Blog

Fim da linha: Nothing Phone (1) não receberá atualização com Android 16

Fim da linha: Nothing Phone (1) não receberá atualização com Android 16

Parece que chegou o fim da linha para o Nothing Phone (1) em relação aos updates de software mais importantes do sistema. Isso porque, o dispositivo não é elegível para o Android 16, nova versão que deve ser lançada no próximo mês pelo Google. Ainda assim, o celular seguirá recebendo atualizações de segurança.

A novidade foi revelada pela própria companhia, que publicou sobre o assunto e confirmou que o seu modelo de primeira geração não terá suporte para a próxima versão do Android, mas ainda terá pacotes de segurança. Mesmo assim, isso não chega a ser uma grande surpresa por parte da marca.Para quem não lembra, o Nothing Phone (1) foi originalmente lançado em 2022 com Android 12 e a promessa de receber três grandes atualizações de software. Dito isso, ele atualmente já está com o Android 15 rodando, então, a companhia acabou cumprindo a promessa de aplicar as versões de sistema prometidas em seu primeiro dispositivo.O Nothing Phone (1) ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Fim da linha: Nothing Phone (1) não receberá atualização com Android 16
Fonte: Tudocelular

Telefone do Google terá função que permite deletar chamadas transcritas

Telefone do Google terá função que permite deletar chamadas transcritas

O aplicativo Telefone do Google tem atualmente a função de gravar ligações disponível, bem como o recurso que permite transcrever e resumir o conteúdo das chamadas. Dito isso, outra novidade que deve chegar para a aplicação é a possibilidade de limpar todas as “notas” geradas por meio da função.

Segundo o portal Android Authority, foram encontradas linhas de código na versão 176.0.760284033-publicbeta-pixel2024 do app, indicando que a novidade pode chegar no futuro. Dessa forma, o usuário pode configurar a plataforma para deletar as chamadas Call Notes (Notas de chamadas) após diferentes períodos.Como é possível notar pelas capturas de tela, a funcionalidade vem desativada por padrão. Nesse sentido, será possível manter dessa forma ou configurar o aplicativo para deletar o conteúdo gerado após 7, 14 ou 30 dias. Em seguida, o app exibirá uma mensagem de confirmação, avisando que as notas serão deletadas após certo período desde a sua criação.Clique aqui para ler mais

Telefone do Google terá função que permite deletar chamadas transcritas
Fonte: Tudocelular

De volta ao jogo: fundador do Digg quer comprar e salvar o Pocket

De volta ao jogo: fundador do Digg quer comprar e salvar o Pocket

Digg pode incorporar o Pocket (imagem: divulgação)

Resumo

Kevin Rose, fundador do Digg, manifestou interesse em comprar o Pocket após o anúncio de encerramento pela Mozilla.
A Mozilla justificou o fim do Pocket citando mudanças no uso da web e foco em novas áreas.
Rose e Alexis Ohanian, cofundador do Reddit, querem revitalizar o Digg, e o Pocket pode ser uma aquisição estratégica.

O Pocket, da Mozilla, ganhou uma esperança de salvação logo após a empresa anunciar seu encerramento para julho. Nesta quinta-feira (22/05), Kevin Rose, fundador do agregador de links Digg, manifestou em uma publicação no X/Twitter o interesse em adquirir a plataforma.

A Mozilla justificou o fim do Pocket afirmando que a forma como as pessoas usam a web evoluiu e que a organização precisa focar em novas áreas de desenvolvimento. Em resposta, Rose publicou no X/Twitter, marcando a Mozilla e o Pocket: “Nós amamos o Pocket no Digg, ficaríamos felizes em assumi-lo e continuar a apoiar seus usuários por muitos anos!”.

Uma parceria para o renascimento do Digg?

.@mozilla @Pocket — we love Pocket at @digg, happy to take it over and continue to support your users for years to come! cc: @peterrojas — Kevin Rose (@kevinrose) May 22, 2025

Para quem não acompanhou os primórdios da Web 2.0, o Digg foi um dos pioneiros e mais influentes agregadores de links da internet. Lançado originalmente em 2004 por Kevin Rose, o site permitia que os usuários enviassem links para notícias, artigos, vídeos e outros conteúdos da web.

A comunidade então “votava” nesses links (com um sistema de “digg up” ou “digg down”) e as histórias mais populares subiam para a página principal, ganhando enorme visibilidade.

Porém, com o tempo e a ascensão de outras plataformas como Reddit, Twitter e Facebook, o Digg perdeu grande parte de sua relevância e passou por diversas mudanças de propriedade e formato. Embora não tenha sido completamente encerrado, sua influência diminuiu drasticamente e já não é uma rede muito utilizada hoje em dia.

Kevin Rose e Alexis Ohanian compraram o Digg em março (imagem: divulgação)

Agora, o Digg está passando por uma tentativa de “segunda chance na vida”, com Rose, seu fundador original, unindo forças com Alexis Ohanian, cofundador do Reddit, para o que está sendo chamado de “novo Digg”.

Os dois pretendem revitalizar a marca e, possivelmente, adaptá-la ao cenário atual da internet. Segundo o TechCrunch, a potencial aquisição do Pocket se encaixaria nessa estratégia de reconstrução, trazendo uma base de usuários ativa e uma funcionalidade complementar ao que o Digg originalmente oferecia.

Com informações do TechCrunch
De volta ao jogo: fundador do Digg quer comprar e salvar o Pocket

De volta ao jogo: fundador do Digg quer comprar e salvar o Pocket
Fonte: Tecnoblog

Empresas mudam postura sobre direitos autorais e já faturam alto com YouTube

Empresas mudam postura sobre direitos autorais e já faturam alto com YouTube

Ferramenta permite que donos de direitos monetizem vídeos infratores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Empresas donas de direitos autorais embolsaram US$ 12 bilhões com a monetização de vídeos de terceiros no YouTube.
Content ID identifica automaticamente conteúdos protegidos e permite que donos dos direitos escolham bloquear, rastrear ou monetizar.
Recentemente, estúdios foram criticados por monetizar vídeos falsos gerados por IA, o que levou suspensão da monetização em canais.

Se o principal medo de criadores do YouTube já foi ter seus vídeos derrubados por direitos autorais, isso aos poucos está mudando. Isso porque, apesar de ser motivo de dor de cabeça para muitos, o sistema Content ID tornou-se uma verdadeira mina de ouro para empresas e artistas que detêm esses direitos.

A plataforma demonstrou num relatório recente que das 2,2 bilhões de reivindicações de direitos autorais feitas em 2024, 90% resultaram na monetização de conteúdo. Ou seja, em vez de bloquear ou remover os vídeos, os proprietários dos direitos optaram por veicular anúncios neles e receber uma parcela da receita gerada.

Empresas rendem bilhões “de tabela” com a ferramenta

O Content ID já rendeu mais de US$ 12 bilhões aos detentores de direitos desde a sua criação, apenas com anúncios em conteúdo reivindicado. O montante total pago pelo YouTube a criadores, artistas e empresas de mídia nos três anos anteriores a janeiro de 2024 ultrapassa os US$ 70 bilhões.

A ferramenta responde por 99,43% de todas as ações de direitos autorais na plataforma. Ele compara o conteúdo enviado pelos usuários com um vasto banco de dados de arquivos de referência fornecidos pelos proprietários de direitos.

Quando o Content ID identifica uma correspondência, o detentor do direito pode escolher entre três ações principais: bloquear o vídeo, rastrear suas estatísticas de visualização ou, a opção mais popular, monetizá-lo.

Apesar do número enorme de reivindicações, menos de 1% foi contestado — quando o criador do vídeo decide discordar da acusação de uso indevido. Parece pouco, mas isso representa cerca de 22 milhões de disputas. Dessas, 65% foram resolvidas a favor de quem publicou o vídeo.

Acesso ao Content ID é restrito

O acesso ao sistema Content ID não é para todos. O YouTube o restringe a alguns milhares de parceiros verificados — como grandes estúdios, gravadoras e sociedades de gestão de direitos — que demonstram necessidade e possuem vastos catálogos.

Para os demais criadores e detentores de direitos, o YouTube oferece um formulário online e a Copyright Match Tool.

YouTube foi contra empresas que monetizavam IA

Grandes estúdios de Hollywood foram pegos no flagra ganhando com vídeos de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar de estar se tornando uma fonte de receita fácil para donos de propriedade intelectual, o modelo foi alvo de polêmica nos últimos meses, quando estúdios de cinema foram pegos monetizando com vídeos falsos, feitos com IA, ao invés de derrubá-los.

Na ocasião, o Deadline expôs que estúdios como Warner Bros., Sony e Paramount reivindicaram receitas de anúncios de trailers publicados em canais como Screen Culture e KH Studio. Os vídeos contêm imagens falsas, geradas por IA, de grandes produções, como o próximo filme do Superman, Homem-Aranha e Gladiador II.

Após a investigação, o YouTube suspendeu a monetização dos canais, que seguem ativos na plataforma.

A atitude dos estúdios foi criticada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA), que trava uma luta recorrente pela normatização do uso de IA na indústria, pois “incentiva empresas de tecnologia e ganhos de curto prazo às custas do trabalho criativo humano”.

Com informações do YouTube e TorrentFreak
Empresas mudam postura sobre direitos autorais e já faturam alto com YouTube

Empresas mudam postura sobre direitos autorais e já faturam alto com YouTube
Fonte: Tecnoblog

Signal decide bloquear o polêmico Recall do Windows

Signal decide bloquear o polêmico Recall do Windows

Resumo

O mensageiro Signal criou recurso para impedir que o Recall do Windows 11 capture conteúdo do app por meio de proteção DRM.
Recall faz capturas frequentes da tela, gerando preocupações sobre privacidade e segurança dos dados.
Recurso do Signal pode ser desativado pelo usuário, com alerta sobre possíveis riscos de exposição das conversas.

Recurso do Signal sinaliza ao Windows que seu conteúdo é protegido por DRM (imagem: reprodução/Signal)

O mensageiro Signal, conhecido pelo grande foco em privacidade e segurança, anunciou um novo recurso chamado Screen Security (Segurança da Tela) para impedir que o controverso Recall, introduzido recentemente pela Microsoft no Windows 11, capture o conteúdo das conversas no aplicativo.

A medida é uma resposta direta às preocupações de que o Recall, mesmo após revisões que atrasaram em meses o seu lançamento, possa comprometer a privacidade dos usuários ao registrar continuamente as atividades na tela.

O que é o Windows Recall?

O Recall é uma ferramenta de inteligência artificial que a Microsoft começou a liberar para o Windows 11 neste ano, exclusivamente para PCs com selo Copilot+. Ele funciona tirando capturas de tela de tudo que o usuário faz no computador a cada poucos segundos, criando um índice para revisitar atividades passadas.

Tela do Recall no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

O projeto foi considerado controverso desde o seu anúncio, em 2024, pela possibilidade de se tornar um alvo para hackers e colocar dados sensíveis em risco, como conversas, informações financeiras e médicas.

Segundo o especialista em segurança digital Kevin Beaumont, mesmo após as revisões da Microsoft, o Recall ainda captura dados como detalhes de cartão de pagamento. Além disso, o acesso ao banco de dados criptografado é possível com um simples PIN ou impressão digital.

Como o Signal está burlando o Recall?

Diante da falta de ferramentas de desenvolvedor no Windows que permitam aos aplicativos excluir seu conteúdo do Recall, o Signal criou o recurso Screen Security (Segurança de Tela), que sinaliza para o Windows que o conteúdo do aplicativo é protegido por DRM (Digital Rights Management) — mesma proteção que faz com que screenshots de filmes e séries em streamings, como a Netflix, saiam apenas como uma tela preta.

O recurso virá ativado por padrão para todos os usuários do Windows. No entanto, a empresa reconhece que a proteção pode interferir no uso de outras tecnologias, como leitores de tela, ou impedir que o próprio usuário tire um print de suas conversas.

Por isso, haverá a possibilidade de desabilitá-lo. Nas opções do aplicativo, o usuário poderá encontrá-lo na seção de “Privacidade”. Em seguida, um pop-up aparece com um aviso destacando que desativá-lo permitirá ao Windows fazer capturas e “usá-las para recursos que podem não ser privados”.

Pop-up sugere que desabilitar recurso pode colocar mensagens em risco (imagem: reprodução/Signal)

“Não nos deram outra opção”

Em seu blog, o Signal não poupou críticas à Microsoft, afirmando que, embora tenham feito ajustes no Recall após o feedback negativo, a versão revisada ainda coloca e risco o conteúdo de aplicativos que prezam pela privacidade. “Microsoft simplesmente não nos deu outra opção”, declarou a empresa.

“Esperamos que as equipes de IA construindo sistemas como o Recall reflitam sobre essas implicações com mais cuidado no futuro. Aplicativos como o Signal não deveriam ter que implementar ‘um truque esquisito’ para manter a privacidade e a integridade de seus serviços sem ferramentas de desenvolvedor adequadas. Pessoas que se importam com privacidade também não deveriam ser forçadas a sacrificar a acessibilidade no altar das aspirações da IA.”

– Signal

No entanto, a empresa reforça que o recurso só é eficaz se todos os participantes de uma conversa que utilizam a versão do Signal para Windows mantiverem a configuração padrão ativada. Portanto, se um dos interlocutores desabilitar o recurso, suas interações naquela máquina poderão ser capturadas pelo Recall.

Com informações do Signal, Engadget e ArsTechnica
Signal decide bloquear o polêmico Recall do Windows

Signal decide bloquear o polêmico Recall do Windows
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi anuncia SoC para rivalizar com Apple e Qualcomm

Xiaomi anuncia SoC para rivalizar com Apple e Qualcomm

Xring O1 é o segundo processador feito pela Xiaomi, que lançou o intermediário Surge SG1 em 2017 (imagem: divulgação)

Resumo

A Xiaomi anunciou o SoC Xring O1 para rivalizar com o Qualcomm Snapdragon 8 Elite e o Apple A18 Pro.
O chip deve estrear no celular Xiaomi 15S Pro e no tablet Xiaomi Pad 7 Ultra.
A empresa também apresentou o Xring T1, processador para smartwatches com modem 4G integrado.

A Xiaomi anunciou nesta quinta-feira (22/05) o Xring O1, seu novo SoC desenvolvido em casa. O Xring O1 tem como meta rivalizar com o Qualcomm Snapdragon 8 Elite, principal processador mobile para Android da atualidade. O SoC da fabricante chinesa estreará no celular Xiaomi 15S Pro e no tablet Xiaomi Pad 7 Ultra — nenhum com previsão de chegar ao Brasil por enquanto.

O desenvolvimento do Xring O1 é uma estratégia da Xiaomi para diminuir a dependência de tecnologia ocidental. Ainda que a empresa não seja um alvo de sanções dos Estados Unidos (algo que aconteceu com a concorrente Huawei), ela se adianta a possíveis decisões do governo Trump na rivalidade entre EUA e China.

Quais as especificações do processador Xring O1 da Xiaomi?

O SoC Xring O1 da Xiaomi tem uma configuração de dez núcleos e é fabricado com litografia de 3 nm de segunda geração. Todos os cores do modelo são baseados na arquitetura Arm Cortex. O processador conta com dois Cortex-X925 de 3,9 GHz como núcleo topo de linha, responsáveis por realizar as tarefas de alto desempenho.

O Xring O1 possui também seis núcleos Cortex-A725, mas quatro deles com clock de 3,4 GHz e dois com 1,9 GHz. A configuração fica completa com dois Cortex-A520 de 1,8 GHz. A GPU do processador é a Immortalis-G925, da Arm, com 16 núcleos.

Os benchmarkings apresentados pela Xiaomi no evento de lançamento do Xring O1 mostram que o processador vai bater de frente com os rivais — Qualcomm Snapdragon 8 Elite, MediaTek Dimensity 9400 e Apple A18 Pro. Resta ver os testes independentes com o Xiaomi 15S Pro e Xiaomi Pad 7 Ultra.

O ponto forte do Xring O1, pelo que mostram os gráficos, será a sua eficiência energética. Somado às tecnologias de carregamento rápido, o novo SoC da Xiaomi pode melhorar a fama da bateria duradoura dos celulares da empresa.

A Xiaomi também anunciou o Xring T1, um processador para smartwatches. A fabricante não deu muitos detalhes sobre o chip, mas revelou que ele terá um modem 4G. Os próximos relógios inteligentes da marca devem contar com esse SoC.

Com informações do The Verge
Xiaomi anuncia SoC para rivalizar com Apple e Qualcomm

Xiaomi anuncia SoC para rivalizar com Apple e Qualcomm
Fonte: Tecnoblog

Trump anuncia nova taxa contra Apple para iPhones produzidos fora dos EUA

Trump anuncia nova taxa contra Apple para iPhones produzidos fora dos EUA


Atualização (23/05/2025) – EB
Após dizer que teve “um pequeno problema” com os planos da Apple fabricar celulares na Índia, Donald Trump revelou uma nova medida para evitar que iPhones sejam importados. Desta vez, o presidente dos EUA anunciou que aplicará uma tarifa adicional de 25% sobre qualquer celular fabricado fora dos Estados Unidos.A nova política foi anunciada na plataforma Truth Social do próprio Donald Trump, onde ele disse:Clique aqui para ler mais

Trump anuncia nova taxa contra Apple para iPhones produzidos fora dos EUA
Fonte: Tudocelular

Galaxy S25 Edge: pré-vendas podem estar abaixo da expectativa da Samsung

Galaxy S25 Edge: pré-vendas podem estar abaixo da expectativa da Samsung

Ainda no começo da semana passada (12), a Samsung apresentou o novo Galaxy S25 Edge para o mundo impondo uma forte expectativa para o modelo, afirmando que ele poderia acelerar a inovação da indústria. No entanto, pode ser que as coisas não estejam tão boas assim para o lado da sul-coreana.

Embora a empresa não tenha apresentado os dados oficiais de pré-venda do novo modelo, alguns sinais indicam que este período de vendas do smartphone não está indo tão bem assim; ao menos, em alguns mercados.

Inclusive, essa falta de dados oficiais pode ser considerada como um desses sinais.Clique aqui para ler mais

Galaxy S25 Edge: pré-vendas podem estar abaixo da expectativa da Samsung
Fonte: Tudocelular

Xiaomi XRING O1 decepciona por ser menos potente em benchmark do que o anunciado

Xiaomi XRING O1 decepciona por ser menos potente em benchmark do que o anunciado

O novo chip Xiaomi XRING O1 foi anunciado ontem com a mais poderosa plataforma própria criada para os celulares da marca chinesa. Entretanto, ele também decepcionou os usuários por não corresponder ao que foi anunciado, pois seus resultados ficaram 13% abaixo do anunciado em benchmarks.Os números foram revelados pelo influenciador chinês S.White. Ele testou o Xiaomi 15S Pro com XRING O1 no AnTuTu V10 e obteve apenas 2.613.424 pontos, muito abaixo dos 3 milhões prometidos pela Xiaomi no lançamento do chip.

Veja os resultados abaixo:Clique aqui para ler mais

Xiaomi XRING O1 decepciona por ser menos potente em benchmark do que o anunciado
Fonte: Tudocelular

Google Fotos receberá melhorias sutis no uso do recurso de backup

Google Fotos receberá melhorias sutis no uso do recurso de backup

O Google Fotos deve passar por aprimoramentos para que a experiência do uso de backup se torne melhor para o usuário. Segundo o Android Police, a novidade acompanha os esforços da companhia para o app, que também deve passar pela implementação de um novo design para se adequar ao Material 3 Expressive do Android 16.

Ao que tudo indica, algumas linhas de código da versão 7.03 do APK do app sugerem novas formas de melhorar o recurso de backup. Entretanto, parece que são mais dicas visuais para que o usuário entenda melhor sobre a funcionalidade, além de proporciona maior transparência sobre o modo de operar da função.Por exemplo, uma das novidades é que uma pequena mensagem aparece no canto superior esquerdo, avisando que o backup está desligado, quando o usuário o desabilita nas configurações. Quando o recurso é usado, o mesmo local exibe um aviso de que o procedimento de salvar as mídias foi concluído.Clique aqui para ler mais

Google Fotos receberá melhorias sutis no uso do recurso de backup
Fonte: Tudocelular