Tag: artigos

EUA barram modelos da Anthropic por segurança nacional

EUA barram modelos da Anthropic por segurança nacional

Fable 5 foi desativado após ordem dos Estados Unidos (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O governo dos EUA determinou restrições aos modelos de IA Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, alegando preocupações com a segurança nacional.
A decisão foi justificada por uma demonstração técnica que mostrou um método para burlar os protocolos de segurança do Fable 5, permitindo a identificação de falhas ocultas em softwares que poderiam ser usadas para ataques cibernéticos.
A Anthropic contestou a medida, considerando-a “desproporcional”, e iniciou um processo de reembolso para os assinantes afetados, enquanto busca resolver a questão com o governo.

O governo dos Estados Unidos tomou uma decisão drástica e sem precedentes na indústria americana de IA: aplicou uma sanção contra os modelos Fable 5 e Mythos 5. Em teoria, trata-se de um controle de exportação, mesmo mecanismo aplicado aos chips mais poderosos da Nvidia, por exemplo. Na prática, a Anthropic realizou o bloqueio total das ferramentas para todos os usuários. A medida está em vigor há quase 48 horas.

O Departamento de Comércio americano justificou a decisão com alegações de proteção à segurança nacional. Já a Anthropic classificou a imposição como “desproporcional”.

Por que os EUA estão preocupados?

A raiz do bloqueio foi uma demonstração técnica que chegou às mãos de autoridades americanas. De acordo com relatos da imprensa internacional, a Amazon teria documentado um método capaz de burlar os protocolos de segurança do Fable 5. Seria uma espécie de jailbreak.

Esta instrução forçava o modelo a ler códigos-fonte de terceiros e a identificar falhas ocultas em softwares. Considerando o potencial uso dessas informações para facilitar ataques cibernéticos em grande escala, a ordem inicial era barrar imediatamente o acesso aos sistemas por qualquer cidadão estrangeiro, tanto dentro quanto fora do território estadunidense.

Fable 5 está “atualmente indisponível” no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No entanto, como a Anthropic não possui meios técnicos de verificar a nacionalidade de cada usuário conectado em tempo real, a única alternativa legal para cumprir a determinação do governo foi desligar os serviços globalmente, cortando o acesso de centenas de milhares de clientes.

Diferença entre os modelos suspensos

O Mythos 5, apresentado em abril, é a IA mais poderosa da Anthropic. Justamente por sua habilidade de encontrar vulnerabilidades em sistemas operacionais e navegadores, ele nunca foi liberado ao público geral. Em vez disso, operava sob um programa fechado, disponibilizado apenas para organizações como Apple, Google, Microsoft e CrowdStrike para uso em projetos de cibersegurança defensiva.

Já o Fable 5 foi lançado na última semana como a grande aposta comercial da Anthropic para o consumidor final. Trata-se de uma versão adaptada do Mythos com filtros de proteção para bloquear respostas em áreas de alto risco, como a criação de malware. Testes de benchmark realizados no mercado o classificaram como o modelo de IA mais avançado disponível ao público até o momento da suspensão. Modelos de gerações anteriores, como o Opus 4.8, Sonnet e Haiku, seguem operando normalmente.

Usuários foram pegos de surpresa com o bloqueio do Fable 5 dias após o lançamento (imagem: reprodução)

O que diz a Anthropic?

Apesar de obedecer à determinação legal, a empresa demonstrou frustração. Em um longo comunicado, um dos argumentos defendidos foi de que a capacidade de ler códigos e apontar falhas já é uma realidade na indústria e existe em modelos concorrentes, como o GPT-5.5 da OpenAI.

A remoção repentina gerou um caos no atendimento ao cliente. Clientes que haviam comprado assinaturas dos planos premium (Pro, Max, Team e Enterprise) para testar a nova IA agora exigem a devolução do dinheiro. A Anthropic iniciou um processo de reembolso válido até o fim de junho, mas o caminho esbarra em burocracias. A solicitação deve ser feita pelo navegador no PC. Além disso, quem assinou o serviço pelo iOS precisa resolver a questão com a Apple.

Por fim, a Anthropic afirmou que busca esclarecer o mal-entendido com o governo para restaurar o acesso o mais rápido possível.

Até o momento, não há nenhuma previsão para que o Fable e o Mythos sejam novamente disponibilizados ao público.

Assunto repercute no mundo

Henna Virkkunen foi entrevistada no Web Summit Rio (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Diversas nações estão acompanhando a medida dos Estados Unidos com atenção, num momento de ebulição das questões geopolíticas na inteligência artificial. Enquanto os americanos e chineses disputam pelo desenvolvimento dos modelos mais poderosos, o restante do planeta se pergunta como manter-se atualizado com a IA, criar ferramentas locais e garantir a soberania digital.

O ex-ministro do interior da França Bruno Retailleau disse que o bloqueio é “um sinal de alerta” na corrida da IA. “Uma nação que depende de outras para sua tecnologia é uma nação que pode ser desconectada do dia para a noite”, declarou o político, que já se colocou para a eleição presidencial de 2027.

Outras lideranças políticas da França e da Inglaterra tiveram falas similares.

Não custa lembrar: na semana passada, a vice-presidente executiva da Comissão Europeia para Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, Henna Virkkunen, defendeu a construção de alianças fora do eixo EUA-China. Ela criticou a dependência de tecnologias externas. Depois da entrevista durante o Web Summit Rio, Virkkunen viajou a Brasília e assinou um acordo com o governo brasileiro.

EUA barram modelos da Anthropic por segurança nacional

EUA barram modelos da Anthropic por segurança nacional
Fonte: Tecnoblog

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas

O YouTube caminha para atingir números impressionantes de audiência global, mas a Netflix segue firme na liderança quando o assunto envolve assinaturas pagas. A conclusão aparece em um novo estudo da Omdia, que analisou o cenário atual do mercado de streaming e projetou seu crescimento até 2031.

Segundo as estimativas, a plataforma do Google deve alcançar cerca de 2,7 bilhões de usuários ativos mensais já em 2026. Apesar desse alcance gigantesco, a Netflix continuará ocupando o topo entre os serviços baseados em assinatura, ampliando ainda mais sua vantagem sobre os concorrentes.Atualmente, a Netflix possui pouco mais de 300 milhões de assinantes em todo o mundo. A previsão da Omdia aponta para um crescimento consistente ao longo dos próximos anos, permitindo à empresa chegar a aproximadamente 396,2 milhões de clientes até 2031.Clique aqui para ler mais

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas
Fonte: Tudocelular

Motorola Moto G67 tem queda brusca de preço e aparece em oferta imperdível

Motorola Moto G67 tem queda brusca de preço e aparece em oferta imperdível

Quem busca um celular intermediário com 5G, tela AMOLED e câmera de qualidade encontrou uma oportunidade interessante neste domingo. O Motorola Moto G67 5G entrou em promoção no Mercado Livre e aparece com preço bem abaixo do praticado no lançamento.

A oferta contempla a versão na cor chumbo com 128 GB de armazenamento e até 12 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. O aparelho sai por R$ 1.026,08 à vista no Pix ou R$ 1.207,15 parcelado em até 10 vezes no cartão de crédito, tornando-se uma alternativa atraente para quem deseja trocar de smartphone sem gastar muito. Smartphone Motorola Moto G67 5g – 128gb 12gb (4gb Ram + 8gb Ram Boost) Camera 50mp Sony Lytia 600, Tela 1.5k Extreme Amoled 120hz, Ultrarresistente – Chumbo

Mercadolivre

R$1.026 Ver Oferta

Sobre o Motorola Moto G67Um dos principais destaques do Moto G67 está na tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas. O painel combina resolução Super HD 1.5K, brilho de até 5.000 nits e taxa de atualização de 120 Hz, características capazes de entregar imagens mais nítidas, cores vibrantes e excelente visibilidade mesmo sob luz intensa.O Motorola Moto G67 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.026. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 17 ofertas clique aqui. (atualizado em 14 de June de 2026, às 04:12)Clique aqui para ler mais

Motorola Moto G67 tem queda brusca de preço e aparece em oferta imperdível
Fonte: Tudocelular

realme C73 entra em oferta relâmpago e aparece por menos de R$ 700

realme C73 entra em oferta relâmpago e aparece por menos de R$ 700

Quem procura um celular básico com bateria de longa duração encontrou uma oportunidade interessante neste domingo. O realme C73 entrou em oferta relâmpago no Mercado Livre e pode ser adquirido por um valor abaixo da faixa dos R$ 700, condição válida por tempo limitado.

A promoção contempla a versão com 128 GB de armazenamento, 4 GB de RAM e acabamento na cor verde. O aparelho sai por R$ 692,10 à vista no Pix, enquanto o parcelamento eleva o preço para R$ 769 em até 10x no cartão de crédito. Segundo o anúncio, a oferta termina em cerca de uma hora e meia. Celular Smartphone Realme C73 128gb 4gb Ram Dual Sim 120hz 6000mAh Verde
Mercadolivre
R$692 Ver Oferta

Sobre o realme C73Um dos principais atrativos do realme C73 está na autonomia. O smartphone traz bateria de 6.000 mAh, capacidade superior à encontrada em muitos concorrentes da categoria. A fabricante promete longos períodos longe da tomada, além de carregamento rápido de 45 W para reduzir o tempo de espera.O realme C73 está disponível na Mercadolivre por R$ 692. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 5 ofertas clique aqui. (atualizado em 14 de June de 2026, às 00:28)Clique aqui para ler mais

realme C73 entra em oferta relâmpago e aparece por menos de R$ 700
Fonte: Tudocelular

Pokémon GO: desenvolvedora nega que dados de jogadores estão treinando drones militares

Pokémon GO: desenvolvedora nega que dados de jogadores estão treinando drones militares

A desenvolvedora responsável pela tecnologia criada a partir dos dados de localização do Pokémon GO negou rumores que apontavam uma suposta utilização das informações dos jogadores para treinar drones militares dos Estados Unidos. A polêmica ganhou força após uma reportagem publicada pelo portal holandês Trouw.

Segundo o relatório, cerca de 30 bilhões de escaneamentos realizados por usuários dos jogos da Niantic teriam contribuído para o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial voltados para navegação autônoma. A publicação sugeria ainda uma possível ligação entre essa tecnologia e aplicações militares.Não é de hoje que Pokémon GO se envolve em polêmica quanto ao uso de dados registrados pelos jogadores. A origem dos supostos dados para treinar drones militares dos Estados Unidos remonta ao recurso de escaneamento em realidade aumentada disponível no jogo desde 2021. Na época, alguns jogadores podiam registrar PokéStops utilizando a câmera do celular e recebiam recompensas dentro do jogo, como Poké Bolas especiais, Doces Raros e outros itens.Clique aqui para ler mais

Pokémon GO: desenvolvedora nega que dados de jogadores estão treinando drones militares
Fonte: Tudocelular

Trump diz que Anthropic não corrigiu falha usada por grupo chinês antes do bloqueio

Trump diz que Anthropic não corrigiu falha usada por grupo chinês antes do bloqueio

A disputa entre a Casa Branca e a Anthropic ganhou um novo capítulo neste fim de semana. David Sacks, conselheiro do governo Trump para ciência e tecnologia, afirmou que a empresa foi alertada sobre uma falha de segurança em seus modelos de inteligência artificial mais recentes, mas teria se recusado a corrigir o problema antes da imposição de restrições federais.

As declarações surgem poucos dias após a Anthropic desativar globalmente os modelos Claude Fable 5 e Claude Mythos 5. A medida ocorreu em resposta a uma ordem de controle de exportação emitida pelo governo dos Estados Unidos, que proibiu o acesso às tecnologias por cidadãos estrangeiros, independentemente de estarem dentro ou fora do país.Segundo David Sacks, um parceiro considerado confiável tanto pela Anthropic quanto pelo governo identificou um método capaz de contornar as proteções do Claude Fable 5. O suposto jailbreak permitiria acessar capacidades avançadas de segurança cibernética presentes no Mythos 5, modelo utilizado como base para a versão comercial.Clique aqui para ler mais

Trump diz que Anthropic não corrigiu falha usada por grupo chinês antes do bloqueio
Fonte: Tudocelular

Malware cita armas nucleares, engana IA e invade servidores

Malware cita armas nucleares, engana IA e invade servidores

O Hades burla varreduras para roubar credenciais e chaves de servidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O malware Hades utiliza técnica de injeção de prompt para invadir servidores, inserindo textos sobre armas nucleares para confundir IAs de segurança e roubar credenciais de acesso.
37 pacotes Python e 106 pacotes JavaScript já foram contaminados.
Especialistas alertam que a prevenção depende de cuidados básicos de segurança cibernética, como checar a autoria dos arquivos e análise humana do código-fonte.

Engenheiros de software, cientistas de dados e desenvolvedores que trabalham com inteligência artificial estão na mira de uma nova ameaça cibernética chamada Hades. O golpe foca em plataformas onde os profissionais baixam pacotes de códigos para usar em projetos e usa uma técnica conhecida como injeção de prompt, que insere um texto no meio do código exigindo instruções para criar armas biológicas e nucleares.

O objetivo dessa tática é confundir as IAs que escaneiam o arquivo em busca de vírus. Quando um bot tenta ler o pedido sobre armas, ela trava por questões de segurança, e a verdadeira ameaça passa despercebida para o computador da vítima ou os servidores de uma empresa.

Como um texto sobre armas nucleares engana uma IA?

A resposta está nos filtros éticos integrados aos modelos de linguagem. Quando os hackers escondem o malware dentro do pacote que o desenvolvedor vai baixar, eles inserem um comentário de texto direcionado ao sistema de segurança exigindo um passo a passo para fabricar uma arma de destruição em massa.

Ao se deparar com o pedido proibido, o mecanismo da IA entra em ação na hora, travando e abortando a leitura do documento. Como a verificação para na metade, a parte final do código, que é onde o vírus está escondido, dribla a análise.

Se um desenvolvedor perguntar à IA se o pacote recém-baixado está livre de vírus, ele receberá um falso “sinal verde”, simplesmente porque o arquivo não foi examinado até o fim.

Scanners de segurança baseados em IA viraram alvo de cibercriminosos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que o vírus rouba e como domina os servidores?

Enganar o antivírus de IA é apenas o primeiro passo. Segundo um relatório da plataforma de segurança Socket.dev, o alvo dos criminosos não é apenas o computador do funcionário que baixou o pacote infectado. Assim que se instala, o malware Hades vasculha a máquina do desenvolvedor atrás de credenciais de alto escalão, caçando chaves de acesso e senhas temporárias de servidores na nuvem, como os da AWS.

Com esses dados na mão, os invasores conseguem pular do computador de um único engenheiro para toda a infraestrutura de uma empresa.

Como se proteger?

Até agora, especialistas estimam que 37 pacotes Python e 106 pacotes JavaScript já foram contaminados por essa onda de ataques. Ainda assim, o sucesso do golpe depende de descuido humano. Embora os alvos sejam profissionais qualificados, muitos acabam esquecendo de regras básicas de segurança cibernética e baixam os arquivos sem checar quem o verdadeiro autor.

Para as equipes de segurança, a lição que fica é que a inteligência artificial não deve ser a única linha de defesa. Métodos tradicionais continuam sendo indispensáveis, como a análise humana do código-fonte e o teste do arquivo dentro de uma sandbox (ambiente virtual fechado e seguro que não coloca o computador real em risco).
Malware cita armas nucleares, engana IA e invade servidores

Malware cita armas nucleares, engana IA e invade servidores
Fonte: Tecnoblog

Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos

Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos

Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O uso de dispositivos vestíveis para monitoramento de saúde cresceu nos EUA entre 2020 e 2024, de 30,2% para 41%, mas menos de 20% dos usuários compartilham dados com profissionais de saúde.
Em 2024, apenas 19,2% dos usuários compartilharam dados de saúde com médicos, apesar de 73,4% expressarem interesse em fazê-lo.
A falta de integração com sistemas de saúde e a falta de padronização dos aplicativos são as principais barreiras para o compartilhamento de dados de saúde coletados por dispositivos vestíveis.

Smartwatches, smartbands e outros vestíveis, como anéis, estão cada vez mais presentes na rotina das pessoas, dentro e fora do meio fitness. Com eles, é possível acompanhar uma variedade de indicadores de saúde, dando maior noção sobre a qualidade da prática de atividades físicas e até do sono. Mas todos esses dados raramente chegam aos médicos.

Um novo estudo mostra que o uso desses dispositivos para monitoramento de saúde cresceu nos Estados Unidos entre 2020 e 2024, mas o compartilhamento das informações permaneceu baixo: apenas 19,2% em 2024.

A pesquisa, liderada pela cientista brasileira Aline Pedroso, associada à Escola de Medicina de Yale, analisou dados de 17.395 participantes do Health Information National Trends Survey, um estudo populacional patrocinado por institutos de saúde estadunidenses desde 2003.

O que são dispositivos vestíveis?

Wearables (ou dispositivos vestíveis) são usados para acompanhar sinais físicos ao longo do dia. O exemplo mais comum é o smartwatch, mas a categoria também inclui pulseiras fitness, anéis inteligentes, fones com sensores e outros acessórios capazes de registrar dados de saúde e bem-estar.

Esses aparelhos medem informações como batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e variações de temperatura, e prometem transformar esses registros em um histórico mais amplo do usuário.

Dispositivos se integram a apps de saúde para reunir dados do usuário (Imagem: Divulgação/Samsung)

Uso cresceu, mas dados não chegam aos médicos

Segundo o levantamento, a parcela de pessoas que usavam dispositivos vestíveis para monitorar saúde ou atividade física passou de 30,2% em 2020 para 36,7% em 2022. Em 2024, chegou a 41%.

Nesse mesmo período, a quantidade de usuários que compartilhou os dados captados com especialistas passou de 14,2% para 19,2% – um sinal de crescimento, mas ainda longe de ser significativo.

O curioso é que grande parte da população analisada teria interesse em enviar as informações, embora essa disposição tenha caído ao longo dos anos. Em 2020, 81,3% dos usuários diziam aceitar enviar as informações a profissionais de saúde, contra 78,7% em 2022 e 73,4% em 2024.

A principal barreira, segundo o estudo, é a falta de integração com sistemas de saúde. Consultórios e hospitais nem sempre têm estrutura para receber, organizar e interpretar o volume de dados gerado pelos dispositivos, além da falta de padronização dos apps.

Vale mencionar que a geração de dados para auxiliar diretamente no acompanhamento e prevenção de condições e doenças é um dos principais focos do mercado, como as notificações de hipertensão do Apple Watch.

Uso diário também caiu

Usuários diminuem uso diário dos dispositivos (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A pesquisa mostra que nem todo mundo usa o relógio ou pulseira todos os dias, e isso ocorre com cada vez mais frequência. A taxa de uso diário foi de 50,5% em 2020, caiu para 41,0% em 2022 e subiu parcialmente para 45,6% em 2024. Ou seja, menos da metade dos usuários mantinha uma rotina diária de uso no último ano analisado.

Para os pesquisadores, essa irregularidade dificulta a criação de um histórico que realmente aponte dados consistentes.

Para as fabricantes, no entanto, os dispositivos vestíveis devem estar entre os principais focos para os próximos anos, e devemos ver mais funcionalidades integradas a IA e com processamento local.
Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos

Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos
Fonte: Tecnoblog

Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Onde os Fracos Não Têm Vez e mais

Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Onde os Fracos Não Têm Vez e mais

Mais uma semana se passou com vários lançamentos incríveis, como Dragon Striker, Tetra e Roubo da Taça. Agora vamos nos atualizar com tudo o que chegará ao Prime Video, Netflix e Disney+ entre 14 e 20 de junho de 2026.

Confira também a nossa lista especial com os melhores lançamentos do Prime Video e Netflix em maio de 2026 aqui.Veja todas as novidades para cada plataforma de streaming pelos links abaixo:Clique aqui para ler mais

Netflix, Prime Video e Disney+ na próxima semana: Onde os Fracos Não Têm Vez e mais
Fonte: Tudocelular

Halo: Campaign Evolved impressiona em gráficos, mas coloca até uma RTX 5090 para suar

Halo: Campaign Evolved impressiona em gráficos, mas coloca até uma RTX 5090 para suar

Aguardado remake do clássico de XBOX, Halo: Campaign Evolved teve as primeiras prévias divulgadas nesta semana, impressionando pelos gráficos. As análises revelaram que a chegada da Unreal Engine 5 abriu margem para cenários detalhados e uso de iluminação avançada, ainda que, como consequência, o game consiga colocar até uma NVIDIA GeForce RTX 5090 para suar.Como projeto de estreia da Halo Studios (novo nome da antiga 343 Industries), o título segue uma tendência da indústria e abandona a Slipspace Engine em favor de uma base mais moderna e, ao que tudo indica, mais fácil de trabalhar com a Unreal Engine 5 — a equipe não precisa se preocupar em atualizar o motor gráfico, por exemplo, focando na produção do game.Clique aqui para ler mais

Halo: Campaign Evolved impressiona em gráficos, mas coloca até uma RTX 5090 para suar
Fonte: Tudocelular