Category: Software

Windows 11 traz grande melhoria na execução de aplicativos do Android

Windows 11 traz grande melhoria na execução de aplicativos do Android

A Microsoft começou a liberar para todos os usuários do Windows 11 uma melhoria relevante na execução de aplicativos Android via Vincular ao Celular. A novidade amplia o uso da tela do PC ao permitir que apps rodem em um layout expandido, ocupando até 90% do espaço disponível no desktop.

O recurso, chamado de Expanded screen, chega por meio da versão 1.25112.36.0 do aplicativo Vincular ao Celular e começou a ser testado anteriormente no programa Windows Insider. Agora, a função passa a integrar o canal estável, com distribuição gradual via Microsoft Store.Até então, o streaming de aplicativos Android no Windows 11 limitava-se a uma visualização compacta, semelhante à tela vertical de um smartphone. Com o novo modo, os aplicativos podem se adaptar a um formato mais largo, aproximando a experiência de uso ao ambiente de trabalho tradicional do PC.Clique aqui para ler mais

Windows 11 traz grande melhoria na execução de aplicativos do Android
Fonte: Tudocelular

Brave revela como faz seu adblock gastar menos memória

Brave revela como faz seu adblock gastar menos memória

Navegador Brave para desktop (imagem: reprodução/Brave)

Resumo

Brave reduziu consumo de RAM de seu adblock usando linguagem Rust e padrão de serialização FlatBuffers;

Economia média de 45 MB de memória impacta positivamente desempenho e consumo de energia em dispositivos móveis e PCs;

Atualização também envolveu otimização do gerenciamento de memória e compartilhamento de recursos entre as instâncias do bloqueador de anúncios.

Apesar de não ser muito popular, o Brave tem uma legião de fãs por, entre outras razões, ter um bom bloqueador de anúncios (adblock) nativo. Mas manter essa ferramenta ativada sem prejudicar o desempenho geral do navegador é um desafio. Nesta semana, a Brave Software explicou como faz isso.

De acordo com os engenheiros de software que trabalham no navegador, o ponto de partida foi o uso de Rust no desenvolvimento do bloqueador de anúncios. Trata-se de uma linguagem de programação moderna e que, como tal, se destaca por favorecer os aspectos da segurança e do desempenho.

Em 2025, o adblock do navegador foi reformulado de modo a reduzir o seu consumo de memória em até 75%. Na prática, o que se viu foi uma redução de cerca de 45 MB no uso de memória pelo Brave em todas as suas versões (Android, iOS e desktops), com esse número podendo ser maior para usuários que têm listas adicionais de bloqueio de anúncios ativadas.

Parece pouco, mas esse patamar foi suficiente para otimizar o desempenho do navegador como um todo e, de modo complementar, reduzir o seu consumo de energia. Também acaba sobrando mais memória para outros softwares, é claro.

Brave com menos uso de memória RAM à direita (imagem: reprodução/Brave)

Como a Brave conseguiu otimizar o seu adblock?

Além do uso de Rust, uma medida que permitiu o uso mais eficiente de memória pelo Brave foi a implementação de FlatBuffers no bloqueador de anúncios, um padrão criado inicialmente pelo Google que permite que dados sejam serializados (transformados em uma estrutura linear).

Isso permite que esses dados sejam acessados sem ter que passar por descompactação ou análise prévia, por exemplo. Os desenvolvedores da Brave explicam que aproximadamente 100.000 filtros de bloqueio de anúncios foram migrados para essa abordagem e, com isso, agora podem ser acessados de modo mais eficiente.

Entre as outras medidas está a otimização do gerenciamento de memória, que resultou em uma redução de 19% nas alocações e de 15% no tempo de compilação, além do compartilhamento de recursos entre as instâncias do adblock.

O navegador Brave está disponível para Android, iOS, Windows, macOS e Linux.
Brave revela como faz seu adblock gastar menos memória

Brave revela como faz seu adblock gastar menos memória
Fonte: Tecnoblog

HyperOS 3: Xiaomi atualiza editor de fotos com novos recursos

HyperOS 3: Xiaomi atualiza editor de fotos com novos recursos

A Xiaomi acaba de atualizar as capacidades de edição de fotos do seu aplicativo de Galeria no HyperOS 3.0. A companhia adicionou novos recursos buscando melhorar a experiência geral do usuário na edição de suas fotos, incluindo duas novas opções para salvamento de imagens.

A primeira é a de “Sobrescrever a imagem original”, que mantém as opções de edição, como recorte, ajuste, filtros, marcas d’água e marcação adicionadas pelo usuário. A segunda é a de “Salvar uma cópia”, na qual é possível editar a imagem e salvá-la como uma réplica da original, sem perdê-la.Ao mesmo tempo, agora o editor traz opções para restaurar a qualidade original da imagem e garante que o processo de edição possa ser reversível.Clique aqui para ler mais

HyperOS 3: Xiaomi atualiza editor de fotos com novos recursos
Fonte: Tudocelular

Fim da liberdade: Xiaomi remove opção que permitia instalar Custom ROMs em celulares

Fim da liberdade: Xiaomi remove opção que permitia instalar Custom ROMs em celulares

A Xiaomi é conhecida por dar suporte a atualizações aos seus celulares por uma média três anos, após este período você tem duas escolhas: continuar usando o aparelho com um sistema antigo ou instalar uma Custom ROM para se manter atualizado. Porém, uma mudança nos termos da fabricante remove a segunda opção a partir de hoje.De acordo com o portal Xiaomitime, a fabricante chinesa removeu a opção de desbloquear bootloader do aplicativo Mi Community na China, o que impede que você destrave o aparelho para a instalação de sistemas alternativos, tais como LineageOS. A nova política começou a ser aplicada em agosto com dispositivos selecionados.Com esta mudança, os usuários chineses perderam totalmente o suporte da fabricante para este procedimento, pois ela fornecia uma autorização para instalação de bootloaders personalizados que permitem carregar sistemas alternativos nos aparelhos. Por conta disso, a chance de realizar esta operação agora é reduzida a 0,00001% com outros métodos.Clique aqui para ler mais

Fim da liberdade: Xiaomi remove opção que permitia instalar Custom ROMs em celulares
Fonte: Tudocelular

Windows 11: Microsoft reduz o consumo de memória RAM em elemento central do SO

Windows 11: Microsoft reduz o consumo de memória RAM em elemento central do SO

Com o mundo da tecnologia em crise por conta do consumo exacerbado de memória RAM e componentes de armazenamento pelos data centers de IA, muitas desenvolvedoras e fabricantes começam a quebrar a cabeça para tentar enxugar ao máximo o consumo de memória em seus softwares e dispositivos.

A Microsoft começou a distribuir um novo ajuste para o Windows 11 voltado a melhorar o desempenho do sistema, com foco direto na redução do consumo de memória RAM. A mudança atinge a busca do Explorador de Arquivos, um dos componentes mais utilizados no dia a dia do sistema operacional.As novidades do Windows 11 foram anunciadas por meio do blog oficial do programa Windows Insider e acompanham a liberação da build 26220.7523, já disponível nos canais Dev e Beta. Por enquanto, o recurso chega de forma gradual, ativado apenas para parte dos usuários por meio do sistema de liberação controlada conhecido como “toggle-on”.Clique aqui para ler mais

Windows 11: Microsoft reduz o consumo de memória RAM em elemento central do SO
Fonte: Tudocelular

HyperOS 3: Xiaomi deve liberar atualização para 25 dispositivos em breve; veja a lista

HyperOS 3: Xiaomi deve liberar atualização para 25 dispositivos em breve; veja a lista

A Xiaomi tem distribuído o HyperOS 3.0 para diversos dispositivos e ainda há uma grande lista de aparelhos compatíveis que estão com o software finalizado.

Ou seja, são grandes as chances desses modelos serem agraciados com a nova interface antes mesmo do fim do ano e a descoberta foi confirmada por fontes que possuem acesso aos bastidores da Xiaomi.

Conforme essas pessoas, todos os aparelhos já constam com o HyperOS 3.0 “pronto para lançamento”, sendo que alguns devem rodar a interface por cima do Android 15, enquanto outros recebem o update em conjunto com o Android 16. Clique aqui para ler mais

HyperOS 3: Xiaomi deve liberar atualização para 25 dispositivos em breve; veja a lista
Fonte: Tudocelular

ChatGPT segue Spotify e Apple Music com retrospectiva de 2025, mas há um porém

ChatGPT segue Spotify e Apple Music com retrospectiva de 2025, mas há um porém

Seguindo gigantes como o Spotify, o YouTube e a Apple, a OpenAI é a mais nova companhia a oferecer uma retrospectiva de 2025 para os usuários com o lançamento do “Seu Ano” no ChatGPT. De uso opcional, o recurso reúne as principais estatísticas dos participantes nos últimos 12 meses, incluindo aspectos como dia mais usado e número de mensagens enviadas. No entanto, a novidade tem uma limitação importante ao ser oferecida apenas em uma seleção restrita de países.A função foi anunciada pela OpenAI nas redes sociais nesta segunda-feira (22) e já começou a ser liberada para usuários dos planos gratuito, Plus e Pro, ainda que deva levar alguns dias para que todos tenham acesso. Chamada de “Your Year with ChatGPT” (ou “Seu Ano com o ChatGPT”, em tradução livre), a retrospectiva segue o visto em outras plataformas ao reunir dados de uso ao longo de 2025.

Entre os destaques, estão inclusos os números totais de conversas e mensagens enviadas à IA, o dia de maior utilização e os principais temas discutidos no chatbot. Ao final, o serviço também exibirá uma imagem de pixel art gerada a partir da combinação dos assuntos mais discutidos, definindo uma categoria à qual o participante pertence, como “O Produtor” ou “O Navegador”.Clique aqui para ler mais

ChatGPT segue Spotify e Apple Music com retrospectiva de 2025, mas há um porém
Fonte: Tudocelular

Linux Mint 22.3 "Zena" fica disponível em beta com Cinnamon 6.6 e mais; saiba como baixar

Linux Mint 22.3 “Zena” fica disponível em beta com Cinnamon 6.6 e mais; saiba como baixar

Nesta semana, o Linux Mint 22.3 foi lançado em sua versão beta. A equipe de desenvolvimento do sistema operacional publicou a imagem ISO da próxima versão de maneira oficial.

A edição chega com o codinome “Zena” e terá o Cinnamon 6.6 como ambiente de área de trabalho como principal característica. Ele inclui um redesenho no menu de aplicação com possibilidade de configurar Lugares e Marcadores.Entre os outros destaques, estão os suportes a ícones simbólicos de categoria e melhoria ao Wayland. Sem falar nas atualizações das configurações com um novo módulo Thunderbolt, a fim de gerenciar melhor os dispositivos compatíveis com a tecnologia.Clique aqui para ler mais

Linux Mint 22.3 “Zena” fica disponível em beta com Cinnamon 6.6 e mais; saiba como baixar
Fonte: Tudocelular

Amazon traz Alexa Plus à web e prepara disputa com ChatGPT e Google Gemini

Amazon traz Alexa Plus à web e prepara disputa com ChatGPT e Google Gemini

A Amazon está preparando a Alexa Plus, versão turbinada da assistente de voz com IA Generativa, para brigar com o ChatGPT e o Google Gemini — a gigante iniciou nesta semana os testes do site dedicado da ferramenta, meses após anunciar os planos de expansão. A solução é limitada e está em acesso antecipado, mas sinaliza as ambições que a gigante varejista possui.A novidade foi relatada por alguns usuários nas redes sociais e pelo portal The Verge, que começaram a ter acesso ao recurso de surpresa. Segundo as descrições, a interface é muito similar à oferecida pela Alexa Plus no app para celulares, mas acessada diretamente pelo navegador.

Assim sendo, além do gerenciamento dos dispositivos de casa conectada, há uma barra de pesquisa parecida com a de concorrentes como o ChatGPT e o Gemini, junto dos submenus “Planejar”, “Aprender”, “Criar”, “Comprar” e “Encontrar”. Cada um possui uma série de sugestões de prompts comuns, incluindo “Criar uma guia de estudos para minha próxima prova”, por exemplo.Clique aqui para ler mais

Amazon traz Alexa Plus à web e prepara disputa com ChatGPT e Google Gemini
Fonte: Tudocelular

WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado

WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado

Meta transforma aplicativo nativo em um “web wrapper” (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp para Windows agora usa um web wrapper baseado em WebView2, aumentando o consumo de RAM em até sete vezes em uso intenso.
A nova versão unifica o código com o WhatsApp Web, acelerando atualizações e mudanças na interface gráfica.
A mudança afeta principalmente computadores com menos de 16 GB de RAM, causando lentidão.

O WhatsApp está realizando uma profunda mudança no aplicativo para Windows. A versão Desktop passou a mostrar avisos de que a conta foi desconectada. Na sequência, segundo relatos na internet, o usuário é direcionado para o download de uma nova versão do WhatsApp Desktop que ficou famosa por causa das muitas críticas.

Essa atualização substitui o software por um web wrapper, ou seja, um programa que repete o funcionamento de uma aba do navegador aberta no WhatsApp Web e que consome mais recursos de hardware. Ela utiliza a tecnologia WebView2, baseada no motor Chromium do Microsoft Edge, uma estratégia que permite à Meta liberar atualizações com mais facilidade.

7 vezes mais RAM

A principal diferença técnica reside na forma como o aplicativo gerencia a memória. Enquanto aplicativos nativos são otimizados para se comunicarem diretamente com as APIs do sistema operacional, a nova versão baseada em WebView2 funciona como uma aba de navegador dedicada, conforme explicamos acima. Isso exige a execução de mais processos para renderização gráfica, controle de rede e armazenamento.

Análises técnicas realizadas pelo portal Windows Latest indicaram que o novo aplicativo pode consumir até sete vezes mais memória RAM em cenários de uso intenso. Testes anteriores já apontavam um consumo de cerca de 30% mais recursos, dividindo a execução em diversos sub-processos como “WebView2 GPU Process”, “WebView2 Manager” e “Crashpad”.

Mudança faz mensageiro rodar sobre a base do Chromium (imagem: reprodução/Windows Latest)

Para computadores mais potentes e equipados com pelo menos 16 GB de memória RAM, a mudança pode passar despercebida. No entanto, para máquinas antigas com especificações modestas ou para usuários que mantêm softwares pesados abertos simultaneamente, a transição pode resultar em lentidão no sistema.

O que muda no WhatsApp para Windows?

Uma vantagem do novo app é a paridade de recursos. O WhatsApp Web costuma receber novidades — como atualizações nos Canais, Status e ferramentas de Comunidade — com mais agilidade do que as versões desktop. Ao unificar o código, a empresa elimina a necessidade de adaptar cada nova função para linguagens de programação diferentes, acelerando o ciclo de desenvolvimento.

A interface gráfica também sofreu alterações. A estética, que antes seguia elementos visuais do Windows 10 e 11, agora apresenta um design mais genérico, idêntico ao visualizado no Chrome ou Edge.

Novidade promete agilizar a chegada de recursos exclusivos (imagem: reprodução/Windows Latest)

A decisão da Meta marca uma inversão curiosa de postura. Até pouco tempo, a página de suporte da empresa destacava a superioridade dos aplicativos nativos, afirmando que as versões para Windows e Mac ofereciam “maior desempenho e confiabilidade”. Esse texto foi removido recentemente, dando lugar a uma lista genérica de funcionalidades.

Até o momento, a mudança parece restrita ao Windows. Não há confirmação se a versão para macOS seguirá o mesmo caminho.
WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado

WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado
Fonte: Tecnoblog