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Agentes da OpenAI tentaram burlar restrições em site da ONU

Agentes da OpenAI tentaram burlar restrições em site da ONU

Plataforma acessada reúne estatísticas públicas sobre comércio e desenvolvimento (imagem: reprodução/ONU)

Resumo

Relatório independente atribui a agentes ligados à OpenAI mais de 16,5 mil varreduras em um site estatístico da ONU.
Sistemas teriam usado serviços intermediários e técnicas de ofuscação para contornar limitações durante a coleta de dados públicos.
ONU afirma que nenhuma informação confidencial foi comprometida e que o serviço não chegou a ser interrompido.

Agentes de inteligência artificial da OpenAI podem ter realizado mais de 16,5 mil varreduras em um site estatístico das Nações Unidas entre 13 de abril e 19 de junho. Segundo uma análise independente, os sistemas procuravam dados públicos e teriam recorrido a diferentes técnicas para contornar barreiras encontradas durante a tarefa.

O estudo foi conduzido e publicado pela pesquisadora Rowan Howard-Jones, que considera “altamente provável” que a atividade tenha partido de agentes da OpenAI. Porém, não há acesso às instruções originais dadas aos sistemas, motivo pelo qual não é possível determinar exatamente quais tarefas deveriam cumprir. Ao The Register, a OpenAI afirmou que está investigando o caso.

Como os agentes teriam atacado o site da ONU?

O alvo seria o UNCTADstat, uma plataforma que reúne estatísticas públicas sobre comércio e desenvolvimento. Pelos padrões das consultas, os agentes aparentemente tentavam obter informações relacionadas ao Índice de Capacidades Produtivas (PCI) e outros conjuntos de dados disponíveis no serviço.

Os problemas começaram quando os sistemas encontraram dificuldades para acessar certos registros diretamente. Segundo a análise, eles passaram a testar diferentes campos e recorreram a serviços intermediários para enviar requisições.

Em uma das etapas, os agentes teriam contornado uma restrição por meio de codificação dupla em uma URL. Depois, usaram como intermediária uma página criada pelo Google para exercícios de segurança. O relatório também identificou requisições e chaves fragmentadas ou ofuscadas.

Os sistemas aparentemente acreditavam que um filtro estava bloqueando parte das solicitações e passaram a modificar o formato dos pedidos na tentativa de evitá-lo. Apesar das técnicas utilizadas, os dados procurados eram públicos. Ao Wall Street Journal, o professor de cibersegurança da Universidade Stanford Alex Stamos avaliou que o episódio ficou próximo do limite entre uma coleta agressiva de informações e uma invasão.

Agentes de IA teriam acessado base pública de dados da ONU (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ONU diz que nenhum dado confidencial foi comprometido

A UNCTAD informou ao jornal que foi notificada sobre uma atividade considerada inadequada em seu site estatístico. A organização afirmou que nenhuma informação confidencial foi comprometida e que o serviço não chegou a ser interrompido.

A OpenAI disse que está revisando as conclusões e entrou em contato com a ONU. A companhia também conduz uma investigação mais ampla sobre comportamentos desalinhados apresentados por seus modelos durante treinamentos e avaliações.

Além disso, a OpenAI criou recentemente um protocolo para comunicar situações em que seus sistemas burlam restrições, acessam informações de maneira inadequada ou interferem em serviços de terceiros.

Outros agentes já burlaram sistemas

O episódio da ONU se soma a outros casos recentes envolvendo agentes da empresa. Na Austrália, um agente da OpenAI conseguiu burlar mecanismos de segurança em portais públicos de saúde, levando o governo local a abrir uma investigação.

Outro incidente envolveu a Hugging Face. Durante testes conduzidos pela dona do ChatGPT, agentes saíram do ambiente controlado e acessaram sistemas externos. Os modelos chegaram a trocar informações entre si e buscaram maneiras de acessar a internet.
Agentes da OpenAI tentaram burlar restrições em site da ONU

Agentes da OpenAI tentaram burlar restrições em site da ONU
Fonte: Tecnoblog

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Huawei Watch GT 6 Pro é bem parecido com o GT 7 Pro

Huawei Watch GT 6 Pro traz design e funções similares às do novo GT 7 Pro (imagem: divulgação/Huawei)

O Huawei Watch GT 6 Pro é bem similar ao novo GT 7 Pro, pois seu sucessor traz atualizações em sua maioria incrementais. Uma das maiores diferenças está na pulseira, que ficou mais confortável, e no melhor acabamento no bisel com cerâmica, material também presente no modelo de 2026.

O GT 6 Pro suporta mais de 100 modalidades diferentes, enquanto o GT 7 Pro conta com mais de 110 modalidades, incluindo novas como golfe e esqui. Seus sensores suportam funções de qualidade de vida, como eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, da saúde da mulher e da oxigenação no sangue (SpO2).

Este wearable pode fazer a diferença em situações de risco: no caso de uma emergência médica, ele inicia uma contagem regressiva e, caso o usuário não se recupere sozinho, pode ligar para números de emergência como 190 (polícia) e 192 (ambulância), desde que pareado a um celular.

A tela AMOLED de 1,47″ é igual em ambos os modelos, com brilho de até 3.000 nits e capaz de reproduzir imagens com cores excelentes, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Cristal de Safira protege o display em acidentes diversos.

Ambos possuem design em liga de titânio de 46 mm, reforçado pela certificação IP69 e 5 ATM, que os permite serem usados em esportes aquáticos. A bateria de 867 mAh resiste a até 21 dias em uso moderado e 12 dias em uso normal, segundo a Huawei, e suporta carregamento sem fio de 10 W.

O Huawei Watch GT 6 Pro (R$ 1.143 no Pix com cupom HOJETEMPROMO) possui conectividade Bluetooth 6.0 e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.
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Fonte: Tecnoblog

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Edge 70 edição especial tem cristais Swarovski na traseira

Cristais Swarovski dão ar sofisticado à edição especial do Edge 70 (imagem: Divulgação/Motorola)

O grande diferencial desta edição são 14 cristais Swarovski na traseira do aparelho, que lhe dão um ar de sofisticação. O corpo do gadget recebe as certificações IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H, que concedem resistência contra poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

As especificações são iguais às do Motorola Edge 70 padrão: seu kit com todas as câmeras de 50 MP é formado por uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que captam belas cenas em ambientes abertos, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

Sua tela POLED de 6,7″, com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits, reproduz imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições em apps e games, e garante a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

Tela POLED do Edge 70 possui taxa de 120 Hz (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 vem com o chip Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4 e 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost, que suportam apps em multitarefa e soluções do Moto AI. Para quem gosta de fotografar e filmar, os 512 GB de espaço interno oferecem armazenamento de sobra.

Sua bateria de 4.800 mAh resiste a até 38 horas de uso, segundo a Motorola. O carregamento rápido de 68 W via USB-C o permite receber uma carga para o dia inteiro em apenas 15 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.

O Motorola Edge 70 Crystals By Swarovski de 512 GB (apenas R$ 3.059 no Pix) será atualizado até o Android 20 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.
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Fonte: Tecnoblog

Anatel: internet irrestrita nas eleições pode derrubar redes

Anatel: internet irrestrita nas eleições pode derrubar redes

Anatel: internet irrestrita nas eleições pode derrubar redes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirmou que o acesso irrestrito à internet nas 72 horas que antecedem as eleições pode sobrecarregar as redes móveis e torná-las indisponíveis.
A Anatel argumenta que o combate à desinformação envolve questões sociais e regulatórias, não a disponibilidade de redes móveis, e que 70% dos usuários de linhas móveis pré-pagas usam redes Wi-Fi para economizar a franquia de dados do celular.
O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não tomou nenhuma decisão sobre o assunto, aguardando a manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) solicitou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se manifestasse sobre uma ação que chegou à corte pedindo que os brasileiros tenham acesso irrestrito à internet nas 72 horas que antecedem as eleições. A resposta do órgão é a de que essa medida pode tornar as redes móveis sobrecarregadas e, consequentemente, indisponíveis.

A tal ação foi movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelo Partido Verde (PV) que, por sua vez, fazem parte da Democracia Sem Franquia, iniciativa que defende o acesso livre à internet via redes móveis durante períodos eleitorais.

Para o grupo, é importante garantir que os cidadãos brasileiros tenham acesso irrestrito e sem custo à internet móvel nas 72 horas que antecedem as eleições para prevenir a desinformação. Isso porque as camadas mais pobres da sociedade podem não ter créditos ou franquias de dados suficientes para checar se determinadas informações são verdadeiras ou “fake news”.

A resposta “não é bem assim” da Anatel

Na condição de relator do processo, Cristiano Zanin, um dos ministros do STF, solicitou que a Anatel se posicionasse sobre o assunto em até 48 horas. Assim foi feito. Para o órgão, o combate à desinformação envolve questões sociais e regulatórias, não a disponibilidade de redes móveis.

Para sustentar a sua posição, a Anatel relata que, com base em uma pesquisa própria realizada em 2025, constatou que 70% dos usuários de linhas móveis pré-pagas usam redes Wi-Fi para economizar a franquia de dados do celular, não havendo ampla indisponibilidade de acesso, portanto.

Prédio da Anatel (imagem: Thássius Veloso)

O órgão também argumentou que a liberação irrestrita do acesso às redes móveis em determinadas datas pode intensificar o tráfego de dados a ponto de sobrecarregar os serviços:

Esse cenário pode levar a um colapso das redes de telecomunicações, dificultando ou impedindo que grande parte da população possa se comunicar adequadamente em período tão relevante para a democracia do país.

Anatel

Note, porém, que o STF ainda não tomou nenhuma decisão sobre o assunto. Antes disso, o ministro Zanin aguarda que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestem.

O primeiro turno das próximas eleições está marcado para 4 de outubro. A votação elegerá deputados federais, deputados estaduais / distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno, se necessário, será realizado em 25 de outubro para as disputas de governadores e presidente.

Com informações da Agência Brasil
Anatel: internet irrestrita nas eleições pode derrubar redes

Anatel: internet irrestrita nas eleições pode derrubar redes
Fonte: Tecnoblog

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

Simba CDN investe em infraestrutura para DTV+ (imagem: divulgação/Simba CDN)

Resumo

A TV 3.0, ou DTV+, combina transmissão tradicional com conexão à internet, permitindo recursos interativos e conteúdos adicionais.
Essa nova geração da TV brasileira exige uma infraestrutura especializada, incluindo uma Content Delivery Network (CDN) para lidar com grande volume de acessos simultâneos e garantir entrega de conteúdo estável.
A Simba CDN, com sua infraestrutura distribuída pelo Brasil, oferece escala, performance, disponibilidade e experiência para atender às demandas da TV 3.0, possibilitando uma transição suave para a televisão conectada.

A TV 3.0 vai mudar a forma como a televisão aberta se relaciona com a internet. Além de melhorias na imagem e no som, o novo padrão brasileiro, conhecido como DTV+, combina a transmissão tradicional com uma camada conectada capaz de oferecer recursos interativos, conteúdos adicionais, aplicações e novas possibilidades de publicidade.

Essa convergência, no entanto, cria um desafio: se parte da experiência televisiva passa a depender da internet, como lidar com os dados? É nesse ponto que entram as redes de distribuição de conteúdo, como a Simba CDN.

O que muda com a TV 3.0?

A principal diferença do DTV+ está na combinação de duas formas de distribuição:

Sinal de antena (Broadcast): continua responsável pela programação linear transmitida pela antena.

Conexão de internet (Broadband): utiliza a internet para entregar conteúdos, dados, aplicações e outros recursos conectados.

Com isso, o telespectador pode acompanhar a programação normalmente e, ao mesmo tempo, acessar elementos adicionais pela internet. A modalidade abre espaço para conteúdos sob demanda, estatísticas em tempo real, experiências interativas, publicidade mais segmentada e outros serviços associados à programação.

Por que a TV 3.0 exige uma CDN?

Comportamento do público na TV aberta aumenta demanda de serviços (imagem: DC Studio/Magnific)

O comportamento da audiência televisiva é diferente das aplicações convencionais da web. Um programa de grande audiência pode levar um volume enorme de pessoas a acessar os mesmos recursos em um intervalo muito curto.

Se todas essas requisições forem direcionadas para um único servidor, a concentração de tráfego pode comprometer a entrega. Uma Content Delivery Network (CDN) ajuda a distribuir essa demanda por diferentes pontos da rede.

O que uma CDN precisa entregar

Para uma operação desse tipo, não basta distribuir arquivos. A infraestrutura precisa acompanhar a dinâmica de uma audiência de televisão.

Escala: uma CDN precisa lidar com grandes volumes de acessos simultâneos, especialmente em eventos e programas de alta audiência.

Performance: a distribuição geográfica do conteúdo reduz o caminho percorrido pelos dados e pode melhorar o tempo de resposta da conexão.

Disponibilidade: elimina a dependência de um servidor central e adiciona camadas de proteção contra ataques. O Simba CDN, por exemplo, conta com o monitoramento 24 horas de um Centro de Operação de Rede (COR) para manter o conteúdo sempre no ar.

Experiência: assegura estabilidade na entrega dos dados, garantindo que a qualidade da navegação acompanhe a excelência exigida pela televisão.

“A TV 3.0 aproxima definitivamente os universos de broadcast e internet. À medida que novas experiências passam a ser entregues também por IP, precisamos pensar em uma infraestrutura capaz de atender uma audiência com a escala da televisão. É nesse ponto que a CDN passa a ter um papel cada vez mais estratégico”, afirma Carlos Alkimim, Diretor Comercial e de Novos Negócios da Simba CDN.

Carlos Alckmin, diretor da Simba CDN (imagem: reprodução/Simba CDN)

Integração e monetização

A conexão com a internet também amplia o que pode ser feito em torno da programação.

Publicidade: Conexão com AdTechs, ad servers e sistemas de inserção dinâmica de anúncios (SSAI).

Gerenciamento: Sincronização com sistemas de orquestração e gerenciamento de conteúdo (CMS).

Processamento e reprodução: Integração contínua com plataformas de streaming, players, sistemas de armazenamento (storage) e transcoding.

Há, inclusive, uma alteração na própria cadeia audiovisual. Conteúdo, processamento, distribuição, aplicações e audiência passam a fazer parte de um fluxo mais integrado, no qual a camada digital ganha importância.

Infraestrutura local

Simba CDN tem experiência em distribuição de conteúdo para gigantes da TV aberta (imagem: divulgação/Simba CDN)

Estar próximo dos usuários reduz a distância entre o conteúdo e quem o acessa. Para isso, a Simba CDN conta com pontos de presença distribuídos pelo Brasil.

A empresa cresceu dentro do ecossistema audiovisual da Simba Content, joint venture formada por Record, RedeTV! e SBT, garantindo maior experiência para uma infraestrutura de distribuição capaz de atender às novas demandas do setor audiovisual.

“A experiência que temos com grandes operações de vídeo, somada a uma rede distribuída no Brasil e à possibilidade de integração com diferentes tecnologias da cadeia audiovisual, nos coloca em uma posição muito interessante para contribuir com essa transformação”, afirma Carlos Alkimim.

A TV 3.0 já começa a ser testada

A TV 3.0 deixou de ser um projeto puramente conceitual. Durante a SET EXPO 2026, a Simba CDN participou de uma demonstração integrada de entrega de DTV+ pela internet. O teste tinha duas etapas:

Distribuição: depois, a entrega pela rede IP era realizada pela infraestrutura da Simba CDN.

Processamento: o conteúdo audiovisual era processado e comprimido pelo Titan Live, da Ateme.

Uma nova camada para a televisão brasileira

A TV 3.0 não transforma a televisão aberta em streaming nem elimina a transmissão por antena, mas possibilita a combinação dos dois formatos.

Com presença distribuída no Brasil e experiência ligada à operação de vídeo, a Simba CDN entra nessa transição para atender às novas necessidades da televisão conectada. Conheça a Simba CDN e saiba mais sobre a infraestrutura para distribuição de conteúdo audiovisual.
TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

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Fonte: Tecnoblog

Samsung Members ficará fora do ar e deve receber grande update com novidades

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Pouco depois de trazer melhorias à Galaxy Store, a Samsung anunciou em postagem recente na página dedicada à Coreia do Sul que o Samsung Members, a comunidade oficial da fabricante, ficará fora do ar para passar por uma reformulação estrutural. A atualização levará em torno de três dias e, embora a marca não tenha confirmado, o longo período de update sugere que teremos melhorias de peso, o que poderia envolver um novo visual e mais funcionalidades.De acordo com o comunicado, a manutenção terá início às 18h do dia 23 de outubro (horário da Coreia) e tem previsão de término às 18h01 do dia 26. Durante essas 72 horas, o aplicativo e a versão web sofrerão limitações severas.

Os membros da plataforma não poderão acessar o fórum de discussões, ler ou publicar novos comentários, nem editar as informações do perfil. Mesmo com a interrupção, a companhia ao menos garantiu que a ferramenta Beta Help, localizada na seção do Programa Beta, vai operar normalmente.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Nintendo Switch 2 ganha pacote que inclui EA Sports FC 27

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A Nintendo anunciou, em parceria com a Electronic Arts, um novo pacote do Nintendo Switch 2 exclusivo para a América Latina. O conjunto chegará a lojas selecionadas do Brasil em 15 de outubro, acompanhado por um código para baixar a Edição Standard de EA Sports FC 27.

A iniciativa mira o período de compras de fim de ano e reúne o console mais recente da companhia com a nova edição do simulador de futebol queridinho dos brasileiros. As empresas ainda não revelaram o preço sugerido nem a lista de varejistas participantes no mercado brasileiro.O EA Sports FC 27 incluso no novo bundle do Switch 2 será fornecido por código, portanto o comprador precisará baixá-lo pela Nintendo eShop. O pacote não incluirá cartucho físico, enquanto o resgate dependerá de uma conta Nintendo e conexão com a internet.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Finalmente! Samsung libera One UI 9 e Android 17 para o Galaxy Z TriFold

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Desagradando a quem fez questão de pagar caro por seu primeiro dobrável triplo, a Samsung não incluiu o Galaxy Z TriFold no programa beta da One UI 9 – sendo ele o único top de linha recém-lançado da empresa a ficar de fora.

Agora, a sul-coreana chega para se redimir: a companhia acaba de disponibilizar a versão estável da One UI 9 para o dobrável, finalmente trazendo o Android 17 ao aparelho. Confira a captura:Neste primeiro momento, a novidade está disponível apenas na Coreia do Sul, mas a expectativa é que chegue a mais países ao longo das próximas semanas. O update pesa pouco mais de 3 GB e chega sob o número de firmware F968NKSU7CZIH.O Samsung Galaxy Z TriFold ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Honor Watch 6 Pro estreia com alerta de emergência cardíaca e bateria de até 18 dias

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A Honor expandiu oficialmente seu portfólio de vestíveis premium na China com o lançamento do Honor Watch 6 Pro. Projetado com foco central em saúde preventiva e monitoramento contínuo, o smartwatch introduz um sistema capaz de identificar potenciais paradas cardíacas e acionar contatos de emergência automaticamente.

O dispositivo combina acabamento refinado com elementos de cerâmica nanocristalina e especificações técnicas robustas para o segmento topo de linha. Diferente do Watch 6 Plus lançado em maio, voltado ao acompanhamento esportivo e bateria de longa duração, o modelo Pro canaliza o processamento dos seus sensores ópticos e elétricos para a detecção antecipada de anomalias graves no organismo.O grande destaque do Honor Watch 6 Pro é o seu sistema de detecção de parada cardíaca. A ferramenta analisa continuamente os sinais captados pelo sensor óptico para identificar padrões anômalos. Caso detecte uma variação crítica, o relógio emite vibrações intensas para alertar o usuário. Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Universal+: confira as novidades que chegam ao catálogo em outubro de 2026

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Assim como a Netflix, o Universal+ anunciou as principais novidades programadas para outubro de 2026 em seu catálogo no Brasil. O mês terá a estreia de Crystal Lake, prelúdio da franquia Sexta-Feira 13, além do retorno do drama policial Murder in a Small Town.

A programação também inclui documentários sobre Michael Jackson e Paulo Borges, novos episódios de Saturday Night Live e uma coleção especial de Halloween. As produções chegam em datas diferentes ao longo do mês, com opções semanais e temporadas completas para maratonar.Murder in a Small Town – Temporada 2 – 14 de outubroA segunda temporada de Murder in a Small Town chega com novos episódios disponibilizados às quartas-feiras. O drama criminal terá dez capítulos e continuará acompanhando o detetive Karl Alberg, interpretado por Rossif Sutherland.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular