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Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) fica R$ 670 reais mais barato em oferta com cupom

Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) fica R$ 670 reais mais barato em oferta com cupom

Samsung Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi 128 GB
R$ 2.128,58

R$ 2.79924% OFF

Prós

Possibilidade de expansão via cartão MicroSD
Capa e caneta S Pen inclusas
Bateria de 8.000 mAh
Galaxy AI integrado
7 anos de atualizações Android OS

Contras

Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
Carregador na caixa de apenas 15 W
Não possui certificação IP contra poeira e água

PIX
Cupom

TABLET10
R$ 2.128,58  Magazine Luiza

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O Galaxy Tab S10 Lite tem oferta de 24% de desconto no Magazine Luiza. É o mais novo tablet lançado pela Samsung por R$ 2.799, mas que pode ser adquirido na oferta por R$ 2.128 no Pix com o cupom TABLET10. O dispositivo inclui a caneta S Pen e recursos de inteligência artificial.

Galaxy Tab S10 Lite tem suporte ao Galaxy AI e bateria de 8.000 mAh

Tab S10 Lite é equipado com bateria de 8.000 mAh (imagem: Divulgação)

O dispositivo vem de fábrica com Android 15 e One UI 7, com promessa de sete anos de atualizações pela Samsung. Portanto, conta com a inteligência artificial do Galaxy AI, que dispõe dos recursos Circule Para Pesquisar, Apagador de Objetos, Assistente de Caligrafia e Matemática e entre outros para tornar a experiência geral mais otimizada.

A bateria equipada tem capacidade de 8.000 mAh e autonomia por até 16 horas para vídeos, segundo a fabricante. Ainda suporta carregamento rápido de 25 W, alcançando carga completa em 120 minutos. Em termos de conectividade, traz compatibilidade a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e porta USB-C.

A tela TFT LCD tem 10,9 polegadas, resolução de 2.112 x 1.320 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. Especificações que permitem navegação fluida para leituras, vídeos e jogos.

Galaxy Tab S10 Lite possui recursos de inteligência artificial (imagem: Divulgação/Samsung)

O desempenho é gerenciado pelo chip intermediário Exynos 1380 (5 nm) acompanhado por 6 GB de memória RAM. O conjunto oferece desempenho satisfatório, sendo capaz de realizar multitarefas no dia a dia.

O Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) em oferta no Magalu por R$ 2.128 no Pix com o cupom TABLET10 ainda apresenta câmera traseira de 8 MP, frontal de 5 MP e grava vídeos em resolução Full HD. 
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) fica R$ 670 reais mais barato em oferta com cupom

Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) fica R$ 670 reais mais barato em oferta com cupom
Fonte: Tecnoblog

A solidificação do tablet como um produto de nicho

A solidificação do tablet como um produto de nicho

Os tablets ainda têm o seu público. O que está ficando mais claro nos últimos anos, no entanto, é que esse público talvez não seja tão grande assim.

A solidificação do tablet como um produto de nicho (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O último relatório da empresa de inteligência de mercado IDC sobre o segmento revela uma situação complicada. O volume de vendas foi 20,5% menor do que em 2022, o que resulta no pior cenário desde 2011. Para você ter uma ideia, esse foi o ano em que o iPad 2 chegou às prateleiras.

A Apple é a líder em vendas, mas, assim como os demais grandes players do setor, vendeu menos em relação à 2022. Contribui para isso de nenhum novo iPad ter sido lançado em 2023. Já entre os tablets Android, a Samsung é a campeã.

Há várias explicações possíveis para este quadro e, como acontece com todo problema complexo, a verdade será encontrada na junção desses vários fatores. Há aspectos econômicos, de usabilidade e até mesmo de rotina dos consumidores que pesam nessa equação.

Mas o ponto principal que o novo relatório levanta é: qual é o espaço ocupado pelo tablet hoje em dia?

Sente-se, relaxe, use seu tablet

Em 2010, na apresentação o primeiro iPad, Steve Jobs demonstrou a visão da empresa para o produto. Com o tablet, o usuário podia navegar por sites de notícias, ler e responder e-mails, organizar álbuns de fotos, entre diversas outras ações.

Mas havia mais sendo comunicado ali. Jobs tirou o iPad de cima de uma mesinha, sentou-se numa poltrona, cruzou as pernas. Toda uma mise-en-scène para criar a ideia de um momento em que o indivíduo para, se desloca de sua rotina normal e dedica um tempo determinado ao novo dispositivo.

É uma experiência totalmente diferente de um smartphone, que nos acompanha o tempo todo. Não precisamos parar para usar o celular. A apresentação da Apple parecia sugerir que, com o Tablet, a ideia era essa.

Steve Jobs apresenta o primeiro iPad (Apple)

Só que os smartphones acompanharam a evolução do tablet. Eles foram se incorporando cada vez mais em nossas rotinas, ampliando suas capacidades, que passaram a englobar de tudo, do entretenimento à produtividade.

O hardware acompanhou essa evolução. Os novos modelos vinham com chips cada vez mais potentes, e até mesmo modelos intermediários passaram a ter uma boa capacidade de processamento. Para completar, o tamanho das telas também aumentou.

Quando um dispositivo que está conosco o tempo todo ganha essas características, é fácil perceber como o tablet pode acabar ficando de lado. Celulares são mais baratos, mais leves e têm uma multiplicidade de usos. O gadget que veio antes acabou se tornando a “competição” do que veio depois.

Com isso, o público vai comprando menos tablets, e aqueles que o fazem têm utilidades mais específicas em mente.

Tablet para quem precisa

No Tecnocast 324, discutimos o declínio na venda de tablets. Ao longo do episódio, e a partir de comentários de ouvintes, identificamos algumas atividades para as quais o dispositivo ainda faz sentido, e públicos que geram demanda.

Um ponto bastante mencionado é que tablets são bons para leitura. Mais confortáveis do que smartphones ou e-readers — vale lembrar que a tela e-Ink de um Kindle não exibe cores —, eles são uma ótima pedida para quem precisa ler artigos e textos em PDF, como estudantes de várias faixas etárias.

O consumo de mídia é outra frente importante. Os celulares também avançaram bastante nesse sentido, mas as telas maiores dos tablets geram uma experiência melhor para assistir filmes e séries.

Há também profissionais de edição de vídeo e áudio, e até programadores para os quais o tablet é um importante meio de trabalho. Para esses casos, o iPad é a opção mais natural. O produto da Apple é o que conta com a maior quantidade de aplicativos para essas áreas.

Galaxy Tab S9 FE Plus tem tela de 12,4 polegadas (Imagem: Divulgação/Samsung)

Outro público para o qual tablets são importantes é o de pais de crianças pequenas. O dispositivo é melhor do que um smartphone para fornecer alguma distração para os filhos.

A questão é que, por mais que estes grupos enxerguem valor no tablet, os resultados do ano passado tornam difícil classificá-lo como um produto de massa. Trata-se de um dispositivo não essencial, cujos diferenciais diminuíram aos olhos do grande público devido à evolução dos smartphones.

O mais provável é que o tablet continue existindo, mas agora encarado mais explicitamente como um produto de nicho.
A solidificação do tablet como um produto de nicho

A solidificação do tablet como um produto de nicho
Fonte: Tecnoblog