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Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Windows 11 permitirá escolher um período específico para pausar as atualizações do sistema operacional;

pausas no Windows Update poderão durar até 35 dias, mas serem renovadas após esse prazo;

outros ajustes no Windows Update permitem pular downloads durante a instalação do Windows 11 e garantem botões de desligamento e reinicialização sem atualização obrigatória.

Quem já passou pela experiência de ter que aguardar uma atualização do Windows 11 ser concluída antes de uma jogatina ou reunião online sabe o quão frustrante isso é. Felizmente, a Microsoft começou a liberar um recurso que permite agendar pausas no Windows Update para prevenir situações como essas.

Em março, a Microsoft fez uma série de promessas para melhorar a experiência de uso do Windows 11, entre elas, a de permitir que o usuário tenha mais controle sobre as atualizações do sistema operacional. É o que estamos vendo aqui.

A mudança mais recente permite que você escolha uma data para as atualizações do Windows Update serem pausadas. Isso significa que, até que a data chegue, as atualizações do sistema operacional não serão aplicadas. Isso permitirá que você evite que o Windows 11 seja atualizado durante um período de viagem, por exemplo.

É possível escolher uma data com até 35 dias à frente. Porém, se essa quantidade de dias não for suficiente, você poderá renovar o período de pausa, novamente com limite de até 35 dias.

Na abordagem atual, só é possível pausar atualizações por períodos que vão de uma a cinco semanas, mas sem especificação de data ou possibilidade de renovar a paralisação.

A renovação poderá ser feita indefinidamente, mas é prudente não abusar desse recurso para o sistema operacional não deixar de receber atualizações de segurança e recursos importantes.

Programando pausas no Windows Update do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

A Microsoft anunciou mais novidades sobre o Windows Update?

Sim. Outra novidade é a confirmação do recurso que permite que você pule o download de atualizações durante a instalação do Windows 11. Com isso, o tempo de duração do procedimento, que pode superar uma hora, tende a cair drasticamente.

A Microsoft também prometeu assegurar que os botões “Desligar” e “Reiniciar” apareçam no Menu Iniciar quando houver atualizações pendentes de reinicialização para serem instaladas.

Na abordagem atual, essas circunstâncias fazem os botões “Atualizar e desligar” e “Atualizar e reiniciar” aparecerem com prioridade. O problema é que a reinicialização que instala as atualizações pode ser demorada. Então, se o usuário escolher “Desligar” ou “Reiniciar”, a atualização não será efetuada naquele momento.

Por fim, a Microsoft prometeu:

dar descrições mais claras sobre as atualizações disponíveis para Windows 11;

agrupar atualizações para que o usuário seja interrompido menos vezes quando elas surgirem;

reduzir o tempo de atualização e implementar mecanismos de recuperação automática em caso de falha durante o procedimento para garantir a segurança do sistema.

Botões Desligar e Reiniciar estão garantidos (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando as novidades do Windows Update serão liberadas?

Os incrementos do Windows Update começaram a ser liberados para usuários que participam do programa de testes Windows Insider, especificamente nos canais Dev e Experimental (novo, substituirá os canais Dev e Canary).

Ainda não há data definida para os novos recursos chegarem à versão final do Windows 11, mas isso deve ser feito no decorrer dos próximos meses.
Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Intel está vendendo chips de má qualidade que nem água

Intel está vendendo chips de má qualidade que nem água

Intel aproveita escassez para limpar estoques de chips inferiores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Intel está vendendo processadores de baixa qualidade que seriam normalmente descartados.
Empresa criou linhas de produtos com especificações limitadas para clientes corporativos.
Demanda por semicondutores, impulsionada pela expansão dos data centers de IA, fez com que big techs aceitassem chips com desempenho inferior.

A Intel parece ter encontrado uma alternativa altamente lucrativa para tentar contornar a crise global de chips gerada pela explosão da inteligência artificial. A gigante dos semicondutores passou a vender processadores que, em condições normais de mercado, seriam descartados como lixo eletrônico.

Essa estratégia impulsionou a receita da empresa e a ajudou a superar, com folga, as previsões de Wall Street no primeiro trimestre de 2026. Como aponta o portal Tom’s Hardware, segundo o relatório financeiro recém-divulgado, a receita total da companhia bateu a marca de US$ 13,6 bilhões, acima da projeção inicial de US$ 12,3 bilhões. Além disso, as ações da Intel registraram um salto de 28%, estabelecendo um novo recorde na bolsa.

A resposta para esse desempenho fora da curva não é uma nova arquitetura ou corte de gastos. O analista financeiro Ben Bajarin detalhou no X/Twitter que a margem subiu porque os clientes corporativos estão comprando CPUs “que poderiam ter sido descartadas”, gerando uma injeção de receita inesperada nos cofres da fabricante.

Reaproveitando “sucata”?

Na indústria de semicondutores, nem todo chip sai perfeito da linha de produção. Se um processador da Intel não atinge as especificações de desempenho para ser considerado um produto premium, a prática comum é a empresa reetiquetar a unidade e vendê-la como um componente de entrada, por um preço mais acessível (um processador Core i3 ou Celeron, por exemplo).

Contudo, existem unidades que não alcançam sequer esse padrão mínimo. Historicamente, esses chips eram classificados como sucata e iam direto para o descarte.

Mas o cenário mudou em 2026. Pressionada pela escassez de componentes, a Intel resgatou essas peças de baixíssima expectativa, criou linhas de produtos com especificações ainda mais limitadas e conseguiu vendê-las.

Estratégia de vender componentes que iriam para o lixo gerou bilhões (imagem: divulgação/Intel)

IA tem impactado o mercado de hardware

O atual momento do setor de tecnologia prova que as CPUs também voltaram a ser o centro das atenções. O grande motor dessa demanda é a infraestrutura pesada necessária para rodar cargas de trabalho de IA. A expansão acelerada dos data centers consome capacidade computacional em um ritmo feroz, sugando os estoques globais e inflando os preços.

No olho desse furacão estão os processadores Intel Xeon, projetados para servidores. A procura por essas CPUs segue em níveis críticos, estimulada por fabricantes como Dell, HP e Lenovo. Paralelamente, big techs como Microsoft, Google e Amazon continuam adquirindo esses chips em volumes elevados para ampliar suas próprias redes e infraestruturas de nuvem.

Para essas gigantes da tecnologia, o custo de manter a expansão de um data center paralisada por falta de peças é infinitamente maior do que o investimento em processadores de “qualidade inferior”. Aceitar chips com desempenho abaixo do ideal pode ter virado uma decisão estratégica de negócios.
Intel está vendendo chips de má qualidade que nem água

Intel está vendendo chips de má qualidade que nem água
Fonte: Tecnoblog

Sensor de impressão digital: o que é e como funciona o hardware de biometria

Sensor de impressão digital: o que é e como funciona o hardware de biometria

Saiba como os sensores de impressão digital se tornaram um importante aliado da segurança de celulares (imagem: Eng HS/Unsplash)O sensor de impressão digital utiliza a biometria para substituir senhas complexas por um toque rápido em celulares e notebooks. Por meio do mapeamento das cristas da pele, a tecnologia garante uma autenticação ágil, transformando a identidade biológica em uma chave digital única.O funcionamento ocorre quando o leitor de digital captura pontos específicos da pele, chamados minúcias, para criar um molde digital criptografado. Ao encostar o dedo no sensor, o sistema processa as informações em milissegundos, validando o acesso apenas se os dados coincidirem com o molde salvo.Atualmente, existem três tipos principais de sensores: os capacitivos, comuns em botões, e os ópticos, que iluminam a digital sob a tela. Já os ultrassônicos emitem ondas sonoras para criar imagens em 3D, oferecendo o nível mais alto de precisão e proteção contra fraudes.A seguir, conheça mais sobre os sensores de impressão digital, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos. Também saiba quais dispositivos costumam adotar esta tecnologia de segurança.ÍndiceO que é sensor de impressão digital?Qual é a função do sensor de impressão digital?Como funciona o sensor de impressão digitalO que fazer quando o sensor de impressão digital não funciona?Quais são os tipos de sensor de impressão digital?Quais dispositivos usam sensores de impressão digital?Existem alternativas aos sensores de impressão digital?O que é sensor de impressão digital?O sensor de impressão digital é um dispositivo de biometria que mapeia as cristas papilares do dedo para autenticar o acesso do usuário. Essa tecnologia converte padrões físicos em dados digitais criptografados, garantindo segurança ágil em smartphones e notebooks modernos.Qual é a função do sensor de impressão digital?O sensor de impressão digital atua na captura e processamento do padrão único de sulcos da pele para garantir uma autenticação ágil e segura em diversos sistemas. Essa tecnologia substitui senhas complexas por biometria e simplifica a verificação de identidade com alta precisão técnica e praticidade.No dia a dia, o recurso gerencia desde o desbloqueio de smartphones e notebooks até a validação de transações financeiras e controle de ponto. Além disso, sua confiabilidade é essencial para a segurança pública e a perícia forense moderna. Os sensores de impressão digital usam as minúcias das pontas dos dedos como uma senha única (Imagem: Reprodução/Pixabay)Como funciona o sensor de impressão digitalO sensor biométrico mapeia os padrões únicos de elevações e depressões da pele, convertendo padrões biológicos em um “templete” matemático criptografado. Esse molde digital serve como a identidade única que o sistema consultará em cada tentativa de desbloqueio ou acesso.No cadastramento, o hardware identifica as chamadas minúcias, pontos específicos onde as linhas da digital terminam ou se dividem. Essas coordenadas técnicas são isoladas e protegidas em uma área segura do processador para evitar vazamentos.Quando o dedo toca o sensor, o sistema inicia o “matching”, comparando a leitura atual com os dados armazenados quase instantaneamente. Algoritmos de precisão analisam se os pontos de contato batem perfeitamente com o registro original de segurança.Essa verificação pode ser individual (1:1) ou buscar em um banco de dados maior (1:N), dependendo da aplicação do dispositivo. O processo dura milissegundos, garantindo que o acesso seja liberado com agilidade ou bloqueado contra fraudes. Funcionamento de um sensor óptico de impressão digital (imagem: Reprodução/Medium)O que fazer quando o sensor de impressão digital não funciona?Existem algumas formas de solucionar eventuais problemas com o leitor biométrico do smartphone ou notebook. As principais são:Higienização técnica: utilize um pano de microfibra com álcool isopropílico para remover a oleosidade acumulada no sensor. Evite materiais abrasivos que risquem o componente;Reinicialização do sistema: force o reinício do aparelho para limpar erros temporários de software (glitches). Esse processo reinicia os drivers que fazem a ponte entre o hardware e o sistema operacional;Recadastramento digital: apague as digitais registradas nas configurações de segurança e cadastre-as novamente. Isso renova o banco de dados e corrige falhas de identificação causadas por mudanças na pele;Atualização de firmware: verifique se existem atualizações pendentes nas configurações do dispositivo. Fabricantes lançam correções constantes (patches) para otimizar o desempenho do leitor biométrico;Teste em Modo Seguro: inicie o dispositivo no Safe Mode para descartar interferências de apps de terceiros. Se o sensor funcionar normalmente aqui, algum aplicativo instalado recentemente é o culpado;Barreiras físicas: verifique se a película protetora está bem aderida ou se a capa não obstrui o sensor. Mãos excessivamente úmidas ou com resíduos de hidratante também impedem o escaneamento;Reset de fábrica: faça um backup dos arquivos importantes e realize o hard reset para restaurar os padrões de fábrica. Esta medida extrema elimina erros profundos que impedem a comunicação dos componentes;Assistência especializada: caso nenhuma etapa anterior funcione, procure o suporte oficial da fabricante. Problemas persistentes podem indicar danos físicos no módulo, exigindo a substituição técnica da peça. Sujeira ou eventuais glitches podem impedir o uso do sensor de impressão digital em celulares e notebooks (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)Quais são os tipos de sensor de impressão digital?Existem diferentes tecnologias de leitor de digital:Óptico: atua como uma câmera de alta resolução que fotografa as digitais iluminadas por LEDs. É o modelo mais acessível, porém mais suscetível a fraudes por utilizar somente imagens em 2D;Capacitivo: usa microcapacitores elétricos para medir a voltagem entre os relevos e sulcos do dedo. É o padrão da indústria pela sua alta velocidade e dificuldade de ser enganado por réplicas;Ultrassônico: emite ondas sonoras que criam um mapa 3D detalhado, atravessando até o vidro da tela. É o método mais seguro da atualidade e funciona com precisão mesmo em dedos suados ou sujos;Térmico: mapeia a digital, detectando a diferença de temperatura entre a pele em contato com o sensor e o ar. Trata-se de um componente muito compacto e eficiente, que consome o mínimo de bateria;Swipe (Varredura): uma variação do sensor capacitivo que exige que a pessoa deslize o dedo sobre uma superfície estreita. Comum em notebooks antigos, caiu em desuso pela falta de praticidade se comparado aos sensores de toque;Radiofrequência (RF): emite sinais de rádio de baixa intensidade para ler as camadas subdérmicas (abaixo da pele). É uma solução de nicho, voltada para durabilidade extrema em ambientes industriais ou agressivos. Diversos notebooks modernos já contam com sensores de impressão digital para a segurança (imagem: TheRegisti/Unsplash)Quais dispositivos usam sensores de impressão digital?Essas são as categorias de dispositivos que utilizam sensores de impressão digital:Smartphones: localizados sob a tela ou no botão na lateral, os sensores validam o acesso ao sistema e autorizam pagamentos por aproximação via NFC com rapidez;Notebooks e tablets: integrados ao botão de energia ou ao teclado, eles facilitam o login biométrico e eliminam a necessidade de digitar senhas complexas a todo momento;Scanners USB dedicados: periféricos de alta precisão utilizados em empresas e órgãos públicos para captar detalhes da pele e garantir a identificação civil segura;Controle de acesso físico: leitores instalados em portas ou paredes que gerenciam a entrada em prédios e o registro de ponto de funcionários, sendo praticamente impossíveis de burlar;Terminais de pagamento e ATMs: sensores embutidos em máquinas de cartão e caixas eletrônicos que cruzam dados para validar transações, reforçando a segurança bancária.Existem alternativas aos sensores de impressão digital?Sim, além do leitor de digital para autenticação, o reconhecimento facial e a leitura de íris ganharam espaço nos celulares modernos. Esses sensores de smartphone mapeiam pontos tridimensionais e padrões oculares via luz infravermelha para garantir autenticação rápida.Uma alternativa emergente é a biometria comportamental, que identifica o usuário pelo ritmo de digitação ou inclinação ao segurar o dispositivo. Essa tecnologia foca na segurança passiva, monitorando padrões de uso contínuos em vez de uma entrada única. Senhas complexas e tokens de segurança físicos continuam como métodos de contingência essenciais para a proteção de dados. Esses protocolos tradicionais são fundamentais para situações onde a leitura digital ou facial pode falhar temporariamente.Sensor de impressão digital: o que é e como funciona o hardware de biometria

Sensor de impressão digital: o que é e como funciona o hardware de biometria
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.
Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Chega de confusão nos ícones do Google

Chega de confusão nos ícones do Google

Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google planeja modificar os ícones dos aplicativos do Google Workspace, como Drive, Gmail e Fotos, para simplificar a identificação.
Os novos ícones terão cores sólidas e detalhes de iluminação, como o Google Meet que será amarelo, o Google Chat verde e o Google Calendar azul.
Os ícones dos apps de Documentos, Planilhas e Apresentações ganharão um novo design com detalhes de iluminação e bordas arredondadas.

Já te aconteceu de abrir a pasta “Google” no seu celular e tocar no ícone errado? A família de aplicativos ganhou uma coloração gradiente que confunde muitos usuários. Para resolver a situação, o Google planeja fazer uma modificação completa nos ícones de apps como Drive, Gmail e Fotos.

De acordo com o site especializado 9to5 Google, a ideia do Google é simplificar os ícones, de modo que os consumidores encontrem os apps com mais facilidade. Por exemplo, o Google Drive deve perder os detalhes em vermelho. Por sua vez, o app do Gmail deve ficar mais vermelho do que nunca, apesar de ainda estampar outras cores.

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

Quais são as mudanças visuais nos aplicativos?

Os ícones vazados pelo 9to5 Google indicam um redirecionamento em especial para o Google Meet, que fica completamente amarelo, o Google Chat, que adota o verde, e o Google Calendar, que ganha um ícone completamente azul.

Os ícones para os apps de Documentos, Planilhas e Apresentações — parte do Google Workspace — continuam predominantemente nas cores azul, verde e amarelo, respectivamente. No entanto, ganham um novo design, mais moderno, com detalhes de iluminação e bordas mais arredondadas.

Quando os novos ícones serão lançados?

Não sabemos quando os novos ícones vão entrar em ação ou se serão exatamente estes revelados em primeira mão pela imprensa internacional. De toda forma, fica a pergunta: você gostou do que viu? Conte para a gente nos comentários do Tecnoblog.
Chega de confusão nos ícones do Google

Chega de confusão nos ícones do Google
Fonte: Tecnoblog

Celular com tela de 120 Hz e NFC: Infinix Smart 10 por apenas R$ 687 no ML

Celular com tela de 120 Hz e NFC: Infinix Smart 10 por apenas R$ 687 no ML

Lançado no segundo semestre de 2025, o Infinix Smart 10 chegou ao mercado com o objetivo de atrair o público que procura um bom smartphone com um valor mais acessível.

Com um design chamativo, tela de 120 Hz e bateria de longa duração, esse interessante aparelho se torna uma excelente alternativa para quem deseja um celular mais barato, porém completo.

E, se você se encaixa nesse perfil, surgiu uma grande oportunidade, uma vez que o Infinix Smart 10 entrou em oferta no Mercado Livre e, por tempo limitado, pode ser adquirido por R$ 687 à vista!O Infinix Smart 10 está disponível na Mercadolivre por R$ 580. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 12 ofertas clique aqui. (atualizado em 26 de April de 2026, às 22:50)Clique aqui para ler mais

Celular com tela de 120 Hz e NFC: Infinix Smart 10 por apenas R$ 687 no ML
Fonte: Tudocelular

Perfeito para estudantes! Notebook Acer com ótimo preço em oferta imperdível na Shopee

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O Acer Aspire 5 é um notebook bastante equilibrado para quem busca desempenho confiável, seja para estudos ou trabalho. O modelo se destaca pelo seu design elegante em alumínio e hardware competente, algo que o diferencia de outros modelos na mesma faixa de preço.

Agora, o notebook está em oferta incrível na Shopee, custando R$ 2.604 no PIX, com cupom TECNOLOGIA R$100 OFF Nas compras acima de R$999, que deve ser resgatado neste link. Porém, no parcelamento, o valor sobe para R$ 2.840, mas pode ser dividido em até 12x no cartão de crédito.

Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Honor prepara lançamento do Play 80 Plus com Snapdragon 4 Gen 4 e visual premium

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A HONOR está prestes a expandir seu portfólio de celulares de entrada com o lançamento do Play 80 Plus. O dispositivo teve alguns detalhes da ficha técnica e design vazados recentemente na base de dados da China Telecom e chegará ao mercado como opção para consumidores que buscam alto custo-benefício.

Design e tela do novo Honor Play 80 Plus

Em geral, as novas informações detalham que o modelo terá um design bem parecido com os modelos base de iPhone, destacando o módulo de câmeras na vertical com duas lentes. A região traseira ainda traz um acabamento nas cores que mistura o azul e o branco, enquanto a parte da frente tem uma tela com bordas mais evidentes e câmera frontal em um furo.O painel deve ter 6,61 polegadas de tamanho com tecnologia LCD, enquanto o aparelho pode chegar com 8,29 mm de espessura.Clique aqui para ler mais

Honor prepara lançamento do Play 80 Plus com Snapdragon 4 Gen 4 e visual premium
Fonte: Tudocelular

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários

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O Google Fotos segue expandindo os recursos de inteligência artificial na plataforma, e uma nova ferramenta começa a aparecer para usuários ao redor do mundo. O botão chamado ‘Ajuste com IA’ (AI Enhance), integrado ao editor de imagens dentro da aba automática do app.

A nova ferramenta se posiciona ao lado das opções já conhecidas, como ‘Ajustar’ (Enhance) e Dinâmico (Dynamic), reforçando a estratégia da empresa de centralizar ajustes rápidos com ajuda de IA em um só lugar.

Clique aqui para ler mais

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários
Fonte: Tudocelular

Xiaomi 17T é certificado pela Anatel e deve ser lançado em breve no Brasil

Xiaomi 17T é certificado pela Anatel e deve ser lançado em breve no Brasil

Esperado como o próximo top de linha acessível da gigante, o Xiaomi 17T acaba de ser homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e está pronto para ser lançado no Brasil. Ainda envolvido em mistério, sem mesmo um prazo de lançamento global definido, o celular teve o visual e algumas das principais características reveladas pelos documentos, incluindo a bateria e a velocidade de carregamento.O novo smartphone atende pelo número de modelo 2602DPT53G e curiosamente é citado pelo nome, Xiaomi 17T, mesmo que a fabricante não tenha anunciado o aparelho em nenhuma região até o momento. Mais importante, os arquivos contam com uma quantidade significativa de informações do telefone, começando por fotos.

De acordo com as imagens da agência, não teremos grandes mudanças de design em relação ao antecessor, o Xiaomi 15T. O corpo deve manter as laterais retas, os cantos arredondados e o módulo de câmeras quadrado, em que é possível notar a presença de 3 lentes, incluindo o que parece ser uma telefoto periscópio.Clique aqui para ler mais

Xiaomi 17T é certificado pela Anatel e deve ser lançado em breve no Brasil
Fonte: Tudocelular