Category: Android

OPPO revela conceito de celular com dobra tripla e design ultrafino

OPPO revela conceito de celular com dobra tripla e design ultrafino

Várias fabricantes devem apostar em celulares com dobras triplas nos próximos anos. Já vimos rumores da Huawei e Xiaomi citando este tipo de dispositivo, mas hoje a OPPO decidiu revelar um conceito de como o seu primeiro dobrável triplo deve se parecer.A imagem foi publicada por Zhou Yibao, gerente de produto da série Oppo Find na sua conta oficial no Weibo. Na imagem podemos ver que o celular tem uma tela ampla graças ao formato de dobra tripla.

As bordas são ultrafinas, assim como o visual do aparelho, que tem traseira de couro vegano e detalhes em aço inoxidável para ampliar a sua durabilidade.Clique aqui para ler mais

OPPO revela conceito de celular com dobra tripla e design ultrafino
Fonte: Tudocelular

Google deixa escapar que Android 15 será lançado em outubro

Google deixa escapar que Android 15 será lançado em outubro

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google deixou escapar no beta do Android 15 que a nova versão do sistema operacional será lançado em outubro. A informação foi publicada na tela de saída do beta, que reverte a instalação do celular para o Android 14. A mensagem diz que os usuários devem aguardar até outubro pela versão estável do Android 15.

Em fevereiro, quando anunciou o início do programa de testes do Android 15, o Google não apresentou uma previsão para o lançamento do sistema operacional. O cronograma apenas informava a meta de atingir a estabilidade da plataforma a partir de junho, com o lançamento após julho.

Android 15 chegando novamente em outubro

Aviso no beta do Android 15 confirma que versão definitiva do sistema operacional será lançada em outubro (Imagem: Reprodução/Android Authority)

Pelo segundo ano seguido, a versão estável do Android chegará em outubro. O Android 14 foi liberado no mesmo mês. Já o Android 13 chegou aos celulares em agosto de 2022 — uma fuga do padrão do Google, que pouca vezes conseguiu lançar as novas versões do SO nas datas planejadas.

Antes do vazamento dessa imagem do beta do Android 15, o site Android Authority havia publicado que o sistema operacional tem lançamento previsto para a metade de outubro. Como acontece há anos, os celulares Google Pixel serão os primeiros a receber a versão estável do SO.

Novidades do Android 15

Usuário poderá acessar passkey com apenas um passo (Imagem: Reprodução/Android Developers Blog)

O Android 15 está focando em atualizações para a segurança do aparelho. O Google melhorou o login por passkeys, cortando uma etapa do acesso e já abrindo a função de identificação biométrica ou a opção de PIN do aparelho.

A big tech também desenvolveu a opção de pastas seguras para apps. Um recurso similar já existia na One UI e foi anunciada pela Apple, mas faltava uma versão nativa no Android. Com essa ferramenta, os usuários poderão esconder aplicativos e acessá-los apenas por senha ou biometria.

O Android 15 também poderá rastrear celulares desligados. Porém, este recurso dependerá da tecnologia Bluetooth do smartphone. Assim, modelos mais baratos podem ficar sem essa funcionalidade.

Com informações: Android Authority e Android Police
Google deixa escapar que Android 15 será lançado em outubro

Google deixa escapar que Android 15 será lançado em outubro
Fonte: Tecnoblog

Malware usa NFC de celular Android para roubar dados de cartões

Malware usa NFC de celular Android para roubar dados de cartões

NFC do celular é capaz de ler cartões próximos (imagem: Emerson Alecrim / Tecnoblog)

Um novo malware para Android chamado NGate usa o chip NFC de smartphones para clonar cartões, podendo usá-los em pagamentos e saques. O ataque vai além da parte técnica, envolvendo uma boa dose de engenharia social para conseguir levar as vítimas a baixar o app infectado e fornecer as informações necessárias para as transações.

As informações foram compartilhadas pela empresa de cibersegurança Eset, em um blog post publicado nesta quarta-feira (dia 22/08). Segundo a empresa, é a primeira vez que um ataque usando NFC desta forma é detectado. Os criminosos agiam na Tchéquia (anteriormente conhecida como República Tcheca) — um deles foi preso em Praga, capital do país, após fazer vários saques em sequência.

New Android malware – #NGate – relays NFC data from victims’ payment cards, via victims’ compromised mobile phones, to attacker’s device waiting at an ATM to withdraw cashhttps://t.co/aM4v0lC6we pic.twitter.com/3MPRPe7qUB— Lukas Stefanko (@LukasStefanko) August 22, 2024

Ataque usa sites falsos com apps maliciosos

Segundo os pesquisadores, um possível cenário para o ataque começa com mensagens de texto e ligações pré-gravadas. O objetivo deste contato é levar a vítima a instalar um aplicativo web (PWA) malicioso. Os links indicados levam a páginas que imitam a Google Play Store e sites de bancos. Os textos levam a crer que uma atualização urgente é necessária para a segurança do correntista.

O primeiro aplicativo instalado não pede permissões, já que consegue explorar a API do navegador para acessar os componentes de hardware necessários. O segundo passo é instalar um componente chamado NFCGate, desenvolvido por universidades para testar e experimentar chips de NFC, para fins de estudo e pesquisa.

Para isso, os atacantes recorrem mais uma vez à engenharia social. Um membro da quadrilha liga para a vítima e finge ser do banco, informando ao cliente que houve um incidente de segurança. O criminoso envia um link para baixar o NGate, que inclui o NFCGate. É com este componente que os criminosos conseguem obter informações de cartões próximos ao celular.

Golpistas fingem ser do banco para roubar senhas

A Eset considera algumas possibilidades de ataque a partir deste ponto. Em uma delas, o criminoso entra em contato por falsa central de atendimento e pede que o cliente troque a senha. Aí vem o truque: os responsáveis pelo ataque pedem que ele digite a senha antiga, a nova e aproxime o cartão do aparelho para gravar a mudança.

NFC pode ser desativado (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Tudo isso, na verdade, serve para roubar os dados e a senha. Estas informações são transmitidas aos golpistas, que podem clonar o sinal da aproximação. Usando outro celular Android, eles enganam maquininhas de pagamento e caixas eletrônicos.

Os pesquisadores consideram outra possibilidade: roubar dados de cartões em bolsas, mochilas ou carteiras em locais públicos, com muitas pessoas. Desse jeito, porém, os ladrões não teriam a senha, podendo fazer apenas pagamentos de pequeno valor.

A Eset considera que o método empregado usando este malware não funcionaria em cartões armazenados no Google Pay e Apple Pay, já que ambas exigem autenticação para cada pagamento usando NFC.

Os pesquisadores recomendam algumas ações para se proteger de ataques como estes:

conferir a autenticidade de sites;

baixar apps apenas de fontes oficiais, como a Play Store;

manter senhas em segredo;

desligar o NFC quando ele não está sendo usado;

colocar cartões em carteiras com proteção contra RFID;

usar versões digitais de cartões nas carteiras de smartphones.

Com informações: Eset, Bleeping Computer
Malware usa NFC de celular Android para roubar dados de cartões

Malware usa NFC de celular Android para roubar dados de cartões
Fonte: Tecnoblog

Como mudar o idioma do WhatsApp no celular ou PC

Como mudar o idioma do WhatsApp no celular ou PC

Saiba como alterar o idioma do WhatsApp no celular e no PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Você pode alterar o idioma do WhatsApp nas configurações do próprio aplicativo para Android e Windows. No caso de dispositivos da Apple, como o iPhone e computadores macOS, a alteração deve ser feita nas configurações do sistema.

Ao trocar o idioma do WhatsApp, você modifica os elementos textuais da interface aplicativo de mensagens. Por exemplo, menus, textos de orientação e botões serão exibidos na língua selecionada pelo usuário do mensageiro da Meta.

A seguir, veja o passo a passo para mudar o idioma do WhatsApp no Android, iPhone, Windows e macOS.

ÍndiceComo mudar o idioma do WhatsApp no celular Android1. Acesse as “Configurações” do WhatsApp no Android2. Toque em “Idioma do app”3. Selecione o novo idioma do WhatsAppComo mudar o idioma do WhatsApp no iPhone1. Acesse os “Ajustes” do iPhone2. Selecione “Geral”3. Toque em “Idioma e Região” do iPhone4. Toque em “Adicionar Idioma…” ao iPhone5. Selecione o novo idioma6. Volte ao menu “Ajustes” e selecione “WhatsApp”7. Toque em “Idioma” do WhatsApp e escolha uma nova língua para o appComo mudar o idioma do WhatsApp Desktop no Windows1. Acesse as Configurações do WhatsApp Desktop para Windows2. Abra a aba “Geral” do WhatsApp3. Selecione o novo idioma do WhatsApp Desktop4. Clique em “OK” para mudar o idioma do WhatsAppComo mudar o idioma do WhatsApp Desktop no macOS1. Acesse “Ajustes do sistema” do macOS2. Clique em “Geral”3. Selecione “Idioma e Região”4. Clique no botão “+” na seção “Aplicativos”5. Selecione o aplicativo “WhatsApp”6. Escolha o novo idioma do WhatsApp7. Clique em “Adicionar” para alterar o idioma do WhatsAppDá para mudar o idioma do WhatsApp Web?Mudar o idioma do WhatsApp também altera o idioma do corretor ortográfico?As mensagens mudam ao trocar o idioma do WhatsApp?

Como mudar o idioma do WhatsApp no celular Android

1. Acesse as “Configurações” do WhatsApp no Android

Abra o WhatsApp no seu celular Android e toque no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela. Em seguida, selecione “Configurações” do aplicativo.

Abrindo as configurações do WhatsApp no Android (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

2. Toque em “Idioma do app”

Desça a tela de configurações e toque em “Idioma do app” para acessar o recurso para mudar a língua do WhatsApp.

Acessando o menu “Idioma do app” (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

3. Selecione o novo idioma do WhatsApp

Veja a lista de idiomas e, então, toque no círculo ao lado da língua que você deseja usar no aplicativo do WhatsApp. Automaticamente, o mensageiro será carregado no idioma escolhido.

Selecionando um novo idioma para o WhatsApp no Android (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Como mudar o idioma do WhatsApp no iPhone

1. Acesse os “Ajustes” do iPhone

Abra o app “Ajustes” no seu iPhone para acessar as configurações do telefone da Apple.

Acessando o app “Ajustes” no iPhone (Imagem: Reprodução/Apple)

2. Selecione “Geral”

Desça a tela de “Ajustes” e toque na opção “Geral” para ver outras configurações.

Abrindo o menu “Geral” do iPhone (Imagem: Reprodução/Apple)

3. Toque em “Idioma e Região” do iPhone

Toque na opção “Idioma e Região” para acessar o recurso para adicionar novos idiomas ao iPhone.

Acessando o menu “Idioma e Região” do iPhone (Imagem: Reprodução/Apple)

4. Toque em “Adicionar Idioma…” ao iPhone

Na seção “Idiomas preferidos”, toque na opção “Adicionar Idioma” para escolher uma nova opção de língua para o iPhone.

Selecionando a opção “Adicionar idioma…” (Imagem: Reprodução/Apple)

5. Selecione o novo idioma

Escolha um novo idioma para usar no iPhone e no WhatsApp. Na janela pop-up, toque em “Usar português (Brasil)” ou no seu idioma atual do seu telefone.

Importante: apenas toque no novo idioma selecionado caso também queira trocar o idioma geral do sistema do iPhone.

Escolhendo um novo idioma para o sistema e apps do iPhone (Imagem: Reprodução/Apple)

6. Volte ao menu “Ajustes” e selecione “WhatsApp”

Volte ao início do menu “Ajustes” e desça a tela até encontrar a seção com os apps instalados no seu iPhone. Então, toque em “WhatsApp” para ver mais detalhes das configurações.

Abrindo as configurações do WhatsApp no app “Ajustes” (Imagem: Reprodução/Apple)

7. Toque em “Idioma” do WhatsApp e escolha uma nova língua para o app

Toque em “Idioma” para abrir a lista de línguas disponíveis para usar no app de mensagens da Meta. Em seguida, selecione uma das opções para alterar o idioma do WhatsApp.

Acessando o menu “Idioma” e selecionando uma nova língua para o WhatsApp (Imagem: Reprodução/Apple)

Como mudar o idioma do WhatsApp Desktop no Windows

1. Acesse as Configurações do WhatsApp Desktop para Windows

Abra o WhatsApp Desktop no seu computador Windows e clique no ícone de engrenagem, no canto inferior esquerdo da tela, para abrir as configurações do mensageiro.

Acessando as configurações do WhatsApp Desktop no Windows (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

2. Abra a aba “Geral” do WhatsApp

Se necessário, clique na aba “Geral” para encontrar as opções para alterar o idioma ou, caso o dispositivo esteja em outra língua, colocar o WhatsApp em português.

Abrindo a aba “Geral” (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

3. Selecione o novo idioma do WhatsApp Desktop

Clique no menu suspenso embaixo de “Idioma” para ver a lista de línguas disponíveis para a interface do aplicativo no PC. Então, escolha o novo idioma.

Selecionando o novo idioma do WhatsApp Desktop (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

4. Clique em “OK” para mudar o idioma do WhatsApp

Na janela pop-up, clique no botão “OK” para confirmar que você deseja mudar a língua do WhatsApp. Em seguida, o aplicativo será reiniciado com o novo idioma.

Confirmando a alteração do idioma (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Como mudar o idioma do WhatsApp Desktop no macOS

1. Acesse “Ajustes do sistema” do macOS

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela, para abrir o Menu Apple. Em seguida, selecione a opção “Ajustes do Sistema”.

Acessando o menu “Ajustes do Sistema” do macOS (Imagem: Reprodução/Apple)

2. Clique em “Geral”

Clique em “Geral”, no menu no canto esquerdo da tela, para abrir mais opções de configurações do macOS.

Selecionando o menu “Geral” do macOS (Imagem: Reprodução/Apple)

3. Selecione “Idioma e Região”

Clique na opção “Idioma e Região” para ver mais detalhes do dispositivo.

Abrindo o menu “Idioma e Região” (Imagem: Reprodução/Apple)

4. Clique no botão “+” na seção “Aplicativos”

Desça a tela “Idioma e Região” até encontrar a seção “Aplicativos”. Então, clique no botão “+” para continuar.

Acessando o menu para personalizar o idioma de um aplicativo (Imagem: Reprodução/Apple)

5. Selecione o aplicativo “WhatsApp”

Clique no menu suspenso ao lado do campo “Aplicativo” e selecione “WhatsApp”.

Selecionando o WhatsApp como app para alterar o idioma (Imagem: Reprodução/Apple)

6. Escolha o novo idioma do WhatsApp

Agora, clique no menu suspenso ao lado do campo “Idioma” para alterar o idioma do WhatsApp. Então, escolha a língua que você deseja usar na versão desktop do mensageiro.

Selecionando o idioma para o WhatsApp Desktop (Imagem: Reprodução/Apple)

7. Clique em “Adicionar” para alterar o idioma do WhatsApp

Por fim, clique no botão “Adicionar” para confirmar a mudança do idioma do WhatsApp Desktop no macOS.

Confirmando a alteração do idioma padrão do WhatsApp Desktop no macOS (Imagem: Reprodução/Apple)

Dá para mudar o idioma do WhatsApp Web?

Sim. Para alterar o idioma do WhatsApp Web, você deve trocar a língua do app no seu celular principal (Android ou iPhone) e aguardar a sincronização com a versão do mensageiro para navegadores.

Assim, apenas os nomes das funções do WhatsApp serão alterados conforme o idioma escolhido pelo usuário. Por exemplo, a aba “Conversas” passará a se chamar “Chats” caso a pessoa escolha o idioma inglês.

Mudar o idioma do WhatsApp também altera o idioma do corretor ortográfico?

Não, alterar o idioma da conta do WhatsApp não interfere no corretor ortográfico do seu celular. Esses recursos atuam de forma isolada, sendo o corretor relacionado às configurações do teclado virtual do seu telefone.

Para alterar o corretor ortográfico do seu celular, você siga os seguintes passos:

No iPhone (iOS): abra o teclado virtual e toque no ícone de globo, no canto inferior esquerdo da tela, para alterar o idioma do corretor ortográfico;

No Android: abra o teclado virtual e toque no ícone de engrenagem. Busque a opção “Idiomas” e escolha a língua que você deseja ter auxílio na escrita.

As mensagens mudam ao trocar o idioma do WhatsApp?

Não, trocar o idioma do WhatsApp não altera o conteúdo das mensagens que você envia ou recebe. O idioma do aplicativo serve apenas para personalizar a interface, como menus e botões.

Caso esteja participando de uma conversa em outro idioma, é preciso usar ferramentas do Android ou do iPhone para traduzir as mensagens do WhatsApp. Infelizmente, o aplicativo da Meta não possui uma ferramenta de tradução integrada.
Como mudar o idioma do WhatsApp no celular ou PC

Como mudar o idioma do WhatsApp no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi copia Apple com novo menu de aplicativos recentes do HyperOS 2.0

Xiaomi copia Apple com novo menu de aplicativos recentes do HyperOS 2.0

A Xiaomi liberou acesso ao programa de testes do Launcher do HyperOS 2.0 na semana passada e agora estamos vendo algumas mudanças na interface do sistema com as primeiras compilações do aplicativo. O destaque da vez fica para o menu de aplicativos recentes, que é praticamente uma cópia do iOS 17.O novo layout para exibição de aplicativos recentes pode ser ativado diretamente nas configurações do Launcher do HyperOS 2.0. Neste menu encontramos as opções vertical, horizontal e pilha, sendo que o último mostra cartões dos aplicativos empilhados como no iOS 17.Segundo o portal Xiaomitime, o novo menu funciona de forma rápida e ágil, mas ele tem uma desvantagem em relação às opções vertical e horizontal, pois não permite que o conteúdo dos aplicativos seja visto completamente.Clique aqui para ler mais

Xiaomi copia Apple com novo menu de aplicativos recentes do HyperOS 2.0
Fonte: Tudocelular

Google vai parar de pagar por vulnerabilidades encontradas em apps

Google vai parar de pagar por vulnerabilidades encontradas em apps

Google encerrará programa de recompensas por bugs e vulnerabilidades encontradas em apps(Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google anunciou nesta segunda-feira (19) o fim do Google Play Security Reward Program (GPSRP), que pagava programadores por vulnerabilidades e bugs encontrados em apps da Play Store. No email enviado aos participantes do projeto, a big tech diz que o motivo do encerramento do programa é a diminuição dos relatos de vulnerabilidades e aumento da segurança no Android. O Google aceitará relatórios até o fim de agosto, com os pagamentos finais realizados até setembro.

O GPSRP foi lançado em outubro de 2017, seguindo uma estratégia comum nas empresas de tecnologia. Do Twitter (antes de ser X) até a Microsoft, companhias do ramo tech com dinheiro incentivam profissionais a encontrar e reportar vulnerabilidades em seus serviços.

Google encerra “caça-bugs”, mas pagará até setembro

Site do Google Play Security Reward Programa informa que pagamentos encerram em setembro (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

No aviso de encerramento do programa, enviado para os participantes do GPSRP, o Google avisou que seguirá pagando as recompensas válidas até 30 de setembro, data que encerrará de vez o programa. A big tech receberá os relatórios até o dia 31 de agosto.

O Google também afirma que avaliará todos os bugs e falhas enviados até o fim deste mês. Se você participa do GPSRP, vale acelerar as caças de vulnerabilidades e bugs para tentar tirar uma graninha.

O programa dividia as falhas de segurança em quatro categorias. A categoria que mais pagava era a de execução de código remota/sem interação da vítima, com uma recompensa de US$ 20.000.

Apesar das grandes quantias pagas, o Google não chegou a gastar um milhão de dólares com recompensas. Na última vez em que a big tech divulgou dados do GPSRP, lá em 2019, foi revelado que a empresa pagou mais de US$ 265.000 nos dois anos de programa.

Caso a média de US$ 265.000 a cada dois anos tenha se mantido, o que é improvável, o total em 2023 seria de US$ 795.000. Porém, dado a falta de comunicados do Google sobre o GPSRP nos últimos anos, é especulado que houve poucos relatórios e pagamentos no programa.  

Com informações: Android Authority e Android Police
Google vai parar de pagar por vulnerabilidades encontradas em apps

Google vai parar de pagar por vulnerabilidades encontradas em apps
Fonte: Tecnoblog

X (Twitter) anuncia encerramento das operações no Brasil, mas seguirá disponível aos usuários

X (Twitter) anuncia encerramento das operações no Brasil, mas seguirá disponível aos usuários

Neste sábado (17), o X (Twitter) comunicou o fim das suas atividades oficiais no Brasil. A decisão vem após a rede social de Elon Musk se negar a cumprir uma decisão judicial do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a publicação, a qual contém um suporto documento que conteria a decisão tramitada em sigilo do ministro Alexandre de Moraes, o despacho ameaçaria multar e prender a encarregada pelo escritório da plataforma no país. Confira a postagem abaixo:A empresa ainda acrescentou que a decisão poderá “proteger a segurança” da sua equipe no país e que ela passa a ter efeito imediato no país. Apesar disso, o aplicativo X continuará disponível aos usuários brasileiros, sem a necessidade de uso de VPN ou algum recurso do tipo.Clique aqui para ler mais

X (Twitter) anuncia encerramento das operações no Brasil, mas seguirá disponível aos usuários
Fonte: Tudocelular

CEO da Huawei é visto usando celular dobrável de três telas

CEO da Huawei é visto usando celular dobrável de três telas

Dobrável triplo da Huawei promete ser atualização da linha Mate X e presidente da empresa já está usando (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

O presidente da Huawei foi novamente visto usando o próximo celular dobrável da marca, um modelo com três telas — também chamado de triple fold/tri-fold. Yu Chengdong, que assumiu a chefia da divisão de celulares da empresa em maio, foi fotografado usando o smartphone fechado. Pela imagem, é possível visualizar as três partes que, quando abertas, chegam a atingir o tamanho de um tablet.

No início deste mês, Chengdong, também conhecido como Yu Richard, apareceu em outra foto usando o celular aberto durante um voo (veja a imagem no fim da matéria). Na ocasião, o aparelho mostrava que ele tem quase o tamanho de um tablet. O famoso leaker Digital Chat Station afirma que a tela interna medirá 10 polegadas — quase o mesmo tamanho de um Galaxy Tab S9 FE e maior que um iPad Mini.

CEO da Huawei com primeiro tri-fold da marca

CEO da Huawei é flagrado com a boca na botija, ou melhor, com a mão no futuro lançamento (Imagem: Reprodução/WHYLAB/Weibo)

Nessa nova imagem de Yu Richard com o dobrável de três telas um detalhe chama a atenção: a espessura do celular. Dependendo da marca, um celular fold fica levemente mais grosso que um smartphone normal. Porém, este dobrável da Huawei não parece que será um exagero quando fechado.

Detalhe do smartphone dobrável de três telas da Huawei na mão do CEO da empresa (Imagem: Reprodução/WHYLAB/Weibo)

Se os rumores estiverem certos, essa dúvida sobre o quão fino a Huawei conseguiu deixar o modelo será respondida ainda neste ano. Digital Chat Station afirma que o celular será lançado em 2024, o que seria um grande passo para a fabricante. Conceitos de smartphones tri fold são mostrados há anos, mas nenhuma empresa tirou a ideia do papel — ou melhor, dos eventos de tecnologia.

Na foto de Yu Richard com o dobrável, que deve utilizar um processador Kirin 9 e integrar a linha Mate X, também notamos a ilha de câmeras circular do celular. O kit de lentes fica bem protuberante na traseira.

E sobre preço, vamos refletir. Se um smartphone dobrável do tipo caderno (estilo Z Fold 6) já é caro, imagine um com dois sistemas de dobradiças. Na foto do aparelho aberto (imagem abaixo), ainda que com qualidade ruim, dá de notar os reflexos da luz nos vincos. Mas claro, ainda que ele seja lançado em 2024, o tri-fold é um formato que engatinha.

CEO da divisão de celulares da Huawei usando o triplo-fold em um avião no início de agosto (Imagem: Reprodução/Weibo)

Veja o nosso hands-on com o Huawei Mate X

Com informações: The Verge, Android Authority e WHYLAB
CEO da Huawei é visto usando celular dobrável de três telas

CEO da Huawei é visto usando celular dobrável de três telas
Fonte: Tecnoblog

Google pode ser obrigado a vender o Android em caso de monopólio

Google pode ser obrigado a vender o Android em caso de monopólio

Após ser condenada por violar leis antitruste, Google pode ser obrigado pela justiça a vender alguns setores (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos pode obrigar o Google a vender algumas de suas divisões. Segundo a Bloomberg, o órgão estuda forçar que a big tech se desfaça do Android, AdWords ou do Chrome. A decisão final deve demorar, visto que o juiz do caso já adiantou que as partes devem se adiantar para a segunda parte do processo.

Nessa segunda parte, o DOJ apresentará a sua proposta para que o Google encerre o seu monopólio no mercado de buscadores. Já a big tech deve contestar qualquer proposta que vise desmantelar sua gigantesca estrutura — provavelmente até o recurso final. O último caso de monopólio a envolver uma empresa tão grande foi em 1984, quando a telefônica AT&T foi culpada e teve que vender algumas subsidiárias.

Android pode ser principal alvo do DOJ

DOJ pode obrigar o Google a se desfazer do Android (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Android, sistema operacional do Google, pode ser o principal alvo do DOJ no desmantelamento da big tech. No julgamento de monopólio no mercado de buscador, a justiça americana apontou que o Google força as fabricantes de celulares a instalarem o Chrome e o aplicativo de buscador por padrão em suas interfaces.

No acordo da big tech com as fabricantes, a remoção do Chrome, app de busca e alguns outros aplicativos do Google é impossível — pelo menos usando os meios tradicionais. O juiz Amit Mehta usou esse caso entre as provas de monopólio da empresa no ramo de buscadores.

Sem a possibilidade de remover os apps, o Google tem vantagem sobre as concorrentes. Afinal, alguns usuários podem não ver a necessidade de dois apps de navegadores e de buscadores no smartphone.

A Bloomberg buscou o contato do DOJ e do Google, que se negaram a comentar sobre o caso.

Medida mais suave seria compartilhar dados

Solução mais “tranquila” para o Google pode envolver licenciar dados de busca para concorrentes (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outra possibilidade, segundo fontes do jornal, é que o DOJ obrigue o Google a aumentar a transparência dos seus serviços, compartilhando ou licenciando dados adquiridos pelo sistema de busca. Na investigação do caso, foi revelado que a big tech captura 16 vezes mais dados que o seu rival mais próximo com o app de busca.

Nos contratos do Google com empresas, esses dados extras são restritos às concorrentes. Ou seja, o Bing e DuckDuckGo, principais alternativas ao Google, não tem acesso as mesmas ferramentas da rival para fornecer resultados mais precisos (ou adquirir mais informações privadas do usuário, mas isso é outra conversa).

Outra solução que pode entrar no pedido do DOJ, segundo apurou a Bloomberg, é permitir que sites proíbam o Google de usar seus conteúdos para treinar o Gemini sem os remover do resultado da busca. No momento, a big tech também não permite que os sites escolham sair do AI Overview, resultado de busca feito por IA, e continuem listados nas buscas.

Lembrando, essa julgamento não tem relação com a investigação de monopólio no mercado de anúncios — ainda que o domínio do Google nesse mercado tenha uma forte ligação com seu buscador.

Com informações: Bloomberg, The Verge e Android Headlines
Google pode ser obrigado a vender o Android em caso de monopólio

Google pode ser obrigado a vender o Android em caso de monopólio
Fonte: Tecnoblog

Microsoft testa Menu Iniciar no Windows 11 que agrupa apps em caixas

Microsoft testa Menu Iniciar no Windows 11 que agrupa apps em caixas

Apps agrupados no Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

A busca da Microsoft pelo Menu Iniciar perfeito parece não ter fim. Recentemente, a companhia começou a testar um Menu Iniciar no Windows 11 que agrupa os aplicativos dentro de caixas ou pastas, de modo semelhante ao que podemos fazer no Android e no iOS.

Aparentemente, o próprio sistema operacional classifica os softwares em pastas, cada uma delas representando uma categoria. Uma pode abrigar ferramentas de edição de imagem, por exemplo. Outra pode reunir jogos. Uma terceira pode concentrar softwares de mensagens instantâneas. E assim por diante.

É o que aponta o Windows Latest. Nas capturas de tela divulgadas pelo veículo, é possível notar que esse novo Menu Iniciar exibe quatro aplicativos por categoria.

Seis categorias ficam visíveis em primeiro plano, com as demais aparecendo com rolagem de tela. Mas é possível que esse número varie de acordo com a resolução do sistema operacional.

Também é possível notar que cada categoria pode exibir um subconjunto de ícones em miniatura. Essa abordagem sinaliza que a categoria reúne mais quatro aplicativos ali.

Isso significa que, quando o usuário clicar nesse ponto da caixa, mais quatro softwares irão aparecer. Contudo, essa expansão não estava funcionando na instalação testada pelo Windows Latest (falhas assim são normais em softwares beta).

Subgrupo no Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

Uma releitura dos Live Tiles?

O teste é interessante porque essa abordagem não é exatamente nova para a Microsoft. O experimento lembra o recurso Live Tiles, os blocos animados que caracterizavam o Menu Iniciar do Windows 8, ainda que vagamente.

Os blocos de Live Tiles não eram organizados em caixas, mas era possível ajustar o tamanho de cada um deles de modo a formar grupos de aplicativos ou de widgets. Quem usa o Windows 10 ainda consegue fazer esse tipo de configuração.

Quando chega para todo mundo?

Talvez junto com o Windows 11 24H2, atualização a ser liberado até o fim do ano. Mas não está claro. Por ora, as caixas de aplicativos no Menu Iniciar fazem parte apenas de um teste beta disponível para participantes do programa Windows Insider. Dependendo do resultado desse experimento, pode acontecer até de a Microsoft desistir da ideia.

O fato é que a companhia parece mesmo determinada a melhorar o aproveitamento de espaço no Menu Iniciar do Windows 11. Ou de pelo menos fazer o recurso entregar uma experiência aprimorada ao usuário.

Esse objetivo envolve até um teste que expande o Menu Iniciar com uma coluna adicional na lateral, recurso que pode ser útil para quem usa o Windows 11 em uma tela grande.
Microsoft testa Menu Iniciar no Windows 11 que agrupa apps em caixas

Microsoft testa Menu Iniciar no Windows 11 que agrupa apps em caixas
Fonte: Tecnoblog