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95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

Usuários que cancelam assinatura costumam nunca mais voltar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

95% dos usuários não retornam após cancelar uma assinatura anual de aplicativo, segundo levantamento da plataforma RevenueCat.
O estudo analisou mais de 115 mil aplicativos e concluiu que a maioria das desistências ocorre logo no início.
De acordo com o levantamento, 55,4% dos usuários cancelam assinaturas de teste no primeiro dia e dificilmente retornam.

A maioria das pessoas que cancelam uma assinatura anual de um aplicativo não volta a assinar o serviço dentro de um ano, segundo o relatório global State of Subscription Apps 2026, da plataforma RevenueCat. E é maioria mesmo: estamos falando de 95% dos consumidores.

Na América Latina, o comportamento é praticamente igual ao da média global. A taxa de reativação de assinaturas anuais na região é de 4,9%. Mas quando se trata de assinaturas mensais, os usuários ainda parecem deixar uma janela maior para reconquista, com 19,8% dos ex-assinantes renovando o vínculo com o serviço dentro de um ano.

O levantamento analisou métricas de mais de 115 mil aplicativos, que juntos movimentam mais de US$ 16 bilhões (R$ 80,7 bilhões) em receita. A variação entre regiões é pequena, e mostra que as empresas estão perdendo a base de usuários pagantes muito rápido.

Segundo o relatório, isso é resultado de um mercado cada vez mais disputado. Desde 2022, o volume mensal de lançamentos de aplicativos cresceu sete vezes, reduzindo o tempo que uma empresa tem para convencer o usuário de que vale a pena continuar pagando.

Desistência começa no teste grátis

O relatório também mostra que muitos usuários desistem antes mesmo de se tornarem assinantes pagantes. Se você costuma iniciar assinaturas para aproveitar os dias gratuitos e cancela mesmo antes de terminar o prazo, não está sozinho: mais da metade faz isso logo no primeiro dia.

Maioria das desistências ocorre no período de testes grátis (imagem: reprodução/RevenueCat)

Nos testes de 3 dias, 55,4% das desistências ocorrem no chamado “Dia 0”. Em testes de 7 dias, a taxa cai para 39,8%, e para 35,7% em prazos de duas semanas. Em testes mais longos, como os experimentos de 30 dias, os cancelamentos no começo chegam a 31,1%.

Mesmo quando o usuário já pagou por um plano anual, o primeiro mês continua sendo decisivo. Segundo o relatório, os primeiros 30 dias concentram 35% de todos os cancelamentos de assinaturas anuais.

O comportamento varia conforme a categoria do app. No segmento de compras, cerca de metade das desistências ocorre no primeiro mês. Já em educação, a retenção é maior: apenas 30% das saídas no mesmo período.

Apps de produtividade têm a maior taxa de retorno de assinantes (imagem: reprodução/RevenueCat)

Quem fica tende a renovar

Mas quem paga o plano anual tende a continuar pagando. A taxa de renovação desses contratos chega a 83,4% na média global, muito superior ao número dos planos semanais (18,7%) e dos planos mensais (39,2%).

A fidelidade cresce ainda mais com o tempo. Segundo a RevenueCat, a taxa mediana de renovação fica entre 23% e 40% no primeiro ano, mas pode chegar a 70% quando o usuário atinge o terceiro ano de permanência.

Cancelamento costuma ser ponto sem retorno

De acordo com o relatório, os resultados são um sinal de que as empresas devem deixar de tratar a reativação como principal estratégia para assinantes anuais. Como esse usuário raramente volta após cancelar, o foco deve estar na prevenção, ou seja, evitar o rompimento da assinatura.

A RevenueCat cita alternativas que preservem o vínculo do usuário com o serviço e os dados de pagamento, como permitir que ele pause temporariamente o plano.

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo
Fonte: Tecnoblog

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

Entenda como a LAN virtual pode proteger dados e otimizar o desempenho de uma rede mais ampla (imagem: Reprodução/Synchronet)

A Virtual Local Area Network, ou VLAN, é uma tecnologia que segmenta uma única rede física em múltiplas sub-redes virtuais. Essa abordagem agrupa dispositivos independentemente da localização, criando ambientes digitais mais organizados e escaláveis.

Na prática, a LAN Virtual atua isolando o tráfego de dados por meio de switches gerenciáveis que filtram e direcionam os pacotes de informação. Isso impede que dispositivos em diferentes setores, como Wi-Fi de visitas e a rede administrativa, troquem pacotes sem autorização prévia.

Entre os principais tipos de VLAN, destacam-se as baseadas em portas físicas, etiquetas e as estruturadas por endereços MAC. Cada modalidade atende a uma estratégia de segurança diferente, garantindo que cada fluxo de dados trafegue estritamente pelos caminhos predefinidos pelo administrador.

A seguir, entenda o conceito de VLAN e como elas protegem os dados contra acessos indevidos. Também conheça os benefícios e as limitações da tecnologia.

ÍndiceO que é VLAN?O que significa VLAN?Para que serve a VLAN? Como funciona a VLANQuais são os tipos de VLAN? Quais são os benefícios da VLAN? Quais são as limitações da VLAN? Qual é a diferença entre VLAN e LAN?

O que é VLAN?

VLAN, ou LAN virtual, é uma tecnologia que segmenta logicamente uma rede física em sub-redes isoladas, agrupando dispositivos independentemente da localização deles. Isso otimiza o tráfego corporativo e reforça a segurança ao separar ambientes específicos, como redes administrativas e o Wi-Fi de visitas.

O que significa VLAN?

O termo VLAN, sigla para Virtual Local Area Network (Rede Local Virtual), surgiu com a evolução dos switches de rede na década de 1990. Ele começou a ser usado por engenheiros que precisavam segmentar o tráfego de dados para criar sub-redes independentes na mesma estrutura física.

Para que serve a VLAN? 

A VLAN segmenta redes logicamente para melhorar a segurança e o gerenciamento ao isolar fluxos de dados sensíveis. Na prática, ela cria “departamentos virtuais” que mantêm setores estratégicos ou o Wi-Fi de visitas totalmente separados da rede principal.

Além da proteção, a tecnologia otimiza o desempenho ao conter o tráfego de broadcast, evitando o congestionamento de banda. Isso permite agrupar dispositivos por funções e requisitos técnicos, independentemente da localização física deles na empresa.

Os switches são uma parte essencial para a infraestrutura de uma VLAN (imagem: Albert Stoynov/Unsplash)

Como funciona a VLAN

A VLAN funciona dividindo um único switch físico em múltiplos canais virtuais isolados dentro da mesma rede de computadores. O sistema direciona o tráfego configurando portas específicas do aparelho, garantindo que os dispositivos conectados conversem apenas no próprio grupo.

O segredo desse mecanismo está no “tagging”, um processo de etiquetagem de dados baseado na norma IEEE 802.1Q. Essa tecnologia adiciona uma identificação oculta aos pacotes de dados, permitindo que os switches saibam exatamente o destino de cada informação.

Essa divisão inteligente contém o tráfego de broadcasts, fazendo com que as mensagens de transmissão geral fiquem restritas à sua própria rede. Além de poupar banda, essa barreira digital impede o acesso não autorizado entre diferentes grupos virtuais da empresa.

Para conectar switches diferentes mantendo o isolamento, utilizam-se conexões de “trunk”, que transportam múltiplas VLANs por um único cabo. Já a comunicação controlada entre redes virtuais distintas exige o roteamento inter-VLAN, feito por um roteador ou switch de Camada 3.

A LAN virtual segmenta os dispositivos e o tráfego em uma única infraestrutura (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os tipos de VLAN? 

Existem diferentes categorias de VLAN projetadas para organizar o tráfego de dados com eficiência e segurança. Algumas delas são:

VLAN padrão (Default): é a configuração de fábrica do switch à qual todas as portas pertencem inicialmente, sendo uma estrutura rígida que não pode ser renomeada ou excluída;

VLAN baseada em porta (estática): configuração tradicional em que cada saída física do switch é vinculada manualmente a uma rede virtual especificada pelo administrador do sistema;

VLAN baseada em protocolo: técnica avançada que direciona os fluxos de dados para sua respectiva rede virtual analisando informações de nível de rede (Camada 3), como o protocolo IP;

VLAN dinâmica: sistema automatizado que distribui os dispositivos nas redes virtuais com base no endereço físico da placa de rede (MAC) ou diretrizes de autenticação;

VLAN de dados: destinada exclusivamente ao tráfego gerado pelas atividades dos usuários, como troca de e-mails, navegação na web e transferências de arquivos comuns;

VLAN de voz: desenvolvida especificamente para telefonia IP (VoIP), ela recebe prioridade máxima de transmissão (QoS) para garantir conversas nítidas, estáveis e sem atrasos no sistema;

VLAN de gerenciamento: canal exclusivo para acesso administrativo da equipe de TI, garantindo que os técnicos consigam monitorar e configurar o switch mesmo sob tráfego pesado;

VLAN nativa: responsável por identificar e acolher o tráfego de dados que viaja sem nenhuma etiqueta de identificação através dos links de conexões compartilhadas (trunk);

VLAN tagged: utiliza marcadores com números de identificação nos cabeçalhos dos pacotes de dados, permitindo que múltiplos fluxos virtuais compartilhem organizadamente a mesma estrutura física;

VLAN privada (PVLAN): recurso de isolamento extremo que impede que aparelhos conectados na mesma rede virtual conversem entre si, cenário muito comum em redes de hotéis;

VLAN de trunk: conexão especial que atua como uma estrada expressa, transportando os dados etiquetados de múltiplas redes virtuais simultaneamente entre diferentes switches.

A VLAN baseada em porta é a mais comum no mercado (imagem: Scott Rodgerson/Unsplash)

Quais são os benefícios da VLAN? 

O modelo de rede VLAN oferece uma série de vantagens estratégicas para a infraestrutura digital de uma residência ou empresa. Por exemplo:

Segurança reforçada e isolamento: ao segmentar o tráfego de dados, a tecnologia protege informações confidenciais criando barreiras digitais que impedem o acesso não autorizado entre departamentos distintos;

Controle de políticas de acesso: essa divisão lógica facilita a aplicação de regras rígidas de segurança e controles de privacidade totalmente personalizados para as necessidades de cada setor;

Menos congestionamento na rede: ao reduzir os domínios de broadcast, o sistema evita que mensagens de transmissão em massa sobrecarreguem os aparelhos, acelerando o fluxo de dados;

Fluxo de tráfego otimizado: o recurso permite priorizar aplicações em tempo real que não toleram atrasos, como chamadas de voz por internet (VoIP) e videoconferências estratégicas;

Uso eficiente da banda larga: a distribuição inteligente e direcionada do tráfego melhora o desempenho geral do sistema, aproveitando ao máximo o limite da infraestrutura já instalada;

Redução de gastos com hardware: ao reaproveitar o mesmo switch físico para criar várias redes isoladas, elimina-se a necessidade de comprar novos equipamentos para cada setor da empresa.

Quais são as limitações da VLAN? 

Apesar dos benefícios, a implementação de uma rede VLAN impõe desafios técnicos e operacionais. Por exemplo:

Configuração complexa: exige um planejamento inicial minucioso da topologia para evitar falhas de comunicação, brechas de segurança e quedas de desempenho causadas por erros humanos na instalação;

Aumento da complexidade geral: o gerenciamento diário exige um monitoramento constante de regras de firewalls, portas de switches e tabelas de roteamento, elevando a carga de trabalho da equipe de TI;

Riscos de VLAN Hopping: se a infraestrutura não receber travas de segurança rigorosas, invasores podem burlar as etiquetas de identificação para saltar ilegalmente de uma rede virtual para outra;

Risco de latência e gargalos: um desenho de tráfego mal projetado ou o excesso de divisões virtuais podem sobrecarregar o roteamento inter-VLAN, gerando atrasos na transmissão dos dados;

Custo elevado em larga escala: o orçamento para grandes estruturas pode subir rapidamente devido à necessidade de adquirir equipamentos corporativos avançados capazes de interligar as redes com eficiência.

Embora melhore a segurança e otimize o desempenho, uma VLAN exige um gerenciamento complexo (imagem: Jonathan/Unsplash)

Qual é a diferença entre VLAN e LAN?

A VLAN (Rede Local Virtual) é uma segmentação lógica criada artificialmente dentro de uma estrutura física para agrupar aparelhos por critérios funcionais, ignorando a localização real deles. Ela melhora a rede comum ao dividi-la em múltiplos domínios virtuais, garantindo que os dados trafeguem apenas entre os destinatários autorizados.

A LAN (Rede Local) é uma infraestrutura física que conecta computadores, impressoras e roteadores em uma casa ou escritório para compartilharem arquivos e acesso à internet. Nela, todos os dispositivos dividem o mesmo espaço digital, funcionando como uma única linha de transmissão aberta para todo o grupo.
O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch 8 (44 mm) surge em promoção histórica no Mercado Livre e despenca 58%

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Fonte: Tecnoblog

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

Portas USB públicas modificadas podem esconder a ameaça juice jacking; entenda (Imagem: Mike Winkler/Unsplash)

Juice jacking é uma ameaça cibernética que utiliza portas USB públicas para roubar dados ou instalar arquivos maliciosos nos dispositivos das vítimas.

Nessa ameaça, portas USB são modificadas a sistemas ou dispositivos com capacidade para interceptar dados via conexão USB. As vítimas podem achar que estão apenas recarregando seus aparelhos, e muitas vezes não percebem a coleta ilegal de informações.

Para se prevenir contra juice jacking, é recomendável evitar estações públicas de recargas USB, utilizar cabos limitados à recarga de energia ou usar adaptadores que bloqueiam transferências de dados.

A seguir, entenda melhor o que é e como funciona o juice jacking, e confira medidas de proteção contra essa ameaça cibernética.

ÍndiceO que é juice jacking?O que significa juice jacking?Como funciona o juice jackingQuais são os riscos do juice jacking?Como se proteger contra juice jackingO que fazer ao suspeitar de juice jacking?Celulares iPhone são mais seguros que Android contra juice jacking?Qual é a diferença entre juice jacking e Man-in-the-Middle?

O que é juice jacking?

Juice jacking é um tipo de ameaça cibernética que utiliza portas USB públicas para roubar dados ou instalar malware em dispositivos eletrônicos da vítima, como smartphones e tablets.

No juice jacking, portas USB fingem ser meros pontos de carregamento, quando na verdade estabelecem transferências de dados sorrateiramente (e sem consenso) com o aparelho para roubo de informações das vítimas.

O que significa juice jacking?

Juice jacking pode ser traduzido como algo próximo de “sequestro via energia” ou “roubo via carregamento”.

No inglês, “juice” pode ser usado como uma gíria para “energia”, “eletricidade” ou “carga”, principalmente quando se envolve baterias. Já “jacking” vem de “hijacking”, que pode ser traduzido como “sequestro” ou “roubo”.

Apesar da tradução literal, juice jacking não se refere a um roubo de energia: a ameaça envolve roubo de dados enquanto a vítima acha que está carregando a bateria do aparelho. E é a partir dessa analogia que o termo foi cunhado.

Como funciona o juice jacking

O juice jacking começa quando cibercriminosos modificam portas USB públicas de carregamento. Esses pontos geralmente estão localizados em ambiente com alto fluxo de pessoas, até porque quanto mais gente em volta, maiores as chances de alguém se tornar uma vítima.

Visualmente falando, as portas USB parecem ser “comuns”. Mas com as modificações, essas portas podem estar ligadas a um chip ou a outros dispositivos com capacidade para coletar dados ou injetar malware assim que um aparelho é conectado via USB.

Se uma pessoa passar pela estação de recarga maliciosa e estiver com o celular descarregado, ela poderá usar um cabo para recarregar seu dispositivo nessa porta USB. O problema é que os cabos não só repassam corrente elétrica da fonte de energia, como também transferem dados entre pontos.

Estações de carregamento USB modificadas podem roubar dados assim que o dispositivo é conectado (Imagem: Mike Winkler/Unsplash)

Em alguns casos, a vítima pode aceitar permissões de transferência de dados sem saber do que se trata. Em outros, o alerta sequer é mostrado na tela.

E quando a conexão acontece, o cibercriminoso pode roubar conversas, mídias e dados sensíveis ou mesmo instalar um arquivo malicioso (sem consentimento) para praticar spyware, stalkerware, entre outros tipos de ataque.

À primeira vista, a pessoa acredita que está apenas recarregando seu celular em uma porta USB pública. Na prática, ela se tornou uma vítima de roubo de dados sem perceber.

Quais são os riscos do juice jacking?

O juice jacking costuma envolver principalmente roubo de dados e instalação de malware. Mas há diversos riscos a partir dessas explorações, incluindo:

Golpes financeiros: os cibercriminosos quase sempre vão se aproveitar de dados pessoais da vítima para roubar o dinheiro delas ou conseguir algum montante.

Ataques ransomware: se o dispositivo for comprometido, os atores do ataque podem exigir recompensas (em dinheiro ou criptomoedas) para normalizar o aparelho.

Roubo de credenciais: dependendo dos dados roubados via juice jacking, os golpistas podem conseguir acesso a sistemas, serviços e até espaços físicos.

Aplicação de outros golpes: o juice jacking pode ser usado para sequestrar informações das vítimas e motivar a aplicação de outros golpes a partir dos dados coletados.

Como se proteger contra juice jacking

Existem algumas medidas preventivas contra o juice jacking. E dentre as principais ações contra essa ameaça, estão:

Evite recarregar o aparelho em estações públicas: sempre que possível, evite de conectar o seu dispositivo a portas USB públicas ou desconhecidas.

Fique atento às configurações de conexão: caso vá utilizar uma estação de carregamento pública, escolha a opção de conexão que habilita somente o carregamento de energia.

Carregue um power bank com você: se possível, utilize carregadores portáteis (power banks) ao invés de usar portas USB desconhecidas.

Use cabos limitados à carregamento de energia: fora de casa, opte por cabos mais simples limitados à recarga de energia (sem opção de transferência de dados).

Mantenha o seu dispositivo atualizado: mantenha as atualizações de software e segurança do seu aparelho em dia, já que novos patches podem corrigir bugs e falhas de cibersegurança.

Use adaptadores de bloqueio de dados: use adaptadores que bloqueiam dados do seu dispositivo; no mercado, eles podem ser encontrados como “USB data blocker” ou “camisinhas USB”.

Adaptadores data blocker podem bloquear roubo de dados via conexão USB (Imagem: Reprodução)

O que fazer ao suspeitar de juice jacking?

Caso suspeite de juice jacking, remova instantaneamente o cabo da porta USB. Vale também desativar Wi-Fi, dados móveis, Bluetooth e qualquer outra conexão do aparelho que possa ser usada para transferência de dados.

Demais recomendações incluem fazer varredura com algum programa de proteção cibernética, e trocar todas as suas senhas (se julgar necessário).

Celulares iPhone são mais seguros que Android contra juice jacking?

Sim, mas com ressalvas. Smartphones Android possuem o modo depuração USB, que concede acesso total ao celular a partir de uma conexão USB a um dispositivo. O iPhone conta com um recurso parecido, mas que oferece menos permissões e alerta sobre qualquer novo dispositivo conectado.

Além disso, estações públicas de recarga costumam usar o padrão USB-A, que é um padrão visto em praticamente todos os cabos de smartphones Android. Em contrapartida, os cabos de iPhones mais recentes costumam ter saída para Lightning ou USB-C, não sendo compatíveis com o padrão USB-A.

Em suma: iPhones não são imunes a juice jacking, mas costumam ser mais seguros que Android envolvendo essa ameaça.

Qual é a diferença entre juice jacking e Man-in-the-Middle?

Juice jacking é uma ameaça da qual estações de USB modificadas fingem ser pontos de recarga para roubarem dados de dispositivos conectados. Esse tipo de ataque depende de conexão física entre o aparelho da vítima e a porta USB.

Já Man-in-the-Middle é um crime cibernético em que o invasor intercepta transmissões de dados para coletar informações da vítima sem consentimento. Essa ameaça não requer conexão física, e geralmente envolve redes Wi-Fi públicas falsas — cujas conexões acontecem remotamente, sem contato.

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

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Fonte: Tecnoblog

One UI 8.5: Samsung libera atualização estável para Galaxy M55; veja detalhes

One UI 8.5: Samsung libera atualização estável para Galaxy M55; veja detalhes

A Samsung iniciou a distribuição de uma grande atualização de software para o Galaxy M55. O intermediário da marca começou a receber a One UI 8.5, nova versão da interface personalizada que desembarca recheada de recursos visuais inéditos, aprimoramentos em ferramentas nativas e melhorias consistentes em usabilidade.

O pacote de atualização está sendo liberado inicialmente na Índia sob a compilação de firmware M556BXXU5DZE3. O update tem um tamanho considerável de download, exigindo cerca de 3 GB de espaço livre, e já traz integrado o pacote de segurança de maio de 2026. A expectativa é que o software alcance servidores de outros países progressivamente ao longo das próximas semanas.Lançado originalmente em meados de 2024 rodando o Android 14 sob a One UI 6.1, o dispositivo equipado com plataforma Snapdragon mantém um ciclo de suporte rigoroso. O modelo recebeu o Android 15 (One UI 7.0) na metade de 2025 e o Android 16 (One UI 8.0) no final do mesmo ano, consolidando agora sua transição para a versão estável 8.5.O Samsung Galaxy M55 está disponível na Shopee por R$ 1.489. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 27 de May de 2026, às 15:42)Clique aqui para ler mais

One UI 8.5: Samsung libera atualização estável para Galaxy M55; veja detalhes
Fonte: Tudocelular

Motorola Moto G17 com 256 GB em oferta: celular com tela grande fica mais barato com cupom

Motorola Moto G17 com 256 GB em oferta: celular com tela grande fica mais barato com cupom

O Motorola Moto G17 chegou ao mercado brasileiro recentemente e agora já é possível comprar o aparelho com muito mais desconto em relação ao preço de lançamento.

Isso porque o modelo com 256 GB de armazenamento interno está saindo por R$ 856 na Amazon, com pagamento via Pix.

Claro que, para chegar a esse valor, você precisa usar o cupom SMART10 na finalização da compra.O Motorola Moto G17 está disponível na Mercadolivre por R$ 897. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 13 ofertas clique aqui. (atualizado em 29 de May de 2026, às 09:26)Clique aqui para ler mais

Motorola Moto G17 com 256 GB em oferta: celular com tela grande fica mais barato com cupom
Fonte: Tudocelular

Roblox lança CubePart AI e abre portas para um “metaverso gamer”

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O Roblox Studio está integrando à sua plataforma o CubePart AI, um modelo de inteligência artificial de código aberto capaz de gerar objetos 3D com partes móveis e funcionais dentro dos jogos. Diferente dos geradores lançados anteriormente, esse cria itens que realmente se movem e interagem com a física do jogo.

Entre eles, é possível criar tanques com múltiplas torretas, drones voadores ou robôs tipo golem. O modelo foi treinado em 2 milhões de partes e 500 mil assets completos, volume que o Roblox usa para argumentar superioridade

Clique aqui para ler mais

Roblox lança CubePart AI e abre portas para um “metaverso gamer”
Fonte: Tudocelular

Foguete da Blue Origin explode em bola de foto colossal em Cabo Canaveral; veja o vídeo

Foguete da Blue Origin explode em bola de foto colossal em Cabo Canaveral; veja o vídeo

Depois do sucesso com o Foguete New Glenn com um voo de reutilização inédito, a Blue Origin enfrentou um sério problema com o lançamento dele no Space Launch Complex 36 na Estação Space Force de Cabo Canaveral na última quinta-feira (28). O foguete explodiu em uma bola de fogo colossal na base por volta das 22h de ontem.
Here’s our video of the explosion at Launch Complex 36. It happened about 9 pm ET (0100 UTC) as Blue Origin was beginning a static fire test of its New Glenn rocket.

Watch live views: https://t.co/tm2wZQmAVD pic.twitter.com/PmbgQC6Qmq
— Spaceflight Now (@SpaceflightNow) May 29, 2026


Clique aqui para ler mais

Foguete da Blue Origin explode em bola de foto colossal em Cabo Canaveral; veja o vídeo
Fonte: Tudocelular

YouTuber constrói um PS2 portátil com fita isolante e ainda assim ele supera o Steam Deck

YouTuber constrói um PS2 portátil com fita isolante e ainda assim ele supera o Steam Deck

Um YouTuber resolveu levar a nostalgia do PlayStation 2 para outro nível ao transformar um PS2 Slim quebrado em um console portátil improvisado. O resultado, apesar da aparência caótica repleta de fita isolante e peças reaproveitadas, acabou chamando atenção por um motivo inesperado: a bateria supera até mesmo a do Steam Deck.

O projeto foi criado por James Channel, responsável por batizar a invenção como “JamesStation 2”. O portátil artesanal consegue rodar jogos pesados do PS2 durante aproximadamente cinco horas usando uma bateria externa de 10.000 mAh.A construção do PS2 portátil começou a partir de um PS2 Slim retirado de uma pilha de eletrônicos descartados. O console apresentava defeitos no leitor óptico e inicialmente sequer conseguia reconhecer discos corretamente.Clique aqui para ler mais

YouTuber constrói um PS2 portátil com fita isolante e ainda assim ele supera o Steam Deck
Fonte: Tudocelular

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

Steam Deck ficou mais caro (imagem: divulgação)

Resumo

Steam Deck OLED da Valve teve um aumento de preço devido à escassez de memórias RAM.
A versão de entrada passou de US$ 549 para US$ 749 e a versão de 1 TB subiu para US$ 949.
Apesar de não ser vendido oficialmente no Brasil, o reajuste deve impactar consumidores que recorrem ao mercado cinza e à importação.

A Valve fez um reajuste salgado nos preços do Steam Deck OLED, com aumento de, pelo menos, US$ 200 (aproximadamente R$ 1.014, em conversão direta) na versão base. A opção mais robusta, com 1 TB de armazenamento, agora custa US$ 949 (R$ 4.814) — valor US$ 300 mais caro que os US$ 649 cobrados anteriormente.

O aumento afeta apenas a linha OLED, que voltou a aparecer em estoque no site do Steam. A versão com tela LCD segue fora de catálogo. Segundo a Valve, o motivo do aumento é a atual crise dos chips de memória RAM, que tem levado a uma série de movimentações no mercado.

O uso massivo dessas memórias em data centers de IA seria a principal causa dessa crise. Além de reajustes no Nintendo Switch 2 e até em celulares da Samsung, a escassez também afetou a produção de cartões de memória da Sony e o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6.

Os novos preços ficaram assim:

Steam Deck OLED 512 GB: US$ 789 (antes custava US$ 549)

Steam Deck OLED 1 TB: US$ 949 (antes custava US$ 649)

Consumidor brasileiro também deve ser afetado

O Steam Deck e outros produtos da Valve não são vendidos oficialmente no Brasil, sendo necessário buscar opções de importação por aqui. No entanto, com o reajuste, o preço deve subir mesmo para quem recorre ao mercado cinza.

Com a expectativa de importação, o consumidor brasileiro pode considerar ao menos cerca de R$ 1 mil de diferença quando for comprar uma das duas opções oferecidas oficialmente pela Valve. Atualmente,  a versão com 512 GB sai por ao menos R$ 6.299 no e-commerce nacional. Já o Steam Deck OLED com 1 TB aparece em ofertas de R$ 6.749 e R$ 6.999, a depender do site.

Um ponto importante a se considerar nesses casos é que muitas lojas já têm o Steam Deck OLED em estoque, ou seja, importaram o produto antes do reajuste. É esperado que os efeitos do aumento não sejam imediatos para importação, mas acabam sendo inevitáveis.

Preços podem demorar a subir, mas reajuste deve ocorrer na importação (imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Steam Deck OLED substituiu a versão LCD

Como lembra o The Verge, o modelo mais básico do Steam Deck, com tela LCD e armazenamento que começa em 64 GB, não aparece mais à venda oficialmente pela Valve. Isso significa que as opções disponíveis no varejo só terão reajustes condicionados pelo mercado, e não necessariamente pelo aumento da fabricante.

Aqui no Brasil, ainda é possível encontrar a opção mais simples do portátil sendo vendida no e-commerce e em sites de importação, com preços que partem dos R$ 4.750 com 256 GB. Outra opção é considerar produtos de segunda mão. Hoje é possível encontrar a versão com tela LCD e 1 TB de armazenamento saindo a R$ 3.690 em sites de compra e venda de usados.

O modelo LCD tem uma tela menor, de 7 polegadas e pode chegar a até 400 nits de brilho, rodando a 60 Hz. Já a versão OLED tem uma tela de 7,4 polegadas, com até 1.000 nits de brilho e 90 Hz. Ambos trazem processamento via APU AMD Ryzen.
Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro
Fonte: Tecnoblog