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Funcionários da Toyota treinam robôs para executar suas funções

Funcionários da Toyota treinam robôs para executar suas funções

Trabalhadores da Toyota estão treinando robôs humanoides (imagem: divulgação/Toyota)

Resumo

A Toyota iniciou o treinamento de robôs humanoides em suas fábricas, com funcionários ensinando os robôs a realizar tarefas específicas, sem intenção de substituir os trabalhadores humanos.
A montadora planeja investir US$ 6,42 bilhões por ano até 2028 para inserir mais robôs em suas fábricas, alcançando 400 mil unidades.
Outras montadoras, como Hyundai, BYD, Ford e Tesla, também estão desenvolvendo e utilizando robôs em suas linhas de produção.

A Toyota é mais uma grande montadora a investir em inteligência artificial. Funcionários da empresa japonesa estão treinando robôs humanoides para executar tarefas nas linhas de produção. No entanto, a Toyota afirma que não pretende substituir esses trabalhadores.

Segundo o Nikkei Asia, o objetivo da Toyota é investir US$ 6,4 bilhões (R$ 31,5 bilhões, em conversão direta) por ano a partir de 2028 para inserir mais robôs em suas fábricas, alcançando 400 mil unidades de robôs distribuídos entre os processos da empresa.

Além da gigante japonesa, outras fabricantes pelo mundo já têm robôs atuando em suas linhas de produção. Entre elas estão a sul-coreana Hyundai, que utiliza modelos Atlas da Boston Dynamics, e a chinesa BYD, com modelo de fabricação própria.

Robôs em “estágio” na Toyota

Robôs humanoides são cada vez mais comuns na indústria (imagem: reprodução/Boston Dynamics)

Os robôs ELEY têm design sobre rodas com dois braços e mãos, que serão utilizados em trabalhos de precisão. O treinamento é realizado pelos próprios funcionários das fábricas, em uma espécie de “estágio”. Segundo o site Ars Technica, os trabalhadores utilizam moldes baseados nas mãos dos robôs para realizar algumas tarefas que envolvem maior precisão. Os movimentos serão integrados ao aprendizado de máquina e reproduzidos pelos próprios humanoides em algum momento.

Vale lembrar que, em junho deste ano, cerca de 300 funcionários da Ford foram recontratados para atuar no treinamento da IA implementada pela montadora, numa tentativa de corrigir falhas no processo de automação. Apesar de ser um indicativo de como a força de trabalho humana continua sendo essencial, não é raro ver casos de demissões em massa após esse período.

Robótica é comum no mercado automotivo

Essa nova função de treinamento para os trabalhadores humanos vem em meio aos receios com o futuro da inteligência artificial pelo mundo. Um relatório recente do Pew Research Center destacou o temor da população em relação à IA no ambiente profissional, inclusive no Japão e nos Estados Unidos, países que concentram cerca de 70 fábricas da Toyota.

Antes mesmo dos robôs humanoides, as montadoras já utilizavam modelos industriais em suas linhas de produção. Braços mecânicos e outros componentes automatizados fazem parte dos processos de fabricação de peças, montagem e mais etapas.

Montadoras como a Tesla também adotam robôs nas linhas de montagem (foto: Maurizio Pesce/Flickr)

Segundo a Federação Internacional de Robótica, o Japão é o segundo país com maior presença de robôs industriais, com mais de 450 mil unidades registradas em 2024, seguido dos Estados Unidos, com 34,2 mil. O mercado é liderado pela China, com 2 milhões de modelos empregados.

Considerando os novos robôs humanoides, também há uma tendência no mercado automotivo, com diversas montadoras pelo mundo adotando o uso de IA física. Em junho, a vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, afirmou que a fabricação de unidades do tipo é facilitada pelas semelhanças entre as tecnologias utilizadas no desenvolvimento de hardware e software para os carros elétricos.
Funcionários da Toyota treinam robôs para executar suas funções

Funcionários da Toyota treinam robôs para executar suas funções
Fonte: Tecnoblog

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Fonte: Tecnoblog

Depois do Windows, Qualcomm agora aposta no Linux

Depois do Windows, Qualcomm agora aposta no Linux

Qualcomm anunciou suporte oficial ao Linux em computadores com Snapdragon X2 (imagem: reprodução/Qualcomm)

Resumo

A Qualcomm anunciou suporte oficial ao Linux em computadores equipados com chips Snapdragon X2.
O suporte está em fase de prévia para desenvolvedores e visa permitir a criação, teste e otimização de software para Linux nessas máquinas.
A Qualcomm pretende tornar o projeto estável até o fim de novembro de 2026, com previsão de ampla disponibilidade em 2027, incluindo uma versão do Ubuntu certificada.

A Qualcomm introduziu os chips Snapdragon X em 2023 com a missão de fazer a arquitetura Arm ganhar espaço no segmento de PCs. Mas o foco sempre esteve no ecossistema do Windows. Até agora: a companhia acaba de anunciar o suporte ao Linux em computadores baseados na série Snapdragon X2.

É verdade que este é um “Early Developer Preview”, ou seja, o projeto está em fase de prévia para desenvolvedores. Isso significa que a novidade não é interessante para usuários “normais” no atual estágio. Atualmente, o objetivo é permitir que desenvolvedores criem, testem e otimizem software para Linux nessas máquinas.

Não é que já não fosse possível rodar Linux em notebooks equipados com processadores Snapdragon X. Isso é feito, essencialmente, via implementação ARM64 (AArch64) do kernel. O problema é que é preciso também oferecer suporte a componentes relacionados à CPU, como a GPU e a NPU. Sem apoio do fabricante, a comunidade Linux tem que se virar para isso.

O anúncio da Qualcomm chama a atenção porque, nele, a companhia afirma que está trabalhando para tornar os componentes relacionados à série Snapdragon X2 compatíveis com o Linux diretamente no nível do kernel, sem que esse suporte precise ser oferecido por meio de patches não oficiais e afins.

Por exemplo: o suporte às GPUs Adreno será feito por meio dos projetos Freedreno, Turnip e Rusticl (OpenGL, Vulkan e OpenCL). Outro: o suporte às NPUs Hexagon será feito via projeto FastRPC para permitir a execução plena de tarefas locais de IA.

Em linhas gerais, estamos falando de um trabalho extenso, mas que está em andamento, segundo a própria empresa:

O suporte para Linux em laptops com Snapdragon da série X2 está sendo implementado em etapas, começando com os componentes principais que os desenvolvedores precisam antes de poderem trabalhar em nível de produção em seus dispositivos.

(…) Com essas bases estabelecidas, os desenvolvedores terão um caminho mais claro para criar, testar e otimizar aplicativos em hardware real, em vez de apenas validar se o Linux inicializa.

Qualcomm

Chip da série Snapdragon X2 (imagem: divulgação/Qualcomm)

Quando o Linux será totalmente compatível com os chips Snapdragon X2?

A Qualcomm ainda não deu uma data para isso. Mas, de acordo com o cronograma divulgado pela companhia, o plano é tornar o projeto estável o suficiente para ele sair da fase “preview” até o fim de novembro de 2026.

Depois disso, a Qualcomm pretende ampliar o suporte oferecendo códigos-fonte atualizados, drivers, imagens, documentação e afins, sempre tendo como base o Debian 13 “Trixie”, distribuição que tem servido de referência para esses esforços. Aliás, o trabalho feito até agora já está disponível no GitHub.

É de se presumir que o projeto será verdadeiramente acessível a usuários de todos os níveis a partir do primeiro semestre de 2027, quando fabricantes como Asus e HP oferecerão suporte oficial ao Linux em notebooks com Snapdragon X2. No mesmo ano, a Canonical pretende lançar uma versão do Ubuntu certificada para esses chips.

Fica a torcida para que o envolvimento da Qualcomm com o Linux seja mantido em séries de chips sucessoras, é claro.
Depois do Windows, Qualcomm agora aposta no Linux

Depois do Windows, Qualcomm agora aposta no Linux
Fonte: Tecnoblog

Claude descobre novo sistema de enzimas

Claude descobre novo sistema de enzimas

Pesquisadores encontraram um novo sistema de enzimas com potencial biotecnológico (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

A Anthropic descobriu um novo sistema de enzimas de transcrição reversa utilizando seu modelo de inteligência artificial Claude.
A descoberta foi feita após a análise de 200 mil transcriptases reversas, resultando na identificação de um sistema incomum de enzimas encontrado em bacteriófagos.
O novo sistema, denominado ART, funciona de forma semelhante ao CRISPR, uma tecnologia utilizada para editar trechos de DNA de maneira específica.

Um novo sistema de enzimas de transcrição reversa foi descoberto utilizando o Claude, inteligência artificial da Anthropic. Ainda não se sabe a função exata desse grupo de moléculas, mas chama atenção a semelhança ao mecanismo CRISPR, tecnologia que permite realizar modificações genéticas em trechos específicos do DNA. A empresa anunciou a novidade nesta quarta-feira (23/09), destacando seu primeiro passo no ramo de pesquisas biológicas com IA.

As transcriptases reversas associadas a arranjos (da sigla ART, em inglês), foram encontradas após a análise de mais de 200 mil enzimas. Para dar conta do montante, foram empregados 950 agentes do Claude em uma leitura que durou mais de 21 horas. Segundo a Anthropic, atividades do tipo podem economizar semanas ou até meses de pesquisa.

Junto ao novo sistema, a Anthropic também aproveitou para confirmar a fundação de um laboratório voltado para estudos biológicoas utilizando IA. O local, que fica na região de São Francisco, na Califórnia, foi instalado sem muito alarde, conforme noticiou a Reuters.

Como foram identificadas as enzimas ART?

Segundo a Anthropic, bastou um único prompt para que o Claude começasse o trabalho. A equipe pediu à IA que analisasse uma base de dados com sequências de DNA para encontrar “novos exemplos de transcriptases reversas”. O próprio modelo ficou encarregado de mobilizar agentes, julgar seus resultados e identificar os melhores candidatos.

Claude has discovered a previously unknown enzyme system hidden in the DNA of bacteriophages. Beside the enzyme’s gene sits a long array of repeating DNA—a structure that looks somewhat similar to CRISPR.We don’t yet understand what this system does, but only a handful of known…— Anthropic (@AnthropicAI) September 23, 2026

Ao todo, foram 950 agentes, 21 horas de processamento e cerca de 210 milhões de tokens utilizados. A partir disso, a IA encontrou um padrão de repetições de DNA relacionado a um sistema incomum de transcriptases reversas. Os cientistas então analisaram as sequências e entenderam que se tratava de um sistema de enzimas encontrado em bacteriófagos, vírus que destroem células bacterianas.

Possível nova forma de editar o DNA

O ART funciona de forma semelhante ao CRISPR, método utilizado em biotecnologia para editar trechos de DNA de maneira bastante específica. Por meio da técnica, cientistas têm buscado tratamentos para doenças autoimunes, câncer, entre outros exemplos. Também é dessa forma que são feitas modificações genéticas em plantas e animais para melhores resultados na agricultura. Dessa forma, o ART pode vir a ser uma nova alternativa de ferramenta biotecnológica para estudos do tipo.

A descoberta do ART foi levada pela Anthropic ao pesquisador Feng Zhang, professor do MIT e um dos pioneiros na técnica CRISPR. Segundo ele, esse é um “exemplo animador de como agentes de IA podem contribuir para descobertas biológicas”. O cientista também disse desejar que o trabalho inspire outros biólogos a explorarem o uso de IA como apoio para suas pesquisas.

Pesquisas com IA são vistas com receio

No início de setembro, a Anthropic revelou ter “bloqueado” uma possível produção de arma biológica após suspender o Claude em alguns cenários considerados perigosos. Um dos casos citados envolveu o vírus Chikungunya, arbovirose bastante comum no Brasil.

Segundo a empresa, os cientistas buscavam possíveis mutações que reforçassem o patógeno, provavelmente pensando no desenvolvimento de vacinas para a doença. Como houve tentativa de burlar uma salvaguarda do Claude durante as buscas com a IA, a empresa classificou o caso como perigoso e bloqueou o uso da IA.

Pesquisas com IA podem impulsionar a ciência, mas a própria Anthropic vê área com receio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As preocupações da Anthropic acerca das capacidades do Claude em trabalhos científicos são apontadas há algum tempo. Ao anúnciar o modelo Mythos, revelado como “muitoa avançado” à época, a empresa revelou que atrasaria seu lançamento para desenvolver mecanismos de segurança suficientes para buscas envolvendo assuntos biológicos.

Atualmente, um dos exemplos de salvaguarda é o downgrade do modelo utilizado para entregar respostas menos aprofundadas em consultas do tipo. Vale ressaltar que, no caso da descoberta das enzimas ART, a Anthropic não revelou qual modelo de IA foi utilizado. Ainda assim, é provável que seja uma versão sem tantas travas de segurança como as que estão disponíveis publicamente.
Claude descobre novo sistema de enzimas

Claude descobre novo sistema de enzimas
Fonte: Tecnoblog

Alibaba apresenta o chip de IA mais poderoso da China

Alibaba apresenta o chip de IA mais poderoso da China

Chip tem 216 GB de memória e lançamento previsto para o início de 2027 (imagem: divulgação/Alibaba)

Resumo

Alibaba apresenta o Zhenwu V900, um novo acelerador para treinamento e inferência de inteligência artificial.
Empresa afirma que o chip oferece três vezes o desempenho do modelo anterior, o Zhenwu M890, mas não divulgou dados para uma comparação direta.
Produção em massa e lançamento comercial estão previstos para o primeiro trimestre de 2027.

O Alibaba apresentou oficialmente o Zhenwu V900, seu novo chip desenvolvido para treinamento e inferência de modelos de inteligência artificial. Segundo a empresa, o acelerador oferece três vezes o desempenho do Zhenwu M890, da geração anterior, e conta com 216 GB de memória.

A novidade foi anunciada durante a conferência Apsara 2026, em Hangzhou, na China. O CEO do Alibaba, Eddie Wu, afirmou que o V900 é atualmente o “chip de IA mais poderoso da China”. A companhia, porém, não apresentou dados suficientes para verificar a alegação e comparar o desempenho com chips concorrentes.

Como é o Zhenwu V900?

O Zhenwu V900 foi desenvolvido para duas das principais cargas de trabalho de IA: treinamento de modelos e inferência, etapa em que um modelo já treinado realiza os cálculos necessários para gerar respostas. Além dos 216 GB de memória, o modelo oferece 1.200 GB/s de largura de banda na comunicação entre chips – o M890, por comparação, possui 144 GB de memória e comunicação entre chips de 800 GB/s.

A divisão de semicondutores T-Head afirma que mais de mil unidades podem trabalhar juntas como um único sistema. Em uma escala maior, o Alibaba afirma que o acelerador poderá integrar clusters com até 500 mil placas.

A produção em massa e o lançamento comercial estão previstos para o primeiro trimestre de 2027. Apesar da promessa de alto poder de fogo, ainda faltam informações importantes para avaliar o V900. O Alibaba também não divulgou o desempenho em FLOPS, o processo de fabricação, a empresa responsável pela produção do componente ou o seu consumo de energia. Por isso, a afirmação de que se trata do chip de IA mais poderoso da China permanece uma declaração do fabricante.

Empresa afirma que o Zhenwu V900 oferece três vezes o desempenho da geração anterior (imagem: reprodução/Alibaba)

Modelo Qwen com até 10 trilhões de parâmetros

O novo acelerador também faz parte dos planos do Alibaba para treinar modelos de IA maiores. A empresa pretende desenvolver um futuro Qwen na escala de 5 a 10 trilhões de parâmetros. O Qwen3.8-Max, por comparação, possui 2,4 trilhões .

A expansão dos modelos acompanha os projetos da gigante chinesa para aumentar a sua infraestrutura de computação. O Alibaba pretende superar 20 gigawatts de capacidade de data centers até 2032. Wu afirmou que a escassez na cadeia global de suprimentos para data centers de IA está limitando a velocidade dessa expansão.
Alibaba apresenta o chip de IA mais poderoso da China

Alibaba apresenta o chip de IA mais poderoso da China
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro: tentativa de instalar SSD de 1 TB em versão de 256 GB termina mal

iPhone 18 Pro: tentativa de instalar SSD de 1 TB em versão de 256 GB termina mal

Conhecido por realizar procedimentos complexos em componentes da Apple, o canal técnico chinês DirectorFeng submeteu o iPhone 18 Pro a um processo de modificação física para tentar expandir seu armazenamento de fábrica de 256 GB para 1 TB. O procedimento, porém, esbarrou em limitações do sistema e resultou na inviabilização temporária do smartphone.

A intervenção exigiu a remoção física do chip de memória original da placa-mãe. Por conta do processo de dessoldagem e da fixação utilizada pela fabricante, o SSD original acabou destruído na etapa de extração.Ao instalar o novo módulo de 1 TB com arquitetura TLC (Triple-Level Cell), o sistema de restauração da Apple interrompeu o processo. O software retornou uma mensagem de erro na formatação da memória NAND, impedindo a inicialização do dispositivo.Clique aqui para ler mais

iPhone 18 Pro: tentativa de instalar SSD de 1 TB em versão de 256 GB termina mal
Fonte: Tudocelular

iPhone 18 Pro: versões de 1TB e 2TB trazem armazenamento mais lento que os modelos básicos

iPhone 18 Pro: versões de 1TB e 2TB trazem armazenamento mais lento que os modelos básicos

Confirmando rumores, testes recentes revelaram que as versões de 1TB e 2TB da linha iPhone 18 Pro adotam um tipo mais lento e menos durável de armazenamento em comparação com as opções de 256GB e 512GB. A medida não apenas seria um reflexo dos custos mais altos de memória, como também poderia ser necessária para atingir a capacidade mais elevada, embora cobre um preço por isso.A mudança foi descoberta pelo canal Homolab, da plataforma chinesa BiliBili. A diferença crucial está na arquitetura: os modelos de 1 TB e 2 TB empregam NAND QLC (Quad-Level Cell), que armazena quatro bits por célula.

Essa tecnologia barateia custos e facilita o aumento de capacidade, mas sacrifica velocidade e durabilidade em relação à TLC (Tri-Level Cell, três bits por célula), padrão utilizado nos modelos de 256 GB e 512 GB, bem como na linha 17 Pro até nas versões mais avançadas.O Apple iPhone 18 Pro está disponível na Amazon por R$ 10.799. O Apple iPhone 18 Pro Max está disponível na Amazon por R$ 12.999. (atualizado em 24 de September de 2026, às 11:02)Clique aqui para ler mais

iPhone 18 Pro: versões de 1TB e 2TB trazem armazenamento mais lento que os modelos básicos
Fonte: Tudocelular

GTA 6: hackers dobram a aposta e ameaçam o FBI

GTA 6: hackers dobram a aposta e ameaçam o FBI

O ShinyHunters, grupo hacker envolvido em um ataque recente contra a Rockstar Games, afirmou nesta semana ter invadido o portal de recrutamento do FBI e roubado dados pessoais de agentes, ex-funcionários e candidatos. Os criminosos deram à agência norte-americana o prazo de uma semana para alterar um alerta público sobre suas atividades.

A ofensiva amplia a atuação da quadrilha meses após uma tentativa de extorsão contra a desenvolvedora de GTA 6. O FBI confirmou uma investigação sobre um possível comprometimento do FBIJobs.gov, mas ainda não validou o volume nem todo o conteúdo supostamente obtido pelos invasores.O ShinyHunters afirma ter extraído entre 2 TB e 3 TB de informações por meio do sistema usado para inscrições em vagas de emprego no FBI. Segundo o grupo, os arquivos incluem nomes de agentes atuais e antigos, endereços residenciais, telefones, dados de familiares, registros médicos e informações enviadas por candidatos.Clique aqui para ler mais

GTA 6: hackers dobram a aposta e ameaçam o FBI
Fonte: Tudocelular