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Hackers russos usam falha crítica do Microsoft Office para espionar usuários

Hackers russos usam falha crítica do Microsoft Office para espionar usuários

Campanha de espionagem explorou falha no Microsoft Office (imagem: Jernej Furman/Flickr)

Resumo

Hackers ligados à Rússia exploraram uma falha Office poucas horas após a correção da Microsoft.
O ataque comprometeu órgãos diplomáticos, marítimos e de defesa em nove países.
Segundo a empresa de segurança Trellix, a campanha durou 72 horas e utilizou 29 iscas diferentes, principalmente na Europa Oriental.

Pesquisadores de segurança identificaram uma campanha de espionagem cibernética que teria sido conduzida por hackers ligados ao governo da Rússia. A ofensiva explorou rapidamente uma falha crítica no Microsoft Office e começou menos de 48 horas após a Microsoft liberar uma atualização emergencial para corrigir o problema.

O ataque permitiu o comprometimento de dispositivos usados por organizações diplomáticas, marítimas e de defesa em mais de meia dúzia de países. Segundo a Trellix, empresa de cibersegurança, a velocidade da exploração reduziu drasticamente o tempo disponível para que equipes de TI aplicassem os patches e protegessem sistemas sensíveis.

Falha corrigida virou arma em menos de dois dias

A vulnerabilidade, catalogada como CVE-2026-21509, foi explorada pelo grupo rastreado sob nomes como APT28, Fancy Bear, Sednit, Forest Blizzard e Sofacy. Após analisar a correção liberada pela Microsoft, os invasores conseguiram desenvolver um exploit avançado capaz de instalar dois backdoors inéditos.

De acordo com a Trellix, toda a operação foi planejada para evitar detecção por soluções tradicionais de proteção de endpoints. Os códigos maliciosos eram criptografados, executados apenas na memória e não deixavam artefatos relevantes em disco. Além disso, os primeiros contatos com as vítimas partiram de contas governamentais previamente comprometidas, o que aumentou a taxa de sucesso das mensagens de phishing.

“O uso da CVE-2026-21509 demonstra a rapidez com que agentes alinhados a estados podem explorar novas vulnerabilidades, reduzindo a janela de tempo para que os defensores corrijam sistemas críticos”, escrevem os pesquisadores.

Segundo eles, “a cadeia de infecção modular da campanha — do phishing inicial ao backdoor em memória e aos implantes secundários — foi cuidadosamente projetada para explorar canais confiáveis e técnicas sem arquivos, para se esconder à vista de todos”.

A campanha de spear phishing durou cerca de 72 horas, começou em 28 de janeiro e utilizou ao menos 29 iscas diferentes, enviadas a organizações em nove países, principalmente da Europa Oriental. Oito deles foram divulgados: Polônia, Eslovênia, Turquia, Grécia, Emirados Árabes Unidos, Ucrânia, Romênia e Bolívia.

Ataque usou ao menos 29 iscas de spear phishing em nove países (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funcionavam os malwares instalados?

O ataque resultou na instalação dos backdoors BeardShell e NotDoor. O BeardShell permitia reconhecimento completo do sistema, persistência por meio da injeção de código em processos do Windows e movimentação lateral dentro das redes comprometidas.

Já o NotDoor operava como uma macro VBA — um tipo de script de automação de tarefas comum, mas que foi usado aqui como um comando malicioso oculto –, instalada após o desarme das proteções de macro do Outlook.

Uma vez ativo, o NotDoor monitorava pastas de e-mail e feeds RSS, reunindo mensagens em arquivos .msg enviados para contas controladas pelos invasores em serviços de nuvem. Para driblar controles de segurança, o malware alterava propriedades internas dos e-mails e apagava vestígios do encaminhamento automático.

A Trellix atribuiu a campanha ao grupo APT28 com “alta confiança”, avaliação reforçada pela Equipe de Resposta a Emergências Cibernéticas da Ucrânia (CERT-UA), que classifica o mesmo como UAC-0001. “A APT28 tem um longo histórico de espionagem cibernética e operações de influência”, afirmou a empresa.
Hackers russos usam falha crítica do Microsoft Office para espionar usuários

Hackers russos usam falha crítica do Microsoft Office para espionar usuários
Fonte: Tecnoblog

Prepare o bolso: Galaxy S26 pode vir mais caro

Prepare o bolso: Galaxy S26 pode vir mais caro

Samsung deve anunciar nova geração neste mês (imagem: reprodução/Tarun Vats)

Resumo

O Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus terão aumento de preço na Europa, com o S26 custando € 999 e o S26 Plus € 1.269.
O Galaxy S26 Ultra manterá o preço de lançamento da geração passada na versão de 256 GB, mas as versões de 512 GB e 1 TB terão aumentos de até 140 euros.
A Anatel já certificou a linha Galaxy S26 no Brasil, mas a data de lançamento ainda não foi divulgada.

Em poucas semanas, a Samsung deve anunciar os celulares da linha Galaxy S26. De acordo com o vazamento de uma plataforma francesa de ofertas, os consumidores terão de preparar o bolso: os modelos mais básicos podem chegar custando mais caro, pelo menos no continente europeu. O aumento impactaria Galaxy S26 e Galaxy S26 Plus.

De acordo com o portal Android Authority, o reajuste, que pode refletir os preços no mercado europeu como um todo, afetará apenas essas versões mais básicas em armazenamento, enquanto o modelo mais robusto, o Galaxy S26 Ultra, deve manter o mesmo preço de lançamento da geração passada (na versão de 256 GB).

Qual o preço do Galaxy S26?

O Galaxy S26 deve começar com 256 GB, e não mais 128 GB. O preço inicial no mercado europeu seria de 999 euros (cerca de R$ 6.190, em conversão direta). Isso representa um aumento de 40 euros em relação ao Galaxy S25 de 256 GB, lançado por 959 euros (cerca de R$ 5.942).

O salto pode ser ainda maior no modelo Plus, que deve estrear custando 1.269 euros, acréscimo de 100 euros comparado aos 1.169 euros cobrados pelo S25 Plus no lançamento francês. No caso do S26 Ultra, as versões de 512 GB e 1 TB ficariam cerca de 80 a 140 euros mais caros.

Confira abaixo os preços vazados:

Galaxy S26 (256 GB): € 999

Galaxy S26 Plus (256 GB): € 1.269

Galaxy S26 Ultra (256 GB): € 1.469

Galaxy S26 Ultra (512 GB): € 1.669

Galaxy S26 Ultra (1 TB): € 1.969

Aumento após duas gerações estáveis

Galaxy S25 havia apresentado aumentos no mercado internacional (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Caso as informações se confirmem, este será o primeiro aumento nos preços no mercado europeu desde a geração S24, que – surpreendentemente – ficou mais barata que a S23. Nos Estados Unidos, por outro lado, a smartphone base continuo com o mesmo preço.

No Brasil, a geração passada já apresentou um salto nos três modelos da linha. O Galaxy S24 foi anunciado por R$ 5.999, R$ 6.999 e R$ 9.999, enquanto o S25 passou para para R$ 6.999, R$ 8.499 e R$ 11.999 no S25.

Vale lembrar que o movimento de alta já era esperado considerando o cenário atual da indústria, que enfrenta uma crise no fornecimento de chips de memória e o encarecimento de outros componentes essenciais.

A Anatel já certificou todos os produtos da linha, o que libera o início das vendas no país. Quando? Não fazemos a menor ideia. Nós sabemos que os dispositivos da linha S26 chegam com tecnologias como 5G e Wi-Fi 7.

A gigante sul-coreana também faz mistério em relação ao próximo Unpacked. Apesar de nenhuma data ter sido oficialmente divulgada, rumores na indústria dão conta de que o evento será realizado em 25 de fevereiro. A Samsung tradicionalmente apresenta a linha S em San Francisco, nos Estados Unidos.

Prepare o bolso: Galaxy S26 pode vir mais caro

Prepare o bolso: Galaxy S26 pode vir mais caro
Fonte: Tecnoblog

Samsung Health removerá função do aplicativo para Android e iOS para menores de 18 anos

Samsung Health removerá função do aplicativo para Android e iOS para menores de 18 anos

Com a preocupação cada vez maior sobre a privacidade das crianças na internet, a Samsung decidiu remover uma função do Health, o seu aplicativo que funciona como um hub de saúde para vestíveis inteligentes como os Galaxy Watch e Ring.Conforme anunciado em um aviso dentro do Samsung Health, o acesso à função Together será removido para menores de 18 anos com o lançamento da próxima versão do aplicativo até o final de fevereiro, provavelmente com o anúncio da linha Galaxy S26 com One UI 8.5.Após a atualização, o Samsung Health também apagará todos os dados de menores de 18 anos da função Together para garantir a privacidade dos usuários.Clique aqui para ler mais

Samsung Health removerá função do aplicativo para Android e iOS para menores de 18 anos
Fonte: Tudocelular

Escassez de memória faz NVIDIA apertar o freio e pode deixar 2026 sem novas GPUs

Escassez de memória faz NVIDIA apertar o freio e pode deixar 2026 sem novas GPUs

Os planos da NVIDIA para o mercado de placas de vídeo voltadas para PC estão cada vez mais nebulosos. Novos relatórios indicam que a empresa não pretende lançar nenhuma GPU gamer inédita ao longo do ano, incluindo a aguardada linha GeForce RTX 5000 SUPER.

O silêncio ensurdecedor da marca em eventos recentes só reforça a percepção de que algo mudou nos bastidores. O principal motivo seria a escassez global de memória DRAM, que vem afetando diretamente a capacidade de planejamento das fabricantes de GPU.

Clique aqui para ler mais

Escassez de memória faz NVIDIA apertar o freio e pode deixar 2026 sem novas GPUs
Fonte: Tudocelular

Nokia N8 ressuscita em 2026: nova custom ROM remove travas do Symbian

Nokia N8 ressuscita em 2026: nova custom ROM remove travas do Symbian

Um novo projeto de desenvolvimento comunitário, batizado de Nokia N8 Reborn, está devolvendo a funcionalidade ao icônico Nokia N8 em 2026. Segundo demonstrações técnicas do especialista em reparos Janus Cycle, o firmware customizado moderniza o antigo sistema Symbian, permitindo que o aparelho de 2010 execute tarefas básicas, acesse a internet segura e utilize sua lendária câmera de 12 MP sem as restrições de software originais.

A grande inovação técnica do projeto “Reborn” é a eliminação do rigoroso sistema de assinatura digital da Nokia. Originalmente, o Symbian exigia que aplicativos fossem certificados por servidores que já foram desligados há anos, impedindo a instalação de novos softwares.Baseado na última versão estável do sistema, o Nokia Belle, o novo firmware libera o sideloading irrestrito. Isso permitiu à comunidade integrar uma loja de aplicativos independente e funcional, transformando o dispositivo de um item estático de coleção em uma ferramenta operável.Clique aqui para ler mais

Nokia N8 ressuscita em 2026: nova custom ROM remove travas do Symbian
Fonte: Tudocelular

Gboard: nova atualização traz 'emojis gigantes' e função inédita

Gboard: nova atualização traz ‘emojis gigantes’ e função inédita

Embora talvez não sejam tão cruciais quanto a escrita ou os áudios, os emojis são parte importante da nossa comunicação diária em redes sociais e mensageiros. Agora, pode ser que ganhem uma atualização ímpar no Gboard.

De acordo com um novo relato dos colegas do portal internacional Android Authority, os emojis do teclado do Google devem ganhar um novo recurso em breve, sendo capazes de reagir aos ajustes de tamanho de fonte do usuário. Confira as capturas de tela:Ao ativar a nova configuração de “Escalar os emojis com o tamanho da fonte” no menu de configurações do teclado, as carinhas e reações ganham a habilidade de serem escaladas junto com o tamanho da letra escolhida pelo usuário.Clique aqui para ler mais

Gboard: nova atualização traz ‘emojis gigantes’ e função inédita
Fonte: Tudocelular

Sony libera prévia de seus fones buds top de linha e confirma data de lançamento

Sony libera prévia de seus fones buds top de linha e confirma data de lançamento

Depois de alguns teasers e vazamentos, a Sony finalmente começou a divulgar as primeiras prévias oficiais da nova geração da linha de fones buds WF. O material em questão também confirma que os novos WF-1000XM6 serão anunciados na semana que vem.

Os fones true wireless prometem uma experiência de topo de linha e buscam superar o sucesso da geração anterior. Os novos WF-1000XM6 chegam como sucessores diretos do WF-1000XM5, apresentado há quase dois anos. A prévia confirma mudanças relevantes no design e ressaltam o acabamento premium do modelo.Clique aqui para ler mais

Sony libera prévia de seus fones buds top de linha e confirma data de lançamento
Fonte: Tudocelular

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

Astronauta Mike Hopkins durante caminhada espacial em 2013 (foto: NASA)

Resumo

A NASA permitirá que astronautas levem smartphones nas missões Crew-12 e Artemis II para capturar momentos e compartilhar imagens.
A decisão visa modernizar a agência, simplificando o processo de aprovação de equipamentos, que inclui testes rigorosos.
Smartphones permitirão fotos e vídeos da Lua, superando as câmeras aprovadas anteriormente, como a DSLR Nikon de 2016.

Smartphones serão permitidos nas próximas missões rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) e à Lua. “Astronautas da NASA poderão, em breve, voar com seus smartphones de última geração, começando pela Crew-12 e pela Artemis II”, escreveu Jared Isaacman, administrador da agência espacial, na quarta-feira (04/02) em sua conta no X.

Crew-12 é o nome da missão que levará os astronautas da NASA Jessica Meir e Jack Hathaway, a astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Sophie Adenot, e o cosmonauta da Roscosmos Andrei Fediaev para a ISS, a bordo da espaçonave SpaceX Dragon. A data de lançamento prevista é 11 de fevereiro.

Imagem da ISS captada pela espaçonave SpaceX Dragon (foto: NASA)

Já a Artemis II é a primeira missão tripulada de sobrevoo da Lua em mais de 50 anos — a última foi a Apollo 17, em 1972. Ela levará quatro astronautas: Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA). O lançamento não deve ocorrer antes de 6 de março de 2026.

Por que os astronautas vão levar smartphones?

Isaacman deu alguns motivos para a decisão de permitir equipamentos desse tipo no espaço. “Estamos dando a nossos tripulantes as ferramentas para captar momentos especiais para suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo”, declarou o administrador.

Outra explicação é modernizar a própria agência. Como observa o Ars Technica, o processo de aprovação de hardware é bastante rígido e inclui diversas etapas, como testes de radiação, térmicos e mecânicos de chips e baterias, entre muitos outros.

A ideia é verificar o que ainda faz sentido, como forma de agilizar contratações e compras. “Desafiamos os processos de longa data e certificamos aparelhos modernos para voos espaciais em um cronograma acelerado”, afirmou Isaacman.

Quais eram os equipamentos permitidos no espaço?

O Ars Technica afirma que, até então, as câmeras mais novas com aprovação para voar a bordo da Artemis II eram uma DSLR da Nikon de 2016 e alguns modelos da GoPro de uma década atrás. Com smartphones, os astronautas poderão fazer fotos e vídeos da Lua.

Mesmo assim, não é a primeira vez que um celular viaja ao espaço. A tripulação levou dois iPhones 4s para a missão final do programa Space Shuttle, mas não se sabe se eles foram usados. Atualmente, os astronautas usam tablets para se comunicar, e também vale dizer que missões espaciais privadas já permitiam que seus tripulantes levassem smartphones.

Com informações do Ars Technica
Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua
Fonte: Tecnoblog

Google confirma que AirDrop chegará a mais celulares Android

Google confirma que AirDrop chegará a mais celulares Android

Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Google confirmou que Quick Share será compatível com mais dispositivos Android, além do Pixel 10, permitindo integração com AirDrop, da Apple;
Integração Quick Share-AirDrop facilita troca de arquivos entre dispositivos Android e iPhones próximos, e também cobrirá iPads e MacBooks;
Expansão para mais aparelhos Android irá ocorrer “em breve”, afirma Google.

O Quick Share, tecnologia que compartilha arquivos entre dispositivos Android, já é capaz de funcionar em conjunto com o AirDrop, da Apple. Porém, apenas os celulares Pixel 10 suportam essa integração oficialmente. A boa notícia é que o Google confirmou que a compatibilidade chegará a outros aparelhos Android.

A integração entre Quick Share e AirDrop possibilita a troca de arquivos entre celulares Android e iPhones que estiverem fisicamente próximos entre si. É um recurso interessante para compartilhar fotos tiradas em grupo, só para dar um exemplo.

Ao anunciar a integração do Quick Share com o AirDrop, em novembro de 2025, o Google explicou que a novidade era destinada à linha Pixel 10 na fase inicial, mas que havia planos de expandir o recurso para mais dispositivos.

Pois bem, o Android Police relata ter participado de uma recente coletiva de imprensa do Google. No evento, a companhia confirmou planos de lançar uma atualização do Quick Share neste ano que torna a comunicação com o AirDrop possível em mais dispositivos Android.

Compartilhamento de arquivos entre Android e iPhone (imagem: divulgação/Google)

Quando a integração Quick Share-AirDrop chegará a mais celulares Android?

O Google se limitou a informar que “em breve”. A companhia não deu uma data precisa porque a liberação do recurso depende do apoio de fabricantes de smartphones.

Mas esperar um pouco mais deverá valer a pena, afinal, a integração não se limitará aos iPhones, como o próprio Google explicou:

Dedicamos muito tempo e energia para garantir que pudéssemos criar algo compatível não apenas com o iPhone, mas também com iPads e MacBooks.

Agora que comprovamos que isso é possível, estamos trabalhando com nossos parceiros [fabricantes] para expandir a funcionalidade para o restante do ecossistema, e vocês verão alguns anúncios interessantes em breve.

Eric Kay, vice-presidente de engenharia

Um detalhe curioso é que o Google não dependeu da Apple para fazer essa integração. No ano passado, a União Europeia exigiu a implementação do Wi-Fi Aware no AirDrop, padrão aberto que permite a dispositivos fisicamente próximos trocarem informações entre si. Foi essa tecnologia que possibilitou a comunicação do Quick Share com o AirDrop.
Google confirma que AirDrop chegará a mais celulares Android

Google confirma que AirDrop chegará a mais celulares Android
Fonte: Tecnoblog

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Huawei Watch Fit 4 possui tela AMOLED e sensores variados

Huawei Watch Fit 4 possui quatros cores de pulseira: roxo, cinza branco e preto (imagem: Divulgação/Huawei)

O smartwatch da Huawei tem um design sóbrio mais também elegante. A tela AMOLED mede 1,82″ com uma proporção tela-corpo de 80% e brilho intenso de até 2.000 nits. As demais características são a caixa de alumínio, a pulseira de fluorelastômero e uma coroa giratória na lateral. Além disso, pesa apenas 27 g e possui espessura de 9,5 mm.

De acordo com a fabricante, o wearable tem capacidade de rastrear mais de cem modos de treino. Uma grande diversidade que inclui esportes de montanha, corrida e aquáticos. Desse modo, inclui um GPS preciso de dupla frequência, resistência a água de 5 ATM e suporta temperaturas entre –20℃ e 45℃.

Em termos de saúde, o sensor óptico presente mede constantemente a frequência cardíaca e níveis de oxigenação sanguínea. O aplicativo Bem-Estar Emocional monitora as emoções e o app Health Insights oferece informações valiosas sobre o sono, nível de estresse e calendário menstrual para as mulheres.

Huawei Watch Fit 4 (imagem: Divulgação)

A bateria entrega autonomia máxima de dez dias, em cenários de uso padrão o período cai para uma semana. A Huawei afirma que o carregamento de 0 a 100% dura aproximadamente 75 minutos, só que em apenas 10 minutos na tomada com o carregador sem fio incluso na caixa, o usuário terá o suficiente para o dia inteiro.

O smartwatch ainda inclui microfone e alto-falante para atender chamadas e consegue realizar capturas de tela. Em software, o sistema operacional HarmonyOS apresenta compatibilidade tanto para Android como iOS. Você pode garantir o seu Huawei Watch Fit 4 por R$ 852,70 no Pix em oferta na Amazon.
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Fonte: Tecnoblog