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Combinando com o iPhone: Apple pode lançar carregadores MagSafe em mais cores

Combinando com o iPhone: Apple pode lançar carregadores MagSafe em mais cores

O MagsSafe foi chegou aos celulares da Apple com o iPhone 12, mas infelizmente o cabo e o conector são oferecidos em apenas uma cor. Entretanto, o usuário @KosutamiSan do Twitter relata que o plano da empresa de Cupertino era lançar o carregador em mais cores para combinar com o smartphone.Como podemos ver nas imagens abaixo, o usuário Kosutami diz que a Apple criou protótipos do MagSafe em diversas cores para combinar com o iPhone. Em uma delas, podemos ver até o carregador na cor dourada no mesmo tom do iPhone 12.

Desta forma, a Apple poderia ter adotado a mesma política que a utilizada nos MacBooks Air, que contém um carregador na mesma cor do notebook na caixa. Clique aqui para ler mais

Combinando com o iPhone: Apple pode lançar carregadores MagSafe em mais cores
Fonte: Tudocelular

World of Goo: versão remasterizada é lançada pela Netflix para Android e iOS

World of Goo: versão remasterizada é lançada pela Netflix para Android e iOS

Ganhador de vários prêmios de Jogo do Ano em seu lançamento (2011), World of Goo acaba de ganhar uma versão remasterizada para Android e iOS. O sucesso foi repaginado pela Netflix Games e promete muitas horas de diversão.

A nova versão traz a mesma linguagem visual, mas com gráficos melhores e uma maior resolução – o que deve agradar os fãs do título. Há ainda a possibilidade de salvar seu progresso entre dispositivos, migrando entre celulares e tablets do mesmo sistema operacional sem perder seu jogo.

Confira o trailer de “World of Goo: Remasterizado”:Clique aqui para ler mais

World of Goo: versão remasterizada é lançada pela Netflix para Android e iOS
Fonte: Tudocelular

Mais um! Procon-PR notifica Netflix por cobrança em compartilhamento de senhas

Mais um! Procon-PR notifica Netflix por cobrança em compartilhamento de senhas




Atualização (28/05/2023) – por PF
Nesta sexta-feira (26), o Procon do estado do Paraná foi mais um dos que entraram para a fila de notificações emitidas à Netflix pela cobrança adicional no compartilhamento de senhas. Anteriormente, o Procon-SP também já havia entrado com uma notificação.Clique aqui para ler mais

Mais um! Procon-PR notifica Netflix por cobrança em compartilhamento de senhas
Fonte: Tudocelular

Novos Macs tem estreia na WWDC 2023 reforçada por programa de trocas da Apple

Novos Macs tem estreia na WWDC 2023 reforçada por programa de trocas da Apple

Apesar de ser um evento dedicado as novidades relacionadas aos softwares embarcados em seus produtos, a Apple WWDC 2023 deve reservar um espaço – também – para alguns lançamentos de hardware da Maçã; como já vem sendo rumorado ao longo das últimas semanas.

Além do provável lançamento do ainda inédito óculos de realidade aumentada, o Apple VR, a WWDC desse ano também deve trazer novos Macs ao mercado; e essa suposição é corroborada por novas informações cruzadas.

De acordo com Mark Gurman, correspondente-chefe da Bloomberg, a Apple deve começar a aceitar o Mac Studio, o MacBook Air e o MacBook Pro com chip M2 no seu programa de trocas a partir do próximo dia 05 de junho – data em que acontece a WWDC 2023.Clique aqui para ler mais

Novos Macs tem estreia na WWDC 2023 reforçada por programa de trocas da Apple
Fonte: Tudocelular

Criatividade de sobra? ChatGPT mente em tribunal

Criatividade de sobra? ChatGPT mente em tribunal

Em matéria do The New York Times, o chatbot da OpenAI ganhou mais algumas linhas de destaque. Em um caso, no mínimo, curioso, advogados surpreenderam ao apresentar uma série de casos jurídicos fictícios. O autor desses casos? Ele mesmo, o ChatGPT.

Em um processo movido contra a companhia aérea colombiana Avianca, após a parte contrária apontar a inexistência de alguns casos apresentados, o juiz distrital Kevin Castel, dos Estados Unidos, determinou uma audiência para analisar sansões aos advogados responsáveis pelo erro.

Em depoimento juramentado à corte, o advogado Steven A. Schwartz – da Levidow, Levidow & Oberman, admitiu ter usado o ChatGPT para suas pesquisas; chegando a usar o próprio chatbot para confirmar a autenticidade dos casos.Clique aqui para ler mais

Criatividade de sobra? ChatGPT mente em tribunal
Fonte: Tudocelular

Culpada! Apple irá pagar US$ 50 milhões por defeito em teclado borboleta de MacBooks

Culpada! Apple irá pagar US$ 50 milhões por defeito em teclado borboleta de MacBooks

Depois de quase um ano após de ter entrado em acordo com a justiça norte-americana, a decisão final foi tomada: a Apple terá que pagar U$$ 50 milhões de indenização aos consumidores que reclamaram do mau funcionamento dos teclados com teclas borboleta dos seus MacBooks.

Após rejeitar definitivamente as contestações às reinvindicações de ação coletiva apresentadas, o juiz distrital Edward Davila, de San Jose, California, Estados Unidos, tomou a decisão pelo pagamento da indenização por parte da Maçã. Segundo Davila, o acordo é “justo, adequado e razoável”.


“Embora nem todos os que supostamente sofreram o dano recebam indenização, o acordo beneficia um número significativo de indivíduos”, Davila acrescentou ao Reuters.Clique aqui para ler mais

Culpada! Apple irá pagar US$ 50 milhões por defeito em teclado borboleta de MacBooks
Fonte: Tudocelular

Microsoft Outlook para iOS e Android recebe novo autenticador para uma melhor segurança

Microsoft Outlook para iOS e Android recebe novo autenticador para uma melhor segurança

O aplicativo do serviço de e-mail Microsoft Outlook para iOS e Android recebeu um novo autenticador que promete melhorar toda a segurança durante o uso da plataforma. O recurso é chamado de Authenticator Lite e já havia sido anunciado inicialmente em março.

Conforme apontou o site Neowin, a atualização para o Outlook no iOS e no Android significa que os usuários não precisarão baixar o app Microsoft Authenticator de forma autônoma para obter segurança de autenticação multifator para o serviço de e-mail.Em vez disso, quando o usuário iniciar o app do Outlook após a atualização mais recente, serão solicitados a registrar o dispositivo como protegido por MFA, sem a necessidade de confirmar sua identidade com uma mensagem de texto ou um número de telefone.Clique aqui para ler mais

Microsoft Outlook para iOS e Android recebe novo autenticador para uma melhor segurança
Fonte: Tudocelular

Android 14 Beta 2.1 causa sério problema nas câmeras de modelos Google Pixel

Android 14 Beta 2.1 causa sério problema nas câmeras de modelos Google Pixel


Atualização (27/05/2023) – por DT
O Google liberou a versão Beta 2.1 do Android 14 nesta semana para corrigir alguns bugs presentes no sistema operacional. Contudo, parece que o update causou alguns danos a um recurso importante nos smartphones da linha Pixel.

Conforme relatos de vários usuários, as câmeras dos modelos Google Pixel foram afetadas negativamente após a instalação da nova versão de testes do Android 14. Os proprietários dos aparelhos estão falando em travamentos e instabilidades ao tirar um foto.Clique aqui para ler mais

Android 14 Beta 2.1 causa sério problema nas câmeras de modelos Google Pixel
Fonte: Tudocelular

CMOS vs CCD: as diferenças entre os sensores de imagem para câmeras

CMOS vs CCD: as diferenças entre os sensores de imagem para câmeras

Sensores CMOS e CCD são componentes usados em câmeras para converter a luz em fotos. Eles podem afetar diretamente quesitos como resolução, sensibilidade à luz, reprodução de cores e consumo de energia. Entenda, a seguir, quais são as principais vantagens e desvantagens de cada tipo de sensor de imagem.

Sensor CCD de webcam (Imagem: Ethan R / Flickr)

ÍndiceEntendendo as siglasComparando as tecnologiasResoluçãoCoresSensibilidadeVelocidadeConsumo de energiaCusto de fabricaçãoRecursos adicionaisCCD ou CMOS: qual escolher?

Entendendo as siglas

CCD significa “dispositivo de carga acoplada” e tem um circuito composto por capacitores conectados (acoplados) uns aos outros. CMOS significa “semicondutor de óxido metálico complementar”, em uma referência ao seu processo de fabricação.

Os sensores de imagem CCD e CMOS usam o mesmo princípio para tirar fotos: ambos capturam a luz que vem da lente através de fotodiodos (ou pixels) e armazenam a luz como um sinal elétrico.

Sensores CMOS e CCD usam essa carga elétrica de formas diferentes. Em um dispositivo CCD, o sinal elétrico é transportado para fora do sensor, é amplificado, e passa por um conversor analógico-digital. Assim, a carga de cada fotodiodo vira um valor digital.

Em câmeras CMOS, os pixels vêm com amplificadores para o sinal elétrico, e esta carga já passa por um conversor analógico-digital antes de sair – assim, o sensor emite valores digitais.

Como funciona o sensor CCD (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Como funciona o sensor CMOS de uma câmera (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Comparando as tecnologias

CaracterísticaCCDCMOSResoluçãoAté 3.200 megapixelsChega a 200 megapixelsCoresMaior fidelidadeMenor fidelidadeSensibilidade à luzMaiorMenorVelocidade de capturaMenor, limitada a 11 fpsMaior, pode passar dos 45 fpsConsumo de energiaMaior, até 100x a mais que CMOSMenorCusto de fabricaçãoMais caroMais barato

Resolução

Sensores CCD permitem chegar a resoluções altíssimas: o recordista tem 3.200 megapixels, segundo o Guinness Book. Por sua vez, sensores CMOS atingem 200 megapixels, caso do Samsung Isocell HP2.

A qualidade de imagem no CCD é maior. Graças a seu processo de fabricação, o sensor transporta cargas elétricas sem distorções através do chip, levando a um sinal mais uniforme e ruído menor.

O CCD oferece qualidade melhor em cenários exigentes, como em câmeras TDI para cenários com pouca luz e muito movimento; e para capturar imagens no espectro NIR (próximo ao infravermelho).

No entanto, a qualidade do CMOS já se aproxima do CCDs em alguns casos, graças a avanços nessa tecnologia, segundo a fabricante Teledyne. Por exemplo, sensores CMOS são usados em vez de CCDs para obter imagens ultravioleta, graças a sua alta velocidade de leitura.

Galaxy S23 Ultra, celular com sensor CMOS de 200 megapixels (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Cores

Sensores CCD reproduzem cores com maior precisão que o CMOS, segundo a fabricante de câmeras industriais Adimec. Os CCDs produzem imagens com maior alcance dinâmico e menos ruído, conforme explica a Olympus.

No entanto, a diferença entre CMOS e CCD vem diminuindo. Em testes com câmeras da Nikon, o especialista Enrico Scaramelli não encontrou diferenças significativas na reprodução de cores.

Tanto o CMOS como o CCD são monocromáticos, mas possuem um filtro de cor na frente dos pixels, que deixa passar só determinados tons. Filtros RGB, por exemplo, recebem só as cores vermelho, verde e azul. Estes tons são usados para calcular as cores reais da cena.

Sensibilidade

Sensores CCD têm maior sensibilidade à luz, porque cada pixel é quase que totalmente dedicado a receber o sinal luminoso. Isso permite atingir valores ISO mais altos. Em sensores CMOS, parte da luz atinge os transistores que acompanham cada pixel.

No CMOS, cada pixel tem componentes adicionais, como amplificadores e conversores de sinal, que reduzem a área disponível para captação de luz. Além disso, o sinal elétrico sofre distorções ao ser transportado pelo chip.

Ajuste de ISO na câmera (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

Velocidade

Sensores CMOS atingem maior velocidade: cada pixel tem transistores para amplificar o sinal elétrico e convertê-lo, antes de transportá-lo para fora do chip. Isso garante um processamento paralelo que agiliza a captura de imagens.

Sensores CMOS podem passar dos 45 fps (quadros por segundo), enquanto sensores CCD ficam limitados a 11 fps, segundo a especialista Christina Pyrgaki.

No entanto, sensores CMOS podem gerar imagens distorcidas de objetos em movimento devido ao método rolling shutter, que consiste em capturar a imagem linha por linha. O CCD, por sua vez, lê todos os pixels de uma vez.

Consumo de energia

Sensores CMOS consomem até 100 vezes menos energia que um sensor CCD equivalente, segundo a Teledyne FLIR. Os sensores CMOS são bastante usados em celulares, maior segmento de câmeras do mundo, porque são menores, geram menos calor e gastam menos bateria.

Custo de fabricação

Os sensores CMOS são muito mais baratos de fabricar do que os sensores CCD, como afirma a Edge AI and Vision Alliance. Os dispositivos CMOS têm menor complexidade e podem ser fabricados na maioria das linhas de produção de memória e componentes lógicos.

Os sensores CCD ainda podem ser necessários para equipamentos profissionais. Mas, dado que as fabricantes de sensores se afastaram da tecnologia CCD, haverá menos opções de fornecedores, elevando o preço.

Recursos adicionais

A maioria das câmeras CMOS possui sensor com iluminação frontal: os transistores ficam ao lado dos pixels, e reduzem a área sensível à luz.

O CMOS retroiluminado (BSI, na sigla em inglês) coloca os transistores abaixo da superfície que recebe a luz. O BSI CMOS tem sensibilidade maior à luz, atingindo eficiência de 95%, segundo a Teledyne Photometrics. O CMOS comum tem eficiência de até 80%.

O CMOS empilhado (stacked CMOS) possui uma superfície sensível à luz acima dos transistores, assim como o BSI CMOS. Além disso, o processador de imagem (ISP) fica empilhado com a memória DRAM rápida, acelerando a captura de fotos.

Algumas câmeras CMOS vêm com estabilização de imagem no corpo (IBIS). A tecnologia, também conhecida como sensor shift, move o sensor acompanhando o movimento da câmera, usando giroscópio e acelerômetro.

CCD ou CMOS: qual escolher?

Sensores CCD são recomendados para aplicações que exigem maior precisão nas cores, melhor desempenho em pouca luz e menos ruído. Isso vale para áreas como astronomia e biomedicina.

Sensores CMOS são indicados para dispositivos compactos, como smartphones, ou que não requerem uma qualidade de imagem tão alta, como câmeras de segurança. Vale lembrar que câmeras DSLR e mirrorless mais recentes também costumam usar sensores CMOS.
CMOS vs CCD: as diferenças entre os sensores de imagem para câmeras

CMOS vs CCD: as diferenças entre os sensores de imagem para câmeras
Fonte: Tecnoblog

Ultrawide, macro, ToF e mais: qual é a diferença entre as câmeras do celular?

Ultrawide, macro, ToF e mais: qual é a diferença entre as câmeras do celular?

Telefoto, periscópio e ultrawide são alguns tipos de lentes usadas em câmeras de celular, enquanto ToF e LiDAR são sensores usados para mapear profundidade. Entenda, a seguir, quando usar cada lente e como o tipo de sensor influencia no resultado de fotos, biometria e outros recursos de smartphones.

Para que servem as lentes do celular? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ÍndiceLentes vs sensoresComparando lentesDistância focal e profundidade de campoAmpliação de imagemComparando sensoresQual a vantagem da câmera quádrupla?

Lentes vs sensores

As câmeras dos smartphones são popularmente classificadas conforme o tipo de lente ou sensor. No geral, podemos encontrar as seguintes especificações:

Lente grande-angular: é uma objetiva com amplo campo de visão, com distância focal geralmente entre 18 e 35 mm, o que é ideal para paisagens, arquitetura e outras fotografias cotidianas. Costuma ser a “lente principal” dos celulares e usada em conjunto com o sensor de imagem de maior qualidade do aparelho;

Lente ultrawide: tem campo de visão ainda maior que a grande-angular, capturando ainda mais elementos na foto. É ideal para imagens panorâmicas ou fotografar em espaços apertados onde é difícil se afastar da cena. Tem distância focal geralmente menor que 18 mm e pode apresentar distorções nas bordas, típicas de lentes fisheye;

Lente macro: projetada para tirar fotos extremamente detalhadas de objetos muito próximos, como insetos, flores e gotas de água;

Lente teleobjetiva (ou telefoto): captura objetos distantes, oferecendo capacidade de zoom óptico sem perda significativa de qualidade;

Lente periscópio: usa um sistema de espelhos paralelos ao corpo do aparelho para refletir a luz para o sensor, permitindo maior zoom óptico que as teleobjetivas simples sem aumentar muito a espessura do celular;

Sensor monocromático: registra imagens apenas em preto e branco, mas tende a capturar mais luz do que sensores coloridos devido à ausência do filtro de cores, o que melhora o contraste e a nitidez da imagem, especialmente em condições de baixa iluminação;

Sensor de profundidade: calcula a distância entre a câmera e diferentes objetos na cena, melhorando a precisão do efeito bokeh e a detecção de rostos em fotos no modo retrato;

Sensor ToF (Time-of-Flight): é um sensor de profundidade que usa luz infravermelha para criar um mapa de profundidade mais preciso da cena, melhorando os retratos e permitindo aplicações de realidade aumentada;

Scanner LiDAR: mais preciso que o ToF, mede a distância entre a câmera e o objeto por meio de pulsos de luz, e pode ser usado em aplicações de realidade aumentada e fotografia com baixa luminosidade.

iPhone 12 Pro Max, com câmera tripla e sensor LiDAR (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Comparando lentes

Distância focal e profundidade de campo

Três conceitos básicos são necessários para entender o funcionamento de uma lente: distância focal, profundidade de campo e campo de visão.

As lentes telefoto entregam maior distância focal do que as lentes grande-angular, o que resulta em menor profundidade de campo. Ou seja, as teleobjetivas enxergam um ponto mais distante, mas têm área de foco mais restrita, o que facilita o desfoque do fundo da imagem.

Portanto, o campo de visão das lentes varia conforme a ilustração abaixo:

Relação entre distância focal e campo de visão em lentes de câmeras (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Assim, lentes teleobjetivas são mais indicadas para cenas onde é necessário capturar detalhes de objetos mais distantes ou isolar um sujeito em uma imagem com fundo borrado. Já grande-angular e ultrawide funcionam melhor em arquitetura, paisagens amplas ou quando se deseja incluir muitos elementos na mesma foto.

Ampliação de imagem

A taxa de ampliação determina a capacidade de capturar pequenos detalhes com uma lente macro. Por exemplo, uma ampliação 1:1 (1x) significa que o tamanho do objeto projetado pela lente no sensor de imagem é o mesmo que seu tamanho na vida real. Já uma lente macro 2:1 (2x) reproduz objetos com o dobro do tamanho verdadeiro.

Lentes macro podem ser do tipo normal, grande-angular, ultrawide ou telefoto. O que define uma lente como “macro” é a sua capacidade de focar muito próxima do objeto, resultando em uma imagem com detalhes minúsculos que não ficariam nítidas em uma lente normal.

Celulares mais avançados podem tirar fotos macro, inclusive com ampliação maior que 1:1, mesmo sem uma lente macro dedicada. Isso é feito por meio de fotografia computacional e uso de outras lentes. O iPhone 14 Pro, por exemplo, tira fotos macro com a ultrawide, enquanto o Galaxy S23 Ultra usa a telefoto para obter o efeito.

Em geral, celulares básicos com câmeras macro possuem sensores com menor resolução, ou seja, com menos megapixels que a câmera principal. Por isso, mesmo que a lente macro consiga focar a uma distância mais próxima do objeto, o nível de detalhes pode ser inferior devido às limitações do conjunto fotográfico.

Comparando sensores

ToF e LiDAR são exemplos de sensores de profundidade. O que os difere dos sensores comuns é a sua capacidade de mapear a profundidade de uma cena em 3D, enviando feixes de luz e medindo o tempo que leva para que essa luz volte ao sensor.

Desse modo, o tipo de sensor mais preciso é o LiDAR. Ele é usado até em carros autônomos e, nos celulares, é indicado para aplicações de realidade aumentada, fotografia noturna ou modo retrato. No entanto, seu custo mais alto faz com que não seja encontrado em muitos smartphones.

LiDAR no iPhone 14 Pro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Já o sensor ToF é mais usado em recursos como reconhecimento facial ou detecção de foco. Apesar de não ser tão preciso quanto o LiDAR, o ToF é uma opção mais econômica e ainda oferece um mapeamento de profundidade suficiente para aplicações comuns.

Os sensores de profundidade comuns se popularizaram em smartphones mais baratos, mas vêm sendo deixados de lado por fabricantes como a Samsung e a Apple, que optaram por tecnologias mais avançadas e precisas, como o ToF e o LiDAR.

Qual a vantagem da câmera quádrupla?

Um celular com mais câmeras oferece mais flexibilidade ao tirar fotos. Por exemplo, uma câmera quádrupla pode ter uma lente grande-angular para uso geral, uma teleobjetiva para objetos distantes, uma lente ultrawide para panorâmicas e um sensor ToF ou LiDAR. A disponibilidade de lentes e sensores dependerá do fabricante.

Como usar as câmeras do celular ao mesmo tempo?

Para usar câmera frontal e traseira ao mesmo tempo, você pode usar o modo Duplo do Instagram, instalar um aplicativo como o Doubletake no iPhone, ou ativar um modo específico na câmera do Android, como o Visão do Diretor na Samsung ou o Captura Dupla na Motorola.
Ultrawide, macro, ToF e mais: qual é a diferença entre as câmeras do celular?

Ultrawide, macro, ToF e mais: qual é a diferença entre as câmeras do celular?
Fonte: Tecnoblog