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TikTok dos EUA será assumido por americanos; Trump diz ter salvado serviço

TikTok dos EUA será assumido por americanos; Trump diz ter salvado serviço

TikTok dos EUA será assumido por americanos; Trump diz ter salvado serviço (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

ByteDance anunciou a TikTok USDS Joint Venture LLC, com 80,1% de controle por empresas americanas, incluindo a Oracle e a Silver Lake;
Chinesa ByteDance terá participação minoritária, com 19,9% do TikTok nos Estados Unidos;
Donald Trump afirma ter ajudado a salvar o TikTok ao facilitar transição para controle americano, agradecendo a cooperação do presidente chinês Xi Jinping.

A novela do TikTok nos Estados Unidos caminha para o capítulo final: a chinesa ByteDance, que controla a rede social, anunciou a formação de uma joint venture para assumir o serviço no país, evitando o seu bloqueio para mais de 200 milhões de usuários americanos.

Uma joint venture é formada quando duas ou mais organizações se juntam para criar uma empresa. É o caso aqui. A nova entidade foi batizada como TikTok USDS Joint Venture LLC. 80,1% do negócio ficarão com companhias americanas; os 19,9% permanecerão com a ByteDance.

No lado americano, os principais investidores são a Oracle e a Silver Lake, uma empresa de private equity (que investe prioritariamente em companhias não listadas nas bolsas), cada uma com participação de 15%, aproximadamente. Com participação similar também está a MGX, uma empresa de investimentos dos Emirados Árabes Unidos.

À frente da joint venture, na posição de CEO, ficará Adam Presser, que já havia trabalhado na versão americana do TikTok e que já teve passagem por companhias como a WarnerMedia.

Por que o TikTok tem que mudar suas operações nos EUA?

Esse imbróglio começou em 2020, ainda no primeiro mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. À época, a administração Trump passou a considerar o TikTok uma ameaça à soberania do país devido a supostas ligações da ByteDance com o governo da China, relação que a companhia sempre negou.

Com base em argumentos relacionados à segurança nacional, o governo americano aprovou, então, uma lei que condiciona a venda das operações do TikTok nos Estados Unidos para um grupo predominantemente americano. Do contrário, o serviço poderia ser bloqueado no país.

No ano passado, o presidente Trump assinou uma ordem executiva que dava o dia 23 de janeiro de 2026 como prazo para a mudança de controle do TikTok nos Estados Unidos. Como sabemos agora, a ordem foi cumprida no limite desse prazo.

A ByteDance confirmou a mudança em nota:

A joint venture, majoritariamente controlada por americanos, operará sob salvaguardas definidas que protegem a segurança nacional [dos Estados Unidos] por meio de proteção abrangente de dados, segurança de algoritmos, moderação de conteúdo e garantias de software para usuários americanos.

ByteDance

Até o momento, o governo chinês não se manifestou sobre a transição nas operações americanas do TikTok. Porém, um funcionário da Casa Branca declarou à Reuters que os governos dos dois países aprovaram o acordo.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Donald Trump diz que ajudou a salvar o TikTok

Por meio da plataforma Truth Social, o presidente americano manifestou satisfação com a decisão:

Estou muito feliz por ter ajudado a salvar o TikTok! Agora ele pertencerá a um grupo de grandes patriotas e investidores americanos, os maiores do mundo, e será uma voz importante.

Junto com outros fatores, [o TikTok] foi responsável pelo meu bom desempenho entre os jovens na eleição presidencial de 2024. Espero que, por muito tempo, eu seja lembrado por aqueles que usam e amam o TikTok.

(…) Gostaria também de agradecer ao presidente Xi Jinping, da China, por trabalhar conosco e, finalmente, aprovar o acordo. Ele poderia ter ido por outro caminho, mas não o fez, e agradecemos por sua decisão.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

TikTok dos EUA será assumido por americanos; Trump diz ter salvado serviço

TikTok dos EUA será assumido por americanos; Trump diz ter salvado serviço
Fonte: Tecnoblog

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snap conseguiu o acordo antes do início do julgamento em Los Angeles (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

A empresa Snap, dona do Snapchat, fechou acordo em processo nos EUA sobre vício em redes sociais.
O julgamento testa a tese de que redes sociais são produtos “defeituosos” e podem ser responsabilizadas por danos pessoais.
A Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações é central no debate sobre a responsabilidade das plataformas.
Meta, TikTok e YouTube seguem no caso.

A empresa controladora do Snapchat fechou um acordo em um processo que acusa grandes plataformas digitais de incentivarem o vício em redes sociais. O acerto foi anunciado poucos dias antes do início do julgamento em Los Angeles, que é considerado o primeiro do tipo a avançar para a fase de júri nos Estados Unidos.

Embora o Snapchat já não tenha a mesma relevância no Brasil, o caso chama atenção por envolver também Meta, TikTok e YouTube, que permanecem como rés no processo. Não se sabe quanto será pago pois os termos do acordo com a empresa Snap não foram divulgados. Ela não será mais processada nesta ação específica.

Em nota enviada à BBC após a audiência na Suprema Corte da Califórnia, a Snap afirmou que as partes ficaram “satisfeitas por terem conseguido resolver este assunto de maneira amigável”.

Por que é um processo histórico?

A ação foi movida por uma jovem identificada pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos. Ela alega que se tornou dependente de aplicativos de redes sociais ainda na adolescência e que isso teve impactos diretos sobre sua saúde mental. Segundo a acusação, escolhas de design e funcionamento dos algoritmos teriam sido determinantes para o uso compulsivo.

Este é o primeiro de vários processos semelhantes que devem chegar a julgamento ao longo do ano nos Estados Unidos. A estratégia jurídica lembra a adotada décadas atrás contra a indústria do tabaco, com milhares de adolescentes, distritos escolares e procuradores estaduais acusando empresas de tecnologia de causar danos pessoais e sociais.

Os autores das ações afirmam que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e sistemas de recomendação foram projetados para manter usuários engajados por longos períodos, contribuindo para quadros de depressão, transtornos alimentares e automutilação.

O que ainda está em jogo?

Meta, TikTok e YouTube permanecem como rés no processo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como não houve acordo com as outras rés, o julgamento seguirá contra Meta, TikTok e YouTube, com a seleção do júri prevista para a próxima segunda-feira (27 de janeiro. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deve depor. Antes do acordo, o CEO da Snap, Evan Spiegel, também estava listado como testemunha.

Os casos são acompanhados de perto porque testam uma nova tese jurídica: a de que plataformas de redes sociais seriam produtos “defeituosos” e, portanto, passíveis de responsabilização por danos pessoais. As empresas, por sua vez, argumentam que não há comprovação científica de um elo direto entre uso de redes sociais e vício, além de sustentarem que as ações violam proteções legais ligadas à liberdade de expressão.

Outro ponto central do embate envolve a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, de 1996, historicamente usada pelas big techs para se proteger de responsabilidades legais. Os autores das ações afirmam que o problema não está no conteúdo publicado por terceiros, mas na forma como as plataformas são estruturadas para incentivar o uso excessivo.

Mesmo fora deste julgamento específico, a Snap segue como ré em outros processos semelhantes, que podem redefinir os limites de responsabilidade das empresas de tecnologia.
Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA
Fonte: Tecnoblog

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.

O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.

As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.

Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?

Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.

Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)

Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.

A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.

“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.

Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum

Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.

Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)

Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.

De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.

Com informações do TikTok e do TechCrunch

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos
Fonte: Tecnoblog

OpenAI lança Sora 2 e app para competir com o TikTok

OpenAI lança Sora 2 e app para competir com o TikTok

App Sora permite criar, remixar e compartilhar vídeos de IA (imagem: reprodução)

Resumo

OpenAI lançou o Sora 2, novo modelo de IA para geração de vídeos, e o app Sora para iPhone.
O Sora 2 traz simulação física avançada, áudio sincronizado e consistência em múltiplas cenas.
O app gera vídeos com IA e inclui recursos como Cameos, que insere usuários em cenas criadas artificialmente.
O aplicativo começará a ser liberado nos EUA e Canadá, através de uma lista de espera, e ainda não tem uma previsão de chegada a outras regiões.

A OpenAI anunciou nesta terça-feira (30/09) o lançamento do Sora 2, a nova versão do seu modelo de inteligência artificial para criação de vídeos. A novidade chega junto com o app Sora para iPhone, que lembra o TikTok.

O aplicativo tem um feed que é alimentado inteiramente com vídeos gerados pela IA da empresa, e o anúncio ocorre pouco depois do vazamento de informações sobre o app, reportadas inicialmente pela revista Wired.

Vídeos mais realistas e áudio sincronizado

This is the Sora app, powered by Sora 2.Inside the app, you can create, remix, and bring yourself or your friends into the scene through cameos—all within a customizable feed designed just for Sora videos.See inside the Sora app pic.twitter.com/GxzxdNZMYG— OpenAI (@OpenAI) September 30, 2025

O Sora 2 é descrito pela OpenAI como um salto comparável à evolução do GPT-1 para o GPT-3.5 no ChatGPT. A empresa afirma que o sistema possui capacidades avançadas de simulação de mundo, resultando em vídeos com maior precisão física e realismo.

Diferente de modelos anteriores, o novo modelo consegue simular mais interações físicas e integra a geração de áudio sincronizado, incluindo diálogos, efeitos sonoros e paisagens de fundo.

O controle sobre a criação também foi expandido, permitindo que o modelo siga instruções complexas que abrangem múltiplas cenas, mantendo a consistência de objetos e personagens.

Rede social de conteúdo gerado por IA

O novo modelo vai alimentar o aplicativo social da empresa, o Sora. Com uma interface que remete a outras plataformas de feed vertical, a interação será por meio de criações, remixes, curtidas e comentários.

Uma das características únicas é a ausência de upload de mídias externas: todos os vídeos que alimentam a rede são gerados internamente com o Sora 2, a partir de comandos de texto.

Outra novidade do app é o recurso Cameos. Depois de verificar identidade com imagem e voz, o usuário pode se colocar — ou inserir amigos — em qualquer cena criada pela IA. De acordo com a OpenAI, o controle é total: é possível revogar o uso da própria imagem ou excluir um vídeo a qualquer momento, mesmo que ele tenha sido gerado por outra pessoa.

“Acreditamos que um aplicativo social desenvolvido em torno desse recurso de ‘participações especiais’ é a melhor maneira de vivenciar a magia do Sora 2”, afirma a equipe por trás do Sora em comunicado oficial.

A OpenAI também publicou um artigo detalhando seu compromisso com o bem-estar dos usuários. A empresa afirma que o algoritmo do feed foi projetado para “maximizar a criação” em vez de tempo gasto na plataforma, com ferramentas para controlar e instruir recomendações de conteúdo com linguagem natural.

A segurança dos adolescentes também recebeu atenção especial. O aplicativo implementará limites padrão de visualização diária para este público e permissões mais restritas para o uso do Cameos.

Além disso, o app do Sora será integrado aos controles parentais do ChatGPT, permitindo que os pais desativem a rolagem infinita, a personalização do feed e gerenciem as configurações de mensagens diretas de seus filhos.

Em relação à monetização, a OpenAI declarou que, por enquanto, o único plano é, eventualmente, oferecer a opção de pagar por gerações de vídeo extras caso a demanda exceda a capacidade computacional.

Quando estará disponível?

Aplicativo chega para iOS nos EUA e Canadá (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O novo aplicativo Sora será liberado inicialmente para iPhone nos Estados Unidos e Canadá, e já está disponível para download na App Store desses países. O acesso será fornecido gradualmente para quem se inscrever na lista de espera.

Inicialmente, o uso será gratuito. Assinantes do ChatGPT Pro terão acesso a um modelo experimental de alta qualidade, chamado Sora 2 Pro. A OpenAI também planeja disponibilizar o Sora 2 via API para desenvolvedores no futuro.

Até o momento, a OpenAI não divulgou um cronograma ou previsão para a chegada de uma versão para Android.

Com informações da OpenAI
OpenAI lança Sora 2 e app para competir com o TikTok

OpenAI lança Sora 2 e app para competir com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

OpenAI prepara app estilo TikTok com vídeos feitos por IA

OpenAI prepara app estilo TikTok com vídeos feitos por IA

Companhia de Sam Altman quer popularizar a criação de vídeos por IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

OpenAI prepara um app de vídeos curtos somente com conteúdo feito por IA, baseado no modelo Sora 2, ainda não lançado.
Segundo a revista Wired, o app permitirá gerar clipes de até 10 segundos sem upload externo, ou seja, apenas com material feito dentro da plataforma.
O app deve ter feed vertical, recomendações algorítmicas, curtidas, comentários e sistema de verificação facial, de acordo com a revista.

A OpenAI pode lançar uma rede social para vídeos curtos parecida com o TikTok, mas com um diferencial: todo o conteúdo será criado por inteligência artificial. A iniciativa seria um passo para popularizar de vez a geração de vídeo por IA com base no seu próximo modelo, o Sora 2.

A informação é da revista Wired, que afirma que a novidade já foi lançada internamente para funcionários da OpenAI.

Vídeos de até 10 segundos

O novo aplicativo deve ter uma interface já familiar para os usuários de plataformas de vídeos curtos, com feed vertical com navegação e um algoritmo de recomendação que alimenta uma página principal (similar ao “Para você” do TikTok). Segundo a Wired, a interação será por meio de botões para curtir, comentar e “remixar” os vídeos.

Um diferencial é a possível ausência da opção de carregar vídeos ou fotos de fontes externas, como a galeria do celular. Toda a criação de conteúdo será dentro do próprio aplicativo, utilizando o modelo Sora 2 para gerar clipes com duração máxima de 10 segundos, de acordo com documentos vistos pela revista.

O sistema de verificação de identidade do Sora 2, porém, deve ser um dos recursos controversos, já que a imagem do rosto dos usuários verificados poderá ser usada na criação de vídeos.

Curiosamente, essa funcionalidade se estende à comunidade, ou seja, outros usuários poderão marcar uma pessoa e incluir sua imagem nos clipes gerados. Como medida de segurança, o sistema deve enviar uma notificação sempre que a sua imagem for utilizada, mesmo que o vídeo permaneça como um rascunho não publicado.

Novo aplicativo não usará a galeria de fotos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

OpenAI quer seu próprio TikTok?

A empresa aposta que uma plataforma social dedicada pode transformar a percepção do público com a tecnologia de geração de vídeo, assim como o ChatGPT fez pelos modelos de linguagem de grande escala.

Conforme relatado também pelo Engadget, analistas e fontes internas sugerem que a OpenAI identificou uma oportunidade de mercado em meio à incerteza regulatória em torno das operações do TikTok nos Estados Unidos. O lançamento de uma alternativa sem vínculos com a China poderia capitalizar sobre essa situação.

Recentemente, a Meta também anunciou o Vibes, um feed dedicado a vídeos curtos gerados por IA, integrado ao Meta AI. A plataforma, que também permite criar e remixar clipes, utiliza, em sua fase inicial, modelos dos parceiros Midjourney e Black Forest Labs.

O Google, por sua vez, já anunciou que prevê a integração do Veo 3 ao YouTube. Em contrapartida, o TikTok tem adotado uma postura mais cautelosa, atualizando suas políticas para proibir conteúdo de IA que seja “enganoso ou prejudicial”.

Empresa vê oportunidade em incertezas regulatórias do TikTok nos EUA (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Vale lembrar que a OpenAI está envolvida em múltiplos processos judiciais por supostas violações de direitos autorais, incluindo uma ação movida pelo jornal The New York Times.

Segundo o Wall Street Journal, a companhia de Sam Altman estuda oferecer no Sora 2 uma opção às empresas para bloquear o uso de imagens com direitos autorais e, assim, evitar novos processos.

Ontem (29/09), a OpenAI anunciou novos controles parentais para o ChatGPT, mas não detalhou restrições de idade nem medidas de segurança para o possível app de vídeos curtos.
OpenAI prepara app estilo TikTok com vídeos feitos por IA

OpenAI prepara app estilo TikTok com vídeos feitos por IA
Fonte: Tecnoblog

TikTok lança Footnotes, sua versão das Notas da Comunidade

TikTok lança Footnotes, sua versão das Notas da Comunidade

Footnotes permite adicionar notas a vídeos com alegações enganosas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O TikTok lançou nos EUA o recurso Footnotes, que permite a usuários adicionar notas explicativas a vídeos com potencial desinformativo.
As notas passam por uma avaliação comunitária e só são publicadas se forem consideradas “úteis” por outros colaboradores.
A iniciativa, ainda em fase inicial, exige que os participantes tenham mais de 18 anos, conta ativa há mais de seis meses e histórico limpo de violações.

Após permitir adicionar músicas direto do YouTube Music, o TikTok anunciou mais uma novidade nesta quarta-feira (30/07): o lançamento do Footnotes, seu próprio sistema de verificação de fatos baseado no feedback da comunidade.

A plataforma havia anunciado os planos de testar o recurso em abril. Disponível primeiro nos Estados Unidos, a iniciativa é mais uma criada para combater a desinformação e fornecer contexto para conteúdos com afirmações possivelmente enganosas.

Como funciona o Footnotes?

Assim como as Notas da Comunidade do X/Twitter, o sistema permite que usuários qualificados adicionem notas contextuais aos vídeos. Desse modo, eles participam da identificação e correção de conteúdo potencialmente problemático, oferecendo perspectivas adicionais ou refutações a informações imprecisas.

Quando um vídeo é sinalizado por conter informações potencialmente enganosas, usuários convidados a participar do programa podem escrever uma nota com contexto ou esclarecimento, como mostra a captura de tela abaixo.

Usuários selecionados adicionam contexto a vídeos, com notas validadas pela comunidade (imagem: reprodução/TikTok)

Essas notas são, então, submetidas à avaliação de outros contribuidores. Para ser publicada e visível publicamente, ela precisa ser classificada como “útil”. Esse processo de consenso, segundo o TikTok, garante a imparcialidade e a relevância das informações adicionadas.

O sistema é projetado para ser apolítico, acrescenta a rede social, focando rigorosamente na precisão dos fatos. Contribuidores não são remunerados por suas participações e devem aderir às diretrizes da comunidade do TikTok e às políticas específicas do programa, que incluem requisitos como a linguagem utilizada e a forma como as informações são apresentadas.

Critérios de seleção e expansão

Por enquanto, o TikTok está convidando um grupo limitado de usuários nos Estados Unidos para participar do Footnotes. O cadastro de colaboradores começou em abril e envolve alguns critérios: ter pelo menos 18 anos, estar no TikTok há mais de seis meses e não ter histórico recente de violação dos Padrões da Comunidade do TikTok. A rede social afirma que quase 80.000 usuários dos EUA se qualificaram.

A plataforma planeja expandir a base de participantes à medida que o programa evolui, mas não especificou um cronograma para a eventual expansão do “Footnotes” para fora dos Estados Unidos. O foco inicial está na avaliação e aprimoramento do sistema em um ambiente controlado, permitindo coletar feedback e fazer os ajustes necessários antes do lançamento em outros países.

Quase 80 mil usuários se qualificaram para participar do programa nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A decisão de iniciar o programa nos EUA aconteceu por dois fatores: a importância do mercado para o TikTok e a prevalência de discussões sobre desinformação no país. A chegada do Footnotes também ocorre no momento em que as plataformas de mídia social enfrentam grande pressão para combater a disseminação de informações falsas.

Apesar da iniciativa, a plataforma de vídeos curtos indicou que continuará investindo em outras frentes, como inteligência artificial e moderação humana para complementar o novo sistema, reconhecendo que nenhuma solução sozinha é suficiente para enfrentar o desafio da desinformação online.

Atualmente, o TikTok trabalha com mais de 20 organizações de verificação de fatos, em mais de 60 idiomas e 130 mercados ao redor do mundo.

Com informações do TikTok e TechCrunch
TikTok lança Footnotes, sua versão das Notas da Comunidade

TikTok lança Footnotes, sua versão das Notas da Comunidade
Fonte: Tecnoblog

Trump estende pela terceira vez prazo para banir TikTok

Trump estende pela terceira vez prazo para banir TikTok

TikTok tem 170 milhões de usuários nos EUA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Trump assinou ordem executiva que dá ao TikTok mais 90 dias para vender operações nos EUA
Prorrogação é a terceira desde o início do mandato e vence em 17 de setembro de 2025
Lei de 2024 obriga apps de países adversários a serem vendidos, sob pena de banimento

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que concede mais 90 dias ao TikTok para achar um comprador para suas operações no país. É a terceira vez que Trump adia a aplicação da lei contra a rede social. O novo prazo vence no dia 17 de setembro de 2025.

“Como ele disse várias vezes, o presidente Trump não quer que o TikTok pare de funcionar”, disse Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, em um comunicado.

Adiar proibição do TikTok foi uma das primeiras medidas do mandato de Trump (foto: Gage Skidmore/Flickr)

“Este adiamento vai durar 90 dias, e durante este período, a administração vai trabalhar para garantir que uma venda seja fechada, assegurando que a população americana continue usando a rede com a garantia de que seus dados estejam protegidos”, explica a nota.

Anteriormente, Trump adiou o prazo para a venda do TikTok duas vezes. A primeira delas foi em 20 de janeiro de 2025, em seu primeiro dia de mandato, quando a rede social ficou indisponível por algumas horas. A segunda foi em abril, quando a China teria se recusado a autorizar a venda da rede como forma de retaliação às tarifas impostas sobre importações.

Por que o TikTok pode ser banido dos EUA?

Em 2024, uma lei aprovada com apoio dos partidos Democrata e Republicano e sancionada pelo então presidente Joe Biden estipulou que aplicativos controlados por países adversários dos EUA precisavam ser vendidos em um prazo de 270 dias ou seriam bloqueados.

O TikTok tentou recorrer da decisão, apelando para a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege o direito à liberdade de expressão. A Suprema Corte, no entanto, entendeu que a lei não é inconstitucional.

Até quando Trump vai adiar o banimento do TikTok?

Como observa a Associated Press, não se sabe até quando Trump poderá estender o prazo e não existe base legal para essas prorrogações. Ao mesmo tempo, até o momento, não houve nenhum processo jurídico visando impedir novos adiamentos.

Mesmo assim, segundo o Axios, alguns senadores do Partido Republicano estão incomodados com a questão, enquanto um grupo de deputados do Partido Democrata enviou uma carta a Trump pedindo para não estender novamente a aplicação da lei.

Com informações da Associated Press e do Axios
Trump estende pela terceira vez prazo para banir TikTok

Trump estende pela terceira vez prazo para banir TikTok
Fonte: Tecnoblog

Instagram prepara ferramenta oficial de repost no feed

Instagram prepara ferramenta oficial de repost no feed

Instagram é uma das poucas redes que não deixa republicar conteúdo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram está testando uma função de repost para fotos e vídeos no feed.
O recurso permite republicar conteúdos próprios ou de terceiros diretamente no perfil do usuário.
A novidade aproxima o Instagram do TikTok, que já conta com uma ferramenta semelhante para ampliar o alcance de vídeos.

O Instagram está testando uma opção para republicar posts no feed, que serve tanto para fotos e vídeos de outras pessoas quanto do próprio usuário. O botão tem aparecido para algumas contas nas últimas semanas, mas ainda não funciona.

Em resposta ao TechCrunch, a Meta confirmou nesta segunda-feira (16/06) a existência dos testes, mas não disse se há planos de lançar o recurso para todos os usuários. Desde 2022, há indícios sobre uma possível ferramenta do tipo no app oficial do Instagram, mas o recurso ainda não foi lançado.

There’s a repost button on Instagram posts now, but I can’t use it I’m getting a “Unable to post” warning when I tap it. Maybe reposts are coming soon to Instagram, just like in Threads. pic.twitter.com/he4Rwbqcai— ㆅ (@howfxr) June 13, 2025

Atualmente, só é possível republicar um post nos stories ou encaminhá-lo por mensagem. Para repostar o conteúdo no próprio feed, é preciso dar um jeitinho, como tirar print da imagem ou recorrer a um aplicativo não oficial.

Instagram é uma das poucas redes sem repost

Como nota o TechCrunch, a falta de uma ferramenta nativa não impede que o Instagram esteja cheio de memes e fotos republicados, muitas vezes sem créditos. Um botão repost pode ajudar a aumentar o alcance de conteúdos originais e ampliar a audiência dos criadores.

Praticamente todas as grandes redes sociais contam com um recurso para compartilhar o que outros usuários postam. Mesmo assim, a ferramenta pode ser uma forma de se equiparar ao TikTok, que se consolidou como grande concorrente do Instagram.

A plataforma rival permite que os usuários republiquem vídeos. Este conteúdo aparece nas abas Seguindo e Para Você; no perfil do usuário, ele fica em uma aba separada.

Meta reconhece que rede tem ferramentas em excesso

Por outro lado, este seria mais um recurso a chegar em um app já abarrotado de botões e formatos: feed, stories, reels, notas, mensagens, propagandas e mais. Em março, o próprio Instagram reconheceu isso e comunicou que tem planos para remover ferramentas que não fizeram sucesso.

“Sabemos que o Instagram se tornou muito complicado ao longo dos anos. Uma das maneiras de resolver isso é estarmos dispostos a desativar funcionalidades que não são usadas por muita gente”, disse Adam Mosseri, CEO do Instagram.

Com informações do TechCrunch
Instagram prepara ferramenta oficial de repost no feed

Instagram prepara ferramenta oficial de repost no feed
Fonte: Tecnoblog

TikTok ativa meditação forçada para adolescentes durante a noite

TikTok ativa meditação forçada para adolescentes durante a noite

TikTok habilita recurso de meditação noturna para menores de 18 anos (imagem: TikTok)

Resumo

O TikTok introduziu meditação noturna obrigatória para adolescentes após as 22h.
A função “Sleep Hours” pode ser ignorada, mas este processo é mais difícil.
Adultos também podem acessar o recurso no menu de controle de tempo de tela.

O TikTok anunciou uma mudança em sua interface que afeta diretamente o público adolescente: a partir de agora, todos os usuários com menos de 18 anos verão uma meditação guiada em tela cheia ao tentar usar o aplicativo após as 22h.

A novidade, que já vinha sendo testada, passa a ser padrão e faz parte das iniciativas da plataforma para incentivar hábitos mais saudáveis entre os jovens. Embora o recurso possa ser ignorado, a empresa inseriu etapas adicionais para dificultar esse processo.

Entenda como vai funcionar a meditação obrigatória após 22h

Batizada internamente como “Sleep Hours”, a funcionalidade exibe um exercício de meditação sempre que adolescentes tentarem navegar pelo TikTok depois das 22h. Caso o usuário escolha ignorar essa sugestão inicial, um novo aviso — mais difícil de dispensar — é exibido, reforçando a intenção da plataforma de promover pausas no uso noturno.

A empresa afirma que adultos também poderão acessar as meditações, mas de forma opcional, dentro do menu de controle de tempo de tela. Para esses perfis, o recurso não será ativado automaticamente. A implementação faz parte de um pacote maior de medidas voltadas à saúde digital e ao uso consciente da rede social.

A medida é eficaz ou apenas simbólica?

TikTok testou recurso de meditação noturna para público adolescente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo dados divulgados pela própria plataforma, os testes iniciais da função mostraram uma adesão significativa: 98% dos adolescentes optaram por mantê-lo ativado.

Ainda assim, o histórico de controle de tempo no TikTok levanta dúvidas. Documentos obtidos em uma ação judicial contra a empresa revelaram que, mesmo com o limite diário de 60 minutos, adolescentes continuavam passando cerca de 107 minutos por dia na plataforma.

Diante da pressão crescente sobre o uso excessivo de redes sociais por jovens e os impactos à saúde mental, o TikTok tem reforçado seus controles parentais e medidas de segurança. Ao mesmo tempo, a empresa segue em uma situação delicada nos Estados Unidos, onde aguarda definições sobre sua permanência no país.

No mês passado, o governo de Donald Trump prorrogou o prazo iniciar a proibição da rede, enquanto negociações sobre um possível acordo definitivo ainda estão em andamento.

Com informações do Engadget
TikTok ativa meditação forçada para adolescentes durante a noite

TikTok ativa meditação forçada para adolescentes durante a noite
Fonte: Tecnoblog

Como republicar um vídeo no TikTok pelo celular ou PC

Como republicar um vídeo no TikTok pelo celular ou PC

Botão “Republicar” permite recomendar vídeos para os seguidores na aba “Para Você” (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

Você pode republicar um vídeo no TikTok pelo celular ou PC usando a opção “Republicar”, disponível no botão de “Compartilhar” de vídeos públicos. O conteúdo é exibido no feed dos seus seguidores com uma indicação de que foi recomendado por você.

O recurso está disponível tanto no aplicativo para Android e iPhone quanto na versão web acessada pelo computador. O procedimento é simples e permite repostar vídeos com apenas alguns toques ou cliques, sem criar uma nova publicação.

A seguir, veja como compartilhar e republicar vídeos no TikTok em cada dispositivo, além de entender o que muda no seu perfil ao usar essa função.

ÍndiceComo republicar um vídeo no TikTok pelo celular1. Abra o aplicativo do TikTok e encontre o vídeo que deseja republicar2. Toque no botão de “Compartilhar”3. Toque em “Republicar” no TikTok4. Adicione um comentário (Opcional)Como republicar um vídeo no TikTok pelo PC1. Acesse o site do TikTok e encontre o vídeo que deseja republicar2. Clique no botão de “Compartilhar”3. Clique em “Republicar”4. Escreva um comentário (Opcional)O que acontece ao republicar um vídeo no TikTok?O TikTok notifica meus seguidores quando um vídeo é republicado?Por que não consigo republicar um vídeo no TikTok?É possível editar um vídeo antes de republicá-lo no TikTok?Posso apagar um vídeo republicado no TikTok?É possível apagar todos os vídeos repostados no TikTok de uma vez?

Como republicar um vídeo no TikTok pelo celular

1. Abra o aplicativo do TikTok e encontre o vídeo que deseja republicar

Toque no ícone do TikTok no seu celular para iniciar o app e navegue pela sua timeline ou use a busca para localizar o conteúdo que quer compartilhar. O processo é o mesmo no Android e iPhone.

A interface do TikTok exibe os vídeos em tela cheia com botões de interação à direita (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

2. Toque no botão de “Compartilhar”

Toque no ícone de seta à direita para abrir as opções de compartilhamento.

O botão de compartilhar no TikTok aparece como uma seta curva, localizado na lateral direita da tela, abaixo dos ícones de curtida e comentários (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

3. Toque em “Republicar” no TikTok

Selecione a opção “Republicar” para recomendar o vídeo aos seus seguidores.

Ao tocar em “Compartilhar”, o TikTok exibe uma grade de opções com aplicativos e funções internas, incluindo o botão “Republicar” em amarelo (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

4. Adicione um comentário (Opcional)

Você pode incluir um comentário para explicar por que está republicando ou recomendando aquele vídeo.

Depois de selecionar “Republicar”, o app permite adicionar um comentário público que acompanha a sua recomendação no feed dos seguidores (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

Como republicar um vídeo no TikTok pelo PC

1. Acesse o site do TikTok e encontre o vídeo que deseja republicar

Digite tiktok.com no navegador e faça login na sua conta. Use a busca ou explore a página “Para Você” para localizar o vídeo desejado.

Para republicar, é preciso acessar o site pelo navegador e encontrar o vídeo desejado rolando o feed ou usando a busca (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

2. Clique no botão de “Compartilhar”

Clique no ícone de seta à direita do vídeo para abrir o menu de opções.

A versão web do TikTok mantém os botões de interação na lateral direita da tela, incluindo o de compartilhamento, representado por uma seta curva (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

3. Clique em “Republicar”

Escolha a opção “Republicar” no menu que será exibido na sua tela.

Ao clicar no botão de compartilhar no TikTok pelo navegador, o menu exibe a opção “Republicar” com um ícone amarelo, localizada entre os primeiros atalhos de ação (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

4. Escreva um comentário (Opcional)

Adicione um texto curto para contextualizar sua recomendação, se quiser.

A marcação “Você republicou” aparece na parte inferior do vídeo para sinalizar aos seguidores que aquele conteúdo foi recomendado por você (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

O que acontece ao republicar um vídeo no TikTok?

Quando você republica um vídeo no TikTok:

Ele aparece no feed “Para Você” dos seus seguidores;

Mostra sua foto de perfil e nome como recomendação;

O vídeo não é adicionado ao seu perfil;

O criador original não é notificado da republicação.

O TikTok notifica meus seguidores quando um vídeo é republicado?

Não. O TikTok não envia notificações diretas ou alertas para seus seguidores quando você republica um vídeo usando o botão “Republicar”.

O conteúdo pode aparecer no feed “Para Você” de quem te segue, com um aviso discreto indicando que foi recomendado por você. No entanto, essa exibição depende do algoritmo e do interesse do seguidor, sem garantias de entrega.

Por que não consigo republicar um vídeo no TikTok?

Se a opção “Republicar” não aparece ou não funciona no TikTok, o problema pode estar relacionado ao conteúdo do vídeo, às configurações da sua conta ou a falhas temporárias no aplicativo. Alguns vídeos, como anúncios, não permitem repostagens, e criadores podem desativar essa opção. Confira os possíveis motivos:

O vídeo é um anúncio (não é possível republicar conteúdo patrocinado);

O criador desativou a opção de republicação no perfil dele;

A função “Permitir republicações” está desativada na sua conta;

O app do TikTok está desatualizado ou com falha temporária;

É possível editar um vídeo antes de republicá-lo no TikTok?

Não é possível editar um vídeo diretamente ao usar o recurso de republicação do TikTok. A ferramenta apenas recomenda o conteúdo original no feed dos seus seguidores, sem permitir alterações visuais, cortes ou inserções de comentários em vídeo.

Para quem deseja modificar o conteúdo, uma alternativa é baixar um vídeo do TikTok, fazer as edições e postar como um novo vídeo. Também é possível usar as funções de Dueto e Costurar, que criam conteúdos próprios a partir do original: no Dueto, o vídeo é exibido lado a lado com o seu; já em Costurar, você insere um trecho do vídeo original no início da sua gravação. Ambos oferecem mais controle criativo e podem ser combinados com as ferramentas de edição de vídeos no TikTok.

Posso apagar um vídeo republicado no TikTok?

Sim. Embora a republicação não crie um novo post no seu perfil, você pode removê-la a qualquer momento. O processo é simples e não afeta o vídeo original, que continua disponível no perfil do criador. Basta acessar o vídeo republicado no TikTok, tocar no botão “compartilhar” e selecionar a opção “remover republicação”.

O procedimento é diferente de excluir um vídeo do TikTok, já que nesse caso o vídeo não é seu, você apenas deixou de recomendá-lo.

Para cancelar uma republicação, o TikTok exibe a opção “Remover republicação” em um menu inferior com fundo escuro (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

É possível apagar todos os vídeos repostados no TikTok de uma vez?

Não. O TikTok não oferece uma opção nativa para remover todas as republicações de forma automática. A exclusão precisa ser feita manualmente, acessando cada vídeo republicado e selecionando a opção “Remover republicação”.

Alguns serviços de terceiros prometem apagar repostagens em massa, mas o uso dessas ferramentas pode violar os termos da plataforma, além de representar riscos de segurança e privacidade. O mais seguro é desfazer as republicações individualmente, dentro do próprio aplicativo do TikTok.
Como republicar um vídeo no TikTok pelo celular ou PC

Como republicar um vídeo no TikTok pelo celular ou PC
Fonte: Tecnoblog