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HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

A Xiaomi atualizou em seu site oficial a lista de ciclo de vida de seus dispositivos, definindo a data exata em que dezenas de modelos das linhas Xiaomi, Redmi e POCO deixarão de receber atualizações do sistema HyperOS e patches de segurança.

O mercado global de smartphones Android tem passado por uma transição, com fabricantes estendendo o tempo de suporte de software para até sete anos. Contudo, todo hardware possui um teto técnico estrutural, e o momento em que o aparelho atinge o status de End-of-Life (EOL) marca o fim definitivo do desenvolvimento de firmware para aquele modelo.Segundo o cronograma da fabricante chinesa, o encerramento do suporte não significa apenas a estagnação estética ou a falta de novas funções baseadas em inteligência artificial. O corte inclui a suspensão de correções para vulnerabilidades do sistema operacional, o que impacta diretamente a proteção dos dados dos usuários.O Poco M8 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 2.449. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco M8 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 15 Pro 4G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. 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O Xiaomi 13 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 13 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 Pro Plus ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.988. O Xiaomi 12T Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12T ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 Lite ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.(atualizado em 18 de February de 2026, às 19:14)Clique aqui para ler mais

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações
Fonte: Tudocelular

Compacto e com preço baixo: Mac Mini M4 é a porta de entrada para o universo da Apple

Compacto e com preço baixo: Mac Mini M4 é a porta de entrada para o universo da Apple

Considerado a verdadeira “porta de entrada” para quem quer um computador da Apple, mas não tem grana para avançar para um MacBook, o Mac Mini M4 voltou a ficar mais barato nessa oferta.

Isso porque o dispositivo com 256 GB de armazenamento pode ser comprado por apenas R$ 4.179, com pagamento via Pix.

Como estamos diante de uma oferta Shopee, você pode parcelar a compra em até 12 vezes sem juros, sendo que é preciso aplicar o cupom TODAS AS LOJAS R$90 OFF que pode ser resgatado aqui.Clique aqui para ler mais

Compacto e com preço baixo: Mac Mini M4 é a porta de entrada para o universo da Apple
Fonte: Tudocelular

Gemini e Google Maps: veja como a IA quer se transformar no seu guia local

Gemini e Google Maps: veja como a IA quer se transformar no seu guia local

Já há algum tempo, o Google tem prometido integrar sua inteligência artificial – Gemini – ao Google Maps. Mas essa integração não deve ser unilateral, já que o app da IA também deverá ganhar suporte à plataforma de navegação.

Os colegas do portal internacional Android Authority conseguiram destrinchar a nova versão do aplicativo do Google (17.6.58.ve.arm64) e ativar a extensão do Google Maps dentro do Gemini. Isso permitiu adicionar uma localização específica como parte de um prompt dentro da IA. Confira as capturas:Depois que uma região é anexada ao prompt, é possível fazer perguntas direcionadas à área, como “onde eu deveria comer aqui?”, “este é um lugar seguro para caminhar a noite?” ou “qual a média de preço dos aluguéis nesta região?”.Clique aqui para ler mais

Gemini e Google Maps: veja como a IA quer se transformar no seu guia local
Fonte: Tudocelular

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Mozilla encerrará atualizações do Firefox para Windows 7, 8 e 8.1 após fevereiro de 2026;
Sem suporte oficial, navegador deixará de receber atualizações de segurança;
Recomendação da Mozilla é atualizar para uma versão mais recente do Windows ou instalar uma distribuição Linux.

Quem ainda mantém um computador com Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1 tem, no Firefox, uma das poucas opções de navegador seguro. Mas não por muito tempo: a Mozilla revelou que não irá mais liberar atualizações do browser para as mencionadas versões do sistema operacional da Microsoft.

Atualmente, o Firefox para Windows está na versão 147. Já a última versão do navegador compatível com os Windows 7, 8 e 8.1 é a 115, lançada em 2023. Apesar de esta última não ter determinados recursos que são oferecidos pela versão 147, ela vinha recebendo atualizações básicas por meio do canal Extended Support Release (ESR).

De acordo com o Neowin, no início, a Mozilla havia planejado manter o suporte ao Firefox 115 ESR até setembro de 2024. Mas a organização vinha adiando o fim do suporte até chegar ao prazo atual: março de 2026. Sabemos, agora, que não haverá um novo adiamento.

Página de download do Firefox já avisa sobre fim de suporte no Windows 8.1 e anteriores (imagem: reprodução/Mozilla)

O que acontecerá com o Firefox nos Windows 7, 8 e 8.1?

Nesta página de ajuda, a Mozilla informa que o Firefox 115 ESR receberá atualizações até o fim de fevereiro de 2026. A partir de março, ainda será possível usar o navegador nos Windows 7, 8 e 8.1, mas no modo “por sua conta e risco”, afinal, o browser deixará de ser atualizado.

Por conta disso, a Mozilla recomenda que o usuário use uma versão mais atual do Windows. Para máquinas que, por alguma razão, não podem rodar o Windows 10 (sistema operacional descontinuado pela Microsoft em outubro de 2025, vale relembrar) ou o Windows 11, a recomendação da Mozilla é a de que o usuário instale uma distribuição Linux.

A Mozilla deu ainda a seguinte explicação para justificar o fim do suporte de seu browser nos Windows 7, 8 e 8.1:

A Microsoft encerrou o suporte oficial aos Windows 7, 8 e 8.1 em janeiro de 2023. Sistemas operacionais sem suporte não recebem atualizações de segurança e possuem vulnerabilidades conhecidas. Sem o suporte oficial da Microsoft, manter o Firefox para sistemas operacionais desatualizados torna-se custoso para a Mozilla e arriscado para os usuários.

Para reforçar a recomendação sobre migrar de sistema operacional, a Mozilla também relembrou que navegadores como Google Chrome e Microsoft Edge também já não suportam oficialmente os Windows 7, 8 e 8.1.
Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1
Fonte: Tecnoblog

Anthropic lança Claude Sonnet 4.6, com modo que controla o seu PC

Anthropic lança Claude Sonnet 4.6, com modo que controla o seu PC

Nova versão também preenche formulários como um humano (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

O Claude Sonnet 4.6, lançado pela Anthropic, supera o Opus 45 em tarefas práticas e benchmarks, com foco em produtividade e uso autônomo de computadores.
O modelo melhora a execução em ambientes reais, com interações avançadas em sistemas operacionais e softwares, além de expandir a janela de contexto para 1 milhão de tokens.
O Sonnet 4.6 apresenta menos alucinações e melhor consistência em lógica de programação, com suporte a conectores MCP no Excel e reforço em segurança contra ataques de injeção de prompt.

A Anthropic anunciou nesta terça-feira (17) o lançamento do Claude Sonnet 4.6, a mais nova versão de seu modelo de inteligência artificial intermediário. O anúncio ocorre cerca de quatro meses após a última atualização da linha e já está disponível globalmente. O Sonnet 4.6 assume o posto de padrão para usuários dos planos Free e Pro no site claude.ai e no Claude Cowork, além de chegar simultaneamente à API da empresa e principais plataformas de nuvem, como AWS e Google Cloud.

O lançamento foca em produtividade e foi otimizado especificamente para tarefas de codificação, instruções complexas e – o maior diferencial desta versão – uso autônomo de computadores.

O que muda no Claude Sonnet 4.6?

O novo modelo apresenta avanços importantes em benchmarks que medem a capacidade de execução em ambientes reais. Um deles é o desempenho no OSWorld, um teste que avalia como a IA interage com sistemas operacionais, navegadores e softwares de produtividade, como LibreOffice e VS Code. Diferentemente de outras IAs, o Sonnet 4.6 interage com a interface “enxergando” a tela e operando mouse e teclado virtuais para executar comandos sozinho.

Em testes, usuários relataram que o modelo demonstra capacidade de nível humano em tarefas como o preenchimento de formulários web complexos que exigem a coleta de dados em diferentes abas do navegador.

Outra mudança estrutural é a expansão da janela de contexto para 1 milhão de tokens na versão beta — o dobro da capacidade anterior da linha Sonnet. Na prática, esse volume permite que a IA “leia” e mantenha na memória de curto prazo bases de código inteiras, contratos jurídicos de centenas de páginas ou dezenas de artigos científicos em uma única solicitação, facilitando o raciocínio sobre grandes volumes de dados sem perder a precisão.

Melhor que os modelos “topo de linha”?

Um dado curioso do anúncio é a comparação com o Claude Opus 4.5, o modelo mais poderoso da empresa até novembro de 2025. Segundo a Anthropic, em 59% dos casos, os testadores preferiram o Sonnet 4.6 ao antigo topo de linha. Os relatos apontam que o novo modelo apresenta menos alucinações em tarefas de lógica de longo prazo.

Para desenvolvedores, o Sonnet 4.6 traz melhorias na consistência do código e lógica de programação. Em testes internos, desenvolvedores preferiram o novo modelo em relação ao Sonnet 4.5 em 70% das vezes, destacou a empresa. A percepção é de que a IA se tornou mais eficaz ao analisar o contexto completo de um projeto antes de sugerir modificações.

Integração com Excel e segurança

No setor corporativo, o modelo ganha reforço com o suporte a conectores MCP (Model Context Protocol) dentro do Microsoft Excel. A novidade permite que o Claude acesse dados de fontes externas, como S&P Global e Moody’s, diretamente da planilha, eliminando a necessidade de alternar entre abas ou exportar arquivos manualmente para alimentar a IA.

Quanto à segurança, a Anthropic reforçou que o Sonnet 4.6 passou por testes rigorosos contra ataques de injeção de prompt (prompt injection). O modelo também foi treinado para ignorar instruções maliciosas escondidas em sites ou documentos que tentem sequestrar o controle do computador.

Preços e disponibilidade

A Anthropic mantém a cobrança da API em dólares, exigindo atenção dos usuários brasileiros à conversão do câmbio e impostos como o IOF. Os valores de tabela são:

US$ 3,00 por milhão de tokens de entrada (aprox. R$ 15,60)

US$ 15,00 por milhão de tokens de saída (aprox. R$ 78,30)

Como mencionado antes, o modelo já substituiu as versões anteriores em todos os aplicativos oficiais do Claude e na plataforma de desenvolvedores.
Anthropic lança Claude Sonnet 4.6, com modo que controla o seu PC

Anthropic lança Claude Sonnet 4.6, com modo que controla o seu PC
Fonte: Tecnoblog

Estamos anunciando o novo Desafio de Impacto Global do Google.org: IA para inovação governamental

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A adoção de IA pelo governo não é apenas uma atualização técnica, mas uma forma de resolver desafios do mundo real e gerar impacto social nas comunidades. No entanto, n…

Estamos anunciando o novo Desafio de Impacto Global do Google.org: IA para inovação governamental
Fonte: Google

KDE Plasma 6.6 chega para enfrentar o Gnome; confira as novidades

KDE Plasma 6.6 chega para enfrentar o Gnome; confira as novidades

Ambiente de desktop KDE Plasma 6.6 (imagem: reprodução/KDE)

Resumo

KDE Plasma 6.6 foi lançado com foco em personalização, permitindo salvar temas globais para alternância automática entre modos claro e escuro;

ferramenta Spectacle agora possui função de OCR integrada, permitindo que o usuário extraia texto diretamente de capturas de tela;

Sistema recebeu melhorias de acessibilidade, incluindo filtros para daltonismo e um teclado virtual otimizado para telas sensíveis ao toque.

As distribuições Linux mais populares trazem o Gnome como ambiente de desktop padrão. Mas quem estiver disposto a experimentar algo diferente pode recorrer ao ambiente KDE Plasma, cuja versão 6.6 foi lançada oficialmente nesta semana. As novidades incluem mais opções de personalização, detecção de texto em imagens e um novo teclado virtual.

No aspecto da personalização, quem gosta de ajustar cores de barras, janelas e afins agora pode salvar essas alterações como um tema global, de modo que seja possível usá-lo como uma opção para a funcionalidade que alterna entre os temas diurno e noturno.

Tema global no KDE Plasma 6.6 (imagem: reprodução/KDE)

Sobre o recurso de detecção de texto em imagens, trata-se de uma função de OCR que foi adicionada ao Spectacle, ferramenta para captura de telas. Quando uma imagem for capturada, bastará selecionar a área de texto e clicar no botão de extração para o conteúdo escrito ser reconhecido e salvo em outro aplicativo, por exemplo.

É interessante notar que os desenvolvedores do KDE Plasma 6.6 se preocuparam em renovar o teclado virtual do ambiente. Quem já se deparou com um defeito no teclado físico sabe o quanto esse tipo de ferramenta é útil. A nova versão é baseada no Qt Virtual Keyboard e, como tal, suporta previsão de texto e é otimizada para telas sensíveis a toques, entre outros atributos.

Teclado virtual do KDE Plasma 6.6 (imagem: reprodução/KDE)

O que mais há de novo no KDE Plasma 6.6?

As demais novidades do KDE Plasma 6.6 incluem:

agora é possível compartilhar redes Wi-Fi rapidamente via QR Code;

as opções de acessibilidade trazem um novo filtro de escala de cinza que é útil para quem tem daltonismo;

ainda no aspecto da acessibilidade, os recursos de zoom e lupa agora funcionam com um modo de rastreamento que mantém o cursor centralizado na tela;

agora há um novo assistente de configuração geral para quando o KDE Plasma for acessado pela primeira vez;

também há um novo e opcional gerenciador de login;

o ambiente ganhou uma opção de ajuste automático de brilho em telas com sensor de luz ambiente;

as animações ficaram mais fluidas em telas com taxa de atualização elevada.

Assistente de configuração do KDE Plasma 6.6 (imagem: reprodução/KDE)

Como obter o KDE Plasma 6.6?

Como o KDE Plasma 6.6 é um ambiente de desktop, a sua instalação não é trivial. Recomenda-se, portanto, que você aguarde a nova versão chegar à sua distribuição Linux.

A expectativa é a de que a novidade seja lançada em atualizações de projetos como Ubuntu (Kubuntu), Fedora, Manjaro e OpenSUSE, obviamente que nas versões dessas distribuições preparadas para KDE.

Já quem tiver experiência o suficiente pode baixar e compilar o Plasma 6.6 a partir do repositório oficial.

KDE Plasma 6.6 chega para enfrentar o Gnome; confira as novidades

KDE Plasma 6.6 chega para enfrentar o Gnome; confira as novidades
Fonte: Tecnoblog

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Com planos de lançar 15 mil satélites até 2030, SpaceSail recebe sinal verde da Anatel (imagem: reprodução/SapceSail)

Resumo

A Anatel concedeu o direito de exploração de satélites não geoestacionários para a empresa chinesa SpaceSail, conhecida em seu país de origem como Qianfan. A decisão autoriza a companhia a operar uma constelação de órbita baixa (LEO) no território brasileiro, estabelecendo concorrência direta com a Starlink, de Elon Musk, que domina o setor atualmente. A autorização foi concedida em 12/02.

O objetivo da licença é ampliar a oferta de banda larga de alta velocidade em áreas remotas e reforçar a infraestrutura de conectividade do país, conforma aponta o portal InfoMoney. O ato regulatório contempla a operação de até 324 satélites em uma fase inicial com validade até julho de 2031.

A SpaceSail possui um prazo de até dois anos para iniciar suas atividades comerciais no Brasil. Em seu cronograma enviado ao órgão regulador, a empresa indicou que pretende lançar o serviço no mercado nacional no quarto trimestre de 2026, coincidindo com o início das operações de sua constelação em solo chinês.

Como a chegada da SpaceSail impacta o mercado brasileiro?

A entrada de um novo player no segmento pode modificar a dinâmica de preços e a disponibilidade de serviços de rede no Brasil. Atualmente, a Starlink detém a liderança isolada deste nicho, sendo a principal escolha para produtores rurais, comunidades amazônicas e empresas de logística que operam em regiões sem cobertura de fibra óptica ou redes móveis tradicionais. São 1 milhão de consumidores. A chegada de uma alternativa quebra esse monopólio técnico.

Com a homologação da SpaceSail pela Anatel, a expectativa é que o aumento da oferta pressione a redução de custos de instalação de equipamentos e o valor das mensalidades. Além da questão comercial, a presença de uma segunda grande constelação LEO garante redundância para serviços públicos críticos. Em situações de falha técnica ou instabilidades em uma rede, o governo e empresas privadas passam a ter uma alternativa equivalente em termos de latência e velocidade.

A vinda da empresa também ocorre em um momento estratégico de estreitamento de relações tecnológicas entre Brasil e China. Recentemente, foram assinados memorandos de entendimento envolvendo a Telebras para cooperação em infraestrutura de telecomunicações.

Além do uso comercial para o consumidor final, a tecnologia de órbita baixa é vista com interesse pelo setor de Defesa e Segurança Pública pela capacidade de manter comunicações criptografadas e estáveis em áreas de fronteira e em alto-mar, onde a infraestrutura terrestre é inexistente.

Empresa chinesa quebra monopólio técnico da Starlink no país (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Planos de expansão

A SpaceSail não limita suas ambições ao lote inicial de 324 satélites. O projeto prevê colocar milhares de dispositivos em órbita até o final desta década. Segundo informações do portal especializado SpaceNews, a meta é atingir mais de 15 mil satélites até 2030, criando uma rede de cobertura global capaz de rivalizar com a infraestrutura da SpaceX.

Para que essa operação funcione no Brasil, no entanto, não basta apenas ter os satélites no céu. A operação exigirá a instalação de diversas estações terrestres, conhecidas como gateways, que conectam o sinal vindo do espaço ao backbone da internet nacional (os cabos de fibra óptica submarinos e terrestres). A empresa já iniciou estudos de viabilidade técnica para a implementação desses centros em pontos estratégicos do território nacional.

A licença da Anatel impõe que a SpaceSail siga normas rigorosas de coordenação de frequências. A agência precisa garantir que os sinais da empresa chinesa não causem interferências em outros serviços de radiocomunicação já existentes ou em satélites de outras operadoras.

A chegada da concorrente chinesa também antecipa a movimentação de outros gigantes do setor. A Amazon, por meio do Project Kuiper, também possui planos para o mercado brasileiro, embora ainda esteja em fases anteriores de implementação regulatória.
Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil
Fonte: Tecnoblog