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YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)

Resumo

Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.

A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.

O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.

As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.

A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.

Segundo o leaker Ice Universe, o Fold 8 Wide terá uma câmera a menos que o modelo Ultra, abrindo mão da teleobjetiva.

A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).

Quando chegam?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9 mil, ou até menos em promoções.

Mas, prepare o bolso: a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.
Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Netflix muda regras e pode exigir e-mails individuais para perfis compartilhados

Netflix muda regras e pode exigir e-mails individuais para perfis compartilhados

A Netflix começou a testar uma mudança no processo de acesso às contas compartilhadas que pode gerar insatisfação entre os assinantes. Segundo relatos de usuários no Reddit, a plataforma passou a solicitar que cada perfil dentro de uma mesma conta tenha um endereço de e-mail próprio.

Essa situação faz parte de uma série de ajustes que o streaming tem realizado para limitar o compartilhamento de senhas entre pessoas de diferentes residências. Os usuários também informam que estão recebendo uma tela obrigatória para cadastrar um e-mail individual antes de continuar utilizando o serviço.

Clique aqui para ler mais

Netflix muda regras e pode exigir e-mails individuais para perfis compartilhados
Fonte: Tudocelular

RedMagic Gaming Tablet 5 Pro traz emulador nativo para rodar jogos AAA de PC no Android

RedMagic Gaming Tablet 5 Pro traz emulador nativo para rodar jogos AAA de PC no Android

A RedMagic apresentará o seu próximo tablet para jogos na China no final deste mês. Trata-se do Gaming Tablet 5 Pro, que promete revolucionar a experiência móvel ao permitir a execução nativa de jogos AAA de PC por meio de um emulador x86 proprietário. O dispositivo ainda deve oferecer ficha técnica robusta e sistema de refrigeração líquida.

Em geral, esse programa de emulação para rodar os jogos de computador será um dos grandes destaques do modelo. A ideia é que ele seja integrado ao aplicativo Game Space e deve operar com uma camada de tradução proprietária que possibilita a execução de aplicações x86 e jogos AAA diretamente no Android.O sistema também possibilita a importação de bibliotecas do Steam e instalação de jogos via arquivos executáveis (.exe), alcançando resoluções de até 2K com suporte à taxa de atualização de 144 Hz durante a emulação.Clique aqui para ler mais

RedMagic Gaming Tablet 5 Pro traz emulador nativo para rodar jogos AAA de PC no Android
Fonte: Tudocelular

Amazfit T-Rex 3 é atualizado e recebe HybridCharge e outros recursos do HYROX

Amazfit T-Rex 3 é atualizado e recebe HybridCharge e outros recursos do HYROX

A Zepp Health iniciou a distribuição de uma nova atualização para o Amazfit T-Rex 3 por meio do aplicativo Zepp. O pacote leva o smartwatch para a versão 4.10.5.1 e adiciona recursos aguardados pelos usuários, incluindo o HybridCharge e novas ferramentas voltadas para treinos HYROX.

A atualização também ressalta o compromisso da fabricante com o relógio lançado durante a IFA 2024, em Berlim. Com suporte de software garantido até setembro de 2027, o modelo continua recebendo funções inéditas e melhorias importantes para esportistas.O novo firmware chega poucas semanas após a versão 4.9.4.4, responsável por introduzir detecção automática de mergulho, gerenciamento aprimorado de mapas, visualização de rotas antes da navegação e aumento do limite de trajetos salvos para até 100.Clique aqui para ler mais

Amazfit T-Rex 3 é atualizado e recebe HybridCharge e outros recursos do HYROX
Fonte: Tudocelular

AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda

AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda

Lançado oficialmente por US$ 349 (~R$ 1.815), o AMD Ryzen 7 5800X3D 10th Anniversary Edition chegou às lojas nesta quinta-feira (25), mas desapareceu rapidamente dos estoques — o processador foi alvo de cambistas, e começou agora a ressurgir em plataformas como o eBay custando quase o dobro do preço original.Além de celebrar os 10 anos da plataforma AM4, o relançamento comemorativo ocorreu como um esforço do time vermelho para oferecer alternativas de upgrades a jogadores que não estão dispostos, ou mesmo não conseguem, realizar o upgrade para a AM5 diante dos atuais preços extremos das memórias, armazenamento e outros componentes.Embora não tenha trazido mudanças em relação ao desempenho, e ofereça um preço salgado ao considerarmos que o valor é equivalente ao de irmãos mais modernos como o Ryzen 7 7800X3D, o chip ainda oferece bastante desempenho e atuaria como uma sobrevida para máquinas mais antigas. No entanto, a alta procura e o fornecimento inconsistente abriram portas para os cambistas.Clique aqui para ler mais

AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda
Fonte: Tudocelular

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil

A estratégia da Sony para o futuro do PlayStation mantém o foco em jogos como serviço, apesar dos desafios recentes com títulos como Concord, da Firewalk Studios, e Marathon, da Bungie, que não atingiram as expectativas. Em entrevista à Famitsu, o presidente da Sony Interactive Entertainment (SIE), Hideaki Nishino, reafirmou que a empresa continuará investindo no gênero para revitalizar o mercado com conteúdos internos e de terceiros.

Nishino ressaltou que jogos como serviço exigem visão de longo prazo para atrair usuários globais. Questionado sobre a continuidade da estratégia, o executivo reforçou que, por ser um gênero novo, a Sony deseja seguir aceitando desafios no setor. Como parte desse esforço, a empresa planeja lançar ainda este ano o título MARVEL Tokon: Fighting Souls.Para garantir que esses títulos prosperem, a PlayStation consolidou uma política clara: enquanto jogos single-player focados em narrativa permanecem como exclusivos de console para maximizar o valor da experiência no PlayStation, os jogos live service priorizam o alcance, sendo desenvolvidos para PS5 e PC como plataformas básicas. A decisão sobre qual plataforma receberá cada título é baseada nas características específicas do projeto.Clique aqui para ler mais

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil
Fonte: Tudocelular

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)

Resumo

O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.
Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.

Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.

A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.

ÍndiceComo acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple2. Toque no seu perfil da Conta Apple3. Selecione a opção “iCloud”4. Abra as configurações do “Mail”5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”6. Acesse o app “Mail”Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac2. Clique no seu nome do ID Apple3. Abra o menu “iCloud”4. Selecione a opção “Mail do iCloud”5. Ative a ferramenta de e-mail6. Abra o app “Mail” no MacComo acessar o e-mail do iCloud via navegador 1. Entre no site oficial do Mail do iCloud2. Inicie a sessão da Conta Apple3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloudPor que não consigo acessar o e-mail do iCloud?O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Como acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad

1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple

Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.

Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no seu perfil da Conta Apple

Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.

Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra as configurações do “Mail”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.

Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”

Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.

Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Acesse o app “Mail”

Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.

Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 

1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.

Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no seu nome do ID Apple

Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.

Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.

Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Mail do iCloud”

Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.

Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a ferramenta de e-mail

Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Abra o app “Mail” no Mac

Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.

Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud via navegador 

1. Entre no site oficial do Mail do iCloud

Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.

Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a sessão da Conta Apple

Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.

Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail

Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.

Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud

Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?

Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:

Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;

Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;

Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;

Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;

Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.

O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? 

O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.

Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.

Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.

Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.

Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.

O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.
Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Xiaomi 17T renovou a linha T da Xiaomi em 2026, e chega ao Brasil para suceder o Xiaomi 15T na categoria de celulares intermediário-premium. As câmeras são o principal destaque do produto, incluindo uma lente teleobjetiva de 5x para registrar fotos à distância.

E isso não é tudo: o smartphone também tem desempenho avançado e bateria com capacidade para aguentar mais de um dia fora das tomadas.

Mas será que as mudanças justificam o preço de lançamento de R$ 8.699,99? Eu usei o Xiaomi 17T por 10 dias e conto todos os detalhes da experiência a seguir.

Xiaomi 17T
R$ 4.616,19

Prós

Bordas em alumínio
Desempenho avançado
Tela AMOLED de 6,59″ com 120 Hz
Ótimo kit de câmeras
Bateria de 6.500 mAh

Contras

Desequilíbrio no sistema de som
Não suporta carregamento sem fio
Carregamento rápido limitado a 67 W

R$ 4.616,19 Mercado Livre

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ÍndiceAssista ao Review do Xiaomi 17T no YouTubeAviso de ÉticaO que vem na caixa do Xiaomi 17T?Design reforçado e mais compactoTela com cores vivas e proteções aos olhosSistema de áudio deixa a desejarCâmeras para fotos de perto ou de longeBom desempenho em jogos e multitarefasSistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?Bateria que pode durar mais de um diaConectividade com outros celulares ou PCsVale a pena comprar o Xiaomi 17T?

Assista ao Review do Xiaomi 17T no YouTube

Aviso de Ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.O Xiaomi 17T foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Xiaomi 17T?

Quem comprar um Xiaomi 17T vai receber o celular, um cabo USB-C para USB-A, um carregador de 67 W com tecnologia de carregamento rápido HyperCharge, manuais (um guia rápido e outro documento de garantia do aparelho) e uma chave para slot SIM.

A caixa também inclui uma capinha cinza para você proteger o smartphone logo após o unboxing. O acessório costuma acompanhar celulares da Xiaomi, mas trata-se de um diferencial visto que nem todas as fabricantes oferecem a capa no kit.

Caixa do Xiaomi 17T vem com todos os acessórios necessários para uso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Design reforçado e mais compacto

A Xiaomi decidiu manter grande parte do design visto no Xiaomi 15T. Ainda assim, podemos observar pequenas mudanças que elevaram o visual do Xiaomi 17T a um aspecto mais premium.

O celular está ligeiramente menor que seu antecessor (5,6 mm a menos de altura e 2,8 mm mais estreito), mas ficou 0,67 mm mais grosso e seis gramas mais pesado. Com isso, chegamos às seguintes dimensões:

157,6 mm (altura) x 75,2 mm (largura) x 8,17 mm (espessura)

200 gramas

Trata-se de um bom tamanho, nem muito grande e nem tão compacto assim. O peso também está dentro dos padrões da indústria e não tive problemas ao segurar o smartphone ou ao carregá-lo no bolso.

Xiaomi diminuiu ligeiramente a largura e altura do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As molduras agora têm composição em alumínio e reforçam a construção geral do aparelho, com design reto nas laterais e cantos arredondados, sob um tom fosco. O aspecto fosco também é visto na traseira lisa composta por fibra de vidro.

Xiaomi 17T agora conta com bordas em alumínio para um aspecto mais premium (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A traseira do celular também inclui um frame de alumínio que abriga o kit da câmera principal, e o sensor de flash está localizado ao lado desse módulo. Já a câmera de selfie é perfurada na tela em formato circular, sem entalhes.

Moldura de alumínio abriga as lentes da câmera traseira do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Importante destacar que o Xiaomi 17T tem proteção IP68 contra água e poeira, e suporta submersão em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos. No teste prático, o smartphone continuou funcionando normalmente após ficar debaixo d’água.

E sobre as cores, vale um adendo: a versão global do celular foi lançada nas cores preto (modelo que recebi), azul, violeta e branco opala. Mas até o momento, a loja da Xiaomi no Brasil só está disponibilizando as versões em preto ou azul.

Tela com cores vivas e proteções aos olhos

O display do Xiaomi 17T também foi reduzido, acompanhando a diminuição de tamanho do corpo do aparelho. O celular tem tela AMOLED de 6,59″ — 0,24 polegada a menos que o Xiaomi 15T. A mudança, no entanto, não impactou no uso diário.

Tela do Xiaomi 17T está menor que a do Xiaomi 15T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O pico de brilho de 3.500 nits oferece boa visibilidade em ambientes escuros ou sob luz solar direta. Inclusive, achei que o ajuste automático funcionou bem ao adaptar os níveis de brilho de acordo com a iluminação.

A tela do smartphone entrega cores vivas e o suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision funcionam bem ao otimizar contraste e cores. A taxa de atualização de até 120 Hz também trouxe mais fluidez aos conteúdos, especialmente em streaming e jogatinas.

Tela AMOLED do Xiaomi 17T reproduz cores bem definidas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O leitor de impressão digital fica na parte inferior da tela, e chega com tecnologia Wet Touch para melhorar a resposta ao toque mesmo com água, óleo ou espuma sobre o display. Tive dificuldade em fazer a leitura em raros momentos, mas uma limpeza rápida na camiseta solucionou o problema.

Também preciso destacar as proteções encontradas na tela do Xiaomi 17T. O display chega com Corning Gorilla Glass 7i para mais resistência contra quedas e arranhões. E para ainda mais segurança, a Xiaomi envia o celular com uma película pré-aplicada.

Película pré-aplicada garante proteção à tela do Xiaomi 17T logo de cara (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A tela também incorpora o Xiaomi Vision Care, que é uma estrutura de reforço à proteção ocular, desenvolvida com base em metodologias de pesquisa e especialistas médicos. São quatro certificações ao todo:

Certificação TÜV Rheinland Low Blue Light

Certificação TÜV Rheinland Flicker Free

Certificação TÜV Rheinland Circadian Friendly

Certificação TÜV Rheinland Intelligent Eye Care

Talvez seja difícil perceber toda essa proteção no dia a dia. Mas qualquer diferencial em benefício da saúde vale a pena, ainda mais se você é um usuário assíduo de smartphone.

Sistema de áudio deixa a desejar

O Xiaomi 17T conta com dois alto-falantes estéreo para a reprodução de áudios: um localizado na borda inferior e outro na abertura auricular usada para atender a chamadas ao pé do ouvido.

No entanto, senti que a falta de um alto-falante na borda superior do aparelho trouxe um desequilíbrio no som, que apresentou uma experiência “seca” e abafado.

Para analisar mais a fundo, coloquei o Xiaomi 17T ao lado do meu Poco F3 lado a lado, com ambos reproduzindo a mesma música. Curiosamente, meu fiel companheiro lançado em 2021 e com alto-falantes na borda superior conseguiu reproduzir um som bem mais encorpado.

Som do Xiaomi 17T não será a melhor opção para o churrasco da família (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto negativo a ser citado foi um ruído de fundo na reprodução de músicas em níveis de volume próximos a 70%. O chiado ficou ainda mais intenso no modo de Som imersivo (que também aumenta o nível de potência sonoro). Por isso, eu recomendo dosar ou mesmo desativar a função em volumes mais altos.

Os médios e agudos são razoáveis (ligeiramente estridentes em algumas reproduções), e os graves são mais discretos. Ainda assim, vale citar que o Xiaomi 17T chega com suporte ao Dolby Atmos e tecnologia Hi-Res Audio para áudios mais imersivos e fiéis.

Câmeras para fotos de perto ou de longe

Se o áudio do Xiaomi 17T deixa a desejar, as câmeras dão um show à parte. Não há grandes mudanças em termos de quantidade, mas o que foi otimizado conseguiu elevar o patamar da linha T.

As especificações são:

Lente grande-angular: 50 MP, f/1.7, 23mm, 1/1.55″, 1.0µm, PDAF, OIS

Lente ultrawide: 12 MP, f/2.2, 15mm, 1/3.06″, 1.12µm

Lente teleobjetiva: 50 MP, f/3.0, 115mm, 1/2.76″, 0.64µm, PDAF, OIS, zoom óptico de 5x e AI Ultra Zoom de até 120x

Câmera de selfie: 32 MP, f/2.2, 21mm, 1/3.42″, 0.64µm

No kit triplo de lentes traseiras, a Xiaomi optou por manter as especificações da lente grande-angular e ultra-angular vistas no modelo antecessor. Mas a grande mudança está na teleobjetiva, que agora tem zoom óptico de 5x e consegue capturar objetos mais distantes.

O sensor da câmera de selfie também está ligeiramente maior, permitindo mais captação de luz para imagens mais limpas (principalmente em ambientes com pouca iluminação) e com menos ruídos.

Selfie tirada com a câmera frontal (50 MP, f/2.2) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nos testes, o Xiaomi 17T conseguiu fazer ótimas fotos com a grande-angular e a ultrawide. As cores são equilibradas e vivas, com boa nitidez e detalhes de texturas. O pós-processamento de imagem também se mostrou eficaz, sem estourar os realces nas fotos.

O efeito bokeh do modo retrato também é agradável, com boa dosagem nos desfoques. Além disso, a estabilização óptica de imagem (OIS) da grande-angular e teleobjetiva dá mais firmeza na hora das capturas e evita tremedeiras.

Foto tirada com a Foto com a teleobjetiva 5x (50 MP, f/3.0) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Captura com a lente ultrawide (12 MP, f/2.2) realizada com o Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É claro que a lente teleobjetiva merece um destaque à parte. Com o zoom óptico nativo de 5x, consegui registrar paisagens e objetos bem distantes com nitidez impressionante e detalhes expressivos. Quem vê somente a foto final talvez não consiga dizer que estava a 100 metros (ou mais) de distância da cena.

O zoom óptico de qualidade 10x — reforçando que não é um zoom óptico nativo de 10x — também merece uma menção honrosa. Ele deixa as cores mais saturadas que o normal, mas consegue preservar texturas e outros detalhes.

Em contrapartida, o zoom digital de até 120x (assistido por inteligência artificial) ficou bem abaixo do esperado. Nem mesmo a estabilização óptica de imagem conseguiu deixar as capturas mais estáveis, e as fotos ficaram bastante pixeladas.

Passarinho na árvore registrado com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Fotos tiradas com a grande-angular (modo 1x) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Fotos tiradas com a teleobjetiva (modo 10x) do Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os registros noturnos também se saíram bem, mas as capturas com a teleobjetiva apresentaram leves ruídos. Um ponto positivo é que a câmera de selfie consegue detectar a luz ambiente e ativa automaticamente um preenchimento de luz ao abrir a câmera de noite.

Foto noturna com a grande-angular do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nas filmagens, as gravações se mantiveram estáveis, com boa fluidez e cores vivas. Mas infelizmente não há suporte para filmagens em 8K: a câmera traseira é limitada a gravações em 4K a 60 fps, enquanto a frontal pode gravar em até 4K a 30 fps.

Leica Live Moments permite escolher o frame certo para a foto (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma novidade bem-vinda foi o recurso Leica Live Moments, que transforma as fotos em pequenos vídeos para que você escolha o frame ideal. A função é bastante similar ao Live Photos do iPhone, e é indicada principalmente para capturas em movimento.

E não menos importante, é preciso reforçar que o Xiaomi 17T consegue fazer fotos no modo macro, a partir da teleobjetiva. Algumas fotos saíram boas, mas em outras, foi difícil focar o objeto em destaque e o efeito bokeh acabou invadindo a área de foco.

Captura no modo macro com a teleobjetiva do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Bom desempenho em jogos e multitarefas

O desempenho do Xiaomi 17T também é sólido. Para isso, o celular combina o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm) com a GPU Mali-G720 MC8 e 12 GB de memória RAM LPDDR5X. A versão testada também era equipada com 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.

Especificações do Xiaomi 17T no app CPU-Z (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O System-on-a-Chip (SoC) é o mesmo visto no Poco X8 Pro — que já foi analisado pelo Tecnoblog. Ele consegue lidar tranquilamente com tarefas mais leves (como navegação nas redes sociais) ou mais pesadas, a exemplo de edições e jogos.

Aliás, não notei travamentos durante o uso mesmo com diversas aplicações abertas simultaneamente. O processador também suportou jogos como Genshin Impact e Call of Duty: Mobile com gráficos no máximo e taxa de atualização em 120 Hz, sem maiores problemas.

Gameplay de Call of Duty: Mobile foi lisa no Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para ilustrar o desempenho observado em números, fizemos testes de CPU e GPU com o Geekbench 6. E os resultados foram:

1.725 pontos no single-core

6.722 pontos em multi-core

14.863 pontos no teste Vulkan

Os números equiparam o Xiaomi 17T a níveis próximos do Galaxy S23 (1.870 pontos de single-core) e Galaxy S24 Ultra (15.085 pontos no teste Vulkan) em CPU e GPU, respectivamente.

Pontuações do Xiaomi 17T nos testes com o Geekbench 6 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto positivo foi a estabilidade da temperatura em tarefas intensivas. E isso pode ser fruto do sistema de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop que, aliado ao gel de alta condutividade térmica, promete resfriamento eficaz sem comprometer a performance.

Sistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?

O smartphone roda sob o sistema operacional HyperOS 3, baseado no Android 16. Ele é simples e bem intuitivo. Logo, você não vai levar muito tempo para se adaptar caso esteja acostumado com o Android puro ou interfaces de outras marcas, como a One UI, por exemplo.

Ainda nesse tema, a Xiaomi prometeu atualizações para quatro gerações do Android e seis anos de update para segurança.

Xiaomi 17T roda no sistema da Xiaomi baseado em Android (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Assim como os concorrentes de mercado, o Xiaomi 17T chega com diversos recursos de inteligência artificial, agrupados no ecossistema Xiaomi HyperAI.

Os resultados de tradução e edição de imagens foram eficazes, mostrando que a Xiaomi também está de olho em avanços dos recursos de IA. Fora isso, você também pode traduzir e otimizar textos e até mesmo melhorar esboços de desenho em poucos toques na tela.

O celular ainda traz suporte para o Hyper Island (similar ao Dynamic Island do iPhone), um widget interativo que expande ao redor da câmera de selfie. A função facilita a visualização de notificações e comandos rápidos (como trocar de música), sendo uma função útil no dia a dia.

Hyper Island traz dinamismo às notificações e habilita comandos rápidos com um toque (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas como padrão dos smartphones da marca, a quantidade de aplicativos pré-instalados pode incomodar a experiência no Xiaomi 17T. É claro que gerenciar os apps desejados vai solucionar isso, mas a marca talvez deveria considerar um sistema mais limpo desde o começo.

Bateria que pode durar mais de um dia

Felizmente, a Xiaomi otimizou a bateria do mais novo membro da linha T: se o Xiaomi 15T trazia uma bateria de 5.500 mAh, o Xiaomi 17T é alimentado por uma bateria Si-C de 6.500 mAh. Em números frios, essa melhoria é traduzida em 1.000 mAh a mais de capacidade.

Na prática, essa otimização permitiu que a bateria durasse quase 48 horas — 46 horas, 26 minutos e seis segundos para ser mais exato.

Eu retirei o aparelho da tomada por volta das 23 horas de um sábado. No domingo e na segunda-feira, saí para fazer os testes com câmera, joguei, vi uns jogos da Copa, entrei nas redes sociais e só fui recarregar o celular de novo às 17h da segunda, quando a bateria estava em 1%.

Claro que não foi um uso intenso ininterrupto. Mas deu pra ver que a bateria do Xiaomi 17T pode aguentar tranquilamente a rotina do dia a dia longe das tomadas.

Bateria do Xiaomi 17T suportou bem ao teste de autonomia (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ainda falando sobre bateria, vale mencionar que o celular suporta carregamento rápido de até 67 W (com tecnologia Hyper Charge) e levou 55 minutos para uma recarga de 1% a 100%.

Não que seja uma limitação baixa de potência, mas outros celulares da marca suportam recargas de 90 W (como o Poco X7 Pro) e 100 W (a exemplo do Xiaomi 17). E eu esperava algo próximo a esses níveis de carregamento.

Outra má notícia é que o celular não suporta carregamento sem fio, recurso que chegou apenas à versão Pro. Em compensação, ele é compatível com carregamento reverso (cabeado) de até 22,5 W, e consegue recarregar outros dispositivos.

Conectividade com outros celulares ou PCs

O Xiaomi 17T é compatível com a tecnologia NFC, chips nano SIM ou eSIM, Bluetooth 6.0 e ainda traz sensor infravermelho. Ele também suporta 5G, Wi-Fi 6E, e vem com Wi-Fi Direct e tecnologia 2×2 MIMO para melhorar o envio e recebimento de dados.

O diferencial fica na conta do Xiaomi HyperConnect, que usa Wi-Fi e Bluetooth para conectar o Xiaomi 17T a dispositivos próximos. Com isso, você pode usar o celular para transmitir tela em outros aparelhos (incluindo iPhone e Mac), redirecionar chamadas e transferir arquivos.

Interconectividade da Xiaomi facilita a conexão do Xiaomi 17T com outros dispositivos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma função útil especialmente para quem usa vários aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo e precisa de uma conexão facilitada entre eles.

Vale a pena comprar o Xiaomi 17T?

O Xiaomi 17T é um ótimo smartphone, com bom poder de processamento, câmeras avançadas, e bateria com capacidade para durar horas longe da tomada. Vale a pena comprar o celular, mas talvez não pelo preço de lançamento de R$ 8.699,99, que é considerado “salgado”.

Vale lembrar que o Xiaomi 15T chegou ao mercado brasileiro custando R$ 7.499,99, ou seja, R$ 1,2 mil a menos que o seu sucessor. Hoje, o 15T já pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, uma faixa de preço em que o 17T se enquadra melhor.

Portanto, o cenário ideal seria aguardar até que os preços baixem um pouco mais. Se isso acontecer, o Xiaomi 17T certamente deve ser considerado, ainda mais se você preza por fotos de alta qualidade.

Xiaomi 17T chegou ao Brasil com preço de lançamento de R$ 8.699,99 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se aguardar uma possível queda de preços não for uma opção, vale considerar o Poco X8 Pro. O smartphone tem câmeras inferiores, mas usa o mesmo processador Dimensity Ultra-8500 do 17T. E está custando bem menos, saindo por pouco mais de R$ 2 mil.

Outra alternativa é apostar no Galaxy S26 Ultra, o topo de linha da Samsung. Ele tem mais poder de processamento, conta com câmeras de altíssima qualidade, e custa cerca de R$ 8.800 (valor próximo ao preço de lançamento do Xiaomi 17T).

Por falar em preços, não deixe de acompanhar os Achados do TB diariamente para encontrar celulares ou outros dispositivos com as melhores ofertas. Quem sabe o Xiaomi 17T não aparece por lá?

Mas me diga você: o que achou do Xiaomi 17T? Gostou dos recursos ou sentiu falta de alguma função? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe
Fonte: Tecnoblog