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OPPO A6 Pro une resistência militar, fluidez e bateria parruda para rotinas intensas

OPPO A6 Pro une resistência militar, fluidez e bateria parruda para rotinas intensas

OPPO A6 Pro tem construção robusta e foco em fluidez e durabilidade (imagem: divulgação/OPPO)

Resumo

O OPPO A6 Pro possui bateria de 7.000 mAh, tela AMOLED de 6,57 polegadas e certificação IP69 para resistência à água e poeira.
O dispositivo é equipado com chip MediaTek Dimensity 6300, 8 GB de RAM (expansível para 16 GB), 256 GB de armazenamento e conectividade 5G.
O conjunto de câmeras inclui uma lente principal de 50 MP, câmera frontal de 16 MP e recursos de IA para melhorar fotos e vídeos.

A rotina não perdoa. Entre reuniões, GPS ligado o tempo todo, música, mensagens e stories para postar, poucas coisas derrubam o ânimo mais rápido do que ver a bateria no vermelho no meio da tarde ou aquele frio na barriga quando começa a chover e o celular está na mão.

No fundo, o que qualquer pessoa quer é um aparelho em quem possa confiar, sem monitorar a bateria a todo momento, conseguir pular de um app para o outro sem travar, e saber que, mesmo quando o dia desanda, o celular vai aguentar junto.

O OPPO A6 Pro foi pensado para resolver exatamente esses atritos do dia a dia. Mesmo com um processamento potente, a bateria de 7.000 mAh dá conta de um dia puxado, a construção reforçada com resistência contra água e poeira tira um peso da cabeça no uso cotidiano, e o sistema otimizado mantém o multitarefa fluido. A tela é brilhante, e as câmeras entregam boas fotos mesmo quando você precisa recortar ou chegar mais perto do que o zoom físico alcança.

Conheça, a seguir, todos os detalhes do aparelho.

Design e tela: resistência que não prejudica o visual

OPPO A6 Pro une design fino e certificações de alta resistência (imagem: divulgação/OPPO)

Se a palavra “robustez” te remete a aparelhos grossos e “rústicos”, pode esquecer. Ainda que abrigue uma bateria de 7.000 mAh e possua certificação IP69 (que garante resistência contra água e poeira) e de resistência militar a impactos, o OPPO A6 Pro tem apenas 8 mm de espessura, e a tela de 6,57 polegadas ocupa bem o espaço disponível graças a uma moldura de 1,67 mm.

Também fugindo dos tons escuros característicos de smartphones focados em durabilidade, ele chega em duas cores. A versão Rosa Coral traz um degradê fosco inspirado na flor de lótus, com um brilho sutil em 3D. Já o Azul Espacial usa o processo OPPO Glow: um acabamento texturizado que muda de tom conforme a luz incide e ainda repele marcas de dedos e arranhões.

Tela do OPPO A6 Pro tem alto brilho que permite visualização externa (imagem: divulgação/OPPO)

Para quem passa boa parte do tempo na rua, a tela não decepciona. O painel AMOLED de 120 Hz garante transições fluidas na troca de apps e no consumo de vídeo, e o vidro AGC DT-Star D+ protege a superfície sem comprometer a leveza visual.

O pico de brilho chega a 1.400 nits, e o modo Ar Livre entra em ação quando necessário. Com ele, dá para ler mensagem e enquadrar fotos com clareza mesmo no sol do meio-dia. O suporte a toque com luvas completa o pacote para quem usa o celular em qualquer condição.

Desempenho preparado para rotina multitarefa

O OPPO A6 Pro é equipado com o chip MediaTek Dimensity 6300, com arquitetura octa-core com dois núcleos de alto desempenho Cortex-A76 a 2,4 GHz e seis núcleos de eficiência Cortex-A55 a 2,0 GHz. Com isso, a carga de trabalho é distribuída de forma inteligente entre tarefas pesadas e processos em segundo plano, melhorando a fluidez.

Para quem gosta de jogar, o chip inclui a GPU Mali-G57 MC2 que, combinada ao AI GameBoost 2.0 do sistema ColorOS 15.0, permite jogatinas com boa qualidade gráfica e maior fluidez.

Além disso, o aparelho conta com 8 GB de RAM física com expansão virtual de até 16 GB, mais 256 GB de armazenamento em UFS 2.2, padrão que acelera a leitura e gravação de dados. Para uso intenso, a câmara de resfriamento integrada dissipa o calor antes que ele comprometa a performance.

O mesmo chip que sustenta esse desempenho também viabiliza um pacote completo de conectividade:

5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.4: conexões estáveis com redes rápidas, fones e smartwatches com baixo consumo de energia

AI LinkBoost 3.0: tecnologia que adapta a recepção para estabilizar sinal e chamadas em lugares problemáticos, como elevadores e garagens subterrâneas

NFC: suporta pagamentos por aproximação

Integração com o Gemini: IA disponível para consultas rápidas ou para organizar a agenda sem precisar abrir apps

Câmera e som para criar e consumir conteúdo

Conjunto de câmeras conta com câmera poderosa de 50 MP (imagem: divulgação/OPPO)

O conjunto fotográfico do OPPO A6 Pro foi projetado para entregar versatilidade no registro do dia a dia. Na traseira, o aparelho conta com uma lente principal de 50 MP (abertura f/1.8), que grava em qualidade Full HD a 60 fps, acompanhada por um sensor monocromático de 2 MP (f/2.4). Para selfies e chamadas de vídeo, a câmera frontal oferece 16 MP (f/2.4), com suporte a vídeos em 1080P a 30 fps.

Um dos destaques da lente principal é a capacidade de reter detalhes graças à inteligência artificial. Dessa forma, é possível aplicar zoom ou fazer recortes na imagem e, ainda assim, postar o resultado em redes sociais com um alto nível de nitidez e qualidade.

O aplicativo de câmera também traz um leque de ferramentas de software voltadas para diferentes cenários:

Live Motions: Registra os instantes antes e depois do clique, preservando o som e o movimento real da cena para capturar a atmosfera exata do momento

Modo Noturno com IA: Ajusta de forma inteligente a exposição em ambientes escuros, melhorando a clareza e os detalhes enquanto reduz o ruído visual

Vídeo versátil: O sistema suporta gravação de vídeo com visão dupla (usando as câmeras traseira e frontal simultaneamente), além de oferecer câmera lenta (Slo-Mo) e zoom digital de até 10x durante as filmagens

Recompor com IA e Foto Perfeita com IA: permitem ajustar a aparência e corrigir erros do momento do clique, como olhos fechados e poses desajeitadas

AI Eraser 2.0: apaga objetos e pessoas da imagem com rapidez

Para complementar a experiência multimídia, seja na hora de editar um material ou apenas consumir conteúdo, o smartphone é equipado com alto-falantes duplos estéreo.

O sistema conta com o Modo Ultra Volume, capaz de amplificar o som em até 300%, garantindo um áudio claro e sem distorções.

Bateria de 7.000 mAh: até dois dias sem procurar tomada

Tela brilhante, multitarefa constante, vídeos e áudio no talo costumam cobrar um preço alto em energia. Por isso, o OPPO A6 Pro foi equipado com uma bateria de 7.000 mAh, com autonomia que pode chegar até dois dias, permitindo que o usuário saia de casa sem sofrer com a ansiedade de ficar monitorando a porcentagem o dia todo.

Quando a bateria finalmente precisar de atenção, o carregamento SUPERVOOC de 80W consegue atingir até 50% de carga em menos de meia hora e uma carga completa em apenas 60 minutos.

Além disso, ele pode funcionar como powerbank. É possível transferir carga para outros celulares, naqueles momentos em que você ainda tem fôlego, mas alguém do lado ficou sem.

Além de bateria robusta e carregamento rápido, OPPO A6 Pro possui carregamento reverso (imagem: divulgação/OPPO)

O OPPO A6 Pro fecha o pacote unindo resistência física, desempenho fluido e autonomia real. Não por acaso, o dispositivo chega ao mercado com dois anos de garantia, dando respaldo para quem procura um celular construído para durar.

O smartphone já está disponível no Brasil. Você pode conhecer mais detalhes e adquirir o aparelho no site oficial da OPPO, ou através dos canais de venda parceiros:

OPPO A6 Pro no Magazine Luiza

OPPO A6 Pro no Mercado Livre

OPPO A6 Pro une resistência militar, fluidez e bateria parruda para rotinas intensas

OPPO A6 Pro une resistência militar, fluidez e bateria parruda para rotinas intensas
Fonte: Tecnoblog

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet (imagem: reprodução/Proton)

Resumo

Proton Meet oferece videoconferências com criptografia de ponta a ponta e permite chamadas anônimas; novidade está disponível para web, Windows, macOS, Linux, Android e iOS;
Proton Workspace inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas e videoconferências. Oferece planos Standard (1 TB) e Premium (3 TB), também com foco em privacidade;
Proton Meet gratuito suporta até 50 participantes por 1 hora; plano profissional custa 7,99 euros/mês. Já Workspace Standard custa 14,99 euros/mês, e o Premium sai por 24,99 euros/mês.

A Proton continua expandindo o seu leque de serviços. As suas novidades mais recentes são o Proton Meet, serviço de videoconferência gratuito para reuniões de até uma hora, e o Proton Workspace, que reúne ferramentas de produtividade para disputar espaço com os ecossistemas do Google e da Microsoft, por exemplo.

Ambos são serviços focados em ambientes corporativos, embora não exclusivamente. A própria Proton explica que, apesar de ter começado suas atividades com ferramentas voltadas a usuários domésticos, a exemplo do Proton Mail e do Proton VPN, seus recursos também começaram a atrair empresas, daí os esforços direcionados a esse segmento.

Não por acaso, A Proton afirma ter, hoje, mais de 100 mil clientes corporativos que usam serviços como Proton Mail, Calendar, Drive/Docs/Sheets, Proton VPN e gerenciamento de senhas. O Proton Meet e o Proton Workspace complementam esses recursos.

Proton Meet: videoconferência criptografada

O Proton Meet chega para rivalizar com serviços como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams. Um dos principais recursos da novidade é a realização de videoconferência com criptografia de ponta a ponta ativada por padrão e que é viabilizada por meio do protocolo Messaging Layer Security (MLS).

Outro atributo do Proton Meet está na possibilidade de chamadas de vídeo serem realizadas de modo anônimo e sem necessidade de login com uma conta Proton. Nessas circunstâncias, as reuniões online também não são gravadas ou registradas, o que torna esse modo de uso interessante para dissidentes e ativistas, exemplifica a Proton.

Seja ao falar com um médico, conduzir uma reunião de negócios ou checar como estão seus filhos, é natural esperar que essas interações sejam privadas e seguras por padrão.

Infelizmente, os players dominantes, como Google Meet e Zoom, simplesmente não oferecem essas garantias. É aí que entra o Proton Meet, combinando privacidade com conveniência.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

O Proton Meet tem versões para web (navegador), Windows, macOS, Linux, Android e iOS.

Versão web do Proton Meet (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Proton Workspace: um pacote de serviços

O Proton Workspace concentra os recursos da plataforma em um pacote de serviços que inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas, videoconferências e afins.

As capacidades de cada ferramenta dependem do plano contratado. Por exemplo, o Proton Workspace Standard oferece armazenamento de 1 TB; já o Workspace Premium alcança 3 TB.

Em todas as opções, os princípios de privacidade que regem os produtos da Proton foram mantidos:

Vemos que as empresas estão adotando cada vez mais ecossistemas em vez de produtos e serviços individuais, e estamos ouvindo mais dos clientes, especialmente daqueles cautelosos com as práticas de dados das grandes empresas de tecnologia, que eles querem uma alternativa segura e em pacote, que corresponda à facilidade de migração e integração do Google ou da Microsoft, mas sem abrir mão da privacidade.

O lançamento do Proton Workspace é a próxima evolução das nossas ofertas empresariais para atender às necessidades desses clientes.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

Proton Workspace é um pacote de serviços (imagem: reprodução/Proton)

Preços do Proton Meet e do Proton Workspace

O Proton Meet pode ser usado gratuitamente por qualquer pessoa para chamadas de vídeo com até 50 participantes e duração de até uma hora.

Para quem precisa de mais recursos, como videoconferências com até 24 horas de duração ou com até 100 participantes, o Proton Meet Profissional aparece como uma opção com custo mensal de 7,99 euros por usuário.

Sobre o Proton Workspace, os preços são os seguintes:

Proton Workspace Standard: mensal de 14,99 euros ou anual equivalente a 12,99 por mês para cada usuário;

Proton Workspace Premium: mensal de 24,99 euros ou anual equivalente a 19,99 por mês para cada usuário.

O plano Standard inclui recursos como Proton Mail, Calendar, Drive, Docs e Sheets, Meet, VPN e Pass. Já o pacote Premium inclui os mesmos recursos, além de armazenamento expandido, mais participantes no Meet, assistente de IA Proton Lumo, entre outros atributos.
Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet
Fonte: Tecnoblog

Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Casos de ERB fake se concentram em São Paulo e Rio (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel registrou oito ocorrências de ERBs falsas em 2025, segundo dados obtidos pelo Tecnoblog. Multas chegam a R$ 60 mil.
ERBs falsas operam na clandestinidade, enviando SMS fraudulentos usando tecnologia GSM, vulnerável por permitir conexões sem verificação de legitimidade.
Proteção contra ERBs falsas envolve desativar o GSM em smartphones, embora isso possa afetar a cobertura em áreas rurais; iPhones dependem de ação das operadoras.

A Anatel vem lidando com um problema que por ora parece localizado em São Paulo e Rio de Janeiro, mas que pode tirar o sono de muita gente: o golpe da ERB falsa. No ano passado, foram registradas seis ocorrências na capital paulista e duas na capital fluminense, segundo dados obtidos pelo Tecnoblog.

Num dos casos, o infrator recebeu R$ 60 mil em multas por causa da infração considerada “grave”. Em outro caso similar, a pessoa teve de pagar R$ 30 mil. Em um terceiro caso, a infratora foi condenada à prisão após a Anatel encaminhar o processo ao Judiciário. A pena posteriormente foi convertida em prestação de serviços.

Afinal, o que é uma ERB falsa e por que ela tem potencial de causar tanta dor de cabeça?

O que é uma ERB fake?

Equipamento cria rede de celular clandestina para disparo de SMSs golpistas (foto: divulgação/Anatel)

ERB é a sigla para Estação Rádio Base, segundo a nomenclatura utilizada pela agência reguladora. Em bom português, estamos falando das antenas e torres de telefonia celular ou, para ser ainda mais específico, os equipamentos que ficam nelas e são utilizados para a transmissão de voz e dados.

Tais equipamentos são operados pelas empresas de telefonia móvel, como Claro, TIM e Vivo, em frequências estabelecidas principalmente a partir de leilões realizados também pela Anatel. O 5G é o nosso exemplo mais recente, de 2021.

Seguindo essa lógica, uma ERB fake não faz parte do ecossistema das empresas de telefonia. Elas operam na clandestinidade e geralmente têm como objetivo o disparo de mensagens SMS fraudulentas. Os golpistas fingem ser bancos, empresas de crédito ou programas de pontos, entre outros, para enganar a vítima e fazê-la clicar num link malicioso.

Exemplo de mensagem SMS fraudulenta, provavelmente disparada por uma ERB fake (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Segundo a agência, foram oito apreensões durante o ano de 2025.

Uma tecnologia antiga e insegura

Nokia 3310 foi um dos primeiros aparelhos GSM vendidos no Brasil (foto: Masood Aslami/Pexels)

Para chegar neste resultado, o golpe da ERB falsa se vale de um padrão tecnológico que é um velho conhecido nosso. O GSM foi desenvolvido nos anos 1980 e inaugurou sua primeira rede em 1991, dando origem ao que chamamos de 2G.

Um de seus principais problemas? A criptografia, considerada bastante vulnerável nos tempos atuais. Outro: um aparelho pode se conectar a uma rede GSM sem verificar a legitimidade dela, um cuidado já existente nos padrões mais recentes (3G, 4G e 5G).

Considerando o contexto da época que a tecnologia foi desenvolvida, faz sentido: nos anos 80 e início dos 90 até mesmo a presença de mais de uma operadora além da estatal de telecomunicações era rara e a possibilidade de transmitir sinais sem fio por pessoas normais era quase nula, com a exceção de pessoas abastadas com telefones sem fio e celulares tijolão.

Software que opera a ERB falsa, testada por fiscais da Anatel (imagem: divulgação/Anatel)

Basta um ator malicioso (como um estelionatário) criar interferência na faixa do LTE (do 4G, mais moderna) para forçar o aparelho da vítima a trocar de frequência e ir para a rede GSM falsa. Depois de conectado, o telefone recebe mensagens sem que seja possível verificar sua legitimidade. A pessoa vai, clica, coloca seus dados e depois sofre as consequências disso.

Os técnicos da Anatel averiguaram que um aparelho de ERB falsa emite uma portadora LTE de 5 MHz nas faixas de 1.800 e 2.500 MHz (bandas 3 e 7 do 3GPP), continuamente saltando entre frequências para cobrir toda a faixa utilizada pelas operadoras legítimas e instruindo os aparelhos a conectar nas portadoras GSM criadas pela ERB fake.

Portadoras LTE e GSM de uma ERB fake (imagem: reprodução/Anatel)

Um golpe desse tipo deveria custar caro, não?

Não exatamente. Um criminoso não vai comprar um rádio GSM antigo, em parte porque são enormes e complicados, e em parte porque existem opções melhores. Por exemplo, um rádio programável por software, que atende pela sigla SDR, e que pode custar a partir de R$ 100. Ele permite receber qualquer coisa e qualquer protocolo nas frequências suportadas.

Parte de uma portadora LTE na faixa de 700 MHz, vista com um RTL-SDR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Rádios SDR capazes de transmitir custam mais caro. Alguns exemplos de SDR capazes de transmitir sinais são o LimeSDR ou o HackRF, que pode custar apenas US$ 340 (cerca de R$ 1.780 em conversão direta). Dá para rodar neles softwares como OsmocomBB, Magma (desenvolvido pela Meta), GNU Radio ou OpenBTS (open-source) para criar uma “mini ERB” GSM (ou até mesmo LTE).

LimeSDR USB (imagem: divulgação/Lime Microsystems)

Não que os estelionatários realmente precisem se dar ao trabalho, já que soluções prontas também estão disponíveis, muitas vezes sendo vendidas sob a alcunha de “push indoor” ou “SMS geolocalizado”. Eles são capazes de disparar SMSs publicitários em um raio de cerca de 1 km. Se você já esteve em algum evento ou passou em frente a uma loja e recebeu um SMS publicitário relacionado, provavelmente foi um equipamento do tipo.

Que fique bem claro: o uso de tais dispositivos é ilegal e é passível de multa e prisão por violar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) de 1997, o Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT) de 1962, e diversas resoluções da Anatel. Pelo menos uma pessoa foi multada pela Anatel, num caso de 2021 no interior de São Paulo. Ela foi posteriormente condenada à prisão por operar um sistema do tipo (mas teve sua pena convertida em prestação de serviços à comunidade).

Equipamento de “push indoor” à venda na OLX (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como me proteger?

Depende do seu smartphone. Uma vez que a vulnerabilidade está presente em todo aparelho capaz de operar em GSM, a única mitigação possível é desativar o uso da rede GSM.

Smartphones rodando o sistema Android permitem desativar o GSM facilmente em versões mais recentes. Os celulares da Samsung, por exemplo, oferecem essa configuração desde a One UI 7. Basta ir em Config → Redes Móveis e desmarcar a opção “Permitir serviço 2G”. A Motorola incluiu a opção em produtos mais recentes, como o Signature, deste ano.

Opções para desativar redes 2G no Motorola Signature e na One UI 8 (imagens: Giovanni Santa Rosa e Thássius Veloso)

A situação é mais difícil no caso do iPhone, pois depende de uma ação das operadoras de telefonia. Elas precisam configurar seu perfil no aparelho da Apple para que não ocorra mais a conexão com redes GSM, o que não é feito no Brasil. Outra opção é ativar o Modo de Isolamento do iOS, mas isso é pouco prático, já que impõe uma série de restrições severas de uso.

Desativar o uso do GSM também pode prejudicar um pouco a cobertura de seu telefone, já que ele fica “restrito” a 3G, 4G e 5G. Isso tende a ser mais importante em áreas rurais com disponibilidade de rede muito precária, onde o 2G ainda faz alguma diferença.

Não custa lembrar: o GSM é uma tecnologia em desuso. As operadoras já pararam de instalar novas antenas e, no Brasil, a Vivo e a TIM decidiram até mesmo integrar suas redes. O eventual desligamento de redes GSM e 3G não resolve o problema: a vulnerabilidade está do lado dos smartphones, que continuam capazes de se conectar a redes GSM, mesmo que fraudulentas.
Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas
Fonte: Tecnoblog

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC fecha as portas para clientes menores (imagem: divulgação/TSMC)

Resumo

A TSMC reservou sua capacidade de fabricação de chips de 3 nm para a Apple e Nvidia, devido à alta demanda e restrições operacionais.
A decisão impacta a indústria global, com empresas como Intel e AMD recebendo menos chips, enquanto a Samsung busca preencher a lacuna.
Problemas adicionais, como a crise de hélio, agravam a situação, afetando lançamentos de gadgets e estratégias de produção.

A TSMC, empresa taiwanesa que controla cerca de 70% do mercado de fabricação de semicondutores, tomou uma decisão drástica: toda a sua capacidade de fabricação de chips de 3 nanômetros (nm) está agora reservada apenas para seus maiores clientes.

A medida reflete em toda a cadeia de suprimentos global, uma vez que a indústria não consegue absorver o ritmo acelerado de pedidos impulsionados pelo boom da inteligência artificial. O resultado será que grande parte das empresas de tecnologia ficará em uma fila de espera por tempo indeterminado.

Por que a TSMC atingiu o limite?

A resposta está na combinação entre uma demanda sem precedentes e restrições operacionais. O site DigiTimes revela que a TSMC precisou priorizar dois perfis essenciais de clientes: a infraestrutura pesada de IA e os “clientes fiéis” de longa data.

Nesse cenário, a maior parte da produção de 3 nm vai direto para a Apple e Nvidia, parceiras consistentes que exigem um volume gigantesco. O acesso privilegiado a essa tecnologia garante à dupla uma vantagem competitiva considerável em eficiência energética e poder de processamento contra as rivais.

Enquanto isso, gigantes como Intel e AMD receberão porções bem menores. A situação é tão aguda que a Broadcom, grande desenvolvedora de circuitos sob medida, soou o alerta de que a companhia taiwanesa atingiu seu limite, derrubando uma antiga crença do mercado de que a TSMC poderia expandir sua capacidade de produção quase indefinidamente.

Esse gargalo atinge em cheio os produtos do dia a dia. Com as linhas de montagem tomadas pelos “grandes”, o setor de eletrônicos de consumo enfrentará falta de espaço e estouro de orçamento. Consequentemente, o lançamento de novos gadgets e hardwares de ponta sofrerá com atrasos severos.

Para piorar, a crise esbarra em problemas de segurança globais. O TechSpot destacou recentemente um ataque de drones que eliminou um terço do suprimento global de hélio, um gás essencial para fabricar semicondutores.

Alta demanda por IA sobrecarregou as linhas de produção da companhia (imagem: divulgação/TSMC)

Rotas alternativas

Diante das portas fechadas na TSMC, o setor corre para repensar estratégias e evitar o cancelamento de lançamentos. A Samsung Foundry busca se aproveitar desse momento e surge como a principal rota de escape. Um acordo recente mostra que a Samsung e a AMD estão aprofundando uma parceria no desenvolvimento de memórias, abrindo caminho para a concorrente da Intel contornar parcialmente o bloqueio em Taiwan.

Iniciativas independentes também ganham força. Elon Musk, por exemplo, anunciou o projeto Terafab para tentar garantir de forma autônoma os chips de seus próprios ecossistemas de IA e robótica. Paralelamente, a própria Intel segue injetando capital para aumentar sua produção de silício na tentativa de atrair clientes órfãos da concorrente asiática.

Embora parte dos analistas estime que a restrição de oferta possa diminuir em um ou dois anos, não há nenhuma certeza de que a situação se normalizará caso a IA mantenha o seu agressivo ritmo atual de expansão.
TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

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Fonte: Tecnoblog

Oferta imperdível: Galaxy A07 com 256 GB e 6 anos de atualizações do Android pelo menor preço

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Se você está buscando um celular barato para o dia a dia, mas com a promessa de que durará por vários anos, o Samsung Galaxy A07 é uma excelente proposta, com atualização do Android garantida por seis anos.

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Sobre o Galaxy A07 4G
Com visual que segue as normas de design mais recentes da Samsung, o Galaxy A07 traz como um dos seus principais destaques a tela: um display LCD de 6,7” com resolução HD+ e taxa de atualização de 90 Hz.O Samsung Galaxy A07 está disponível na Amazon por R$ 662. O custo-benefício é incrível e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 38 ofertas clique aqui. (atualizado em 31 de March de 2026, às 11:04)Clique aqui para ler mais

Oferta imperdível: Galaxy A07 com 256 GB e 6 anos de atualizações do Android pelo menor preço
Fonte: Tudocelular

BAFTA e Google Play se unem para dar mais prestígio aos jogos de Android e iOS em 2026

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A BAFTA (British Academy of Film and Television Arts), uma das premiações mais conceituadas do mundo, firmou uma parceria importante com o Google Play para a edição de 2026 do BAFTA Games Awards.

O acordo terá duração de um ano e posiciona o Google Play como patrocinador principal do evento.A colaboração entre Google Play e BAFTA busca ampliar o alcance da premiação e fortalecer iniciativas voltadas ao desenvolvimento da indústria de jogos. Além da cerimônia, o projeto inclui suporte a programas educacionais e ações de formação profissional ao longo do ano.Clique aqui para ler mais

BAFTA e Google Play se unem para dar mais prestígio aos jogos de Android e iOS em 2026
Fonte: Tudocelular

Avatar: O Último Mestre do Ar tem data de estreia da 2ª temporada revelada pela Netflix

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A Netflix finalmente revelou quando a segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar chega ao catálogo. Um vídeo de bastidores divulgado recentemente antecipa mudanças importantes na trama, sem entregar todos os detalhes. A expectativa é de uma fase mais intensa e estratégica para os protagonistas.Depois dos acontecimentos da primeira temporada, Aang, Katara e Sokka retornam com uma missão ainda mais desafiadora. O grupo precisa convencer o Reino da Terra a se juntar à luta contra a Nação do Fogo, ampliando o conflito para novos territórios.

Um dos grandes destaques é a introdução de Toph Beifong, personagem muito aguardada pelos fãs. Conhecida por seu domínio impressionante da dobra de terra, ela deve desempenhar um papel central no desenvolvimento da história. A chegada da personagem também indica uma expansão das habilidades e dinâmicas dentro do grupo principal.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Ray-Ban Scriber e Blazer: Meta trabalha em novos óculos inteligentes

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A Meta anunciou os seus modelos mais recentes de óculos em setembro, mas arquivos de certificação da FCC nos EUA indicam que ela já está trabalhando em novos óculos inteligentes chamados Ray-Ban Meta Scriber e Blazer. Ambos são referenciados como unidades de produção, o que indica o lançamento iminente.Começando pelo Ray-Ban Meta Blazer, ele é identificado pelo código RW7001 e deve ser lançado em dois tamanhos: padrão e grande para se adaptar aos diferentes tamanhos de rostos. Este modelo tem caixa de carregamento assim como o Ray-Ban Meta atual.O segundo modelo é o Ray-Ban Meta Scriber com código RW7002, mas sem revelar os tamanhos disponíveis. Ele também terá caixa de carregamento.Clique aqui para ler mais

Ray-Ban Scriber e Blazer: Meta trabalha em novos óculos inteligentes
Fonte: Tudocelular

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos

Um carregamento imenso de 12 toneladas de KitKat foi interceptado na Europa enquanto viajava da Itália para a Polônia. A Nestlé confirmou o incidente em um comunicado oficial, garantindo que o fornecimento global não seria afetado pelo crime inusitado. Rapidamente, a internet e estúdios de franquias como Hitman, Counter-Strike 2 e Among Us transformaram a notícia em um fenômeno viral repleto de piadas e referências internas.

Essa notícia do roubo de chocolate mobilizou diversas comunidades de jogadores que buscavam “culpados” entre personagens famosos. Desenvolvedoras e criadores de conteúdo aproveitaram o formato do comunicado corporativo para inserir seus universos na narrativa do assalto, mostrando a capacidade da indústria de reagir a eventos reais com agilidade. StrinovaA conta oficial do FPS tático com estilo anime agiu rápido para inocentar a personagem Michele do crime. Segundo a postagem, 12 toneladas de chocolate seriam demais até para o apetite voraz da garota por doces.Clique aqui para ler mais

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos
Fonte: Tudocelular

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O Huawei FreeArc anunciado em fevereiro de 2025 ao Brasil por R$ 1.199 está em promoção com 48% de desconto na Amazon. Você pode adquiri-lo por R$ 629 em até 12x sem juros. Os fones de ouvido da gigante chinesa se destacam pelo design incomum de ganchos que promete estabilidade e boa experiência sonora.

Huawei FreeArc possui design C-bridge e certificação IP57

Huawei FreeArc é vendido nas cores preto, verde e cinza imagem: (Divulgação/Huawei)

Os primeiros fones de ouvido open-ear da Huawei apresentam design denominado pela própria empresa como C-bridge, composto por uma curvatura em formato de “S” e de uma área que tem o formato de um triângulo de 140°.

Segundo a empresa, para o gadget ter essa aparência de um gancho, foram analisados mais de 10.000 formatos de orelhas. O corpo em liga de memória Ni-Ti promete envolver a orelha com firmeza. Portanto, o Huawei FreeArc tem a proposta clara de unir conforto, estabilidade e ergonomia.

A certificação IP57 possibilita a ele ser utilizado durante corridas, na academia e em outros esportes já que promete resistência a respingos (como suor), poeira e água. Já a conectividade de Bluetooth 5.2 assegura estabilidade de transmissão. Ainda há a promessa da Huawei de conexão de longo alcance de 400 metros.

Huawei FreeArc também utiliza silicone líquido para proporcionar conforto quando usado / (imagem: Divulgação/Huawei)

O wearable utiliza essa arquitetura mais aberta, que não cobre totalmente o canal auditivo, para permitir ao usuário ouvir o ambiente ao redor. Todavia, caso haja mudanças no ruído ambiente, o recurso de Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) é ativado automaticamente através do microfone duplo integrado a cada fone.

A superfície tátil permite aos fones serem controlados através de simples toques para gerenciar músicas, ligações e volume. A bateria de 55 mAh do acessório entrega autonomia de 7 horas contínuas e de até 28 horas com o estojo totalmente carregado, de acordo com a fabricante.

O Huawei FreeArc suporta os codecs SBC e AAC e apresenta driver de 17 × 12 mm em cada fone. Você pode adquiri-los por R$ 629 em até 12x sem juros na Amazon.
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Fonte: Tecnoblog