Category: Software

Previsão do tempo do Windows usa 5 vezes mais RAM que no Mac

Previsão do tempo do Windows usa 5 vezes mais RAM que no Mac

Previsão do tempo do Windows usa 5 vezes mais RAM que no Mac (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

aplicativo Clima do Windows 11 consome até 1,2 GB de RAM, de acordo com o Windows Latest, sendo até cinco vezes superior ao consumo da ferramenta de tempo do macOS;
ferramenta fornece informações detalhadas sobre temperatura, precipitação, qualidade do ar e vento de várias cidades, exibindo-as em gráficos e mapas, mas demandando muitos recursos do computador para isso;
Microsoft prometeu otimizar o desempenho do Windows 11 em PCs com 8 GB de RAM e está trabalhando na eficiência dos componentes Chromium e WebView2, o que pode beneficiar o aplicativo Clima em algum momento.

O Windows 11 tem alguns recursos que consomem mais memória do que o razoável. Um deles é o aplicativo Clima, que fornece informações meteorológicas variadas, mas pode ocupar 1 GB ou mais de RAM, sendo até cinco vezes superior nesse parâmetro do que a ferramenta de clima nativa do macOS.

Pelo menos é o que afirma o Windows Latest. Testes feitos pelo veículo mostraram o aplicativo Clima consumindo mais de 1,2 GB de RAM, mesmo quando a ferramenta ficava em segundo plano.

Coincidentemente, eu falei do app Clima no texto sobre a Microsoft reconhecer que alguns dos aplicativos do Windows 11 exageram no consumo de memória.

Na ocasião, eu usei o Clima como exemplo, destacando que a ferramenta consome entre 600 MB e 900 MB de RAM. Já era um padrão de consumo alto, mas o Windows Latest constatou que o app pode ir ainda mais longe nesse parâmetro.

App Clima consumindo quase 700 MB no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Que fique claro que o Clima (também disponível no Windows 10, só para constar) é um aplicativo muito interessante. Ele fornece informações detalhadas sobre temperatura, precipitação (chuva), qualidade do ar, vento e assim por diante. Também é possível usá-lo para acompanhar a previsão do tempo de várias cidades ao mesmo tempo.

Muitas dessas informações são exibidas em gráficos e até em mapas. A dúvida que fica no ar é: os aspectos positivos da ferramenta justificam tamanho consumo de RAM? Bom, podemos presumir que o nível de detalhamento do aplicativo Clima demanda muitos recursos gráficos.

Mas também temos que levar em conta que este, na verdade, é um “web app”, ou seja, um aplicativo que depende de um “motor” de navegador — no caso, o Edge WebView2, baseado no Chromium. Nessas circunstâncias, é muito mais difícil otimizar o consumo de RAM.

Há mais um pequeno complicador: o Clima exibe anúncios, afinal, corresponde ao MSN Clima (um serviço totalmente web) sob uma embalagem ligeiramente diferente.

Apps de previsão do tempo no Mac e no Windows (imagens originais: reprodução/Windows Latest)

A Microsoft vai melhorar o desempenho do app Clima?

Infelizmente, ainda não há nenhuma informação sobre isso. Mas, como o Windows Latest destaca, se a Apple consegue fazer o seu aplicativo de previsão do tempo consumir por volta de 250 MB — sem exibir anúncios —, a Microsoft também.

Podemos manter alguma esperança com relação ao aplicativo Clima. Recentemente, a Microsoft prometeu otimizar o desempenho do Windows 11 em PCs com 8 GB de RAM. Na mesma publicação, a companhia ressaltou que vem trabalhando na “otimização da eficiência dos componentes Chromium e Webview2”. Quem sabe isso não beneficie o app Clima em algum momento?
Previsão do tempo do Windows usa 5 vezes mais RAM que no Mac

Previsão do tempo do Windows usa 5 vezes mais RAM que no Mac
Fonte: Tecnoblog

Após Chrome, Edge também perderá o uBlock Origin e outras extensões MV2

Após Chrome, Edge também perderá o uBlock Origin e outras extensões MV2

Após Chrome, Edge também perderá o uBlock Origin e outras extensões MV2 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft Edge encerrará suporte a extensões Manifest Version 2 (MV2), como o bloqueador de anúncios uBlock Origin, ainda em 2026;
mudança faz parte da transição para o Manifest Version 3 (MV3), considerado mais seguro e ágil; 95% das principais extensões MV2 no Edge já foram migradas;
usuários de bloqueadores de anúncios baseados em MV2 podem buscar alternativas, como o Firefox, Brave ou Opera, que ainda suportam o padrão mais antigo.

Depois do Chrome, chegou a vez de o Edge encerrar o suporte a extensões Manifest Version 2 (MV2) de uma vez por todas. Na prática, isso significa que bloqueadores de anúncios como o clássico uBlock Origin deixarão de funcionar no navegador na Microsoft.

O Manifest Version 2 é um conjunto de funções e regras que determina como certas extensões interagem com o browser. O suporte ao MV2 foi encerrado oficialmente em 2024 no Chrome, mas o Google manteve uma compatibilidade “residual” a extensões do tipo.

Mas isso vai mudar. O suporte remanescente ao MV2 no Chrome será encerrado em 31 de agosto, quando extensões do tipo serão removidas da Chrome Web Store. E como o Microsoft Edge entra nessa história? Bom, assim como o Chrome, o navegador tem o projeto Chromium como núcleo, e é ali que esse tipo de mudança é aplicada.

É claro que a Microsoft poderia manter uma implementação do Chromium que preserva o suporte ao MV2. Mas a própria companhia explicou que apoia o Manifest Version 3 (MV3), versão tida com mais segura e ágil, razão pela qual direcionará o Edge para esse padrão:

Com 95% das principais extensões MV2 na loja de extensões do Edge já migradas para a MV3, o ecossistema fez um progresso significativo. A partir de agosto de 2026, o Microsoft Edge iniciará a transição dos usuários das extensões da Manifest Version 2 (MV2) para o MV3.

Microsoft

A Microsoft planeja concluir a transição para o MV3 até o fim de 2026. Para usuários corporativos, a migração deverá ser concluída no início de 2027.

Na mesma publicação, a companhia conta que restam apenas 58 extensões MV2 para Edge que ainda apresentam um padrão de uso significativo. Destas, apenas três não contam com variações baseadas em MV3. A Microsoft dá a entender que é esse cenário que motiva a total migração para o novo padrão.

uBlock Origin para Microsoft Edge (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Fim da linha para o uBlock Origin no Edge

A Microsoft não cita nomes, mas é de se presumir que o uBlock Origin faz parte das 58 extensões em questão, afinal, o bloqueador de anúncios ainda pode ser encontrado na loja de add-ons no Edge.

O uBlock Origin é baseado no MV2. Existe uma versão baseada no MV3, o uBlock Origin Lite. O problema é que o padrão mais recente é considerado mais limitado em recursos por usuários e até desenvolvedores, e isso explica tamanha resistência ao MV3.

Para os usuários de bloqueadores baseados em MV2, a alternativa está em buscar uma extensão substituta ou recorrer a outro navegador. É o caso do Firefox ou do Brave: ambos ainda suportam o Manifest Version 2.

Outra opção: em junho, a Opera garantiu ao Tecnoblog que o uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” em seu navegador.
Após Chrome, Edge também perderá o uBlock Origin e outras extensões MV2

Após Chrome, Edge também perderá o uBlock Origin e outras extensões MV2
Fonte: Tecnoblog

Microsoft 365 irrita usuários com botão de atualizar plano que não some

Microsoft 365 irrita usuários com botão de atualizar plano que não some

Botão “Atualize seu plano” no PowerPoint do Microsoft 365 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft 365 passou a exibir um botão fixo incentivando a atualização para planos mais caros no topo de ferramentas como Word e Excel;
botão aparece persistentemente tanto para assinantes do plano Personal quanto do plano Family;
até o momento, não há forma oficial de desativar o botão no Microsoft 365.

Imagine que você paga por um serviço e, constantemente, se depara com um anúncio te incentivando a assinar um plano mais caro. É isso o que está acontecendo com usuários do Microsoft 365 (Office). Ao abrir o Word ou o Excel, por exemplo, o assinante encontra um botão com os dizeres “Atualize o seu plano” no canto direito superior da tela que não pode ser removido.

O botão aparece para mim. Eu assino o Microsoft 365 Personal. Então, ao clicar nele, uma janela promovendo o Microsoft 365 Family e o Microsoft 365 Premium surge exibindo botões para que eu mude o meu plano atual para um deles.

Janela que aparece para quem assina o Microsoft 365 Personal (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para quem é assinante do Microsoft 365 Family, a tal janela exibe apenas a opção de atualização para o Microsoft 365 Premium, não mostrando o Microsoft 365 Personal — bom, a Microsoft não iria promover um “downgrade”, certo?

Janela que aparece para quem assina o Microsoft 365 Family (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Logo abaixo das opções, há uma descrição dos benefícios de ser assinante do Microsoft 365. Mas isso é estranho. Qual a lógica de mostrar os recursos de um serviço para quem já é usuário dele?

É possível desativar o botão “Atualize o seu plano”?

Até o momento, não há nenhuma forma oficial de remover o anúncio travestido de botão. Eu cliquei nele pensando que, após isso, ele sumiria automaticamente, o que não aconteceu.

No Reddit, alguns usuários sugerem “gambiarras”, como um comando via CMD que reverte o Microsoft 365 para uma versão de abril. Mas isso faz você ter software desatualizado. Na próxima atualização, a tendência é a de o botão voltar.

Outro usuário sugeriu sair e fazer login novamente no Microsoft 365, truque que até funciona, mas o botão volta a aparecer depois de algum tempo.

O ideal, então, é aguardamos para que alguém na Microsoft reconheça que esse botão é uma ideia péssima e o desative ou, pelo menos, permita que o usuário o faça sem ter que recorrer a truques.

Mas, neste ponto, eu fico pensando em como deixaram aprovar essa ideia. Qualquer alteração na interface de softwares como o Word ou Excel, por menor que seja, precisa ser bem planejada para evitar problemas de desempenho e queda da experiência do usuário, por exemplo.

Nesse sentido, esse botão nunca deveria ter sido aprovado, pelo menos não da forma como está, aparecendo permanentemente e não podendo ser facilmente desativado.
Microsoft 365 irrita usuários com botão de atualizar plano que não some

Microsoft 365 irrita usuários com botão de atualizar plano que não some
Fonte: Tecnoblog

Microsoft atualiza Bloco de Notas, Calculadora, Relógio e Media Player do Windows

Microsoft atualiza Bloco de Notas, Calculadora, Relógio e Media Player do Windows

A Microsoft começou a distribuir nesta semana novas versões do Bloco de Notas, Calculadora, Relógio e Media Player para participantes do Windows Insider. O pacote concentra melhorias de desempenho, acessibilidade e correções destinadas aos aplicativos nativos do Windows 11.

As atualizações chegaram aos canais Experimental, Experimental 26H1, Experimental para futuras plataformas, Beta e Release Preview. A presença no último grupo indica uma possível liberação para o público geral em breve, embora a Microsoft ainda não tenha confirmado uma data.Diferentemente do pacote anterior, marcado pela inclusão de novos recursos, a rodada de atualizações de julho para o Windows 11 prioriza ajustes menores. As mudanças aprimoram tarefas cotidianas, como trabalhar com documentos em Markdown, organizar músicas, consultar horários solares e usar funções científicas da Calculadora.Clique aqui para ler mais

Microsoft atualiza Bloco de Notas, Calculadora, Relógio e Media Player do Windows
Fonte: Tudocelular

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Geekbench 7, lançado pela Primate Labs, oferece testes de CPU e GPU mais realistas para avaliar desempenho de dispositivos;
novidade inclui novos testes para codificação de mídia, ray tracing, física em jogos e suporte a CUDA para chips Nvidia, por exemplo;
Geekbench 7 está disponível para Windows, macOS, Linux, Android e iOS, com uma versão gratuita para uso pessoal e uma versão Pro por US$ 79 até 6 de agosto de 2026.

Se você gosta ou precisa avaliar o desempenho de celulares, tablets, PCs e Macs, atenção: a Primate Labs lançou o Geekbench 7 recentemente. A nova versão da popular ferramenta de benchmark traz recursos para permitir que testes de CPU e GPU sejam feitos de modo ainda mais realista.

Entenda como “realista” a execução de benchmarks que simulam, tanto quanto possível, o uso real dos dispositivos avaliados.

Nesse sentido, o Geekbench 7 passa a fazer testes multithread de CPU apenas com base em aplicações que, de fato, usam múltiplos threads. Isso explica a remoção do teste de HTML5 que ativava todos os threads, pois, na “vida real”, navegadores usam apenas uma ou poucas dessas unidades para tal fim.

Em contrapartida, a nova versão introduz cargas de trabalho para codificação ou processamento de áudio e vídeo que correspondem à rotina de usuários que fazem videochamadas ou compartilhamento de tela, por exemplo.

Com relação a GPUs, o Geekbench 7 traz mudanças para permitir que esse tipo de componente seja mais bem avaliado em aplicações que vão além de jogos, principalmente atividades que envolvem aprendizagem de máquina e criação de conteúdo.

Para tanto, os novos recursos incluem testes de rastreamento de rosto ou aplicação de filtros em tempo real, que ajustam a resolução de imagens por meio de aprendizagem de máquina e desfocam a cena de fundo em chamadas de vídeo, por exemplo.

Também há testes baseados em processamento de imagens RAW, ray tracing, simulação de fluidos e correção de cores de vídeo baseada em LUT (uma espécie de ajuste rápido de cores nas imagens).

Ainda sobre GPUs, outras novidades incluem um teste baseado no Jolt Physics (uma biblioteca que simula fenômenos físicos que é muito usada em jogos) e suporte a uma API para CUDA, de modo a ser possível fazer benchmarks mais consistentes com chips gráficos da Nvidia.

Geekbench 7 para Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para quais sistemas operacionais o Geekbench 7 está disponível?

O Geekbench 7 tem versões para Windows, macOS, Linux, Android e iOS. A ferramenta é gratuita para uso pessoal.

A versão Pro, que traz recursos mais avançados e dá abertura a fins comerciais, custa US$ 99 (R$ 505 na conversão direta), mas sai por US$ 79 (R$ 404) até 6 de agosto de 2026.
Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas

Geekbench 7 é lançado com testes de CPU e GPU mais realistas
Fonte: Tecnoblog

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot

Atendendo a pedidos da comunidade, a Microsoft finalmente testa uma nova configuração no Windows 11 que permite desativar completamente a tecla física dedicada à IA do Copilot. Análises feitas em builds experimentais do sistema revelam a opção “Do nothing” (Não fazer nada) nas configurações, ampliando o controle do usuário.A novidade foi identificada pelo perfil @phantomofearth no X/Twitter, conhecido por investigações e vazamentos de melhorias em desenvolvimento no Windows, e ainda estaria escondida nos códigos das versões mais recentes do canal Experimental do software.
Also hidden in recent Windows 11 Experimental builds: a new “Do nothing” option for the Copilot key in Settings, letting you easily disable it! pic.twitter.com/2qoPcmaGDsClique aqui para ler mais

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot
Fonte: Tudocelular

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador

A emulação do PlayStation 5 no PC deu passos importantes nos últimos meses, mas relatórios recentes e promessas exageradas esbarram em uma realidade bem mais limitada. Uma nova bateria de testes publicada pelo canal B Mark no YouTube colocou lado a lado os projetos SharpEmu e KyTyPS5 em seis títulos comerciais, utilizando uma configuração intermediária com processador AMD Ryzen 5 5600X e placa de vídeo Radeon RX 6650 XT.

O resultado prático mostra que a emulação do console da Sony continua em estágio inicial, marcada por alto consumo de CPU, erros de renderização e incapacidade de entregar uma experiência jogável.Durante as avaliações, nenhum dos seis jogos analisados conseguiu rodar com estabilidade do início ao fim. O comportamento dos softwares variou bastante entre travamentos na tela de carregamento, falhas graves de renderização gráfica e encerramentos repentinos do sistema antes mesmo do início da jogabilidade real. Clique aqui para ler mais

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador
Fonte: Tudocelular

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge

Usuários do Windows que preferem o navegador da Google têm um motivo para comemorar. O Google Chrome passou a suportar nativamente a reprodução de conteúdos em 4K Ultra HD (2160p) na Netflix em computadores com Windows 11. A mudança encerra uma limitação histórica que forçava os assinantes a recorrerem ao Microsoft Edge ou ao aplicativo dedicado da plataforma para consumir filmes e séries na resolução máxima.

A alteração ocorreu de forma discreta na documentação oficial da Netflix, que passou a listar o suporte a Ultra HD para o Chrome a partir da versão 117 em sistemas Windows. Até então, o navegador estava limitado a transmissões em HD (720p ou 1080p), criando uma desvantagem direta em relação ao concorrente da Microsoft.Embora a atualização do navegador seja um passo fundamental, o streaming em 4K exige a validação de uma série de diretrizes de segurança de hardware e largura de banda para funcionar corretamente. Para desbloquear a taxa de bits máxima, o sistema precisa atender às seguintes exigências:Clique aqui para ler mais

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge
Fonte: Tudocelular

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Microsoft liberou o código-fonte do Comic Chat, cliente de bate-papo via IRC para Windows que transformava chats em quadrinhos;
Comic Chat, lançado em 1996, permitia que conversas fossem exibidas com personagens variados e balões de fala;
código-fonte está disponível no GitHub sob licença MIT, e é compilável com ferramentas atuais do Visual Studio, permitindo inclusive conexão a servidores de IRC atuais.

Imagine conversar com alguém via WhatsApp ou Facebook Messenger, mas com uma interface que remete a histórias em quadrinhos. Era essa a proposta do Comic Chat, cliente de bate-papo via IRC para Windows que acaba de ter seu código-fonte liberado pela Microsoft.

Quem é veterano na internet provavelmente usou bastante o IRC. Se não é o seu caso, eis uma rápida explicação: a sigla significa Internet Relay Chat e consiste em um serviço de bate-papo em tempo real baseado na interconexão de servidores.

O IRC foi introduzido em 1988 e ficou muito popular nos anos 1990, passando a perder espaço (mas ainda sendo bastante usado) no fim da mesma década, à medida que serviços como ICQ, MSN Messenger e webchats ganhavam espaço.

Para se conectar a um serviço de IRC, é necessário usar um software cliente. Um dos mais conhecidos foi o mIRC. Mas o Microsoft Comic Chat também tinha adeptos, pois criava “cenários” para conversas que, por padrão, eram baseadas inteiramente em linhas de texto.

Isso porque o Comic Chat mostrava cada participante da conversa como personagens de uma história em quadrinhos. Os textos apareciam em balões e os personagens faziam expressões faciais ou até gestos contextualizados — “se alguém escrevesse ‘gostei disso’, o personagem poderia apontar para si mesmo”, exemplifica a Microsoft.

O Comic Chat foi introduzido em 1996 como uma ferramenta para o Windows 95, junto com o Internet Explorer 3. Era algo que realmente chamava a atenção, especialmente se levarmos em conta que os recursos gráficos eram mais limitados na época e que, obviamente, botões de curtidas e emojis não existiam.

De certo modo, o Comic Chat foi uma forma que a Microsoft encontrou de incentivar o uso da internet, que não era disseminada como é hoje. Não por acaso, a ferramenta também foi lançada para Windows 98.

O cliente para IRC Comic Chat (imagem: reprodução/Microsoft)

Por que a Microsoft liberou o código-fonte do Comic Chat?

A própria Microsoft explica:

Ao lançar o Comic Chat como open source, estamos preservando uma parte importante da história do software e dando à comunidade a oportunidade de explorá-lo, aprender com ele e desenvolvê-lo.

Robert Standefer e Scott Hanselman, da Microsoft

Ainda de acordo com a companhia, o Comic Chat foi desenvolvido com Visual C++ 4.0 e MFC (biblioteca). Mas o código-fonte disponibilizado foi preparado para ser compilado com as ferramentas atuais do Visual Studio, de modo a não só facilitar a exploração do código como também permitir a conexão da ferramenta a servidores de IRC atuais.

O código-fonte do Microsoft Comic Chat está disponível no GitHub sob uma licença aberta MIT.

Uma última curiosidade: se o nome da ferramenta te fez lembrar da famigerada fonte Comic Sans, saiba que não é mera coincidência.

Novamente, a Microsoft explica: “a Comic Sans encontrou seu primeiro lar de verdade no Comic Chat, onde seu estilo informal e manuscrito combinava perfeitamente com as conversas em balões de fala do software”.
Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos
Fonte: Tecnoblog

HyperOS: Xiaomi lança atualização para corrigir bugs de fotos e busca; veja os modelos afetados

HyperOS: Xiaomi lança atualização para corrigir bugs de fotos e busca; veja os modelos afetados

A Xiaomi acaba de liberar uma atualização de correção de bugs e melhoria de desempenho para alguns de seus aparelhos premium. As linhas Xiaomi 17, Xiaomi 15 e o Redmi K70 Ultra receberam melhorias no funcionamento geral do sistema, além da correção de algumas falhas.

A novidade foi informada no site oficial da comunidade da empresa e atinge cada uma das linhas de forma diferente.Partindo dos Xiaomi 17 e 17T, a atualização traz consigo correções para bugs relacionados ao editor de fotos da Galeria e ao ajuste de brilho automático/manual da tela, além de resolver um problema com a Pesquisa Global, em que alguns usuários reclamavam de uma quebra da interface após a limpeza do histórico de busca.O Xiaomi 17T está disponível na Mercadolivre por R$ 4.481. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 17 Ultra está disponível na Shopee por R$ 9.999. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 17 Pro Max ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 17 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 17 está disponível na Shopee por R$ 6.489. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 15S Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 15 Ultra está disponível na Mercadolivre por R$ 11.500. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 15 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 15 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.800. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi K70 Ultra ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F5 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.(atualizado em 30 de June de 2026, às 13:34)Clique aqui para ler mais

HyperOS: Xiaomi lança atualização para corrigir bugs de fotos e busca; veja os modelos afetados
Fonte: Tudocelular