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Dia dos Pais 2026: iPhone 17 baixa de preço nesta oferta no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: iPhone 17 baixa de preço nesta oferta no Mercado Livre

iPhone 17 256 GB
R$ 5.489,10

R$ 7.999,0031% OFF

Prós

Tela OLED com ProMotion de 120 Hz
Wide e ultrawide de 48 MP
Selfies com Center Stage e 18 MP
Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Chip A19 de alta performance
Certificação IP68

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX

31% OFF Ver preço

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O iPhone 17 de 256 GB está saindo por R$ 5.489 no Pix no Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP recebe desconto de 31% sobre o preço original de R$ 7.999.

Embora não seja o menor histórico, é a melhor oferta atual do varejo, conforme apurado pelo Achados. Comprando hoje, o gadget chegará a tempo como presente do Dia dos Pais 2026.

iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

A tela OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 tem resolução de 2.622 x 1.206 pixels, ProMotion de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. A combinação proporciona a reprodução de imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

O potente chip Apple A19 e os 8 GB de RAM permitem que o celular reproduza apps pesados em multitarefa, games e até recursos do Apple Intelligence localmente. Os 256 GB de armazenamento fornecem espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

O kit principal de câmeras traz uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que capturam imagens com excelentes cores e resolução em ambientes amplos. A frontal de 18 MP responsável pelas selfies conta com recurso para capturar fotos na horizontal, mesmo com o celular em pé. Todas filmam em 4K a 60 fps.

iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 traz o vidro Ceramic Shield 2 na traseira e sobre a tela, que resiste a acidentes diversos. Já a certificação IP68 concede proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W. Ao atingir de 0 a 50% em apenas 20 minutos, o usuário terá energia para um dia inteiro com pouco tempo conectado a tomada.

O iPhone 17 de 256 GB (R$ 5.489 no Pix) roda iOS 26 com pelo menos cinco atualizações garantidas do SO, possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Dia dos Pais 2026: iPhone 17 baixa de preço nesta oferta no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: iPhone 17 baixa de preço nesta oferta no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

YouTube aperta o cerco contra vídeos ruins feitos com IA

YouTube aperta o cerco contra vídeos ruins feitos com IA

YouTube aperta o cerco contra vídeos ruins feitos com IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube modificou regras para combater vídeos de baixa qualidade feitos com IA;
plataforma não proíbe uso de IA na produção de vídeo, mas, com as novas medidas, visa mitigar o conteúdo de baixa qualidade;
plataforma passa a desmonetizar conteúdo genérico feito rapidamente com ferramentas de IA, por exemplo.

Se você nunca esbarrou com um vídeo de qualidade duvidosa feita com IA no YouTube, sinta-se privilegiado. Esse tipo de conteúdo está se tornando tão comum que algumas medidas estão sendo adotadas pela plataforma de streaming para combater o problema.

Que fique claro desde já que o YouTube não proíbe vídeos feitos com IA. O que o serviço tenta mitigar é o conteúdo de baixa qualidade, geralmente feito com pouco ou nenhum critério com o intuito de gerar monetização.

Esse tipo de conteúdo existe há muito tempo. Mas, com o advento da inteligência artificial, a produção de vídeos de baixa qualidade pode ser feita muito rapidamente, resultando em uma enxurrada de “AI slop” no serviço.

A prática se tornou tão disseminada que passou a ser tratada como uma forma de renda extra ou de empreendedorismo online. Se você pesquisar por “canais dark” ou termos parecidos no Google ou nas redes sociais, encontrará até cursos ensinando a usar ferramentas de IA para gerar vídeos rapidamente com propósito de monetização.

De novo: o YouTube não proíbe esse tipo de conteúdo. O que a plataforma visa atacar é o conteúdo de baixa qualidade, muitas vezes feito de modo a viralizar na rede social explorando temas polêmicos ou sensíveis, mas dando informações não raramente rasas, imprecisas ou até equivocadas.

No vídeo abaixo, Matt Halprin, do YouTube, comenta que a IA pode fornecer recursos para que criadores de conteúdo produzam vídeos de alta qualidade, mas que esse tipo de ferramenta também permite vídeos que “são muito genéricos, não têm uma narrativa consistente e não demonstram criatividade”. É isso que está sendo combatido.

Como o YouTube vai combater os vídeos de baixa qualidade?

A estratégia do momento está em modificar as regras do Programa de Parcerias do YouTube (YPP), que é justamente o que permite que criadores de conteúdos monetizem vídeos na plataforma de streaming.

Na primeira mudança, o conteúdo “genérico”, que é aquele feito rapidamente por ferramentas de IA ou computação gráfica, por exemplo, ou que replicam o conteúdo de outros vídeos apresentando apenas uma ou outra variação, não será monetizado.

O mesmo vale para vídeos que manipulam emoções, como aqueles que simulam resgate de animais ou exibem conteúdo desagradável para causar indignação de modo a serem muito compartilhados ou gerarem curtidas, fatores que os fazem ser mais visualizados.

A terceira medida consiste em barrar a monetização de vídeos que utilizam “personas”, isto é, representações de pessoas reais geradas por IA para tratar de assuntos delicados, como questões de saúde ou finanças.

Não é de hoje que o YouTube tenta combater o “AI slop”. Mas é preciso ir além. Com a atualização das regras de monetização, é possível que a plataforma tenha mais sucesso contra o problema, afinal, as novas medidas atacam justamente o ponto que incentiva a criação de conteúdo de baixa qualidade: a geração de receita.

Se as mudanças funcionarem, elas deverão ser favoráveis tanto para os usuários, que se depararão com menos vídeos ruins no serviço, quanto para criadores de conteúdo autêntico e de boa qualidade, que verão seus vídeos sendo priorizados na plataforma.

As modificações nas regras do YPP estão em vigor desde 16 de julho.

Com informações de Mashable
YouTube aperta o cerco contra vídeos ruins feitos com IA

YouTube aperta o cerco contra vídeos ruins feitos com IA
Fonte: Tecnoblog

Com 65 polegadas! Smart TV Philips THE ONE entra em oferta em até 21x sem juros

Com 65 polegadas! Smart TV Philips THE ONE entra em oferta em até 21x sem juros

Opção para quem procura uma televisão caprichada com resolução 4K e recursos avançados em valor mais em conta, a Smart TV Philips Ambilight THE ONE traz um pacote robusto. Estão entre seus pontos fortes a taxa de atualização de 144 Hz, a compatibilidade com HDR no padrão Dolby Vision e a iluminação traseira conhecida da marca, para maior imersão.

Na variante de 65 polegadas, o aparelho volta a um dos seus menores preços nesta oferta da Amazon — você pode levá-lo por R$ 3.898, com possibilidade de parcelamento em até 21 vezes sem juros no cartão Amazon, ou 10 vezes sem juros nos demais cartões. PHILIPS, Smart TV, Ambilight THE ONE 65″ 4K 144 Hz, Titan OS, 65PUG8929/78, P5, DTS Play-Fi, Freesync, Dolby Vision e Atmos, 40 WRMS
Amazon
R$ 3.898 Ver Oferta

Sobre o dispositivoA Philips Ambilight THE ONE oferece uma televisão que une visual com tecnologia. Ela oferece os LEDs traseiros embutidos, para estender a imagem exibida pela parede de fundo.Clique aqui para ler mais

Com 65 polegadas! Smart TV Philips THE ONE entra em oferta em até 21x sem juros
Fonte: Tudocelular

Redmi Note 15 5G une câmera de 108 MP e 256 GB com preço baixo nessa oferta

Redmi Note 15 5G une câmera de 108 MP e 256 GB com preço baixo nessa oferta

O Redmi Note 15 5G é aquele smartphone que figura entre as melhores escolhas para quem busca bom custo-benefício.

E, nesta terça-feira, você pode comprar o modelo azul de 256 GB por apenas R$ 1.509 na Shopee, escolhendo o Pix como método de pagamento.

O mês tá “grande demais” e o salário, nem sinal? É possível parcelar a compra em até 12 vezes sem juros em qualquer cartão de crédito, mas com preço final de R$ 1.649.O Redmi Note 15 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.231. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 40 ofertas clique aqui. (atualizado em 21 de July de 2026, às 10:16)Clique aqui para ler mais

Redmi Note 15 5G une câmera de 108 MP e 256 GB com preço baixo nessa oferta
Fonte: Tudocelular

Google prepara chip especial "Frozen v2" para tornar Gemini até 10 vezes mais eficiente

Google prepara chip especial “Frozen v2” para tornar Gemini até 10 vezes mais eficiente

Um novo rumor indica que o Google desenvolve um processador especial focado em reduzir drasticamente o consumo de energia de sua Inteligência Artificial. Batizado de “Frozen v2”, o componente promete rodar o modelo Gemini com uma eficiência de 6 a 10 vezes maior que os aceleradores atuais, utilizando um método em que a IA estaria diretamente integrada ao hardware.As informações foram levantadas pelo The Information, e sugerem que a atual crise de componentes já bateu na porta da gigante das buscas — por não possuir computação suficiente, a divisão de nuvem Google Cloud já estaria negando algumas propostas.

A ideia então seria mudar o foco do hardware de próxima geração: em vez de apenas buscar modelos maiores e mais desempenho, a ideia é fazer a IA operar de forma mais sustentável e entregar um número muito maior de respostas com a mesma quantidade de eletricidade.Clique aqui para ler mais

Google prepara chip especial “Frozen v2” para tornar Gemini até 10 vezes mais eficiente
Fonte: Tudocelular

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

O cenário de adaptações mecânicas e modificações de hardware continua surpreendendo ao dar novas utilidades a consoles de mesa consagrados. Meses após apresentar uma versão funcional do antigo videogame da Sony, o projetista independente conhecido no Reddit como ‘wewillmakeitnow’ revelou o PS4 Portable V2.

A nova revisão refina o chassi do protótipo original, entregando um formato mais compacto e ergonômico sem sacrificar o desempenho nativo do sistema ou a autonomia de energia. A estrutura central do dispositivo continua sendo construída a partir de uma placa-mãe original do PlayStation 4 Slim, cortada e reencaminhada manualmente para caber em um gabinete impresso em 3D. A parte frontal preserva a tela OLED de 7 polegadas com resolução 1080p, acompanhada por um display secundário alimentado pelo microcontrolador ESP32, encarregado de monitorar métricas de sistema em tempo real, como temperaturas e consumo energético. Para uso em telas maiores, a saída HDMI nativa foi mantida para conexão com TVs e monitores.Clique aqui para ler mais

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750
Fonte: Tudocelular

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen

A MSI anunciou o Titan 18 HX Dragon Edition Draco Epic, edição limitada criada para celebrar os 40 anos da fabricante. Revelado durante a COMPUTEX 2026, o notebook aposta em um visual inspirado na constelação de Draco, combinando acabamento premium com hardware de ponta voltado ao público gamer e profissional.

Embora não tenha relação oficial com Game of Thrones, o design repleto de dragões, detalhes metálicos e aparência imponente certamente desperta o interesse de quem sonha em pertencer à Casa Targaryen. O chassi do Titan 18 HX Dragon Edition Draco Epic recebeu um processo de gravação em metal para criar texturas detalhadas, seguido por anodização capaz de incorporar a coloração diretamente ao material. Além de ampliar a durabilidade, a técnica produz reflexos dinâmicos conforme a incidência da luz, conferindo um aspecto sofisticado ao equipamento.Clique aqui para ler mais

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen
Fonte: Tudocelular

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank possuirá licença de banco após aquisição (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank comprou o Banco Porto Real de Investimentos.
A aquisição dá ao Nubank uma licença bancária, permitindo que continue usando o termo “bank” no seu nome.
A mudança não afetará os 115 milhões de clientes do Nubank no Brasil.

O Nubank anunciou, nesta segunda-feira (20/07), um acordo para a aquisição do Banco Porto Real de Investimentos S/A. Com isso, após a conclusão da compra, ele passará a contar com uma licença bancária, cumprindo os requisitos do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) para continuar usando o termo “bank” em seu nome.

O Banco Porto Real foi fundado em 1992 na cidade de Porto Real (RJ) e atua na concessão de crédito a clientes de atacado. Os valores do negócio não foram revelados.

Por que o Nubank estava sob risco de perder nome?

Em novembro de 2025, o BC e o CMN definiram uma resolução conjunta para proibir o uso de termos como “banco” e “bank” por instituições financeiras que não são bancos. Era justamente o caso do Nubank, que possuía as licenças necessárias para atuar como instituição de pagamento, financeira e corretora de valores, mas não como banco.

Como a empresa afirmou ao Tecnoblog à época, essa configuração permitia oferecer os produtos e serviços disponíveis em sua plataforma, e a falta da autorização bancária não traria nenhum impacto aos clientes.

Em dezembro de 2025, o Tecnoblog apurou que a aquisição de uma instituição financeira com essa licença era uma das possibilidades para resolver a questão da nomenclatura. Sete meses depois, essa foi a saída escolhida.

O Nubank afirma que não precisará cumprir “exigências adicionais de capital ou liquidez” para incluir a licença bancária em seu conglomerado. Isso significa que a empresa já tem condições financeiras suficientes para operar como banco.

“Para os 115 milhões de clientes do Nubank no Brasil, nada muda: o aplicativo, os produtos, os serviços, a marca e o nome da instituição permanecem os mesmos”, diz o comunicado divulgado pelo Nubank.
Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome
Fonte: Tecnoblog

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

Fim da mídia física deve impactar jogadores do Brasil e do mundo (lilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Sony anunciou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028, o que pode transformar a forma como compramos, compartilhamos, colecionamos e preservamos os videogames, segundo a empresa.
O fim da mídia física pode resultar em menos descontos e concorrência no mercado de jogos, tornando os preços mais estáveis e controlados pelas fabricantes, sem a disputa entre lojas físicas.
A mudança também pode afetar o mercado de usados e o colecionismo, além de levantar preocupações sobre a preservação dos jogos, que ficam atrelados a servidores e lojas online, podendo desaparecer se os serviços forem encerrados.

A mídia física nos videogames pode estar com os dias contados: a Sony comunicou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028. Essa mudança era esperada, já que a empresa por anos investiu no formato digital, com serviços de assinatura e consoles sem leitor de discos.

A medida marca o fim de uma era para a indústria de games. Desde a estreia do primeiro PlayStation, em 1994, os discos estiveram presentes em praticamente toda a trajetória da marca e acompanharam o crescimento de um mercado que hoje movimenta bilhões de dólares por ano.

Por muito tempo, comprar um jogo significava ir até uma loja, levar a caixa para casa, organizar a coleção na estante e até trocar ou revender aquele título depois de terminá-lo. Com a transição para o digital, esse hábito tende a se tornar cada vez mais raro.

O avanço do formato digital não chega a ser uma surpresa: 85% das vendas de jogos completos da loja do PlayStation saíram direto por download, segundo balanço divulgado no fim de 2025. Enquanto isso, assinaturas como PlayStation Plus, Game Pass e GeForce Now estão mudando o jeito como nós jogamos.

Acabar de vez com o disco físico não é algo que passa em branco. Veja cinco impactos que podem surgir com essa mudança.

Menos descontos e menos concorrência

Sem concorrência, o preço não cai. A vantagem de comprar jogos em mídia física é justamente não ficar refém do monopólio das lojas virtuais.

Enquanto, no digital, você paga o valor imposto pela plataforma, no mercado físico, as lojas disputam o seu bolso, o que sempre gera promoções de verdade. É por causa dessa briga que vemos tantos descontos agressivos por aí. Não é difícil encontrar lançamentos custando bem menos poucas semanas depois de chegarem às lojas. Os preços podem cair ainda mais em períodos como Black Friday e Natal devido à necessidade de renovação de estoque.

Jogos em promoção nas Lojas Americanas (imagem: reprodução/Reddit)

Com o fim dos discos, parte desse cenário tende a desaparecer. Os jogadores ficarão mais dependentes das lojas digitais oficiais. Na prática, isso pode significar um mercado mais centralizado, onde fabricantes passam a ter controle quase total sobre a distribuição dos games.

Lojistas estão preocupados. A rede canadense PNP Games, por exemplo, lançou uma campanha online pedindo que a Sony volte atrás. O abaixo-assinado já registrou mais de 300 mil assinaturas.

O mercado de usados pode desaparecer

Poucas indústrias permitem que um produto seja utilizado, revendido e continue funcionando perfeitamente para outro consumidor. Os videogames sempre fizeram parte desse grupo.

Os jogos usados sustentam uma engrenagem financeira vital para os jogadores. Vender um título zerado para abater o custo do próximo lançamento sempre foi a regra do jogo para economizar. Sem o mercado de segunda mão, o acesso aos games ficaria restrito a um público menor.

Anúncio do jogo God of War Ascension para PS3 (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Essa lógica desaparece por completo no mercado digital. Como as licenças ficam presas a uma única conta, é impossível transferir ou revender um jogo. Isso significa perder uma importante forma de reduzir os custos para o consumidor.

Emprestar jogos fica mais difícil

Antes da popularização da internet de alta velocidade, emprestar jogos era algo bastante comum. Muitas pessoas conheceram franquias inteiras dessa forma. Foi assim que eu pude, por exemplo, jogar Donkey Kong Bananza, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 e Hunter x Hunter: Nen x Impact, três títulos lançados em julho de 2025, um mês muito movimentado para a indústria de games naquele ano. Seria muito caro comprar todos eles em um intervalo tão curto, mas, graças aos empréstimos, eu e mais dois amigos pudemos aproveitar essa experiência sem pesar no bolso.

O sistema GameShare e o formato Virtual Game Card foram as soluções apresentadas pela Nintendo para contornar esse problema. O primeiro permite compartilhar jogos digitais usando apenas uma cópia do título, seja por meio de uma conexão local sem fio entre aparelhos próximos ou online, via GameChat. Já o cartão de jogo virtual permite transferir jogos digitais entre dois consoles compatíveis, oferecendo uma experiência mais próxima à dos cartuchos físicos.

O colecionismo perde um de seus pilares

Para uma parcela do público, videogame nunca foi só um software. É a caixa na estante que você olha e lembra exatamente de quando comprou, do dia que zerou, daquele cheiro de plástico novo. É o encarte com as artes que você fica folheando. Isso acaba virando parte da sua história com o game, e também ajuda a contar a história de toda uma época.

Encarte Pokémon X (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Por mais que as fabricantes continuem lançando pôsteres, estatuetas e outros brindes, a ausência da mídia dentro da caixa esvazia parte da magia dessas versões especiais. Esse público vai sentir com mais força o golpe da aposentadoria dos discos.

A preservação dos jogos fica mais vulnerável

De todos os impactos que essa decisão carrega, um dos que mais geram preocupações é a preservação. Livro se guarda na prateleira. Filme se conserva em DVD ou Blu-ray. Já os jogos dependem de uma combinação complexa de hardware, software e infraestrutura digital.

Sem o disco, a existência de um jogo fica totalmente atrelada a servidores e lojas online. Se a empresa decidir encerrar esses serviços ou desligar os sistemas de validação, o game deixa de existir da noite para o dia – e o consumidor perde o acesso para sempre.

Exemplos desse problema já podem ser vistos. A Sony anunciou o fechamento das lojas digitais do PS3 e PS Vita e também informou que vai apagar mais de 500 filmes comprados pelos clientes da PlayStation Store europeia.

Captura da página do movimento Stop Killing Games (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Em resposta a tudo isso, surgiu o movimento Stop Killing Games, que defende que jogos pagos continuem acessíveis após o fim do suporte oficial, seja por meio de um modo offline ou de servidores privados. A campanha ganhou força na Europa e já ultrapassou 1 milhão de assinaturas.

São só desvantagens?

A Sony não é a primeira empresa a apostar fortemente no digital. A Microsoft investe há anos no Xbox Game Pass, um serviço de assinatura que funciona de forma semelhante a plataformas de streaming, como a Netflix. Além disso, o Xbox Cloud Gaming permite acessar jogos pela nuvem em TVs e celulares, sem a necessidade de um console. O mercado caminha nessa direção, impulsionado pela popularização da internet e pela busca das fabricantes por modelos de distribuição mais lucrativos.

Para empresas como Sony e Microsoft, vender diretamente ao consumidor elimina intermediários e dá o controle total do mercado. Para o jogador, a principal vantagem está na já conhecida praticidade do download instantâneo e acesso remoto à biblioteca de jogos.
O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games
Fonte: Tecnoblog

Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre

Smart TV LG QLED Mini LED 65QNED70BSA
R$ 3.524,09

R$ 4.999,0030% OFF

Prós

Painel QNED traz cores precisas
Mini LED fornece brilho superior
IA integrada recomenda conteúdos
Controle remoto serve como mouse

Contras

Taxa de atualização de 60 Hz
Porta S/PDIF foi removida

PIX

30% OFF Ver preço

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A smart TV QLED Mini LED QNED70BSA de 65 polegadas, lançamento da LG para 2026, encontra-se com 30% de desconto no Mercado Livre. Você pode levá-la em oferta ao custo de R$ 3.524 no Pix. A televisão com preço original de R$ 4.999 apresenta resolução 4K, IA integrada e iluminação Mini LED como destaques.

TV LG QNED70 possui Mini LED e cores mais vivas

LG 65QNED70BSA promete reproduzir cores com 100% de volume (imagem: Divulgação)

A televisão tem como uma de suas principais características o painel QNED no qual reproduz uma ampla gama de cores mais vistosas aos nossos olhos. A LG afirma que os tons com 100% de volume são pelo menos equivalentes ao padrão cinematográfico DCI-P3. Logo, a experiência visual durante a exibição de conteúdos promete ser altamente imersiva.

A tecnologia Mini LED além de também contribuir para um melhor contraste as cores, fornece um nível de brilho superior e um preto mais profundo às imagens, ao contar com local dimming. Logo, o espectador vai notar um controle de luz mais preciso tanto em cenas claras como escuras.

O modelo QNED70BSA utiliza o processador AI α7 4K Gen9 que identifica e realiza ajustes de configurações pontuais, assim como executa o upscaling para aprimorar a resolução de conteúdos legados para o 4K.

Smart TV LG QLED Mini LED 65QNED70BSA pode encontrar resultados de jogos de futebol (imagem: Divulgação)

Equipada pelo atual webOS 26, a inteligência artificial está presente em várias partes do sistema, funcionando como chatbot para responder perguntas e também proporcionar um áudio imersivo. Além disso, os agentes de IA do Google Gemini e Microsoft Copilot possibilitam sugerir recomendações de conteúdos.

O controle remoto que funciona como um cursor de mouse facilita a navegação entre os diversos streamings disponíveis no sistema, como Netflix, Globoplay, YouTube e entre outros. Embora a taxa de atualização de 60 Hz seja insuficiente para jogar, o usuário pode acessar títulos através das plataformas Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now.

Por fim, a televisão possui três portas HDMI e outras individuais para Ethernet, USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital). Adquira a smart TV QLED Mini LED QNED70BSA de 65 polegadas com 30% de desconto no Mercado Livre, por R$ 3.524 no Pix.
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Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog