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Bluesky vai permitir que usuários escolham se IAs podem acessar suas publicações

Bluesky vai permitir que usuários escolham se IAs podem acessar suas publicações

CEO do Bluesky revelou que plataforma quer ferramenta que dê aos usuários a escolhe de fornecer conteúdo para IAs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Bluesky permitirá que usuários controlem o acesso de IAs às suas publicações.
A solução utiliza scripts para bloquear crawlers de IA, que geralmente são respeitados por buscadores.
A proposta da rede social está disponível no GitHub.

O Bluesky promete em breve liberar a opção para que os usuários escolham se IAs podem utilizar suas publicações para treinamento. A declaração foi feita por Jay Graber, CEO do microblogging, durante uma palestra no SXSW. O Bluesky não desenvolve nenhuma IA generativa — o problema são as empresas que usam publicações da rede social para treinar seus LLMs.

Como deve funcionar o sistema “anti IA” do Bluesky?

Uma das ideias é que a opção de impedir que IAs usem o conteúdo publicado pelos usuários seja similar ao bloqueio usado em sites de notícias. Segundo a CEO do Bluesky, os scripts que impedem os crawlers das IAs costumam ser respeitado pela maioria dos buscadores — ainda que a Perplexity seja ótima em violar esses bloqueios.

X, ao contrário do Bluesky, possui IA que usa conteúdos dos usuários no seu treinamento — e não há opção de negar isso (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Assim, Graber explica que essa pode ser a base para a solução que o Bluesky quer implementar. Sendo uma rede social de código aberta e descentralizada, é possível acessar a proposta da plataforma no Github.

No ano passado, foi revelado que um milhão de publicações do Bluesky estavam em um banco de dados no Hugging Face, uma espécie de plataforma Git para desenvolvimento de machine learning. Com essa proposta do Bluesky, usuários que são contra o uso de suas publicações para treinamentos de IAs poderão evitar que isso se repita.

Bluesky trouxe mais novidades para a plataforma nesta semana

Lista de novidades da nova atualização do Bluesky (imagem: divulgação)

No início dessa semana, a rede social também publicou o update 1.99. A novidade agora permite que usuários publiquem vídeos de até três minutos, aba separada para DMs de usuários desconhecidos, um novo atalho para silenciar contas e três novas traduções — lembrando que há meses a rede social já conta com tradução em português.

O Bluesky liberou o upload de vídeos em setembro do ano passado. Como não possui grandes investimentos, a chegada de novos recursos é feita de forma gradual. Por exemplo, a plataforma não permite o upload de GIFs a partir do dispositivo do usuário, mas há integração com o Tenor para publicar GIFs desta plataforma.

Com informações de TechCrunch e Android Headlines
Bluesky vai permitir que usuários escolham se IAs podem acessar suas publicações

Bluesky vai permitir que usuários escolham se IAs podem acessar suas publicações
Fonte: Tecnoblog

O que é Big Data? Saiba como o conceito surgiu, para que serve e exemplos de uso

O que é Big Data? Saiba como o conceito surgiu, para que serve e exemplos de uso

Entenda o que é Big Data, seu conceito e aplicações no dia a dia (Arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O conceito de Big Data se refere a grandes e complexos conjuntos de dados, que exigem ferramentas e técnicas avançadas para captura, armazenamento e análise. Suas principais características são o alto volume, velocidade e variedade de informações.

Um dos fundamentos do Big Data é extrair informações valiosas que contribuem com a tomada de decisões de empresas em diferentes setores. Assim, os dados podem ser usados para otimizar serviços, personalizar experiências e impulsionar inovações em áreas diversas.

O Big Data pode ser usado para analisar informações de saúde de um paciente em uma consulta médica, por exemplo. Já em serviços online, como e-commerce e plataformas de streaming, os dados são usados para personalizar a recomendação de produtos ou atrações.

A seguir, conheça mais detalhes sobre o Big Data, seu funcionamento e vantagens.

ÍndiceO que é Big Data?Como surgiu o conceito de Big Data?Para que serve o conceito de Big Data?Quais são os exemplos de uso do Big Data?Como o Big Data funciona?Quais são os 5 Vs do Big Data?Quais são as soluções de Big Data existentes?Quais são as vantagens do Big Data?Quais são as desvantagens do Big Data?Qual é a diferença entre Big Data e Ciência de Dados?Qual é a diferença entre Inteligência Artificial e Big Data?Qual é a diferença entre Machine Learning e Big Data?

O que é Big Data?

Big Data é o termo usado para conjuntos de dados extremamente grandes e complexos, que não podem ser administrados por ferramentas tradicionais de gerenciamento de dados. O alto volume de dados, coletados em diferentes fontes, permite obter informações valiosas ao serem analisados, gerando insights, descobrindo padrões e auxiliando na tomada de decisões.

Como surgiu o conceito de Big Data?

O conceito de “Big Data” começou a ser usado no início dos anos 1990, coincidindo com a expansão da internet e o rápido aumento de dados gerados. No entanto, a origem em si começou entre as décadas de 1960 e 1970, com o surgimento dos primeiros data centers e o desenvolvimento do banco de dados relacional.

Embora a origem exata do termo seja incerta, duas pessoas contribuíram para a popularização: o cientista da computação John R. Mashey, na década de 1990, e o diretor de pesquisa de mercado Roger Magoulas, no início dos anos 2000.

Ambos usaram o termo para se referir a grandes conjuntos de dados que não podiam ser gerenciados e processados com as ferramentas padrões. Era necessário o uso de softwares avançados para extrair informações relevantes para análise, sendo transformadas em insights ou relatórios de desempenho.

Para que serve o conceito de Big Data?

O conceito de Big Data permite que empresas de áreas diversas analisem grandes volumes de dados para obter informações detalhadas sobre suas operações e mercados. Isso possibilita a extração de insights valiosos, que auxiliam na tomada de decisões estratégicas e assertivas.

Além disso, o Big Data contribui com a automação de processos por meio de sistemas de Inteligência Artificial. Por exemplo, a personalização de recomendações de produtos com base no histórico de compras dos clientes de uma loja virtual.

Quais são os exemplos de uso do Big Data?

Há diferentes exemplos de uso do Big Data em setores diversos:

Marketing: criação de recomendações personalizadas com base no comportamento e hábitos de consumo dos clientes;

Transporte: análise de trânsito em tempo real para otimizar rotas;

Indústria: manutenção preditiva para identificar e prevenir falhas em equipamentos. Otimização de processos e recursos de produção;

Saúde: análise de históricos clínicos e exames para identificação de doenças e previsão de tratamentos. Previsão de epidemias de doenças e planos de controle;

Segurança cibernética: detecção de vulnerabilidades e ameaças cibernéticas. Monitoramento de atividades suspeitas em tempo real;

Governo e administração pública: unificação de cadastros e rastreamento de informações entre diferentes órgãos. Otimização de serviços públicos.

Como o Big Data funciona?

O funcionamento do Big Data é dividido em três etapas principais. São elas:

Integração: coleta de amplos volumes de dados brutos de fontes variadas (redes sociais, sensores, transações) em escala de terabytes ou petabytes. A formatação desses dados é essencial para o processo de análise;

Gerenciamento: armazenamento seguro e escalável dos dados em nuvem, local ou híbrido, usando tecnologias como bancos de dados NoSQL, para processamento em tempo real;

Análise: exploração dos dados com técnicas como mineração de dados e Machine Learning, gerando relatórios de desempenho ou insights valiosos para decisões estratégicas, apresentados em tabelas, gráficos e painéis.

O funcionamento do Big Data é dividido em três etapas (Arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os 5 Vs do Big Data?

O Big Data apresenta características essenciais conhecidas como os “5 Vs”, representando os desafios de trabalhar com grande volume de dados. São elas:

Volume: a enorme quantidade de dados gerados por diversas fontes para gestão e análise;

Velocidade: a rapidez com que os dados são recebidos, armazenados e gerenciados; 

Variedade: a diversidade de dados, incluindo dados estruturados, semiestruturados e não-estruturados (dados brutos);

Veracidade: a qualidade e confiabilidade dos dados e ativos de informações, essenciais para decisões precisas e processos de validação;

Valor: a capacidade de extrair insights valiosos dos dados para melhorar as operações e tomar decisões estratégicas.

Além dos 5 Vs citados, existe um sexto V: a Variabilidade. Esse quesito se refere a inconsistência nos dados, que pode dificultar a análise das informações.

Quais são as soluções de Big Data existentes?

O Big Data já é aplicado em diferentes áreas do nosso dia a dia. Por exemplo:

Varejo e comércio eletrônico: previsão de demanda e personalização de ofertas por meio de análise de dados de clientes. Otimização de estoques e logística com base em tendências de consumo;

Assistência médica: análise de dados clínicos para diagnóstico precoce e tratamentos personalizados. Gestão eficiente de recursos hospitalares e otimização de fluxos de trabalho;

Serviços financeiros: detecção de fraudes e análise de risco por meio da identificação de padrões em grandes volumes de transações. Personalização de serviços financeiros e análise de comportamento do cliente;

Indústria: manutenção preventiva de equipamentos por meio de análise de dados de sensores e máquinas. Otimização de processos produtivos e controle de qualidade em tempo real;

Serviços públicos e governamentais: criação de bancos de dados unificados para análise de políticas públicas e tomada de decisões. Aumento da transparência e eficiência ao disponibilizar os dados públicos para os cidadãos.

Sistemas de recomendações de serviços de streaming são baseados em Big Data (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Big Data?

O Big Data traz importantes benefícios para as empresas que buscam otimizar processos e tomar decisões estratégicas. Por exemplo:

Decisões mais assertivas: análise profunda de dados para identificar tendências e padrões, permitindo previsões e decisões estratégicas embasadas;

Otimização de processos: identificação de padrões e anomalias em dados de diversos setores, otimizando manutenção, gestão de recursos e desempenho;

Desenvolvimento de produtos direcionado: compreensão das necessidades dos clientes por meio de insights, direcionando o desenvolvimento e atualização de produtos;

Experiências personalizadas para clientes: criação de perfis detalhados de clientes para ações personalizadas, como recomendações e campanhas de marketing direcionadas;

Impacto social positivo: identificação e solução de problemas, como combate à pobreza e controle de doenças, por meio da análise de dados relevantes.

Quais são as desvantagens do Big Data?

Embora tenha grande potencial, o Big Data também apresenta certas desvantagens. As principais são:

Infraestrutura complexa: requer sistemas de processamento e armazenamento de dados robustos e específicos;

Gestão de qualidade dos dados: coletar e manter grandes volumes de dados de diversas fontes é um desafio, afetando a precisão das análises;

Custos de escalabilidade: o aumento do volume de dados exige investimentos contínuos em infraestrutura local ou na nuvem;

Risco de privacidade e segurança: a proteção de dados sensíveis exige medidas de segurança rigorosas, como criptografia e controle de acesso;

Dificuldade de integração: unificar dados de fontes variadas pode ser tecnicamente complexo;

Escassez de profissionais qualificados: há falta de especialistas em ciência de dados, engenharia de dados e análise de dados no mercado.

Inteligência artificial e Big Data atuam em conjunto em diversas ocasiões (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Big Data e Ciência de Dados?

Big Data é um conjunto de dados extremamente grande e complexo, exigindo ferramentas especiais de processamento. Seu foco é na coleta, armazenamento e gerenciamento dos dados massivos com objetivo de torná-los acessíveis e utilizáveis para análise.

Ciência de Dados é uma área da tecnologia que usa métodos científicos, algoritmos e sistemas para extrair conhecimento, informações e insights de dados (incluindo o Big Data). Para isso, são usadas técnicas de estatística, Machine Learning, mineração e análise de dados.

Qual é a diferença entre Inteligência Artificial e Big Data?

Inteligência Artificial é um campo da tecnologia que atua na criação de máquinas capazes de fazer tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. O funcionamento da Inteligência Artificial depende de grandes volumes de dados para treinar algoritmos, permitindo que eles aprendam padrões e tomem decisões baseadas em dados.

Big Data é uma área da tecnologia com foco em organizar, gerenciar e processar grandes volumes de dados. Além de auxiliar no treinamento de IA, sistemas e algoritmos são usados para otimizar a leitura, categorização e interpretação de informações complexas.

Qual é a diferença entre Machine Learning e Big Data?

Machine Learning é um subcampo da IA que desenvolve algoritmos capazes de aprender e tomar decisões sem programação explícita. Os algoritmos são treinados com grandes volumes de dados para identificar padrões e fazer previsões, permitindo que as máquinas façam tarefas de forma autônoma.

Big Data são conjuntos de dados amplos e complexos, que não podem ser processados por métodos tradicionais. Ele pode tanto preparar os dados para treinar e aumentar a precisão de algoritmos de Machine Learning quanto usar a ferramenta de IA para auxiliar na análise do grande volume de informações.
O que é Big Data? Saiba como o conceito surgiu, para que serve e exemplos de uso

O que é Big Data? Saiba como o conceito surgiu, para que serve e exemplos de uso
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 FE: Samsung prepara chegada de novos tablets ao Brasil

Galaxy Tab S10 FE: Samsung prepara chegada de novos tablets ao Brasil

Linha Galaxy Tab S10 FE trará os sucessores do Galaxy Tab S9 FE+ (foto) e Galaxy Tab S9 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Anatel homologou o Galaxy Tab S10 FE, que será lançado em versões 5G e Wi-Fi.
O tablet deve trazer o processador Exynos 1580, com opções de 8 GB ou 12 GB de RAM.
A capa-protetora com teclado deverá ser compatível com o Galaxy Tab S9.

O Galaxy Tab S10 FE foi homologado pela Anatel e seu lançamento deve ocorrer em breve. A Anatel certificou os modelos 5G e Wi-Fi do próximo tablet semi-premium da Samsung. O tablet já recebeu a homologação em outros países, o que sugere que a fabricante está se preparando para anunciar oficialmente o novo modelo — que deve ser lançado com o Galaxy Tab S10 FE+, ainda não certificado no Brasil.

Os documentos de conformidade técnica e a homologação da Anatel trazem mais detalhes do produto. A capa protetora com teclado vendida com o Galaxy Tab S10 FE é a mesma vendida no Galaxy Tab S9. O carregador tem 15 W de potência — vai ser uma lerdeza carregar toda a bateria de 8.000 mAh com ele.

Documento de certificação do Galaxy Tab S10 FE na Anatel (imagem: reprodução)

Quais as possíveis especificações do Galaxy Tab S10 FE

Segundo rumores e um suposto benchmark do Galaxy Tab S10 FE, o tablet será equipado com um Exynos 1580, o mesmo que é usado no Galaxy A56 lançado recentemente na Ásia e Europa. O tablet deve contar ainda com opções de 8 GB e 12 GB de memória RAM, além de 128 GB ou 256 GB de armazenamento.

Processador Exyno 1580 equipará tanto Galaxy Tab S10 FE quanto Tab S10 FE+ (imagem: reprodução/Samsung)

A tela deve medir 10,9 polegadas, com resolução de 2.304 x 1.440 pixels. O display deve seguir usando painel LCD. A câmera na traseira pode contar com 13 MP, enquanto a lente para selfies e videochamadas deve ser de 12 MP.

O documento de homologação confirma que o Galaxy Tab S10 FE terá suporte para Wi-Fi 6E. Ainda falta para a Samsung receber a certificação do modelo Wi-Fi, sem suporte para conexão celular. Isso deve ocorrer nos próximos dias — pouco provável que ela lance no Brasil apenas o modelo com 5G, que é mais caro.

O Galaxy Tab S10 FE+ também deve ser lançando em breve. Entretanto, este modelo segue fora da lista de dispositivos certificados pela Anatel.

Veja nosso hands-on com o Galaxy Tab S9 Ultra

Com informações de SamMobile
Galaxy Tab S10 FE: Samsung prepara chegada de novos tablets ao Brasil

Galaxy Tab S10 FE: Samsung prepara chegada de novos tablets ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Lenovo reforça pré-venda do Legion Go S no Brasil com descontos em mais produtos

Lenovo reforça pré-venda do Legion Go S no Brasil com descontos em mais produtos


Atualização (12/03/2025) – RS
O console portátil Legion Go S da Lenovo está em pré-venda no Brasil há algum tempo, como você deve saber. Pois bem, a companhia reforçou a chegada do modelo no país, fornecendo detalhes sobre o preço inicial do produto e a previsão de quando suas entregas devem começar no país.

Em geral, o modelo vem com o chip AMD Ryzen Z2 Go, 32GB de memória RAM LPDDR5 de 6400 MHz e armazenamento com capacidade de 1TB. Além disso, ele traz uma tela de 8 polegada com proporção 16:10 e tecnologia PureSight. A marca afirma que o seu painel é 37% maior do que o de outros aparelhos da categoria, proporcionando maior imersão.Clique aqui para ler mais

Lenovo reforça pré-venda do Legion Go S no Brasil com descontos em mais produtos
Fonte: Tudocelular

One UI 7.0: Always On Display recebe integração ao placar de esportes do Google

One UI 7.0: Always On Display recebe integração ao placar de esportes do Google

A Samsung já lançou a One UI 7.0 com alguns celulares, mas ela ainda continua liberando novidades para o seu sistema. Desta vez, o aplicativo Always On Display recebeu uma atualização que permite a integração com o placar de esportes do Google para que você acompanhe os jogos do seu time favorito sem ligar a tela do celular.Segundo o portal SammyGuru, a nova versão do Always On Display é a 8.8.25.5 e traz design aprimorado para exibição de placares de esportes do Google quando a tela do celular estiver desligada com atualizações em tempo real.

Outra novidade é o menu de configurações para selecionar quais times você deseja acompanhar com o placar ao vivo, opção que estava “escondida” dentro do aplicativo do Google.Clique aqui para ler mais

One UI 7.0: Always On Display recebe integração ao placar de esportes do Google
Fonte: Tudocelular

AMD lança linha EPYC Embedded 9005 com até 192 núcleos e suporte prolongado

AMD lança linha EPYC Embedded 9005 com até 192 núcleos e suporte prolongado

A AMD apresentou nesta terça-feira (11) a família EPYC Embedded 9005, novos processadores da marca baseados nas arquiteturas Zen 5 e Zen 5c preparados para sistemas embarcados. Mirando em atender usos industriais, infraestrutura de rede e armazenamento, as novidades têm como diferencial o suporte prolongado, além de ferramentas pensadas para garantir a resiliência das máquinas a imprevistos e maior segurança dos dados.As especificações dos novos EPYC Embedded 9005 são basicamente as mesmas dos EPYC 9005 convencionais, oferecendo em um único soquete até 192 núcleos de processamento. A linha conta com 17 modelos diferentes, escalonados de 8 a 192 núcleos, além de mesclar núcleos Zen 5 convencionais, mais orientados ao alto desempenho, e Zen 5c, pensados para oferecer maior densidade, atendendo a necessidades variadas.

Os clocks atingem os 4,5 GHz, dependendo do modelo de processador, e há até 160 pistas PCIe 5.0 para garantir ampla expansão, incluindo a possibilidade de utilizar o protocolo CXL 2.0, pelo qual é possível utilizar a interface PCIe para adicionar mais memória RAM ou armazenamento.Clique aqui para ler mais

AMD lança linha EPYC Embedded 9005 com até 192 núcleos e suporte prolongado
Fonte: Tudocelular

Galaxy Tab S10 FE é listado no Geekbench com CPUs 32% mais poderosas

Galaxy Tab S10 FE é listado no Geekbench com CPUs 32% mais poderosas


Atualização (12/03/2025) – EB
O Galaxy TAb S10 FE já foi listado em algumas certificações e hoje ele surgiu novamente. Desta vez, o tablet foi mencionado no teste de benchmark Geekbench com o modelo SM-X520 com o chipset S5E8855, o mesmo do Galaxy A56, ou seja, o Exynos 1580.O destaque da vez é o grande ganho de desempenho no Galaxy Tab S10 FE, que foi 32% mais poderoso que o Galaxy Tab S9 FE graças ao seu novo chip alinhado com 8 GB de RAM, marcando 1.349 pontos em núcleo único e 3.882 em multi-core.Clique aqui para ler mais

Galaxy Tab S10 FE é listado no Geekbench com CPUs 32% mais poderosas
Fonte: Tudocelular

GTA 6: varejista vaza novo preço e valor é ainda pior que o esperado

GTA 6: varejista vaza novo preço e valor é ainda pior que o esperado


Atualização (12/03/2025) – YB
Recentemente, falamos sobre como GTA 6, o mais novo título de peso da Rockstar Games pode revolucionar o mercado de jogos, mas de uma forma não muito agradável para o consumidor médio, que por sua teria que pagar US$ 100 pelo jogo. Infelizmente, esse valor, que já era ruim, pode ser ainda maior de acordo com um novo vazamento que surgiu.

Segundo um varejista suíço importante, o jogo da Rockstar, que deve chegar ainda este ano, apareceu custando cerca de US$ 99 francos suíços. Convertidos para o dólar americano, esses 99 se tornam US$ 112, sendo US$ 12 mais caro que o possível preço.Clique aqui para ler mais

GTA 6: varejista vaza novo preço e valor é ainda pior que o esperado
Fonte: Tudocelular

Baratinho do dia: Moto G15 (256 GB) tem bateria de 5.200 mAh e RAM Boost

Baratinho do dia: Moto G15 (256 GB) tem bateria de 5.200 mAh e RAM Boost

Moto G15 tem bateria de 5.200 mAh (foto: Motorola)

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Precisando comprar um celular barato, mas que dê conta do que você precisa? O Moto G15 (256 GB) pode ser uma ótima opção, especialmente em ofertas históricas como a de hoje, na qual o celular da Motorola sai por apenas R$ 938 à vista. Para chegar nesse desconto, basta aplicar o cupom APROVEITA100 no Mercado Livre e pagar no Pix. É o menor preço desde o lançamento segundo Buscapé.

Motorola Moto G15 (256 GB) por R$ 938 à vista no Pix com o cupom APROVEITA100

Moto G15 tem RAM expansível até 12 GB e bateria de 5.200 mAh

Apesar da RAM inicial do Moto G15 ser de apenas 4 GB, o celular é compatível com a função RAM Boost da Motorola, que aproveita menos de 3 GB do armazenamento interno como RAM Virtual. Assim, o desempenho do celular é melhorado e os 256 GB são otimizados, já que dificilmente você vai precisar ocupar todo esse espaço em um smartphone básico.

Além disso, o Moto G15 tem bateria de 5.200 mAh, o que deve garantir até 40 horas de autonomia para uso geral, segundo divulgado pela fabricante. Ele ainda tem tem câmera dupla com sensor principal de 50 MP e ultrawide de 5 MP. E tela grande de 6,7″ com resolução Full HD+ e brilho forte de até 1.000 nits, garantindo uma visualização confortável mesmo em ambientes mais iluminados.

Por fim, o Moto G15 tem proteção IP52 contra água e poeira e suporte a NFC. Porém, é bom saber que ele não é compatível com internet 5G (só 4G) e só deve receber uma atualização do sistema operacional Android.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Baratinho do dia: Moto G15 (256 GB) tem bateria de 5.200 mAh e RAM Boost

Baratinho do dia: Moto G15 (256 GB) tem bateria de 5.200 mAh e RAM Boost
Fonte: Tecnoblog

Desenvolvedor pode pegar 10 anos de prisão por sabotar empresa que o demitiu

Desenvolvedor pode pegar 10 anos de prisão por sabotar empresa que o demitiu

Desenvolvedor pode pegar 10 anos de prisão por sabotar empresa que o demitiu (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos anunciou que um desenvolvedor de 55 anos foi considerado culpado de implementar códigos maliciosos que prejudicaram os sistemas de uma empresa antes e após ele ter sido demitido de lá. Davis Lu pode pegar até dez anos de prisão.

A empresa em questão é a Eaton, que trabalha com gestão de energia. A companhia contratou Davis Lu em 2007. Ele trabalhou normalmente por lá nos anos seguintes, tendo inclusive ganhado um cargo de desenvolvedor sênior de software em 2017.

Mas as coisas começaram a ficaram estranhas em 2018, quando a Eaton reduziu as responsabilidades de Lu e limitou o acesso do desenvolvedor aos seus sistemas. Essa mudança fez parte de uma realinhamento interno que envolveu toda a empresa, segundo o processo.

Aparentemente, Davis Lu não ficou satisfeito com isso e, talvez se sentindo menosprezado, começou a executar uma série de ações de retaliação, explica o DoJ.

Uma dessas ações consistiu na implementação de códigos maliciosos na rede interna da companhia que excluíam arquivos de perfis de outros funcionários. Com isso, eles não conseguiam fazer login nos sistemas.

Esses códigos receberam nomes como Hakai (“destruição” em japonês) e HunShui (“letargia” em chinês), o que sugere que o objetivo do desenvolvedor com essas ações era o de prejudicar a produtividade da companhia.

Mas a ação mais danosa ainda estava por vir. O DoJ dá a entender que Lu sabia que seria demitido e, por isso, desenvolveu um código malicioso que foi ativado automaticamente na rede da Eaton no dia de sua demissão, em 2019.

O tal código consistia em um “kill switch”, isto é, um mecanismo que desativou uma série de componentes da rede, prejudicando severamente o funcionamento dos sistemas, em parte por ter tido o efeito de bloquear o acesso de funcionários da companhia.

Ao investigar o problema, a Eaton teria então percebido que o código que causava os transtornos vinha de um computador que usava uma conta de usuário de Davis Lu.

Davis Lu foi acusado de implementar um “kill switch” (imagem ilustrativa: Flickr/Visual Content)

Uma investigação mais detalhada indicou ainda que Lu fez pesquisas na internet à procura de métodos para aumentar seus privilégios no sistema, ocultar processos e excluir arquivos rapidamente, e que isso também sinaliza a sua intenção de causar danos à empresa onde trabalhava.

Esse ponto é curioso, pois quem age com tanta engenhosidade para prejudicar uma empresa tende a ser cuidadoso para não deixar “pistas”, o que parece não ter sido o caso de Davis Lu.

Se o desenvolvedor realmente agiu de modo malicioso, talvez ele quisesse ser descoberto para satisfazer um desejo de vingança. Outro sinal disso é que o código do “kill switch” tinha o nome de “IsDLEnabledinAD”, que aparentemente significa “Davis Lu está habilitado no Active Directory”.

O que vai acontecer com o desenvolvedor?

De acordo com um comunicado publicado pelo DoJ na última sexta-feira (07/03), um júri considerou Davis Lu culpado de “causar danos intencionais a computadores protegidos”.

A sentença ainda não foi definida, mas sabe-se que o desenvolvedor pode pegar até dez anos de prisão. Ainda é possível recorrer. É isso que Ian Friedman, advogado de Lu, promete fazer: “Davis e seus apoiadores acreditam em sua inocência e este assunto será revisado no nível de apelação”, comentou.

Com informações de Ars Technica e Cleveland
Desenvolvedor pode pegar 10 anos de prisão por sabotar empresa que o demitiu

Desenvolvedor pode pegar 10 anos de prisão por sabotar empresa que o demitiu
Fonte: Tecnoblog