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HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado

HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado

Basta conectar o EliteBoard G1a a um monitor para usá-lo (imagem: divulgação)

Resumo

O EliteBoard G1a é um computador dentro de um teclado de 17 mm de espessura, com chip AMD Ryzen AI 7 350 Pro 8C, até 64 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento.
O dispositivo possui componentes como microfones, alto-falantes duplos, saída USB 4, USB-C 3.2 Gen 2 e suporta conexão a quatro monitores 4K.
A bateria de 32 Wh é opcional e substituível, permitindo 3,5 horas de uso ou mais de dois dias em modo de espera, com opção de conexão a uma fonte de 65 W via USB-C.

A HP apresentou na CES 2026 o EliteBoard G1a Next Gen AI PC, um computador que chama a atenção pelo formato pouco convencional: ele “mora” dentro de um teclado de 17 mm de espessura, largura de laptop de 16 polegadas e peso de 750 g. A ideia é que ele seja fácil de levar para o escritório e para casa, bastando se conectar a um monitor para funcionar.

O EliteBoard G1a Next Gen AI PC deve chegar às lojas dos Estados Unidos em março de 2026. A HP diz que revelará o preço mais perto dessa data.

Cabo embutido é opcional (imagem: divulgação)

Apesar de incomum, colocar todos os componentes de um computador dentro de um teclado não é inédito. O Raspberry Pi 400 e o Orange Pi 800 já adotaram o formato, e algumas pessoas já tiveram a ideia maluca de usar MacBooks Pro sem tela.

Quais são os destaques do EliteBoard G1a?

Mesmo com um tamanho compacto, o EliteBoard G1a tem especificações interessantes, como chip AMD Ryzen AI 7 350 Pro 8C, até 64 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento. O EliteBoard G1a conta com NPU de até 50 TOPS para inteligência artificial, o que o qualifica como um Copilot+ PC.

EliteBoard G1a tem certificação Copilot+ PC (imagem: divulgação)

O aparelho também tem componentes comuns a notebooks, como microfones e alto-falantes duplos, dispensando a necessidade de levar acessórios por aí. Ele conta com uma saída USB 4 e outra USB-C 3.2 Gen 2, além de um cabo USB 4 extra opcional e embutido. Com isso, é possível se conectar a quatro monitores 4K.

Outro ponto em comum é a bateria, com capacidade de 32 Wh. Isso é consideravelmente menor que a de um notebook comum, mas faz sentido, já que ele não tem sua própria tela. Segundo a HP, isso é suficiente para 3,5 horas de trabalho ou mais de dois dias em modo de espera.

HP diz que computador pode ser levado na mochila (imagem: divulgação)

A bateria do dispositivo é opcional e substituível. Caso o usuário prefira, pode usar o EliteBoard G1a conectado a uma fonte de 65 W, usando um plug USB-C. E, como se trata de um teclado, vale dizer que ele tem um numpad de 10 botões.
HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado

HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado
Fonte: Tecnoblog

Samsung Galaxy Z Fold 8 e Z Flip 8 aparecem em certificação com terceiro modelo inédito

Samsung Galaxy Z Fold 8 e Z Flip 8 aparecem em certificação com terceiro modelo inédito

As primeiras evidências concretas sobre a estratégia da Samsung para smartphones dobráveis em 2026 começaram a emergir. Novos números de modelo e codinomes detectados no banco de dados GSMA IMEI indicam que a fabricante já iniciou os processos de teste para a sua próxima geração de dispositivos.

Documentos identificados apontam que a Samsung trabalha em três novos modelos. Os destaques são o Galaxy Z Fold 8 (SM-F976U) e o Galaxy Z Flip 8 (SM-F776U). Os registros confirmam que os aparelhos passam por avaliações internas muito antes da definição de seus nomes comerciais.O sufixo “U” nos números de modelo indica variantes destinadas ao mercado norte-americano. Historicamente, a Samsung utiliza “B” para modelos globais e “N” para a Coreia do Sul. A presença do código “U” revela que os dispositivos já entraram em fases de testes de rede e otimização regional.Clique aqui para ler mais

Samsung Galaxy Z Fold 8 e Z Flip 8 aparecem em certificação com terceiro modelo inédito
Fonte: Tudocelular

Dell lança monitor UltraSharp 4K QD-OLED antirreflexo e modelo gigante de 52 polegadas

Dell lança monitor UltraSharp 4K QD-OLED antirreflexo e modelo gigante de 52 polegadas

Junto do retorno da linha XPS e de atualizações na família Alienware, a Dell lançou na CES 2026 dois novos monitores UltraSharp para profissionais. A dupla conta com especificações extremas, sendo composta de uma variante com tela QD-OLED 4K antirreflexo, junto de um modelo gigante com painel ultrawide de 52 polegadas.Dell UltraSharp 52 Thunderbolt Hub MonitorDestaque das novidades, o Dell UltraSharp 52 Thunderbolt Hub Monitor (modelo U5226KW) chama atenção ao trazer um display IPS Black gigante de 52 polegadas em proporção ultrawide de 21:9, com resolução 6K de 6144 x 2560 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz.

Conforme explica a fabricante, a proposta é atender traders, engenheiros, executivos e cientistas de dados que costumam trabalhar com dois ou até três monitores ao mesmo tempo, oferecendo em um único pacote maior definição e facilidade de uso, já que não é preciso lidar com quebras de imagem ou diversos cabos.Clique aqui para ler mais

Dell lança monitor UltraSharp 4K QD-OLED antirreflexo e modelo gigante de 52 polegadas
Fonte: Tudocelular

ViewSonic renova linha de monitores com foco em gamers e profissionais criativos

ViewSonic renova linha de monitores com foco em gamers e profissionais criativos

A CES 2026 também conta com a presença da ViewSonic e a companhia aproveitou para apresentar novos modelos de monitores para o seu público ao longo do evento. Trata-se do VX2730D-4K, VX2738-2K-OLED, VP3276T-4K ColorPro, VG1457 e VG2748N, que trazem diferentes propostas.

VX2730D-4K e VX2738-2K-OLED para gamersEm geral, o VX2730D-4K vem com 27 polegadas e possibilidade de alternar entre a resolução 4K com acesso à taxa de atualização de 144 Hz e 1080p a 288 Hz. Além disso, o modelo possui tempo de resposta de 0,5 ms e compatível com recursos FreeSync Premium e G-Sync.Clique aqui para ler mais

ViewSonic renova linha de monitores com foco em gamers e profissionais criativos
Fonte: Tudocelular

Sony registra assistente de IA para PlayStation que ajuda jogadores a passar por fases difíceis

Sony registra assistente de IA para PlayStation que ajuda jogadores a passar por fases difíceis

A Sony tem investido em várias patentes para ajudar jogadores e hoje o VGC descobriu uma patente intitulada “Ghost Player” (Jogador Fantasma) que cita um novo assistente de IA capaz de ajudar em fases difíceis de jogos usando conteúdo gerado pela comunidade.Registrada na Organização Mundial de Propriedade Intelectual em setembro de 2024, mas publicada somente nesta semana, a patente cita que o Ghost Player pode funcionar de duas formas:


Modo Guia: o personagem sendo controlado pelo jogador demonstra a solução para enfrentar o desafio à frente antes que o jogador siga pelo nível;
Modo Completo: o personagem completa o desafio por conta própria no lugar do jogador.
A principal diferença em relação a dicas fornecidas pelo próprio jogo seria que o Ghost Player não precisaria ser programado pelos desenvolvedores, pois utilizaria os dados da Ajuda de Jogo existente no PS5 para criar o guia ou passar pela fase no lugar do jogador enquanto ele observa.Clique aqui para ler mais

Sony registra assistente de IA para PlayStation que ajuda jogadores a passar por fases difíceis
Fonte: Tudocelular

Microsoft comete gafe envolvendo Google Chrome em nova propaganda do Windows 11

Microsoft comete gafe envolvendo Google Chrome em nova propaganda do Windows 11

Em comercial de natal que destaca como o Windows 11 é a “casa dos games”, a Microsoft cometeu uma “gafe” ao exibir na barra de tarefas o logo do Chrome. Apesar de parecer algo natural, considerando a popularidade do navegador, a situação chama atenção por indicar um erro do time de marketing da gigante, especialmente diante dos incontáveis esforços da empresa de priorizar o Microsoft Edge sobre o rival do Google.O suposto erro foi visto pelo portal Windows Latest na propaganda “Windows 11: The Home of Gaming”, divulgado em 23 de dezembro. A campanha tinha como intuito incentivar a compra de PCs para jogos durante o período de natal e ano novo, destacando os pontos fortes do sistema em relação aos games.

No entanto, logo no início do vídeo, é possível notar entre os ícones fixados da barra de tarefas o logo do Chrome. O navegador do Google domina o mercado e possui mais de 70% de participação já há alguns anos, mas o caso chama atenção pela postura da Microsoft em outras oportunidades.Clique aqui para ler mais

Microsoft comete gafe envolvendo Google Chrome em nova propaganda do Windows 11
Fonte: Tudocelular

Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer

Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer

Notebooks ainda não têm data para chegar (imagem: divulgação)

Resumo

A Alienware lançará dois novos notebooks em 2026: um modelo ultra-fino de 17 mm e um modelo de entrada mais acessível, ambos com design discreto e sem luzes chamativas.
O modelo ultra-fino terá opções de tela de 14 e 16 polegadas, sendo 51% menor em volume que o Area-51 de 16 polegadas, com hardware eficiente para jogos e projetos criativos.
Na CES 2026, a Alienware anunciou novas configurações para os notebooks Aurora e Area-51, incluindo telas OLED antirreflexo e processadores Intel Core Ultra 200HX, além de novidades para o desktop Area-51 com processadores AMD.

A Alienware, submarca da Dell voltada a jogos, anunciou dois novos notebooks gamers — mas eles não querem ser tão gamers assim. Um modelo é ultra-fino, com 17 mm de espessura. Já o outro é uma opção de entrada, mais barata. Em comum, eles terão um visual mais discreto que o encontrado normalmente nos produtos da marca, com cores sóbrias e sem luzes chamativas.

Por enquanto, os dois novos notebooks “gamers, mas não tanto” ainda não têm data de lançamento, nem preço, nem mesmo nome — tudo que sabemos é que eles chegarão até o fim do ano.

Como serão os novos notebooks da Alienware?

Ultrafino terá opção de 16 polegadas (imagem: divulgação)

O laptop gamer ultra-fino terá espessura de cerca de 17 mm. Ele virá em opções com telas de 14 e 16 polegadas. O modelo de 16 polegadas deve ter volume 51% menor que o Area-51 de 16 polegadas.

Segundo a empresa, o objetivo não é ter o mesmo desempenho de um produto da linha Area-51, mas, ainda assim, entregar um hardware com boas capacidades para games, combinando CPUs eficientes e placas gráficas dedicadas da Nvidia.

A ideia é que o notebook ultra-fino seja um produto versátil, combinando desempenho para jogos, portabilidade e suporte a projetos criativos — basicamente, um computador para trabalhar em grande parte do tempo e jogar nas horas vagas.

Novo modelo de entrada será mais barato que notebooks atuais da Alienware (imagem: divulgação)

O outro produto da Alienware é um notebook de entrada, visando um público maior. Assim como o ultra-fino, ele não terá um desempenho de Area-51, mas a Dell promete seguir o padrão da marca nos aspectos mais importantes, como qualidade de construção, projeto térmico e performance.

O que mais a Alienware anunciou?

A empresa aproveitou a CES 2026 para apresentar novas opções de configuração para produtos atuais. Os notebooks Aurora e Area-51 de 16 polegadas passarão a contar com telas OLED antirreflexo.

Eles e o Alienware 18 Area-51 também passarão a contar com processadores Intel Core Ultra 200HX e placas gráficas Nvidia GeForce RTX 50 Series. Quem também tem novidades é o desktop Area-51, que passa a contar com processadores AMD como opção.

Já a Dell, dona da marca Alienware, teve no retorno do XPS sua principal notícia. O nome havia sido aposentado na CES 2025, mas a empresa reconheceu o erro e lançou novos notebooks dessa linha.
Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer

Alienware aposta em notebooks discretos para ir além do público gamer
Fonte: Tecnoblog

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Apple lançou o iPhone 17 em setembro de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone 18 padrão em 2027, quebrando o ciclo anual de lançamentos.
Segundo o MacRumors, a mudança visa otimizar a produção de chips de 2 nm e competir com outras marcas no primeiro semestre.
No Brasil, o efeito pode ser preços ainda mais altos para obter o iPhone “do ano”.

A Apple prepara uma mudança importante em seu calendário de lançamentos: o possível iPhone 18 base pode ser lançado somente em 2027, quebrando o ciclo anual pela primeira vez em mais de uma década. A alteração, antecipada aqui no Tecnoblog, tentaria otimizar a cadeia de suprimentos e reaquecer as vendas no início do ano seguinte.

De acordo com o MacRumors, a manobra visa resolver dois problemas críticos. Primeiro, ganhar tempo para estabilizar a fabricação dos novos chips de 2 nanômetros (o provável A20) junto à TSMC, que atualmente enfrenta gargalos no rendimento e custos elevados. Ao reservar o novo processador apenas para a linha Pro, a Apple reduz a pressão sobre a produção e garante margens de lucro maiores.

Segundo, a alteração também posiciona a empresa de forma mais agressiva na janela do primeiro semestre, conforme aponta o analista Ming-Chi Kuo, conhecido leaker da fabricante. Historicamente, esse período é dominado por lançamentos da série Galaxy S, da Samsung, e flagships de marcas chinesas como Xiaomi e Oppo. Mover o iPhone de entrada para essa data garantiria novidades nas prateleiras quase o ano todo.

Somente linha Pro em 2026?

O novo cronograma prevê que a janela tradicional de outono (setembro/outubro de 2026) será exclusiva para o segmento topo de linha da Apple. O grande destaque deve ser o inédito iPhone Fold, primeiro dobrável da marca com preço estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 11 mil em conversão direta, sem impostos).

Os rumores indicam que o novo calendário de lançamentos deve ficar assim:

Setembro de 2026: iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Fold;

Março a junho de 2027: iPhone 18 (padrão), iPhone 18e e iPhone Air de 2ª geração.

Impacto no bolso

Quem quiser o iPhone do ano terá que pagar mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Para o consumidor brasileiro, o efeito deve ser severo. O Brasil já registrou o segundo preço mais alto do mundo no lançamento do iPhone 17 (R$ 7.999 na versão base) e verá a barreira de entrada para um dispositivo “do ano” subir ainda mais.

Sem a atualização do modelo padrão no fim de 2026, e sem a desvalorização de modelos antigos, quem faz questão do aparelho de última geração da Apple terá como única opção a linha Pro, cujos preços iniciais costumam romper a barreira dos R$ 11 mil.

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026
Fonte: Tecnoblog

O que é Alphabet Inc.? Saiba por que a dona do Google foi criada

O que é Alphabet Inc.? Saiba por que a dona do Google foi criada

Conheça as subsidiárias da Alphabet e qual é a influência do conglomerado nos negócios de tecnologia e inovação (imagem: Reprodução/Alphabet)

A Alphabet Inc. é uma holding global que atua como a empresa-mãe de diversos negócios de tecnologia e inovação. Ela foi criada em 2015 pelos fundadores Larry Page e Sergey Brin para trazer mais foco e autonomia ao grupo.

A dona do Google surgiu para separar os serviços de internet de projetos ambiciosos de ciência e robótica, as chamadas “moonshots”. A reestruturação permitiu que cada unidade operasse de forma independente, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias.

Além do Google, a Alphabet supervisiona subsidiárias como a Waymo, de veículos autônomos, e a Verily, da área da saúde. O grupo também inclui a DeepMind, focada em inteligência artificial, e a Wing, de Drones.

A seguir, saiba mais sobre a Alphabet, sua criação e suas principais subsidiárias. Também conheça quem são os donos e a estrutura acionária da companhia.

ÍndiceO que é Alphabet?O que significa Alphabet?Quem criou a Alphabet?Por que a Alphabet foi criada?O que a Alphabet Inc. faz?Quais são as subsidiárias da Alphabet?Quem são os donos da Alphabet?Quais são as ações da Alphabet na bolsa?Qual é o valor de mercado da Alphabet?Qual é a diferença entre Alphabet e Google?

O que é Alphabet?

A Alphabet Inc. é uma holding multinacional criada em 2015 para reestruturar o Google, separando os serviços de internet de outras frentes de inovação. Essa estrutura permite que o conglomerado gerencie de forma independente subsidiárias em setores diversos, como biotecnologia, inteligência artificial e direção autônoma.

O que significa Alphabet?

A palavra Alphabet (alfabeto, em português) significa o conjunto de letras essencial à comunicação humana. Para a empresa, o termo representa a vasta coleção de serviços, refletindo a essência do seu índice de busca e organização de informações do Google.

O nome também traz o trocadilho “Alpha-bet” (aposta no Alfa), indicando o objetivo de gerar retornos financeiros acima da média do mercado. Segundo o fundador Larry Page, a escolha reforça o compromisso da holding com investimentos ambiciosos e o desenvolvimento de novas tecnologias independentes.

A Alphabet surgiu a partir de uma reestruturação do Google em 2015 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quem criou a Alphabet?

A Alphabet Inc. foi criada por Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, em 2015. Ambos os executivos lideraram a transição estrutural até 2019, quando entregaram a gestão de ambas as companhias ao atual CEO Sundar Pichai.

Por que a Alphabet foi criada?

A Alphabet foi criada para segmentar o ecossistema do Google, separando os serviços de internet de iniciativas experimentais e de longo prazo. Essa reestruturação estratégica visava aumentar a transparência financeira e o foco operacional em cada unidade de negócio.

A holding permitiu que projetos como Waymo (veículos autônomos) e Verily (biotecnologia) ganhassem autonomia administrativa e orçamentária sob CEOs próprios. Isso isolou os riscos regulatórios das “moonshots” e simplificou a gestão de um portfólio vasto e tecnicamente diverso.

O modelo de conglomerado da Alphabet otimizou a alocação de capital, protegendo os lucros estáveis da publicidade enquanto financia inovações. Com isso, os fundadores preservaram o controle estratégico e a agilidade necessárias para escalar futuras frentes de receita.

Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, foram responsáveis pela criação da Alphabet (imagem: AP Photo/Paul Sakuma)

O que a Alphabet Inc. faz?

A Alphabet funciona como uma holding que separa os serviços digitais consolidados do Google de seus projetos experimentais. Sua estrutura centraliza a gestão de dados, publicidade e inovação tecnológica em três divisões fundamentais:

Google Services: concentra plataformas líderes, como Busca, YouTube, Android e Maps, gerando receita principalmente por meio de anúncios e venda de hardware;

Google Cloud: provê infraestrutura de computação e armazenamento em nuvem, além de ferramentas avançadas de inteligência artificial para transformação digital de empresas e governos;

Other bets (Outras apostas): reúne projetos experimentais e futuristas, como os veículos autônomos Waymo e serviço de entrega por drones Wing, que recebem altos investimentos em pesquisa para criar mercados disruptivos.

A busca do Google ainda é uma importante plataforma para os negócios da Alphabet (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as subsidiárias da Alphabet?

A Alphabet Inc. supervisiona centenas de subsidiárias, organizadas entre Google Company e o segmento conhecido como “Other Bets” (Outras apostas). Estas são as principais empresas da Alphabet:

Google LLC e serviços relacionados:

Google: concentra os produtos principais como Busca, YouTube, Android e Maps, gerando a maioria da receita publicitária global;

Google Cloud: oferece infraestrutura de computação em nuvem, ferramentas de produtividade empresarial e plataformas avançadas de inteligência artificial;

Other Bets (Inovações e pesquisas):

Waymo: lidera o desenvolvimento de tecnologia para direção autônoma e opera serviços comerciais de robotáxis;

Verily: foca em ciências da vida e saúde de precisão, desenvolvendo tecnologias para coleta e análise de dados clínicos complexos;

Calico: dedica-se à biotecnologia e pesquisa básica sobre mecanismos do envelhecimento para promover o aumento da longevidade humana;

Wing: desenvolve a infraestrutura logística e opera serviços de entrega por drones para o transporte rápido de mercadorias leves;

X (The Moonshot Factory): funciona como um laboratório de inovação radical, incubando tecnologias disruptivas que buscam resolver grandes problemas globais;

DeepMind: atua na vanguarda da pesquisa em inteligência artificial generativa e modelos científicos voltados para a biologia e física.

Empresas de holding e investimento:

XXVI Holdings Inc: atua como a entidade legal que detém a propriedade das “Other Bets” e isola as responsabilidades financeiras entre divisões;

Alphabet Holdings LLC: operam como os braços de investimento em capital de risco e equidade de crescimento para empresas em diversos estágios.

O sistema de veículo autônomo da Waymo é uma das “Other Bets” da Alphabet (imagem: Reprodução/Waymo)

Quem são os donos da Alphabet?

A Alphabet é controlada por uma estrutura de três classes de ações que distribui o capital entre investidores e gestores. Grandes instituições financeiras, como Vanguard e BlackRock, detêm a maioria das ações públicas voltadas ao mercado (Classe A e C).

Contudo, Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, retêm o controle majoritário através das ações de Classe B. Essas cotas exclusivas possuem superpoder de voto, garantindo a eles 51,7% do poder de decisão na empresa.

Em resumo, enquanto o mercado provê o capital, os criadores ditam a visão estratégica global. Essa governança protege a autonomia da diretoria contra pressões externas, assegurando a continuidade do modelo de gestão.

Quais são as ações da Alphabet na bolsa?

As ações da Alphabet Inc. são negociadas na Nasdaq e dividem-se em duas categorias acessíveis ao público. Elas são diferenciadas essencialmente pelo poder de decisão dos investidores:

GOOGL (Classe A): representa as ações ordinárias, que garante ao acionista o direito a voto em assembleias da empresa;

GOOG (Classe C): refere-se a ações preferenciais que, embora deem direito à participação nos lucros, não oferecem direito a voto.

Além dessas, existem as ações de Classe B detidas exclusivamente pelos fundadores Larry Page e Sergey Brin para assegurar o controle majoritário. Essa estrutura permite que a gestão mantenha o direcionamento estratégico da companhia, mesmo com a diluição do capital no mercado financeiro.

A Alphabet possui três categorias de ações, determinando o poder de voto dos investidores no conglomerado (imagem: Mark Lennihan/AP)

Qual é o valor de mercado da Alphabet?

O valor de mercado da Alphabet é de aproximadamente US$ 3,80 trilhões, segundo dados da Companies Market Cap em janeiro de 2026. A companhia superou a marca de US$ 3 trilhões de capitalização de mercado pela primeira vez em setembro de 2025.

Qual é a diferença entre Alphabet e Google?

A Alphabet Inc. é a holding criada em 2015 para separar os serviços de internet do Google de projetos experimentais e de longo prazo. Ela gerencia o portfólio de empresas do grupo, garantindo autonomia operacional e transparência financeira entre as diferentes subsidiárias.

O Google LLC é a maior subsidiária da Alphabet, concentrando as operações de tecnologia de consumo, publicidade digital e infraestrutura. Sob seu guarda-chuva estão produtos como Busca, YouTube, Android, Cloud e o desenvolvimento de modelos de inteligência artificial.
O que é Alphabet Inc.? Saiba por que a dona do Google foi criada

O que é Alphabet Inc.? Saiba por que a dona do Google foi criada
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)

Resumo

O Itaú Unibanco lançou uma funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem digitar valores ou chave Pix.
A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação, disponível para clientes que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app Itaú.
A funcionalidade segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta.

O Itaú libera hoje uma nova funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem necessidade de digitar valores ou chave Pix. A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação para o cliente confirmar. A solução está disponível para todos os clientes do banco que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app oficial Itaú.

O Pix no WhatsApp já estava disponível para pagamentos via texto, voz e QR Code. Desde o lançamento, a ferramenta alcançou até três vezes mais transações por mês se comparado a outros canais, segundo o banco, que não apresentou números absolutos.

A nova funcionalidade permite fotografar a placa com a chave ou a conta do estabelecimento comercial e enviar para o WhatsApp oficial do Itaú no número 4004-1515.

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)

A Inteligência Itaú, nome dado ao guarda-chuva de ferramentas tecnológicas do banco, tem capacidade para interpretar qualquer tipo de imagem enviada. Situações como pagar pipoca na rua ou dividir conta do bar com amigos ficam mais simples, sem precisar digitar valores ou chave Pix. Segundo Beatriz Bernardi, diretora do Itaú Unibanco, o objetivo é que clientes resolvam necessidades financeiras no mesmo ambiente em que conversam com amigos e familiares.

A novidade mantém segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta. O banco reafirmou compromisso em oferecer soluções práticas que acompanham o ritmo da vida dos clientes.

Apesar de ser novidade no Itaú, a mesma ferramenta já existe no Banco do Brasil, Inter e Magie, apenas para citar alguns serviços financeiros.

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix
Fonte: Tecnoblog