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O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

VPNs adicionam camadas de proteção a conexões (imagem: reprodução/NordVPN)

Uma VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que cria uma camada de proteção entre o seu dispositivo e a internet, criptografando os dados da conexão e ocultando o endereço IP real.

Você se conecta ao Wi-Fi do aeroporto, abre o aplicativo do banco, acessa e-mails do trabalho ou faz uma compra online? Cada uma dessas ações deixa rastros e pode expor dados se a conexão não estiver protegida. Para isso, ferramentas como a NordVPN podem ajudar, dificultando o rastreamento da atividade online e o risco de interceptação.

Você precisa de uma VPN?
Se você:
Acessa redes Wi-Fi públicas
Trabalha fora de casa
Faz compras online
Usa serviços bancários pelo celular
Quer reduzir o rastreamento da navegação
Quer consumir conteúdo com restrições de localidade
A VPN não substitui todos os cuidados de segurança, mas adiciona uma camada importante de privacidade para a conexão.
Conheça os planos da NordVPN.

O que é uma VPN e como funciona?

VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que permite criar uma conexão segura e criptografada entre o seu dispositivo e a internet, com o servidor da VPN atuando como intermediário. Ou seja:

Os dados ficam criptografados: informações são convertidas a um formato que terceiros não conseguem ler facilmente.

O endereço IP real é ocultado: sites e serviços passam a ver o IP do servidor da VPN.

A navegação fica menos exposta: provedores, redes públicas e terceiros têm mais dificuldade para acompanhar o tráfego.

A localização aparente pode mudar: ao escolher um servidor em outro país, a conexão pode parecer partir daquela região.

Para que uma VPN serve?

VPNs protegem dados durante a navegação (imagem: reprodução/NordVPN)

A VPN deixou de ser uma exclusividade de especialistas em segurança e tecnologia, sendo útil em diferentes situações:

Proteger dados em redes Wi-Fi públicas: evita que informações sensíveis circulem sem proteção.

Reduzir o rastreamento online: a ferramenta dificulta que sites, anunciantes e outros serviços associem a navegação ao usuário.

Acessar conteúdos com restrição regional: ao se conectar a servidores em outros países, a VPN pode permitir acesso a sites e serviços disponíveis apenas em determinadas regiões, respeitando as regras de cada plataforma.

Aumentar a segurança no trabalho remoto: quem acessa documentos, e-mails corporativos ou sistemas internos fora do escritório pode usar a VPN como camada adicional de proteção.

Evitar limitações baseadas no tipo de tráfego: em alguns casos, a VPN reduz restrições aplicadas por provedores a determinados usos da internet, como streaming, downloads ou jogos online.

Proteger a conexão em jogos: ao ocultar o IP real, a VPN reduz a exposição a ataques direcionados.

Comparar preços em compras e viagens: usar servidores em diferentes países pode ajudar a verificar se há diferenças em valores, que podem variar conforme região ou histórico.

Como escolher a melhor VPN para você

A escolha de uma VPN deve considerar mais do que o preço. Uma boa ferramenta equilibra segurança, velocidade, privacidade e facilidade de uso. Considere critérios como:

Criptografia forte: protege os dados que trafegam entre o dispositivo e o servidor da VPN.

Política de no-logs: indica que o serviço não armazena registros da atividade de navegação.

Auditorias independentes: ajudam a validar as promessas de privacidade do provedor.

Rede ampla de servidores: melhora as opções de conexão e a estabilidade.

Velocidade: evita que a proteção torne a navegação lenta.

Compatibilidade: garante uso em computador, celular, TV, roteador e outros dispositivos.

Recursos extras: como proteção contra phishing, bloqueio de rastreadores, servidores especializados e alerta contra golpes.

Por que a NordVPN se destaca

A NordVPN reúne os principais recursos esperados de uma VPN moderna, adicionando camadas extras de segurança:

Velocidade e infraestrutura global: segundo testes do West Coast Labs realizados em outubro de 2025, a NordVPN registrou velocidade média de 817 Mbps e pontuação geral de 58/60. O serviço conta com mais de 9.500 servidores em mais de 224 localidades nas Américas, Europa, África e Ásia-Pacífico.

Política de no-logs auditada: a NordVPN não registra a atividade online dos usuários, política que já passou por seis auditorias independentes.

Criptografia AES de 256 bits: o tráfego é protegido por um padrão robusto de criptografia, usado para dificultar a leitura dos dados por terceiros.

Protocolos modernos: o serviço oferece OpenVPN, IKEv2/IPsec e NordLynx, uma adaptação do WireGuard criada para combinar velocidade e privacidade.

NordWhisper: protocolo voltado a redes restritivas, como Wi-Fi público, ambientes corporativos ou conexões com filtros, ajudando a manter o acesso sem comprometer a privacidade.

Servidores especializados: a rede inclui opções como Double VPN, Onion over VPN, servidores ofuscados, P2P e IP dedicado, atendendo diferentes necessidades de privacidade, estabilidade e acesso.

Antivírus de última geração: o Next-Gen Antivirus oferece uma camada adicional de proteção contra sites maliciosos, tentativas de phishing, anúncios intrusivos, rastreadores e arquivos infectados por malware. Em dispositivos Windows, também verifica aplicativos vulneráveis que possam representar riscos à segurança.

Proteção contra chamadas fraudulentas: disponível para Android e iPhone, o recurso identifica possíveis ligações suspeitas ao comparar números recebidos com bases de golpes conhecidas. O alerta aparece antes que o usuário atenda, sem acessar ou armazenar o conteúdo da chamada.

Veja os recursos da NordVPN.

Recursos extras para diferentes usos

Além da proteção principal da VPN, a NordVPN oferece recursos que ajudam a adaptar o uso.

Double VPN: encaminha o tráfego por dois servidores diferentes, adicionando uma camada extra de criptografia.

Onion over VPN: combina a VPN com a rede Onion para quem busca mais anonimato.

Servidores ofuscados: ajudam a disfarçar o uso da VPN em redes que tentam bloquear esse tipo de conexão.

P2P: servidores otimizados para compartilhamento de arquivos.

IP dedicado: endereço IP exclusivo para quem precisa de uma conexão mais previsível.

Split Tunneling: permite escolher quais aplicativos passam pela VPN e quais acessam a internet diretamente.

Proteção contra ameaças: bloqueia páginas maliciosas, anúncios intrusivos e rastreadores.

Garanta a sua privacidade

NordVPN é principal opção do mercado (imagem: reprodução/NordVPN)

Para quem busca uma ferramenta completa, o NordVPN combina VPN, recursos de segurança, antivírus de última geração, proteção contra chamadas fraudulentas e compatibilidade com múltiplos dispositivos.

Com uma única assinatura do NordVPN, é possível proteger até 10 aparelhos simultaneamente, tendo disponibilidade para:

Computadores: Windows, macOS e Linux;

Celulares e tablets: Android e iOS;

Entretenimento: Apple TV, Android TV e outros dispositivos inteligentes;

Outras configurações: extensões de navegador e roteadores compatíveis.

A NordVPN ainda oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, sete dias por semana, para ajudar em dúvidas de instalação, configuração e uso dos recursos.

O provedor está com uma condição especial: acesse a página oficial da NordVPN e conheça os detalhes.

Perguntas frequentes sobre VPN

1. O que significa a sigla VPN?

VPN é a sigla para Virtual Private Network, ou Rede Privada Virtual. A tecnologia cria uma conexão criptografada entre o seu dispositivo e a internet, direcionando o tráfego por um servidor remoto e protegendo os seus dados e endereço de IP contra terceiros.

2. VPN é segura?

Sim, desde que você escolha um serviço confiável. A NordVPN, por exemplo, utiliza criptografia AES de 256 bits para proteger os dados e adota uma política de não registro de atividades (no-logs), auditada independentemente em diversas ocasiões. Isso significa que a empresa não monitora nem armazena o seu histórico de navegação.

3. VPN grátis vale a pena?

VPNs gratuitas costumam ter limitações importantes:

Menor velocidade

Poucos servidores

Franquias de uso reduzidas

Menores recursos de segurança

Além disso, alguns serviços gratuitos podem monetizar o uso de outras formas, incluindo coleta de dados, anúncios ou outras restrições.

4. É legal usar VPN no Brasil?

Sim. O uso de VPN é totalmente legal no Brasil. A ferramenta é amplamente utilizada para proteger dados em redes Wi-Fi públicas, trabalhar remotamente e navegar na internet com mais tranquilidade.

5. Como usar uma VPN?

Após contratar o serviço e instalar o aplicativo, o usuário escolhe um servidor ou deixa que a própria ferramenta selecione a conexão mais adequada. A partir daí, basta ativar a VPN antes de navegar. Em serviços como a NordVPN, é possível escolher localidades específicas conforme a necessidade.

6. VPN funciona no celular (Android e iPhone)?

Sim. A NordVPN oferece aplicativos dedicados para Android e iPhone (iOS). Após instalar o app, basta escolher um servidor (ou deixar que o aplicativo selecione automaticamente) e ativar a VPN antes de navegar na internet, acessar o banco ou utilizar redes Wi-Fi públicas.

7. Como desativar a VPN no celular?

Abra as configurações do seu smartphone, acesse a seção de VPN (geralmente localizada nas configurações de rede) e desative a conexão. Caso a opção VPN sempre ativa esteja habilitada, talvez seja necessário desativá-la primeiro para evitar que a conexão seja restabelecida automaticamente.
O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet
Fonte: Tecnoblog

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

NordVPN concentra recursos de VPN com maior segurança e velocidade (imagem: divulgação/NordVPN)

Quem procura a melhor VPN geralmente espera uma solução rápida, segura e completa, e é por isso que o NordVPN aparece como a nossa principal recomendação. O serviço combina velocidade, estabilidade, criptografia avançada e uma ampla rede de servidores, além de recursos extras de proteção contra ameaças online.

Durante muito tempo, usar uma VPN era algo associado principalmente a esconder o endereço IP ou proteger a conexão em redes públicas. Hoje, a segurança digital exige camadas adicionais de proteção contra golpes, rastreadores e links maliciosos.

Por que recomendamos?
O NordVPN se destaca pelo equilíbrio entre velocidade, segurança e facilidade de uso. Além da criptografia e da ampla rede de servidores, o serviço oferece recursos adicionais de proteção contra ameaças online, tornando-se uma das opções mais completas do mercado.
Pontos principais:
Alta velocidade
Proteção contra ameaças
Rede global de servidores
Aplicativos intuitivos
Garantia de 30 dias
Conheça os planos da NordVPN.

Por que a NordVPN se destaca?

PrósContrasVelocidade alta e ampla cobertura de servidoresNão oferece plano semestralMais de 9.500 servidores em 149 paísesNão possui extensão nativa para Microsoft EdgeSuporte a NordLynx, IKEv2/IPsec e OpenVPNNão cobre algumas localizações específicasPolítica de no-logs auditada por empresas independentesAlguns recursos podem variar conforme o sistema operacionalRecursos extras como Kill Switch, Split Tunneling, SmartPlay, Monitor da Dark Web e proteção contra chamadas fraudulentasCompatível com até 10 dispositivos simultâneosSuporte ao cliente 24/7 por chat ou e-mail

Para quem tem dúvidas sobre qual VPN contratar, alguns dos principais diferenciais da NordVPN são:

Mais de 9.500 servidores em 149 países

Velocidade média de 817 Mb/s em teste do West Coast Labs

Protocolo NordLynx, desenvolvido a partir do WireGuard

Criptografia AES de 256 bits, Kill Switch e política de no-logs auditada

Servidores especializados, como Double VPN, Onion over VPN, P2P, ofuscados e IP dedicado

Antivírus de última geração, Monitor da Dark Web e proteção contra chamadas fraudulentas

Compatibilidade com até 10 dispositivos simultâneos

O que é uma VPN e como funciona?

NordVPN vai além da função tradicional, com ferramentas de segurança digital (imagem: divulgação/NordVPN)

Uma VPN funciona como uma camada de proteção entre o dispositivo e a internet. Quando ativada, ela criptografa os dados da conexão e oculta o endereço IP real do usuário, dificultando o rastreamento da atividade por terceiros.

Elas são úteis para quem busca mais privacidade, proteção em redes Wi-Fi públicas e no acesso a contas pessoais fora de casa, mas também permite acessar conteúdos com restrição regional.

A NordVPN vai além dessa proposta, reunindo ferramentas de segurança digital no mesmo aplicativo, incluindo proteção contra sites maliciosos, tentativas de phishing, anúncios perigosos, rastreadores e vazamentos de credenciais.

Como escolher a melhor VPN?

NordVPN é considerada a melhor VPN no mercado em velocidade de navegação (imagem: divulgação/ NordVPN)

Na hora de escolher uma VPN, alguns critérios pesam mais do que outros: velocidade, segurança, cobertura de servidores, recursos adicionais e facilidade de uso. Afinal, a ferramenta precisa proteger a navegação sem tornar a conexão instável, funcionar em diferentes dispositivos e oferecer recursos úteis para situações reais da rotina digital.

Um dos principais receios de quem usa uma VPN, por exemplo, é perder velocidade na navegação. De pouco adianta ter uma conexão mais protegida se não é possível acessar o conteúdo. Por isso, uma VPN de ponta precisa combinar segurança com desempenho consistente.

Na NordVPN, a base é o protocolo NordLynx, desenvolvido a partir do WireGuard. A tecnologia usa um sistema de NAT duplo para preservar a privacidade do usuário sem comprometer a velocidade da conexão.

O serviço também oferece suporte a outros protocolos, como IKEv2/IPsec e OpenVPN, ampliando as opções de conexão de acordo com o dispositivo e o tipo de uso.

Em testes, o serviço registrou velocidade média de 817 Mb/s, consolidando-se como a VPN mais rápida do mercado. Para isso, a NordVPN conta com mais de 9.500 servidores em 149 países, o que ajuda a distribuir melhor o tráfego.

Além dos servidores convencionais, o serviço oferece opções voltadas a usos específicos:

Double VPN: direciona o tráfego por dois servidores diferentes, adicionando uma camada extra de criptografia. Pode ser útil para usuários que precisam reforçar a privacidade em situações de maior exposição digital.

Onion over VPN: combina a proteção da VPN com o roteamento pela rede Onion, voltado a quem busca mais anonimato.

Servidores ofuscados: ajudam a disfarçar o uso da VPN em redes que tentam bloquear esse tipo de conexão.

Servidores P2P: são otimizados para compartilhamento de arquivos com mais estabilidade.

IP dedicado: oferece um endereço IP exclusivo para o usuário, útil para quem precisa manter uma conexão mais previsível sem compartilhar o mesmo IP com outras pessoas.

Segurança avançada, antivírus e proteção contra golpes

Além da proteção de IP, em serviços mais completos, a segurança também envolve a forma como os servidores armazenam informações, os mecanismos contra vazamentos e as ferramentas de bloqueio a ameaças.

Servidores baseados em RAM: desde 2020, a rede da NordVPN opera em servidores sem disco rígido. Como os dados ficam em memória temporária, as informações são apagadas a cada reinicialização.

Infraestrutura própria: a empresa também utiliza servidores colocados, de propriedade exclusiva da NordVPN, o que amplia o controle sobre a própria infraestrutura.

Política de no-logs auditada: a NordVPN não registra a atividade de navegação dos usuários, política que já passou por auditorias independentes.

Criptografia e Kill Switch: o tráfego é protegido por criptografia AES com chaves de 256 bits. Para reduzir o risco de exposição em caso de instabilidade, o recurso Kill Switch interrompe automaticamente o acesso à internet se a conexão com a VPN cair.

Antivírus de última geração: integrado ao aplicativo, a ferramenta atua contra páginas de phishing, anúncios intrusivos e rastreadores. O recurso também verifica arquivos executáveis baixados para identificar possíveis malwares antes da instalação. Documentos pessoais, como PDFs e arquivos DOCX, ficam fora dessa varredura para preservar a privacidade do usuário.

Monitor da Dark Web: o Dark Web Monitor acompanha vazamentos de dados associados ao endereço de e-mail do usuário. O sistema envia alertas para que a pessoa possa trocar senhas e agir antes que o problema avance.

Proteção contra chamadas fraudulentas: disponível para Android e iPhone, o recurso analisa chamadas recebidas e alerta sobre números suspeitos antes que o usuário atenda. Pode ajudar a identificar ligações desconhecidas que simulam contatos de bancos, lojas ou serviços digitais. A ferramenta funciona em segundo plano e não depende de a conexão VPN estar ativa para operar.

Recursos extras da NordVPN

Serviço oferece diversas ferramentas para situações diferentes (imagem: divulgação/NordVPN)

Além da proteção principal da VPN, a NordVPN oferece recursos para adaptar a conexão a diferentes situações de uso. A ideia é dar mais controle ao usuário, seja para proteger toda

a navegação, separar aplicativos específicos, verificar possíveis vazamentos ou facilitar o acesso em redes mais restritivas.

Entre os principais recursos estão:

Split Tunneling: permite escolher quais aplicativos usam a VPN e quais acessam a internet diretamente. Por exemplo: manter um app de trabalho protegido pela VPN e deixar um serviço de streaming ou banco local fora dela, quando isso fizer mais sentido para a rotina.

SmartPlay: combina VPN e DNS inteligente para facilitar o acesso a serviços de streaming e plataformas de mídia.

DNS privado: cada servidor utiliza DNS próprio, o que ajuda a impedir que terceiros ou provedores de internet acompanhem as páginas acessadas.

Teste de vazamento de DNS: permite verificar se o tráfego continua passando pela proteção da VPN, sem expor consultas de navegação fora do túnel seguro.

Presets: salva combinações de configurações, como servidor e aplicativos, para alternar entre perfis com mais rapidez.

NordWhisper: ajuda a manter a conexão em redes que tentam bloquear o uso de VPN.

Proteção da conta: adiciona autenticação multifator e login com credenciais do Google.

Compatibilidade com dispositivos e facilidade de uso

Serviço oferece alta compatibilidade e suporte aos clientes (imagem: divulgação/NordVPN)

A proteção digital só funciona de forma consistente quando acompanha a rotina do usuário em todos os dispositivos. Por isso, a NordVPN permite proteger até 10 aparelhos simultaneamente com uma única assinatura, o que facilita o uso em ambientes domésticos e profissionais.

O serviço é compatível com os principais sistemas operacionais do mercado, incluindo Android, iOS, Windows, macOS e Linux. Além de computadores e smartphones, também pode ser configurado em Smart TVs, roteadores e navegadores, ampliando a cobertura para dispositivos conectados à mesma rede.

A NordVPN oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, sete dias por semana, além de garantia de reembolso de 30 dias para novos usuários.

Acesse a página oficial da NordVPN e garanta um desconto por tempo limitado.
Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?
Fonte: Tecnoblog

Extensões de navegador roubam conversas com IA

Extensões de navegador roubam conversas com IA

Extensões coletam diálogos completos de usuários com plataformas de IA (imagem: Nick Velazquez/Mozilla)

Resumo

Extensões de navegador coletam dados de conversas com IA, mesmo com recursos desativados.
A empresa de cibersegurança Koi identificou que algumas extensões, como a Urban VPN Proxy, interceptam e enviam dados de conversas para servidores de terceiros.
Única forma de interromper a coleta é remover as extensões, que pertencem a empresas ligadas à Urban Cyber Security e BiScience.

Usuários podem ter conversas inteiras com inteligências artificiais coletadas e comercializadas sem perceber. Uma investigação da Koi, empresa de cibersegurança, identificou que extensões de navegador populares para VPN, bloqueio de anúncios ou suposta proteção extra interceptam diálogos completos em plataformas de IA e enviam esses dados a servidores de terceiros.

O caso chama atenção não apenas pelo volume de informações coletadas, mas também pelo alcance das ferramentas envolvidas. Juntas, as extensões somam mais de 8 milhões de instalações em lojas oficiais do Google e da Microsoft.

No começo do mês, a mesma empresa revelou que uma campanha hacker, ativa há sete anos, comprometeu a segurança de 4,3 milhões de usuários do Chrome e do Edge, através de backdoors instalados no Clean Master e WeTab.

Como funciona a coleta de dados pelas extensões?

A Koi examinou o código de oito extensões gratuitas. A principal delas é a Urban VPN Proxy, na qual a empresa identificou a coleta de dados pela primeira vez. A extensão teria carregado scripts ocultos que entram em ação sempre que o usuário acessa serviços de IA, como o ChatGPT, Gemini e Claude.

A análise do código mostrou que os complementos inserem esses scripts diretamente nas páginas dos chats. Eles interceptam toda a comunicação antes mesmo de ela aparecer na tela, copiando perguntas, respostas, horários, identificadores de conversa e até o modelo de IA utilizado.

Interação não é roteada pelas APIs legítimas do navegador (imagem: reprodução/Koi)

Como explicou o diretor de tecnologia da Koi, Idan Dardikman, em um e-mail:

“Ao sobrescrever as APIs do navegador, a extensão se coloca no meio do fluxo e captura uma cópia de tudo antes mesmo de a página exibir o conteúdo. A consequência: a extensão vê sua conversa completa em formato bruto — suas perguntas, as respostas da IA, os registros de data e hora, tudo — e envia uma cópia para os servidores deles”.

Idan Dardikman, diretor de tecnologia da Koi

É possível impedir o monitoramento?

Extensões comprimem dados e enviam para endpoints pertencentes ao desenvolvedor (imagem: reprodução/Koi)

Um dos pontos mais críticos é que a coleta ocorre de forma independente das funções anunciadas. Mesmo que o usuário desative a VPN, o bloqueador de anúncios ou qualquer outro recurso da extensão, o monitoramento das conversas com IA continua ativo.

De acordo com a Koi, a única forma de interromper completamente a coleta é desabilitar ou remover a extensão do navegador. Caso contrário, todo novo diálogo com plataformas de IA segue sendo registrado e transmitido.

O Tecnoblog observou que algumas dessas extensões foram tiradas do ar pelas lojas. A empresa de segurança lista os seguintes serviços, todos feitos pelos mesmos desenvolvedores:

Chrome Web Store:

Urban VPN Proxy – 6 milhões de usuários

1ClickVPN Proxy – 600 mil usuários

Urban Browser Guard – 40 mil usuários

Urban Ad Blocker – 10 mil usuários

Microsoft Edge:

Urban VPN Proxy – 1,3 milhão de usuários

1ClickVPN Proxy – 36 mil usuários

Urban Browser Guard – 12 mil usuários

Urban Ad Blocker – 6 mil usuários

As extensões investigadas pertencem a um mesmo ecossistema de empresas ligadas à Urban Cyber Security e à BiScience, que afirmam transformar grandes volumes de dados em inteligência de mercado. Segundo a Ars Technica, até o momento, nem os desenvolvedores e nem Google e Microsoft deram explicações detalhadas sobre o caso.
Extensões de navegador roubam conversas com IA

Extensões de navegador roubam conversas com IA
Fonte: Tecnoblog

VPN gratuita é segura? Entenda os riscos para seus dados

VPN gratuita é segura? Entenda os riscos para seus dados

O uso de VPN gratuita pode oferecer certos perigosos para os usuários (imagem: Divulgação/Surfshark)

Uma VPN (Rede Privada Virtual) é como um túnel seguro entre o seu dispositivo e a internet. Esse formato de conexão usa criptografia para proteger seus dados e ocultar seu endereço IP de olhares indiscretos. Com isso, você pode navegar com mais privacidade e acessar conteúdos restritos geograficamente.

Existem serviços de VPNs gratuitos e pagos. Apesar de ser atraente financeiramente, certas opções gratuitas podem trazer riscos, como a coleta de dados pessoais para fins comerciais, monitoramento de atividades online e até mesmo infectar um dispositivo com malware.

A seguir, entenda melhor quais são os perigos de usar uma VPN gratuita no seu celular ou PC.

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ÍndiceÉ seguro usar VPN gratuita?Quais são os riscos de usar uma VPN grátis?1. Coleta de dados pessoais2. Nível de segurança3. Velocidade e estabilidade da conexão4. Anúncios5. MalwareQuais as vantagens de usar uma VPN paga?Surfshark: a escolha ideal para sua segurança online

É seguro usar VPN gratuita?

Usar uma VPN gratuita pode ser uma solução econômica para acessar conteúdos restritos e aumentar a privacidade online. Por exemplo, existem bons serviços gratuitos que permitem acessar conteúdos de streaming exclusivos de outros países sem custos adicionais.

No entanto, é fundamental ter em mente que nem todas as VPNs gratuitas são seguras e confiáveis. Certas plataformas podem oferecer conexões lentas e sem criptografia robusta de dados, além de monitorar suas atividades online e vender os dados para terceiros.

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Quais são os riscos de usar uma VPN grátis?

Os serviços de VPN grátis podem ser uma solução econômica para muitos usuários que desejam ter mais privacidade na internet. Entretanto, é importante estar ciente dos diversos perigos ao se conectar a redes privadas gratuitas.

1. Coleta de dados pessoais

Embora as VPNs gratuitas prometam uma navegação segura e com privacidade, alguns serviços geram receitas coletando e vendendo dados pessoais dos usuários. Isso inclui o histórico de navegação, de pesquisa, de comportamento e até informações mais sensíveis.

As empresas por trás de certas VPNs gratuitas precisam financiar a infraestrutura dos seus serviços. Assim, uma das maneiras mais comuns é vender os dados coletados para empresas de publicidade, que criam perfis detalhados de usuários e exibem anúncios personalizados.

2. Nível de segurança

As VPNs gratuitas, em geral, sofrem com a falta de investimento em recursos de segurança. Muitas plataformas usam protocolos de criptografia fracos ou obsoletos, como o PPTP e LT2TP, que não oferecem a proteção necessária para os dados.

Isso significa que os usuários ficam expostos a diferentes tipos de ataques cibernéticos. Por exemplo, hackers podem explorar as vulnerabilidades de protocolos desatualizados e roubar dados sensíveis que deveriam estar protegidos.

VPNs gratuitas podem coletar e vender dados dos usários (imagem: Divulgação/Surfshark)

3. Velocidade e estabilidade da conexão

Os serviços de VPN gratuitos tendem a ter um número de servidores mais limitados. Com isso, a alta demanda de usuários em horários de pico, por exemplo, resulta em lentidão ou conexões instáveis para o uso da internet.

As empresas também costumam limitar a quantidade de uso de dados e largura de banda, visando economizar recursos. Isso atrapalha atividades que exigem muitos dados, como streaming de vídeos em alta definição e download de grandes arquivos.

4. Anúncios

As plataformas de VPNs gratuitas, para manterem seus serviços disponíveis, geralmente monetizam exibindo anúncios. Essas publicidades podem aparecer em diversas formas, como banners, pop-ups e até mesmo redirecionamentos para sites de terceiros.

Contudo, a quantidade excessiva de anúncios pode aumentar o tempo de carregamento das páginas dos sites. Bem como, os pop-ups intrusivos e redirecionamentos inesperados atrapalham a experiência durante a navegação.

5. Malware

Muitas opções de VPNs gratuitas, especialmente as menos conhecidas, podem esconder malwares. Isso significa que, ao se conectar a uma rede privada virtual gratuita, você está expondo seu dispositivo e seus dados a diversos riscos.

Hackers podem rastrear todas as suas atividades online, incluindo os acessos a serviços bancários, em um dispositivo com malware. Essas informações sensíveis, como senhas e dados de cartão de crédito, podem ser facilmente roubadas por cibercriminosos.

VPNs gratuitas pouco conhecidas podem trazer malwares usado por hackers para roubar informações (imagem: Divulgação/Surfshark)

Quais as vantagens de usar uma VPN paga?

Investir em uma VPN paga é como adquirir um pacote de proteção para navegar na internet. Ao escolher um serviço pago, você garante uma experiência mais segura e completa. Veja alguns benefícios de assinar uma VPN:

Mais servidores, mais velocidade: as VPNs pagas oferecem uma rede maior de servidores, garantindo conexões mais rápidas, estáveis e livres de congestionamentos. Isso também permite acessar conteúdos de qualquer lugar do mundo, como se estivesse no local;

Proteção de ponta a ponta: a criptografia de alta qualidade, como o padrão AES-256, cria um túnel seguro para seus dados, impedindo a interceptação por terceiros;

Privacidade garantida: as VPNs pagas não armazenam seus dados de navegação, protegendo sua identidade online;

Recursos avançados: ferramentas como Kill Switch e Bypasser oferecem uma camada extra de segurança, garantindo que seus dados estejam sempre protegidos, mesmo em caso de falhas na conexão.

VPNs pagas oferecem mais segurança e recursos exclusivos (imagem: Divulgação/Surfshark)

Surfshark: a escolha ideal para sua segurança online

A Surfshark VPN é um serviço completo para quem busca mais segurança online no celular ou PC. A assinatura oferece um amplo pacote de recursos para os usuários:

Proteja sua privacidade online: a Surfshark usa criptografia de alto padrão para proteger seus dados e ocultar seu endereço IP, impedindo que terceiros espionem suas atividades na internet. Ideal para quem usa redes Wi-Fi públicas;

Navegação segura e rápida: com mais de 3.200 servidores espalhados pelo mundo, a Surfshark garante uma conexão rápida e estável;

Acesso irrestrito a conteúdos: acesse plataformas de streaming, sites de notícias e outros conteúdos disponíveis fora da sua região;

Compatibilidade com diversos dispositivos: use as redes privadas virtuais em diferentes celulares, tablets e computadores com somente uma assinatura;

Recursos adicionais: além da VPN, a Surfshark oferece ferramentas extras como bloqueador de anúncios, antivírus e alerta de vazamentos de dados, proporcionando uma proteção completa para seus dispositivos e dados.

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VPN gratuita é segura? Entenda os riscos para seus dados

VPN gratuita é segura? Entenda os riscos para seus dados
Fonte: Tecnoblog

VPN vs Proxy: qual é a diferença entre os tipos de conexão?

VPN vs Proxy: qual é a diferença entre os tipos de conexão?

Saiba se a VPN ou o Proxy é o melhor formato de conexão para as suas atividades (Imagem: Divulgação/Surfshark)

A VPN e o Proxy são tipos de conexão que visam proteger a segurança e a privacidade dos usuários ao navegar na internet. Embora ambos possam ser úteis para acessar conteúdo restrito geograficamente, cada ferramenta possui características próprias.

Por exemplo, a VPN cria um túnel virtual seguro entre o dispositivo e a internet, criptografando todos os dados e ocultando o IP. Isso garante uma proteção mais robusta contra hackers e qualquer monitoramento de atividades online.

O Proxy, por sua vez, age como um intermediário entre os dispositivos e os sites ao mascarar o IP. No entanto, esse tipo de conexão não oferece um nível elevado de segurança para os dados durante a navegação.

A seguir, entenda as diferenças entre VPN e Proxy e como cada tipo de conexão pode afetar a segurança dos seus dados durante a navegação.

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ÍndiceEntendendo os tipos de conexãoQual é a diferença entre VPN e Proxy?1. Criptografia de dados2. Privacidade da conexão3. Desempenho da conexão4. Compatibilidade5. CustoVPN ou Proxy: qual escolher?VPN Surfshark: a opção mais segura

Entendendo os tipos de conexão

Tanto uma VPN (Rede Privada Virtual) quanto um servidor Proxy atuam como intermediários entre um dispositivo e a internet. Ambas as conexões garantem uma navegação anônima ao ocultar o endereço IP e ao permitir acessar sites restritos ou bloqueados.

Entretanto, cada modelo de conexão oferece níveis de segurança distintos:

VPN: as Redes Privadas Virtuais usam a criptografia para criar um túnel seguro de comunicação online, ocultando o IP e protegendo os dados de intrusos. Ideal para quem busca privacidade, segurança e acesso a conteúdos restritos por região;

Proxy: atua como intermediário para solicitações de sites ou aplicativos específicos, direcionando o tráfego de internet para um servidor antes de chegar ao destino. Oferecendo uma segurança menos abrangente, a conexão também oculta o IP e pode ser usada para contornar bloqueios geográficos.

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VPN e Proxy podem ser usados para contornar restrições geograficas de sites e apps (Imagem: Divulgação/Surfshark)

Qual é a diferença entre VPN e Proxy?

1. Criptografia de dados

A VPN usa a criptografia de ponta a ponta para criar uma conexão segura para que os dados possam ser lidos apenas pelo dispositivo e o servidor. Isso garante a máxima privacidade e proteção contra hackers.

O Proxy, por outro lado, tem a função de intermediar os dados entre o dispositivo e a internet, mas geralmente não criptografa as informações. Por não ter uma segurança tão robusta, um hacker pode aproveitar uma vulnerabilidade para interceptar os dados.

2. Privacidade da conexão

Além do endereço IP, o túnel criptografado criado pela VPN esconde a identidade e localização do usuário. Isso significa que os dados estão protegidos contra interceptação e os hábitos de navegação da pessoa não podem ser rastreados, criando uma camada extra de segurança.

Os servidores Proxy também proporcionam uma navegação anônima mascarando o IP. O ponto negativo é que isso ocorre apenas no site usado para o redirecionamento dos dados, enquanto todas as conexões feitas pelo usuário ainda podem ser rastreadas.

3. Desempenho da conexão

Em alguns casos, o uso da VPN pode deixar a conexão mais lenta devido à criptografia. O processo de proteção dos dados de diversos aplicativos e sites podem gerar uma sobrecarga (overhead) e afetar diretamente a velocidade da navegação.

Nesse quesito, o Proxy tende a oferecer uma conexão mais rápida devido ao armazenamento em cache das páginas. Por exemplo, os sites acessados com mais frequência podem ter a velocidade aprimorada a cada acesso.

4. Compatibilidade

A conexão VPN tem maior flexibilidade, podendo ser acessada por múltiplos dispositivos e sistemas operacionais. Ao instalar um aplicativo específico, é possível usar VPN no celular Android ou iPhone e em computadores Windows e Mac.

O Proxy não exige a instalação de um software para o redirecionamento dos dados, basta alterar as configurações de rede do dispositivo. Entretanto, nem todos os servidores são compatíveis com navegadores ou apps específicos.

5. Custo

As VPNs costumam ser um serviço pago devido à complexidade da tecnologia e infraestrutura, que inclui a criptografia e uma rede global de servidores. Há opções gratuitas, mas elas não são recomendadas por conta dos riscos à segurança dos dados e exposição a malwares.

Os proxies, por sua vez, são geralmente mais acessíveis, com opções gratuitas ou de baixo custo. No entanto, é fundamental escolher um servidor confiável, pois muitos servidores gratuitos têm proteções mais limitadas ou até podem vender dados para terceiros.

VPN ou Proxy: qual escolher?

A escolha entre VPN e Proxy depende das necessidades específicas do usuário:

VPN: indicada para quem busca máxima segurança e privacidade, a conexão cria um túnel criptografado entre o dispositivo e a internet, ocultando o IP e protegendo as atividades online. É ideal para quem trabalha com dados sensíveis, acessa redes públicas com frequência ou precisa contornar bloqueios geográficos;

Proxy: recomendada para quem precisa de uma navegação anônima e quer contornar algumas restrições geográficas. Embora seja uma opção simples para mascarar o IP, a conexão tem um nível de segurança menos elevado do que as VPNs.

O uso de VPNs estabelece uma conexão segura entre dispositivo e rede (Imagem: Divulgação/Surfshark)

VPN Surfshark: a opção mais segura

A Surfshark oferece diversos recursos exclusivos para quem deseja ter mais segurança ao navegar na internet pelo celular ou PC usando VPN. Confira alguns dos benefícios inclusos nos pacotes da VPN Surfshark:

Rede global de servidores: com mais de 3.200 servidores em diversos países, você pode escolher a localização que melhor atende às suas necessidades e desfrutar de uma conexão rápida e estável;

Recursos avançados: a Surfshark oferece uma série de ferramentas, como o CleanWeb (bloqueador de anúncios), o Modo Camuflagem (disfarça o uso de VPN) e o IP Rotativo (altera seu IP periodicamente), garantindo uma navegação mais segura e privada;

Proteção completa: além dos recursos de VPN, as assinaturas da Surfshark podem incluir um antivírus e um sistema de alerta de vazamentos de dados, protegendo seus dispositivos e suas informações pessoais.

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VPN vs Proxy: qual é a diferença entre os tipos de conexão?

VPN vs Proxy: qual é a diferença entre os tipos de conexão?
Fonte: Tecnoblog

Mozilla VPN chega ao Brasil com mensalidade de R$ 56

Mozilla VPN chega ao Brasil com mensalidade de R$ 56

Mozilla VPN é novo serviço para usuários que buscam proteger sua conexão e acessar à internet por outros servidores (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Mozilla lançou nesta terça-feira (5) o seu serviço de VPN para o mercado brasileiro. O VPN da empresa chega pelo valor de R$ 56 no plano mensal. Porém, ela está fornecendo uma promoção de 50% de desconto para a assinatura do plano anual, que deixa o valor do pagamento em $ 27,50 por mês.

O VPN da Mozilla permite que os assinantes usem o serviço em até cinco dispositivos diferentes. O serviço pode ser instalado em computadores com Windows, macOS ou Linux, além de celulares Android e iOS. Segundo a Mozilla, os usuários podem escolher mais de 500 servidores em 30 países para navegar na internet.

VPN da Mozilla está com preço alto?

Quando comparamos os preços da concorrência, a Mozilla estreia sua VPN com um preço salgado. Há empresas que ofertam planos mensais mais baratos e com descontos maiores na assinatura anual. Para complicar o lançamento da Mozilla VPN, algumas concorrentes estão com promoções de Black Friday (ou Black November).

Usuários podem instalar VPN da Mozilla pelo aplicativo dedicado na Play Store (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Para estar mais competitivo com as rivais, a Mozilla destaca na sua página que seu serviço de VPN não possui restrições de largura de banda e consegue manter uma alta velocidade de rede durante o seu — incluindo em jogos.

Pode parecer estranho jogar com VPN, mas existem alguns jogos com recursos bloqueados em alguns países. Por exemplo, na Argentina, o GTA Online não permite entrar no Cassino Diamond. A Rockstar bloqueia essa parte do jogo para seguir a lei argentina contra apostas virtuais.

O que é VPN?

VPNs é a sigla em inglês para Rede Privada Virtual, um tipo de conexão criptografada e segura via internet entre dois dispositivos. Esse tipo de serviço pode ser usado para se conectar a servidores de outros países, permitindo que conteúdos bloqueados por geolocalização fiquem acessíveis.

O seu uso ficou mais popular com o crescimento dos streamings, que podem não exibir uma série ou filme em um determinado país por questões contratuais.

Além da Mozilla, o Opera, outra empresa de navegador, também possui um serviço de VPN — mas integrado ao navegador. No ano passado, a Microsoft também a sua VPN integrada ao Edge.
Mozilla VPN chega ao Brasil com mensalidade de R$ 56

Mozilla VPN chega ao Brasil com mensalidade de R$ 56
Fonte: Tecnoblog

VPN é legal no Brasil? Entenda as regras para uso de redes virtuais privadas

VPN é legal no Brasil? Entenda as regras para uso de redes virtuais privadas

VPN é legal no Brasil? Entenda as regras para uso de redes virtuais privadas (imagem: reprodução/Surfshark)

Uma VPN é útil para reforçar a sua privacidade em redes Wi-Fi públicas. Esse tipo de serviço também permite acessar redes sociais bloqueadas no Brasil e conteúdo com restrições regionais, como plataformas de streaming que só funcionam em determinado país. Mas será que VPNs são consideradas legais pela legislação brasileira?

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Para que usar uma VPN no Brasil?

Serviços de VPN são importantes porque eles têm uma série de aplicações úteis para o dia a dia. Os mais comuns são:

Segurança: o tráfego da sua conexão é criptografado em Wi-Fi público, por exemplo;

Privacidade: VPNs ajudam a proteger seus rastros virtuais por ocultar seu endereço IP real;

Streaming internacional: você pode acessar serviços de streaming de vídeo ou áudio que não atuam no Brasil;

Games: uma VPN pode te ajudar a acessar o servidor com melhor desempenho em jogos online;

Conteúdos restritos: uma VPN pode te ajudar a acessar páginas ou fazer download de arquivos em sites bloqueados na região em que você está;

Ofertas regionais: VPNs podem te ajudar a comprar passagens áreas ou fazer reservas em hotéis, por exemplo, em promoções válidas para determinado país.

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O uso de VPN é legal no Brasil?

Sim. A legislação brasileira não proíbe o uso de serviços de VPN, portanto, não há ilegalidades em utilizar esse tipo de tecnologia no Brasil.

Mas isso não quer dizer que VPNs não são regulamentadas no país. Assim como vários outros serviços digitais, serviços de VPN são submetidos às diretrizes do Marco Civil da Internet.

Isso significa que o usuário poderá ter problemas de ordem legal somente se utilizar VPNs para fins ilícitos. Mas isso vale para qualquer outro tipo de serviço online.

Além disso, pode haver ordens judiciais que proíbem o uso de VPN no acesso a serviços bloqueados devido a investigações policiais ou ações na Justiça. Nesses casos, o usuário pode continuar usando a VPN para acessar outros serviços.

Alguns países proíbem o uso de VPN, mas não é o caso do Brasil (imagem: reprodução/Surfshark)

Posso usar VPN para acessar sites bloqueados por ordem judicial no Brasil?

É recomendável não usar VPN para acessar sites ou serviços online bloqueados quando a ordem judicial estabelece algum tipo de consequência para quem realiza essa ação.

Quando ordens judiciais são expedidas para bloquear determinado serviço online no Brasil, essas decisões podem incluir previsão de multa para quem tenta acessar o conteúdo bloqueado via VPN ou outro meio.

Isso aconteceu em 2022, quando o Telegram foi bloqueado por determinação do STF (Superior Tribunal Federal). Além disso, no final de agosto de 2024, o STF determinou o bloqueio do X/Twitter e estabeleceu multa de R$ 50 mil para quem acessasse a rede social por VPN.

Esse tipo de decisão pode ser considerado censura por algumas pessoas. Mas, em países democráticos, as determinações de ordem judiciais costumam ser questionadas. Por isso, o ideal é seguir o que a Justiça determina e só acessar o serviço bloqueado quando houver liberação para isso.

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Em quais países o uso de VPN é bloqueado?

O uso de VPN é proibido ou restrito em alguns países devido a questões políticas ou regulamentações locais. Entre eles estão:

China: só permite serviços de VPN que cooperam com o governo, razão pela qual empresas sérias do setor têm atuação restrita no país;

Coreia do Norte: é um país com política fortemente totalitária e, por isso, restringe o uso de VPN e de internet;

Rússia: tem uma lei que restringe VPNs desde 2017;

Turquia: costuma restringir o uso de VPNs sob alegação de combate ao terrorismo;

Iraque: proíbe VPN, também sob o argumento de combater o terrorismo;

Belarus: proíbe VPNs desde 2015;

Egito: permite VPN, mas restringe consideravelmente o uso da internet como um todo;

Venezuela: também permite VPN, mas restringe acesso a numerosos serviços online;

Omã: proíbe VPN para impedir acesso a diversos tipos de conteúdo, como críticas ao Islã e publicações para o público adulto;

Turquemenistão: proíbe VPNs para evitar que seus cidadãos acessem conteúdos que contrariam o governo.

Por que usar a VPN da Surfshark

A VPN da Surfshark funciona em seu computador ou celular (imagem: reprodução/Surfshark)

Agora que você sabe que VPNs são legais no Brasil, é importante utilizar um serviço do tipo que ofereça benefícios reais. É aí que a Surfshark VPN entra em cena. O serviço está disponível para Windows, macOS, Android e iOS, e ainda funciona em TVs e roteadores.

Além disso, a VPN da Surfshark utiliza protocolos modernos, como OpenVPN e WireGuard, suporta múltiplos idiomas, incluindo o português, e oferece suporte ao usuário 24 horas por dia.

Para completar, a Surfshark ainda oferece vários recursos sofisticados e exclusivos, como:

Surfshark Antivirus: protege seu computador ou celular Android de vírus e outros malwares;

Surfshark Search: permite que você faça buscas na web sem ser rastreado e sem que anúncios irritantes te “persigam”;

Surfshark Alert: te avisa se o seu e-mail for encontrado em um vazamento de dados, bem como alerta se a sua senha ou número de cartão de crédito estiver exposto;

Alternative ID: camufla as suas informações pessoais gerando nome, e-mail e até número de telefone para você inserir em um cadastro online.

Usufrua de tudo isso agora mesmo obtendo até 86% de desconto + 3 meses grátis na promoção exclusiva do Tecnoblog com a Surfshark. Por tempo limitado!

VPN é legal no Brasil? Entenda as regras para uso de redes virtuais privadas

VPN é legal no Brasil? Entenda as regras para uso de redes virtuais privadas
Fonte: Tecnoblog

Alexandre de Moraes impõe multa a quem usar VPN para acessar X/Twitter

Alexandre de Moraes impõe multa a quem usar VPN para acessar X/Twitter

Petição impõe multa diária (imagem: divulgação/Supremo Tribunal Federal)

Resumo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, proibiu o uso de VPNs para acessar o X/Twitter no Brasil, estipulando multa diária de R$ 50 mil por descumprimento.
A medida se aplica a pessoas e empresas que utilizarem “subterfúgios tecnológicos” para burlar o bloqueio da plataforma.
A decisão segue estratégia similar à adotada em 2022, quando Moraes baniu o Telegram por falta de cooperação, impondo multa de R$ 100 mil por dia.
VPNs criam uma rede privada para acessar conteúdos como se estivesse em outra localidade, sendo usadas por indivíduos e empresas para segurança e acesso restrito.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu que os usuários utilizem VPN para acessar o X/Twitter, que será bloqueado no Brasil por descumprir decisões judiciais. A petição divulgada na tarde desta sexta-feira (dia 30/08) estipula multa de R$ 50 mil por dia para pessoas e empresas que adotarem “subterfúgios tecnológicos” para continuar entrando na plataforma controlada por Elon Musk.

Moraes repete a mesma estratégia adotada em março de 2022, quando optou por banir o Telegram pelo mesmo motivo: falta de cooperação com a Justiça brasileira. Na ocasião, a multa foi fixada em R$ 100 mil por dia.

O ofício originalmente determinava que a Apple e o Google retirassem os aplicativos de VPN da App Store da Google Play Store. No entanto, Alexandre de Moraes emitiu uma nova peça judicial suspendendo este trecho específico. Ou seja, os downloads de VPNs estão liberados, porém quem usá-las para entrar no X estarão suscetíveis à multa.

O que é VPN?

VPN é a sigla para rede virtual privada. Ferramentas deste tipo criam uma espécie de rede interna por dentro da internet, de modo a realizar o acesso a sites, aplicativos etc. como se estivesse numa outra localidade. Ela é utilizada, por exemplo, por estrangeiros que visitam a China, país conhecido pelo seu grande firewall e bloqueio a um sem-número de páginas.

As VPNs fazem parte do rol de ferramentas de segurança usadas tanto por indivíduos quanto por empresas. Elas podem ser tanto gratuitas quanto pagas, a depender dos recursos ofertados. Existem softwares de VPN para celular, computador e outros aparelhos eletrônicos.
Alexandre de Moraes impõe multa a quem usar VPN para acessar X/Twitter

Alexandre de Moraes impõe multa a quem usar VPN para acessar X/Twitter
Fonte: Tecnoblog

Apple remove VPNs da App Store russa após pedido do governo

Apple remove VPNs da App Store russa após pedido do governo

Apple atende demanda da agência de telecomunicação da Rússia e remove VPNs da App Store no país (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Apple removeu alguns serviços de VPN da sua App Store na Rússia. Conforme a carta enviada para as empresas afetadas, a exclusão dos aplicativos foi exigida pela Roskomnadzor, agência de comunicação do país, com atribuições parecidas com as da Anatel. O uso de VPNs não é proibido no país, mas as provedoras precisam bloquear o acesso aos sites banidos pelo governo.

A Red Shield VPN, uma dos serviços removidos da App Store russa, divulgou a carta enviada pela Apple. No documento, a big tech relata que a Roskomnadzor exigiu a remoção com base no item 7 do artigo 15.1 da Lei Federal n.º 149.

Email enviado pela Apple para os VPNs removidos da App Store na Rússia (Imagem: Reprodução/Red Shield VPN/TechCrunch)

O item 7 obriga um provedor a remover um site ou serviço que entra na lista de páginas proibidas pela Roskomnadzor. Contudo, não é informado qual o motivo do banimento das VPNs no país. O provável é que os 25 serviços removidos da App Store seguiam permitindo o acesso a sites proibidos na Rússia.

O Facebook e o Instagram, por exemplo, foram bloqueados no país. A razão disso foi a declaração da Meta de que não baniria usuários que publicassem mensagens violentas contra Vladimir Putin, Alyaksandr Lukashenka (presidente da Bielorrússia, nome transliterado do bielorrusso) e o exército russo. Em fevereiro, alguns usuários na Rússia relataram que retomaram o acesso ao Instagram.

Com esse bloqueio, o uso de VPNs é necessário para que usuários da Rússia entrem nas redes sociais da Meta. Além disso, jornais independentes e críticos ao governo de Vladmir Putin, como o Novaya Gazeta e Meduza, só podem ser acessados por esses serviços.

VPNs restringidas, mas usadas pelo governo

Após a invasão à Ucrânia, o governo russo transformou em crime o ato de indicar VPNs — e navegadores para acessar a deep web. Contudo, órgãos governamentais dependem do uso desses serviços para acessar plataformas bloqueadas pelas sanções internacionais.

Depois do início da guerra, a Rússia saltou da posição 45ª para 8ª no ranking de países que mais baixaram VPNs. HideMyName e Le VPN foram outros serviços banidos da App Store. Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre o caso.

Com informações: TechCrunch
Apple remove VPNs da App Store russa após pedido do governo

Apple remove VPNs da App Store russa após pedido do governo
Fonte: Tecnoblog

Google decide encerrar serviço de VPN no fim do ano

Google decide encerrar serviço de VPN no fim do ano

Google One perderá serviço de VPN, que será encerrado em dezembro deste ano (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou o encerramento do serviço de VPN integrado ao Google One, previsto para dezembro de 2024, devido à baixa utilização.
Originalmente disponível apenas no plano premium de 2 TB, a VPN foi posteriormente estendida a todos os planos pagos do Google One.
Após o encerramento, somente os usuários de smartphones Google Pixel 7 em diante ainda terão acesso à VPN, o que exclui os usuários no Brasil, onde os dispositivos Pixel não são vendidos oficialmente.
O encerramento da VPN do Google One se soma a uma série de outros serviços descontinuados recentemente pela empresa, como o Google Podcasts, que foi substituído por funcionalidades integradas ao YouTube e YouTube Music.

O Google anunciou que irá descontinuar a VPN do Google One, serviço de armazenamento em nuvem da empresa. Segundo a big tech, o motivo para encerrar a funcionalidade é que as pessoas não a utilizam. O fim oficial da VPN do Google One será em dezembro de 2024. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira (11).

O serviço de VPN do Google One foi lançado em outubro de 2020. No início, o produto só era disponibilizado na assinatura do plano premium de 2 TB. Depois, a big tech liberou a VPN para todos os planos pagos.

No email enviado aos usuários do Google One, a big tech informou que clientes com smartphones a partir do Google Pixel 7 continuarão com acesso à ferramenta. Ou seja, o recurso se tornará história no Brasil, já que os smartphones Pixel não são comercializados oficialmente por aqui.

Email do Google explicando para usuários do Google One que VPN será descontinuada (Imagem: Reprodução/Android Authority)

Cemitério do Google dá inveja em Odorico Paraguaçu

O histórico do Google em descontinuar seus serviços já virou um meme entre as pessoas que acompanham o mercado de tecnologia. Existem pelo menos dois sites – KilledByGoogle e Google Cemetery – com cemitérios virtuais para listar todos os produtos encerrados pela big tech.

Seguindo a brincadeira, podemos dizer que o cemitério do Google é tão movimentado que daria inveja no prefeito Odorico Paraguaçu, personagem da novela O Bem-Amado que constrói um cemitério na cidade, mas falta morto para inaugurar o local.

Na semana passada, quem chegou de vez ao cemitério do Google foi o Google Podcasts. Assim como em outros casos, a empresa optou por fortalecer outro serviço similar — não foi um concorrente mais forte que chegou e o destronou.

A big tech apostou no YouTube e no YouTube Music como plataformas mais amigáveis para podcasts, o que deixou o Google Podcast enfraquecido. Assim como a VPN, o Google disse que o serviço tinha poucos adeptos.

Com informações: 9to5Google, Android Authority e MacRumors
Google decide encerrar serviço de VPN no fim do ano

Google decide encerrar serviço de VPN no fim do ano
Fonte: Tecnoblog