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É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

Quick Share para Android ampliou compatibilidade (imagem: reprodução)

Resumo

Google anunciou a compatibilidade do Quick Share com o AirDrop da Apple.
A integração foi desenvolvida sem a colaboração da Apple, possivelmente por engenharia reversa.
A novidade elimina uma das principais barreiras entre os ecossistemas e estreia no Pixel 10, com a chegada progressiva aos demais aparelhos Android.

O Google anunciou nesta quinta-feira (20/11) a compatibilidade entre o Quick Share, serviço de compartilhamento de arquivos do Android, e o AirDrop, até então um recurso exclusivo para os dispositivos da Apple.

A integração elimina uma das maiores barreiras entre os ecossistemas. Agora, será possível realizar transferências diretas entre smartphones Android e iPhones.

A novidade começa a ser liberada hoje para dispositivos da família Pixel 10. A empresa confirmou que desenvolveu a funcionalidade de forma independente, sem colaboração da Apple.

No anúncio oficial, o Google explicou que a novidade segue iniciativas anteriores para conectar melhor Android e iPhone, como a substituição do SMS pelo RCS, que permite enviar fotos em alta resolução e ver quando o envio foi lido.

Compartilhamento de arquivos entre Android e iPhone agora é possível (imagem: divulgação)

Como o Google fez isso sem a Apple?

O Google não deixou claro como fez a integração, mas segundo o Android Authority, é provável que a companhia tenha trabalhado com engenharia reversa, analisando como o AirDrop funciona por dentro para adaptar o Quick Share.

A tecnologia do AirDrop usa conexões comuns, como Bluetooth e Wi‑Fi, padrões abertos que qualquer empresa pode utilizar, o que permitiria criar compatibilidade sem acesso aos sistemas internos da Apple.

O Google não confirmou oficialmente o método usado, mas reforçou que a atualização passou por testes rigorosos de segurança antes de ser lançada.

“Desenvolvemos isso com a segurança como nosso pilar central. Protegemos seus dados usando salvaguardas rigorosas, testadas por especialistas de segurança independentes. Esta é mais uma iniciativa para oferecer a compatibilidade entre sistemas operacionais que as pessoas tanto solicitam, seguindo o que já fizemos com o RCS e os alertas de rastreadores desconhecidos.”

— Google, em comunicado

Quando chega aos outros smartphones Android?

A atualização será liberada progressivamente para outros aparelhos Android nos próximos meses. Por enquanto, não há datas específicas. Segundo o Google, dispositivos com versões recentes do sistema terão prioridade. A compatibilidade inicial com os Pixel 10 serve como teste para ajustes antes da expansão.

Essa não foi a única novidade do Google hoje. Mais cedo, a empresa lançou o Nano Banana Pro, novo modelo de inteligência artificial focado em geração e edição de imagens.

A tecnologia, incorporada ao app Gemini, utiliza recursos do recém-lançado Gemini 3 Pro para transformar textos em ilustrações e ajustar fotos com comandos simples, gratuitamente.
É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop
Fonte: Tecnoblog

Esquenta Black: Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) tem 33% OFF com cupom exclusivo

Esquenta Black: Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) tem 33% OFF com cupom exclusivo

Samsung Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi 128 GB
R$ 1.870,08

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Possibilidade de expansão via cartão microSD
Capa e caneta S Pen inclusas
Bateria de 8.000 mAh
Galaxy AI integrado
Atualizado com Android 16

Contras

Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
Carregador na caixa de apenas 15 W
Sem conexão 5G

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Só no app

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O Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) pode ser encontrado por R$ 1.870 no Pix com o cupom APP100OFF exclusivo pelo aplicativo da Amazon. A oferta de Esquenta Black Friday dá um desconto de 33% uma vez que foi lançado por R$ 2.799. O tablet da Samsung se destaca pelo custo-benefício.

Tab S10 Lite possui tela de 10,9″ e bateria de 8.000 mAh

Galaxy Tab S10 Lite traz compatibilidade com Galaxy AI (imagem: Divulgação/Samsung)

A tela grande TFT LCD de 10,9 polegadas tem resolução de 2.112 x 1.320 pixels e taxa de atualização de 90 Hz, a combinação favorece tanto o consumo de conteúdo por proporcionar imagens com boa definição quanto uma experiência de navegação fluida.

A bateria de 8.000 mAh oferece autonomia suficiente para uso prolongado, se mostrando uma boa opção de tablet para estudantes que precisam ler e assistir a videoaulas por longas horas. Assim como para profissões que envolvam desenhos principalmente, já que a caneta S Pen inclusa pode fornecer trabalhos mais precisos.

O Galaxy Tab S10 Lite vem equipado pelo chip Exynos 1380 com CPU octa-core e GPU Mali-G68. O processador intermediário aliado a 6 GB de memória RAM desempenha de forma satisfatória com tarefas básicas no dia a dia e jogos leves. Há uma entrada de microSD para expandir o armazenamento de 128 GB.

Tablet da Samsung tem suporte a carregador de até 25 W (imagem: Divulgação/Samsung)

O dispositivo sai de fábrica com Android 15, mas já recebeu a atualização mais recente. A Samsung garante uma cobertura de novos updates de sistema operacional ao tablet até 2022, uma ótima vantagem em termos de longevidade.

O Galaxy Tab S10 Lite traz um conjunto fotográfico formado por câmera traseira de 8 MP e câmera frontal de 5 MP. Além disso, inclui som estéreo com dois alto-falantes e conexões de Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. A versão Wi-Fi de 128 GB está por R$ 1.870 no Pix com o cupom APP100OFF válido apenas pelo app da Amazon.

Black Friday 2025

A Black Friday em 2025 ocorre no dia 28 de novembro. Enquanto não chega a data, confira a cobertura de Black November pela equipe de Achados do Tecnoblog.
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Esquenta Black: Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) tem 33% OFF com cupom exclusivo
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.

O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.

O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.

Como funciona o chat nativo?

A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.

Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.

O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.

Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.

Novidade para alavancar os Shorts?

Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)

Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.

Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.

Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.

Recurso parecido já existiu

YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.

Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app
Fonte: Tecnoblog

Black November: Playstation 5 Slim com jogos tem menor preço que já vimos

Black November: Playstation 5 Slim com jogos tem menor preço que já vimos

Sony PlayStation 5 Edição Digital 825 GB Bundle com 2 Jogos
R$ 2.699,00

R$ 3.799,9929% OFF

Prós

Armazenamento de SSD de 825 GB
Bundle com 2 jogos digitais inclusos
Gráficos em 4K com Ray-Tracing

Contras

Não possui leitor de mídia física
Design ainda robusto para espaços pequenos

PIX

R$ 2.699,00  Magazine Luiza

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O PlayStation 5 Slim Digital de 825 GB voltou a estar em promoção durante a Black November. O console está por R$ 2.699 no Pix ou R$ 2.999 em até 10x sem juros, um desconto de 29% em relação ao preço de lançamento de R$ 3.799. Além do videogame, dois jogos também estão inclusos.

Bundle do PS5 Digital traz 2 jogos e controle DualSense

PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

A oferta pelo bundle significa que o Playstation 5 Slim Digital acompanha um controle DualSense e dois jogos, são eles: Astro Bot (aventura) e Gran Turismo 7 (corrida). O console da Sony possui resolução 4K com taxa de atualização de 120 Hz e recurso Ray-Tracing que torna os efeitos de luz, sombras e reflexos mais realistas aos games.

O dispositivo conta com um armazenamento de 825 GB para baixar aplicativos e títulos diretamente da Playstation Store. A memória SSD inclusa permite o carregamento rápido dos jogos e diminui o tempo de carregamento para inicializar a jogatina.

O videogame tem suporte a Wi-Fi, mas a versão digital não inclui o leitor de disco para obter títulos de mídia física, mas o acessório pode ser adquirido separadamente.

Controle DualSense do PlayStation 5 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O PlayStation 5 Slim Digital de 825 GB com dois jogos inclusos está por R$ 2.699 no Pix ou R$ 2.999 em até 10x sem juros na oferta de Black November do Magazine Luiza. Vale destacar que esse é o menor preço já divulgado aqui no Achados pela versão do videogame da Sony.

A Black Friday 2025 está próxima?

Para quem não sabe, a Black Friday sempre ocorre na última sexta-feira de novembro. Em 2025, o evento acontece no dia 28. Só que a Black November está com promoções das principais lojas do varejo durante o mês inteiro, confira as ofertas que já rolaram.
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Black November: Playstation 5 Slim com jogos tem menor preço que já vimos
Fonte: Tecnoblog

Pesquisadores criam versão do DeepSeek sem a censura chinesa

Pesquisadores criam versão do DeepSeek sem a censura chinesa

Versão modificada é livre de restrições de conteúdo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Multiverse Computing desenvolveu o DeepSeek R1 Slim, uma versão 55% menor que remove restrições de conteúdo chinesas.
O modelo usa redes tensoriais para comprimir dados e editar vieses, reduzindo custos computacionais e consumo de energia.
Testes apontam qualidade similar ao original, com respostas factuais comparáveis a sistemas ocidentais.

Pesquisadores da empresa espanhola Multiverse Computing anunciaram o desenvolvimento do DeepSeek R1 Slim, uma versão modificada e 55% menor que o poderoso modelo da China. A principal novidade é a queda das restrições de conteúdo impostas pelos desenvolvedores chineses, permitindo que o sistema responda a perguntas sobre temas sensíveis.

O projeto utiliza abordagens matemáticas inspiradas na computação quântica para comprimir o modelo e editar seus vieses com precisão. A ideia é oferecer uma alternativa no futuro para a redução de custos computacionais e consumo de energia, gargalos frequentes no desenvolvimento de novas IAs generativas.

Como foi feito?

Segundo a revista MIT Technology Review, a Multiverse aplicou uma abordagem baseada em “redes tensoriais”, um conceito matemático complexo frequentemente utilizado na física quântica. Essa técnica pode manipular grandes conjuntos de dados de forma mais eficiente e permitiu aos cientistas criar um “mapa” detalhado de todas as correlações existentes dentro do modelo original.

Com esse mapeamento, foi possível identificar e remover as camadas de censura que alinham o modelo aos valores exigidos pelas regulações da China. Na prática, isso possibilitou a exclusão de bloqueios que impediam a IA de discutir certos tópicos, como referências envolvendo o presidente Xi Jinping.

Após a compressão e a edição dos parâmetros, os pesquisadores realizaram ajustes finos para garantir que a qualidade da resposta permanecesse próxima à do modelo original.

Para validar a eficácia, a equipe submeteu o DeepSeek R1 Slim a um teste com cerca de 25 perguntas sobre assuntos restritos. As respostas foram avaliadas pelo GPT-5, da OpenAI, que confirmou que o novo modelo forneceu respostas factuais comparáveis às de sistemas ocidentais.

Equipe conseguiu reduzir em 55% o tamanho do sistema (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Corrida por modelos mais eficientes

A iniciativa da Multiverse é mais uma na busca por eficiência na indústria de inteligência artificial. A própria DeepSeek tem trabalhado em “tokens visuais” para melhorar a memória de IAs e tornar seus modelos mais eficazes.

Atualmente, a operação de modelos de ponta exige GPUs de alto desempenho e um consumo energético elevado. À revista, o cofundador e diretor científico da Multiverse, Roman Orús, afirmou que modelos atuais são ineficientes e que versões comprimidas podem economizar recursos mantendo um desempenho similar. A empresa planeja comprimir outros modelos de código aberto no futuro.

Além disso, a liberdade de conteúdo também impulsiona o mercado. A remoção das restrições em modelos chineses tem atraído atenção de outras empresas do setor. A Perplexity, por exemplo, tem o R1 1776, outra variante pós-treinada a partir do DeepSeek R1.
Pesquisadores criam versão do DeepSeek sem a censura chinesa

Pesquisadores criam versão do DeepSeek sem a censura chinesa
Fonte: Tecnoblog

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)

Resumo

O WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas. O processo requer a instalação do app nos dois dispositivos.
O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.

Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.

Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.

Como transferir dados do Android para iPhone via app?

WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)

Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.

Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.

O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.

Como usar o WatsGo?

O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:

1. Faça o download do WatsGo na Play Store.

2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.

Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.

Como transferir dados do WhatsApp para o iPhone?

O WatsGo possui uma função dedicada para transferir Whatsapp do Android para iPhone. O processo é feito em etapas e exige o backup mais recente do mensageiro:

1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.

Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.

Como usar o Migrar para iOS?

Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:

Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.

Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.

No Android, abra o app Migrar para iOS.

Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.

Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.

A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.

Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.

Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.

Transferência manual de dados

Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.

É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.

Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.

Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.

Qual o melhor método?

Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.

Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.

Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.

WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho
Fonte: Tecnoblog

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick no Brasil

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick no Brasil

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick (imagem: divulgação/Xbox)

Resumo

Xbox Cloud Gaming foi expandido para smart TVs da LG com webOS 24 ou superior e Fire TV Stick 4K da Amazon no Brasil.
Microsoft também ampliou servidores no país para reduzir as filas de espera devido à maior demanda.
Em setembro, as duas empresas já haviam firmado parceria para integrar o Game Pass no setor automotivo.

A Microsoft anunciou, nessa quarta-feira (19/11), a expansão do Xbox Cloud Gaming para modelos de smart TVs da LG e dispositivos Amazon Fire TV. Junto com a compatibilidade, a empresa informou que está ampliando a infraestrutura de servidores no Brasil, uma tentativa de reduzir as filas de espera enfrentadas pelos assinantes.

O aplicativo para TVs da LG não abrange todos os modelos. O suporte está restrito, no momento, a aparelhos com sistema webOS 24 ou superior (modelos 2024/2025), incluindo também TVs OLED de 2022 e outras smart TVs de 2023 que tenham recebido a atualização de firmware necessária. O app pode ser encontrado no “LG Gaming Portal” ou na loja de apps da TV.

Jogos em nuvem do Xbox chegam ao dispositivo da Amazon (imagem: divulgação)

Já no caso da Amazon, o suporte é específico para o Fire TV Stick 4K. A execução funciona de forma similar ao Chromecast ou consoles dedicados: basta parear um controle Bluetooth com o aparelho e logar na conta Microsoft.

Em ambos os casos, é necessário ter uma assinatura do Game Pass (Ultimate, Premium ou Essential) para jogar na nuvem.

Atualização nos servidores

Um dos pontos críticos do serviço no Brasil tem sido a saturação. Em resposta, a Microsoft afirmou no comunicado que realizou investimentos para “fortalecer parcerias” e expandir a rede. A promessa é que os assinantes consigam acessar os jogos mais rapidamente, reduzindo o tempo de espera na fila.

O investimento foi feito para atender uma demanda crescente, com base em uma pesquisa encomendada pela própria Microsoft. O levantamento aponta que um em cada três brasileiros costuma jogar via nuvem diariamente.

A chegada do aplicativo às TVs da LG também consolida uma aproximação entre a fabricante e a big tech. As empresas já haviam firmado uma parceria, mais cedo neste ano, para levar o Game Pass para o setor automotivo.

A iniciativa utiliza a Plataforma de Conteúdo Automotivo (ACP) da LG para permitir que passageiros (ou motoristas, enquanto não dirigem) joguem via nuvem. A funcionalidade já está presente no Kia EV3 na Europa e há planos de expansão para futuros modelos, como EV4, EV5 e o novo Sportage.
Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick no Brasil

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Philips Boombeat: caixa Boombox quer encarar JBL com graves e preço baixo | Análise / Review

Philips Boombeat: caixa Boombox quer encarar JBL com graves e preço baixo | Análise / Review

A Philips fez sua primeira grande aposta no segmento de caixas de som Boombox com o lançamento da Boombeat. O modelo foi posicionado pela própria marca como uma concorrente de melhor custo-benefício para a JBL Boombox 3, buscando se destacar pelo design diferenciado com construção robusta, alta potência e recursos como intensificador de graves e alça de transporte nos ombros.Mas como a caixa da Philips se sai na prática? O conjunto é suficiente para desafiar a posição estabelecida da JBL e de outras concorrentes de peso? O TudoCelular teve a oportunidade de testar a Boombeat e, nesta análise, contamos nossas impressões completas da novidade.Design e construçãoO design está entre os aspectos destacados pela Philips no lançamento — o visual chama atenção, dentro das limitações do formato de uma Boombox, ao adotar corpo de linhas mais retas. O acabamento da alça emborrachada garante boa pegada, enquanto o corpo é revestido em uma espécie de tecido similar ao nylon, de boa qualidade.Clique aqui para ler mais

Philips Boombeat: caixa Boombox quer encarar JBL com graves e preço baixo | Análise / Review
Fonte: Tudocelular