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Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens, de acordo com anúncio;
Microsoft confirmou que suporte a imagens está em testes internos, mas sem data de lançamento definida;
Suporte a imagens poderá ser desativado nas configurações, e Microsoft afirma que impacto no desempenho é mínimo.

Quem acha que o Bloco de Notas (Notepad) está ficando “inchado” no Windows 11 precisa se preparar psicologicamente: a Microsoft pretende adicionar ao editor de textos suporte a imagens, embora ainda não se saiba em quais formatos.

A informação vem do Windows Latest, que descobriu o futuro novo recurso de um modo curioso: o Bloco de Notas para usuários que participam do programa de testes Windows Insider tem um botão de novidades à direita da barra superior; ali, o veículo encontrou um anúncio que mostra o botão de imagens no Notepad (captura de tela acima).

Esse botão ainda não é visível no editor de texto, mas, no anúncio, aparece ao lado de outro recurso recente: o botão para inserção de tabelas no Bloco de Notas.

Ao Windows Latest, a Microsoft confirmou que o suporte a imagens no Notepad não só está a caminho como já vem sendo testado internamente pela companhia. Não há data definida para o seu lançamento, porém. Fala-se apenas em liberação nos próximos meses.

Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Pode o suporte a imagens deixar o Bloco de Notas pesado?

De acordo com a Microsoft, o suporte a recursos como Markdown (outra função recente do Notepad) e imagens causa impacto mínimo no desempenho do Bloco de Notas. Mas somente testando para termos certeza, afinal, imagens tendem a demandar mais recursos de processamento para serem renderizadas.

De todo modo, a Microsoft já confirmou que a exibição de imagens no Bloco de Notas poderá ser desativada nas configurações do aplicativo.

Os novos recursos têm feito o Bloco de Notas sair do status de editor de textos simples para um substituto para o finado WordPad.

Se por um lado a ferramenta tem ficado mais útil, por outro, está suscetível a um número maior de problemas. Vide a recente falha de segurança que explorava o suporte a Markdown do Bloco de Notas. Felizmente, esse problema já foi corrigido pela Microsoft.
Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens
Fonte: Tecnoblog

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

Saiba como o firmware é importante para o funcionamento de diversos dispositivos presentes no nosso dia a dia (imagem: Reprodução/Rawpixel)
O firmware é o software essencial embutido no hardware para coordenar as funções vitais de um dispositivo. Ele atua como uma ponte, traduzindo comandos complexos em ações físicas para os componentes dos eletrônicos.Sua função é inicializar sistemas e garantir que todas as partes do equipamento estejam prontas para operar. Além de realizar testes de integridade, ele gerencia o fluxo de dados e o controle de periféricos de forma automatizada.Existem tipos variados de firmware, como BIOS e UEFI, que residem em memórias ROM ou Flash, permitindo atualizações de segurança cruciais. Esses códigos são fundamentais tanto em microcontroladores simples quanto em placas de vídeo e servidores de alto desempenho. A seguir, entenda o conceito de firmware, como ele funciona e se pode ser atualizado. Também saiba os eletrônicos de consumo do nosso dia a dia que trazem esse software embutido.ÍndiceO que é firmware?O que significa firmware?Para que serve um firmware?Como funciona um firmwarePosso atualizar um firmware?Posso apagar um firmware?Quais são os tipos de firmware?Quais são exemplos de firmware?Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Qual é a diferença entre firmware e software?Qual é a diferença entre firmware e hardware?Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O que é firmware?Firmware é o código de baixo nível armazenado permanentemente no hardware para gerenciar suas funções físicas vitais e a inicialização básica. Ele atua como uma ponte que traduz comando de software em ações de hardware, permitindo a comunicação entre componentes e o sistema operacional.O que significa firmware?O termo “firmware” surge da união das palavras “firm” (firme) e “software” (programa de computador). Ele se refere às instruções lógicas gravadas diretamente em chips de memória para controlar o hardware.Usado pela primeira vez por Ascher Opler em um artigo em 1967, o conceito define o conteúdo de memórias de controle entre os componentes físicos e as aplicações. Diferente do software comum, sua estrutura é otimizada para ser permanente ou raramente alterada, garantindo a integridade operacional do dispositivo. Componentes de hardware, como a placa-mãe de um PC, costumam ter o próprio firmware para iniciar os sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Para que serve um firmware?O firmware atua como o código essencial em chips de memória, traduzindo comandos lógicos em ações físicas para o hardware operar. Ele estabelece a ponte de comunicação entre os componentes eletrônicos e as camadas superiores de software, garantindo a integridade do ecossistema digital.A execução inicial do firmware valida a integridade dos circuitos e coordena o boot para o sistema operacional. Por meio de atualizações, ele corrige vulnerabilidades de segurança, otimiza o consumo de energia e expande a compatibilidade do dispositivo com novas tecnologias e protocolos.Como funciona um firmwareO firmware executa instruções gravadas no chip de memória ROM ou Flash para inicializar e gerenciar os componentes eletrônicos de um dispositivo. Ele atua como um conversor de comandos lógicos em sinais elétricos interpretáveis pelo hardware, estabelecendo a base para a operação estável.Na hora da ativação, o código executa a verificação da integridade da CPU e memória antes de carregar o sistema operacional. Durante o funcionamento, ele pode regular o fluxo de dados entre periféricos e otimizar o consumo energético, operando de forma independente do usuário.As atualizações são realizadas via “flashing”, processo que grava novas informações no chip para corrigir vulnerabilidades, otimizar o desempenho ou adicionar novas funções. Esta manutenção permite que o dispositivo receba melhorias sem trocas de peças, prolongando a vida útil e garantindo compatibilidade com novas tecnologias.Os dados de atualizações de firmware ficam em partições redundantes, permitindo reverter para uma versão estável caso ocorra uma falha. Assim, a integridade do sistema permanece protegida contra corrupção de dados, garantindo que o hardware sempre encontre um caminho seguro para a inicialização. Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)Posso atualizar um firmware?Sim, a maioria dos dispositivos permite a atualização de firmware via download de arquivos oficiais nos sites dos fabricantes. O procedimento requer ferramentas específicas e compatibilidade exata entre a versão do firmware e o modelo do dispositivo.É essencial manter o dispositivo conectado a uma fonte de energia estável durante a gravação dos dados na memória para evitar a inutilização. O usuário também deve seguir rigorosamente as instruções do instalador, garantindo que o sistema não seja reiniciado ou desconectado.As correções eliminam vulnerabilidades críticas de segurança, resolvem bugs de estabilidade e podem até desbloquear novas funcionalidades. Manter o firmware em dia protege o hardware contra invasões cibernéticas e otimiza o desempenho geral do dispositivo.Posso apagar um firmware?Sim, o firmware pode ser removido ou alterado ao usar softwares específicos do fabricante para acessar o código gravado na memória não volátil. Esse processo ocorre em atualizações críticas ou formatações de baixo nível para restaurar componentes.No entanto, apagar esses dados sem o backup imediato pode inutilizar permanentemente o aparelho devido à ausência da lógica de inicialização. Sem o código básico, o hardware não consegue carregar o sistema operacional ou gerenciar os periféricos.Além disso, falhas durante a exclusão do firmware podem corromper trilhas de segurança e invalidar a garantia do produto. Procedimentos não oficiais frequentemente ativam travas de hardware que impedem a recuperação, exigindo a troca física do componente de memória. Problemas durante a atualização ou exclusão firmware pode inutilizar o dispositivo (imagem: Reprodução/AVG)Quais são os tipos de firmware?Os firmwares são divididos em diferentes categorias, com características e usos específicos:Baixo nível (Low-Level): armazenado em memórias do tipo ROM, contém as instruções intrínsecas e imutáveis que definem a identidade básica do componente. Por ser gravado fisicamente na fabricação, é considerado uma parte integrante do hardware e raramente sofre atualizações;Alto nível (High-Level): localizado em memórias Flash, permite atualizações complexas e costuma ter uma interface mais elaborada que o baixo nível. Atua como uma camada intermediária que traduz instruções de software para o hardware, facilitando correções e integração de novas funções;Subsistema: gerencia componentes periféricos independentes em um sistema maior, como o controlador de um SSD ou de uma placa de vídeo. Opera de forma autônoma para otimizar o desempenho de peças específicas sem sobrecarregar a CPU principal;Inicialização (Bootloader): responsável por realizar o Power-On Self-Test (POST) e preparar o ambiente para o sistema operacional ser carregado. Gerencia a transição do hardware “bruto” para o software;Embarcado: projetado para microcontroladores em dispositivos de função única, como itens de Internet das Coisas (IoT) e eletrodomésticos. Sua principal característica é a execução de tarefas em tempo real com consumo mínimo de recursos e alta confiabilidade;Dispositivo de rede: focado exclusivamente no controle de tráfego de dados e protocolos de comunicação em roteadores, switches e modems. Dita como os pacotes de informação são roteados, priorizados e protegidos contra intrusões externas na camada de rede.Quais são exemplos de firmware?Estes são alguns exemplos de firmware que fazem parte do dia a dia de diversos usuários:BIOS: sigla para Basic Input/Output System, é o firmware legado que realiza o teste de hardware e localiza o sistema operacional durante a inicialização de PCs antigos;UEFI: sucessor moderno do BIOS, que oferece inicializações mais rápidas, suporte a discos de armazenamento maiores e recursos de segurança avançados;Firmware de roteador: atua como o sistema operacional do dispositivo de rede, gerenciando protocolos de comunicação, tabelas de roteamento e as regras de criptografia do Wi-Fi;Firmware de HDD/SSD: coordena o braço mecânico em HDDs ou o mapeamento de células de memória em SSDs, além de aplicar algoritmos de correção de erros para evitar perdas de dados;VBIOS (Placa de vídeo): gerencia os parâmetros de energia e frequência da unidade de processamento de vídeo, garantindo que a GPU forneça o sinal para o monitor antes mesmo do sistema operacional carregar;Firmware de smartphone (Baseband): opera em um processador dedicado para gerenciar as funções de rádio, controlando a alternância entre torres de celular e a estabilidade da conexão 4G/5G;Firmware de periféricos: instruções presentes em teclados, mouses e fones de ouvido que traduzir comandos físicos em sinais digitais e gerenciam funções como iluminação RGB e macros;Sistemas embarcados (IoT): controla o funcionamento de eletrodomésticos inteligentes e termostatos, processando dados de sensores e executando comandos de automação residencial;Firmware de impressora: converte arquivos digitais em movimentos mecânicos precisos dos cabeçotes de impressão e monitora constantemente os sensores de papel e níveis de suprimentos;Controle embarcado (EC): firmware presente em notebooks, responsável por funções críticas de hardware, como o controle das ventoinhas, retroiluminação do teclado e gestão de bateria. A BIOS é um exemplo de firmware usado em computadores antigos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Quase todos os eletrônicos de consumo e sistemas industriais com hardware programável dependem de firmware para operações básicas. Alguns exemplos são:Computadores e componentes: a BIOS ou UEFI em placas-mãe, SSDs e placas de vídeo coordenam a inicialização do hardware e a comunicação com o sistema operacional;Periféricos de entrada e saída: impressoras, scanners e teclados processam comandos de entrada e gerenciam funções mecânicas;Equipamentos de rede: roteadores, modems e switches utilizam firmware para direcionar o tráfego de dados, gerenciar o Wi-Fi e manter protocolos de segurança ativos;Dispositivos móveis e vestíveis: smartphones, tablets e smartwatches têm camadas que controlam diretamente a calibração da tela, sensores biométricos e o consumo de bateria;Eletrônicos de consumo: smart TVs, câmeras digitais e sistemas de som dependem desse software para processar imagens, áudio e manter interfaces de usuários fluidas;Sistemas automotivos: veículos modernos usam unidades de controle eletrônico (ECUs) para monitorar a injeção de combustível, freios ABS e sistemas de entretenimento de bordo;Consoles de videogame: hardwares como o Sony PlayStation e Microsoft Xbox usam firmware para gerenciar o acesso ao disco, a saída de vídeo em alta definição e os serviços online;Eletrodomésticos inteligentes: máquinas de lavar, micro-ondas e geladeiras modernas automatizam ciclos de funcionamento e interpretam comandos via painéis digitais ou sensores;Dispositivos de casa inteligente (IoT): lâmpadas Wi-Fi, fechaduras eletrônicas e termostatos usam firmware para se conectarem à rede e executarem automações programadas;Equipamentos médicos: marcapassos, bombas de insulina e monitores hospitalares dependem de códigos extremamente estáveis para garantir precisão de leituras e a segurança do paciente. Os firmwares estão presentes em praticamente todos os tipos de eletrônicos de consumo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Qual é a diferença entre firmware e software?Firmware é o código gravado em chips de memória não volátil que fornece instruções básicas para inicialização e o controle dos componentes físicos. Ele atua como o alicerce essencial que permite ao dispositivo ligar e comunicar-se com o hardware antes de carregar o sistema.Software é a camada lógica composta por programas e dados mutáveis que operam sobre o sistema operacional para realizar tarefas para o usuário final. Ele fica no armazenamento volátil, permitindo ser instalado, removido ou atualizado conforme a necessidade da aplicação.Qual é a diferença entre firmware e hardware?Firmware é o software de baixo nível armazenado em chips de memória que fornece instruções para controlar e inicializar as funções essenciais de um dispositivo. Ele dita como o dispositivo deve se comportar logo ao ser ligado, antes mesmo do tema operacional assumir o controle.Hardware é um conjunto de elementos físicos, circuitos e periféricos que constituem a estrutura material e a capacidade de processamento de um sistema. Sem as diretrizes lógicas do firmware, esses componentes são incapazes de executar qualquer operação lógica e comunicação por conta própria.Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O firmware é o código de baixo nível gravado em memórias, responsável por inicializar o hardware e fornecer instruções básicas de operação. Ele tem a função de preparar o ambiente físico para o carregamento do kernel. O sistema operacional é o software de alto nível que gerencia os recursos do dispositivo, fornecendo a interface e os serviços necessários para a execução de aplicativos e arquivos. Ele usa o kernel para orquestrar o uso da CPU, memória e periféricos eficientemente.O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software
Fonte: Tecnoblog

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Declaração sobre um possível “jailbreak” reacende dúvidas sobre o controle do software do F-35 (imagem: divulgação/Lockheed Martin)

Resumo

A declaração de uma autoridade holandesa sugere que países europeus poderiam alterar o software do F-35 sem a aprovação dos EUA, levantando questões sobre dependência tecnológica.
O F-35 é um projeto internacional, mas o controle sobre atualizações e segurança do software é restrito, com Israel sendo o único país autorizado a operar softwares próprios.
Especialistas em segurança destacam que, ao contrário de dispositivos de consumo, o acesso a um caça militar como o F-35 é extremamente restrito, tornando a modificação do software complexa e limitada.

O caça F-35, principal aeronave de combate de quinta geração em operação no Ocidente, voltou ao centro de uma discussão sensível envolvendo soberania tecnológica e dependência militar. A polêmica ganhou força após uma declaração do secretário de Defesa dos Países Baixes, que comparou a possibilidade de modificar o software do avião a um jailbreak do iPhone.

A fala surgiu em meio a questionamentos sobre até que ponto países europeus conseguiriam manter e atualizar seus F-35 caso os Estados Unidos reduzissem o apoio estratégico. Embora a afirmação não traga detalhes técnicos, ela reacende temores antigos sobre o controle real exercido pelo fabricante e pelo governo norte-americano sobre a frota internacional do modelo.

O que significa fazer um “jailbreak” de um F-35?

Durante participação em um podcast, Gijs Tuinman afirmou que o F-35 é um projeto compartilhado entre vários países e destacou a interdependência industrial envolvida. Segundo ele, mesmo sem atualizações oficiais, o avião continuaria superior a outros caças disponíveis. Em seguida, fez a declaração mais controversa: “Se você ainda quiser atualizar apesar de tudo, vou dizer algo que nunca deveria dizer, mas direi mesmo assim: é possível fazer jailbreak de um F-35, assim como de um iPhone”.

Tuinman não explicou como isso ocorreria, mas indicou que forças europeias poderiam, em tese, manter o software da aeronave de forma independente, com ou sem apoio da fabricante Lockheed Martin. Procurada pelo The Register, a empresa evitou comentar e direcionou perguntas ao governo dos Estados Unidos, que não respondeu.

Segurança e controle de software estão no centro do debate sobre o F-35 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

É mesmo viável alterar o software de um caça militar?

Para especialistas em segurança, a comparação com dispositivos de consumo tem limites claros. Ken Munro, da Pen Test Partners, afirma que não ficou surpreso com a ideia em abstrato, mas ressalta que o acesso físico e técnico a um caça militar é extremamente restrito. “Ao contrário de dispositivos de consumo, como o iPhone, que é facilmente acessado pela comunidade de pesquisa e, portanto, sujeito à sua ‘atenção’, não se pode comprar um F-35 no eBay”.

Ele acrescenta que a ausência de uma comunidade ampla de pesquisadores reduz a chance de falhas virem a público. “A barreira de entrada para pesquisadores e hackers é simplesmente muito alta para hardware militar. Portanto, dependemos de que os contratistas de defesa acertem na segurança logo de início. Essa falta de uma comunidade que faça sua própria pesquisa significa que problemas de segurança acidentais e não intencionais provavelmente não serão encontrados com tanta facilidade”.

Outro obstáculo é o próprio modelo de atualização do avião. O F-35 Lightning II recebe melhorias por meio do sistema ALIS, um conjunto logístico que centraliza dados técnicos e distribui pacotes de software em ciclos longos. Atualmente, apenas Israel possui autorização formal para operar softwares próprios em sua variante do caça.

As declarações de Tuinman também dialogam com temores levantados no ano passado, quando autoridades europeias discutiram a possibilidade de um “botão de desligamento” remoto controlado pelos EUA.
Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone
Fonte: Tecnoblog

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

A Xiaomi atualizou em seu site oficial a lista de ciclo de vida de seus dispositivos, definindo a data exata em que dezenas de modelos das linhas Xiaomi, Redmi e POCO deixarão de receber atualizações do sistema HyperOS e patches de segurança.

O mercado global de smartphones Android tem passado por uma transição, com fabricantes estendendo o tempo de suporte de software para até sete anos. Contudo, todo hardware possui um teto técnico estrutural, e o momento em que o aparelho atinge o status de End-of-Life (EOL) marca o fim definitivo do desenvolvimento de firmware para aquele modelo.Segundo o cronograma da fabricante chinesa, o encerramento do suporte não significa apenas a estagnação estética ou a falta de novas funções baseadas em inteligência artificial. O corte inclui a suspensão de correções para vulnerabilidades do sistema operacional, o que impacta diretamente a proteção dos dados dos usuários.O Poco M8 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 2.449. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco M8 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 15 Pro 4G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. 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Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi 12 está disponível na Mercadolivre por R$ 899. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 13 Ultra ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi A2 Plus ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 4G está disponível na Mercadolivre por R$ 909. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi A2 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco X5 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.590. O Poco X5 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.999. O Xiaomi 13 Lite está disponível na Mercadolivre por R$ 1.902. O Redmi Note 12 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.033. O Redmi 12C está disponível na Mercadolivre por R$ 565. 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Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.(atualizado em 18 de February de 2026, às 19:14)Clique aqui para ler mais

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações
Fonte: Tudocelular

Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas

Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas

Ainda no último dia 10 de fevereiro, a Microsoft liberou oficialmente o Windows 11 26H1 para uma lista de computadores com processadores compatíveis. À primeira vista, a empresa informou que apenas as CPUs Qualcomm Snapdragon X2 seriam suportadas – embora chips NVIDIA N1 e N1X também possam entrar para essa lista em um futuro breve.Mas tirando as CPUs ainda não lançadas, a afirmação da Microsoft sobre os processadores da Qualcomm se mostrou um pouco vaga. Agora, finalmente, uma documentação de suporte da empresa revela três modelos da linha Snapdragon X2 que são compatíveis:


Snapdragon X2 Plus “X2P”
Snapdragon X2 Elite “X2E”
Snapdragon X2 Elite Extreme “X2E”


Clique aqui para ler mais

Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas
Fonte: Tudocelular

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7

A Mozilla confirmou o fim do suporte do Firefox para o Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1 ainda neste mês. A decisão encerra a distribuição de atualizações de segurança via canal Extended Support Release (ESR), afetando usuários que permanecem nesses sistemas.

O anúncio marca o encerramento de um período prolongado de compatibilidade mantido pela Mozilla mesmo após o fim do suporte oficial da Microsoft ao Windows 7. O suporte havia sido estendido para oferecer mais tempo de transição e reduzir riscos de segurança.O Firefox 115 ESR tornou-se a última versão compatível com Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1. Inicialmente previsto para setembro de 2024, o suporte foi prorrogado para 2025 e, posteriormente, para março de 2026, antes da decisão final de encerramento.Clique aqui para ler mais

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7
Fonte: Tudocelular

Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

Gboard, o teclado virtual do Google (imagem: Tecnoblog)

Resumo

Gboard deve ganhar “modo cursor” que facilita navegação em textos, criando uma área semelhante a um trackpad;
Recurso foi descoberto na versão beta do Gboard, mas ainda não há previsão oficial de lançamento;
Apesar disso, “modo cursor” está em fase avançada de desenvolvimento, o que sugere um lançamento para um futuro próximo.

O Gboard é um teclado virtual para Android e iOS que, além de suportar o tradicional modo de digitação, permite que o usuário arraste o dedo sobre as teclas para formar palavras. Em breve, a ferramenta deverá ganhar uma função extra: um “modo cursor” que, de certo modo, cria um trackpad na tela.

A ideia não é, exatamente, oferecer uma espécie de cursor de mouse na tela que faria o usuário ter, no celular, uma experiência semelhante ao desktop, mas facilitar a navegação dentro de textos, principalmente se eles forem exibidos em uma tela grande.

Hoje, o Gboard permite mover o cursor de texto para a esquerda ou a direita se o usuário segurar o dedo sobre a barra de espaço e deslizá-lo no sentido desejado. Também é possível ir para um ponto específico de um texto tocando sobre ele, mas esse procedimento não é lá muito prático.

É aí que o “modo cursor” passa a fazer sentido. Para ativá-lo, o usuário precisaria apenas pressionar e segurar a barra de espaço. Na sequência, as teclas virtuais do Gboard darão espaço a uma área de navegação com cursor que lembra justamente o trackpad de um notebook para permitir ao usuário escolher onde colocar o ponto de inserção de texto.

Com isso, ficará mais fácil e rápido corrigir ou mudar um trecho que está em algum parágrafo mais acima ou mais abaixo. Essa possibilidade deixa claro que o novo recurso viria para ser útil especialmente na edição de textos longos.

O suposto “modo cursor” do Google Gboard (imagem: reprodução/Andrdoid Authority)

Quando o “modo cursor” chegará ao Gboard?

Este é o momento do balde de água fria: ainda não há previsão de chegada do “modo cursor” ao Gboard. Na verdade, o Google não fez nem mesmo um anúncio oficial sobre o recurso até o momento.

O suposto “modo cursor” foi descoberto pelo Android Authority após a exploração da versão 16.8.2.867538971-beta-arm64-v8a do aplicativo do Gboard para Android. Tudo indica que, por ora, o recurso está apenas sendo testado internamente pelo Google.

Existe até a possibilidade de, no fim das contas, o “modo cursor” não chegar ao Gboard. Mas as capturas de tela sugerem que a funcionalidade está em fase avançada de desenvolvimento. Então, se fosse para apostar, eu jogaria as minhas fichas no Google lançando o recurso ainda no primeiro semestre de 2026. Que assim seja.
Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

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Fonte: Tecnoblog

Emulador de PlayStation 3 acaba de trazer uma ótima notícia para os jogadores

Emulador de PlayStation 3 acaba de trazer uma ótima notícia para os jogadores

Depois do anúncio da segunda coletânea de Metal Gear, estamos cada vez mais próximos do fim dos jogos que ainda estão presos na plataforma e que não podem ser acessados em consoles atuais, mas esta semana, o emulador de RPCS3 recebeu uma atualização de compatibilidade que aproxima o software de rodar praticamente toda a biblioteca do PlayStation 3.

Os desenvolvedores divulgaram novos dados mostrando avanços consistentes na execução de jogos, desde a inicialização até a navegação completa pelos menus.Segundo a equipe responsável pelo RPCS3, o objetivo atual consiste em levar todos os jogos ao status “Ingame”, categoria usada quando o título inicia, ultrapassa menus e entra na jogabilidade, ainda que apresente falhas gráficas ou problemas de desempenho. O RPCS3 classifica compatibilidade em cinco níveis distintos para acompanhar essa evolução.Clique aqui para ler mais

Emulador de PlayStation 3 acaba de trazer uma ótima notícia para os jogadores
Fonte: Tudocelular

Google Fotos atende reclamação antiga dos usuários e deve lançar nova opção de compartilhamento

Google Fotos atende reclamação antiga dos usuários e deve lançar nova opção de compartilhamento

Considerado a melhor opção de armazenamento em nuvem para quem tem um smartphone Android, o Google Fotos deve receber em breve uma melhoria que finalmente facilitará o compartilhamento de imagens.

Isso porque o aplicativo beta ganhou um atalho que permite copiar qualquer foto e colar no WhatsApp, Telegram ou outro mensageiro.

Ou seja, o usuário não precisará mais fazer o download da imagem para a Galeria do smartphone para somente depois usá-la onde deseja.Clique aqui para ler mais

Google Fotos atende reclamação antiga dos usuários e deve lançar nova opção de compartilhamento
Fonte: Tudocelular

Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate

Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate

Tela de inicialização do Adobe Animate (imagem: reprodução/Nurul Harris)

Resumo

A Adobe decidiu manter o Adobe Animate em modo de manutenção, garantindo acesso contínuo e correções de segurança, mas sem novas funcionalidades.
A decisão de não encerrar o Animate ocorreu após críticas de usuários e desenvolvedores sobre a comunicação inicial da empresa.
O Animate continuará disponível para todos os tipos de usuários, com a Adobe comprometida em garantir acesso ao conteúdo criado na plataforma.

A Adobe voltou atrás e decidiu não encerrar o Adobe Animate, programa tradicional usado por animadores e criadores digitais. Após anunciar que o software seria descontinuado a partir do dia 1º de março, a empresa revisou a decisão e afirmou que a ferramenta seguirá disponível em modo de manutenção.

A mudança ocorre depois de críticas públicas de usuários e desenvolvedores, que apontaram confusão na comunicação e impactos diretos em fluxos de trabalho ainda dependentes do Animate. Embora não receba novos recursos, o aplicativo continuará acessível para novos e antigos clientes.

O que muda no modo de manutenção?

Segundo a Adobe, o Animate não será mais descontinuado e permanecerá disponível por tempo indeterminado. O software passa a operar em modo de manutenção, o que significa que seguirá recebendo correções de segurança e ajustes de bugs, mas não terá novas funcionalidades adicionadas.

No Reddit, a empresa afirma que não há planos de remover o acesso ao aplicativo. O programa continuará disponível tanto para usuários individuais quanto para pequenas empresas e clientes corporativos. Antes da revisão, a Adobe havia informado que clientes não corporativos poderiam acessar o Animate até março de 2027, enquanto empresas teriam prazo até 2029.

A companhia também reforçou o compromisso com o acesso ao conteúdo criado na plataforma. “Estamos comprometidos em garantir que os usuários do Animate sempre tenham acesso ao seu conteúdo, independentemente do estado de desenvolvimento do aplicativo”, afirmou a Adobe em comunicado oficial.

Mesmo com o fim do desenvolvimento ativo, o Animate ainda é utilizado por criadores reconhecidos do mercado, como David Firth, responsável pela série animada Salad Fingers. Para parte da comunidade, a simples manutenção do acesso já evita perdas imediatas de arquivos e projetos em andamento.

Adobe mantém o Animate ativo após repercussão (Imagem: reprodução Adobe)

Por que a Adobe voltou atrás da decisão?

O recuo aconteceu após forte reação negativa à comunicação inicial da empresa. Um e-mail enviado aos clientes anunciando a descontinuação foi alvo de críticas por falta de clareza e alarmismo. Segundo Mike Chambers, membro da equipe de comunidade da Adobe, a mensagem “não atendeu aos nossos padrões e causou muita confusão e angústia dentro da comunidade”.

A repercussão levou a empresa a revisar o posicionamento e esclarecer que o Animate não será encerrado, apenas congelado em termos de novas funcionalidades.
Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate

Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate
Fonte: Tecnoblog