é a melhor via para combater a polarização.

Influência e ideais do executivo continuam guiando a empresa meio século depois (imagem: reprodução/Albert Watson)

A influência de Steve Jobs

A Apple completou meio século de estrada consolidada como uma das empresas mais valiosas do planeta. É quase impossível olhar para o histórico de produtos que redefiniram a tecnologia e não pensar em Steve Jobs. Para Tim Cook, a figura do amigo e ex-chefe continua onipresente. “Penso nele com frequência — e nos últimos meses, pensando no 50º aniversário, ainda mais. A gente sempre pensa nas coisas em que ele acreditava”, revelou.

Trabalhando ao lado de Jobs desde 1998, Cook confessou que demorou a aceitar a gravidade da doença do cofundador antes de seu falecimento, em 2011. Na época, a expectativa pessoal do atual CEO era de que Jobs continuasse como presidente do conselho para sempre. Sobre a identidade da empresa hoje, ele não hesita: “Com certeza, ainda é a empresa dele”.

Por que a Apple se aproximou de Trump?

Tim Cook tem sido alvo de críticas pela proximidade com Donald Trump. A justificativa do executivo é combater a polarização e garantir que a voz da Apple seja ouvida. Para Cook, evitar o contato com líderes políticos por diferenças ideológicas acaba agravando os problemas da sociedade.

Ele classifica a atual administração dos EUA como “acessível”, o que permite à empresa apresentar seus pontos de vista diretamente. “Eles podem não concordar, mas você pode dialogar e ser ouvido. No fim, talvez você não consiga convencê-los, mas o engajamento é essencial”, pontuou.

Essa política de “portas abertas” não é exclusividade americana. O CEO ressalta que a Apple conversa com governos do mundo todo para lidar com leis e regulamentações locais. A ideia central, segundo ele, é manter os valores da empresa consistentes e não “mudar de acordo com o vento”.

Cultura do “não” e debates internos

Tim Cook defende diálogo político e cultura de debates (imagem: reprodução/Apple)

Fiel a um dos grandes lemas da era Jobs, o atual CEO garante que a maçã continua dizendo “não a mil coisas para chegar àquela única coisa brilhante”. Esse filtro rigoroso exige muito debate interno que, segundo Cook, seria “inacreditável” para quem visse de fora.

Há mais de uma década no comando da empresa, o ex-diretor de operações costuma ver seu nome envolvido em rumores sobre quem será o seu sucessor. Mas, para acabar com as especulações dos analistas de mercado, Tim Cook disse à Esquire que, pelo menos por enquanto, não tem nenhum plano formal para se aposentar ou deixar a gigante que ajudou a erguer nas últimas décadas.
“ A Apple ainda é a empresa de Steve Jobs”, diz Tim Cook

“ A Apple ainda é a empresa de Steve Jobs”, diz Tim Cook
Fonte: Tecnoblog

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC fecha as portas para clientes menores (imagem: divulgação/TSMC)

Resumo

A TSMC reservou sua capacidade de fabricação de chips de 3 nm para a Apple e Nvidia, devido à alta demanda e restrições operacionais.
A decisão impacta a indústria global, com empresas como Intel e AMD recebendo menos chips, enquanto a Samsung busca preencher a lacuna.
Problemas adicionais, como a crise de hélio, agravam a situação, afetando lançamentos de gadgets e estratégias de produção.

A TSMC, empresa taiwanesa que controla cerca de 70% do mercado de fabricação de semicondutores, tomou uma decisão drástica: toda a sua capacidade de fabricação de chips de 3 nanômetros (nm) está agora reservada apenas para seus maiores clientes.

A medida reflete em toda a cadeia de suprimentos global, uma vez que a indústria não consegue absorver o ritmo acelerado de pedidos impulsionados pelo boom da inteligência artificial. O resultado será que grande parte das empresas de tecnologia ficará em uma fila de espera por tempo indeterminado.

Por que a TSMC atingiu o limite?

A resposta está na combinação entre uma demanda sem precedentes e restrições operacionais. O site DigiTimes revela que a TSMC precisou priorizar dois perfis essenciais de clientes: a infraestrutura pesada de IA e os “clientes fiéis” de longa data.

Nesse cenário, a maior parte da produção de 3 nm vai direto para a Apple e Nvidia, parceiras consistentes que exigem um volume gigantesco. O acesso privilegiado a essa tecnologia garante à dupla uma vantagem competitiva considerável em eficiência energética e poder de processamento contra as rivais.

Enquanto isso, gigantes como Intel e AMD receberão porções bem menores. A situação é tão aguda que a Broadcom, grande desenvolvedora de circuitos sob medida, soou o alerta de que a companhia taiwanesa atingiu seu limite, derrubando uma antiga crença do mercado de que a TSMC poderia expandir sua capacidade de produção quase indefinidamente.

Esse gargalo atinge em cheio os produtos do dia a dia. Com as linhas de montagem tomadas pelos “grandes”, o setor de eletrônicos de consumo enfrentará falta de espaço e estouro de orçamento. Consequentemente, o lançamento de novos gadgets e hardwares de ponta sofrerá com atrasos severos.

Para piorar, a crise esbarra em problemas de segurança globais. O TechSpot destacou recentemente um ataque de drones que eliminou um terço do suprimento global de hélio, um gás essencial para fabricar semicondutores.

Alta demanda por IA sobrecarregou as linhas de produção da companhia (imagem: divulgação/TSMC)

Rotas alternativas

Diante das portas fechadas na TSMC, o setor corre para repensar estratégias e evitar o cancelamento de lançamentos. A Samsung Foundry busca se aproveitar desse momento e surge como a principal rota de escape. Um acordo recente mostra que a Samsung e a AMD estão aprofundando uma parceria no desenvolvimento de memórias, abrindo caminho para a concorrente da Intel contornar parcialmente o bloqueio em Taiwan.

Iniciativas independentes também ganham força. Elon Musk, por exemplo, anunciou o projeto Terafab para tentar garantir de forma autônoma os chips de seus próprios ecossistemas de IA e robótica. Paralelamente, a própria Intel segue injetando capital para aumentar sua produção de silício na tentativa de atrair clientes órfãos da concorrente asiática.

Embora parte dos analistas estime que a restrição de oferta possa diminuir em um ou dois anos, não há nenhuma certeza de que a situação se normalizará caso a IA mantenha o seu agressivo ritmo atual de expansão.
TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips
Fonte: Tecnoblog

Depois do S26, mais celulares Galaxy devem suportar o AirDrop

Depois do S26, mais celulares Galaxy devem suportar o AirDrop

Galaxy S26 com tela compartilhamento com aparelhos da Apple (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

linha Galaxy S26 já suporta o AirDrop, permitindo troca de arquivos com iPhones;
atualizações do Quick Share indicam possível suporte ao AirDrop para modelos Galaxy S22 ao Galaxy S25;
existe a possibilidade de aparelhos Galaxy S anteriores à linha S26 receberem suporte ao AirDrop na versão final da One UI 8.5.

Desde a semana passada que a linha Galaxy S26 é compatível com o AirDrop, sistema da Apple para envio e recebimento de arquivos entre dispositivos móveis. Donos de modelos antecessores podem manter as esperanças: há indícios de que o recurso também chegará a esses aparelhos.

A novidade é interessante porque permite que um smartphone Galaxy troque arquivos com um iPhone que estiver no mesmo ambiente. No lado do Android, a comunicação é feita via Quick Share; no lado da Apple, via AirDrop. Isso é útil para compartilhar fotos tiradas em grupo ou materiais de estudo com colegas da faculdade, por exemplo.

Uma atualização para os aparelhos Galaxy S26 tornou a linha compatível com o AirDrop na semana passada. Inicialmente, a novidade funcionava apenas na Coreia do Sul. Mas, dias depois, a linha Galaxy S26 passou a suportar o AirDrop no Brasil e em outros países.

Ainda não há informações oficiais sobre a expansão do recurso para outras linhas. Contudo, o Android Central encontrou relatos no Reddit sobre uma atualização do Quick Share que está sendo distribuída via Galaxy Store a modelos Galaxy S antecessores e que aparenta trazer suporte ao AirDrop.

De acordo com os relatos, a atualização adiciona uma função de compartilhamento de arquivos com dispositivos Apple que é similar ao recurso já disponível nos celulares Galaxy S26. A única diferença é que, por ora, a novidade não funciona, mesmo quando habilitada pelo usuário.

Quando outros aparelhos Galaxy funcionarão com o AirDrop?

Ainda não há informação sobre prazos, até porque o recurso ainda não foi confirmado pela Samsung. Contudo, a novidade tem aparecido em atualizações liberadas para linhas que vão do Galaxy S22 ao Galaxy S25 com a One UI 8 ou a One UI 8.5 beta instalada.

Como a Samsung tem expandido a liberação da One UI 8.5 beta, podemos presumir que a compatibilidade com o AirDrop em outros modelos da família Galaxy será oficial quando a versão final da interface for liberada, o que deve ocorrer no segundo trimestre de 2026, gradativamente.

É válido destacar: a integração com o AirDrop deve chegar a mais dispositivos Android, incluindo modelos de marcas diferentes da Samsung.

Depois do S26, mais celulares Galaxy devem suportar o AirDrop

Depois do S26, mais celulares Galaxy devem suportar o AirDrop
Fonte: Tecnoblog

Swift no Android: Apple libera SDK 6.3 que permite criar apps para o sistema do Google

Swift no Android: Apple libera SDK 6.3 que permite criar apps para o sistema do Google

Uma boa notícia para os desenvolvedores Swift: agora é possível criar aplicativos para Android usando a linguagem de programação da Apple. A novidade chega com o lançamento do SDK Swift 6.3 para o sistema do robô.Para quem já desenvolve em Swift, a atualização abre uma porta muito interessante: a possibilidade de lançar aplicativos para o ecossistema Android sem aprender uma linguagem dedicada, como Kotlin ou Dart. Da mesma forma, quem já tem um app para iOS escrito em Swift poderá “importar” parte desse código para um projeto Android por meio do Swift Java e do Swift Java JNI Core.

Em comparação ao Swift, a proposta do Flutter ainda traz vantagens, já que permite criar apps para iOS – e, claro, Android – usando uma mesma base de código com a linguagem Dart e um sistema de renderização próprio.Clique aqui para ler mais

Swift no Android: Apple libera SDK 6.3 que permite criar apps para o sistema do Google
Fonte: Tudocelular

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.

Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.

O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.

Piadas à parte, o Mac Pro tinha um hardware deveras poderoso para a época (e até para os dias atuais), que incluía um processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM. Não por acaso, o Mac Pro foi lançado no Brasil com preços variando entre R$ 55.999 e R$ 438.399.

O Mac Pro passou por uma atualização em 2021 que levou novas GPUs AMD ao modelo e elevou seus preços para até R$ 687.599 no Brasil. Em 2023, o modelo foi atualizado para receber um chip Apple Silicon, o M2 Ultra.

Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.

O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?

A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.

O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.

Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro
Fonte: Tecnoblog