Category: Tecnologia

5 motivos para ler Isaac Asimov

5 motivos para ler Isaac Asimov

Não sei você, mas eu adoro um bom livro para fugir um pouco do dia a dia, relaxar, adquirir conhecimento… E uma forma de viajar para outros mundos e pensar mais sobre tecnologia e a forma como nos relacionamos com ela é lendo Isaac Asimov.
O autor russo nasceu em 1920, foi para os Estados Unidos com a família quando tinha três anos de idade e cresceu em Nova York. Foi professor de bioquímica na Universidade de Boston e é responsável por escrever e editar mais de 500 obras sobre tecnologia e o futuro da humanidade.
Asimov era um visionário e tinha pensamentos que iam muito além de sua época, tanto que acertou muitas previsões tecnológicas e também ficou conhecido como o “pai da robótica”. E é por isso (e muito mais) que você, fã do mundo tech, deveria ler suas obras.
Para convencê-lo, listamos 5 motivos para você largar o que está fazendo e comprar, pedir emprestado, ou pegar um livro de Isaac Asimov que esteja em sua prateleira e devorá-lo nesse momento:
// 1 – Se você gosta de ficção científica…
Não pode deixar de ler Asimov. Isso porque o autor está entre os três principais escritores do gênero – e você já viu que o cara escreveu e revisou muitas obras, foram mais de 500! Destaque para a série Fundação, que mostra como seria se galáxias e planetas fossem dominadas pelo homem. Ela foi eleita a melhor série de ficção científica e fantasia de todos os tempos pela World Science Fiction Society, em 1966.
Outra obra que podemos destacar é Eu, Robô – mas falaremos dela em breve. Um fator interessante é que os livros de Isaac podem parecer complexos, mas a linguagem é simples e os livros são empolgantes, quando a gente vê lá se foram capítulos em um piscar de olhos!
// 2 – Asimov criou as Leis da Robótica
Como falamos, Isaac Asimov é considerado o “pai da robôs” e foi ele quem criou as Leis da Robótica, que define em regras básicas, como robôs e seres humanos devem conviver pacificamente. O legal é que essas leis são levadas à sério por muitos estudiosos da área:
1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por ócio, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
O autor, depois de um tempo, também criou uma quarta lei, a Lei Zero que diz:
Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inação, permitir que ela sofra algum mal.
// 3 – Esqueça o filme Eu, Robô. Leia o livro!
Agora sim, vamos falar de Eu, Robô. Talvez você lembre desse nome por causa do filme, estrelado por Will Smith e lançado em 2004. Tem gente que gosta, outros nem tanto… Gostando ou não, o longa foi inspirado nas obras de Isaac Asimov – mas pasme: não necessariamente no livro.
Foi no livro Eu, Robô, publicado em 1950, que o autor publicou as leis da robótica e brincou com elas nos nove contos que compõem a edição. As histórias trazem uma visão diferente dos robôs – sejam eles domésticos, especializados, da Terra ou do espaço e, particularmente, são incríveis!
Já o filme, inicialmente, não teria nada a ver com a obra de Asimov.
Depois as leis da robótica foram incorporadas e também vemos a personagem Dra. Susan Calvin – mas, novamente, ele tem pouca relação com a obra homônima do autor. Na verdade, ele tem muito mais a ver com outra história de Isaac: As Cavernas de Aço.  
// 4 – As Premonições…
Por estar sempre muito à frente do tempo, Isaac acabou prevendo muitas coisas na área tecnológica. A BBC listou algumas de suas previsões que viraram realidade, entre elas:
 
“As comunicações serão audiovisuais e uma pessoa poderá não só escutar, mas também ver a pessoa que a telefona.”.

“Será possível “telefonar para qualquer ponto da Terra, inclusive as estações meteorológicas na Antártida.”.
 
“Os robôs não serão comuns nem muito bons em 2014, mas vão existir.”.
 
Incrível, não é mesmo? Para saber mais, leia o artigo na íntegra.
 
// 5 – Um asteroide chamado Asimov
Como não querer ler livros de um escritor que tem nada mais, nada menos do que o nome de um asteroide em sua homenagem? Em 1981 um asteroide foi batizado como 5020 Asimov. É, não tem como competir…
E agora que você já sabe um pouco mais de Isaac Asimov, não deixe de ler seus livros e pesquisar sobre sua vida. Como fã de ficção científica, sua mente se expandirá e você aprenderá (e muito) sobre robótica, tecnologia e até sobre relações humanas. Acredite, vale muito a pena! ;)
Já conhecia o autor e quer indicar uma de suas obras? Deixe suas sugestões nos comentários!
 
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5 motivos para ler Isaac Asimov
Fonte: Locaweb

Ransomware: Entenda como ele pode afetar seus arquivos

Ransomware: Entenda como ele pode afetar seus arquivos

Ransomware, uma ameaça digital que vem assustando o mundo, é um tipo de código malicioso (malware), que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, por meio de criptografia.
Para restabelecer o acesso ao usuário, a prática geralmente exige o pagamento de um “resgate” – na maioria dos casos em bitcoins (moeda virtual). Ainda assim não há nenhuma garantia de que ao efetuar o pagamento os dados sejam recuperados – o sugerido é que a vítima não pague.
O ransomware ficou mais conhecido mundialmente em maio de 2017. Com o surgimento do  WannaCry (crypto-ransomware que afeta o sistema operacional Microsoft Windows), que infectou mais de 230 mil computadores em cerca de 150 países. No Brasil, grande parte dos infectados foram de órgãos públicos.

// Quais são os tipos de ransomware?
Há vários tipos de ransomware, aqui listo os dois mais importantes: o Cryptolocker é malware que criptografa com uma senha todos os seus dados. O algoritmo utilizado pode ser RSA-1024, RSA-2048 e AES-256.
Já o Locker é um pouco parecido com o citado acima, porém, ele bloqueia o acesso ao equipamento. Assustador, não é?

// Como posso ser infectado?
A infecção pode ocorrer de diversas formas: um e-mail malicioso (phishing) que contenha links infectados com o malware, ou vulnerabilidades em algum sistema que não tenha recebido atualizações de segurança.

// Como me proteger desse malware? Algumas dicas:
1 – Mantenha o sistema operacional, assim como os programas instalados, sempre atualizados;
2 – Fique atento aos arquivos e links que irá abrir;
3 – Instale um antivírus;
4 – Realize backups regularmente. Desse modo, caso sofra esse tipo de ataque será mais fácil reverter a situação.

E ai, já fez backup hoje? Não deixe para amanhã! A tecnologia é imensurável e tudo se renova a cada minuto. Essas são as dicas de hoje. Até mais, galera! :)

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Ransomware: Entenda como ele pode afetar seus arquivos
Fonte: Locaweb

Instalando o PostgreSQL no Mac OS X via Brew

Instalando o PostgreSQL no Mac OS X via Brew

Instalar o postgreSQL no Mac OS X é muito fácil quando utilizamos o gerenciador de pacotes mais popular deste sistema operacional: o Homebrew (apelidado de Brew). Abra o terminal de sua preferência e digite:

$ brew update
$ brew install postgres

O primeiro comando atualiza os repositórios do brew e o seguinte simplesmente instala o postgresql. Uma vez instalado, vamos iniciá-lo. Temos duas opções, iniciar somente para nossa sessão atual

$ postgres -D /usr/local/var/postgres

ou configurar para que ele inicie automaticamente todas as vezes que o computador for iniciado

# Esse primeiro comando só é necessário se esse diretório ainda não existir
$ mkdir -p ~/Library/LaunchAgents
$ ln -sfv /usr/local/opt/postgresql/*.plist ~/Library/LaunchAgents
$ launchctl load ~/Library/LaunchAgents/homebrew.mxcl.postgresql.plist

Escolhida uma das duas opções, vamos criar nosso banco de dados

$ createdb

Esse comando irá criar um novo banco de dados com o nome do usuário do sistema, no meu caso, pablosilva. Caso queira criar um banco com outro nome, precisa especificar com aspas

$ createdb ‘teste’

Entretanto, para a primeira vez é necessário que crie o banco com o mesmo nome do seu usuário de sistema que foi criado quando instalamos o banco, porque senão não vamos conseguir conectar ao postgres para testar a instalação. Agora que temos o nosso banco, vamos nos conectar ao postgres

$ psql</span>

Isso irá te logar ao console do postgres. Você pode ver a lista de banco de dados executando o seguinte comando

=# l

Para o meu caso a saída foi

Vocês podem ver que eu tenho o banco pablosilva e o teste que foram bancos que eu criei.
O restante foi criado pela instalação. Você pode ver também quais usuários foram criados e quais são as permissões que eles possuem, ao executar o seguinte comando:

=# du

Se quiser saber mais comandos, acessa esse cheatsheet bacana!
Feito isso, você está preparado para usar o PostgreSQL agora mesmo! Espero ter ajudado e até a próxima.
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Instalando o PostgreSQL no Mac OS X via Brew
Fonte: Locaweb

Descubra os poderes da computação cognitiva

Talvez você não tenha ouvido falar sobre computação cognitiva, ou talvez você conheça, mas não saiba totalmente o que significa. Talvez você conheça o Jarvis. Lembra dele? De O Homem de Ferro? O personagem e a tal computação cognitiva têm muito em comum. Por quê?
Na ficção o assistente digital é um supercomputador que compreende a linguagem de Tony Stark e capta dados do ambiente para ajudá-lo, oferecendo bons conselhos e descobrindo as fraquezas de alguns inimigos, por exemplo. E se engana quem pensa que esse tipo de tecnologia só existe nos quadrinhos. Tudo bem que Jarvis tem muito da imaginação de Stan Lee e sua turma, mas sim, existem robôs com essa capacidade no mundo real.
A computação cognitiva leva esse nome porque seu funcionamento tem algumas semelhanças com a capacidade de nós, seres humanos, percebermos informações e adquirirmos conhecimento. A tecnologia traça uma espécie de paralelo com nossa capacidade de cognição. Por esse motivo existem computadores capazes de auxiliar médicos na descoberta de doenças e na cura das mesmas.
Os sistemas cognitivos são diferentes dos computadores tradicionais. Eles não apenas seguem as instruções de um software; eles processam as informações de modo autônomo. O Watson, da IBM, por exemplo, funciona por meio de algoritmos matemáticos avançados e é movimentado por uma infraestrutura poderosa para processar muitos dados.
A computação cognitiva compreende a linguagem natural, texto, imagem e outros dados – inclusive muitos dos que não foram convertidos para a linguagem das máquinas tradicionais. Por serem treinados para executar tarefas variadas, os computadores são dotados de algoritmos complexos e sofisticados. Confira algumas áreas em que essa tecnologia vem sendo utilizada:
→ Saúde
Na área da saúde a computação cognitiva tem se destacado. Com relação a doenças complexas, como o câncer, essa inteligência pode auxiliar os médicos a irem além, já que cada tumor tem seu próprio genoma e é necessário investigar melhor. Os profissionais, utilizando a tecnologia, podem consultar uma biblioteca médica em sua base de dados e propor tratamentos para cada paciente, pois será possível avaliar cenários, chegando ao mais próximo da cura.
→ Educação
Não há como negar que a tecnologia transformou – e continue transformando – a educação. Cursos online e aplicativos voltados ao compartilhamento de conhecimento só crescem, gerando um grande número de dados sobre alunos, seus pontos fortes e suas dificuldades na hora do aprendizado. A computação cognitiva, nesse caso, pode utilizar essas informações para gerar um plano de estudos que se adeque a cada perfil, atuando como uma espécie de “assistente pedagógico”.
→ Marketing
Sabia que a computação cognitiva pode ser o futuro do telemarketing? Sim, se essa tecnologia continuar caminhando velozmente, em pouco tempo teremos um computador capaz de dar respostas assertivas e eficientes, baseadas no comportamento dos clientes – principalmente por ter muito do comportamento humano e, segundo, porque pode armazenar um grande número de informações.
É parece que a ficção se transformou em realidade, não é mesmo? Será que em breve também teremos “Jarvis” para chamarmos de nossos? Façam suas apostas, o futuro acontece em um piscar de olhos.
Fonte: Revista Superinteressante
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Fonte: Locaweb