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O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

Saiba como o firmware é importante para o funcionamento de diversos dispositivos presentes no nosso dia a dia (imagem: Reprodução/Rawpixel)
O firmware é o software essencial embutido no hardware para coordenar as funções vitais de um dispositivo. Ele atua como uma ponte, traduzindo comandos complexos em ações físicas para os componentes dos eletrônicos.Sua função é inicializar sistemas e garantir que todas as partes do equipamento estejam prontas para operar. Além de realizar testes de integridade, ele gerencia o fluxo de dados e o controle de periféricos de forma automatizada.Existem tipos variados de firmware, como BIOS e UEFI, que residem em memórias ROM ou Flash, permitindo atualizações de segurança cruciais. Esses códigos são fundamentais tanto em microcontroladores simples quanto em placas de vídeo e servidores de alto desempenho. A seguir, entenda o conceito de firmware, como ele funciona e se pode ser atualizado. Também saiba os eletrônicos de consumo do nosso dia a dia que trazem esse software embutido.ÍndiceO que é firmware?O que significa firmware?Para que serve um firmware?Como funciona um firmwarePosso atualizar um firmware?Posso apagar um firmware?Quais são os tipos de firmware?Quais são exemplos de firmware?Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Qual é a diferença entre firmware e software?Qual é a diferença entre firmware e hardware?Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O que é firmware?Firmware é o código de baixo nível armazenado permanentemente no hardware para gerenciar suas funções físicas vitais e a inicialização básica. Ele atua como uma ponte que traduz comando de software em ações de hardware, permitindo a comunicação entre componentes e o sistema operacional.O que significa firmware?O termo “firmware” surge da união das palavras “firm” (firme) e “software” (programa de computador). Ele se refere às instruções lógicas gravadas diretamente em chips de memória para controlar o hardware.Usado pela primeira vez por Ascher Opler em um artigo em 1967, o conceito define o conteúdo de memórias de controle entre os componentes físicos e as aplicações. Diferente do software comum, sua estrutura é otimizada para ser permanente ou raramente alterada, garantindo a integridade operacional do dispositivo. Componentes de hardware, como a placa-mãe de um PC, costumam ter o próprio firmware para iniciar os sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Para que serve um firmware?O firmware atua como o código essencial em chips de memória, traduzindo comandos lógicos em ações físicas para o hardware operar. Ele estabelece a ponte de comunicação entre os componentes eletrônicos e as camadas superiores de software, garantindo a integridade do ecossistema digital.A execução inicial do firmware valida a integridade dos circuitos e coordena o boot para o sistema operacional. Por meio de atualizações, ele corrige vulnerabilidades de segurança, otimiza o consumo de energia e expande a compatibilidade do dispositivo com novas tecnologias e protocolos.Como funciona um firmwareO firmware executa instruções gravadas no chip de memória ROM ou Flash para inicializar e gerenciar os componentes eletrônicos de um dispositivo. Ele atua como um conversor de comandos lógicos em sinais elétricos interpretáveis pelo hardware, estabelecendo a base para a operação estável.Na hora da ativação, o código executa a verificação da integridade da CPU e memória antes de carregar o sistema operacional. Durante o funcionamento, ele pode regular o fluxo de dados entre periféricos e otimizar o consumo energético, operando de forma independente do usuário.As atualizações são realizadas via “flashing”, processo que grava novas informações no chip para corrigir vulnerabilidades, otimizar o desempenho ou adicionar novas funções. Esta manutenção permite que o dispositivo receba melhorias sem trocas de peças, prolongando a vida útil e garantindo compatibilidade com novas tecnologias.Os dados de atualizações de firmware ficam em partições redundantes, permitindo reverter para uma versão estável caso ocorra uma falha. Assim, a integridade do sistema permanece protegida contra corrupção de dados, garantindo que o hardware sempre encontre um caminho seguro para a inicialização. Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)Posso atualizar um firmware?Sim, a maioria dos dispositivos permite a atualização de firmware via download de arquivos oficiais nos sites dos fabricantes. O procedimento requer ferramentas específicas e compatibilidade exata entre a versão do firmware e o modelo do dispositivo.É essencial manter o dispositivo conectado a uma fonte de energia estável durante a gravação dos dados na memória para evitar a inutilização. O usuário também deve seguir rigorosamente as instruções do instalador, garantindo que o sistema não seja reiniciado ou desconectado.As correções eliminam vulnerabilidades críticas de segurança, resolvem bugs de estabilidade e podem até desbloquear novas funcionalidades. Manter o firmware em dia protege o hardware contra invasões cibernéticas e otimiza o desempenho geral do dispositivo.Posso apagar um firmware?Sim, o firmware pode ser removido ou alterado ao usar softwares específicos do fabricante para acessar o código gravado na memória não volátil. Esse processo ocorre em atualizações críticas ou formatações de baixo nível para restaurar componentes.No entanto, apagar esses dados sem o backup imediato pode inutilizar permanentemente o aparelho devido à ausência da lógica de inicialização. Sem o código básico, o hardware não consegue carregar o sistema operacional ou gerenciar os periféricos.Além disso, falhas durante a exclusão do firmware podem corromper trilhas de segurança e invalidar a garantia do produto. Procedimentos não oficiais frequentemente ativam travas de hardware que impedem a recuperação, exigindo a troca física do componente de memória. Problemas durante a atualização ou exclusão firmware pode inutilizar o dispositivo (imagem: Reprodução/AVG)Quais são os tipos de firmware?Os firmwares são divididos em diferentes categorias, com características e usos específicos:Baixo nível (Low-Level): armazenado em memórias do tipo ROM, contém as instruções intrínsecas e imutáveis que definem a identidade básica do componente. Por ser gravado fisicamente na fabricação, é considerado uma parte integrante do hardware e raramente sofre atualizações;Alto nível (High-Level): localizado em memórias Flash, permite atualizações complexas e costuma ter uma interface mais elaborada que o baixo nível. Atua como uma camada intermediária que traduz instruções de software para o hardware, facilitando correções e integração de novas funções;Subsistema: gerencia componentes periféricos independentes em um sistema maior, como o controlador de um SSD ou de uma placa de vídeo. Opera de forma autônoma para otimizar o desempenho de peças específicas sem sobrecarregar a CPU principal;Inicialização (Bootloader): responsável por realizar o Power-On Self-Test (POST) e preparar o ambiente para o sistema operacional ser carregado. Gerencia a transição do hardware “bruto” para o software;Embarcado: projetado para microcontroladores em dispositivos de função única, como itens de Internet das Coisas (IoT) e eletrodomésticos. Sua principal característica é a execução de tarefas em tempo real com consumo mínimo de recursos e alta confiabilidade;Dispositivo de rede: focado exclusivamente no controle de tráfego de dados e protocolos de comunicação em roteadores, switches e modems. Dita como os pacotes de informação são roteados, priorizados e protegidos contra intrusões externas na camada de rede.Quais são exemplos de firmware?Estes são alguns exemplos de firmware que fazem parte do dia a dia de diversos usuários:BIOS: sigla para Basic Input/Output System, é o firmware legado que realiza o teste de hardware e localiza o sistema operacional durante a inicialização de PCs antigos;UEFI: sucessor moderno do BIOS, que oferece inicializações mais rápidas, suporte a discos de armazenamento maiores e recursos de segurança avançados;Firmware de roteador: atua como o sistema operacional do dispositivo de rede, gerenciando protocolos de comunicação, tabelas de roteamento e as regras de criptografia do Wi-Fi;Firmware de HDD/SSD: coordena o braço mecânico em HDDs ou o mapeamento de células de memória em SSDs, além de aplicar algoritmos de correção de erros para evitar perdas de dados;VBIOS (Placa de vídeo): gerencia os parâmetros de energia e frequência da unidade de processamento de vídeo, garantindo que a GPU forneça o sinal para o monitor antes mesmo do sistema operacional carregar;Firmware de smartphone (Baseband): opera em um processador dedicado para gerenciar as funções de rádio, controlando a alternância entre torres de celular e a estabilidade da conexão 4G/5G;Firmware de periféricos: instruções presentes em teclados, mouses e fones de ouvido que traduzir comandos físicos em sinais digitais e gerenciam funções como iluminação RGB e macros;Sistemas embarcados (IoT): controla o funcionamento de eletrodomésticos inteligentes e termostatos, processando dados de sensores e executando comandos de automação residencial;Firmware de impressora: converte arquivos digitais em movimentos mecânicos precisos dos cabeçotes de impressão e monitora constantemente os sensores de papel e níveis de suprimentos;Controle embarcado (EC): firmware presente em notebooks, responsável por funções críticas de hardware, como o controle das ventoinhas, retroiluminação do teclado e gestão de bateria. A BIOS é um exemplo de firmware usado em computadores antigos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Quase todos os eletrônicos de consumo e sistemas industriais com hardware programável dependem de firmware para operações básicas. Alguns exemplos são:Computadores e componentes: a BIOS ou UEFI em placas-mãe, SSDs e placas de vídeo coordenam a inicialização do hardware e a comunicação com o sistema operacional;Periféricos de entrada e saída: impressoras, scanners e teclados processam comandos de entrada e gerenciam funções mecânicas;Equipamentos de rede: roteadores, modems e switches utilizam firmware para direcionar o tráfego de dados, gerenciar o Wi-Fi e manter protocolos de segurança ativos;Dispositivos móveis e vestíveis: smartphones, tablets e smartwatches têm camadas que controlam diretamente a calibração da tela, sensores biométricos e o consumo de bateria;Eletrônicos de consumo: smart TVs, câmeras digitais e sistemas de som dependem desse software para processar imagens, áudio e manter interfaces de usuários fluidas;Sistemas automotivos: veículos modernos usam unidades de controle eletrônico (ECUs) para monitorar a injeção de combustível, freios ABS e sistemas de entretenimento de bordo;Consoles de videogame: hardwares como o Sony PlayStation e Microsoft Xbox usam firmware para gerenciar o acesso ao disco, a saída de vídeo em alta definição e os serviços online;Eletrodomésticos inteligentes: máquinas de lavar, micro-ondas e geladeiras modernas automatizam ciclos de funcionamento e interpretam comandos via painéis digitais ou sensores;Dispositivos de casa inteligente (IoT): lâmpadas Wi-Fi, fechaduras eletrônicas e termostatos usam firmware para se conectarem à rede e executarem automações programadas;Equipamentos médicos: marcapassos, bombas de insulina e monitores hospitalares dependem de códigos extremamente estáveis para garantir precisão de leituras e a segurança do paciente. Os firmwares estão presentes em praticamente todos os tipos de eletrônicos de consumo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Qual é a diferença entre firmware e software?Firmware é o código gravado em chips de memória não volátil que fornece instruções básicas para inicialização e o controle dos componentes físicos. Ele atua como o alicerce essencial que permite ao dispositivo ligar e comunicar-se com o hardware antes de carregar o sistema.Software é a camada lógica composta por programas e dados mutáveis que operam sobre o sistema operacional para realizar tarefas para o usuário final. Ele fica no armazenamento volátil, permitindo ser instalado, removido ou atualizado conforme a necessidade da aplicação.Qual é a diferença entre firmware e hardware?Firmware é o software de baixo nível armazenado em chips de memória que fornece instruções para controlar e inicializar as funções essenciais de um dispositivo. Ele dita como o dispositivo deve se comportar logo ao ser ligado, antes mesmo do tema operacional assumir o controle.Hardware é um conjunto de elementos físicos, circuitos e periféricos que constituem a estrutura material e a capacidade de processamento de um sistema. Sem as diretrizes lógicas do firmware, esses componentes são incapazes de executar qualquer operação lógica e comunicação por conta própria.Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O firmware é o código de baixo nível gravado em memórias, responsável por inicializar o hardware e fornecer instruções básicas de operação. Ele tem a função de preparar o ambiente físico para o carregamento do kernel. O sistema operacional é o software de alto nível que gerencia os recursos do dispositivo, fornecendo a interface e os serviços necessários para a execução de aplicativos e arquivos. Ele usa o kernel para orquestrar o uso da CPU, memória e periféricos eficientemente.O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software
Fonte: Tecnoblog

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Messenger.com deixará de existir (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta encerrará o site messenger.com em abril, redirecionando usuários para facebook.com/messages.
Usuários sem conta no Facebook poderão usar o aplicativo móvel do Messenger.
A decisão visa reduzir custos e simplificar a manutenção do serviço.

A Meta anunciou que vai desligar o site independente do Messenger, encerrando de vez o endereço messenger.com. A mudança passa a valer em abril e afeta quem ainda usa o serviço de mensagens diretamente pelo navegador, fora do ecossistema principal do Facebook.

Com a decisão, o Messenger segue o mesmo caminho de outras plataformas descontinuadas pela empresa nos últimos meses. A Meta afirma que usuários ainda poderão trocar mensagens pela web, mas apenas acessando o serviço por meio do site do Facebook ou pelo aplicativo móvel do Messenger.

O que muda para quem usa o Messenger?

Segundo uma página oficial de suporte, quem tentar acessar o messenger.com após o encerramento será automaticamente redirecionado para facebook.com/messages. O texto explica: “Você poderá continuar suas conversas lá ou no aplicativo Messenger para celular”.

Para usuários que utilizam o Messenger sem uma conta ativa no Facebook, a alternativa será apenas o aplicativo móvel. Ainda assim, a empresa afirma que o histórico de conversas pode ser recuperado em qualquer plataforma usando o PIN configurado no backup do Messenger. Caso o código tenha sido esquecido, é possível redefini-lo.

Por que a Meta está acabando com plataformas do Messenger?

A partir de abril de 2026, o site do Messenger não estará mais disponível (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O encerramento do site acontece poucos meses depois da empresa desativar os aplicativos independentes do Messenger para Windows e macOS. Na época, usuários desses apps já vinham sendo direcionados para usar o serviço diretamente pelo Facebook, o que indicava que o site também poderia ter o mesmo destino.

Nas redes sociais, parte dos usuários reagiu negativamente à decisão, especialmente aqueles que não querem depender do Facebook para acessar o Messenger no computador ou que mantêm suas contas desativadas. Ainda assim, do ponto de vista da empresa, reduzir o número de plataformas ajuda a diminuir custos e simplificar a manutenção do serviço.

O Messenger surgiu em 2008 como Facebook Chat e ganhou um aplicativo próprio em 2011. Durante anos, a Meta tentou posicioná-lo como um serviço separado da rede social. Em 2014, o Facebook chegou a remover o chat do app principal. Esse movimento começou a ser revertido em 2023, quando a empresa passou a reintegrar o Messenger ao aplicativo do Facebook — um processo que agora se consolida também na versão web.

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo
Fonte: Tecnoblog

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok

O ChatGPT reassumiu a liderança entre os aplicativos mais baixados no Brasil em janeiro de 2026, registrando 4,9 milhões de instalações. Segundo dados da AppMagic, consultados pelo Mobile Time, a ferramenta de IA generativa da OpenAI apresentou um salto de 44% em comparação aos números de dezembro.

O cenário reflete a consolidação da inteligência artificial no fluxo de trabalho e estudo dos brasileiros no início do ano. Em contrapartida, o TikTok recuou para a segunda posição, com 4,3 milhões de downloads — uma queda de 12% frente ao mês anterior — seguido pelo fenômeno das mininovelas verticais do ReelShort, com 3,4 milhões.Um dos maiores destaques técnicos do período foi o aplicativo da CNH Digital. O utilitário saltou da 73ª posição em novembro para o quarto lugar em janeiro, acumulando 3,2 milhões de novas instalações. O movimento é atribuído à sazonalidade econômica, especificamente ao período de pagamento do IPVA e licenciamento anual.Clique aqui para ler mais

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok
Fonte: Tudocelular

Google Maps agora bloqueia funções que sempre foram livres

Google Maps agora bloqueia funções que sempre foram livres

O Google Maps acaba de passar por uma mudança que pode afetar milhões de usuários no dia a dia. A plataforma, que sempre foi conhecida por permitir consultas rápidas a restaurantes, lojas e serviços sem necessidade de login, agora começa a exigir conta ativa para acessar fotos e avaliações.

A alteração já está sendo liberada gradualmente e promete mudar a forma como muitos utilizam o aplicativo. Até então, qualquer pessoa podia abrir o Maps e conferir imagens de um restaurante ou ler opiniões de clientes sem estar conectada a uma conta Google.

Clique aqui para ler mais

Google Maps agora bloqueia funções que sempre foram livres
Fonte: Tudocelular

iPhone Air transparente? Técnicos criam 'gambiarra' com chip físico e visual retrô

iPhone Air transparente? Técnicos criam ‘gambiarra’ com chip físico e visual retrô

Se você acompanha o nosso feed diariamente, provavelmente viu, ainda no mês passado, que técnicos chineses conseguiram adicionar um slot físico para chip de operadora SIM no iPhone Air – que é vendido no mundo todo apenas com a opção digital, eSIM.

Agora, o nível da ‘gambiarra’ foi um pouco mais além. Em um novo vídeo, o YouTuber Linzin mostrou um grupo de técnicos descascando o vidro traseiro do aparelho para conferir a ele um efeito transparente, no melhor estilo daquelas peças de hardware mais antigas. Confira o vídeo:O Apple iPhone Air está disponível na Amazon por R$ 7.247. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 45 ofertas clique aqui. (atualizado em 20 de February de 2026, às 09:42)Clique aqui para ler mais

iPhone Air transparente? Técnicos criam ‘gambiarra’ com chip físico e visual retrô
Fonte: Tudocelular

Hisense apresenta nova linha de ar-condicionado que promete economia na conta de luz

Hisense apresenta nova linha de ar-condicionado que promete economia na conta de luz

A Hisense anunciou a chegada da linha de ar-condicionado Split Hi-Efficiency ao Brasil, ampliando sua presença no segmento de climatização. A novidade aposta em consumidores que buscam reduzir gastos com energia sem abrir mão de conforto térmico e tecnologia.

A nova série integra o portfólio da marca ao lado das linhas Hi-Smart e Eco Plus, além de soluções Cassete 4 vias e Piso-Teto voltadas a aplicações comerciais. Disponível entre 9.000 e 36.000 BTU/h, a linha Split Hi-Efficiency da Hisense apresenta IDRS de 7,6 e conta com Selo Procel nas capacidades de 9.000 a 24.000 BTU/h. O conjunto prioriza eficiência energética e desempenho consistente, alinhando-se à demanda nacional por economia e durabilidade.Clique aqui para ler mais

Hisense apresenta nova linha de ar-condicionado que promete economia na conta de luz
Fonte: Tudocelular

Infinix Hot 70 Pro chegará com suporte a 5G e opção de variante única de memória

Infinix Hot 70 Pro chegará com suporte a 5G e opção de variante única de memória

A Infinix se prepara para lançar o Hot 70 Pro com novidades e melhorias em relação ao dispositivo apresentado no ano passado. Nesse sentido, o modelo apareceu no site da Carlcare Indonésia, o que sugere que o celular será lançado no país. Outro detalhe importante é o suporte à conectividade 5G.

Infinix Hot 70 Pro democratiza o 5G na linha Hot

Identificado como X6896, o smartphone ter suporte à quinta geração de rede móvel é tido como um avanço interessante. Afinal, o Hot 60 Pro foi lançado no mercado limitado ao 4G. Portanto, as pessoas que buscam um modelo focado no custo-benefício e com 5G, poderão olhar esse modelo com atenção.Variante Única: A aposta da Infinix em simplicidade e performance

Outro detalhe sobre o Infinix Hot 70 Pro é que ele deve ser lançado em uma versão única, equipada com 6GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno. Pode-se dizer que está de acordo com o que alguns aparelhos do segmento de entrada oferecem no mercado. No entanto, o chip ainda não foi revelado.Clique aqui para ler mais

Infinix Hot 70 Pro chegará com suporte a 5G e opção de variante única de memória
Fonte: Tudocelular

Google lança Gemini 3.1 Pro, com o dobro do poder de raciocínio

Google lança Gemini 3.1 Pro, com o dobro do poder de raciocínio

Gemini 3.1 Pro está em prévia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google lançou o Gemini 3.1 Pro, que dobrou o desempenho em testes de raciocínio como o ARC-AGI-2, alcançando 77,1%.
O modelo melhora a resolução de tarefas longas e pesquisas na internet, além de simplificar sistemas complexos, como animações SVG e painéis de telemetria.
Acesso inicial é restrito a desenvolvedores e assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra, com preços entre R$ 24,99 e R$ 1.209,90.

O Google anunciou, nesta quinta-feira (19/02), o lançamento do Gemini 3.1 Pro. Segundo a equipe de desenvolvimento, a atualização aprimora a capacidade para a resolução de problemas avançados, tendo como principais destaques o salto de capacidade em testes rigorosos.

No ARC-AGI-2, um benchmark que avalia a habilidade de um modelo em resolver padrões lógicos inteiramente novos, a IA alcançou uma pontuação verificada de 77,1%. De acordo com o Google, esse resultado representa mais do que o dobro do desempenho de raciocínio registrado pelo Gemini 3 Pro.

O Gemini 3.1 Pro também apresentou avanços consistentes nos testes APEX-Agents e BrowseComp. Eles medem, respectivamente, o desempenho em resolução de tarefas longas e em pesquisas na internet.

Gemini 3.1 Pro obtém resultados superiores a modelos da Anthropic e OpenAI (imagem: divulgação/Google)

O novo modelo foi desenhado para atuar na simplificação de sistemas complexos. Ele é capaz de, por exemplo, gerar animações SVG baseadas em código diretamente de prompts de texto. Com isso, o usuário pode receber recursos visuais escaláveis e com tamanho de arquivo menor que em vídeos tradicionais.

Em uma demonstração de síntese de sistemas, a IA foi utilizada para configurar um fluxo de telemetria pública, construindo um painel funcional que visualiza a órbita da Estação Espacial Internacional (ISS).

O outro exemplo, o modelo também codificou uma experiência interativa em 3D — simulando o voo de um bando de pássaros que reage ao rastreamento de mãos dos usuários — e gerou a interface de um portfólio moderno interpretando as descrições literárias do livro O Morro dos Ventos Uivantes.

Quem tem acesso?

O lançamento atual (ainda em prévia) serve para validar a tecnologia internamente e avançar no desenvolvimento de fluxos de trabalho envolvendo agentes autônomos, antes de liberar a ferramenta para o público geral.

No momento, o Gemini 3.1 Pro está sendo implementado no aplicativo oficial da IA com limites de uso expandidos, mas apenas para usuários dos planos Google AI Pro e Ultra. Os planos custam entre R$ 24,99 e R$ 1.209,90 no Brasil.

A versão também foi integrada ao NotebookLM sob a mesma restrição de assinatura. No segmento corporativo, desenvolvedores e empresas já podem acessar a prévia da IA através da API do Gemini em serviços como AI Studio, Antigravity, Vertex AI, Gemini Enterprise, Gemini CLI e Android Studio.

Google lança Gemini 3.1 Pro, com o dobro do poder de raciocínio

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Fonte: Tecnoblog

Smart TV 4K OLED Samsung de 65″ tem 32% OFF com cupom no Magalu

Smart TV 4K OLED Samsung de 65″ tem 32% OFF com cupom no Magalu

Smart TV Samsung Vision AI OLED QN65S85FAGXZD
R$ 6.459,00

R$ 9.499,0032% OFF

Prós

Tecnologia OLED proporciona cores vivas e contraste superior
Resolução 4K com taxa de atualização de 120 Hz
Processador para upscaling e otimização de imagens
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Sistema com suporte a Alexa e Bixby

Contras

Som razoável com potência de 20 W
Sem Dolby Vision

PIX
Cupom

MAGALU200
R$ 6.459,00  Magazine Luiza

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A Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 65″ está saindo por R$ 6.459 no Pix com cupom MAGALU200 no Magazine Luiza, um desconto de 32% sobre o preço original de R$ 9.499.

Este modelo possui tela com taxa de atualização de 120 Hz, funções de IA e suporte a diversos serviços de streaming, de vídeo e música a jogos na nuvem.

TV OLED 4K Samsung S85F tem tela de 120 Hz e apps de streaming

Tela 4K da S85F tem taxa de 120 Hz e Tizen é compatível com vários serviços de streaming (foto: João Paulo Souza/Tecnoblog)

A tela da S85F é um painel OLED de resolução 4K e taxa de atualização de 120 Hz, uma combinação que entrega cores fiéis com certificação da Pantone e fluidez dos quadros. O processador NQ4 AI Gen2 usa recursos de IA para fazer upscaling em conteúdos legados sem distorção.

O sistema operacional Tizen traz um hub de entretenimento com diversas opções. Este aparelho é compatível com diversas plataformas de streaming de filmes, séries e música que incluem Netflix, Globoplay, Spotify, Apple TV, HBO Max, Prime Video, Twitch, Crunchyroll e outros.

A plataforma Vision AI Companion usa recursos de Inteligência Artificial através da integração com as assistentes Bixby (da Samsung) e Copilot (da Microsoft). Com elas, o usuário pode fazer consultas por meio de comandos de voz e de forma natural, como se estivesse conversando com a TV.

TVs Samsung suportam jogos na nuvem do Xbox Game Pass (acima) e Nvidia GeForce Now (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

A S85F também oferece suporte aos gamers. Além da taxa de 120 Hz, o Tizen é compatível com as plataformas de jogos na nuvem Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now. Basta ter um plano de assinatura válido em um desses serviços e parear a TV com um controle Bluetooth para jogar sem o console ou PC.

O aparelho conta com 4 portas HDMI, duas portas USB-A e uma Ethernet, e suporta redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3. O som é provido por duas saídas de áudio de 20 W, mas a experiência sonora pode ser melhora com o uso de soundbars.

A Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 65″ está em oferta por R$ 6.459 no Pix com cupom MAGALU200 no Magazine Luiza. Aoferta representa um desconto de 32% sobre o valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Smart TV 4K OLED Samsung de 65″ tem 32% OFF com cupom no Magalu

Smart TV 4K OLED Samsung de 65″ tem 32% OFF com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA

Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA

O avanço dos investimentos em IA por grandes empresas de tecnologia começa a gerar ceticismo em Wall Street (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O ritmo acelerado de investimentos das grandes empresas de tecnologia em inteligência artificial começa a gerar incômodo entre investidores. Mesmo após as principais big techs deixarem claro, na temporada mais recente de balanços, que não pretendem reduzir os aportes em infraestrutura e modelos de IA, o mercado financeiro demonstra sinais crescentes de ceticismo.

Uma nova pesquisa do Bank of America indica que parte relevante de gestores de fundos e executivos financeiros já considera esses gastos excessivos.

A avaliação sugere que, para Wall Street, o entusiasmo com IA segue alto, mas a tolerância a investimentos sem retorno claro começa a diminuir.

Wall Street vê exagero nos aportes em IA

O levantamento ouviu 162 gestores responsáveis por cerca de US$ 440 bilhões em ativos (R$ 2,24 trilhões). Um percentual recorde desses profissionais afirmou que as empresas estão “investindo demais” em despesas de capital, especialmente ligadas à expansão de data centers, chips e infraestrutura voltada à IA.

O resultado vem acompanhado de uma mudança importante no humor dos executivos de tecnologia. Apenas 20% dos CIOs ouvidos disseram defender o aumento dos gastos de capital, o chamado capex, uma queda relevante em relação aos 34% registrados na pesquisa anterior. Para muitos, o momento agora é de cautela.

Esse freio no entusiasmo pode ser explicado pela percepção de risco. Um quarto dos participantes apontou uma possível “bolha de IA” como o principal risco para o mercado em 2026, superando preocupações tradicionais como inflação, conflitos geopolíticos ou alta desordenada dos juros.

Investimentos em tecnologia seguem altos, enquanto o mercado avalia riscos e retorno (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A bolha de IA pode virar um problema maior?

Além do temor de excesso de otimismo, parte dos investidores enxerga um risco ainda mais estrutural. Cerca de 30% dos entrevistados consideram os gastos massivos dos chamados hyperscalers de IA como a fonte mais provável de um evento sistêmico de crédito. Em outras palavras, o medo não é apenas de perdas pontuais, mas de impactos mais amplos no sistema financeiro.

Esse tipo de avaliação seria impensável há um ano, quando a corrida por IA parecia justificar praticamente qualquer nível de investimento. Desde então, no entanto, o mercado passou a exigir resultados mais concretos.

Com informações do Business Insider
Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA

Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA
Fonte: Tecnoblog