Category: Wearables

Galaxy Ring fica preso a dedo de usuário após bateria inchar

Galaxy Ring fica preso a dedo de usuário após bateria inchar

Galaxy Ring no evento Unpacked de Paris, em 2024 (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A bateria do Galaxy Ring do youtuber Daniel Rotar inchou, o que prendeu o anel em seu dedo e o impediu de embarcar em um voo.
A equipe médica usou gelo e lubrificante para remover o anel, já que tentativas com sabão e creme hidratante pioraram a situação.
A Samsung afirmou estar em contato com Rotar para investigar o caso, destacando que tais incidentes são raros.

O youtuber Daniel Rotar teve problemas com seu Galaxy Ring: a bateria inchou, o anel ficou preso ao dedo e o usuário não conseguia retirar o acessório da mão.

O defeito técnico teve consequências bastante desagradáveis: Rotar foi impedido de embarcar em um voo e precisou de ajuda médica para remover o aparelho.

O que aconteceu com o Galaxy Ring?

O youtuber compartilhou sua história na rede social X (antigo Twitter). A bateria do Galaxy Ring começou a inchar enquanto Rotar usava o dispositivo. Nas fotos que ele compartilhou, dá para ver que a proteção interna do acessório estourou e foi empurrada em direção ao dedo.

Update:– I was denied boarding due to this (been travelling for ~47h straight so this is really nice ). Need to pay for a hotel for the night now and get back home tomorrow– was sent to the hospital, as an emergency – ring got removed You can see the battery all… https://t.co/SRPfYI92Zg pic.twitter.com/ob8uUp5BeW— Daniel (@ZONEofTECH) September 29, 2025

O problema técnico impediu que o produtor de conteúdo embarcasse em um voo — os funcionários da companhia aérea proibiram a entrada na aeronave, já que baterias danificadas representam risco de incêndio. Rotar, que estava viajando há 47 horas, precisou dormir em um hotel antes de voltar para casa.

A situação piorou e o dedo do usuário começou a doer. O youtuber, então, procurou um hospital. A equipe médica precisou usar gelo e lubrificante para remover o Galaxy Ring. Vale dizer que as tentativas de retirar o aparelho com ajuda de sabão e creme hidratante só atrapalharam, já que fizeram a bateria inchar ainda mais.

Por que a bateria inchou?

Rotar não disse nada sobre alguma inspeção técnica em seu Galaxy Ring. Portanto, todas as possíveis explicações são, até o momento, especulativas.

O TechSpot observa que o youtuber estava no Havaí (Estados Unidos) para participar do Snapdragon Summit, da Qualcomm. O tempo úmido e a água do mar podem ter contribuído para o problema.

O próprio produtor de conteúdo contou que o anel não estava funcionando normalmente antes do inchaço. A bateria, que deveria durar sete dias, não passava de um dia e meio, mesmo antes de estourar o revestimento interno.

A Samsung tem uma página dedicada a como remover o anel caso o dedo do usuário inche. Entre as recomendações, estão usar água e sabão, submergir a mão em água fria, erguê-la acima do nível do coração ou procurar ajuda médica. Não há nenhuma menção sobre o que fazer caso a bateria (e não o dedo) inche.

Em contato com o Engadget, a Samsung disse estar em contato direto com Rotar para entender o caso. A empresa ainda afirmou que situações assim são extremamente raras.

Com informações do Engadget e do TechSpot
Galaxy Ring fica preso a dedo de usuário após bateria inchar

Galaxy Ring fica preso a dedo de usuário após bateria inchar
Fonte: Tecnoblog

Ray-Ban Meta Gen 2 chega ao Brasil; saiba o preço

Ray-Ban Meta Gen 2 chega ao Brasil; saiba o preço

Ray-Ban Meta de 2⁠ª geração é o primeiro produto que a Meta traz ao Brasil de sua família de óculos smart (imagem: divulgação)

Resumo

O Ray-Ban Meta Gen 2 chegou ao Brasil por R$ 3.299, com assistente Meta AI, bateria de até oito horas e câmera capaz de gravar em 3K.
O modelo oferece tradução em tempo real e integração com WhatsApp, Facebook e Instagram, disponível nas versões Wayfarer, Skyler e Headliner.
No evento Meta Connect, os modelos Ray-Ban Meta Display e o Oakley Meta Vanguard também foram anunciados.

A Meta lançou, nesta terça-feira (23/09), os óculos inteligentes Ray-Ban Meta Gen 2 no Brasil, com preços sugeridos a partir de R$ 3.299. O aparelho conta com o assistente Meta AI, bateria de até oito horas e captura de vídeo em 3K.

O produto está disponível nas versões Wayfarer, Skyler e Headliner, com suporte a lentes transparentes, solares e até mesmo com grau. As vendas começaram no site da Ray-Ban e devem chegar em breve a lojas como Sunglass Hut e Solaris.

O Ray-Ban Meta Gen 2 não tem tela, apenas câmeras e som para interagir com o usuário. Os óculos precisam estar conectados a um smartphone com o app da Meta AI. Entre as possibilidades de uso, uma das que mais se destacam é a tradução ao vivo: a pessoa pode falar com você em outro idioma e os óculos tocam a tradução para português.

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Meta AI também é capaz de responder a perguntas sobre o que a câmera dos óculos está vendo, como informações sobre pontos turísticos, sugestões de receitas ou traduções de placas.

E como não podia deixar de ser, há também a integração com Facebook, Instagram e WhatsApp. É possível enviar mensagens, mandar fotos e fazer chamadas de áudio com os óculos. A câmera também pode ser usada em chamadas de vídeo, para mostrar a seus contatos o que você está vendo naquele momento, em tempo real.

Ray-Ban Meta Display e Oakley Meta Vanguard

O Ray-Ban Meta Gen 2 foi uma das novidades apresentadas pela empresa durante seu evento Connect, realizado na semana passada. A apresentação teve o Ray-Ban Meta Display, com tela translúcida, como grande estrela.

Na ocasião, a empresa lançou também o Oakley Meta Vanguard, voltado a práticas esportivas. Ele também deve ser lançado no Brasil em breve — por enquanto, não há informações sobre datas ou preços.

Ray-Ban Meta Gen 2 chega ao Brasil; saiba o preço

Ray-Ban Meta Gen 2 chega ao Brasil; saiba o preço
Fonte: Tecnoblog

Chefão da Meta explica bug ao vivo com óculos smart

Chefão da Meta explica bug ao vivo com óculos smart

Novos óculos da Meta vistos de perto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A frase “Ei, Meta” ativou todos os óculos Meta Ray-Ban simultaneamente, causando instabilidade na apresentação.
Problemas técnicos ocorreram durante uma demonstração de receita e uma tentativa de chamada de vídeo.
O Meta Ray-Ban Display possui tela translúcida de 600 x 600 pixels e será lançado nos EUA por US$ 799.

Andrew Bosworth, diretor-chefe de tecnologia da Meta, disse que uma frase ativou todos os óculos smart Meta Ray-Ban durante a apresentação ao vivo do produto, o que levou a problemas técnicos na demonstração.

O CTO usou sua conta no Instagram para abrir uma caixinha de perguntas e conversar com seus seguidores. Os questionamentos sobre as falhas logo apareceram. “Eu sinto que as outras pessoas na internet se sentem mal com isso por mim mais do que eu mesmo”, brincou, antes de explicar o que houve.

O que aconteceu na apresentação do Meta Connect?

A primeira falha ocorreu quando um chefe de cozinha tentou usar os Meta Ray-Ban para cozinhar um molho inspirado na culinária coreana. Ao perguntar ao dispositivo qual a primeira etapa da receita, o aparelho teve problemas e pulou vários passos. Tentar de novo não surtiu efeito.

Outro erro ocorreu quando Mark Zuckerberg e Bosworth tentaram, sem sucesso, fazer uma chamada de vídeo. Mesmo depois de insistir por um minuto, os executivos não conseguiram fazer o recurso funcionar, colocaram a culpa no Wi-Fi e desistiram.

Por que os erros ocorreram?

Na explicação de Bosworth, cada falha teve seus motivos.

A falha da demonstração da receita aconteceu porque, ao falar “Ei, Meta, ligue a Live AI”, a frase ativou todos os óculos com o recurso que estavam no local da demonstração. No ensaio, não houve problemas, já que não havia tanta gente no espaço da apresentação.

Para piorar, todo o tráfego da ferramenta tinha sido direcionado para um servidor de desenvolvimento, que não aguentou tanto tráfego e processamento ao mesmo tempo.

“Basicamente, nós fizemos um ataque DDoS contra nós mesmos”, brincou o CTO da Meta. DDoS se refere a um ataque distribuído de negação de serviço, uma técnica que consiste em enviar inúmeras solicitações para um site, plataforma ou serviço, por exemplo, até derrubá-lo.

Já a chamada de vídeo não funcionou por causa de um bug que, até então, não havia sido detectado pelos desenvolvedores da Meta. A tela dos óculos desligou no mesmo instante em que a notificação de chamada chegou. Ao ligar novamente a tela, o aparelho não exibiu essa mesma notificação.

Bosworth classificou esse problema como um bug de “race condition”, nome dado a falhas que ocorrem quando dois ou mais processos diferentes tentam usar um mesmo recurso simultaneamente, de forma não coordenada ou não prevista.

O que é o Meta Ray-Ban Display?

O Meta Ray-Ban Display é o primeiro dos óculos smart da Meta a contar com uma tela translúcida nas lentes. O display tem resolução de 600 x 600 pixels e pode exibir mensagens, notificações e mapas, por exemplo.

É necessário estar com um smartphone conectado via Bluetooth, mas o controle da interface é feito por uma pulseira que capta os sinais elétricos gerados pelo movimento dos dedos. O aparelho será lançado nos Estados Unidos no fim de setembro, por US$ 799 (cerca de R$ 4,2 mil, em conversão direta).

Com informações do TechCrunch
Chefão da Meta explica bug ao vivo com óculos smart

Chefão da Meta explica bug ao vivo com óculos smart
Fonte: Tecnoblog

Meta apresenta óculos smart com tela translúcida e controle por gestos

Meta apresenta óculos smart com tela translúcida e controle por gestos

Meta Ray-Ban Display Glasses: novos óculos repetem design que conquistou os influenciadores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Meta Ray-Ban Display Glasses traz display translúcido na lente direita, integração com apps como Instagram e WhatsApp, e comandos de voz via Meta AI.
O produto possui bateria de 6 horas, estojo com 40 horas, pulseira neural com 18 horas de autonomia, câmera de 12 MP e armazenamento de 32 GB.
O wearable será vendido inicialmente nos EUA por US$ 799, com opções de cores preto e areia, lentes Transitions e compatibilidade com óculos de grau.

A Meta anunciou os primeiros óculos com tela da companhia. O produto se chama Meta Ray-Ban Display Glasses e estará disponível inicialmente nos Estados Unidos por US$ 799. O destaque é o display posicionado na lente direita dos óculos. Nele, é possível interagir com variados aplicativos, graças principalmente à conexão com o smartphone.

O objetivo é manter os usuários conectados e presentes no mundo real, permitindo realizar tarefas cotidianas sem precisar tirar o celular do bolso. O Meta Ray-Ban Display Glasses pesa apenas 69 gramas. O design lembra bastante o dos óculos Meta Ray-Ban, que conquistaram principalmente o público de criadores de conteúdo, por permitir capturar fotos e vídeos na perspectiva POV (point of view).

Pulseira neural e tela translúcida

Pulseira neural detecta a movimentação dos músculos da mão (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O controle se dá por meio de uma pulseira também tecnológica. O usuário passa a vesti-la e interage com o sistema conforme movimenta os dedos. Não é preciso tocar no celular. De acordo com Mark Zuckerberg, é um avanço em relação à computação que temos hoje, com teclado, mouse ou outras interfaces.

A tela inicial traz uma série de aplicativos, como Música, Mapas, Instagram e WhatsApp, além da câmera. Também é possível utilizar comandos de voz, integrados ao Meta AI, o serviço de inteligência artificial da Meta. Aliás, o pareamento se dá por meio do app Meta AI.

Esse display depende de um diminuto projetor na lateral da lente. Ele exibe menus, fotos e outros conteúdos de forma translúcida, permitindo que a pessoa visualize também o mundo ao seu redor. A Meta divulgou que o display tem 600 x 600 pixels e brilho que varia de 30 a 5.000 nits, adaptando-se automaticamente ao ambiente.

App de mapas no dispositivo da Meta (imagem: divulgação)

Zuckeberg controla óculos com pulseira tecnológica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assim é a tela do novo Meta Ray-Ban (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A câmera de 12 MP permite zoom digital 3x e captura de vídeos em 1080p, com 32 GB de armazenamento.

Detalhes sobre o produto e seu lançamento

O Meta Ray-Ban Display Glasses tem bateria para seis horas de uso. Já o estojo que o acompanha prevê um total de 40 horas de autonomia. Há ainda o case da pulseira neural, com previsão para 18 horas de uso.

Este novo dispositivo tem preço sugerido de US$ 799 no mercado americano, o que equivale a cerca de R$ 4.240 em conversão direta e sem impostos. As vendas começam em 30 de setembro, com duas opções de cor: preto e areia. Ele já vem com lentes Transitions, e usuários de lentes de grau podem fazer a substituição numa ótica, assim como já acontece com os demais wearables oculares da Meta.

Óculos smart da Meta têm câmera de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A expansão para outros países está prevista para início de 2026.

Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite da Meta
Meta apresenta óculos smart com tela translúcida e controle por gestos

Meta apresenta óculos smart com tela translúcida e controle por gestos
Fonte: Tecnoblog

Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

Meta confirma venda do Oakley Meta Vanguard no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Meta apresentou no Meta Connect o Ray-Ban Meta de 2ª geração, óculos inteligente que pesa 52 g e tem até oito horas de bateria.
O Oakley Meta Vanguard também foi revelado, modelo com foco em esportes que pesa 66 g e tem bateria de até nove horas.
Os preços variam entre US$ 379 e US$ 499, com lançamento previsto em breve no Brasil, mas ainda sem o valor nacional divulgado.

A Meta revelou nesta terça-feira (17/09) dois novos óculos inteligentes: a 2⁠ª geração do Ray-Ban Meta, com design clássico, e o novo Oakley Meta Vanguard, focado em esportes. O anúncio foi feito no Meta Connect, evento realizado na sede da empresa em Menlo Park, na Califórnia. O Tecnoblog está nos Estados Unidos para conhecer as novidades.

Os preços dos novos óculos variam entre US$ 379 e US$ 499 e ainda não há valores para o mercado nacional, mas a Meta confirmou que ambos os produtos chegam ao Brasil “em breve”.

Ray-Ban Meta de 2ª geração 

Óculos inteligentes da Meta agora traduz em tempo real (imagem: divulgação/Meta)

Com o visual clássico e sem alterações, a nova geração do Ray-Ban Meta traz melhorias internas. A bateria agora deve aguentar até oito horas de uso com carregamento rápido, além de 48 horas extras de carga com o estojo. 

O modelo pesa 52 g e oferece mais de 27 combinações de armação, cores e lentes, com resistência IPX4 que protege contra respingos de água, mas não submersão.

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Ray-Ban Meta de 2ª geração conta com traduções em tempo real (incluindo para o português) e o modo “foco em conversação”, que amplifica a voz do interlocutor e reduz ruídos. A câmera é ultrawide de 12 MP e também grava vídeos em 3K Ultra HD.

Nos EUA e Canadá, o óculos chega custando US$ 379 (cerca de R$ 2.010, em conversão direta) para a versão com lentes padrão; US$ 409 (R$ 2.170) com lentes polarizadas; e US$ 459 (R$ 2.436) para o modelo com lentes Transitions.

Oakley Meta Vanguard

Oakley Meta Vanguard grava vídeo em 122º (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Oakley Meta Vanguard aposta em design esportivo, câmera de ação e integração com apps de fitness como Garmin e Strava. Voltado para atletas, pesa 66 g e foi criado para atividades de alta intensidade, com certificação IP67 contra poeira e água.

O óculos traz alto-falantes abertos de 6 dB, mais potentes que o anterior Oakley Meta HSTN, além de cinco microfones. A bateria deve durar até nove horas, com estojo que fornece mais 36 horas de carga. 

Oakley Meta Vanguard tem integração com relógios da Garmin (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ele conta com 32 GB de armazenamento interno, suficiente para cerca de 1.000 fotos ou 100 vídeos de 30 segundos. A câmera é de 12 MP e grava em 3K a 30 FPS, com suporte a modos de câmera lenta e hyperlapse. 

Além disso, a integração com o Meta AI permite a exibição de métricas de desempenho em tempo real. O preço sugerido é US$ 499, em quatro combinações de armação e lentes, com pré-venda aberta no site da Meta e da Oakley. O lançamento é previsto para 21 de outubro.

Novidades do software

Uma nova ferramenta ajuda a focar nas conversas com as pessoas do seu dia. No exemplo citado por Mark Zuckerberg, um jantar com amigos ficaria mais interessante quando os óculos reduzem o volume do ambiente. Isso se dá por causa dos alto-falantes posicionados perto dos ouvidos.

Já a função de Live AI, como o nome sugere, habilita a Meta AI num modo permanente de conversa. O sistema observa o ambiente, dá sugestões e orienta o usuário sobre os próximos passos de qualquer tarefa. O funcionamento em si lembra bastante o Gemini Live, do Google, atualmente disponível para todos os consumidores.

Relembre o lançamento do Ray-Ban da Meta

Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite da Meta
Meta lança no Brasil óculos smart em parceria com Ray-Ban e Oakley

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Fonte: Tecnoblog

Meta: vazam os primeiros óculos inteligentes com tela

Meta: vazam os primeiros óculos inteligentes com tela

Meta publicou vídeo de próximos lançamentos no YouTube (imagem: reprodução/uploadvr)

Resumo

A Meta deixou vazar acidentalmente dois novos óculos inteligentes: o Ray-Ban Display e o Oakley Meta Sphaera.
O destaque é a tela integrada do Ray-Ban Display, que fica na lente direita e é controlada por uma pulseira com tecnologia sEMG, que interpreta gestos.
A empresa investiu 3 bilhões de euros na EssilorLuxottica, dona da marca Ray-Ban, adquirindo 3% de participação e reforçando a parceria.

Sem querer, a Meta vazou nessa segunda-feira (15/09) dois de seus próximos grandes lançamentos. Em um vídeo não listado no YouTube, que a empresa removeu rapidamente, a big tech apresenta um novo modelo de óculos inteligentes da Ray-Ban, desta vez com tela integrada. Além dele, há também um novo par esportivo da Oakley.

O principal destaque do vazamento, divulgado pelo site UploadVR, é o Meta Ray-Ban Display. Trata-se de um passo importante no desenvolvimento do ecossistema de computação vestível, ambição de anos de Mark Zuckerberg. As imagens mostram que o aparelho terá um pequeno display em uma das lentes que possibilitará a exibição de notificações, navegação e interações com IA.

O lançamento dá sequência à colaboração entre a Meta e a EssilorLuxottica, anunciada em 2020. A parceria começou com os Ray-Ban Stories, em 2021, que possuíam câmera e áudio. Em 2023, a empresa aprimorou os recursos, mas os dispositivos seguiam sem qualquer tipo de tela para o usuário — até agora.

Como funcionarão os novos óculos?

Tela integrada ao óculos garante usabilidade em tarefas cotidianas (imagem: reprodução/Meta)

O diferencial até o momento é a tela. Segundo o The Verge e vídeo vazado, o display ficará posicionado na lente direita e funcionará como um monocular, projetando informações diretamente no campo de visão do usuário. A ideia não é funcionar como o Vision Pro, da Apple, mas sim ser uma forma mais sutil de receber informações sem precisar do celular, como os relógios inteligentes.

Para controlar a interface, o dispositivo virá com uma pulseira. Conforme relatado pela CNBC no início do ano, ela utiliza tecnologia de eletromiografia de superfície (sEMG) para interpretar os sinais elétricos dos músculos do braço, permitindo que o usuário comande os óculos com gestos sutis da mão. Pesquisadores da Meta detalharam o dispositivo em um artigo publicado pela revista científica Nature em julho deste ano.

Óculos esportivo da Oakley também chegará (imagem: reprodução/The Verge)

No vídeo vazado, uma pessoa aparece “escrevendo” uma resposta a uma mensagem ao deslizar os dedos sobre uma superfície. Ele também revela o Oakley Meta Sphaera, um modelo com design focado em esportes, possuindo uma câmera no centro, sobre o nariz.

O momento do desenvolvimento de óculos comuns com realidade aumentada é forte. Além da Meta e seus Ray-Ban inteligentes, rumores apontam que a Samsung pode lançar um modelo utilizando o sistema Android XR em 2026.

Parceria com Ray-Ban segue

A decisão de manter a parceria com a Ray-Ban para este modelo mais complexo é estratégica e, ao que tudo indica, passou por negociações intensas. Relatos anteriores indicavam que a EssilorLuxottica, dona da Ray-Ban, havia “recusado” a ideia por conta da espessura necessária nas hastes dos óculos para abrigar a tecnologia do display.

No entanto, como aponta o UploadVR, um fator pode ter mudado o rumo da conversa: um investimento de 3 bilhões de euros da Meta na fabricante de óculos, garantindo uma participação de 3% na empresa. Essa movimentação financeira provavelmente deu à Meta mais poder de barganha para manter a valiosa marca Ray-Ban em seu produto mais ambicioso até agora.

Ambos os óculos, tanto o Ray-Ban Display quanto o Oakley Sphaera, devem ser oficialmente anunciados durante o evento Meta Connect, que acontece nesta semana (17 e 18 de setembro).
Meta: vazam os primeiros óculos inteligentes com tela

Meta: vazam os primeiros óculos inteligentes com tela
Fonte: Tecnoblog