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Starlink que se cuide! Amazon define data de lançamento da internet via satélite Leo

Starlink que se cuide! Amazon define data de lançamento da internet via satélite Leo

A Amazon finalmente colocou uma data mais concreta em seu ambicioso plano de internet via satélite. Segundo o CEO Andy Jassy, o serviço Leo — antigo Projeto Kuiper — deve estrear comercialmente em meados de 2026, reacendendo a disputa direta com a Starlink.

Apesar da previsão, o caminho até lá ainda é complexo. Diferente da SpaceX, que controla seus próprios lançamentos, a Amazon depende de parcerias para colocar seus satélites em órbita, incluindo acordos com empresas concorrentes. A expectativa é que a situação mude com o avanço do foguete reutilizável New Glenn, da Blue Origin, empresa de Jeff Bezos.

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Starlink que se cuide! Amazon define data de lançamento da internet via satélite Leo
Fonte: Tudocelular

Spotify "blinda" experiência infantil: novos controles dão poder total aos pais sobre vídeos e conteúdos

Spotify “blinda” experiência infantil: novos controles dão poder total aos pais sobre vídeos e conteúdos

O Spotify anunciou nesta quinta-feira (9) uma expansão significativa em suas ferramentas de controle parental, priorizando o som e eliminando distrações visuais indesejadas, em um ambiente apelidado de “audio-first”.

A grande mudança está na flexibilidade. A possibilidade de desativar vídeos para crianças menores de 13 anos – antes limitada apenas aos gestores do plano Família – agora está disponível para qualquer conta dentro do plano. Mais do que isso, a novidade também fica disponível para os usuários de contas Free, Premium e Basic.Os dados mostram que essa é uma demanda real do público. Segundo a empresa, 60% dos usuários de contas gerenciadas com menos de 13 anos já possuem o vídeo desativado por seus responsáveis.Clique aqui para ler mais

Spotify “blinda” experiência infantil: novos controles dão poder total aos pais sobre vídeos e conteúdos
Fonte: Tudocelular

iPhone Ultra: dobrável da Apple surge em vazamento com bateria maior que a do Galaxy Z Fold

iPhone Ultra: dobrável da Apple surge em vazamento com bateria maior que a do Galaxy Z Fold

Com a proximidade da tradicional janela de anúncios da Apple em setembro, novos detalhes sobre o aguardado iPhone Ultra começam a desenhar o que pode ser a maior mudança de hardware da marca em anos. Este primeiro dispositivo dobrável da empresa promete redefinir os padrões de autonomia e design ultrafino no segmento de alto desempenho, buscando atrair entusiastas de tecnologia e produtividade.

De acordo com vazamentos recentes divulgados pelo canal FrontPageTech, o novo aparelho virá equipado com uma impressionante bateria de 5.800 mAh de alta densidade. Esse valor coloca a Apple em uma posição de clara vantagem sobre competidores diretos, oferecendo uma capacidade energética raramente vista em dobráveis tão finos.Além da robustez energética, o iPhone Ultra deve ostentar o inédito processador A20 Pro sob o seu chassi flexível. A configuração será acompanhada por 12 GB de memória RAM, garantindo que o multitarefa pesado e as novas funções de inteligência artificial rodem sem qualquer engasgo. Complementando o pacote técnico, o modem C2 de segunda geração permitirá uma conectividade estável com suporte a redes via satélite.Clique aqui para ler mais

iPhone Ultra: dobrável da Apple surge em vazamento com bateria maior que a do Galaxy Z Fold
Fonte: Tudocelular

YouTube libera função de "clones de IA" para criadores de conteúdo nos Shorts

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts

Criadores de conteúdo do YouTube Shorts agora podem gerar clones digitais de si mesmos para estrelar vídeos curtos, conforme anunciou o Google em postagem feita nesta quarta-feira (8). A novidade, anunciada originalmente em janeiro, usa Inteligência Artificial para replicar rosto e voz, expandindo o trabalho já feito após a chegada do modelo Veo à plataforma.Conforme explica a gigante das buscas na publicação, para ter acesso à novidade, o usuário precisa ter mais de 18 anos e um canal no YouTube. O processo de criação é feito diretamente no aplicativo principal do serviço ou no YouTube Create, e envolve uma captura ao vivo (“live selfie”) para registrar as feições e a voz.

Com o avatar pronto, o criador pode então usar prompts de texto para gerar cenas inéditas do zero ou inserir sua versão de IA dentro de um clipe de Shorts já existente, oferecendo amplas flexibilidade e personalização, e abrindo novas possibilidades.Clique aqui para ler mais

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts
Fonte: Tudocelular

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)

Resumo

A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.

Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu

iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.339,19

R$ 13.999,0019% OFF

Prós

Ganhou novo visual
Câmera frontal Center Stage de 18 MP
Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
Processador promete maior desempenho
Carregamento com fio de 40 W

Contras

Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto

PIX
Cupom

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R$ 11.339,19  Magazine Luiza

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O iPhone 17 Pro Max de 512 GB está em oferta por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um desconto de 19% em comparação ao valor de lançamento de R$ 13.999.

O celular topo de linha da Apple é equipado com tela OLED de 6,9″ e ProMotion de 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras wide, ultrawide e telefoto de 48 MP.

iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz

O iPhone 17 Pro Max é o modelo mais avançado da linha 2025 de celulares da Apple. Segundo a fabricante, seu chip A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM entregam 40% mais poder de processamento que a geração anterior, tornando-o um gadget sem paralelos entre a concorrência quando o assunto é performance.

Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço amplo para o usuário guardar uma grande quantidade de vídeos, arquivos, projetos e fotos. Além de possibilitar instalar vários apps e games, mesmo os mais pesados e exigentes.

Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que entrega cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 17 Pro Max tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 17 Pro Max, seu corpo de alumínio recebe o Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68. Juntos, conferem resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O smartphone se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria tem autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C.

O design revisto da linha 2025 acomoda as novas câmeras, todas de 48 MP e que gravam vídeos em 4K a 120 fps: uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com grande ângulo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.

iPhone 17 Pro Max conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max (512 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele está saindo por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um abatimento de 19% sobre o preço original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

Entenda como funciona a tecnologia que transforma o smartphone em um “power bank” (imagem: Reprodução/Xiaomi)O carregamento reverso é a tecnologia que transforma o smartphone em um carregador portátil improvisado para emergências. Com esse recurso, o usuário consegue carregar um celular com outro utilizando cabos USB-C ou apenas o contato por indução.O sistema inverte o fluxo tradicional para transferir carga da bateria principal para acessórios ou outros aparelhos próximos. Tudo acontece via protocolo USB-OTG ou gerando um campo magnético que alimenta fones de ouvido e smartwatches.A Samsung lidera o mercado Android com o Wireless Power Share nas linhas Galaxy S e nos dobráveis Z Fold e Z Flip. Enquanto isso, a Apple introduziu o compartilhamento cabeado no iPhone 15, garantindo fôlego extra para outros gadgets.A seguir, conheça a tecnologia de carregamento reverso, como ela funciona detalhadamente e quais dispositivos podem transferir energia para outros aparelhos. Também saiba os pontos fortes e fracos de usar este método de carregamento no dia a dia.ÍndiceO que é carregamento reverso?Como funciona o carregamento reverso?Carregamento reverso consome muita bateria?Quais são os tipos de carregamento reverso?Quais dispositivos suportam carregamento reverso?Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?O iPhone carrega outro celular por indução?Quais são as vantagens do carregamento reverso?Quais são as desvantagens do carregamento reverso?Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?O que é carregamento reverso?O carregamento reverso é uma tecnologia que transforma o dispositivo em um “power bank” sem fio ou via cabo, permitindo compartilhar a bateria do celular com outros smartphones. Embora útil em emergências, o recurso possui baixa potência e drena rapidamente a bateria do aparelho principal, servindo apenas como “carga paliativa”.Como funciona o carregamento reverso?O carregamento reverso inverte o fluxo tradicional: o dispositivo atua como uma fonte de energia em vez de receber. O smartphone usa o hardware interno para alimentar periféricos ou outros celulares, seja por meio de conexões físicas ou campos magnéticos.No modo com fio, o protocolo USB-OTG comanda o controlador de energia para inverter a polaridade da porta USB. Assim, o celular deixa de consumir eletricidade e fornece uma corrente contínua estável para o cabo conectado.O sistema de gerenciamento de energia monitora constantemente a temperatura e a voltagem para evitar o desgaste excessivo da célula principal. Por segurança, a potência é reduzida, tornando essa tecnologia ideal para carregar acessórios menores ou emergências rápidas.No formato sem fio, a bobina de indução padrão Qi inverte a função original para gerar um campo eletromagnético ativo sobre a parte traseira. Esse método converte energia química em ondas de rádio, resultando em maior dissipação de calor e menor rendimento energético. Como ocorre o carregamento reverso por indução (imagem: Reprodução/Cosmo Magazine)Carregamento reverso consome muita bateria?Sim, o carregamento reverso consome energia de forma considerável. Isso ocorre devido à baixa eficiência térmica, o que faz perder muito mais energia na forma de calor durante a transferência do que o dispositivo receptor realmente recebe.Embora a conexão via cabo OTG seja mais estável que o método por indução, o uso frequente acelera os ciclos de desgaste do hardware principal. Por isso, ele deve ser uma solução somente em casos de emergência.Quais são os tipos de carregamento reverso?Existem duas formas principais de carregamento reverso:Carregamento com fio (via USB-C ou OTG): utiliza um cabo físico para enviar energia diretamente da porta USB do dispositivo para outro aparelho. É a forma mais estável e rápida de transferir carga entre baterias;Carregamento sem fio (Wireless Power Sharing): usa as bobinas de indução internas do aparelho para criar um campo eletromagnético que carrega dispositivos compatíveis apenas por contato físico, mas lentamente e dissipando mais calor. O carregamento reverso via cabo é o mais recomendado devido à estabilidade e velocidade da transferência de energia (imagem: divulgação/OPPO)Quais dispositivos suportam carregamento reverso?Estas são algumas categorias de dispositivos que podem atuar como “estações de energia” portáteis com a tecnologia de carregamento reverso:Smartphones (Android e iPhone): modelos premium como as linhas Samsung Galaxy S e o iPhone 15 ou superiores podem fornecer energia via cabo USB-C ou indução magnética para carregar fones e relógios;Tablets de alto desempenho: iPads com porta USB-C e tablets da linha Galaxy Tab S utilizam as baterias generosas para carregar acessórios periféricos rapidamente por meio de cabos;Notebooks com USB Power Delivery: devido à tecnologia USB-C PD, alguns notebooks modernos conseguem inverter o fluxo de energia para alimentar celulares e tablets, mesmo quando desconectados da tomada;Acessórios e capas com padrão Qi: capas com bateria integrada ou módulos magnéticos podem receber e repassar carga, transformando o conjunto “celular+acessório” em um hub de carregamento para outros dispositivos menores.Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?Estas são as linhas de smartphones da Samsung que contam com Wireless Power Share, recurso que transforma o dispositivo em um carregador portátil:Linha Galaxy S (S10 em diante): presente em todos os modelos premium desde 2019, o recurso usa o padrão universal Qi para transferir energia para outro dispositivo ou acessórios;Linha Galaxy Z Fold (todos os modelos): desde a primeira geração, o dobrável mais robusto da marca permite carregar outros gadgets apenas encostando-os na parte traseira;Linha Galaxy Z Flip (Todos os modelos): o dobrável compacto oferece a recarga reversa por indução em todas as versões lançadas até hoje;Linha Galaxy Note (Note 10 e Note 20): os últimos integrantes da linha com S Pen também contam com a tecnologia, garantindo energia compartilhada para fones e relógios. Desde o Galaxy S10, a Samsung permite que os smartphones premium sejam usados para carregamenro reverso sem fio (imagem: Reprodução/Samsung)O iPhone carrega outro celular por indução?O hardware do iPhone não foi desenvolvido para o carregamento reverso por indução. Suas bobinas internas são configuradas apenas para receber energia via padrão Qi ou MagSafe, sendo incapazes de transmitir carga sem fio para outros celulares.No entanto, a linha iPhone 15 e modelos superiores permitem o compartilhamento de carga via porta USB-C. Utilizando o protocolo Power Delivery, o aparelho consegue alimentar acessórios ou outros smartphones de forma cabeada.Dá para saber se meu celular suporta carregamento reverso?Sim, uma forma rápida de saber se o celular tem tecnologia de carregamento reverso é acessando o menu de configurações de Bateria ou Conexões no sistema operacional. Procure por funções como Wireless Power Share ou Compartilhamento de Bateria, que habilitam o aparelho a transferir energia para outros acessórios.Se a opção não estiver visível, consulte as especificações técnicas oficiais no site da marca ou na área Produtos do Tecnoblog. Se o modelo listar suporte para carregamento reverso com ou sem fio, ele está apto para transferir carga para outros dispositivos. A Apple apenas perminte o carregamento reverso cabeado no iPhone (imagem: Reprodução/Vegger)Quais são as vantagens do carregamento reverso?Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento reverso:Opção de emergência: atua como um “power bank” para uma carga rápida em outro celular ou acessórios quando não há tomadas por perto;Ecossistema universal (Padrão Qi): a conveniência é democrática, permitindo transferir energia para aparelhos de diferentes marcas, desde que ambos suportem o padrão de indução sem fio;Otimização de acessórios vestíveis: é a solução ideal para manter smartwatches e fones de ouvido carregados durante o trajeto para o trabalho ou em uma viagem, eliminando a necessidade de levar cabos específicos para cada gadget;Redução da “ansiedade de bateria”: pode proporcionar paz de espírito ao usuário, transformando o celular principal em uma estação de carga centralizada que atende a todo o kit pessoal;Sustentabilidade e menos e-lixo: ao transformar o smartphone em carregador, reduz-se a demanda por novos periféricos e baterias externas, combatendo o acúmulo de lixo eletrônico a longo prazo.Quais são as desvantagens do carregamento reverso?Estes são os pontos fracos do carregamento reverso:Dreno acelerado no dispositivo hospedeiro: o aparelho principal consome sua própria carga rapidamente para alimentar o outro dispositivo, o que pode deixar o usuário na mão caso não monitore a porcentagem de energia restante:Velocidade de carregamento limitada: a potência entregue é drasticamente menor que a de um carregador de parede, servindo apenas para “sobrevida” de acessórios ou carga de emergência em outros celulares;Baixa eficiência e desperdício térmico: grande parte da energia compartilhada se dissipa como calor durante a transferência por indução, consumindo muito mais carga do hospedeiro do que o dispositivo receptor efetivamente armazena;Exigência de alinhamento preciso: pequenos deslocamentos entre os aparelhos podem interromper o fluxo de energia por indução ou aumentar ainda mais a perda de eficiência por aquecimento;Desgaste precoce das células de lítio: o calor gerado e os ciclos extras de carga e descarga aceleram o desgaste químico da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone a longo prazo. O carregamento reverso deve ser uma opção de emergência, pois ele possui velocidade de carregamento limitada e drena mais energia do aparelho principal (imagem: Reprodução/Xiaomi)Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?O carregamento reverso com fio é a função que usa o padrão USB para transformar o celular em um power bank, transmitindo energia diretamente via cabo para outros dispositivos. Por utilizar condutores metálicos, ele oferece alta eficiência energética, estabilidade constante e velocidades de recarga superiores.O carregamento reverso sem fio transforma o smartphone em uma base de carregamento por indução, gerando um campo eletromagnético entre as bobinas internas para enviar energia. Embora ofereça a conveniência de eliminar fios, a tecnologia é mais lenta e exige um alinhamento preciso, resultando em maior dissipação de calor.Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?O carregamento reverso é o método que inverte o fluxo de energia, transformando o smartphone em um carregador portátil para alimentar outros aparelhos e acessórios. Ele pode funcionar via cabo ou sem fio, usando a própria bateria do celular como fonte de carga. O carregamento por indução é o processo de transferir energia de uma base conectada à tomada para o dispositivo via campos eletromagnéticos. O sistema utiliza bobinas de cobre para converter corrente alternada em contínua, abastecendo a bateria por contato.O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos
Fonte: Tecnoblog

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Analisar o site evita que você navegue ou faça compras em páginas falsas (Imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)Um site seguro é uma página da web legítima, de procedência confiável, e que inclui mecanismos de segurança para proteger dados pessoais, financeiros e de navegação do usuário.A navegação em uma página da web segura reduz as chances de golpe para o internauta. Além disso, o usuário também fica mais protegido contra roubos e interceptações de dados que podem ser usados em outras fraudes cibernéticas.O problema é que existem mais de um bilhão de URLs no mundo, e nem sempre é fácil saber se o site é seguro ou não. Por conta disso, você deve se atentar a alguns elementos específicos da página e usar verificadores de terceiros para analisar a segurança do site.A seguir, confira 10 dicas para saber se o site é seguro ou apresenta aspectos suspeitos.Índice1. Confira a lista Evite esses Sites2. Analise a URL do site3. Verifique se o site usa o protocolo HTTPS4. Examine o design e estrutura do site5. Observe os conteúdos da página web6. Consulte dados da empresa7. Pesquise a credibilidade da empresa ou serviço8. Verifique os meios de pagamento oferecidos9. Cheque a confiabilidade do site10. Use o verificador de status do siteQuais são os riscos de sites inseguros?O que fazer ao detectar um site inseguro?1. Confira a lista Evite esses SitesConferir a lista “Evite esses Sites” é um bom primeiro passo para verificar se o site é seguro ou não. A lista reúne páginas da web que acumulam reclamações registradas no Procon-SP e que foram notificadas pelo órgão, mas não responderam ou não foram encontradas.Considere qualquer site listado nessa relação como um site inseguro. No entanto, tenha em mente que um domínio não deve ser considerado como seguro só por não estar na lista Evite esses Sites: será preciso analisar outros elementos — que abordaremos nos tópicos abaixo — para confirmar a confiabilidade da página. Lista do Procon-SP reúne endereços web que devem ser evitados (Imagem: Reprodução/Procon-SP)2. Analise a URL do siteChecar a URL da página web também é uma forma de saber se um site é verdadeiro, já que a análise ajuda a identificar se o domínio é legítimo ou não. Pense que cibercriminosos enganam vítimas criando URLs bem parecidas com as dos sites originais. Com isso, uma pessoa pode achar que está “segura” no site oficial, quando na verdade, está navegando em uma página falsa de golpe.Para exemplificar o caso, vamos pegar o site do Tecnoblog, cuja URL corresponde a tecnoblog.net. Na ânsia de tentar enganar as vítimas, golpistas podem criar páginas como “tecnoblog.com” ou “tecno.blog.net”, por exemplo. Note que os endereços web são bem parecidos, mas pequenas variações levam o internauta para um ambiente diferente do oficial.Se estiver em dúvida da veracidade da página, use o Google ou investigue em canais oficiais da empresa para acessar o site original e comparar as URLs. E caso ainda esteja receoso, entre no site oficial, e use o campo de busca da própria página ou navegue pelas seções para encontrar manualmente o produto ou conteúdo que está procurando. Sempre verifique atentamente a URL da página e desconfie de caracteres adicionais ou suspeitos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)3. Verifique se o site usa o protocolo HTTPSObservar se o site usa o protocolo HTTPS é um indicador de que o site pode ser seguro. Afinal, o protocolo garante que o site apresenta certificados de segurança válidos e conta com criptografia para proteger a conexão entre seu navegador e a página web.O ponto é que cibercriminosos podem criar um site fraudulento e conseguir um certificado SSL ou TLS para usar o HTTPS: por um lado, o protocolo atesta que a conexão está criptografada, passando a sensação de segurança; por outro, os dados de navegação ainda podem ser enviados ao golpista — mesmo que de uma forma segura.Em resumo, sites que usam HTTPS são mais seguros do que páginas que utilizam o protocolo HTTP (sem criptografia). Mas o “HTTPS” antes do endereço ou o ícone de cadeado ao lado da URL não garante que a página é administrada por alguém confiável. Protocolo HTTPS indica que o site criptografa a conexão, mas não informa se a página é confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)4. Examine o design e estrutura do siteAnalisar o design e estrutura da página também ajuda a identificar um site falso ou fraudulento. O processo exige atenção em detalhes e pode não ser suficiente para cravar se a página é oficial ou fake, mas faz sentido se considerarmos o modus operandi dos cibercriminosos.Ao menos na teoria, a tendência é que sites falsos ou fraudulentos sejam derrubados rapidamente. Por conta disso, golpistas costumam criar sites simples e sem tantas seções ou conteúdos, para poupar esforços em algo que vai sair do ar muito em breve.Portanto, desconfie de páginas “cruas” demais, sem seções como “Contato”, “Sobre” ou “Política de Privacidade”. Pode ser que se trata de uma página oficial pequena, que ainda está crescendo. Mas também pode indicar um site suspeito, criado às pressas, para aplicar golpes em um curto período de tempo.5. Observe os conteúdos da página webRevisar os conteúdos da página é outra forma de investigar se o site é seguro ou não. A lógica é bem parecida com a análise de design e estrutura do site abordada no tópico acima.Erros de ortografia, imagens distorcidas ou genéricas demais, banners suspeitos e vários idiomas diferentes espalhados são indicadores de sites falsos que foram construídos sem o devido cuidado. Vale também desconfiar de textos que trazem senso de urgência, como “promoções imperdíveis” ou “por tempo limitado”. Trata-se de uma tática comum de golpistas, que abusam desse apelo persuasivo para apressar as vítimas e reduzir o tempo de análise.6. Consulte dados da empresaPara saber se o site é confiável, também é válido consultar e checar os dados da empresa. Inclusive, o Decreto Federal nº 7.962/2013 estabelece que sites de comércio eletrônico devem disponibilizar o CNPJ, endereços físicos e meios de contato na própria página.Caso não encontre essas informações, não prossiga com qualquer compra ou negociação na página. E mesmo que você encontre esses dados, vale usar a ferramenta Whois, pesquisar a URL e bater as informações umas com as outras.7. Pesquise a credibilidade da empresa ou serviçoChecar a credibilidade da companhia ou serviço ajuda a saber se uma loja online é confiável, o que consequentemente auxilia na análise de segurança de um site. E para isso, é recomendável acessar o Reclame Aqui, que é a maior plataforma de solução de conflitos entre consumidores e empresas da América Latina.Para consultar a empresa no Reclame Aqui, basta acessar a página oficial do serviço pelo navegador, e digitar o nome da companhia ou serviço no campo de busca localizado no topo da página. Site do Reclame Aqui pode ajudar a analisar se uma empresa é legítima ou confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Ao chegar na página da empresa, confira o nível de reputação e a porcentagem de respostas às queixas. Serviços bem avaliados tendem a ser seguros e mais confiáveis, enquanto empresas com baixa reputação ou com dados insuficientes para análise acendem um sinal de alerta referente à segurança do negócio.Você também pode complementar essa etapa consultando feedbacks de outros clientes via redes sociais. Só tome cuidado com avaliações falsas ou robotizadas que não parecem fidedignas.8. Verifique os meios de pagamento oferecidosUm site seguro de compras geralmente vai oferecer diversas formas de pagamento, com o objetivo de ampliar o atendimento aos clientes, reforçar a segurança para os consumidores, e proteger a própria empresa contra pessoas má intencionadas.Por isso, desconfie de sites que aceitem pagamentos somente via Pix, boletos ou transferências — meios de pagamento que dificultam o processo de reembolso —, ou que induzam o cliente a prosseguir com a compra em outros meios (como WhatsApp). Fique de olho também se os pagamentos via cartão são feitos na própria plataforma ou se levam a outras páginas suspeitas.9. Cheque a confiabilidade do siteVocê também pode usar um verificador de site seguro para checar a confiabilidade e proteção da página. Esse processo é um complemento à consulta no Reclame Aqui: a busca no RA avalia a credibilidade da empresa ou serviço, enquanto os verificadores de site vão checar selos de segurança, reputação e tempo de registro da página web.SiteConfiável e Detector de sites confiáveis são exemplos de serviços que avaliam a confiabilidade de sites, bastando que o usuário insira o link no campo indicado e clique no botão de análise. Verificadores de terceiros ajudam a analisar se um site é seguro ou não (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)10. Use o verificador de status do sitePor fim, o serviço Status do site no Navegação segura, do Google, pode complementar a análise de segurança do site. A ferramenta analisa bilhões de URLs por dia e consegue detectar páginas com problemas de segurança ou websites legítimos que foram comprometidos.Para usar o serviço, você só precisa inserir a URL do site suspeito no campo abaixo de “Verificar o status do site” e clicar no ícone de lupa. A ferramenta então vai apontar o status atual da página, e mostrar o resultado da varredura de conteúdos não seguros. Status do site no Navegação Segura do Google ajuda a identificar URLs com problemas de segurança (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Quais são os riscos de sites inseguros?Sites inseguros podem ser usados em crimes cibernéticos ou mesmo explorados por atacantes, comprometendo dados e as finanças dos internautas. Dentre os principais riscos de websites com problemas de segurança, estão:Roubo de dados: sites inseguros criados por golpistas podem roubar dados inseridos ou cadastrados; isso cria um risco alto de que as informações roubadas sejam usadas em golpes de phishing ou engenharia social, por exemplo.Interceptação de dados: a falta de segurança em um site pode permitir que atacantes interceptem os dados de usuários e utilizem essas informações para vazamentos ou vendas ilegais.Golpes financeiros: golpes financeiros são um dos grandes riscos de websites inseguros; na maioria dos casos, as vítimas fazem o pagamento referente a um produto ou serviço, mas os cibercriminosos ficam com o dinheiro sem entregar o que é prometido.Infecção do dispositivo: sites não seguros podem incluir arquivos maliciosos que comprometem o dispositivo da vítima; se os aparelhos ou dados sensíveis forem infectados, os criminosos então se aproveitam disso para aplicar outros tipos de fraude.Sequestro de sessão: terceiros podem roubar a sessão de outros usuários e se passarem pelas vítimas, dependendo dos problemas de segurança do site.Monitoramento não autorizado: em alguns casos, sites inseguros conseguem monitorar a navegação dos internautas e obter acesso a câmeras e microfones.O que fazer ao detectar um site inseguro?Ao detectar um site inseguro, você deve evitar qualquer tipo de interação com a página: não faça login, não insira nenhum tipo de dado, não prossiga com compras, não clique em links da página e não permita nenhuma solicitação. Caso já tenha digitado alguma informação, troque suas senhas o mais rápido possível, e ative mecanismos de cibersegurança, como autenticação de dois fatores ou biometria.Depois de interromper a navegação no site, também é possível denunciar a página ao Google. Para isso, você terá de preencher um formulário, informando o tipo de ameaça, a URL da página insegura e mais detalhes para embasar sua queixa.Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas
Fonte: Tecnoblog

Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare

Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare

Claude Mythos Preivew é nova Inteligência Artificial da Anthropic, ainda restrita a consórcio de big techs por alto potencial para evoluir ciberataques (imagem: divulgação/Anthropic)

Resumo

A Anthropic anunciou o modelo Claude Mythos Preview em 07/04.
A empresa restringiu o acesso ao consórcio Project Glasswing. O motivo foi a capacidade do modelo de identificar vulnerabilidades e apoiar ciberataques.
A Anthropic afirmou que o Mythos encontrou brechas nos maiores sistemas operacionais e navegadores.
O consórcio inclui a Apple, o Google, a Amazon Web Services e a Cisco. O objetivo é reforçar tecnologias de cibersegurança antes de ampliar o acesso.

A Anthropic, empresa por trás do Claude, anunciou nesta terça-feira (07/04) seu novo modelo Mythos, que inicialmente está em beta e terá acesso restrito a um consórcio de empresas de tecnologia. O motivo, segundo seus desenvolvedores, é o alto poderio para identificar vulnerabilidades e contribuir para possíveis ciberataques.

O Mythos foi capaz de encontrar brechas de segurança “em todos os maiores sistemas operacionais e todos os maiores navegadores quando instruído por usuário a fazer isso”, segundo a companhia, o que acendeu um novo sinal de alerta no Vale do Silício.

A empresa limitou o acesso da nova ferramenta aos integrantes do chamado Project Glasswing, que inclui nomes como Apple, Google, Amazon Web Services, Cisco, entre outros. O objetivo é reforçar as tecnologias atuais de cibersegurança antes de oferecer a novidade em maior escala.

Vale lembrar que as ameaças virtuais envolvendo uso de inteligência artificial têm sido uma preocupação recorrente das big techs. Recentemente, a OpenAI divulgou um documento alertando sobre o crescente risco de segurança devido aos modelos de IA mais recente. Antes disso, a própria Anthropic já havia alertado sobre a situação em novembro de 2025.

Mythos é avançado demais para ser lançado

A posição da Anthropic chama atenção. A novidade vem em meio à crescente preocupação com o uso de IA em ciberataques, levantada pela própria empresa, além de outros players do mercado, como a OpenAI. Com o Project Glasswing, a ideia é reforçar as tecnologias de cibersegurança oferecidas para o público em diferentes plataformas.

O anúncio, inclusive, veio apenas após um vazamento de informações sobre o projeto, chamado internamente de “Capybara”. Segundo o The New York Times, foi a partir disso que a empresa decidiu pela divulgação da novidade, destacando o motivo por trás da cautela extrema. Até o momento, a Anthropic não revelou muitos detalhes de seu funcionamento, limitando a informação à restrição de uso pelas big techs.

Em novembro de 2025, a desenvolvedora da Claude AI registrou o primeiro ciberataque com uso de IA, demonstrando a capacidade da tecnologia de orquestrar toda a estratégia para derrubar sistemas de segurança online.

Ciberataques com Inteligência Artificial acendem alerta de desenvolvedoras (Imagem: DC Studio/Freepik)

De acordo com levantamento feito pela empresa de cibersegurança CrowdStrike, o papel da inteligência artificial nesses ataques vai além: desde a detecção de vulnerabilidades até a automação dessas ações, passando também pela customização de golpes e mesmo na identificação dos melhores alvos a serem explorados. Por fora, vale ainda a preocupação com a capacidade de desenvolver novas técnicas graças ao aprendizado de máquina cada vez mais acelerado.

Alerta vai além do novo modelo da Anthropic

Enquanto a Anthropic anunciou a Claude Mythos como solução dentro do consórcio Project Glasswing, a OpenAI sugeriu um canal direto com desenvolvedores de tecnologia para levantar sugestões e facilitar o acesso aos serviços de Inteligência Artificial da empresa com esse objetivo, incluindo a disponibilização de créditos de IA para utilizar as ferramentas mais recentes do ChatGPT – algo que também foi anunciado pela dona da Claude.

A preocupação também não é uma novidade no segmento. A OpenAI também travou a chegada do GPT-2 ao mercado, ainda em 2019, alegando que seria perigoso entregar a tecnologia de IA generativa em meio às preocupações com desinformação e produção massiva de propaganda. A atualização do ChatGPT foi disponibilizada progressivamente até o final daquele ano.
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Fonte: Tecnoblog

Assassin's Creed: Black Flag Remake deve ganhar muitas novidades em breve

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O remake de Assassin’s Creed: Black Flag, conhecido internamente como “Resynced”, deve ser anunciado oficialmente nos próximos dias pela Ubisoft. De acordo com informações recentes, a revelação está planejada para 16 de abril, reforçando rumores que circulam desde o início do mês.

A possível apresentação ocorre em meio a expectativas elevadas por parte da comunidade, que aguarda novidades sobre o projeto há meses. O título promete marcar um novo momento para a franquia, além de representar um dos principais lançamentos da empresa no atual ano fiscal.Segundo fontes ligadas ao desenvolvimento do remake de Assassin’s Creed: Black Flag, o anúncio já estava programado para meados de abril há algum tempo. Informações compartilhadas por insiders e documentos internos indicam que o cronograma segue ativo, embora ainda dependa de confirmação oficial por parte da Ubisoft.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular