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Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Geekbench 7, lançado pela Primate Labs, oferece testes de CPU e GPU mais realistas para avaliar desempenho de dispositivos;
novidade inclui novos testes para codificação de mídia, ray tracing, física em jogos e suporte a CUDA para chips Nvidia, por exemplo;
Geekbench 7 está disponível para Windows, macOS, Linux, Android e iOS, com uma versão gratuita para uso pessoal e uma versão Pro por US$ 79 até 6 de agosto de 2026.

Se você gosta ou precisa avaliar o desempenho de celulares, tablets, PCs e Macs, atenção: a Primate Labs lançou o Geekbench 7 recentemente. A nova versão da popular ferramenta de benchmark traz recursos para permitir que testes de CPU e GPU sejam feitos de modo ainda mais realista.

Entenda como “realista” a execução de benchmarks que simulam, tanto quanto possível, o uso real dos dispositivos avaliados.

Nesse sentido, o Geekbench 7 passa a fazer testes multithread de CPU apenas com base em aplicações que, de fato, usam múltiplos threads. Isso explica a remoção do teste de HTML5 que ativava todos os threads, pois, na “vida real”, navegadores usam apenas uma ou poucas dessas unidades para tal fim.

Em contrapartida, a nova versão introduz cargas de trabalho para codificação ou processamento de áudio e vídeo que correspondem à rotina de usuários que fazem videochamadas ou compartilhamento de tela, por exemplo.

Com relação a GPUs, o Geekbench 7 traz mudanças para permitir que esse tipo de componente seja mais bem avaliado em aplicações que vão além de jogos, principalmente atividades que envolvem aprendizagem de máquina e criação de conteúdo.

Para tanto, os novos recursos incluem testes de rastreamento de rosto ou aplicação de filtros em tempo real, que ajustam a resolução de imagens por meio de aprendizagem de máquina e desfocam a cena de fundo em chamadas de vídeo, por exemplo.

Também há testes baseados em processamento de imagens RAW, ray tracing, simulação de fluidos e correção de cores de vídeo baseada em LUT (uma espécie de ajuste rápido de cores nas imagens).

Ainda sobre GPUs, outras novidades incluem um teste baseado no Jolt Physics (uma biblioteca que simula fenômenos físicos que é muito usada em jogos) e suporte a uma API para CUDA, de modo a ser possível fazer benchmarks mais consistentes com chips gráficos da Nvidia.

Geekbench 7 para Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para quais sistemas operacionais o Geekbench 7 está disponível?

O Geekbench 7 tem versões para Windows, macOS, Linux, Android e iOS. A ferramenta é gratuita para uso pessoal.

A versão Pro, que traz recursos mais avançados e dá abertura a fins comerciais, custa US$ 99 (R$ 505 na conversão direta), mas sai por US$ 79 (R$ 404) até 6 de agosto de 2026.
Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas
Fonte: Tecnoblog

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Android 7.0 agora é requisito mínimo exigido pelo Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google encerrou o suporte ao Android 6.0, também conhecido como Marshmallow.
O sistema não receberá mais atualizações do Google Play Services, o que aumenta sua vulnerabilidade a ataques.
O WhatsApp ainda é compatível com o Android 6.0 e continuará funcionando.

O Google encerrou oficialmente o suporte ao Android 6.0. De forma discreta, a empresa passou a exigir o Android 7.0 Nougat como versão mínima para que serviços essenciais continuem funcionando.

A mudança acontece quase 11 anos após o lançamento do Marshmallow, em 2015, tornando-o a versão do Android com o ciclo de suporte mais longo da história do sistema até agora. O sistema adicionou suporte para USB-C e leitores de impressão digital.

A medida atinge principalmente o Google Play Services, que atua em segundo plano conectando aplicativos a recursos do Google, como serviços de localização, autenticação e notificações, além de distribuir ferramentas de segurança sem depender de uma atualização completa do sistema operacional.

O que muda para quem ainda usa o Android 6.0?

Android 6.0 Marshmallow teve o suporte mais longo até aqui (imagem: Takahiro Yamagiwa/Flickr)

Com a perda do suporte, a maior consequência é o fim do recebimento de atualizações críticas. Dispositivos estacionados no Android 6.0 não receberão mais os pacotes do Google Play Protect, que atua como a defesa nativa da plataforma.

Para o dono de um celular antigo, a boa notícia é que o aparelho não deixará de funcionar de vez. Funções básicas de telefonia, como realizar e receber chamadas de voz, enviar SMS e utilizar o alarme, continuam operando normalmente. O problema real é usar a internet ou serviços críticos em um smartphone defasado, o que expõe o usuário a novas vulnerabilidades.

A indústria de aplicativos já começou a aderir às novas exigências do Google. No início deste mês, a equipe por trás do jogo móvel Art of War 3: Global Conflict publicou um aviso no Facebook confirmando o fim da compatibilidade com o sistema antigo.

No comunicado, os desenvolvedores explicaram que a arquitetura do Android 6.0 impede a implementação de recursos modernos. O estúdio recomendou que os jogadores atualizem o sistema pelo menos para a versão 7.0 ou comprem um aparelho novo.

WhatsApp ainda roda no Android 6.0?

Usar o WhatsApp em um sistema desprotegido representa um risco (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

A resposta é sim, pelo menos por enquanto. De acordo com as informações mais recentes da página de suporte da Meta, o mensageiro continua operando normalmente no Marshmallow. Na verdade, o Android 6.0 se tornará o requisito mínimo oficial exigido pelo WhatsApp apenas a partir de 8 de setembro de 2026, data em que as versões 5.0 e 5.1 do sistema perderão o acesso definitivo ao serviço.

No entanto, é importante ressaltar que utilizar um aplicativo de mensagens em um sistema operacional tão defasado representa um risco considerável, já que as falhas de segurança do aparelho não serão mais corrigidas.

Aplicativos do Google param de funcionar

O corte do Android 6.0 ocorreu junto a uma escalada nas exigências de aplicativos oficiais. Conforme destacado em uma publicação do Reddit, outras ferramentas populares ganharam restrições severas nos últimos dias.

O aplicativo oficial do YouTube, por exemplo, agora exige no mínimo o Android 10 para rodar de forma nativa. Isso significa que smartphones parados no Android 9 já não receberão os updates da plataforma de vídeos. O aplicativo principal de buscas, o Google App, deu um salto ainda mais agressivo. O requisito mínimo de instalação passou do Android 9 para o Android 11.

Em relação ao Gmail, há divergência de informações. Enquanto relatos no Reddit apontam que o Android 7.0 passou a ser o requisito mínimo, o portal Android Authority ressalta que, por ora, ainda há compatibilidade com o Android 6.0.

Como verificar e atualizar o Android?

Para quem tem dúvidas sobre o status do próprio aparelho, o processo de verificação é simples:

Abra o aplicativo “Configurações” do telefone;

Role a tela e selecione “Sobre o telefone” (ou menu semelhante, a depender da fabricante);

Clique em “Versão do Android”.

Seguindo os passos, também é possível conferir a data do último patch de segurança. Caso a versão exibida seja a 6.0 ou inferior, o usuário pode procurar manualmente por atualizações disponíveis. Já mostramos aqui no TB como o processo funciona.
Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos
Fonte: Tecnoblog

Com truco, sinuca e cachorro caramelo, jogo brasileiro de bar ganha data de lançamento

Com truco, sinuca e cachorro caramelo, jogo brasileiro de bar ganha data de lançamento

O cenário indie nacional se prepara para um lançamento que traduz a cultura popular diretamente para as telas do PC. A desenvolvedora Luski Game Studio, em parceria com a distribuidora CriticalLeap, confirmou que o multiplayer Capote deixará o período de Acesso Antecipado para estrear sua versão 1.0 no dia 20 de agosto na Steam.

Inspirado no ambiente caótico e descontraído dos bares brasileiros, o título reúne de dois a seis jogadores em partidas que mesclam estratégia, blefe e a tradicional provocação entre amigos.O ciclo em Acesso Antecipado serviu para a equipe lapidar o projeto com base nos comentários diretos dos jogadores. Durante esse estágio, a desenvolvedora adicionou bares temáticos, aprimorou as opções de customização das salas e incluiu o modo 21 da Bete, além de integrar dois novos personagens ao elenco.Clique aqui para ler mais

Com truco, sinuca e cachorro caramelo, jogo brasileiro de bar ganha data de lançamento
Fonte: Tudocelular

O melhor emulador de PS2 no Android acaba de receber suporte à jogabilidade em rede

O melhor emulador de PS2 no Android acaba de receber suporte à jogabilidade em rede

O ARMSX2 recebeu nos últimos dias uma atualização importante para quem deseja jogar títulos de PlayStation 2 com outras pessoas no Android. A versão 2.6.5.1 introduziu o Local Link, recurso compatível com os modos LAN e System Link presentes em dezenas de jogos do console.

Disponibilizada pelo GitHub e pela Google Play Store, a novidade permite conectar dois ou mais celulares pela mesma rede Wi-Fi ou por um ponto de acesso móvel. Partidas pela internet também podem funcionar, mas exigem uma conexão direta com o anfitrião, geralmente estabelecida por meio de uma VPN.O System Link surgiu como uma alternativa ao multiplayer online durante a geração do PlayStation 2. A tecnologia permitia conectar dois ou mais consoles pela rede local, com cada participante utilizando sua própria televisão, aparelho e cópia do jogo.Clique aqui para ler mais

O melhor emulador de PS2 no Android acaba de receber suporte à jogabilidade em rede
Fonte: Tudocelular

De volta ao MSN! Snapchat agora permite compartilhar a música que você está escutando

De volta ao MSN! Snapchat agora permite compartilhar a música que você está escutando

O Snapchat começou a liberar nesta segunda-feira (27) o Now Playing, recurso capaz de mostrar no Snap Map a música ouvida pelo usuário em tempo real. A novidade estreia integrada ao Spotify e pretende transformar o mapa da rede social em mais um espaço para expressão pessoal e descoberta musical.

Disponível nos países onde Snapchat e Spotify operam, com chegada posterior ao Canadá, a função lembra os tempos do MSN Messenger, quando o programa exibia a faixa reproduzida no computador. Agora, amigos poderão conferir a trilha sonora do dia diretamente pelo mapa do aplicativo.Para utilizar o recurso, o usuário precisa vincular sua conta do Spotify ao Snapchat e escolher quem poderá acompanhar sua atividade musical. Depois da ativação, a faixa em reprodução aparecerá no Snap Map para as pessoas autorizadas.Clique aqui para ler mais

De volta ao MSN! Snapchat agora permite compartilhar a música que você está escutando
Fonte: Tudocelular

Huawei Matebook Pro PC tem novo chip Kirin XE90 vazado antes do lançamento

Huawei Matebook Pro PC tem novo chip Kirin XE90 vazado antes do lançamento

A Huawei deve anunciar um novo MateBook Pro PC em breve e nele devemos encontrar o novo chip Kirin XE90, uma versão aprimorada do Kirin X90 com mais poder para executar tarefas pesadas. Os detalhes da nova plataforma foram divulgados hoje por uma confiável informante da rede social chinesa Bilibili.De acordo com o vazamento, o Kirin XE90 terá 10 núcleos distribuídos da seguinte forma:


4 núcleos de altíssima performance LinXi 121 de 2,45 GHz com 1 MB de cache L2
4 núcleos de alta performance LinXi 121 de 2,1 GHz com 1 MB de cache L2
2 núcleos de economia de energia LinXi 120 de 2,15 GHz com 512 KB de cache L2


Isto significa que o Kirin XE90 será consideravelmente mais poderoso que o atual Kirin X90A.Clique aqui para ler mais

Huawei Matebook Pro PC tem novo chip Kirin XE90 vazado antes do lançamento
Fonte: Tudocelular

Casio adota carbono e novos relógios G-Steel vazam com visual refinado e apenas 58g

Casio adota carbono e novos relógios G-Steel vazam com visual refinado e apenas 58g

A linha G-Steel da Casio está prestes a receber novidades. Após os primeiros vazamentos de especificações, surgiram na rede renderizações em alta definição dos novos modelos GST-B1000 com pulseira de resina, revelando detalhes minuciosos de acabamento, ergonomia e construção interna que as listagens anteriores não permitiam visualizar.

As imagens compartilhadas pelo perfil @geesgshock no Instagram confirmam atualizações estratégicas em relação aos modelos padrão da série, focando em usabilidade e redução extrema de massa sem abrir mão da tradicional resistência da divisão G-Shock.O mostrador do GST-B1000 mantém a identidade visual carregada e funcional da linha. No lado esquerdo, destaca-se o subdisco para os dias da semana, integrado a indicadores de alarme, cronômetro, temporizador e um seletor dedicado. À direita, um mostrador secundário exibe o formato de 24 horas, acompanhado da janela de data às 5 horas e de um fundo com textura ranhurada horizontal logo abaixo do logotipo.Clique aqui para ler mais

Casio adota carbono e novos relógios G-Steel vazam com visual refinado e apenas 58g
Fonte: Tudocelular

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Uso de IA no trabalho preocupa, mas pesquisa do Google aponta caminho contrário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google realizou uma pesquisa sobre o uso do Gemini no mercado de trabalho e concluiu que a inteligência artificial é mais utilizada nas tarefas do que para cumprir funções, com apenas 3% dos casos analisados envolvendo uso massivo de IA no trabalho.
A pesquisa, que analisou 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o IA, mostrou que 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini e 86% das interações são para tarefas fora do trabalho.
O que o uso de IA no justifica a substituição de humanos de IA, e que a tecnologia funciona mais como ferramenta do que meioação, de acordo com o

O Google publicou uma pesquisa em que analisa o uso do Gemini no mercado de trabalho. O tema é uma grande preocupação para profissionais de diferentes áreas, sobretudo por causa de empresas que desejam substituir funcionários por inteligência artificial. Segundo o estudo, a ferramenta é mais utilizada para auxiliar nas tarefas do que para cumprir funções: apenas 3% dos casos analisados envolvem uso massivo de IA no trabalho, enquanto 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini.

Outro dado que corrobora isso é a porcentagem de interações que buscam automatizar completamente determinadas atividades, com 10% das conversas em trabalhos considerados “cognitivos”. Portanto, as soluções são pensadas pelos funcionários em sua maioria, e depois executadas em algum nível usando IA. As consultas ao Gemini também são mais voltadas para o dia a dia: 86% delas envolvem tarefas fora do trabalho.

O levantamento seguiu a metodologia ATLAS (Activity, Task, Landscape and Adoption Study), e analisou consultas feitas no Gemini. Ao todo, foram 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o modelo de IA como alternativa. De acordo com o The Wall Street Journal, os resultados indicam que um bom uso da tecnologia pode, inclusive, valorizar os trabalhadores.

Substituição por IA e temor no mercado de trabalho

São muitos os casos de demissões em massa sob a justificativa de que a inteligência artificial está mudando a lógica de trabalho, principalmente por conta das automações. Segundo dados da plataforma Layoffs.fyi, já são mais de 120 mil cortes apenas considerando companhias de tecnologia.

Amazon, Meta e Microsoft (foto) já anunciaram demissões em massa por “reestruturações internas” (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mais recentemente, a Microsoft anunciou 4,8 mil demissões, cerca de 2,1% da força de trabalho em todo o mundo. Antes disso, em janeiro, foi a vez da Amazon, que demitiu cerca de 30 mil pessoas e comunicou que “o mundo está mudando mais rápido do que nunca”. Empresas como a Meta também tiveram casos semelhantes.

Uma pesquisa divulgada em fevereiro indicou que muitas empresas estavam usando a IA como justificativa para demissões já planejadas, inclusive sem ter a automação necessária para substituir esses funcionários.

Comportamento profissional com IA não justifica substituição

No estudo divulgado pelo Google, não há dados sobre automações que justifiquem a substituição de humanos por agentes de IA. Muitos técnicos usam o Gemini para consultar detalhes específicos de suas áreas, por exemplo, como forma de auxiliar em serviços de elétrica, construção, entre outros.

De acordo com o Axios, existem também algumas lacunas importantes a serem consideradas. O estudo não leva em conta modelos do Gemini como Enterprise e Workspace, com agentes focados em tarefas de trabalho, já que os acessos são privados. Dessa forma, é possível que já existam automações que não foram consideradas no estudo.

Pesquisa do Google sobre o uso do Gemini destrincha comportamento de profissionais com a IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O levantamento destaca ainda que o uso de IA está mais relacionado a cargos de liderança em regiões com alto poder aquisitivo. Em números, o Google fala em um aumento no uso de IA de 2,5% a cada 1% de aumento na faixa salarial.

Outro destaque que corrobora a ideia de que as IAs não estão “substituindo” os trabalhadores é o tipo de uso do Gemini: 86% das interações analisadas envolvem atividades gerais, e não necessariamente envolvem trabalho. Em sua maioria, são dicas de cozinha e limpeza, além de dúvidas sobre serviços governamentais, por exemplo.

A verdade é que, pela análise, a maior parte das ocupações não tem um grande volume de uso de IA. Apenas 3% dos casos analisados envolvem um uso massivo, aplicado a mais de 75% das tarefas realizadas – aqui, principalmente em trabalhos que envolvem estatística, programação, entre outros exemplos mais voltados para matemática.

Com essas informações, o Google conclui que a IA funciona mais como ferramenta que meio de automação, necessariamente. Considerando o mercado estadunidense, por exemplo, a empresa afirma que 80% dos trabalhadores têm pelo menos 10% das atividades laborais afetadas pela IA, mas isso não significa uma automação dos processos que justifique a substituição de humanos pelos LLMs.
Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas
Fonte: Tecnoblog

Sem custo extra! Claro tv+ inclui canal Combate no pacote básico e muda numeração

Sem custo extra! Claro tv+ inclui canal Combate no pacote básico e muda numeração

A Claro tv+ vai realizar uma mudança para os fãs de esportes de luta. O Combate deixará de ser ofertado como pay-per-view (PPV) e passará a integrar a grade do pacote básico da operadora a partir do dia 30 de julho.

A novidade já aparece sinalizada no site Line-UP e, de acordo com relatos de clientes na internet, tem sido comunicada aos assinantes da emissora esportiva pela própria provedora nos últimos dias, por meio de notificação no sistema.Além disso, haverá uma mudança na numeração do canal. Ele deixará o VC 740 e passará ao VC 533. Assim, ele ficará mais próximo na grade dos demais sinais do Grupo Globo no segmento, como a Ge TV (536) e o SporTV (537-539).Clique aqui para ler mais

Sem custo extra! Claro tv+ inclui canal Combate no pacote básico e muda numeração
Fonte: Tudocelular

LibreOffice 26.2.5 é lançado com correções de bugs e mais estabilidade

LibreOffice 26.2.5 é lançado com correções de bugs e mais estabilidade

A The Document Foundation anunciou na última sexta-feira (24) a disponibilidade geral do LibreOffice 26.2.5. Esta se trata da quinta atualização de manutenção da série de suítes de escritório LibreOffice 26.2.

O lançamento traz a resolução de erros identificados por usuários e melhorias de estabilidade desenvolvidas pela comunidade de programadores, engenheiros de controle de qualidade e empresas do ecossistema. A orientação da empresa é para os usuários de versões anteriores realizarem a atualização imediata para a nova edição.Disponibilizada sete semanas após a 26.2.4, o update 26.2.5 resolve um total de 21 falhas. Os detalhes sobre as alterações com a instalação constam nos registros de modificações das versões RC1 e RC2.Clique aqui para ler mais

LibreOffice 26.2.5 é lançado com correções de bugs e mais estabilidade
Fonte: Tudocelular