Category: Apple

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Consumidores estão usando o mesmo celular por mais tempo, aponta a Counterpoint (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Resumo

As remessas globais de smartphones caíram 20% no terceiro trimestre de 2026, atingindo o menor volume para esse período desde 2012.
A Counterpoint associa o recuo à escassez de memórias e ao encarecimento dos aparelhos.
No Brasil, os envios caíram 11% no primeiro semestre; Samsung e Motorola concentraram 73% das remessas.

As remessas globais de smartphones despencaram 20% no terceiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, segundo estimativas da Counterpoint Research. O volume foi o menor registrado para um terceiro trimestre desde 2012, em meio à escassez de memórias e ao encarecimento dos aparelhos.

O levantamento considera os dispositivos enviados pelas fabricantes às lojas e distribuidores. Portanto, os números medem o abastecimento dos canais de venda, e não diretamente as compras feitas pelos consumidores.

Por que o mercado de celulares está encolhendo?

A Counterpoint atribui o recuo à alta dos preços das memórias RAM e de armazenamento. Esse encarecimento elevou os custos de fabricação, reduziu a oferta e levou as marcas a repassar parte da conta ao bolso dos compradores.

Segundo a consultoria, os preços dos smartphones no varejo global subiram cerca de 20% em 2026. Os consumidores estão demorando mais para trocar de aparelho e considerando modelos recondicionados, enquanto as fabricantes ajustam seus catálogos para preservar a rentabilidade.

Essa queda já aparecia no trimestre anterior. As remessas globais haviam recuado 11% entre abril e junho, na comparação anual, atingindo o menor volume para um segundo trimestre desde 2013.

Brasil também registra redução nas remessas

Mercado brasileiro pode encerrar 2026 com queda de dois dígitos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No Brasil, a Counterpoint identificou queda de 11% nas remessas de smartphones no primeiro semestre de 2026 frente ao mesmo intervalo de 2025. O relatório nacional foi divulgado em setembro e cobre janeiro a junho, um período diferente do levantamento global mais recente.

A consultoria relaciona o resultado brasileiro ao encarecimento das memórias, à redução da produção nacional e à maior cautela dos consumidores. Samsung e Motorola, as duas maiores marcas do país, concentraram juntas 73% das remessas no semestre. Para o ano completo, a Counterpoint também aponta a possibilidade de uma redução de dois dígitos no mercado brasileiro.

O impacto nos preços já apareceu em aparelhos populares. O Tecnoblog mostrou que o Galaxy A07 4G de 256 GB dobrou de preço na loja da Samsung, sem considerar promoções ou descontos.

Samsung e Apple ampliam participação global

No cenário global, a Samsung manteve a liderança, com 23% das remessas, embora seu volume tenha caído 3% na comparação anual. Mesmo com queda nas remessas, a Apple ficou em segundo lugar, com 22%, sua maior participação já registrada em um terceiro trimestre.

A perspectiva para o restante de 2026 continua difícil. A consultoria considera improvável uma recuperação relevante dos volumes antes de uma melhora nos custos dos componentes.
Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012
Fonte: Tecnoblog

Apple lança HomeView, tela inteligente para controlar a casa

Apple lança HomeView, tela inteligente para controlar a casa

Apple HomeView será vendido em quatro cores (imagem: divulgação)

Resumo

Apple lançou o HomeView, uma tela inteligente de 7 polegadas que reúne FaceTime, música e automação residencial.
O dispositivo reconhece até seis pessoas pelo rosto e se integra à Siri para comandos de voz, permitindo controlar a casa conectada.
A Apple também apresentou acessórios para casa conectada em parceria com a LG, incluindo câmeras de segurança e uma fechadura inteligente.

A Apple apresentou nesta terça-feira (13/10) uma nova linha de produtos para a casa, com destaque para o HomeView, dispositivo com tela Liquid Retina de 7 polegadas que reúne chamadas pelo FaceTime, reprodução de música, informações pessoais e controle de acessórios inteligentes. Ele deve concentrar em um único lugar funções que hoje dependem de diferentes aparelhos e aplicativos.

É uma nova categoria de produto para a empresa, que passa a disputar espaço no mercado de telas inteligentes para ambientes domésticos, ocupado por dispositivos como o Echo Show, da Amazon.

Welcome HomeView https://t.co/mXYPyXOZ1U— John Ternus (@johnternus) October 13, 2026

O HomeView reconhece até seis pessoas pelo rosto e adapta a interface a cada usuário. A integração com a Siri também permite acessar funções da casa conectada por comandos de voz.

O dispositivo pode ficar sobre uma mesa ou ser instalado na parede com suportes específicos. O HomeView começa a ser vendido em 13 de novembro, nas cores prata, azul, rosa e cinza espacial, mas o preço no Brasil ainda não foi divulgado.

Câmera de segurança feita com a LG

Câmeras oferecem visão noturna (imagem: divulgação)

A Apple também apresentou a Home Collection, uma linha de acessórios para casas inteligentes desenvolvida com a LG Electronics e a Schneider Electric. O conjunto inclui câmeras internas e externas, campainha com vídeo, fechadura inteligente, termostato e sensores de temperatura.

As câmeras gravam vídeos em resolução de até 2,5K e identificam pessoas, animais, veículos e encomendas. A fechadura da LG, por sua vez, usa tecnologia Ultra Wideband para destrancar a porta automaticamente quando uma pessoa com um iPhone ou Apple Watch compatível se aproxima.

Os dispositivos podem ser gerenciados pelo aplicativo Casa, e a configuração de alguns deles pode ser feita por aproximação do iPhone. Os primeiros acessórios chegam ao mercado em dezembro, enquanto alguns modelos estão previstos para o início de 2027.

Apple TV 4K ganha Siri inteligente

Apple TV 4K tem desempenho 50% superior (imagem: divulgação)

A Apple TV 4K também foi renovada. O aparelho passa a usar o chip A19 e recebe uma versão atualizada da Siri com inteligência artificial. A assistente permite procurar filmes e séries por meio de conversas, responder a perguntas sobre o conteúdo em reprodução e usar informações pessoais para oferecer recomendações.

O controle remoto Siri Remote também ganhou integração com o Buscar, recurso que ajuda a localizar o acessório quando ele desaparece entre as almofadas do sofá.

Segundo a Apple, o novo modelo oferece desempenho até 50% superior na CPU e duas vezes mais rápido na GPU em comparação com a geração anterior. Nos Estados Unidos, a Apple TV 4K custa US$ 299 (cerca de R$ R$ 1.500, em conversão direta) e começa a ser vendida em 13 de novembro. O preço para o mercado brasileiro ainda não foi divulgado.
Apple lança HomeView, tela inteligente para controlar a casa

Apple lança HomeView, tela inteligente para controlar a casa
Fonte: Tecnoblog

Nova Apple TV 4K chega com chip de iPhone 17, Siri AI e áudio turbinado; veja preço no Brasil

Nova Apple TV 4K chega com chip de iPhone 17, Siri AI e áudio turbinado; veja preço no Brasil

Após incontáveis vazamentos, a Apple finalmente apresentou em evento nesta terça-feira (13) a Apple TV 4K 2026. A 4ª geração do dispositivo, agora equipada com o chip A19, traz como grandes novidades a integração da Siri AI baseada no Apple Intelligence e suporte para som surround imersivo com o uso de quatro caixas de som HomePod, prometendo uma verdadeira experiência de cinema.O grande diferencial do lançamento é a Siri AI, que promete transformar a interação com a TV graças ao uso de modelos de IA mais poderosos baseados no Google Gemini. O usuário pode fazer perguntas elaboradas sobre séries e filmes, pedir recomendações cruzadas e continuar a conversa enquanto assiste ao conteúdo, com as respostas exibidas de forma discreta na tela.

Para facilitar a experiência “hands-free” (sem as mãos), o dispositivo conta com três microfones de longo alcance que reconhecem comandos de voz mesmo durante cenas ruidosas. Assim como no iPhone, a assistente será lançada em versão beta, inicialmente em inglês, e chegará ainda a modelos anteriores (2ª geração em diante). Clique aqui para ler mais

Nova Apple TV 4K chega com chip de iPhone 17, Siri AI e áudio turbinado; veja preço no Brasil
Fonte: Tudocelular

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Evento da Apple em outubro vai focar em dispositivos de casa conectada (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple realizará um evento em 13 de outubro para apresentar novos produtos de casa conectada, incluindo um smart hub com tela de 6 polegadas e suporte à inteligência artificial Siri.
O evento também pode trazer um HomePod Mini atualizado e uma nova versão do Apple TV com resolução 4K e integração com a Siri e Apple Intelligence.
A Apple e a LG podem anunciar uma parceria para lançar produtos de casa conectada, como smart TVs com suporte nativo ao HomeKit, trinco inteligente, câmeras de segurança e outros dispositivos.

O próximo evento da Apple acontece amanhã (13/10) e será focado em produtos de casa conectada. A principal novidade deve ser um smart hub próprio da maçã, com suporte à inteligência artificial Siri e tela de 6 polegadas, semelhante às caixinhas Echo Show com Alexa.

Segundo rumores, o dispositivo pode trazer um design bastante parecido com o iMac G4, com uma base fixa e um monitor projetado. O produto também pode ter uma versão específica para instalação na parede, com base mais fina. Além do novo hub, um HomePod Mini, que também funciona como caixa de som inteligente deve ser revelado, da mesma forma que uma versão atualizada do Apple TV.

Outro rumor divulgado pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, seria a parceria entre a Apple e a LG para lançar produtos de casa conectada, como um trinco inteligente e câmeras de segurança. A seguir, veja tudo que se espera dos produtos a serem revelados no evento de outubro

1. Smart hub com tela

Novo smart hub da Apple pode ter visual parecido com o do clássico iMac G4, de 2002 (imagem: reprodução/Ars Technica)

O grande destaque do evento deve ser o primeiro smart hub da Apple. O modelo deve chegar com tela de 6 polegadas e suporte à Siri. A expectativa é por um funcionamento semelhante às Echo Show, da Amazon, permitindo controlar dispositivos de casa conectada, TVs com o serviço HomeKit integrado e mais.

Também é esperado o suporte a apps para funcionar como uma espécie de iPad. Isso vai permitir utilizar aplicativos de mensagens, fazer chamadas de vídeo, reproduzir músicas e exibir fotos, entre outros exemplos. Recursos presentes no HomePod também devem estar presentes, como o Handoff, que transfere a reprodução diretamente do iPhone para a caixinha.

2. HomePod Mini e Apple TV

Apple TV 4K não deve ter mudanças no design, mas promete chip A19 Pro e IA embarcada (imagem: divulgação/Apple)

Dois dispositivos mais tradicionais podem receber atualizações. O HomePod Mini 2, como deve ser chamado, promete poucas mudanças em relação à primeira versão. Além do suporte à Siri AI como “cérebro” do serviço de casa conectada da Maçã, o modelo chegaria com processador mais rápido e novas opções de cor.

Já o Apple TV deve contar com resolução 4K e chip A19 ou A19 Pro, o mesmo presente no iPhone 17 Pro. Isso significa integração tanto com Siri quanto com Apple Intelligence pela primeira vez no TV Box. Já no design, o dispositivo não deve trazer mudanças em relação á última atualização, de 2022.

3. Dispositivos em parceria com a LG

Termostato da LG apareceu em registros à FCC, órgão análogo à Anatel nos EUA (imagem: reprodução/Bloomberg)

Além dos modelos proprietários da Maçã, o evento deve trazer uma nova parceria com a LG. A previsão é de suporte nativo ao HomeKit nas smart TVs da fabricante sul-coreana, assim como novos dispositivos de casa conectada produzidos em conjunto.

A informação é de Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, que teve acesso aos registros dos novos produtos na FCC, órgão análogo à Anatel nos Estados Unidos. Entre as opções estão um trinco de segurança inteligente, sensores de temperatura e movimento, assim como um termostato e de duas câmeras de segurança: uma interna e outra externa.
Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento
Fonte: Tecnoblog

Notebooks devem ficar mais caros em 2027, aponta relatório

Notebooks devem ficar mais caros em 2027, aponta relatório

Notebooks podem ficar mais caros em 2027, seguindo tendência no mercado de eletrônicos pessoais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O preço dos notebooks deve aumentar em 2027 devido ao encarecimento de componentes de hardware e à menor demanda do mercado.
A TrendForce prevê que 80% da produção global de notebooks será na China em 2027, o que pode ajudar a reduzir custos.
A crise de memória RAM, impulsionada pela alta demanda de IA, afetou a indústria de hardware, mas a oferta de memórias NAND Flash deve se manter estável em 2027.

Um relatório da consultoria TrendForce aponta para um aumento nos preços dos notebooks em 2027, assim como uma menor demanda de mercado. O principal motivo seria o encarecimento dos componentes de hardware, o que levaria a uma queda de quase dois dígitos na porcentagem de vendas. A firma também condiciona a situação a como as fabricantes vão lidar com esses valores mais altos: se vão absorver ou repassar os custos para os clientes.

No documento, foi analisada a precificação de um modelo não revelado durante o terceiro trimestre financeiro de 2026, indicando 68% do valor de produção referente a CPU, DRAM e SSD. A expectativa é por um aumento desse percentual no próximo ano, forçando as fabricantes a decidirem entre a alta dos preços finais ao consumidor ou a piora das especificações.

Vale lembrar que a indústria de hardware vem sofrendo um forte impacto pela crise das memórias RAM. O cenário já afetou os princiopais produtos de empresas como Samsung, Sony e Apple, incluindo celulares, cartões SD e até videogames.

China pode ser a solução

Fabricação de notebooks na China tem aumentado em relação a outros países (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma das saídas apontadas pelo relatório é levar a fabricação de volta para a China, desde que as condições geopolíticas e tarifárias se mantenham estáveis. O país asiático produz hoje cerca de 79% dos modelos vendidos, contra 76% em 2025. Este indicador deve chegar a 80% no próximo ano. Os custos de fabricação por lá costumam ser menores, em parte por causa da logística mais bem integrada e a mão de obra barata.

Outra solução que envolve o país é a melhoria de suas memórias DRAM, o que também pode ser uma saída para a crise no setor. É importante lembrar que, desde o início de 2025, os Estados Unidos vêm adotando políticas protecionistas contra eletrônicos chineses, dificultando o acesso de empresas americanas a componentes produzidos no país asiático.

Crise de memória RAM e a alta demanda de IA

O principal “inimigo” do mercado de hardware é o avanço das inteligências artificiais, que vêm demandando cada vez mais memória RAM para funcionar. Acontece que os servidores de IA precisam de peças incompatíveis com eletrônicos pessoais, como notebooks, computadores de mesa e videogames, entre outros exemplos. As indústrias têm de decidir entre um ou outro.

A TrendForce reafirmou que a expectativa é pela manutenção do cenário em 2027, mas há uma boa notícia: a previsão de menor impacto na oferta de memórias NAND Flash ao longo do próximo ano. Isso deve significar valores mais estáveis principalmente em SSDs.
Notebooks devem ficar mais caros em 2027, aponta relatório

Notebooks devem ficar mais caros em 2027, aponta relatório
Fonte: Tecnoblog

Apple corta pedidos do iPhone 18 Pro devido à baixa demanda

Apple corta pedidos do iPhone 18 Pro devido à baixa demanda

Apple estaria pedindo redução na produção de componentes do iPhone 18 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Apple reduziu os pedidos de componentes para o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max devido à baixa demanda, cortando as encomendas em 15% a 20% para outubro.
O aumento nos preços dos componentes, como os chips de memória, e a mudança no calendário de lançamentos da Apple podem ter contribuído para a procura mais fraca.
Os preços iniciais do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max foram de R$ 11.999 e R$ 12.999, cerca de 4% mais caro que a geração anterior.

A Apple pediu a alguns fornecedores que diminuissem a produção de componentes para o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, últimos lançamentos da linha principal de smartphones da marca. A postura mais cautelosa em relação às remessas teria começado no início de setembro.

As informações são do jornal Nikkei Asia, que afirma que as encomendas de peças para outubro foram reduzidas entre 15% e 20% em relação ao volume previsto inicialmente. A decisão teria sido tomada em meio a uma demanda abaixo do esperado pela Apple.

O encarecimento dos chips de memória, impulsionado pela procura de componentes para data centers de IA, pressiona os custos da indústria e já motivou o aumento dos preços. A Apple já havia elevado os preços de alguns modelos de MacBook e iPad em junho, citando novamente o encarecimento dos componentes.

Semanas atrás, a Apple fechou um acordo com a Samsung para o preço de componentes de DRAM e NAND flash com um aumento que chega a 40% frente ao valor praticado atualmente.

Mudança no calendário pode ser fator

Outro possível motivo para a queda pode ser a mudança no calendário de lançamentos da Apple. A empresa decidiu, pela primeira vez, lançar apenas os aparelhos premium no mês de setembro, deixando o iPhone 18 base para o ano que vem.

A mudança pode ter influenciado o comportamento dos consumidores que preferem esperar pela versão convencional ou por modelos mais baratos antes de trocar de celular. Segundo fontes ouvidas pelo jornal, a procura pelos aparelhos ficou mais fraca entre o fim de agosto e outubro.

O lançamento escalonado também altera a comparação com anos anteriores, quando os modelos de uma mesma geração chegavam ao mercado em um período mais concentrado.

Apple considerou mais memória no iPhone 18 Pro

Tela do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Antes do lançamento, a Apple teria considerado equipar o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max com 16 GB de RAM, mas acabou mantendo os 12 GB da geração anterior. De acordo com vazamentos, o aumento no preço dos chips está entre os motivos para a decisão.

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em setembro, com preços iniciais de R$ 11.999 e R$ 12.999, cerca de 4% mais caro que a versão passada. Os aparelhos chegaram com o chip A20 Pro, uma câmara de vapor para ajudar a controlar a temperatura durante tarefas exigentes e uma Dynamic Island menor. O Pro tem tela de 6,3 polegadas, enquanto o Pro Max traz um painel de 6,9 polegadas.

Outro destaque do lançamento foi a câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável, que permite controlar a entrada de luz e ampliar as possibilidades de ajuste das fotos. Os dois modelos saíram de fábrica com 12 GB de RAM e opções de armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.
Apple corta pedidos do iPhone 18 Pro devido à baixa demanda

Apple corta pedidos do iPhone 18 Pro devido à baixa demanda
Fonte: Tecnoblog

Apple aguarda novo display OLED da Samsung para criar iPhone com "tela infinita", diz rumor

Apple aguarda novo display OLED da Samsung para criar iPhone com “tela infinita”, diz rumor

Um novo rumor indica que a Apple está de olho em uma tecnologia inovadora de tela da Samsung para criar um “iPhone de tela infinita”. A solução trabalharia com um painel OLED que “abraça” as laterais do aparelho, similar ao visto em telefones como o primeiro Motorola Edge, o que eliminaria a necessidade de molduras tradicionais e criaria uma experiência visual praticamente sem bordas.As informações foram divulgadas pelo leaker Instant Digital na rede chinesa Weibo e sugerem que a fabricante sul-coreana prepara um display descrito internamente como “full-surround, full-screen”. Diferente das antigas telas curvas, a área frontal do dispositivo permanece plana, mas o painel se dobra em 90 graus nos quatro cantos e laterais, expandindo o que foi visto no antigo smartphone da Motorola.Ao que tudo indica, as partes dobradas substituiriam a estrutura de metal ou plástico, o que reduziria a faixa preta frontal ao mínimo e abriria caminho para um iPhone de “tela infinita” sem botões mecânicos — algo também visto no Xiaomi Mi Mix Alpha, apesar de parecer um pouco menos radical.Clique aqui para ler mais

Apple aguarda novo display OLED da Samsung para criar iPhone com “tela infinita”, diz rumor
Fonte: Tudocelular

iPhone 16 Plus com tela grande chega à melhor oferta em meses

iPhone 16 Plus com tela grande chega à melhor oferta em meses

38% OFF Ver preço

iPhone 16 Plus 128 GB
R$ 5.849,10

R$ 9.499,0038% OFF

Prós

Botão dedicado a ajustes de câmera
Chip de alto desempenho
Tela de 6,7″ e 2.000 nits
Certificação IP68
Feito para Apple Intelligence

Contras

Carregamento com fio limitado a 25 W
Taxa de atualização de 60 Hz

Exclusivo Amazon Prime

38% OFF Ver preço

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.849 à vista apenas para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple, equipado com tela OLED de 6,7″ e câmera wide de 48 MP atinge um dos melhores preços recentes, com desconto de 38% sobre o original de R$ 9.499.

iPhone 16 Plus tem tela OLED de 6,7″ e câmera de 48 MP

Embora menos avançado que a linha iPhone 17, o iPhone 16 Plus é hoje a opção mais acessível de celular da Apple com tela grande, sem recorrer a um Pro Max mais caro. Sua LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7″ com brilho de até 2.000 nits reproduz imagens com cores vivas e tem visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Seu kit de câmeras inclui uma wide de 48 MP com OIS igual à do iPhone 17e e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas imagens em ambientes amplos. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K a 60 fps.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM permitem rodar apps pesados em multitarefa e soluções do Apple Intelligence localmente. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud.

Tela OLED do iPhone 16 Plus traz brilho forte e cores vibrantes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 16 Plus é reforçado pelo vidro Ceramic Shield sobre a tela, resistente a quedas e pancadas, enquanto a certificação IP68 confere resistência em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.674 mAh resiste a até 27 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. O suporte ao MagSafe e o carregamento rápido de 25 W via USB-C garantem que o celular não fique sem energia durante o dia, ideal para usuários sem tempo a perder com tomadas.

O iPhone 16 Plus de 128 GB (R$ 5.849 à vista só para assinantes do Amazon Prime) foi atualizado para o iOS 27 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 16 Plus com tela grande chega à melhor oferta em meses

iPhone 16 Plus com tela grande chega à melhor oferta em meses
Fonte: Tecnoblog

Apple vai dificultar acesso aos dados do Mac por causa da IA

Apple vai dificultar acesso aos dados do Mac por causa da IA

Agentes de IA aumentam a preocupação com permissões no macOS (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple vai adicionar novos controles à permissão de Acesso Total ao Disco do macOS.
Recurso pode oferecer a aplicativos acesso a arquivos, e-mails, mensagens e até histórico de navegação.
Empresa afirma que agentes de IA cada vez mais autônomos aumentam os riscos associados a esse tipo de permissão.

A Apple vai reforçar os controles para aplicativos que exigem acesso aos dados armazenados em um Mac. A mudança mira a permissão conhecida como Acesso Total ao Disco (ou Full Disk Access, em inglês) e chega em meio ao crescimento de agentes de inteligência artificial capazes de interagir com arquivos e aplicativos no computador.

Em um comunicado para desenvolvedores, a companhia afirma que pretende garantir que essa permissão só seja concedida por uma ação “muito explícita” do usuário. A Apple ainda não detalhou como esses novos controles funcionarão nem informou quando a mudança será implementada.

O que é o Acesso Total ao Disco no macOS?

O sistema da Apple utiliza diferentes mecanismos para limitar quais dados cada aplicativo pode acessar. O Acesso Total ao Disco é uma exceção criada para permitir que programas de backup consigam ler informações distribuídas pelo sistema. Quando ativada, a permissão pode liberar acesso a arquivos, e-mails, mensagens e até ao histórico de navegação.

Segundo a empresa, alguns desenvolvedores estão utilizando esse nível de acesso de maneiras que podem expor informações armazenadas no computador sem que os usuários entendam o que está acontecendo.

A ideia atual não é eliminar o recurso. A proposta é adicionar novas etapas para garantir que os usuários que realmente desejem liberar esse acesso façam isso conscientemente.

Acesso Total ao Disco libera informações protegidas pelo sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agentes de IA aumentam preocupação

A Apple relacionou a mudança ao avanço dos agentes de IA. Esses sistemas não só respondem a perguntas, mas podem executar tarefas e utilizar informações armazenadas no disco do computador com maior autonomia. Na avaliação da empresa, conforme esses agentes se tornam mais capazes e independentes, os riscos associados ao Acesso Total ao Disco devem aumentar.

O tema ganhou atenção recentemente após uma divergência envolvendo o Muse, o agente pessoal de IA lançado pela Meta. Um jornalista afirmou que a ferramenta conhecia o conteúdo de suas mensagens privadas, mesmo sem uma autorização clara para isso.

A Meta contestou o relato e afirmou que o Muse só consegue acessar mensagens quando o usuário habilita as permissões necessárias, incluindo o Acesso Total ao Disco e uma conexão específica com o aplicativo Mensagens.

IAs estão ganhando mais acesso aos dispositivos

A discussão vai além do Muse. Ferramentas de IA para computadores estão recebendo recursos que exigem acesso cada vez maior aos dados. Em agosto, o ChatGPT ganhou o Computer History no macOS, função que registra atividades realizadas no computador para permitir que a IA encontre informações e ajude em tarefas futuras.

Outro caso recente reforça essa preocupação. Pesquisadores encontraram uma falha, já corrigida, no aplicativo do ChatGPT para macOS, que poderia permitir que um invasor assumisse o controle do app e acessasse conversas, sessões do navegador e outros dados sensíveis.

Ao mesmo tempo, casos de agentes ultrapassando limites definidos pelos usuários vêm aumentando. Em setembro, a própria OpenAI criou um protocolo para investigar e divulgar situações em que seus modelos agem sem autorização, acessam dados indevidamente ou burlam restrições.

A Apple afirma que os novos controles do macOS terão como objetivo deixar os riscos mais claros antes de um aplicativo receber acesso completo aos dados da máquina.
Apple vai dificultar acesso aos dados do Mac por causa da IA

Apple vai dificultar acesso aos dados do Mac por causa da IA
Fonte: Tecnoblog

Apple atualiza iCloud sem aviso e triplica limite de pseudônimos do Mail

Apple atualiza iCloud sem aviso e triplica limite de pseudônimos do Mail

Aparentemente a Apple ampliou de três para nove o número máximo de aliases (pseudônimos) que podem ser criados no iCloud Mail. Essa mudança começou a ser percebida por usuários na última semana e já está disponível no iCloud.com.

O aumento foi relatado inicialmente no Reddit e depois repercutiu nos fóruns do MacRumors, que confirmou o novo limite em funcionamento. Com isso, a quantidade permitida foi triplicada sem qualquer anúncio público da Apple até o momento.Clique aqui para ler mais

Apple atualiza iCloud sem aviso e triplica limite de pseudônimos do Mail
Fonte: Tudocelular