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Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Kraven, Heartstopper e mais

Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Kraven, Heartstopper e mais

Mais uma semana se passou com vários lançamentos incríveis, como Uma Família da Pesada, The Ghost in The Shell e mais. Agora vamos nos atualizar com tudo o que chegará ao Prime Video, Netflix e Disney+ entre 11 e 18 de julho de 2026.Veja todas as novidades para cada plataforma de streaming pelos links abaixo:


Prime Video
Netflix
Disney+
Prime VideoClique aqui para ler mais

Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Kraven, Heartstopper e mais
Fonte: Tudocelular

Design viciante: Meta pode ser obrigada a mudar visual de Instagram e Facebook

Design viciante: Meta pode ser obrigada a mudar visual de Instagram e Facebook

A Meta está na mira da União Europeia (UE) por conta do design dos seus aplicativos. Uma investigação preliminar aponta que a empresa dirigida por Mark Zuckerberg violou a Lei de Serviços Digitais do bloco econômico, e a multa pela infração pode alcançar a cifra de US$ 12 bilhões (~R$ 61,5 bi), além do redesign das redes sociais.A acusação tem como base o design “viciante” do Instagram e do Facebook. A UE afirma que a companhia não avaliou os riscos do design de seus aplicativos para “o bem-estar físico e mental dos utilizadores” – incluindo adolescentes e adultos vulneráveis.


“Proteger a saúde física e mental dos europeus deve ser uma prioridade para as plataformas de redes sociais”, afirmou Henna Virkkunen, chefe de política tecnológica da Comissão.Clique aqui para ler mais

Design viciante: Meta pode ser obrigada a mudar visual de Instagram e Facebook
Fonte: Tudocelular

Linha Huawei Watch GT 7 ganha janela de lançamento e mais detalhes em novo rumor

Linha Huawei Watch GT 7 ganha janela de lançamento e mais detalhes em novo rumor

A próxima família de smartwatches da Huawei pode estar mais perto do que imaginávamos — segundo novo rumor, a linha Huawei Watch GT 7 pode ser apresentada ainda neste mês, seguindo a divisão de modelos padrão e Pro de gerações passadas. Embora sejam escassas, as informações contam com as possíveis opções de cores e tamanhos do trio de relógios.As novidades foram divulgadas pelo informante Fixed Focus Digital na rede chinesa Weibo e sugerem que a Huawei deve lançar os novos Watch GT 7 no final de julho, possivelmente em uma conferência que, aparentemente, não foi anunciada no momento.

O prazo é curioso considerando que a marca apresentará globalmente nos próximos dias os smartphones Pura 90s Pro e Pro Max, bem como tablets e outros acessórios — nada impede que os smartwatches aproveitem essa oportunidade, considerando sua popularidade no mercado internacional.Clique aqui para ler mais

Linha Huawei Watch GT 7 ganha janela de lançamento e mais detalhes em novo rumor
Fonte: Tudocelular

Por dentro do Trump T1 Phone: o smartphone de "luxo" vindo direto de 2015

Por dentro do Trump T1 Phone: o smartphone de “luxo” vindo direto de 2015

As atividades da Trump Mobile com relação ao seu smartphone recém-lançado – Trump T1 Phone – são, no mínimo, questionáveis (1,2,3). Agora, a história por trás do aparelho acaba de ganhar mais um capítulo: será que estamos mesmo em 2026?

A pergunta tem como base o conjunto de características reunidas pelo dispositivo. Parece que ele foi projetado por uma equipe que saiu do mercado de smartphones em 2015 e, agora, decidiu voltar da aposentadoria para lançar um flagship.Diferente da “glória dourada no formato de telefone” prometida pela empresa, o T1 traz um acabamento em plástico amarelo e, na caixa, vem acompanhado de um adaptador de energia gratuito, quase como um prêmio de consolação.Clique aqui para ler mais

Por dentro do Trump T1 Phone: o smartphone de “luxo” vindo direto de 2015
Fonte: Tudocelular

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android

Após meses de testes, o Google começou a liberar nesta semana uma nova opção nativa no Android que permite fazer o backup automático de documentos locais diretamente para o Google Drive. A novidade foi identificada na versão beta mais recente do Play Services e promete facilitar a vida de quem guarda arquivos importantes na memória do celular.A novidade foi descoberta pelo Android Authority na versão beta 26.25 do Google Play Services e pode ser acessada pelo caminho Configurações > Contas e backup > Backup do Google, estando disponível através da inédita chave “Documentos”, que se junta às opções já existentes para fotos e dados do telefone.

Quando ativada, a ferramenta cria uma pasta no Drive com o nome do seu smartphone e salva formatos populares como .DOC, .PPT, .XLS e .PDF. Em adição recente feita à página de suporte, encontrada pelo portal 9to5Google, a companhia promete ter cuidado com a segurança dos arquivos, oferecendo “criptografia de ponta a ponta durante o tráfego dos dados”.Clique aqui para ler mais

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android
Fonte: Tudocelular

Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?

Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?

Galaxy Z Flip 7 e Fold 7 são os celulares dobráveis mais recentes da Samsung (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A linha Samsung Galaxy Z é principal referência em celular dobrável no mercado global, trazendo tecnologia de tela flexível e recursos de produtividade difíceis de encontrar em aparelhos convencionais.

Em 2026, a fabricante sul-coreana expandiu seu portfólio para atingir tanto quem busca o ápice do desempenho e câmeras avançadas quanto quem deseja experimentar o formato flip sem estourar o orçamento.

Melhor escolha
1

Galaxy Z Fold 7

8″
2184×1968 px

256 GB até 1 TB

4400 mAh
25 W

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35% OFF Ver preço

2

Galaxy Z Flip 7

6,9″
1080×2640 px

256 GB até 512 GB

4300 mAh
25 W

15% OFF Ver preço

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3

Galaxy Z Flip 7 FE

6,7″
1080×2640 px

128 GB até 256 GB

4000 mAh
25 W

7% OFF Ver preço

Ver preço

4

Galaxy Z Fold 6

7,6″
1856×2160 px

512 GB

4400 mAh
25 W

16% OFF Ver preço

5

Galaxy Z Flip 6

6,7″
1080×2640 px

256 GB até 512 GB

4000 mAh
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O Tecnoblog reuniu os principais modelos da linha Galaxy Z disponíveis no mercado em 2026, e analisou os prós e contras de cada um para ajudar você a decidir qual deles se adapta melhor à sua rotina. Veja a lista a seguir.

ÍndiceGalaxy Z Fold 7Galaxy Z Flip 7Galaxy Z Flip 7 FEGalaxy Z Fold 6Galaxy Z Flip 6Como escolher o melhor celular Samsung Galaxy Z em 2026?Qual é a diferença entre o Galaxy Z Flip e o Galaxy Z Fold?O Galaxy Z Flip 7 FE vale a pena pelo preço?A tela do celular dobrável da Samsung quebra fácil?O vinco na tela do Galaxy Z Fold 7 incomoda no dia a dia?

Galaxy Z Fold 7

Galaxy Z Fold 7
R$ 8.469,00

Prós

Tela interna de 8 polegadas
Alto desempenho com Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Até 16 GB de memória RAM
Câmera traseira principal de 200 MP

Contras

Sem suporte à S Pen
Carregamento limitado a 25 W
Menos resistente a poeira (IP48)

R$ 8.469,00 Amazon
R$ 9.457,09 Mercado Livre
R$ 11.299,00 Mercado Livre

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O Galaxy Z Fold 7 é ideal para profissionais e entusiastas de tecnologia que desejam usar o smartphone para produtividade pesada e jogos. Equipado com o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy e opções de até 16 GB de memória RAM, ele funciona como um smartphone tradicional na tela externa e se transforma em um tablet de 8 polegadas ao ser aberto.

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 200 MP, herdada da linha Ultra, que entrega fotos profissionais sob qualquer condição de luz. Sua espessura foi reduzida para apenas 4,2 mm quando aberto (8,9 mm dobrado), tornando-o o Fold mais leve e anatômico já produzido pela marca.

Galaxy Z Flip 7

Galaxy Z Flip 7
R$ 4,05

Prós

Telas AMOLED brilhante de 120 Hz
Alto desempenho
Atualizações até o Android 23
Dobradiça reforçada

Contras

Menos resistente a poeira (IP48)

R$ 4,05 Mercado Livre
R$ 4,99 Mercado Livre
R$ 5,80 Mercado Livre

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Para quem busca portabilidade extrema sem abrir mão de alta performance, o Galaxy Z Flip 7 é a escolha ideal. O dispositivo traz uma grande evolução estética e funcional: a tela externa FlexWindow cresceu para 4,1 polegadas e agora possui taxa de atualização de 120 Hz, permitindo responder mensagens e usar aplicativos completos com o celular fechado.

Equipado com o chip Exynos 2500 de 3 nm e bateria otimizada de 4.300 mAh, ele soluciona a antiga queixa sobre a autonomia dos compactos. O conjunto de câmeras traz um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), excelente para criadores de conteúdo usarem o aparelho dobrado como o seu próprio tripé.

Galaxy Z Flip 7 FE

Galaxy Z Flip 7 FE
R$ 3.682,00

Prós

Tela interna AMOLED de 120 Hz
Tela externa com Gorilla Glass Victus 2
Mesmas câmeras do Flip 7
Atualizações até o Android 23

Contras

Sem expansão via cartão microSD
Processador inferior ao Flip 7
Tela externa de 60 Hz

R$ 3.682,00 Amazon
R$ 3.789,00 Mercado Livre
R$ 3.789,00 Mercado Livre

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O Galaxy Z Flip 7 FE (Fan Edition) foca em oferecer a experiência de um smartphone dobrável por um preço muito mais competitivo.

Para reduzir o custo, a Samsung adotou o processador Exynos 2400 e 8 GB de RAM, além de utilizar uma tela externa de 3,4 polegadas (com 60 Hz), semelhante à geração anterior.

Mesmo com essas concessões, ele mantém a câmera principal de 50 MP, suporte total aos recursos de inteligência artificial do Galaxy AI e a mesma política de 7 anos de atualizações do sistema operacional Android.

Galaxy Z Fold 6

Galaxy Z Fold 6
R$ 4.999,00

Prós

Desempenho consistente com o Snapdragon 8 Gen 3
Suporte à S Pen
Android 14 com sete atualizações de versão

Contras

Carregamento com fio de apenas 25 W
Câmeras inferiores ao Fold 7

R$ 4.999,00 Mercado Livre

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O Galaxy Z Fold 6 continua sendo um monstro em desempenho em 2026, apesar de ter sido lançado em 2024. Movido pelo processador Snapdragon 8 Gen 3, ele entrega performance de sobra para qualquer aplicativo ou jogo da Play Store.

Embora seja ligeiramente mais espesso que o seu sucessor e possua uma câmera principal de 50 MP (em vez de 200 MP), ele recebeu todas as atualizações de software para a interface One UI 8, garantindo os mesmos truques de produtividade em tela dividida e tradução simultânea via inteligência artificial.

Um destaque adicional do Z Fold 6 é o suporte à S Pen, que foi descontinuada na geração mais recente.

Galaxy Z Flip 6

Galaxy Z Flip 6
R$ 4.499,00

Prós

Chip de alto desempenho Snapdragon 8 Gen 3
Android 14 com sete atualizações de versão
Tela dobrável com brilho de 2.600 nits no pico

Contras

Carregamento com fio de apenas 25 W
Bateria de apenas 4.000 mAh

R$ 4.499,00 Mercado Livre
R$ 4.592,38 Mercado Livre
R$ 4.999,00 Mercado Livre

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O Galaxy Z Flip 6 oferece a mesma câmera principal de 50 MP vista no modelo mais recente, e traz o chip Snapdragon 8 Gen 3 junto a 12 GB de RAM para altíssimo desempenho.

A sua tela externa de 3,4 polegadas ainda é altamente funcional para widgets e notificações rápidas. Se você não faz questão da tela externa grande do Flip 7, o Flip 6 entrega praticamente a mesma velocidade no uso diário.

A questão maior fica por conta do preço: caso encontre o Z Flip 6 com uma diferença de preço alta do Flip 7, vale a pena apostar no “irmão mais velho” para economizar.

Como escolher o melhor celular Samsung Galaxy Z em 2026?

A escolha do seu próximo smartphone dobrável deve ser baseada no seu padrão de uso e no espaço disponível no seu bolso (tanto físico quanto financeiro).

Estilo e Portabilidade: Se você quer um aparelho que desapareça no bolso da calça e preza pela conveniência de um formato quadrado e estiloso, a linha Galaxy Z Flip é o caminho.

Produtividade e Mídia: Se você trabalha muito pelo celular, costuma ler relatórios, editar planilhas ou assistir a muitos vídeos e séries, a tela expandida da linha Galaxy Z Fold substitui a necessidade de carregar um tablet ou notebook leve.

Orçamento: Defina se o ganho de hardware das versões numéricas mais novas (série 7) justifica o investimento ou se o custo-benefício das gerações anteriores (série 6) ou da linha FE atende o que você precisa.

Qual é a diferença entre o Galaxy Z Flip e o Galaxy Z Fold?

A diferença está no formato e no objetivo de uso. O Galaxy Z Flip utiliza a dobra vertical (estilo “concha”) para fazer um celular de tamanho normal ficar muito compacto quando fechado. O Galaxy Z Fold adota a dobra horizontal (estilo “livro”), transformando um aparelho comum em um mini tablet focado em multitarefas e produtividade.

O Galaxy Z Flip 7 FE vale a pena pelo preço?

Sim, vale muito a pena. Ele foi projetado exatamente para remover a barreira do preço alto dos dobráveis. Ao manter o mesmo design moderno e as câmeras da linha principal, sacrificando apenas o tamanho da tela externa e usando um processador de geração anterior, ele entrega a experiência premium da linha Galaxy Z por valores equivalentes aos de smartphones tradicionais de gama média-alta.

A tela do celular dobrável da Samsung quebra fácil?

Não mais. Nas gerações atuais, a Samsung utiliza o Ultra Thin Glass (UTG) aprimorado combinado com uma camada de placa de titânio para suporte estrutural e a nova dobradiça Armor FlexHinge. Os aparelhos contam com certificação IP48, garantindo excelente proteção contra água e resistência estrutural contra quedas e poeira acima de 1 mm.

O vinco na tela do Galaxy Z Fold 7 incomoda no dia a dia?

Na prática, não. Com os avanços nos materiais de composição da tela flexível e o novo desenho da dobradiça do Galaxy Z Fold 7, o vinco central tornou-se quase imperceptível visualmente quando a tela está acesa com brilho médio ou alto. No aspecto tátil, você ainda sente uma leve depressão ao passar o dedo bem no centro, mas isso não interfere na navegação diária.
Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?

Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?
Fonte: Tecnoblog

Projeto de lei no Brasil quer impedir que empresas “matem” games

Projeto de lei no Brasil quer impedir que empresas “matem” games

Videogames se consolidaram no mundo todo como produtos culturais e de entretenimento (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Projeto de Lei nº 3.612/2026, da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), visa impedir que jogos “morram” quando empresas encerram servidores obrigatórios.
O projeto obriga empresas a oferecer: atualização gratuita com modo offline, ferramentas para servidor comunitário ou reembolso a consumidores quando desativarem servidores.
Empresas devem manter suporte por dois anos e fornecer informações claras sobre dependência de servidor e suporte.

O Projeto de Lei nº 3.612/2026, apresentado na Câmara dos Deputados pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), pretende impedir que jogos “morram” caso a empresa responsável decida encerrar os servidores obrigatórios.

Além de definir que as companhias precisam oferecer soluções para que o jogo não fique inacessível, o texto atualiza o Código de Defesa do Consumidor para definir esse tipo de prática como abusiva.

A proposta chega na esteira de anúncios recentes da Sony em relação ao PlayStation, como o fim da produção de mídias físicas e a possível perda de contas inativas por três anos, incluindo aí os jogos comprados.

Como o projeto quer “salvar” os games?

Inspirado no movimento Stop Killing Games, o texto obrigaria as companhias a adotar uma de três alternativas ao desativar os servidores de um jogo que dependa disso.

Atualização gratuita com modo offline.

Liberação sem custo de ferramentas para que a própria comunidade crie seus servidores.

Reembolso dos consumidores.

O desligamento do servidor teria que ser comunicado com 180 dias de antecedência. Jogos gratuitos, por assinatura ou disponibilizados com funcionamento offline desde o início ficam excluídos dessas obrigações.

O texto também definiria que as empresas precisam manter o suporte ao game por dois anos, no mínimo, contados a partir do início da comercialização no mercado nacional, sob pena de multa de R$ 500 mil ou 1% do faturamento do game no país.

O projeto estabeleceria ainda a obrigatoriedade de informações claras sobre dependência de servidor, existência de modo offline e tempo de suporte. Elas devem constar na embalagem, na página de venda e nos termos de uso.

O que mais diz o projeto?

Uma alteração importante que o PL 3.612/2026 traria é no Código de Defesa do Consumidor (CDC). O texto passaria a considerar algumas práticas como abusivas:

Interromper serviços necessários para o funcionamento de games.

Ocultar informações sobre a dependência de servidores ou serviços.

Incluir cláusulas no contrato de adesão que permitam a destruição, o bloqueio ou a inutilização do jogo.

O texto também prevê que servidores comunitários poderão cobrar pelo acesso para custear sua manutenção até um limite total de faturamento de 200 salários mínimos. Os operadores não poderão receber remuneração mensal acima de três salários mínimos.

Por fim, o projeto prevê que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Fundação Biblioteca Nacional e o órgão federal competente fiquem responsáveis por políticas de fomento à indústria e preservação dos games.

Projeto surge em meio a polêmicas com PlayStation

Jogos lançados antes de 2028 ainda terão versões em disco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em sua justificativa, o PL 3.612/2026 aponta inspiração no movimento Stop Killing Games, com atuação predominante nos Estados Unidos e na Europa. O texto menciona especificamente o caso do jogo The Crew, que teve seus servidores desligados e ficou inacessível até para quem possuía a mídia física.

Embora não aborde diretamente o PlayStation, o projeto chega após semanas conturbadas envolvendo o console da Sony. A companhia anunciou que vai abandonar a produção de mídias físicas em 2028 e que poderá deletar contas inativas há mais de três anos, incluindo os jogos comprados. Mesmo assim, é importante entender como as duas coisas se conectam.

O projeto poderia ajudar os consumidores principalmente no segundo caso, ao proibir que haja cláusulas prevendo a destruição, o bloqueio ou a inutilização do jogo sem contrapartida ao consumidor. Vale observar, porém, que os termos de serviço do PlayStation no Brasil não preveem a desativação de contas.

Com relação à mídia física, o texto não determina que as empresas devam oferecer jogos em disco, mas aumenta as obrigações sobre transparência, suporte e funcionamento offline.

Com informações do Push Square e do Drops de Jogos.
Projeto de lei no Brasil quer impedir que empresas “matem” games

Projeto de lei no Brasil quer impedir que empresas “matem” games
Fonte: Tecnoblog

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O APK é o formato de pacote de arquivos de instalação exclusivo do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O APK é o formato que o sistema Android usa para distribuir e instalar aplicativos, reunindo os componentes essenciais para o funcionamento de um software. Ele atua como um pacote compactado que entrega os recursos diretamente no celular, garantindo que o sistema operacional consiga processar e rodar o programa de maneira integrada.

Embora o formato seja o motor por trás das instalações feitas pela Google Play Store, ele também permite a instalação manual de apps fora da loja oficial (sideloading). Essa flexibilidade é ideal para desenvolvedores que testam versões antecipadas ou para usuários que buscam softwares que ainda não foram liberados na sua região.

No entanto, baixar APKs de fontes desconhecidas traz riscos significativos, como malwares e softwares modificados que comprometem a segurança dos dados. Além disso, o uso de versões piratas ou alteradas pode causar bloqueio definitivo de contas em redes sociais e jogos.

A seguir, conheça mais sobre os arquivos APKs e como funcionam detalhadamente. Também descubra os pontos fortes e fracos deste formato. 

ÍndiceO que é APK? O que significa APK?Para que serve o APK?Como funciona o APKAPK é seguro? APK é só para celular?Quais são as vantagens do APK? Quais são as desvantagens do APK?Qual é a diferença entre APK e app?Qual é a diferença entre APK e IPA?

O que é APK? 

O APK, ou .apk, é o pacote de arquivos utilizado pelo sistema Android para distribuir e instalar aplicativos, funcionando de maneira semelhante a um formato compactado tipo ZIP. De forma otimizada, ele reúne todo o código compilado, dados e recursos essenciais para o sistema operacional executar o programa no dispositivo.

O que significa APK?

APK é a sigla para Android Application Package (Pacote de Aplicativo Android, em português). O formato foi desenvolvido para o ecossistema Google a partir da necessidade de agrupar todos os componentes de um aplicativo em um único arquivo compactado, baseado na tecnologia ZIP/JAR.

O formato APK “empacota” todos os arquivos essenciais para a instalação de um aplicativo no Android (imagem: Reprodução/MakeUseOf)

Para que serve o APK?

O APK permite instalar, atualizar e rodar aplicativos em qualquer dispositivo Android, desde celulares até smart TVs. Ele funciona nos bastidores da Google Play Store, reunindo códigos compilados e recursos que o sistema lê para executar o programa.

Além das lojas, o arquivo permite a instalação manual (sideloading), ideal para testar versões de desenvolvedores ou acessar recursos antecipados. Contudo, como esses pacotes aceitam modificações externas, baixá-los de fontes seguras é vital para evitar vírus e invasões.

Como funciona o APK

O arquivo APK funciona como um pacote autocontido que o Android descompacta e verifica antes de transformá-lo em um aplicativo funcional. Ele atua semelhantemente a um arquivo .exe no PC, guardando todo o código compilado e elementos visuais estruturados.

Ao iniciar o processo, o gerenciador do sistema lê o arquivo de configuração para checar as permissões e valida a assinatura digital do pacote. Essa checagem garante que os dados não sofreram alterações ou adulterações maliciosas antes de entrar no dispositivo.

Após a validação, o sistema extrai os arquivos e as bibliotecas de programação para pastas internas do dispositivo. Todo esse processo ocorre de forma automática e invisível ao baixar conteúdos diretamente da Google Play Store.

A extração de arquivos e criação de pastas também ocorre durante o sideloading, que é a instalação manual de aplicativos fora da Google Play Store após a autorização do Android. Por fim, o sistema registra o ícone na tela e cria um ambiente isolado para o aplicativo rodar com total segurança.

A instalação de aplicativos fora da Play Store exige uma autorização no sistema Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

APK é seguro? 

O formato APK em si não é perigoso, mas a segurança depende inteiramente da origem do arquivo e de quem o distribui. Quando baixado via Google Play Store, o pacote passa pelo escaneamento do Play Protect, que valida as assinaturas digitais do desenvolvedor.

O risco real surge em downloads de sites desconhecidos para sideloading, onde versões modificadas podem camuflar códigos maliciosos. Esses arquivos suspeitos costumam exigir permissões abusivas no sistema, abrindo brechas para o roubo de dados pessoais e bancários.

APK é só para celular?

O APK não funciona apenas em celulares, sendo o formato padrão de instalação para qualquer dispositivo com sistema Android. Ele roda nativamente em tablets, relógios inteligentes, smart TVs e até centrais multimídia automotivas.

Computadores também podem rodar esses pacotes de aplicativos com a ajuda de emuladores e subsistemas dedicados. Nesses ambientes virtuais, o PC simula o ecossistema móvel e traduz os comandos de toque da interface para o uso com mouse e teclado.

Tem APK para iPhone?

Não existe APK para iPhone, já que o formato foi projetado exclusivamente para rodar no sistema Android. A Apple utiliza um padrão de empacotamento fechado para seu ecossistema móvel, conhecido pela extensão .IPA.

Mesmo se a pessoa transferir um arquivo APK para o iPhone, o iOS vai identificá-lo como desconhecido e bloquear a abertura. Para ter o aplicativo desejado no aparelho da Apple, a única saída é baixar a versão correspondente criada direto para a App Store.

O APK é um formato totalmente seguro quando o download ocorre em lojas oficiais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do APK? 

Estes são os pontos fortes do formato APK no Android:

Acesso antecipado e sem fronteiras: permite instalar apps restritos geograficamente ou testar recursos inéditos antes que a atualização oficial seja liberada na loja da região do usuário;

Controle de versões e backup: dá a liberdade de reverter para uma versão antiga caso o aplicativo atualizado apresente bugs, servindo também como cópia de segurança para preservar aplicativos que saíram do ar;

Instalação independente e offline: viabiliza a instalação de programas sem internet ou em dispositivos sem os serviços do Google de fábrica, facilitando o compartilhamento direto via USB ou Bluetooth;

Liberdade de desenvolvimento: fortalece o ecossistema aberto do Android ao permitir que programadores distribuam versões de teste e pacotes experimentais diretamente para o usuário, sem travas comerciais.

Quais são as desvantagens do APK?

Estes são os pontos fracos do APK:

Risco severo de vírus: arquivos baixados fora das lojas oficiais podem ser alterados com códigos maliciosos, como spyware ou ransomware, que assumem o controle do aparelho e burlam defesas de segurança;

Vazamento de dados privados: pacotes modificados costumam abusar de permissões do sistema para espionar mensagens e roubar senhas bancárias, facilitando fraudes e golpes financeiros na internet;

Falta de atualizações automáticas: como não são corrigidos de forma automática pelas lojas oficiais, esses arquivos ficam obsoletos rapidamente, mantendo o dispositivo vulnerável a falhas críticas do sistema;

Banimento e instabilidade: o uso de versões piratas ou modificadas viola os termos de serviço de redes sociais e jogos, o que pode causar o bloqueio definitivo de contas e travamentos frequentes.

Baixar APKs permite acesso as aplicativos e versões de softwares não disponíveis na Play Store, mas pode colocar em risco a segurança do dispositivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre APK e app?

O APK é o arquivo de instalação compactado que armazena todo o código de programação, os metadados e os recursos visuais para o sistema Android. Ele funciona como o pacote de distribuição que o usuário baixa para conseguir colocar o software no dispositivo.

O app é o software final e funcional com o qual o usuário interage diretamente na tela no dia a dia, como jogos, mensageiros e navegadores. No ecossistema móvel, ele ganha vida a partir do APK, representando o programa pronto e em plena execução.

Qual é a diferença entre APK e IPA?

O APK é o pacote de instalação compactado usado exclusivamente pelo ecossistema do Google para distribuir e instalar aplicativos no Android. Ele reúne elementos técnicos como o código compilado e o manifesto do sistema, permitindo instalações tanto por lojas oficiais quanto em sites externos.

O IPA é o formato equivalente e proprietário criado pela Apple para empacotar, validar e distribuir aplicativos nos dispositivos móveis com sistema iOS. Esse arquivo é restrito aos iPhones, sendo o padrão fechado que a App Store utiliza para entregar softwares no ecossistema da maçã.
O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 
Fonte: Tecnoblog

Smart TV 4K TCL C6K 65” tem 35% OFF com cupom válido no app do Magalu

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Smart TV TCL QLED Mini LED 65C6K
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Mini LED com grande volume de brilho
QD-LED traz maior gama de cores
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Sistema Google TV com engasgos eventuais

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TV TCL C6K traz fluidez para jogos e cores muito precisas

Smart TV TCL QLED com MiniLED traz maior gama de cores e brilho as imagens (imagem: Divulgação)

A tecnologia Mini LED aliada ao painel QLED garante um brilho altíssimo através de 512 zonas de iluminação. Além disso, a presença de HDR10+ proporciona um alto nível de contraste que resulta em cores muito vivas. Essa combinação proporciona uma experiência visual mais imersiva, com riqueza em detalhes e somada a resolução 4K UHD.

Desejada também pelos gamers, possui taxa de atualização variável de 144 Hz combinada com o AMD FreeSync Premium Pros. Na prática, ajuda a eliminar atrasos ou quebras de quadro, reduzindo consideravelmente o input lag durante a gameplay.

A smart TV TCL C6K utiliza o sistema operacional Google TV, com integração do Google Assistente para comandos por voz e acesso mais rápido a uma série de ações. Além disso, inclui os principais aplicativos de streaming pré-instalados, como YouTube, Netflix e entre outros.

Controle remoto incluso tem botões específicos para acessar apps de streaming (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

O sistema de som de 2.1 canais com subwoofer integrado possui potência de 40 W e conta com suporte a Dolby Atmos. A combinação promete entregar graves profundos e áudio tridimensional envolvente para proporcionar experiência positiva principalmente com séries e filmes.

Por fim, possui conectividade de Bluetooth 5.4, Wi-Fi 5 e HDMI 2.1 (eARC e ARC). Não perca a oportunidade de comprar a smart TV TCL C6K de 65 polegadas em oferta com 35% de desconto, por R$ 3.229,05 no Pix com o cupom 300INFLU no app do Magazine Luiza.
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Fonte: Tecnoblog

Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

Informações o app Samsung Health serão utilizadas para treinar IA (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung utilizará dados do app Health para treinamento de IA.
Os usuários recebem notificação de autorização, mas desativar a opção impede a sincronização do app com sua conta.
A Samsung coleta informações de saúde, como atividades, medicações e detalhes de ciclo menstrual, para uso em IA e revisão humana.

A Samsung vai passar a utilizar seus dados coletados no app Health para treinar inteligência artificial. É o que diz uma nova notificação de consentimento recebida por alguns usuários: no texto, a empresa destaca a possibilidade de desativar o compartilhamento das informações para este fim. Acontece que, ao fazer isso, um alerta aparece na tela indicando que você não poderá sincronizar suas informações.

Vale lembrar que o Samsung Health coleta informações a partir de outros aplicativos de saúde, além de trazer informações levantadas diretamente pelo Galaxy Watch, como atividades, medicações e detalhes de ciclo menstrual. Segundo o comunicado da empresa, além do uso pela IA, há a possibilidade de revisão humana.

Segundo o site How-to Geek, que noticiou o caso, este aviso da Samsung também diz que seu perfil pode ser deletado caso o compartilhamento seja interrompido. Ou seja: para utilizar os recursos do app Health, o usuário será obrigado a ceder seus dados para treinamento de IA.

Obrigação de compartilhar dados sensíveis

Entre as informações a serem coletadas estão ciclo menstrual, frequência cardíaca, alimentação e mais (Imagem: Divulgação/Samsung)

Para além da sensibilidade dos dados que serão lidos pela inteligência artificial com a autorização, chama atenção o fato de ser uma exigência para que o dono de celulares e relógios da Samsung continue usando recursos básicos. De acordo com a notificação de consentimento compartilhada pela Samsung, serão compartilhadas no treinamento de IA:

Dados de saúde e bem-estar, como medidas, alimentação, sono e mais;

Medicamentos utilizados;

Registros clínicos, como resultados de exames, tratamentos e mais;

Ciclos menstruais e frequência cardíaca.

Ainda não há informações sobre como esses dados serão utilizados de fato, tampouco de se a empresa pode associar os dados a usuários específicos.

Treinamento pode ter a ver com novo recurso

Uma das novidades anunciadas em junho durante o anúncio de uma grande atualização no app Health foi a introdução de insights, com recomendações de treinos, identificação de possíveis problemas no seu sono, entre outros exemplos. Dessa forma, é possível que os dados levantados sejam base para essa nova função, prevista para o próximo Galaxy Watch 9 que pode ser anunciado no próximo Unpacked da Samsung, no dia 22 de julho.
Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

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Fonte: Tecnoblog