Category: Android

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)

Resumo

O Android para PC terá uma interface semelhante à de tablets, com adaptações para telas maiores, incluindo uma barra de tarefas centralizada e uma barra de status mais alta.
O sistema operacional é identificado como Android 16, codinome “ALOS” ou Aluminium OS, e foi testado em um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
O Google confirmou o desenvolvimento do Android para computadores em 2025, com o planos para substituir gradualmente o ChromeOS.

Um desenvolvedor se descuidou e publicou imagens da interface da futura versão do Android para desenvolvedores. Elas revelam um visual parecido com o de tablets com o sistema, mas com algumas diferenças importantes.

As gravações de tela foram compartilhadas na plataforma de desenvolvimento do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para o Chrome) para mostrar um bug no sistema. A página de discussão agora mostra apenas uma mensagem de acesso negado, mas o 9to5Google conseguiu salvar e publicar os vídeos.

Como será a interface do Android para PC?

As imagens mostram uma barra de tarefas idêntica à usada em tablets com Android, com ícones centralizados, incluindo um para acessar aplicativos à esquerda e outros para apps abertos à direita.

A barra de status no topo da tela, no entanto, é diferente. Ela é mais alta. Nas capturas de tela, essa área contém relógio (com segundos) e data à esquerda; na direita, ficam um ícone do Gemini, um controle de idioma do teclado, um indicador de Wi-Fi e um mostrador de bateria. Outro detalhe é um cursor de mouse ligeiramente maior, com design mais tradicional, incluindo uma haste.

Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)

Nas imagens, há duas janelas do Chrome lado a lado, indicando um possível recurso multitarefas do sistema. O navegador tem, inclusive, um ícone de extensões — elas estão disponíveis apenas na versão para desktops e não na para tablets.

Os botões para fechar, minimizar e abrir em tela cheia ficam no canto direito superior das janelas e são praticamente idênticos aos do ChromeOS.

O que mais sabemos sobre o Android para PC?

Android para PC ainda não tem nome definido nem data para chegar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os indícios de que as gravações de tela são realmente da futura versão do Android para PC aparecem logo no início, em uma página de versão do Chrome. Ela informa que o sistema operacional é o Android 16, com a compilação ZL1A.260119.001.A1.

O desenvolvedor se refere a essa build como “ALOS” — um código para Aluminium OS, codinome interno do sistema. Ele também informou qual aparelho estava usando: um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.

Os rumores de uma versão do Android para computadores circulam há alguns anos, mas o sistema ganhou confirmação oficial só no segundo semestre de 2025.

Rick Osterloh, um dos principais executivos do Google, afirmou que a empresa trabalha para combinar os sistemas de computadores e smartphones.

Além disso, a empresa abriu vagas de trabalho específicas para o projeto. As descrições indicam que o Aluminium OS é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”, que estará disponível para todos os formatos, como laptops, tablets, destacáveis e mini-PCs.

Também há indícios de que haverá um período de transição do ChromeOS para o novo sistema, incluindo suporte e atualizações para os produtos lançados nos últimos anos. Já o nome não é definitivo e ainda está no campo das especulações — Android, Chrome e Chromebook são marcas muito fortes, e há chances de que elas sejam reaproveitadas no novo sistema.

Com informações do 9to5Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google
Fonte: Tecnoblog

Nova Launcher fica repleto de falhas críticas após ser vendido e ganhar versão com anúncios

Nova Launcher fica repleto de falhas críticas após ser vendido e ganhar versão com anúncios

O Nova Launcher tem passado por várias mudanças. Primeiro, o seu criador abandonou o projeto em setembro de 2025, depois foi anunciado que ele foi vendido para a Instabridge, que iniciou a sua direção adicionando anúncios à versão gratuita do aplicativo. Agora uma atualização está impedindo que os usuários o utilizem.Nova Launcher crashes preventing set up.
byu/SpoonyDrip inNovaLauncher


De acordo com relatos de vários usuários no Reddit, a atualização mais recente do Nova Launcher causou falhas graves que tornam o aplicativo praticamente inutilizável. Dentre os problemas estão o aplicativo fechando sozinho ao abrir pela primeira vez, ícones da tela inicial sumindo após desbloquear o aparelho ou sair de um aplicativo.Clique aqui para ler mais

Nova Launcher fica repleto de falhas críticas após ser vendido e ganhar versão com anúncios
Fonte: Tudocelular

Android ganha novidades nas ferramentas contra roubo

Android ganha novidades nas ferramentas contra roubo

Android 16 foi o maior contemplado, mas há atualizações para versões antigas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google atualizou as ferramentas antirroubo do Android, incluindo bloqueio por falha na autenticação e login biométrico ampliado.
O sistema agora impede tentativas repetidas de adivinhar senhas, com tempo de suspensão mais longo.
O Remote Lock permite configurar uma pergunta de segurança para evitar bloqueios indevidos.

O Google anunciou uma atualização para o conjunto de ferramentas contra roubo do Android. As mudanças devem trazer uma proteção mais sólida, dar mais controle ao usuário e evitar problemas causados por uso indevido.

Os recursos antirroubo do Android existem desde 2024 e tiveram no Brasil seu principal laboratório — o Google iniciou por aqui os testes das ferramentas. Graças a eles, o sistema é capaz de identificar quando o celular foi tirado abruptamente da mão do dono e bloquear a tela.

Outra funcionalidade do pacote é o bloqueio remoto, que permite que o usuário trave a tela do aparelho informando apenas o número de telefone cadastrado.

Quais são as novidades do Android para segurança?

O Google anunciou algumas atualizações exclusivas para o Android 16 e futuras versões.

O Android conta com um bloqueio por falha na autenticação, que trava a tela caso uma pessoa tente fazer login em aplicativos diversas vezes e não consiga. Essa funcionalidade ganhou um controle independente, podendo ser ativada ou desativada, conforme a preferência do usuário.

Bloqueio por tentativas falhas de login em apps poderá ser desativado, caso usuário prefira (imagem: divulgação)

Outro recurso disponibilizado anteriormente exige que o usuário faça login com biometria antes de realizar algumas ações quando não estiver em lugares reconhecidos pelo sistema. Ele foi ampliado e agora vale também para todos os recursos e apps que usam o login biométrico do Android. Assim, aplicativos de banco e gerenciadores de senhas, por exemplo, passam a contar com uma barreira adicional.

A tela de bloqueio também tem novidades. Quando uma pessoa tenta adivinhar a senha diversas vezes e não consegue, o sistema impede novas tentativas. Esse tempo de suspensão será mais longo.

Ao mesmo tempo, o Android vai tentar evitar travamentos acidentais: o sistema não vai levar em consideração senhas incorretas digitadas mais de uma vez. Assim, mesmo que uma criança pegue seu celular e fique digitando “0” sem parar, por exemplo, você ainda poderá acessar seu aparelho normalmente.

Uma última novidade também está disponível para o Android 10 e versões mais recentes. O Remote Lock agora tem a opção de configurar uma pergunta de segurança, como forma de garantir que outra pessoa não bloqueie a tela do seu telefone.

Com informações do Google e do TechCrunch
Android ganha novidades nas ferramentas contra roubo

Android ganha novidades nas ferramentas contra roubo
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

HyperOS 3 deixou usuários com ROMs alternativas na mão (imagem: reprodução/Xiaomi)

Resumo

A atualização HyperOS 3 da Xiaomi, baseada no Android 16, inutilizou celulares com ROM global não oficial, especialmente importados da China.
A Xiaomi não oferece suporte para dispositivos modificados fora de seus canais oficiais, deixando usuários sem correções para o problema.
Reverter para o HyperOS 2.2 pode ser a única solução, exigindo reinicializações repetidas para acionar o rollback de emergência do Android.

Donos de celulares da Xiaomi adquiridos por meio de importadores independentes passaram a relatar, nos últimos dias, uma enorme dor de cabeça: os aparelhos foram inutilizados após a chegada do HyperOS 3, nova versão da interface própria da fabricante, baseada no Android 16.

Os casos afetam principalmente smartphones importados da China que utilizam ROM global não oficial, prática comum no chamado mercado cinza. De acordo com os relatos, após a instalação do HyperOS 3, esses aparelhos passam a iniciar apenas no modo de recuperação ou entram em bootloop permanente.

Vendedores não oficiais costumam comprar versões chinesas dos aparelhos (que são mais baratas), desbloquear o bootloader e instalar uma interface global para incluir idiomas ocidentais e serviços do Google.

O que causa o problema?

Segundo o Gizmochina, a atualização introduziu uma verificação rigorosa de região, que compara o hardware do aparelho com a região do software instalado. Quando o sistema identifica uma incompatibilidade – como hardware chinês rodando uma ROM global modificada –, o processo de inicialização falha.

Geralmente, o smartphone não carrega o sistema operacional, entrando em modo de recuperação e ficando preso em um bootloop (quando o dispositivo entra em um loop de reinicialização).

Smartphones ficam bloqueados após atualização (imagem: reprodução/Gizchina)

A Xiaomi classifica essas ROMs convertidas como instalações não autorizadas e, por isso, não trata o problema como um bug do sistema. Ainda de acordo com a publicação, a empresa considera que esses dispositivos foram modificados fora de seus canais oficiais.

Com isso, os aparelhos impactados podem ficar definitivamente presos ao HyperOS 2.2, versão anterior do sistema, sem acesso a futuras atualizações do Android.

Como resolver?

Segundo o Gizchina, a empresa não pretende oferecer correções ou suporte para celulares comprados por meio de importadores não oficiais. A gigante chinesa teria comunicado que os clientes afetados por esse problema estão “por conta própria” em relação ao Android 16 e ao HyperOS 3.

Dessa forma, para quem foi atingido pelo bloqueio, a reversão do sistema para a versão anterior pode ser a única forma de salvar o dispositivo:

O usuário deve forçar a reinicialização do celular repetidamente (pressionando o botão liga/desliga). Pode ser necessário fazer esse processo entre 10 e 15 vezes seguidas.

Essa sequência de falhas propositais no boot pode acionar o protocolo de rollback de emergência do Android, desinstalando a atualização problemática e restaurando o HyperOS 2.2.

Se o aparelho voltar a ligar, é importante desativar imediatamente as atualizações automáticas para evitar que o HyperOS 3 tente se instalar de novo.

A atualização que causou o bloqueio é uma das mais aguardadas pelos fãs da marca. O HyperOS 3 promete otimizações significativas de desempenho e traz a funcionalidade “Xiaomi Super Island”, um recurso visual e interativo comparável à Dynamic Island da Apple.
Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp mais seguro: Meta inicia testes com novas opções de privacidade no iOS

WhatsApp mais seguro: Meta inicia testes com novas opções de privacidade no iOS

Enquanto o WhatsApp trabalha em contas com recursos de proteção para menores de idade, o portal WABetaInfo detectou novas opções de privacidade na versão beta para iOS do aplicativo. Com elas, você terá maior controle sobre quem pode ver os seus status.Encontrada na versão 26.3.10.70 do WhatsApp para iOS via TestFlight, o novo recurso chamado Audiência permite que você verifique quais as configurações de privacidade do seu status sem precisar acessar o completo menu de configurações. Ao invés disso, você só precisa abrir qualquer status publicado e tocar no novo botão na área inferior da tela.Além disso, o novo menu mostra um resumo prático das configurações utilizadas, indicando se o status está visível para todos, apenas seus contatos ou uma lista específica de pessoas.Clique aqui para ler mais

WhatsApp mais seguro: Meta inicia testes com novas opções de privacidade no iOS
Fonte: Tudocelular

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros de grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

WhatsApp testa o compartilhamento de histórico de conversas em grupos com novos membros.
A funcionalidade foi encontrada no beta para iOS e virá desativada por padrão, visando controle sobre o que é compartilhado.
Mensagens compartilhadas continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.

O WhatsApp começou a testar um recurso que permite compartilhar o histórico recente de mensagens com novos integrantes de grupos. A funcionalidade foi encontrada na versão para iPhone através do programa beta TestFlight.

A função quer resolver aquele problema de ter que explicar a novos usuários o que já foi comentado anteriormente em um grupo. De acordo com o site especializado WABetaInfo, o aplicativo vai exigir uma autorização para compartilhamento.

O recurso já havia sido identificado anteriormente em testes no Android e, com essa etapa no iOS, o WhatsApp começa a alinhar o funcionamento entre as duas plataformas móveis.

Como vai funcionar o compartilhamento do histórico?

WhatsApp testa envio de histórico de conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A função permite enviar até 100 mensagens recentes, desde que tenham sido trocadas nos últimos 14 dias antes da entrada do novo membro. Para verificar se a opção está disponível, o usuário precisará adicionar alguém ao grupo e acessar a tela de informações da conversa. Ao selecionar “Adicionar participante”, pode surgir, ao final do processo, a opção de compartilhar mensagens recentes.

Caso apareça, o usuário escolhe se deseja enviar o histórico e quantas mensagens serão compartilhadas, podendo optar por um número menor que o limite máximo. A ideia é dar mais controle sobre o que será repassado, evitando o envio automático de todo o conteúdo recente.

As mensagens compartilhadas aparecem destacadas visualmente para o novo integrante. Para os demais participantes, o WhatsApp também sinaliza que o histórico foi enviado, indicando quem realizou o compartilhamento.

O pessoal do WABetaInfo também menciona que o recurso estará desativado por padrão. A decisão de compartilhar ou não o histórico cabe exclusivamente ao usuário que está adicionando o novo participante.

As mensagens compartilhadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizando as chaves de segurança armazenadas no dispositivo da pessoa que adicionou o novo membro.

Quando chega para todos?

Por enquanto, o recurso está restrito a parte dos testadores da versão beta no iOS.

Ainda não há uma data confirmada para o lançamento, mas usuários com acesso ao teste já conseguem compartilhar mensagens até mesmo com pessoas que ainda não receberam a funcionalidade em suas contas.

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos
Fonte: Tecnoblog

Nova Launcher ressuscita sob nova direção

Nova Launcher ressuscita sob nova direção

Nova Laucher está disponível para Android (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

Resumo

O Nova Launcher foi adquirido pela empresa sueca Instabridge, que promete manter o app atualizado e compatível com versões modernas do Android.
A Instabridge considera exibir anúncios na versão gratuita e criar novos planos pagos, enquanto o Nova Launcher Prime continuará sem anúncios por US$ 3,99.
A empresa avalia abrir o código do Nova Launcher, enquanto usuários relatam a presença de rastreadores de anúncios do Facebook e Google no aplicativo.

O Nova Launcher, um dos aplicativos de personalização mais populares do Android, ganhou uma inesperada sobrevida. Depois de ter seu fim decretado em setembro de 2025, o app foi adquirido pela empresa sueca Instabridge, que agora assume o controle do projeto e promete mantê-lo atualizado.

A mudança ocorre meses após a saída de Kevin Barry, criador e único desenvolvedor do Nova Launcher, da Branch Metrics, empresa de análise de dados que havia comprado o aplicativo em julho de 2022. Com a desaceleração no desenvolvimento e a demissão da maior parte da equipe, o futuro do launcher parecia encerrado para boa parte da comunidade.

Do anúncio de encerramento à venda do Nova Launcher

Em setembro de 2025, Barry informou publicamente sua saída da Branch e confirmou que havia sido instruído a interromper os trabalhos de código aberto do Nova Launcher — algo que, segundo ele, havia sido prometido no momento da aquisição. Sem um desenvolvedor ativo e com o código-fonte em situação indefinida, sites especializados chegaram a tratar o app como descontinuado.

Poucos meses depois, porém, a Instabridge anunciou a compra do Nova Launcher. A empresa se descreve como focada em “criar produtos que ajudam as pessoas a se conectarem à internet” e afirmou que sua prioridade inicial é garantir a compatibilidade do launcher com versões modernas do Android, além de corrigir falhas e manter a estabilidade do aplicativo.

“O Nova não vai ser desativado. Nosso foco imediato é simples: manter o Nova estável, compatível com o Android moderno e com manutenção ativa”, afirmou a Instabridge.

Nova Launcher traz opções de customização para a tela inicial do Android (imagem: reprodução/Google Play Store)

O que muda para os usuários do Nova Launcher?

Apesar da promessa de continuidade, a nova fase do Nova Launcher levanta dúvidas. A Instabridge deixou claro que não pretende reformular o app no curto prazo nem lançar recursos de forma acelerada. A ideia é adotar uma abordagem focada em manutenção, desempenho e qualidade.

Ao mesmo tempo, a empresa confirmou que avalia alternativas para tornar o projeto financeiramente sustentável. Entre elas, está a possibilidade de exibição de publicidade na versão gratuita e a criação de novos planos pagos. O Nova Launcher Prime seguirá sem anúncios, com preço reduzido para US$ 3,99 (cerca de R$ 21). As licenças já adquiridas continuarão válidas.

Relatos de usuários e análises de código apontam que rastreadores de anúncios do Facebook e do Google já foram adicionados ao aplicativo. Embora a Instabridge não tenha confirmado oficialmente a exibição de anúncios, usuários no Reddit afirmam já terem visto propagandas.

A empresa também diz estar “avaliando ativamente” a abertura do código do Nova Launcher.
Nova Launcher ressuscita sob nova direção

Nova Launcher ressuscita sob nova direção
Fonte: Tecnoblog

JOVI Y29s em oferta: celular com bateria de 6.000 mAh ganha super desconto hoje

JOVI Y29s em oferta: celular com bateria de 6.000 mAh ganha super desconto hoje

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JOVI Y29s em oferta: celular com bateria de 6.000 mAh ganha super desconto hoje
Fonte: Tudocelular

POCO C75 4G: baratinho da Xiaomi com tela de 120 Hz em oferta por menos de R$ 700

POCO C75 4G: baratinho da Xiaomi com tela de 120 Hz em oferta por menos de R$ 700

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Sobre o POCO C75 4GO grande salto tecnológico do POCO C75 4G em relação aos seus antecessores e rivais de entrada é a presença de uma tela de 6,88 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Essa frequência garante uma navegação muito mais suave na interface HyperOS, eliminando os engasgos visuais comuns em aparelhos básicos de 60 Hz.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular