Category: Windows 11

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Samsung Browser foi lançado globalmente para Windows 10 e 11, com sincronização de dados entre dispositivos Galaxy;
navegador oferece bloqueador de anúncios nativo, exportação de dados de outros navegadores e integração com Samsung Pass;
recursos de IA, como integração com Perplexity, estão disponíveis apenas na Coreia do Sul e nos EUA.

O Samsung Browser (outrora chamado de Samsung Internet) foi lançado oficialmente para Windows. A novidade chega ao PC não só para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge, mas também para seguir a tendência de oferecer experiências com inteligência artificial.

Este lançamento não chega a ser surpresa. O Samsung Browser para PCs foi introduzido em outubro de 2025, à época, como uma versão beta disponível somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

Agora, o navegador foi lançado em escala global e pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente. A novidade é compatível com o Windows 11 e com o Windows 10.

O que o Samsung Browser para PCs oferece?

Começa pela interface, que tem um visual limpo e posiciona as abas na barra de título do navegador, melhorando o aproveitamento de espaço da tela. O Samsung Browser também exibe, por padrão, uma barra lateral de acesso rápido, à direita, que pode ser ocultada.

Em termos funcionais, o navegador pergunta, já durante a instalação, se o usuário quer ativar o bloqueador de anúncios nativo. Na sequência, o usuário tem a opção de exportar dados de outro navegador previamente instalado no computador, como os já mencionados Chrome e Edge.

A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

E, sim, para quem tem um celular ou tablet Galaxy, ou usa o navegador da Samsung em algum aparelho Android, é possível sincronizar os dados de navegação entre esse dispositivo e o PC. Basta fazer login com uma conta Samsung (Samsung Account). Nesse sentido, é possível até continuar acessando, no desktop, uma página que estava aberta no smartphone e vice-versa.

A integração entre dispositivos é complementada com o Samsung Pass, que permite ao usuário fazer login em sites ou serviços web com preenchimento automático de credenciais de acesso.

Sobre os recursos de inteligência artificial, o principal atrativo está na integração do Samsung Browser com os recursos do Perplexity. Com isso, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo de uma página aberta, por exemplo.

Também é possível recorrer à IA para tarefas mais específicas, como montar um roteiro de viagens com base em informações de páginas abertas ou visitadas anteriormente, criar resumos de textos longos, organizar abas conforme o tema, entre várias outras possibilidades.

A Samsung dá exemplos de prompts que podem ser usados no navegador:

“resuma esta página em três tópicos”

“quais são os principais requisitos para esta vaga de emprego?”

“resuma esta conversa por e-mail e elabore uma resposta”

“crie um resumo executivo deste relatório financeiro”

“resuma este vídeo do YouTube”

Agora, pegue a toalha, pois aí vem o balde de água fria: no momento, os recursos de IA do Samsung Browser estão disponíveis somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Há planos, mas não datas para essa integração ser liberada em outros países.

Ah, para não restar dúvidas: o Samsung Browser é baseado no Chromium.

Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como baixar o Samsung Browser?

O Samsung Browser pode ser baixado a partir do site oficial. Como já dito, o navegador é compatível com os Windows 11 e 10 (neste último, a partir da versão 1809).
Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização
Fonte: Tecnoblog

Microsoft divulga solução alternativa para recuperar acesso ao Disco C:

Microsoft divulga solução alternativa para recuperar acesso ao Disco C:

Usuários de notebooks Samsung enfrentaram falhas no acesso ao disco C (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft disponibilizou uma solução para o problema de acesso ao Disco C: em notebooks Samsung.
A alternativa envolve a remoção do aplicativo, modificação temporária de permissões e execução de um arquivo de restauração.
Não é uma correção definitiva, mas a Microsoft e a Samsung validaram o método.

A Microsoft publicou um passo a passo para usuários que perderam acesso ao Disco Local (C:) em notebooks da Samsung. O problema afetou principalmente modelos Galaxy Book 4 com Windows 11, e foi associado a uma falha no app Samsung Galaxy Connect.

Inicialmente, a Microsoft direcionou os usuários para o suporte da Samsung, mas agora detalhou um procedimento próprio para restaurar o funcionamento do sistema. A solução, no entanto, é alternativa, já que a companhia culpa a própria Samsung pela falha.

Qual é a solução alternativa?

Primeiro, é preciso acessar o sistema em uma conta com privilégios de administrador. Em seguida, o usuário deve remover o aplicativo problemático — o Samsung Galaxy Connect — e reiniciar o dispositivo.

Depois disso, o procedimento envolve modificar temporariamente as permissões do Disco C:, alterando o proprietário dos arquivos para “Todos”. Na sequência, é necessário criar um arquivo no Bloco de Notas com comandos específicos para restaurar as permissões padrão do Windows.

Esse arquivo, salvo como “RestoreAccess.bat”, deve ser executado como administrador. Após a execução e uma nova reinicialização, a expectativa é que o sistema volte ao funcionamento normal, com o acesso ao Disco C: restabelecido e as permissões devolvidas ao padrão original.

A própria Microsoft ressalta que o processo exige atenção, mas garante a integridade dos dados. O passo a passo está disponível aqui.

Notebooks da linha Galaxy Book 4 apresentam o erro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Procedimento não é solução definitiva

A orientação da Microsoft é uma solução alternativa, e não uma correção definitiva. Ainda assim, a empresa afirma que o método foi validado em conjunto com a Samsung: “Microsoft e Samsung colaboraram para validar essas etapas, que restauram as permissões padrão do Windows”.

O problema surgiu após uma atualização de segurança do Windows, mas foi atribuído a uma falha no aplicativo da Samsung, e não ao sistema operacional em si. O software chegou a ser removido temporariamente da loja oficial, com uma versão corrigida disponibilizada posteriormente.
Microsoft divulga solução alternativa para recuperar acesso ao Disco C:

Microsoft divulga solução alternativa para recuperar acesso ao Disco C:
Fonte: Tecnoblog

Notebook Acer Aspire Go 15 recebe 27% OFF em oferta por até 10x sem juros

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O modelo AG15-71P-5939 anunciado por R$ 4.299 em 2025 conta com tela grande Full HD, processador Core i5 e sistema Windows 11 como destaques.

Acer Aspire Go 15 leva Intel Core i5 e painel de 15,6″

Acer Aspire Go 15 possui tela antirreflexo de 1.920 pixels x 1.080 pixels (imagem: Divulgação)

O notebook da Acer internamente vem equipado pelo processador Intel Core i5-13420H com frequência máxima de 4.6 GHz e 8 GB de memória RAM DDR5. O conjunto oferece um bom desempenho e permite lidar com múltiplas abas de navegação, caso comum para realizar pesquisas e estudos.

Para proporcionar uma experiência multitarefa de alto nível, há um slot livre que se abastecido com uma RAM de 16 GB e a original for substituída, pode alcançar uma expansão para 32 GB. Por outro lado, o armazenamento SSD é limitado a 256 GB e a GPU integrada só vai atender para tarefas diárias.

A tela antirreflexo de 15,6 polegadas com resolução Full HD vai entregar boa exibição de imagens e conforto visual ao ar livre. Entretanto, a visualização lateral vai ficar comprometida por conta do painel TN não apresentar ângulos de visão satisfatórios.

Acer Aspire Go 15 possui carcaça em plástico e um design minimalista (imagem: Divulgação)

A bateria de 4.661 mAh vai entregar autonomia máxima de até 8 horas, segundo a Acer. O modelo AG15-71P-5939 vem com o Windows 11 Home, sistema operacional da Microsoft. O notebook ainda traz um sistema de som com dois alto-falantes estéreo e apresenta portas USB-C 3.2 e HDMI 2.1 em conectividade.

Portanto, para quem busca um notebook que forneça desempenho equilibrado para tarefas comuns no dia a dia a um custo mais acessível, o Acer Aspire Go 15 está disponível no Mercado Livre por R$ 3.134 em até 10x sem juros.
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Fonte: Tecnoblog

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens, de acordo com anúncio;
Microsoft confirmou que suporte a imagens está em testes internos, mas sem data de lançamento definida;
Suporte a imagens poderá ser desativado nas configurações, e Microsoft afirma que impacto no desempenho é mínimo.

Quem acha que o Bloco de Notas (Notepad) está ficando “inchado” no Windows 11 precisa se preparar psicologicamente: a Microsoft pretende adicionar ao editor de textos suporte a imagens, embora ainda não se saiba em quais formatos.

A informação vem do Windows Latest, que descobriu o futuro novo recurso de um modo curioso: o Bloco de Notas para usuários que participam do programa de testes Windows Insider tem um botão de novidades à direita da barra superior; ali, o veículo encontrou um anúncio que mostra o botão de imagens no Notepad (captura de tela acima).

Esse botão ainda não é visível no editor de texto, mas, no anúncio, aparece ao lado de outro recurso recente: o botão para inserção de tabelas no Bloco de Notas.

Ao Windows Latest, a Microsoft confirmou que o suporte a imagens no Notepad não só está a caminho como já vem sendo testado internamente pela companhia. Não há data definida para o seu lançamento, porém. Fala-se apenas em liberação nos próximos meses.

Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Pode o suporte a imagens deixar o Bloco de Notas pesado?

De acordo com a Microsoft, o suporte a recursos como Markdown (outra função recente do Notepad) e imagens causa impacto mínimo no desempenho do Bloco de Notas. Mas somente testando para termos certeza, afinal, imagens tendem a demandar mais recursos de processamento para serem renderizadas.

De todo modo, a Microsoft já confirmou que a exibição de imagens no Bloco de Notas poderá ser desativada nas configurações do aplicativo.

Os novos recursos têm feito o Bloco de Notas sair do status de editor de textos simples para um substituto para o finado WordPad.

Se por um lado a ferramenta tem ficado mais útil, por outro, está suscetível a um número maior de problemas. Vide a recente falha de segurança que explorava o suporte a Markdown do Bloco de Notas. Felizmente, esse problema já foi corrigido pela Microsoft.
Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens
Fonte: Tecnoblog

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Mozilla encerrará atualizações do Firefox para Windows 7, 8 e 8.1 após fevereiro de 2026;
Sem suporte oficial, navegador deixará de receber atualizações de segurança;
Recomendação da Mozilla é atualizar para uma versão mais recente do Windows ou instalar uma distribuição Linux.

Quem ainda mantém um computador com Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1 tem, no Firefox, uma das poucas opções de navegador seguro. Mas não por muito tempo: a Mozilla revelou que não irá mais liberar atualizações do browser para as mencionadas versões do sistema operacional da Microsoft.

Atualmente, o Firefox para Windows está na versão 147. Já a última versão do navegador compatível com os Windows 7, 8 e 8.1 é a 115, lançada em 2023. Apesar de esta última não ter determinados recursos que são oferecidos pela versão 147, ela vinha recebendo atualizações básicas por meio do canal Extended Support Release (ESR).

De acordo com o Neowin, no início, a Mozilla havia planejado manter o suporte ao Firefox 115 ESR até setembro de 2024. Mas a organização vinha adiando o fim do suporte até chegar ao prazo atual: março de 2026. Sabemos, agora, que não haverá um novo adiamento.

Página de download do Firefox já avisa sobre fim de suporte no Windows 8.1 e anteriores (imagem: reprodução/Mozilla)

O que acontecerá com o Firefox nos Windows 7, 8 e 8.1?

Nesta página de ajuda, a Mozilla informa que o Firefox 115 ESR receberá atualizações até o fim de fevereiro de 2026. A partir de março, ainda será possível usar o navegador nos Windows 7, 8 e 8.1, mas no modo “por sua conta e risco”, afinal, o browser deixará de ser atualizado.

Por conta disso, a Mozilla recomenda que o usuário use uma versão mais atual do Windows. Para máquinas que, por alguma razão, não podem rodar o Windows 10 (sistema operacional descontinuado pela Microsoft em outubro de 2025, vale relembrar) ou o Windows 11, a recomendação da Mozilla é a de que o usuário instale uma distribuição Linux.

A Mozilla deu ainda a seguinte explicação para justificar o fim do suporte de seu browser nos Windows 7, 8 e 8.1:

A Microsoft encerrou o suporte oficial aos Windows 7, 8 e 8.1 em janeiro de 2023. Sistemas operacionais sem suporte não recebem atualizações de segurança e possuem vulnerabilidades conhecidas. Sem o suporte oficial da Microsoft, manter o Firefox para sistemas operacionais desatualizados torna-se custoso para a Mozilla e arriscado para os usuários.

Para reforçar a recomendação sobre migrar de sistema operacional, a Mozilla também relembrou que navegadores como Google Chrome e Microsoft Edge também já não suportam oficialmente os Windows 7, 8 e 8.1.
Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1

Firefox dá adeus aos Windows 7, 8 e 8.1
Fonte: Tecnoblog

Windows 11 precisa de uma importante atualização de segurança até junho

Windows 11 precisa de uma importante atualização de segurança até junho

Windows 11 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Certificados da Inicialização Segura do Windows 11 expirarão em junho de 2026 e devem ser atualizados para evitar vulnerabilidades;
Microsoft está atualizando certificados via Windows Update; PCs novos desde 2024 já podem contar com certificados atualizados;
Windows 11 deve estar na versão 24H2 ou superior para receber atualizações automáticas.

Você vai dizer, com razão, que toda atualização de segurança é importante. Mas esta realmente merece destaque: os certificados da Inicialização Segura (Secure Boot) do Windows 11 expirarão em junho de 2026, portanto, devem ser atualizados até o meio do ano para não causarem transtornos a usuários e organizações.

A Inicialização Segura recebe esse nome por consistir em um recurso que protege o sistema operacional contra malwares e outras ameaças durante o seu carregamento. Para tanto, chaves criptográficas são usadas na verificação de componentes a serem carregados. O objetivo é permitir que apenas softwares confiáveis sejam executados no processo.

Não estamos falando de um recurso novo. O Secure Boot foi introduzido no Windows 8, mas, até o Windows 10, o recurso era opcional. No Windows 11, porém, a proteção faz parte dos requisitos do sistema, podendo até ser desativado, mas via configuração de BIOS/UEFI.

O problema é que, mesmo no Windows 11, versão lançada em 2021, os certificados de segurança são os mesmos que foram emitidos para o Windows 8. São esses certificados que expirarão em junho de 2026.

O que acontecerá se os certificados do Secure Boot expirarem?

Certificados expirados não impedem o funcionamento do Windows 11. Porém, a própria Microsoft alerta que o computador estará mais suscetível a vulnerabilidades e, eventualmente, recursos que dependem da Inicialização Segura podem apresentar problemas:

Se não receber os novos certificados de Inicialização Segura antes de certificados de 2011 [os atuais] expirarem, o computador continuará funcionando normalmente e os softwares existentes continuarão sendo executados. No entanto, o equipamento entrará em um estado de segurança reduzido, que limita a sua capacidade de receber futuras proteções no nível do boot.

À medida que novas vulnerabilidades de inicialização são descobertas, os sistemas afetados ficam cada vez mais expostos, pois não conseguem mais instalar novas mitigações. Com o tempo, isso também pode levar a problemas de compatibilidade, já que sistemas operacionais, firmwares, hardwares ou softwares dependentes do Secure Boot mais recentes podem não ser carregados.

Nuno Costa, diretor de parcerias, serviços e entrega do Windows

Notebook Asus com sistema operacional Windows 11 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual a solução para os certificados do Secure Boot?

Instalar certificados novos, como a Microsoft deixou claro. A boa notícia é que você terá pouco ou nenhum esforço para isso: a Microsoft já vem atualizando os certificados da Inicialização Segura do Windows 11 via Windows Update.

Se você comprou um PC nos últimos meses, talvez já esteja livre do problema, pois máquinas novas têm saído de fábrica com certificados atualizados desde 2024.

Para os demais casos, é importante que o Windows 11 esteja na versão 24H2 ou superior para garantir o recebimento da atualização automática via Windows Update. A Microsoft alerta que alguns PCs também poderão precisar de uma atualização de firmware fornecida pelo fabricante.

Ainda de acordo com a Microsoft, o aplicativo Segurança do Windows (ferramenta nativa) exibirá mensagens sobre o status da atualização dos certificados no decorrer dos próximos meses, o que ajudará o usuário a identificar eventuais falhas ou pendências nesse processo.

Mais um detalhe: quem usa o Windows 10 poderá receber a atualização se o PC estiver inscrito no ESU (programa de atualizações de segurança).
Windows 11 precisa de uma importante atualização de segurança até junho

Windows 11 precisa de uma importante atualização de segurança até junho
Fonte: Tecnoblog

Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows

Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows

Novo portátil da Ayaneo mira desempenho de PC em formato compacto (imagem: divulgação/Ayaneo)

Resumo

O Ayaneo Next 2 é um console portátil com Windows 11, pesando 1,4 kg e medindo mais de 34 cm de largura, com preços que variam de R$ 9 mil a R$ 22 mil, dependendo da configuração.
A versão básica inclui processador AMD Ryzen AI Max 385, gráficos Radeon 8050S, 32 GB de RAM e 1 TB de SSD, enquanto a versão avançada oferece Ryzen AI Max+ 395, GPU Radeon 8060S, 128 GB de RAM e 2 TB de SSD.
O console possui tela OLED de 23 cm com resolução de 2400 x 1504 pixels, taxa de atualização de 60 Hz a 165 Hz, bateria de 116 Wh e conectividade com USB-C, microSD e entrada para fones de ouvido.

Os consoles portáteis com Windows seguem avançando para um território cada vez mais próximo dos PCs com alto desempenho para jogos. A Ayaneo abriu a pré-venda do Next 2, seu novo modelo equipado com Windows 11, e os valores podem chegar a cerca de R$ 22 mil em conversão direta, dependendo da configuração escolhida.

O dispositivo chama atenção não apenas pelo custo elevado, mas também pelas proporções fora do padrão. Com mais de 34 cm de largura, cerca de 1,4 kg e dimensões que superam com folga as do Steam Deck e do Nintendo Switch, o Next 2 deixa claro que não foi pensado para caber no bolso. A proposta é oferecer uma experiência próxima à de um PC gamer completo, só que em formato portátil, segundo o The Verge.

Um portátil que pesa como um notebook?

A Ayaneo posiciona o Next 2 como um console para quem prioriza desempenho acima de tudo. A configuração de entrada traz processador AMD Ryzen AI Max 385, gráficos integrados Radeon 8050S, 32 GB de memória RAM e SSD de 1 TB. Essa versão parte de US$ 1.999, valor que pode cair na pré-venda para US$ 1.799 — algo em torno de R$ 9 mil a R$ 10 mil.

No outro extremo, a versão mais completa chega a US$ 4.299 (cerca de R$ 22.400) ou US$ 3.499 com desconto (aproximadamente R$ 18.300). Ela está equipada com o Ryzen AI Max+ 395, GPU integrada Radeon 8060S, impressionantes 128 GB de memória e 2 TB de armazenamento. É esse modelo que empurra o preço para a casa dos R$ 22 mil, aproximando o portátil de notebooks premium.

O conjunto é alimentado por uma bateria de 116 Wh, bem acima do limite de 100 Wh aceito por muitas companhias aéreas para bagagem de mão. A fabricante ainda não divulgou estimativas oficiais de autonomia, mas o tamanho da bateria ajuda a explicar o peso elevado do aparelho, que conta com dois ventiladores internos para dar conta do resfriamento.

Tela e controles justificam a proposta?

Modelo combina Windows 11, tela OLED e configurações robustas (imagem: divulgação/Ayaneo)

O Next 2 também aposta forte na tela. O painel OLED de cerca de 9,06 polegadas entrega resolução de 2400 x 1504 pixels, taxa de atualização variável entre 60 Hz e 165 Hz e brilho máximo de até 1.155 nits, superando com folga displays LCD comuns em consoles portáteis.

Nos controles, o aparelho traz joysticks TMR com ajuste de torque, gatilhos com efeito Hall e curso variável, D-pad de oito direções, touchpads duplos, botões traseiros e alto-falantes estéreo frontais. A conectividade inclui duas portas USB-C, leitor de microSD e entrada dedicada para fones de ouvido.
Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows

Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows
Fonte: Tecnoblog

Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11

Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11

Barra extra na parte superior do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Time do PowerToys propõe uma barra de tarefas extra no Windows 11, baseada na Paleta de Comandos;
Barra extra seria móvel e personalizável, com opções de atalhos, widgets e aparência, como fundo transparente;
Novidade ainda não é oficial; proposta foi apresentada por desenvolvedores do PowerToys para avaliação pública da ideia.

Se você usa o Windows 11, já pensou em ter uma barra de tarefas na parte superior da Área de Trabalho que, como tal, complementa a barra que fica na parte inferior? No que depender dos desenvolvedores do PowerToys (o “canivete suíço” do Windows), esse recurso será realidade em breve.

A barra de tarefas extra seria baseada em uma das funcionalidades mais interessantes do PowerToys: a Paleta de Comandos, que dá acesso rápido a aplicativos, extensões, configurações e afins. Trata-se de uma função tão versátil que, quando você aprende a usá-la, tende até a deixar o Menu Iniciar de lado.

Se desenvolvida conforme o plano, a nova barra será móvel, ou seja, você poderá posicioná-la em qualquer lado da tela. Para usuários do Windows 11, isso é muito interessante, pois essa versão não permite mover a barra de tarefas, ao contrário do que ocorre no Windows 10 e em versões anteriores.

Escolhida a posição da barra, você poderá escolher os atalhos que aparecerão ali, bem como adicionar recursos complementares, como controles para um reprodutor de música ou pequenos widgets que informam, por exemplo, a quantas anda o uso do processador.

Novamente se a proposta for desenvolvida conforme apresentada, você também terá várias opções de personalização da barra extra. Por exemplo, será possível deixá-la com fundo transparente ou fazê-la exibir rótulos para determinadas funções.

Widget com dados sobre a CPU (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando a nova barra chegará ao Windows 11?

Infelizmente, ninguém sabe ao certo. Por enquanto, a nova barra foi apresentada como uma proposta no repositório do PowerToys no GitHub. Por ora, os desenvolvedores estão coletando feedbacks sobre a ideia.

Da minha parte, torço para que a proposta seja levada adiante. O PowerToys é um dos projetos mais interessantes que a Microsoft mantém para usuários finais do Windows. Em linhas gerais, as ferramentas do PowerToys funcionam bem e, por isso, acredito que os desenvolvedores serão igualmente caprichosos com relação à nova barra.

PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Aproveite o PowerToys

Em tempo, o PowerToys chegou recentemente à versão 0.97. A novidade está ainda mais personalizável e melhora justamente as funcionalidades da Paleta de Comandos. Mas há várias outras funções úteis por ali. Eis alguns exemplos:

Modo Ativo: faz o Windows ficar sempre ativo (sem hibernar), sem que você tenha que mexer nas configurações de energia;

Seletor de Cores: permite identificar a cor de qualquer elemento exibido na tela;

FancyZones: permite organizar janelas de vários modos;

Redimensionador de Imagem: muda as dimensões de várias imagens ao mesmo tempo;

PowerToys Run: é um launcher de aplicativos que traz vários recursos avançados;

PowerRename: trata-se de um utilitário que permite renomear vários arquivos de uma só vez;

Gerenciador de Teclado: permite personalizar o teclado, e inclui a opção de criar atalhos sob medida;

Espiada: funciona como um visualizador rápido do conteúdo de arquivos selecionados;

Visualização do Registro: permite acessar e editar entradas no Registro do Windows rapidamente;

ZoomIt: além de aplicar zoom, permite gerar anotações e fazer gravações ou capturas de tela.

Mais um detalhe: apesar de ser focada no Windows 11, o PowerToys também funciona no Windows 10. É de graça!
Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11

Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft salva backup de chaves criptográficas do Windows 11 em seus servidores; essas chaves podem ser repassadas a autoridades mediante ordem judicial;
BitLocker, recurso nativo de segurança do Windows, criptografa unidades inteiras. A posse das chaves criptográficas do recurso pode dar acesso total aos dados protegidos;
Para evitar o backup automático de chaves nas nuvens, usuários podem optar por salvar chave localmente no Windows 11 Pro ou usar uma conta local no Windows 11 Home.

Quando você usa uma conta Microsoft pela primeira vez para fazer login no Windows 11, uma cópia da chave de criptografia do sistema operacional é enviada aos servidores da companhia. Essa é uma informação confidencial, mas a Microsoft reconhece: chaves podem ser repassadas a autoridades em caso de ordem judicial.

As tais chaves criptográficas dizem respeito principalmente ao BitLocker. Trata-se de um mecanismo de segurança introduzido no Windows Vista e no Windows Server 2008. A ferramenta é oferecida como um recurso nativo do Windows desde então.

Um recurso nativo importante: o BitLocker criptografa unidades inteiras de armazenamento de dados, não somente pastas ou arquivos específicos. É por isso que a posse das chaves criptográficas em questão pode dar acesso a tudo o que estiver protegido no computador.

Por padrão, o Windows 11 exige login com uma conta Microsoft. Quando isso é feito pela primeira vez em um computador, o sistema vincula a chave criptográfica do BitLocker a essa conta e faz backup dela nas nuvens para que o usuário possa recuperar o acesso se tiver algum problema com isso. O backup só não é feito quando o usuário ativa a opção de salvamento local de chave.

Então, a Microsoft pode fornecer as chaves a autoridades?

Não só pode como já forneceu. A Forbes revelou que, no início de 2025, a Microsoft forneceu as chaves criptográficas de três notebooks com Windows após uma solicitação do FBI, nos Estados Unidos.

Na ocasião, as autoridades americanas investigavam se responsáveis pelo programa de assistência a desempregados da ilha de Guam desviaram fundos durante a pandemia de covid-19. Os computadores usados por eles estavam protegidos com o BitLocker.

Ao veículo, a Microsoft confirmou que fornece chaves criptográficas a autoridades quando há ordem judicial para isso e ainda informou que recebe cerca de 20 solicitações do tipo por ano. Obviamente, a companhia só atende às solicitações que envolvem chaves armazenadas nas nuvens.

Diante disso, à Forbes, a companhia deu a entender que o próprio usuário precisa agir se quiser se resguardar de um eventual repasse de chaves, independentemente das circunstâncias:

Embora a recuperação de chaves [a partir das nuvens] ofereça conveniência, também acarreta o risco de acesso indesejado, portanto, a Microsoft acredita que os clientes estão em melhor posição para decidir… como gerenciar suas chaves [com backup nas nuvens ou local].

Charles Chamberlayne, representante da Microsoft

Para especialistas em segurança e privacidade ouvidos pela Forbes, a Microsoft deveria oferecer uma proteção mais robusta às chaves. Um exemplo que veio à tona foi o FileVault (sistema de criptografia do macOS), que permite que chaves sejam armazenadas nas nuvens, mas dentro de arquivos também criptografados, de modo que nem a Apple consegue acessá-las.

Modo escuro no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como desativar o backup de chaves nas nuvens?

No Windows 11 Pro, versão normalmente usada por organizações, a configuração de backup de chaves deve ser feita indo em Painel de Controle / Sistema e Segurança / Criptografia de Unidade BitLocker. Ali, escolha a opção de salvar o backup em um arquivo, não na conta Microsoft.

Já o Windows 11 Home tem uma proteção baseada na tecnologia de criptografia do BitLocker, mas sem uma interface direta de configuração. Por isso, uma alternativa está em ajustar o sistema para fazer login com uma conta local, de modo que o backup automático em nuvens deixe de existir, inclusive para as chaves. Para isso:

vá em Configurações / Contas / Suas informações;

clique em Entrar com uma conta local;

uma caixa de alerta pedirá para você fazer backup local da chave; clique em Fechar e fazer backup;

siga as orientações para salvar a cópia em um local seguro.

Acesse a sua conta Microsoft para apagar eventuais chaves que já estejam armazenadas por lá, se for esta a sua intenção.
Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades
Fonte: Tecnoblog

Microsoft testa recurso para criar livros de colorir no Paint

Microsoft testa recurso para criar livros de colorir no Paint

Recurso gera quatro opções de arte (imagem: reprodução)

Resumo

Microsoft testa no Paint uma ferramenta de IA para criar livros de colorir a partir de texto.
É possível pintar os desenhos gerados no próprio Paint ou imprimi-los para colorir à mão.
A novidade está disponível apenas para PCs Copilot+ e participantes do Windows Insider nos canais Canary e Dev do Windows 11.

A Microsoft começou a testar no Paint uma ferramenta para criar modelos de livros de colorir. A ferramenta usa inteligência artificial e fica acessível no canto superior direito da interface, acessando o ícone do Copilot.

Porém, a novidade não está acessível para todos. Por enquanto, ela está sendo liberada gradualmente para participantes do programa Windows Insider nos canais Canary e Dev do Windows 11. A versão com o recurso é a 11.2512.191.0.

Como funciona?

O usuário descreve em texto o que deseja ver no desenho e o Paint gera imagens em preto e branco para colorir. Depois disso, é possível pintar o desenho no próprio Paint ou imprimir a imagem para colorir à mão.

Segundo o comunicado, o recurso só funciona em PCs Copilot+, categoria de computadores voltada a tarefas de IA, e exige login com a conta Microsoft.

Além do “Livro de colorir”, o Paint recebeu uma melhoria de controle da ferramenta Preenchimento. Agora, ao usar o recurso de balde de tinta, o usuário pode ajustar um controle deslizante na lateral da tela para delimitar melhor o preenchimento.

Microsoft aprimorou a forma como a ferramenta Preenchimento aplica a cor (GIF: reprodução)

O Bloco de Notas também recebeu uma atualização nos recursos de IA. A versão 11.2512.10.0 agora mostra os resultados de forma progressiva na tela, permitindo pré-visualizar o texto enquanto ele ainda está sendo escrito em vez de esperar pela resposta completa. A ferramenta também melhorou o suporte a markdown.

Todas essas mudanças seguem restritas aos testadores do Windows Insider. A Microsoft ainda não informou quando os recursos chegam à versão estável do Windows 11 para o público geral.
Microsoft testa recurso para criar livros de colorir no Paint

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Fonte: Tecnoblog