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YouTube Premium prepara audiolivros grátis para encarar o Audible

YouTube Premium prepara audiolivros grátis para encarar o Audible

O YouTube se prepara para dar um passo ambicioso além do ecossistema de vídeos e entrar em embate direto com gigantes do mercado de áudio, como o Audible, da Amazon.

Segundo apuração do Wall Street Journal, a empresa comandada pelo Google está em negociações com grandes editoras para incluir um catálogo selecionado de audiolivros na plataforma.A estratégia visa fortalecer o apelo da assinatura do YouTube Premium, incluindo o recurso sem custo adicional para os membros. Para a versão gratuita, o modelo ainda está em definição: a empresa avalia se restringirá o acesso total à modalidade paga ou se permitirá a compra de títulos avulsos.Clique aqui para ler mais

YouTube Premium prepara audiolivros grátis para encarar o Audible
Fonte: Tudocelular

Review do Motorola Edge 70: equilíbrio para o dia a dia

Review do Motorola Edge 70: equilíbrio para o dia a dia

Vale a pena comprar o Motorola Edge 70? (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O Motorola Edge 70 é um celular intermediário que figura entre as opções focadas em custo-benefício em 2026. O smartphone foi anunciado em março por R$ 4.499, mas já pode ser encontrado na faixa dos R$ 2 mil. Com 163 gramas e apenas 6 milímetros de espessura, ele está entre os celulares mais finos e leves da categoria. Mas será que vale a pena comprar o aparelho?

Eu usei o Edge 70 como meu celular principal nos últimos 15 dias e vou detalhar abaixo quais são os pontos fortes e fracos do modelo.

Motorola Edge 70
R$ 2.249,90

Prós

Apenas 5,99 mm de espessura
Todas as câmeras de 50 MP
Construção resistente
Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
Bateria dura até 36 horas
Carregador de 68 W na caixa

Contras

Sem lente teleobjetiva
Apenas 3 anos de atualização do Android
Áudio pouco potente

R$ 2.249,90 Mercado Livre
R$ 2.449,99 Amazon
R$ 2.459,99 Amazon

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ÍndiceAssista ao review do Motorola Edge 70 no YouTubeAviso de ÉticaO que vem na caixa do Motorola Edge 70?Design leve, fino e com certificação militarTela de 120 Hz resistente e com brilho altoÁudio básico e sem potênciaCâmeras adequadas para o dia a dia, mas com limitaçõesDesempenho suficiente para CapCut e jogosJá com Android 17, mas com suporte limitadoBateria para 1 dia e meio e carregamento em 49 minutosConectividade completaVale a pena comprar o Motorola Edge 70?

Assista ao review do Motorola Edge 70 no YouTube

Aviso de Ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O Edge 70 foi cedido por empréstimo pela Motorola e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Motorola Edge 70?

Motorola não inclui capa na caixa (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Ao abrir a embalagem do Edge 70, você encontra o próprio celular acompanhado de um carregador TurboPower de 68 W e um cabo no padrão USB-C/USB-C — sim, a Motorola envia um carregador com essa potência já na caixa.

Ela traz também a chave de ejeção da gaveta do cartão SIM, os manuais de instrução e o termo de garantia. Porém, vale destacar que a Motorola não inclui uma capinha de proteção na caixa, então esse é um acessório que você vai precisar comprar separadamente.

Design leve, fino e com certificação militar

Design fino é um dos pontos fortes do Edge 70 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O primeiro impacto ao pegar o Motorola Edge 70 é justamente o tamanho. O celular pesa 163 gramas, tem apenas 6 milímetros de espessura, e se mostrou fácil de segurar e transportar durante os testes. Ele tem 15,9 cm de altura por 7,4 cm de largura.

A estrutura do corpo é feita em alumínio, enquanto a traseira traz um revestimento de silicone com textura que imita a fibra de nylon. Durante o uso, esse acabamento oferece uma pegada firme e reduz a sensação de que o modelo pode escorregar facilmente das mãos.

Traseira do Edge 70 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Nas laterais, ficam os botões de volume e bloqueio de tela, além de um botão dedicado aos recursos de inteligência artificial da marca. No entanto, o módulo das câmeras compromete um pouco a experiência, pois é bastante elevado em relação à traseira.

Quando o celular fica apoiado sobre uma mesa, isso faz com que ele fique inclinado e balance ao tocar na tela. Usar uma capinha pode ajudar a reduzir esse problema e também acrescenta uma camada de proteção para as câmeras.

Módulo de câmeras exige capa para proteger as lentes (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Na resistência, o Edge 70 traz certificação IP69, que indica proteção contra poeira e jatos de água em alta pressão, além de uma certificação de padrão militar para resistência a diferentes condições de uso.

Em meus testes, eu mergulhei o celular em água doce por alguns minutos e pude usá-lo tranquilamente mesmo com a tela molhada.

O Edge 70 ainda conta com alto-falantes estéreo e não possui entrada para cartão microSD. Portanto, quem optar pela versão de 256 GB ou 512 GB precisará escolher a capacidade de armazenamento pensando no uso a longo prazo.

A Motorola oferece opções de acabamento em cinza (recebido pelo Tecnoblog), verde acinzentado, verde e uma edição especial com Swarovski, todas com certificação de cores da Pantone.

Tela de 120 Hz resistente e com brilho alto

Tela do Edge 70 tem resolução 1.5K (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

A tela do Motorola Edge 70 me agradou por entregar cores vivas e manter um brilho bastante alto, mesmo quando usei o celular ao ar livre em dias ensolarados.

Ele tem um painel P-OLED de 6,7 polegadas de até 120 Hz, com resolução 1.5K e taxa de atualização variável, que permite reduzir essa frequência para priorizar o consumo de bateria, além de suportar HDR10 e HDR10+ para otimizar contraste, brilho e volume de cor.

O brilho máximo é de 4.500 nits — isso permitiu que eu pudesse enxergar as informações da tela mesmo sob o sol de 35º aqui de Ribeirão Preto/SP.

Brilho de 4.500 nits permite usar o celular sob o sol (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

No geral, o painel é um dos pontos mais fortes do Edge 70, principalmente para quem consome vídeos, navega bastante no celular ou costuma utilizar o aparelho em ambientes externos.

Para a proteção contra acidentes, essa tela é revestida com vidro Gorilla Glass 7i, desenvolvido para suportar quedas de até 1 metro de altura em superfícies ásperas como o concreto.

Áudio básico e sem potência

Dolby Atmos não é suficiente (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

No quesito áudio, o sistema de som do Edge 70 me decepcionou um pouco. O celular conta com dois alto-falantes localizados na parte de baixo e um alto-falante adicional no topo da tela para auxiliar no áudio estéreo e chamadas.

Mesmo com Dolby Atmos, o volume máximo não é dos mais altos. Durante os testes, o som também apresentou um timbre metálico em alguns momentos e pouca presença de graves.

Para chamadas e conteúdos falados, o conjunto é funcional, mas quem costuma ouvir música, assistir a filmes ou jogar diretamente pelos alto-falantes pode sentir a falta de potência e de graves mais definidos.

Câmeras adequadas para o dia a dia, mas com limitações

Apenas duas dessas lentes funcionam; a terceira é do flash e a outra é decorativa (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Olhando para a traseira do Motorola Edge 70, ele pode passar a impressão de ter mais câmeras do que realmente possui. Na prática, são apenas duas câmeras traseiras e uma frontal, todas com sensores de 50 megapixels. 

A câmera principal traz estabilização óptica de imagem e estabilização digital. No uso cotidiano, ela entregou seus melhores resultados em fotos durante o dia e também consegue preservar detalhes em situações de iluminação mais complicada, como cenas contra a luz. 

Foto tirada com a câmera principal (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera principal (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

A segunda câmera é uma ultrawide que também pode ser utilizada para fotos macro. O foco automático ajuda nas capturas de objetos próximos, enquanto o campo de visão mais amplo é útil para paisagens e grupos de pessoas. Por outro lado, há uma leve perda de nitidez nas bordas dessas fotografias.

Foto tirada com a lente ultrawide (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Foto tirada com a lente ultrawide e com Modo Noturno (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Todas as câmeras, tanto as traseiras quanto a frontal, são capazes de gravar vídeos em resolução 4K @ 60 quadros por segundo com ótima estabilização, e o aplicativo de câmera oferece recursos como HDR automático, modo profissional e modo de alta resolução.

À noite, a câmera principal conseguiu preservar as cores das luzes e entregar imagens relativamente limpas. Porém, aparecem alguns reflexos e uma pequena perda de detalhes.

Já a câmera frontal apresentou resultados menos consistentes. As selfies perderam textura e detalhes, principalmente em situações de iluminação mais difícil, como você pode notar abaixo.

Foto tirada com a câmera de selfie (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera de selfie contra a luz (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Outro ponto importante é a ausência de uma lente teleobjetiva dedicada. O zoom é feito digitalmente e, nas aproximações de até 2x, a qualidade ainda se mantém satisfatória. Acima disso, a perda de definição fica mais evidente.

O Modo Retrato presente no Edge 70 também exige algum cuidado no enquadramento, pois em determinadas situações, o desfoque apresentou falhas nas bordas dos objetos, deixando o resultado com aparência menos natural.

Foto tirada com o zoom de 2x (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Foto tirada com zoom máximo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

No conjunto, a câmera principal é o destaque do sistema fotográfico. A ultrawide amplia as possibilidades, mas apresenta limitações nas bordas, enquanto selfies, retratos e zoom são áreas em que o Edge 70 mostra mais claramente quais são os problemas do aparelho.

Foto tirada com o Modo Retrato (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Especificações das câmeras do Motorola Edge 70:

Grande-angular de 50 MP (OIS): sensor 1/1,56 e abertura f/ 1,8;

Ultrawide/macro de 50 MP: sensor 1/2,76 e abertura f/ 2,0;

Câmera frontal de 50 MP: sensor 1/2,76 e abertura f/ 2,0.

Desempenho suficiente para CapCut e jogos

Rodei Fortnite no máximo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O desempenho do Motorola Edge 70 é bom para realizar diversas atividades, desde o uso cotidiano até jogos e apps de edição para redes sociais.

Ele vem equipado com processador Snapdragon 7 Gen 4, fabricado em 4 nanômetros, acompanhado da GPU Adreno 722 e de 12 GB de RAM. O celular é vendido com 256 GB ou 512 GB de armazenamento interno e não oferece suporte a cartão microSD.

No uso cotidiano, o Edge 70 lidou bem com multitarefa: usei aplicativos como Instagram, navegador, Spotify e YouTube em segundo plano sem travamentos durante os testes.

Resultados obtidos via Geekbench 7 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O smartphone também conseguiu executar edições de vídeo no CapCut e jogos mais pesados. No Fortnite, com os gráficos ajustados no máximo, a taxa de quadros ficou entre 30 e 45 quadros por segundo.

Esse resultado mostra que o celular consegue rodar jogos exigentes, mas não necessariamente com a mesma margem de desempenho encontrada em modelos mais voltados para jogos. Além disso, durante tarefas mais pesadas, o celular esquentou de forma rápida.

Nos testes de benchmark que rodei no Geekbench, o Edge 70 alcançou 930 pontos em Single-Core e 3.445 pontos em Multi-Core. A pontuação ficou abaixo da registrada pelo Galaxy A57, que utiliza um processador mais novo e aparece na mesma faixa de preço.

TB Responde 🎯
A pontuação em Single-Core mede o desempenho de apenas um núcleo do processador, sendo ideal para tarefas cotidianas e simples.
Já o Multi-Core avalia a capacidade total do processador usando todos os núcleos juntos. Ou seja, importante para tarefas pesadas, como edição de vídeo e renderização.

Ainda assim, os resultados práticos mostram que ele oferece desempenho suficiente para tarefas cotidianas, edição de vídeos e jogos, desde que o usuário não espere alto poder de fogo em jogos mais pesados.

Já com Android 17, mas com suporte limitado

Android 17 no Edge 70 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O Motorola Edge 70 sai da caixa já com suporte ao Android 17, com a promessa da fabricante de até 3 versões de atualização do Android — suporte inferior ao oferecido pela Samsung, por exemplo, que dá até seis anos de atualização em alguns modelos.

Isso é um ponto importante, pois significa que o celular tem uma vida útil um pouco menor que a concorrência em atualizações de segurança ou na oferta de novos recursos de software.

A navegação pela interface da Motorola é limpa e não apresentou anúncios irritantes, trazendo apenas alguns aplicativos instalados de fábrica que são padrão da marca.

Qira, a IA da Motorola (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Entre os recursos de inteligência artificial, o Edge 70 oferece integração com o Gemini e a Qira, inteligência artificial própria da Motorola que pode ser acionada pelo botão físico localizado na lateral.

Durante os testes, a IA apresentou limitações de responsividade em algumas interações. Portanto, apesar de ser um dos recursos que diferenciam o celular, a experiência ainda não é tão consistente quanto o restante da interface.

O sistema também conta com a chamada Ilha Dinâmica para exibir alertas, músicas e outras atividades na parte superior da tela. O Google Wallet pode ser utilizado para pagamentos por aproximação via NFC, enquanto o Android Auto funcionou de forma tranquila durante os testes.

Ilha Dinâmica em funcionamento (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para segurança, o Edge 70 oferece reconhecimento facial e leitor de impressão digital sob a tela. O sensor biométrico apresentou boa velocidade de desbloqueio e continuou funcionando mesmo com os dedos molhados durante os testes.

Bateria para 1 dia e meio e carregamento em 49 minutos

Carregador turbo de 68 W (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Na parte de energia, o Edge 70 vem equipado com uma bateria de silício-carbono de 4.800 mAh, uma tecnologia que permite manter uma grande capacidade de carga mesmo em um corpo de 6 milímetros.

Em termos de autonomia, usei o celular em streaming de vídeo por 20 horas sem parar. Já em um cenário de uso cotidiano, consegui ficar cerca de 1 dia e meio longe da tomada sem problemas.

O carregador de 68 W fornecido na caixa levou exatamente 49 minutos para completar a carga de zero a 100%. Além disso, o smartphone suporta carregamento sem fio de 15 W para maior praticidade.

Conectividade completa

Recursos do Edge 70 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O Edge 70 traz o pacote completo de conectividade para o usuário, com suporte a redes 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e conexão por Nano-SIM ou eSIM.

Na prática, o conjunto atende às principais necessidades de um smartphone atual, incluindo pagamentos por aproximação, conexão com acessórios sem fio e redes móveis de última geração.

Vale a pena comprar o Motorola Edge 70?

O Motorola Edge 70 chegou ao mercado brasileiro por R$ 4.499, um preço alto para a categoria. Porém, o cenário muda bastante quando o celular aparece no varejo na faixa dos R$ 2 mil. Aliás, vale ficar de olho no Achados do TB para garantir o smartphone no preço certo — ou até mais barato.

Nesse valor, o Edge 70 passa a fazer sentido principalmente para quem prioriza um celular fino e leve, uma tela de boa qualidade, câmera principal competente e desempenho suficiente para o uso cotidiano, edição de vídeos e jogos casuais.

Mas ele não é um modelo sem contras: o áudio é um dos pontos mais fracos, há aquecimento em tarefas pesadas, o conjunto de câmeras não conta com teleobjetiva e existem limitações em selfies, retratos e zoom. Além disso, há concorrentes de peso na mesma faixa de preço, como o Galaxy A57 da Samsung.

Agora, eu quero saber de você: gostou do celular da Motorola? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!

Review do Motorola Edge 70: equilíbrio para o dia a dia

Review do Motorola Edge 70: equilíbrio para o dia a dia
Fonte: Tecnoblog

Meta confirma roubo de código e dados pessoais no GitHub

Meta confirma roubo de código e dados pessoais no GitHub

Meta oferece suporte aos afetados pelo incidente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Os invasores usaram credenciais roubadas para acessar repositórios da Meta no GitHub.
Roubo atingiu código e dados pessoais de cerca de 1.500 pessoas.
Empresa bloqueou o acesso e oferece monitoramento aos afetados.

A Meta confirmou o roubo de código e dados pessoais de cerca de 1.500 pessoas, principalmente funcionários nos Estados Unidos. Invasores usaram credenciais roubadas de um funcionário para acessar repositórios da companhia no GitHub.

A empresa afirma que não houve invasão de sistemas internos nem exploração de vulnerabilidades em seus produtos.

O que foi exposto no vazamento?

Segundo a SecurityWeek, os alertas aos afetados começaram nesta terça-feira (13). A Meta afirma que 99% do material retirado era código empresarial e 1% eram dados pessoais que foram armazenados por engano nos repositórios, contrariando a política interna da companhia. Não foi divulgado quais categorias de informações privadas foram expostas.

A empresa bloqueou o acesso dos invasores, acionou autoridades e renovou credenciais encontradas nos repositórios, além de realizar varreduras para identificar os dados armazenados indevidamente e oferecer suporte aos afetados.

Por que apagar um arquivo não basta?

Projetos no GitHub podem ter acesso público ou restrito (imagem: Emile Perron/Unsplash)

O GitHub é uma plataforma de hospedagem e gerenciamento de código. Os projetos ficam organizados em repositórios, que podem ter acesso público ou privado. Esses ambientes preservam o histórico de alterações dos arquivos, permitindo acompanhar versões e colaborar no desenvolvimento de software.

Na documentação oficial de segurança, o GitHub alerta que credenciais podem se espalhar por cópias dos repositórios e até sistemas de backup, dificultando a remoção completa das informações expostas.

Por isso, apagar um arquivo da versão mais recente não basta para resolver uma exposição. O conteúdo pode continuar acessível. Se uma credencial for comprometida, é necessário trocá-la para impedir novos acessos. A plataforma oferece ferramentas para detectar credenciais nos repositórios, mas a proteção pode exigir configurações extras.

Dropbox e Twitter também tiveram código exposto

Em 2022, o Dropbox confirmou o roubo de 130 repositórios privados no GitHub após um ataque de phishing. Os invasores enviaram mensagens que se passavam pela CircleCI, plataforma usada pelos desenvolvedores da empresa, e induziram um funcionário a fornecer informações de autenticação em uma página falsa. O material roubado incluía protótipos e ferramentas internas. Segundo o Dropbox, os arquivos e as senhas dos usuários não foram comprometidos.

Já em 2023, trechos do código do Twitter foram publicados no GitHub. A rede social solicitou a retirada por violação de direitos autorais e buscou identificar o responsável.
Meta confirma roubo de código e dados pessoais no GitHub

Meta confirma roubo de código e dados pessoais no GitHub
Fonte: Tecnoblog

Netflix demite 1.000 funcionários em maior corte desde 2022

Netflix demite 1.000 funcionários em maior corte desde 2022

Netflix demitirá 6% da força de trabalho (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Netflix demite cerca de 1.000 funcionários, equivalente a 6% da sua força de trabalho global, principalmente das equipes de produto, tecnologia, jurídico e RH.
A empresa justifica as demissões como parte de uma estratégia para concentrar recursos em áreas com maior potencial de crescimento e investimento em áreas de alto impacto.
A Netflix registrou receita de US$ 12,56 bilhões e lucro líquido de US$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2026, mas enfrenta desafios em diversificar fontes de receita e aumentar o engajamento dos usuários.

A Netflix iniciou uma rodada de demissões que deve atingir 6% da força de trabalho global da empresa, o equivalente a cerca de 1.000 funcionários. O corte é o maior realizado pela empresa desde 2022, quando dispensou cerca de 450 profissionais.

Os co-CEOs Ted Sarandos e Greg Peters comunicaram a decisão aos trabalhadores através de um memorando enviado por e-mail nesta quarta-feira (14/10). A mensagem justifica a decisão como parte de uma estratégia para concentrar recursos nas áreas com maior potencial de crescimento.

“Continuaremos a investir agressivamente em áreas de alto impacto para melhorar nosso serviço e impulsionar ainda mais o crescimento e a inovação”, diz um trecho do e-mail, visualizado pela Variety. As demissões atingirão principalmente as equipes de desenvolvimento de produto, tecnologia, departamento jurídico e recursos humanos.

Netflix tenta diversificar fontes de receita

Empresa é pressionada para aumentar fontes de receita além da publicidade (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar dos cortes e da queda nas ações, a empresa registrou uma receita de US$ 12,56 bilhões (cerca de R$ 63,6 bilhões) e lucro líquido de US$ 3,4 bilhões (R$ 17,1 bilhões) apenas no segundo trimestre de 2026. A previsão da empresa é faturar cerca de US$ 51 bilhões neste ano, o que representaria um crescimento de 13% em relação ao ano passado.

Além da receita maior, a empresa também registrou alta nas horas de visualização na plataforma no primeiro semestre: 2% maior em relação ao mesmo período do ano passado. O problema estaria, portanto, na capacidade da empresa em crescer e transformar a audiência em novas receitas.

Para Ross Benes, analista sênior da consultoria eMarketer ouvido pela Reuters, a Netflix ainda não conseguiu estabelecer uma segunda fonte de receita com dimensão semelhante à das assinaturas. “Eles precisarão de outra fonte de renda para diversificar, e é aí que tem sido mais uma luta.”

Vale lembrar que a Netflix deu o ponta-pé inicial dos anúncios entre os streamings, em 2022, nessa busca por uma fonte alternativa de receita. São mais de 250 milhões de assinantes ativos no plano que inclui publicidade, que custa R$ 20,90 no Brasil. A previsão é que a receita dessa área atinja US$ 3 bilhões (R$ 15,1 bilhões) em 2026.

Streamings e TikTok ameaçam engajamento

Concorrência parte de streamings tradicionais e redes sociais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um dos principais pontos de atenção é o engajamento, isto é, o tempo que o público dedica ao conteúdo da plataforma.

O serviço tem sido pressionado tanto pelos concorrentes diretos — os streamings de grandes conglomerados de mídia, como o Disney+ e HBO Max —, quanto por plataformas de vídeo como YouTube e Tiktok, em que os próprios usuários produzem vídeos gratuitos e já começam a popularizar novos formatos, como as séries verticais.

Outro episódio que alimentou questionamento sobre os próximos passos da empresa foi a tentativa de comprar os estúdios da Warner Bros. Discovery. Em fevereiro, a Netflix decidiu sair do negócio após uma proposta superior da Skydance.

As ações da empresa acumulavam queda de aproximadamente 25% em 2026 até esta quarta-feira, segundo a Reuters, apesar de terem registrado uma leve alta após o anúncio das demissões.

Netflix demite 1.000 funcionários em maior corte desde 2022

Netflix demite 1.000 funcionários em maior corte desde 2022
Fonte: Tecnoblog

Nintendo Switch Lite tem queda de 28% no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite tem queda de 28% no Mercado Livre

28% OFF Ver preço

Nintendo Switch Lite
R$ 1.376,55

R$ 1.899,0028% OFF

Prós

Roda jogos no modo portátil
Tela touchscreen de 5,5 polegadas
Design leve de 277 g

Contras

Sem controles desacopláveis
Não tem suporte para jogar na TV

PIX

28% OFF Ver preço

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O Nintendo Switch Lite está saindo por apenas R$ 1.376 no Pix no Mercado Livre. O console 100% portátil da Nintendo, compatível com quase toda a biblioteca de jogos da versão original, recebe desconto de 28% sobre o preço original de R$ 1.899.

Switch Lite é 100% portátil e roda exclusivos da Nintendo

O Switch Lite é a versão compacta do console da Nintendo mais vendido de todos os tempos. Ele oferece uma experiência voltada exclusivamente à jogatina portátil, apelando principalmente para quem joga bastante no celular, conforme visto em nossos testes.

O gadget é um pouco menor e mais leve que o Switch, podendo ser levado na mochila ou bolsa para qualquer lugar com facilidade. Sua bateria de 3.570 mAh tem autonomia de entre 3 e 7 horas de uso, permitindo seu uso durante viagens de ônibus ou avião, dependendo da distância.

O hardware interno traz o mesmo processador Tegra customizado pela Nvidia e 32 GB de espaço interno, expansível via cartões de memória de até 2 TB. O painel touch LCD de 5,5″ possui a mesma resolução HD do modelo original com 6,2″ e, por causa disso, apresenta uma densidade de pixels por polegada (ppi) maior.

Nintendo Switch Lite é fácil de transportar (imagem: Melissa Cruz Cossetti/Tecnoblog)

O Switch Lite é compatível com a maioria dos jogos do Switch, incluindo franquias exclusivas como Mario, The Legend of Zelda, Donkey Kong, Metroid, Pokémon e outras, indisponíveis de forma legal nos consoles da concorrência, ou em celulares e tablets.

Este console suporta redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.1, e é possível parear fones de ouvido/headsets sem fio e o Switch Pro Controller. No entanto, alguns acessórios do Switch original, e alguns games que os usam, não podem ser executados no modelo 100% portátil.

O Nintendo Switch Lite (apenas R$ 1.376 no Pix) suporta assinaturas da Nintendo Switch Online, que oferece partidas pela rede com amigos e benefícios exclusivos.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Nintendo Switch Lite tem queda de 28% no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite tem queda de 28% no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Consumidores estão usando o mesmo celular por mais tempo, aponta a Counterpoint (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Resumo

As remessas globais de smartphones caíram 20% no terceiro trimestre de 2026, atingindo o menor volume para esse período desde 2012.
A Counterpoint associa o recuo à escassez de memórias e ao encarecimento dos aparelhos.
No Brasil, os envios caíram 11% no primeiro semestre; Samsung e Motorola concentraram 73% das remessas.

As remessas globais de smartphones despencaram 20% no terceiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, segundo estimativas da Counterpoint Research. O volume foi o menor registrado para um terceiro trimestre desde 2012, em meio à escassez de memórias e ao encarecimento dos aparelhos.

O levantamento considera os dispositivos enviados pelas fabricantes às lojas e distribuidores. Portanto, os números medem o abastecimento dos canais de venda, e não diretamente as compras feitas pelos consumidores.

Por que o mercado de celulares está encolhendo?

A Counterpoint atribui o recuo à alta dos preços das memórias RAM e de armazenamento. Esse encarecimento elevou os custos de fabricação, reduziu a oferta e levou as marcas a repassar parte da conta ao bolso dos compradores.

Segundo a consultoria, os preços dos smartphones no varejo global subiram cerca de 20% em 2026. Os consumidores estão demorando mais para trocar de aparelho e considerando modelos recondicionados, enquanto as fabricantes ajustam seus catálogos para preservar a rentabilidade.

Essa queda já aparecia no trimestre anterior. As remessas globais haviam recuado 11% entre abril e junho, na comparação anual, atingindo o menor volume para um segundo trimestre desde 2013.

Brasil também registra redução nas remessas

Mercado brasileiro pode encerrar 2026 com queda de dois dígitos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No Brasil, a Counterpoint identificou queda de 11% nas remessas de smartphones no primeiro semestre de 2026 frente ao mesmo intervalo de 2025. O relatório nacional foi divulgado em setembro e cobre janeiro a junho, um período diferente do levantamento global mais recente.

A consultoria relaciona o resultado brasileiro ao encarecimento das memórias, à redução da produção nacional e à maior cautela dos consumidores. Samsung e Motorola, as duas maiores marcas do país, concentraram juntas 73% das remessas no semestre. Para o ano completo, a Counterpoint também aponta a possibilidade de uma redução de dois dígitos no mercado brasileiro.

O impacto nos preços já apareceu em aparelhos populares. O Tecnoblog mostrou que o Galaxy A07 4G de 256 GB dobrou de preço na loja da Samsung, sem considerar promoções ou descontos.

Samsung e Apple ampliam participação global

No cenário global, a Samsung manteve a liderança, com 23% das remessas, embora seu volume tenha caído 3% na comparação anual. Mesmo com queda nas remessas, a Apple ficou em segundo lugar, com 22%, sua maior participação já registrada em um terceiro trimestre.

A perspectiva para o restante de 2026 continua difícil. A consultoria considera improvável uma recuperação relevante dos volumes antes de uma melhora nos custos dos componentes.
Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012

Mercado de celulares atinge o pior nível desde 2012
Fonte: Tecnoblog

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

99 lança Premier em Recife (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A 99 lançará o serviço Premier em outubro, oferecendo carros de alta qualidade a preços ligeiramente menores que os da Uber.
O serviço será iniciado em Recife e é voltado para clientes com alto padrão e menos sensibilidade a preços.
Passageiros com notas baixas não poderão acessar a categoria.

A 99 anunciou que passará a oferecer carros melhores numa categoria superior, voltada a clientes de alto padrão. O serviço no estilo “Black” será “ligeiramente mais barato” que o da Uber, segundo o diretor de operações Fabrício Ribeiro. A novidade começa em Recife neste mês.

Já sabíamos que o novo serviço estava em testes e a empresa aproveitou um evento no Rio de Janeiro para reafirmar que Pernambuco será o ponto de partida. O Tecnoblog acompanha tudo em primeira mão.

Segundo Ribeiro, a categoria é voltada ao público com menos sensibilidade ao preço, que hoje não é plenamente atendido pelas opções Pop, Plus e elétrico – este último não atende o usuário mais premium. Por isso, a 99 fará um esforço de filtragem dos modelos de carro oferecidos na categoria. A empresa aposta numa abordagem mais próxima: os motoristas do 99Premier terão contato mais frequente com a companhia, inclusive fora do aplicativo.

Para permanecer na categoria, o motorista precisa manter a pontuação. Quem perder pontos será excluído. Também haverá um filtro de passageiros: aqueles com notas baixas não poderão acionar o Premier.

Executivos da 99 conversam com a imprensa em evento no Rio (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Empresa não considera perfil o usuário

Em tempos de empresas usando IA para aumentar preços, Ribeiro afirmou que a 99 não leva em conta o perfil do usuário na hora de precificar: “A gente não considera quem é o usuário. O que a gente pode é dar um desconto.” Segundo ele, a corrida é calculada por tempo e distância, e a política precisa ser dinâmica. Se algo muda depois que o motorista aceita a corrida, como um aumento de distância, a empresa compensa a diferença para que a proposta não seja alterada.

A 99 diz estar presente fora das capitais. Segundo Ribeiro, as grandes cidades recebem visitas da equipe a cada três meses. No ano passado, a empresa visitou mais de cem municípios de pequeno porte, com 40 a 50 mil habitantes. “A gente fala com o mundo real”, concluiu o executivo.
“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança Redmi Watch 6 Lite e Active no Brasil

Xiaomi lança Redmi Watch 6 Lite e Active no Brasil

Xiaomi lança o Redmi Watch 6 Lite (imagem: reprodução/Xiaomi)

Resumo

A Xiaomi lançou os smartwatches Redmi Watch 6 Lite e Redmi Watch 6 Active no Brasil, com telas Amoled e bateria de até 18 dias.
O Redmi Watch 6 Lite tem GPS integrado, tela de 1,96 polegada, resistência à água de 5 ATM e preço sugerido de R$ 899,99.
O Redmi Watch 6 Active tem tela de 1,85 polegada, certificação IP68 e preço sugerido de R$ 699,99.

A Xiaomi anunciou os novos smartwatches Redmi Watch 6 Lite e Redmi Watch 6 Active nesta terça-feira (13/10), por preços a partir de R$ 699. Os dois modelos têm tela AMOLED, funções para monitorar atividades físicas e saúde, chamadas telefônicas e bateria que chega a 18 dias de uso.

As diferenças entre ambos estão principalmente nos recursos esportivos e na tela. O Redmi Watch 6 Lite tem GPS integrado, painel maior e resistência à água de 5 ATM, enquanto o Watch 6 Active aposta em um preço menor e oferece certificação IP68.

Ambos têm forças em comum, como microfone e alto-falante integrados para chamadas via Bluetooth e recursos de monitoramento de frequência cardíaca, SpO₂, níveis de estresse e qualidade do sono. Compartilham, também, uma bateria de 470 mAh.

Os relógios já estão à venda nas lojas físicas, nos quiosques e nos canais oficiais da Xiaomi no Brasil. Os preços sugeridos são:

Redmi Watch 6 Lite: R$ 899,99, nas cores preto e cinza

Redmi Watch 6 Active: R$ 699,99, nas cores preto, prata e laranja

Redmi Watch 6 Lite (R$ 899)

Redmi Watch 6 Lite é destinado a atividades ao ar livre (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Watch 6 Lite é o modelo mais completo da dupla e mais indicado para quem pratica atividades ao ar livre, tendo compatibilidade com sistemas de posicionamento: GPS, Galileo, Glonass, BeiDou e QZSS. Com isso, o relógio pode registrar percursos de corrida, por exemplo, sem depender do celular.

A tela Amoled do modelo é retangular e tem 1,96 polegada com brilho máximo de 1.500 nits — portanto menor e menos brilhante que o Redmi Watch 6, um dos melhores smartwatches da Xiaomi para comprar no momento. O painel também oferece o modo Always-on Display, que mantém horário e informações visíveis sem que o usuário precise ativar a tela.

Para treinos, o modelo oferece mais de 150 modalidades esportivas e resistência a água de 5 ATM. Segundo a Xiaomi, o sensor permite acompanhar inclusive métricas de natação, como velocidade média e índice SWOLF, usado para avaliar a eficiência das braçadas.

Redmi Watch 6 Active (R$ 699)

Redmi Watch 6 Active tem menos modalidades esportivas (imagem: divulgação/Xiaomi)

Já o Redmi Watch 6 Active usa um painel menor, de 1,85 polegada, mas também AMOLED, reduzindo o brilho máximo para 1.200 nits. O modelo pesa 26 gramas e tem a mesma espessura do irmão do meio. Ele adiciona a certificação IP68 de resistência à água e poeira.

O Active oferece mais de 140 modalidades esportivas, incluindo corrida, caminhada, musculação e esportes coletivos. Diferentemente do Lite, ele não possui GPS próprio para registrar percursos, dependendo do posicionamento do celular conectado.

Xiaomi lança Redmi Watch 6 Lite e Active no Brasil

Xiaomi lança Redmi Watch 6 Lite e Active no Brasil
Fonte: Tecnoblog