Category: Wearables

Huawei Band 11 sai por menos de R$ 250 com cupom na Amazon em até 6x sem juros

Huawei Band 11 sai por menos de R$ 250 com cupom na Amazon em até 6x sem juros

Huawei Band 11
R$ 249,00

R$ 499,0050% OFF

Prós

Design leve (pesa apenas 17g)
Bateria para até 14 dias
Tela de 1,62″
Recursos básicos de saúde

Contras

Não tem NFC
Não tem barômetro

Cupom
Parcelado

GOLEADA

R$ 249,00  Amazon

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O Huawei Band 11 está saindo por apenas R$ 249 com cupom GOLEADA, podendo ser parcelado em até 6x sem juros de R$ 41,50 na Amazon. A oferta representa um desconto de 50% frente ao valor de lançamento de R$ 499 pelo smartband com monitoramento de de sono, estresse e exercícios, além de bateria de longa duranção.

Huawei Band 11 tem monitoramento de saúde e bateria para até duas semanas

Huawei Band 11 (imagem: Divulgação)

Segundo a Huawei, a bateria deste smartband suporta até 14 dias de autonomia, podendo variar conforme a intensidade de uso. O longo tempo longe das tomadas é uma das vantagens das pulseiras inteligentes quando comparadas aos relógios inteligentes (smartbands Vs. smartwatches).

Outra vantagem é o peso: o Huawei Band 11 pesa apenas 17 gramas, oferecendo uso confortável para quem não consegue usar um relógio mais pesado durante todo o dia e ainda menos para dormir. Inclusive, esse modelo é mais leve que concorrentes como o Galaxy Fit 3, que pesa quase 27 gramas.

Além disso, a pulseira inteligente conta com os principais recursos de monitoramento de saúde de um wearable básico. Ela conta com sensores de movimento, frequência cardíaca, luz ambiente, e outros. E permite o acompanhamento de dados de sono, ciclo menstrual e controle de estresse.

Huawei Band 11 (foto: Divulgação)

Para praticantes de atividades físicas, o smartband oferece cerca de 100 modos de treino, incluindo treinos de força, ioga, corda e outros exercícios. Ainda é possível estabelecer metas e acompanhar o desenvolvimento. E cadeirantes contam com modos específicos de acompanhamento, que medem empurrões e outros dados.

Fechando a parte do design, o visor tem 1,62 polegada conta com brilho forte de até 1.500 nits, garantindo excelente visibilidade mesmo em atividades ao ar livre em dias ensolarados. Por fim, o wearable da Huawei é compatível com os sistemas operacionais Android e iOS, garantindo melhor versatilidade.

Lembrando que, com o cupom GOLEADA, o Huawei Band 11 sai por apenas R$ 249 em até 6x sem juros de R$ 41,50 na Amazon. E que a oferta representa um desconto de 50% em relação ao preço original do dispositivo vestível.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Huawei Band 11 sai por menos de R$ 250 com cupom na Amazon em até 6x sem juros

Huawei Band 11 sai por menos de R$ 250 com cupom na Amazon em até 6x sem juros
Fonte: Tecnoblog

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

Detalhes de preço e hardware devem dar as caras no Galaxy Unpacked, em julho (imagem: reprodução)

Resumo

Google e Samsung desenvolveram óculos inteligentes com IA do Gemini.
Eles serão compatíveis com Android e iPhone, e chegarão ao mercado em dois momentos: versões com áudio chegam até o fim do ano; versões com visor não têm data.
Ainda não há informações sobre o hardware nem sobre os preços dos produtos.

O Google quer provar que aprendeu com os erros do passado. Na abertura do Google I/O 2026, ontem (19/05), a empresa revelou uma nova linha de óculos inteligentes desenvolvida em parceria com a Samsung e as marcas Warby Parker e Gentle Monster.

Os dispositivos vêm equipados com Android XR e IA do Gemini e chegam ao mercado no segundo semestre para competir com os badalados óculos da Meta.

A nova aposta será dividida em duas categorias: óculos focados em áudio e modelos mais avançados com tela integrada. O Google confirmou que as versões com áudio chegam primeiro, desembarcando no mercado durante o outono do hemisfério norte (entre setembro e dezembro). Já as variantes com visor ficaram para uma segunda etapa, ainda sem data definida.

O que os óculos inteligentes do Google podem fazer?

Primeira leva de óculos do Google foca em áudio e comandos por voz (imagem: reprodução)

Os novos óculos devem funcionar como uma extensão do celular. Eles vão oferecer recursos de notificações, widgets e comandos para o rosto do usuário. Na versão com áudio — que chega primeiro —, o dispositivo traz câmeras embutidas, microfones e alto-falantes discretos posicionados nas hastes.

O controle será feito de forma simples: basta dizer “Ok Google” ou dar um toque na lateral da armação para acionar o Gemini. A partir daí, a IA usa as câmeras para “enxergar” a cena.

De acordo com o vice-presidente e gerente geral do Android XR, Shahram Izadi, o usuário poderá olhar para a fachada de um restaurante para ler avaliações, traduzir placas de trânsito rapidamente ou pedir instruções de navegação ao Google Maps.

Os óculos também permitem capturar fotos e gravar vídeos em alta resolução. O sistema traz inclusive o recurso Nano Banana, que usa IA para apagar distrações do fundo das imagens ou aplicar efeitos por comandos de voz.

Para fechar o pacote, o ecossistema conversará com relógios que rodam o Wear OS e executará aplicativos de terceiros, como o Uber. Outra boa notícia para quem está do outro lado do muro é que o Google garantiu que os aparelhos terão suporte total ao iOS da Apple.

Proposta para não repetir o fiasco

Armações da Gentle Monster trazem pegada mais futurista (imagem: reprodução)

O mercado de wearables mudou muito desde o controverso Google Glass. Para não repetir os erros de uma década atrás, a empresa decidiu passar o bastão do design para quem entende do assunto. Os primeiros modelos revelados trazem formas diferentes: enquanto a Warby Parker aposta em linhas redondas e clássicas, a sul-coreana Gentle Monster assina armações ovais.

Quem precisa de lentes corretivas também não ficará de fora. Ao contrário de outros concorrentes, tanto a versão de áudio quanto os futuros modelos com visor foram projetados de fábrica para aceitar uma ampla gama de lentes de grau.

Quanto vai custar?

Ainda não há preço definido e nem detalhes sobre as especificações de hardware. Mas, para quem ficou curioso, vale ficar de olho no calendário: a expectativa é que a Samsung revele os próximos detalhes no Galaxy Unpacked de julho.

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA
Fonte: Tecnoblog

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.

O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.

Vale lembrar que a empresa cancelou a produção de uma versão Air do headset em 2025. No momento, a Apple tem um projeto que se assemelha mais aos óculos de realidade aumentada Meta Ray-Ban Display Glasses, principal opção do segmento hoje.

Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.

Mudança de foco expõe dificuldades

A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.

Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.

Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.

Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.

Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.

A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.

Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada

De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.

Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.

Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.

Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch pode prever desmaios até 5 minutos antes, afirma Samsung

Galaxy Watch pode prever desmaios até 5 minutos antes, afirma Samsung

Galaxy Watch 6 pode ganhar nova função para o Samsung Health (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Samsung realizou uma pesquisa em parceria com o Hospital Gwangmyeong para prever desmaios utilizando o sensor óptico do Galaxy Watch 6.
O estudo usou IA e avaliou 132 pacientes, conseguindo prever episódios de síncope vasovagal com até cinco minutos de antecedência.
A tecnologia, ainda experimental, visa mudar o foco da saúde para cuidados preventivos, mas não há previsão de quando será disponibilizada.

Um novo estudo revelou que smartwatches podem ajudar a prever desmaios antes que aconteçam. A pesquisa foi feita pela Samsung em conjunto com o Hospital Gwangmyeong da Universidade de Chung-Ang, na Coreia do Sul.

Os dados foram captados pelo sensor óptico de relógios Galaxy Watch 6, com ajuda de um modelo de inteligência artificial para identificar sinais de síncope vasovagal com até cinco minutos de antecedência. Ao todo, 132 pacientes com suspeita de síncope vasovagal foram avaliados durante testes de desmaio induzido.

Segundo a Samsung, este é o primeiro estudo a demonstrar o potencial de um smartwatch comercial para prever esse tipo de fenômeno. Por enquanto, porém, a tecnologia ainda é experimental e não há previsão de quando poderá virar um recurso para usuários do Galaxy Watch.

Como o Galaxy Watch foi usado?

A pesquisa utilizou o sensor de fotopletismografia (PPG), tecnologia óptica presente em smartwatches que mede variações no fluxo sanguíneo por meio da luz.

Esse tipo de leitura é diferente de eletrocardiogramas (ECG), que medem a atividade elétrica do coração. Pela natureza do PPG, os pesquisadores tratam o dado obtido pelo relógio como um “sinal composto”, que reúne informações do coração e dos vasos sanguíneos.

Os dados de variabilidade da frequência cardíaca (HRV) foram processados por um algoritmo de IA, composto por 600 árvores de decisão, que buscava padrões associados à síncope iminente.

O modelo conseguiu prever episódios de desmaio com até cinco minutos de antecedência, com 84,6% de acurácia. Nos testes, ele identificou corretamente 90% dos casos em que a síncope realmente ocorreu.

No entanto, ainda apresentou margem para alertas falsos: a especificidade foi de 64%, indicando que o sistema acertou pouco mais de seis em cada dez casos em que o desmaio não aconteceu.

Ainda não é um recurso oficial

Galaxy Watch Ultra agora também vem em azul (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar dos resultados, a tecnologia ainda não está pronta para chegar aos usuários e não há nenhuma previsão para que se torne uma função no Samsung Health.

“Este estudo é um exemplo de como a tecnologia vestível pode ajudar a mudar o foco da saúde, passando de um modelo desenvolvido para cuidados posteriores para um modelo de cuidados preventivos”, afirmou o chefe do Grupo de P&D em Saúde da área de Mobile eXperience da Samsung Electronics, Jongmin Choi.

Por que prever um desmaio?

A síncope vasovagal ocorre quando a frequência cardíaca e a pressão arterial caem repentinamente. Apesar de não ser considerada, por si só, uma ameaça à vida da pessoa, ela pode resultar em fraturas, concussões e outros ferimentos em casos de queda ou no trânsito, por exemplo.

Segundo o professor Junhwan Cho, do departamento de cardiologia do Hospital Gwangmyeong da Universidade de Chung-Ang, até “40% das pessoas sofrem de síncope vasovagal ao longo da vida”, e um terço delas apresentam episódios recorrentes.

Por isso, segundo ele, um alerta antecipado daria ao paciente tempo para se sentar, deitar ou pedir ajuda antes da perda de consciência.
Galaxy Watch pode prever desmaios até 5 minutos antes, afirma Samsung

Galaxy Watch pode prever desmaios até 5 minutos antes, afirma Samsung
Fonte: Tecnoblog

Huawei Band 11 tem 40% de desconto no Mercado Livre

Huawei Band 11 tem 40% de desconto no Mercado Livre

Huawei Band 11
R$ 299

R$ 499,0040% OFF

Prós

Design leve (pesa apenas 17g)
Bateria para até 14 dias
Tela AMOLED de 1,62″
Recursos básicos de saúde

Contras

Não tem NFC
Não tem barômetro

R$ 299  Mercado Livre

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O Huawei Band 11 está saindo por apenas R$ 299 à vista no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 40% em relação ao preço original de R$ 499. E o smartband da Huawei se destaca pelo design leve com tela AMOLED de 1,62″, bateria para 14 dias e recursos de saúde disponíveis.

Huawei Band 11 pesa apenas 17g e promete bateria para 14 dias

Huawei Band 11 (foto: Divulgação)

O Huawei Band 11 concorre diretamente com smartbands como o Galaxy Fit 3, que tem faixa de preço e configurações bastante parecidas. Mas uma das principais vantagens do Huawei Band 11, em comparação, é o design leve (17g contra 36,8g) mesmo mantendo muitos dos mesmos recursos na ficha técnica.

Incluindo a bateria, que no caso da Huawei tem promessa para até 14 dias de autonomia, enquanto a Samsung promete 13 dias para o Galaxy Fit 3. E também a tela, que é quase idêntica, e no modelo em oferta conta com tecnologia AMOLED e mede 1,62 polegadas.

Os sensores disponíveis também são quase os mesmos do concorrente, com a ausência do barômetro, que mede a pressão atmosférica. O Huawei Band 11 entrega: acelerômetro, que auxilia na detecção de movimento; giroscópio, de giro; magnetrômetro, para navegação; e medidores de frequência cardíaca e luz ambiente.

O harware é básico, mas já permite que a pulseira inteligente da Huawei faça o acompanhamento do sono, ciclo menstrual e mais de 100 modos de treino. Funcionalidades que atuam em conjunto com o celular também estão disponíveis, permitindo visualizar chamadas, tirar fotos à distância e visualizar lembretes na agenda.

Para chegar no valor de R$ 299 pelo Huawei Band 11, basta adquirir o produto à vista no Mercado Livre. Assim, o preço original de R$ 499 cai 40%
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Huawei Band 11 tem 40% de desconto no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Ring atinge 66% OFF em até 10x sem juros na Semana do Consumidor na Amazon

Galaxy Ring atinge 66% OFF em até 10x sem juros na Semana do Consumidor na Amazon

Galaxy Ring
R$ 1.180,00

R$ 3.49966% OFF

Prós

Bateria que dura até 7 dias
Corpo robusto, de titânio
Monitora frequência cardíaca e outros parâmetros
É compatível com e iPhone
Suporta recarga rápida

Contras

Requer estojo próprio para ser recarregado

Parcelado

R$ 1.180,00  Amazon

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O Galaxy Ring está saindo por apenas R$ 1.180 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. A promoção representa um desconto de 66% em relação ao preço oficial de R$ 3.499, e faz parte da campanha de preparação para o Dia do Consumidor 2026 na varejista.

Galaxy Ring mede dados de saúde com conforto

O principal atrativo do anel inteligente da Samsung em relação a um smartwatch ou smartband como o Galaxy Watch 8 ou o Galaxy Fit, por exemplo, é o conforto. Especialmente para dormir. Se você tem dificuldade para passar longas horas com um relógio no pulso, é possível que o anel, por ser menor e mais leve, seja uma opção mais confortável.

O Galaxy Ring de medir dados de sono, frequência cardíaca, atividades físicas e ciclo menstrual. Tanto as medições quanto as análises inteligentes de monitoramento, como a Pontuação de Energia, ficam disponíveis no aplicativo Samsung Health e podem ser acessadas pelo celular.

A Samsung promete até 7 dias de autonomia para a bateria do seu anel inteligente, e a promessa foi comprovada pelos testes do Tecnoblog. Assim como a resistência, já que o Galaxy Ring (por R$ 1.180 em até 10x sem juros) aguentou algumas quedas durante a nossa experimentação com o produto, ficando com apenas alguns arranhões.

Galaxy Ring prateado no polegar (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual será o Dia do Consumidor em 2026?

O Dia do Consumidor é comemorado em 15 de março todos os anos, e traz consigo diversas ofertas e condições de compra especiais desde o início do mês. Para não perder nenhuma das melhores promoções, fique ligado na cobertura do Achados do TB.
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Galaxy Ring atinge 66% OFF em até 10x sem juros na Semana do Consumidor na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Garmin Forerunner 165 cai 31% em até 10x em oferta no Mês do Consumidor

Garmin Forerunner 165 cai 31% em até 10x em oferta no Mês do Consumidor

Relógio Garmin Forerunner 165
R$ 1.899

R$ 2.74931% OFF

Prós

Métricas voltadas para corrida e outras atividades
GPS com modo de acompanhamento de rota por familiares
Bateria para até 11 dias no modo smartwatch

Contras

Tela de apenas 1,2 polegada

Parcelado

R$ 1.899  Amazon

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O Garmin Forerunner 165 está em promoção por R$ 1.899 em até 10x sem juros na Amazon. O relógio esportivo com tela AMOLED e GPS integrado, lançado originalmente por R$ 2.749, recebe um desconto de 31% nesta oferta.

Garmin Forerunner tem tela AMOLED, GPS e bateria de até 11 dias

Garmin Forerunner 165 tem tela AMOLED de 1,2 polegadas (imagem: Divulgação/Garmin)

O Garmin Forerunner 165 traz uma tela AMOLED touchscreen de 1,2 polegada com vidro reforçado quimicamente. Pesando 39 gramas, o corpo de 43 mm do vestível é feito de polímero reforçado com fibra e tem resistência à água de 5 ATM (até 50 metros de profundidade).

O relógio feito para corrida tem GPS integrado para mapear o trajeto feito pelo usuário durante treinos na rua, além de registrar dados de tempo, distância, ritmo e velocidade. Ele também inclui aplicativos de monitoramento de outras modalidades, como ciclismo, natação, ioga, pilates e esportes de raquete.

Outro destaque do Forerunner 165 é o Garmin Coach, recurso com treinos adaptativos criado por treinadores reais para quem deseja enfrentar desafios de 5 km até meia maratona. Além disso, o vestível registra métricas de atividades e oferece sugestões de recuperação para o usuário.

Design do Garmin Forerunner 165 (Imagem: Divulgação/Garmin)

O relógio esportivo da Garmin conta com o sensor de saúde que capta dados de frequência cardíaca, níveis de estresse, oxigênio no sangue e outros detalhes. Ele também consegue registrar relatórios de sono, ajustando o treino do dia conforme o nível de descanso do usuário.

Para o dia a dia, o vestível pode ser pareado com celulares Android e iPhone para receber notificações no pulso e controlar a mídia do smartphone. Para mais, ele tem integração com o Garmin Pay para pagamento por aproximação.

Por fim, o Garmin Forerunner 165 (R$ 1.899 em até 10x sem juros) traz uma bateria de até 11 dias no modo smartwatch. A autonomia do dispositivo cai para até 19 horas no modo GPS, mas oferece uma visão mais completa das atividades e saúde do usuário.

Quando será o Dia do Consumidor em 2026?

O Dia do Consumidor em 2026 acontece no próximo dia 15 de março, trazendo diversas ofertas e cupons especiais. Entretanto, muitos lojistas já estão antecipando promoções e descontos desde o início do mês, então vale a pena já ficar de olho no Achados do TB para não perder as melhores promoções.
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Garmin Forerunner 165 cai 31% em até 10x em oferta no Mês do Consumidor
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Ring despenca 64% em até 10x em promoção na Amazon

Galaxy Ring despenca 64% em até 10x em promoção na Amazon

Samsung Galaxy Ring
R$ 1.253,10

R$ 3.49964% OFF

Prós

Bateria que dura até 7 dias
Corpo robusto, de titânio
Monitora frequência cardíaca e outros parâmetros
É compatível com Android e iPhone
Suporta recarga rápida

Contras

Requer estojo próprio para ser recarregado

Oferta Relâmpago
Parcelado

R$ 1.253,10  Amazon

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Você já quis ter um Samsung Galaxy Ring, mas desistiu da ideia por causa do preço? Olha aí a oportunidade: o Galaxy Ring de tamanho 7 e cor titânio dourado está saindo por R$ 1.253 na Amazon, valor que pode ser parcelado em até dez vezes sem juros.

Trata-se de um desconto de 64% se levarmos em conta que o Galaxy Ring foi lançado no Brasil por R$ 3.499. Na Amazon, o mesmo modelo sai, oficialmente, por R$ 1.999, o que significa que o valor de R$ 1.253 corresponde a um desconto de 37% sobre o preço praticado pela loja.

O que tem de bom no Samsung Galaxy Ring?

O Galaxy Ring é um anel inteligente que permite que você acompanhe atividades físicas e parâmetros de saúde, aparecendo com uma boa alternativa a smartwatches e smartbands. Apesar de pequeno, o dispositivo pode monitorar frequência cardíaca, qualidade de sono, nível de estresse, entre outros.

Para completar, o Galaxy Ring tem um design sóbrio e, ao mesmo tempo, é robusto. Nesse sentido, o corpo de titânio e a proteção IP68 o tornam apto para atividades ao ar livre, por exemplo.

É verdade que o anel não tem tela, mas isso não é um problema: tudo o que você faz com o Galaxy Ring pode ser registrado e acompanhado por meio do aplicativo Samsung Health, disponível tanto para Android (versão 11 ou superior) quanto para iPhone.

Galaxy Ring (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria é outro ponto forte do dispositivo: ela tem autonomia estimada em até sete dias. Há ainda suporte para recarga rápida. Só fique atento com um detalhe: o Galaxy Ring requer o estojo que o acompanha para ser recarregado; não há compatibilidade assegurada com carregadores de outras marcas.

Diante de tudo isso, levar o Galaxy Ring por R$ 1.253 na Amazon é mesmo uma baita oportunidade! Relembrando, é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros.
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Galaxy Ring despenca 64% em até 10x em promoção na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Samsung conclui investigação e diz que Galaxy Ring é seguro

Samsung conclui investigação e diz que Galaxy Ring é seguro

Anel preso em dedo de usuário foi evento isolado, segundo a Samsung (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Samsung concluiu que o inchaço do Galaxy Ring em setembro foi causado por uma fissura na moldagem interna, não por falha na bateria.
Na ocasião, o anel inteligente inchou e ficou preso ao dedo do usuário, levando-o ao hospital para remoção.
A investigação durou três meses e confirmou que a integridade das células de energia estava intacta.

A Samsung encerrou oficialmente a investigação sobre o Galaxy Ring que ficou preso no dedo de um usuário e o levou ao hospital. Segundo o relatório final, o mau funcionamento foi provocado por uma falha estrutural em uma peça, e não por um risco potencial na bateria.

O caso ganhou repercussão global após a vítima, o criador de conteúdo Daniel Rotar, do canal Zone of Tech, relatar que o anel inteligente inchou enquanto estava em seu dedo.

O episódio ocorreu em setembro de 2025, momentos antes de o influenciador embarcar em um voo. Devido ao risco de incêndio associado a componentes eletrônicos danificados, a companhia aérea impediu que ele embarcasse.

O que causou o incidente com o Galaxy Ring?

Imagem mostra revestimento interno rompido (imagem: reprodução/Daniel Rotar/Zone of Tech)

A investigação durou cerca de três meses e determinou que a causa primária do inchaço foi uma fissura na moldagem interna do chassi do anel. Conforme o laudo técnico, essa rachadura na estrutura de suporte permitiu que os componentes internos saíssem de sua posição original, exercendo uma pressão contínua contra o revestimento de polímero. O resultado foi uma deformação que comprimiu o dedo do usuário.

A empresa reiterou que, embora o aspecto visual da falha sugerisse um inchaço químico da bateria de íons de lítio — um problema conhecido em dispositivos móveis que sofrem estresse térmico ou físico —, os testes confirmaram que a integridade das células de energia permaneceu intacta.

Para validar os resultados, a Samsung submeteu o anel a uma revisão independente conduzida por uma agência externa, que chegou à mesma conclusão. Em nota enviada ao influenciador, a Samsung afirmou:

“Confirmou-se que o inchaço no Galaxy Ring de Daniel foi causado por uma fissura na moldagem interna e que não havia nenhum risco para a segurança da bateria do produto em geral. O Galaxy Ring foi concebido para uso diário, tendo a durabilidade como princípio fundamental.”

Bateria fraca foi sinal de alerta

Um ponto destacado por Rotar antes do incidente foi uma queda drástica na autonomia da bateria, dos sete dias estimados pelo fabricante para apenas um dia e meio de uso. Apesar do veredito, a própria Samsung admitiu que não conseguiu identificar o evento exato que desencadeou a rachadura na moldagem.

Vale lembrar que o Galaxy Ring é promovido pela marca como um dispositivo de alta resistência, projetado para monitoramento de saúde e incluindo resistência à água e suor. Com a conclusão do caso, a Samsung tenta tranquilizar os proprietários do acessório, sustentando que o episódio foi um evento isolado e que não há necessidade de recall.

A orientação para os usuários que perceberem qualquer sinal de deformidade física ou queda brusca na vida útil da bateria é interromper o uso imediatamente e procurar o suporte técnico da Samsung.

Samsung conclui investigação e diz que Galaxy Ring é seguro

Samsung conclui investigação e diz que Galaxy Ring é seguro
Fonte: Tecnoblog

Óculos smart são banidos em navios de cruzeiro

Óculos smart são banidos em navios de cruzeiro

Mark Zuckerberg em anúncio do Ray-Ban Meta Gen 2 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

MSC Cruises baniu o uso de óculos inteligentes em áreas públicas de seus navios por motivos de privacidade e segurança.
A proibição não impede que passageiros levem os dispositivos, mas o uso é restrito a cabines e áreas privadas.
Outras empresas, como a Carnival Cruise Line, têm políticas diferentes.

Os óculos inteligentes, que começam a ganhar espaço entre consumidores e empresas de tecnologia, agora enfrentam restrições fora do ambiente urbano. A MSC Cruzeiros, gigante do setor, implementou uma diretriz que proíbe o uso desses dispositivos em áreas públicas de seus navios.

A companhia marítima alega preocupações com privacidade, segurança e gravações não autorizadas a bordo.

MSC Cruzeiros veta uso em áreas comuns dos navios

A companhia marítima incluiu os óculos inteligentes na lista de itens que não podem ser utilizados em áreas públicas de suas embarcações.

Segundo a política da empresa, dispositivos “capazes de gravar ou transmitir dados de forma discreta (por exemplo, óculos inteligentes)” não devem ser usados em espaços comuns do navio, como restaurantes, piscinas e corredores.

A MSC informou ao jornal USA Today que a medida entrou em vigor em julho. O Tecnoblog checou e, por enquanto, essas orientações não estão disponíveis no site da companhia em português.

A proibição não impede que os passageiros levem os aparelhos na bagagem. O uso, porém, fica restrito às cabines, áreas privadas e locais fora do navio, durante paradas em terra.

Em comunicado enviado à imprensa, a MSC explicou que “óculos inteligentes e dispositivos similares estão listados entre os itens proibidos para garantir que nossas equipes de segurança possam intervir e confiscar o dispositivo em caso de uso indevido”.

A empresa acrescentou: “Essa medida existe exclusivamente para proteger a privacidade e a segurança de todos os hóspedes e tripulantes.”

Oakley Meta HSTN já é vendido no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outras empresas adotam a mesma postura?

A abordagem varia entre os tipos de empresa. A Carnival Cruise Line, outra companhia de cruzeiros, permite o uso de óculos do tipo Google Glass em áreas públicas, mas proíbe o equipamento durante operações de embarque e desembarque.

Já a companhia aérea Delta Air Lines afirma que seus funcionários não podem utilizar óculos inteligentes enquanto trabalham, reforçando a cautela do setor de transporte com esse tipo de tecnologia.

Empresas que atuam na área de entretenimento, porém, veem o uso com bons olhos — em algumas situações, até incentivam. É o caso da Walt Disney, que tem oferecido óculos inteligentes aos visitantes do Parque da Disney para aprimorar a experiência de realidade estendida nas visitas.

Proibição em meio à expansão do mercado

Apesar da restrição, o mercado de óculos inteligentes segue em expansão. Em setembro, a Meta apresentou a segunda geração do Ray-Ban Meta e novos smart glasses da Oakley. Nós testamos alguns produtos no Meta Connect, nos Estados Unidos.

O Ray-Ban Meta chegou ao país por R$ 3.299. O Oakley Meta HSTN desembarcou em outubro pelo preço de R$ 3.459, enquanto o Oakley Meta Vanguard, voltado para esportes, ainda não foi lançado no mercado nacional.

Óculos smart da Meta tem câmera de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mas o que chamou atenção no evento de lançamento foram os Meta Ray-Ban Display Glasses, óculos smart com tela translúcida e controle por gestos. São os primeiros do tipo anunciados pela Meta.

Com eles, é possível interagir com aplicativos, graças à conexão com o smartphone. Os Meta Ray-Ban Display Glasses ainda não estão disponíveis oficialmente no Brasil, mas a expansão para outros países é prevista para o começo de 2026.

Nos EUA, eles custam US$ 799 (cerca de R$ 4.370, em conversão direta).
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Fonte: Tecnoblog