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Galaxy S26 Plus cai novamente 46% em promoção com cupom no Magalu

Galaxy S26 Plus cai novamente 46% em promoção com cupom no Magalu

Galaxy S26 Plus 5G 256 GB
R$ 4.967,46

R$ 9.199,0046% OFF

Prós

Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
Sistema de câmeras com principal de 50 MP e gravações em 8K
Android 16 com One UI 8.5 e promessa de 7 anos de atualizações
Certificação IP68

Contras

Brasil não recebeu versão com processador Snapdragon
Sem avanços notórios em câmeras e tela comparado ao S25 Plus

PIX
Cupom

CUPOMALO40
R$ 4.967,46  Magazine Luiza

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O Galaxy S26 Plus (256 GB) está disponível por R$ 4.967,46 no Pix com o cupom CUPOMALO40 no Magazine Luiza. Lançado em fevereiro deste ano por R$ 9.199, o smartphone topo de linha da Samsung na cor violeta com Galaxy AI e tela AMOLED fica 46% mais barato nesta oferta.

Galaxy S26 Plus tem tela Quad HD+, câmera que filma em 8K e suporte ao Galaxy AI

O Galaxy S26 Plus tem uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e resolução Quad HD+. O painel ainda reproduz imagens detalhadas com o recurso HDR10+ e atinge brilho máximo de 2.600 nits.

Para fotos e vídeos, o Galaxy S26 Plus tem uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP capaz de filmar em 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal do aparelho conta com um sensor de 12 MP para vídeos em 4K e selfies detalhadas com Modo Retrato.

Trazendo os recursos do Galaxy AI, o Galaxy S26 Plus é alimentado por um chipset Exynos 2600 e 12 GB de RAM. O modelo tem 256 GB de armazenamento interno, o que pode ser um espaço limitado para usuários que guardam muitas mídias, aplicativos e outros arquivos.

Samsung Galaxy S26 traz câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP capaz de filmar em 8K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone top de linha da Samsung pesa 190 g, possui estrutura em Armor Aluminum e acabamento em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Além disso, ele pode sobreviver a mergulhos acidentais de até 1,5 metro por conta do certificado IP68 de resistência à água e poeira.

Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o Android 16 e receberá 7 grandes atualizações do sistema operacional. Ele ainda oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.

Por fim, o Galaxy S26 Ultra (R$ 4.967,46 no Pix com o cupom CUPOMALO40) adota uma bateria de 4.900 mAh que promete autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. Suportando carregamento rápido de até 45 W, o tanque do dispositivo pode ir de 0 a 70% em apenas 30 minutos na tomada.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy S26 Plus cai novamente 46% em promoção com cupom no Magalu

Galaxy S26 Plus cai novamente 46% em promoção com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Galaxy S26 Ultra volta em promoção com 46% de desconto no Magazine Luiza

Galaxy S26 Ultra volta em promoção com 46% de desconto no Magazine Luiza

Galaxy S26 Ultra 5G 256 GB
R$ 6.209,46

R$ 11.49946% OFF

Prós

Tecnologia de privacidade protege contra “espiadinhas” na tela
Câmera quadrupla com sensor principal de 200 MP e superestabilização em vídeos com Now Nudge e edição de imagens via prompt
Processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy 39% superior ao do antecessor

Contras

Carregador na caixa de 25 W
Construção deixou de ser em titânio

PIX
Cupom

CUPOMALO40
R$ 6.209,46  Magazine Luiza

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O Galaxy S26 Ultra de 256 GB está em oferta por R$ 6.209,46 no Pix com o cupom CUPOMALO40 no Magazine Luiza, um generoso desconto de 46% sobre o preço original de R$ 11.499.

O atual smartphone topo de linha da Samsung traz como principal destaque a nova tela com tecnologia de privacidade, além de processador Snapdragon de ponta e câmera wide de 200 MP.

Galaxy S26 Ultra traz chip Qualcomm e tela à prova de “espiadinhas”

A principal novidade do Galaxy S26 Ultra é seu painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, que conta com uma nova tecnologia de privacidade personalizável que impede pessoas ao lado do usuário de verem o conteúdo da tela, sejam apenas notificações ou todo o display, que possui taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits.

O celular da Samsung também se destaca por ser o único da linha S26 equipado com o chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy. Aliado a 12 GB de RAM, segundo a fabricante, oferece 24% mais performance de GPU em games e 39% mais desempenho de NPU em IA do que a geração anterior.

O corpo de alumínio do celular conta com o revestimento do vidro Gorilla Glass Armor 2 sobre a tela e Victus 2 na traseira, além do reforço da certificação IP68, combinação que confere resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 1,5 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

Galaxy S26 Ultra possui câmera wide de 200 MP e telefoto periscópica com zoom óptico de 5x (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit de câmeras do Galaxy S26 Ultra, capaz de gravar vídeos em até 8K, traz uma wide de 200 MP com OIS e uma ultrawide de 50 MP que captam cenas com grande ângulo de visão. Além de uma telefoto de 10 MP e outra telefoto periscópica de 50 MP, com zoom óptico de respectivamente 3x e 5x para aproximações. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e filma em 4K.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria de 5.000 mAh tem autonomia de 31 horas de vídeo segundo a Samsung, suporta carregamento rápido de 60 W via USB-C, sem fio de 25 W e reverso de 4,5 W.

O Galaxy S26 Ultra (256 GB) roda Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional. O celular premium da Samsung está saindo por apenas R$ 6.209,46 no Pix com o cupom CUPOMALO40 no Magazine Luiza, um abatimento de 46% em comparação ao valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy S26 Ultra volta em promoção com 46% de desconto no Magazine Luiza

Galaxy S26 Ultra volta em promoção com 46% de desconto no Magazine Luiza
Fonte: Tecnoblog

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

HBO Max passa a custar R$ 11,90 no Ultravioleta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank cortou o acesso grátis ao HBO Max para clientes do Ultravioleta.
O plano Básico custa R$ 11,90 por mês.
O plano Standard custa R$ 17,90 por mês.
O preço público no site do HBO Max é R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente.

O Nubank está fazendo uma importante mudança para os clientes da modalidade premium Ultravioleta: não será mais possível acessar o conteúdo do streaming HBO Max de graça, benefício disponível desde 2024. Até então, os consumidores contavam com este benefício, que passa a ser pago.

O conglomerado financeiro começou a comunicar os clientes afetados nesta semana. Via email, ele diz que a assinatura do plano Básico (com anúncios) sai por R$ 11,90 mensais. Quem quiser o plano Standard (sem anúncios) terá que pagar R$ 17,90 por mês.

Comunicado enviado pela Nubank aos clientes do Ultravioleta (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Ainda vale a pena?

O Tecnoblog verificou que ainda há um importante desconto frente aos valores cobrados pela Warner ao público em geral. Os mesmos planos saem por R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente, no site oficial da HBO Max.

No comunicado, o Nubank não entra em detalhes sobre o motivo da decisão. Nós estamos em contato com o streaming para entender melhor e este texto será atualizado caso recebamos uma resposta.

O que é Ultravioleta?

O Ultravioleta é o segmento do Nubank voltado aos clientes de alta renda. Em agosto de 2025, o cartão de crédito foi reformulado, de modo a conceder até 2,2 pontos por dólar gasto. O próprio cliente pode decidir pelo mecanismo de pontos ou de cashback. Além disso, o IOF foi zerado em compras internacionais.

Por outro lado, o Nubank encerrou o famoso cashback que rendia 200% do CDI, gerando insatisfação de alguns consumidores.

Novos clientes pagam a mensalidade de R$ 89. A isenção é oferecida a pessoas com gastos mensais de R$ 8 mil ou investimentos de R$ 50 mil.
Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max
Fonte: Tecnoblog

O que são semicondutores? Conheça a matéria-prima dos chips

O que são semicondutores? Conheça a matéria-prima dos chips

Semicondutores estão presentes em praticamente todos os chips do mundo moderno (Imagem: Maxence Pira/Unsplash)

Semicondutores são materiais com capacidade elétrica intermediária e que podem controlar o fluxo da corrente. Eles são usados como matéria-prima para a produção de chips e, por conta disso, é comum atribuir “semicondutores” como sinônimo de “chips”.

Existem dois tipos de semicondutores: os intrínsecos e os extrínsecos. O primeiro se refere ao estado puro dos semicondutores, como silício (Si) e carbono (C). Já o segundo envolve semicondutores puros que foram misturados com outros elementos para aumentar a taxa de condutividade.

A principal função dos semicondutores é de controlar o fluxo de corrente em circuitos integrados. Esse controle gera instruções binárias, e permite que chips se comuniquem com outros hardwares e executem tarefas.

A seguir, entenda o que são semicondutores e qual é a importância desses materiais para o mercado.

ÍndiceO que são semicondutores?Para que servem os semicondutores?Quais são os tipos de semicondutores?Semicondutores intrínsecosSemicondutores extrínsecosComo os semicondutores se transformam em chipsQuais são as principais fabricantes de semicondutores?Qual é a importância dos semicondutores para o mercado tecnológico?Qual é a diferença entre semicondutores e chips?Qual é a diferença entre semicondutores e supercondutores?

O que são semicondutores?

Semicondutores são materiais com capacidade de controlar eletricidade, intermediando o fluxo de corrente elétrica entre condutores e isolantes. Devido à essa natureza, os semicondutores são usados como matérias-primas na composição de praticamente todos os chips modernos e circuitos integrados.

Os semicondutores também costumam ser usados como sinônimos de chips. Logo, é importante entender o contexto para saber se a pauta está se referindo às matérias-primas (como silício e carbono, por exemplo) ou ao produto final (como os chips).

Para que servem os semicondutores?

Os semicondutores têm a função de controlar a corrente elétrica entre pontos de passagem ou isolamento em um circuito. Esse controle de fluxo gera instruções binárias para os sistemas o que, consequentemente, habilita a comunicação e execução de tarefas pelo hardware, e o bom funcionamento do sistema.

Para facilitar o entendimento, pense que os semicondutores atuam de forma similar a um semáforo: eles controlam o fluxo de corrente elétrica (os carros, na analogia) de um chip ou placa de circuito impressa (rodovia), por exemplo. E tudo isso em proporções nanométricas.

Quais são os tipos de semicondutores?

Os semicondutores podem ser divididos em duas categorias, dependendo da forma com que são manipulados. Confira abaixo os dois tipos desses materiais condutores.

Semicondutores intrínsecos

Semicondutores intrínsecos são semicondutores feitos de materiais puros, como silício (Si), carbono (C) ou germânio (Ge). Matérias-primas desse tipo costumam ter níveis mais baixos de condutividade elétrica e estabilidade térmica, porque suas propriedades dependem exclusivamente da natureza química dos elementos.

Semicondutores extrínsecos

Semicondutores extrínsecos são semicondutores compostos por impurezas, ou seja, materiais puros que foram misturados com outros elementos químicos — processo conhecido como doping. A dopagem altera a estrutura atômica da matéria e aumenta a condutividade dos semicondutores, tornando-os mais eficientes do que a “versão intrínseca”.

Como os semicondutores se transformam em chips

Primeiramente, engenheiros pegam os projetos digitais dos chips e os transformam em modelos de vidro, chamados de máscaras. As máscaras funcionam como uma espécie de esboço do circuito, e são enviadas para as fábricas para o início da produção.

Depois, é preciso preparar os semicondutores. Como exemplo, o silício é extraído da areia e passa por vários processos de refinamento para atingir um alto nível de pureza. Posteriormente, os cristais de silício são derretidos e recristalizados em uma peça única, que é fatiada em discos finos, conhecidos como wafer.

Ilustração de disco de wafer (Imagem: Reprodução/台積創新館 TSMC Museum of Innovation)

A partir das máscaras criadas no início da cadeia, máquinas de fotolitografia definem os padrões da estrutura de transistores e imprimem os circuitos no wafer com luz. Esse processo pode ser repetido várias vezes, dependendo da quantidade de máscaras necessárias para o chip. E cada disco de wafer é capaz de gerar centenas ou milhares de chips minúsculos.

Processo de fotolitografia imprime os padrões do chip no wafer (Imagem: Reprodução/台積創新館 TSMC Museum of Innovation)

Paralelamente ao processo de fotolitografia, os engenheiros também realizam a dopagem do semicondutor em várias etapas. A ideia é que a adição de impurezas aumente a condutividade do semicondutor puro, permitindo que ele atinja os parâmetros do projeto digital.

Por fim, os wafers são cortados com serras de diamante e formam milhares de retângulos individuais, que é o que conhecemos como chips. E após serem aprovados nos testes, os chips são enviados para as fabricantes de dispositivos eletrônicos e incorporados ao produto final.

Quais são as principais fabricantes de semicondutores?

O mercado de fabricantes de semicondutores é concentrado em poucas empresas que dominam o setor. E dentre as principais fabricantes estão:

Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC): maior fabricante de semicondutores do mundo, que fabrica chips para gigantes globais como Apple, Nvidia e Samsung.

Samsung Electronics: a empresa sul-coreana também está entre as maiores fabricantes de semicondutores, produzindo chips próprios e para outras empresas.

Intel Corporation: a companhia estadunidense também fabrica chips para a própria marca e para outras empresas, como o Google.

GlobalFoundries Inc: empresa estadunidense que produz chips para terceiros, de diferentes segmentos.

Vale destacar que cerca de 90% da produção de semicondutores é concentrada em Taiwan, e grande parte dessa demanda é absorvida pela TSMC. No entanto, o país também conta com foundries menores — como a United Microelectronics Corporation (UMC) — que costumam ter menos visibilidade.

O Brasil produz semicondutores?

Sim, apesar de participação tímida a níveis globais. Chipus Microelectronics, CEITEC e HT Micron são algumas das poucas fabricantes brasileiras de semicondutores.

O Brasil é um player forte em etapas como encapsulamento e testes na cadeia de semicondutores, mas ainda avança para ampliar sua participação produtiva.

Qual é a importância dos semicondutores para o mercado tecnológico?

O setor de semicondutores tem um papel fundamental para o abastecimento do mercado e desenvolvimento tecnológico.

Basta pensarmos que os smartphones, computadores e outros eletrônicos que usamos no dia a dia dependem de chips. E os chips só existem graças aos semicondutores, que determinam onde a corrente elétrica vai passar (ou não) no circuito e habilitam a comunicação e funcionamento de processadores e outros hardwares.

Além disso, os avanços do setor de semicondutores permitem a criação de chips cada vez menores e mais finos. E isso também estimula o desenvolvimento tecnológico como um todo, com pesquisas e novas tecnologias para produtos ainda mais compactos.

Sem semicondutores, não há chips (Imagem: Maxence Pira/Unsplash)

Em resumo: o mundo moderno não seria como hoje se não fossem os semicondutores, já que praticamente todos os eletrônicos de consumo que usamos dependem de chips.

E é por isso que quando há uma crise no segmento de semicondutores, praticamente todas as áreas são afetadas: as prateleiras das lojas de smartphones e computadores ficam mais vazias, montadoras brecam a produção de automóveis, e a cadeia de eletrodomésticos também fica comprometida.

Qual é a diferença entre semicondutores e chips?

Semicondutores são materiais usados na composição de chips e circuitos para controle de energia. Em uma cadeia industrial, os semicondutores estariam no primeiro estágio, já que são usados como matéria-prima.

Já os chips são pequenos componentes de hardware formados por semicondutores, transistores e interconexões. Se os semicondutores são a matéria-prima, os chips são os produtos finais nessa analogia.

Qual é a diferença entre semicondutores e supercondutores?

Semicondutores têm condutividade elétrica intermediária e permitem o controle do fluxo da corrente. Já supercondutores podem apresentar resistência elétrica nula em determinadas condições, e costumam ser usados em sistemas mais complexos e potentes para evitar perda de energia.
O que são semicondutores? Conheça a matéria-prima dos chips

O que são semicondutores? Conheça a matéria-prima dos chips
Fonte: Tecnoblog

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

Vitalik Buterin, cofundador do Ether e da rede Ethereum (Imagem: TechCrunch/ Flickr)

Ethereum é uma plataforma proposta por Vitalik Buterin e desenvolvida com outros cofundadores, que utiliza o Ether (ETH) para pagar taxas de execução e participar da validação da rede por meio de contratos inteligentes e aplicações descentralizadas.

Lançada em 2015, a rede é utilizada por desenvolvedores em todo o mundo e passou por eventos importantes que influenciaram sua evolução, sendo baseada no mecanismo de consenso Proof of Stake (PoS).

A Ethereum executa programas na Ethereum Virtual Machine (EVM), replicada em vários nós para garantir integridade. Contratos inteligentes são códigos executados pela EVM, com taxas pagas em Ether (gas). Nesse modelo, validadores utilizam ETH para validar transações e recebem recompensas.

A seguir, entenda a origem da rede descentralizada, seu funcionamento e suas principais aplicações na web.

ÍndiceO que é Ethereum?O que significa Ethereum?Para que serve a Ethereum?Qual é a história da Ethereum?Quem é o dono da Ethereum?Como funciona a Ethereum?A Ethereum é segura?Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

O que é Ethereum?

Ethereum é uma blockchain descentralizada, de código aberto e que permite o desenvolvimento e a execução de aplicativos descentralizados (dApps) e a elaboração de contratos inteligentes (smart contracts).

A rede foi desenvolvida em 2015 por Vitalik Buterin, desenvolvedor de software russo-canadense, e tem o Ether (ETH) como criptomoeda nativa.

O que significa Ethereum?

Ethereum deriva da palavra “Éter”, termo da ficção científica para um elemento hipotético que preenche o universo e permite a propagação da luz. Esse conceito também serviu de base para o nome da criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH).

Vitalik Buterin adotou o nome inspirado em conceitos científicos, com o objetivo de desenvolver uma rede “invisível”, mas onipresente, de soluções descentralizadas.

Para que serve a Ethereum?

A Ethereum oferece infraestrutura para o desenvolvimento de soluções digitais descentralizadas. A plataforma possibilita a criação de contratos inteligentes, aplicativos descentralizados e serviços financeiros (DeFi), sem intermediários, como bancos.

As transações e execuções de contratos são validadas por uma rede distribuída de participantes, por meio de mecanismos de consenso. Além disso, muitos desenvolvedores usam a plataforma para criar novas ferramentas descentralizadas, sem a necessidade de um governo ou empresa para gerenciar esses recursos.

A criptomoeda nativa da Ethereum é usada para o pagamento de taxas de transação e para a validação dos serviços da rede.

Qual é a história da Ethereum?

A história da Ethereum tem início em 2013, quando Vitalik Buterin decidiu criar uma blockchain que aceitasse linguagens de programação para executar contratos inteligentes, publicando o whitepaper “Ethereum: A Next-Generation Smart Contract and Decentralized Application Platform”.

O projeto de desenvolvimento foi financiado a partir da venda antecipada de tokens Ether, arrecadando US$ 18,3 milhões, tendo uma equipe composta por Buterin e mais sete fundadores.

A Ethereum foi lançada oficialmente em 30 de julho de 2015 (versão Frontier), já permitindo a criação de contratos inteligentes e a mineração de blocos via Proof of Work (PoW).

Ether é a segunda criptomoeda mais usada no mundo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Em 2016, a plataforma recebeu a primeira grande atualização, e também foi quando ocorreu o primeiro grande incidente: um ataque explorou uma vulnerabilidade no código do contrato inteligente da organização “The DAO”, resultando no desvio de US$ 150 milhões em Ether.

O fato foi responsável pela divisão da rede Ethereum em duas: Ethereum Classic (ETC) e Ethereum (ETH), já que parte da comunidade de desenvolvedores decidiu reverter a transação do invasor, o que desagradou uma minoria.

O Ethereum foi validado como uma grande plataforma de lançamento de ativos digitais em 2017, com a chegada do padrão de token ERC-20. Diversas empresas criaram seus próprios tokens com a plataforma, gerando uma onda de oferta de ativos e sobrecarregando a rede.

Os anos seguintes foram direcionados para a transição de Proof of Work para Proof of Stake, substituindo a mineração pela custódia desses ativos como prova de consenso. Em 2022, inclusive, a Ethereum fundiu-se com a Beacon Chain, evento conhecido como “The Merge”, que eliminou a mineração e reduziu o consumo de energia.

Anúncio sobre Beacon Chain divulgado pela Ethereum (Imagem: Reprodução/Ethereum)

Além disso, a introdução da atualização EIP-1559, em 2021, mudou a estrutura das taxas, passando a destruir uma parte do Ether pago em cada transação, diminuindo a oferta e aumentando a escassez do ativo.

Quem é o dono da Ethereum?

A Ethereum é uma plataforma descentralizada, sendo gerida por uma comunidade de desenvolvedores, mineradores e validadores de transações — apesar de ter sido criada e desenvolvida por Vitalik Buterin.

A rede é apoiada pela Ethereum Foundation (EF), com sede na Suíça. A organização sem fins lucrativos financia pesquisas, coordena atualizações e organiza conferências. Porém, todas as mudanças realizadas na Ethereum são aprovadas apenas a partir de um consenso da comunidade.

Buterin ainda é uma figura central no desenvolvimento da rede, mas, apesar de ser influente, não possui o controle sobre o código-fonte e autoridade para decisões na plataforma.

Como funciona a Ethereum?

O funcionamento da Ethereum se baseia na execução de programas em uma máquina virtual, conhecida como Ethereum Virtual Machine (EVM).

A EVM é um ambiente replicado por uma série de computadores em todo o mundo, e cada um desses “nós” executa os códigos enviados para a rede de forma idêntica, garantindo a integridade dos dados.

Os chamados “contratos inteligentes” são esses códigos executados pela EVM. A máquina virtual interpreta e executa as instruções do contrato, consumindo uma quantidade específica de “gas” (taxa).

O usuário deve pagar essa taxa usando a criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH), que serve como um incentivo para manter a integridade da rede.

Representação sobre o Ether, criptomoeda nativa da rede Ethereum (Imagem: Moose Photos/Pexels)

Ao usar o conceito de Proof of Stake, os validadores usam seu próprio Ether para processar as transações dos usuários, recebendo recompensas. Caso alguém tente manipular a máquina virtual, o próprio protocolo pode penalizar parte do Ether em caso de comportamento malicioso.

Assim que os validadores concordam com a execução de determinado código na EVM, e com o pagamento das taxas sendo realizado, a rede grava os dados permanentemente para definir que todas as etapas foram cumpridas corretamente.

A Ethereum é segura?

A Ethereum usa criptografia assimétrica e descentralização para garantir a segurança das transações. Para que criminosos consigam comprometer toda a rede, é necessário que eles controlem mais de 50% do Ether em stake na rede, o que se torna uma tarefa inviável financeiramente.

Isso torna a rede Ethereum segura. No entanto, a segurança de contratos inteligentes depende da qualidade do código escrito pelos desenvolvedores. Usar a Ethereum para executar softwares com vulnerabilidades não garante que o aplicativo seja seguro.

Além disso, o Ether pode ser utilizado como reserva de valor, mas está sujeito à volatilidade — como todo ativo financeiro.

Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?

Ethereum é uma plataforma descentralizada com um conjunto de regras, tecnologias e computadores interconectados para validar transações.

A rede é uma blockchain programável que permite a criação de aplicativos descentralizados e contratos inteligentes, a partir de uma máquina virtual (EVM) e protocolos de consenso (PoS).

Já o Ether é a criptomoeda nativa da rede Ethereum — que muitas vezes é confundida com o próprio nome da rede.

A moeda serve como pagamento em transações e na execução de contratos inteligentes na plataforma descentralizada, além da possibilidade de ser adquirida como um ativo digital em corretoras de criptomoedas (exchanges).

Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

A Ethereum é uma plataforma que tem como objetivo executar contratos inteligentes e aplicações. Foi desenvolvida para a programação de soluções digitais descentralizadas e usa o Ether como criptomoeda principal para validar transações.

Já o Bitcoin é uma moeda digital descentralizada que funciona via peer-to-peer (P2P). O ativo tem como principal objetivo oferecer uma reserva de valor e foca na segurança das transações, validadas por mineradores.

A plataforma é mantida por meio do Proof of Work, no qual esses mineradores utilizam poder computacional para resolver problemas matemáticos e validar os blocos.

Ao contrário do Ethereum, cujo criador é conhecido (Vitalik Buterin), o Bitcoin foi criado por uma entidade anônima conhecida como Satoshi Nakamoto.
O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada
Fonte: Tecnoblog

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD

A fabricante chinesa OneXPlayer revelou um teaser do seu novo console portátil. Trata-se do modelo X2 Mini, que chegará equipado com tela de maior qualidade e processador da série Ryzen com suporte a recursos de inteligência artificial. O dispositivo ainda não tem data de lançamento confirmada.

OneXPlayer X2 Mini aposta em chip com IA para desafiar rivais no mercado portátil

De modo geral, a prévia mostra o modelo como a próxima aposta da empresa para o segmento premium de dispositivos portáteis. Com isso, ele deve chegar ao mercado como um concorrente direto de modelos como o Legion Go 2, da Lenovo. Em outras palavras, a companhia mira no alto desempenho entre os PCs gamers super compactos.O poder do chip Strix Halo: Ryzen AI Max 395 no portátil

Um dos pontos que se sabe sobre esse equipamento até então é que ele deve ser equipado com o chip AMD Ryzen Max+ 395, com arquitetura Strix Halo. Trata-se de um componente que combina a tecnologia Zen 5 com um modelo de GPU integrada Radeon avançada e NPU dedicada para IA.Clique aqui para ler mais

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD
Fonte: Tudocelular

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon

Lançado no primeiro semestre de 2025, o Redmi Note 14 é uma interessante opção para quem precisa comprar um celular novo, mas não pode dispor de muito recurso para isso.

Com um visual elegante, a variante 4G entrou em oferta na Amazon e agora, como uma excelente oportunidade, pode ser adquirida por R$ 1.157 à vista, ou parcelado em 15x no cartão da loja, ou também até 12x nos demais cartões. Smartphone Xiaomi Redmi Note 14 Ocean Blue (Azul) 8GB RAM 256GB ROM
Amazon
R$1.157 Ver Oferta

Sobre o Redmi Note 14Com um design característico da marca, o Redmi Note 14 conta com especificações bastante interessantes para um celular da sua categoria, trazendo tela de qualidade, processador potente, bastante memória RAM e bateria acima da média.O Redmi Note 14 está disponível na Mercadolivre por R$ 970. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 39 ofertas clique aqui. (atualizado em 14 de April de 2026, às 11:04)Clique aqui para ler mais

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon
Fonte: Tudocelular

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz

A Dell lançou no Brasil nesta terça-feira (14) o monitor gamer Alienware AW2726DM, nova geração do modelo com tela de 27 polegadas da gigante. Além de um novo design e da adoção de um painel QD-OLED, o dispositivo promete se destacar pela resolução Quad HD, alta taxa de atualização, precisão de cores elevada e um preço mais competitivo.O grande chamariz do equipamento é o uso de painel QD-OLED com resolução QHD de 2560 x 1440 pixels — a geração anterior, o AW2725DM, ainda apostava em um display IPS LCD. Com isso, a novidade entrega “contraste infinito” e pretos profundos, além de oferecer alta precisão de cores com 99% de cobertura da gama DCI-P3.

A solução proporciona ainda alta fluidez, com taxa de atualização de 240 Hz, e tempo de resposta veloz com 0,03 ms, característica comum desse tipo de tela que praticamente elimina os borrões de movimento. Mais do que isso, há taxa variável (VRR) com AMD FreeSync Premium para evitar quebras dos quadros.Clique aqui para ler mais

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz
Fonte: Tudocelular

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida

A configuração inicial do Windows 11 pode ser tediosa na maioria das vezes, pois a Microsoft obriga os usuários a fazer login com uma conta online (criar uma se não tiver) e baixar todas as atualizações do sistema antes de poder usar o computador. Isto está mudando a partir de hoje com o novo “modo turbo” para esta etapa.Conforme relatado pelo usuário @ariaupdated no X, a Microsoft adicionou um novo botão na tela de atualizações na configuração inicial do Windows 11. Embora seja discreto, ele permite que você pule o download e instalação delas para acelerar o processo, reduzindo a espera em até 30 minutos dependendo do computador.
🚀 *new feature alert*

New #Windows11 devices now give you the option to immediately skip updates during device setup – giving you the option of landing on the desktop faster or getting updates right away to land fully setup and ready to go. #UpdateControl #WindowsUpdate pic.twitter.com/c7PlsQmhTTClique aqui para ler mais

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida
Fonte: Tudocelular

Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto

Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto

A Seiko apresentou um novo relógio que combina alta precisão com um design mais compacto do que o habitual. Ele chega com uma proposta que mistura inovação e foco em desempenho, atraindo tanto entusiastas quanto colecionadores exigentes.

Trata-se do novo Spring Drive U.F.A Ushio 300 Diver marca a evolução da linha de mergulho da marca. O acessório foi apresentado durante o Watches and Wonders 2026, reforçando a tendência de dispositivos mais discretos sem abrir mão de robustez.

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Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto
Fonte: Tudocelular