Category: Software

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

“As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

Com informações do Bleeping Computer
Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas
Fonte: Tecnoblog

Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA

Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA

ChatGPT sofre debandada de usuários após acordo com governo dos EUA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Após a parceria da OpenAI com o Departamento de Defesa dos EUA, as desinstalações do ChatGPT aumentaram 295%, segundo a Sensor Tower.
O Claude, da Anthropic, subiu para o primeiro lugar na App Store americana, superando o ChatGPT, após a Anthropic recusar colaboração com o DoD.
O Claude liderou downloads em sete países e os cadastros diários quebraram recordes, com crescimento de mais de 60% nos usuários gratuitos desde janeiro.

Depois que a OpenAI anunciou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD), as desinstalações do app ChatGPT cresceram 295%, segundo dados da plataforma de análise de mercado Sensor Tower. No mesmo período, o Claude, da Anthropic, escalou o ranking da App Store americana e chegou ao primeiro lugar, ultrapassando o maior concorrente.

A movimentação ocorre durante um impasse das duas empresas sobre fornecer tecnologia para o governo norte-americano. Dias antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic havia se recusado a permitir que suas IAs fossem usadas pelo DoD para vigilância doméstica em massa ou para armas autônomas — sistemas que disparariam sem intervenção humana.

Pouco depois, a OpenAI foi na direção oposta e fechou seu próprio acordo com o Pentágono. O CEO Sam Altman disse que o contrato inclui salvaguardas relacionadas às preocupações de Dario Amodei, chefe da Anthropic.

Claude no topo

Claude cresceu nas lojas de App (imagem: divulgação)

Segundo dados da Sensor Tower, o Claude estava fora do top 100 no final de janeiro e passou parte do mês de fevereiro entre os 20 mais baixados. Entretanto, na última semana, a escalada foi rápida: sexto na quarta-feira, quarto na quinta, e primeiro na noite de sábado.

Já dados do Appfigures apontam que o total diário de downloads do Claude no sábado superou o do ChatGPT pela primeira vez, com um salto de 88% de um dia para o outro. Além do mercado norte-americano, o aplicativo da Anthropic também assumiu a primeira posição entre os apps gratuitos para iPhone em seis outros países: Alemanha, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Noruega e Suíça.

De acordo com a Anthropic, os cadastros diários quebraram o recorde histórico todos os dias durante a semana, o número de usuários gratuitos cresceu mais de 60% desde janeiro e os assinantes pagos mais que dobraram.

Com a mudança de plataforma, muitos ex-usuários da OpenAI têm recorrido ao novo processo de transferir dados do ChatGPT para o Claude.

O que aconteceu?

Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA (Imagem: Thomas Hawk / Flickr)

A disputa entre a Anthropic e o Pentágono não era sobre se a empresa deveria ou não trabalhar com o governo, mas sobre os termos. De acordo com a desenvolvedora do Claude, as IAs da empresa ainda não têm capacidade para operar com segurança em cenários de lethal autonomy, nome dado a sistemas que tomam decisões de ataque sem supervisão humana.

Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, rebateu que o DoD não deveria ser limitado pelas políticas internas de um fornecedor, e que qualquer “uso legal” da tecnologia deveria ser permitido. Após o posicionamento da companhia, o presidente Donald Trump ordenou que agências do governo parassem de usar produtos da Anthropic.

A OpenAI diz em comunicado que também determinou áreas nas quais a IA não poderá ser usada, entre elas vigilância doméstica, sistemas de armas autônomas e sistemas como os de crédito social. Altman, no entanto, admitiu no X que o acordo foi apressado.
Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA

Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp finalmente deve corrigir principal problema da Meta AI

WhatsApp finalmente deve corrigir principal problema da Meta AI

Em meio às polêmicas envolvendo as inteligências concorrentes, o WhatsApp segue aprimorando o uso da Meta AI dentro do aplicativo.

Neste fim de semana, o mensageiro começou a experimentar um recurso que finalmente acaba com um problema bem velho do chatbot: a bagunça das conversas.

Isso porque, com a atualização, os chats com a Meta AI passam a ser tratados como tópicos ou “threads” individuais. Assim, sempre que o usuário enviar um novo comando ou prompt, o chatbot deve iniciar uma nova conversa, facilitando a separação de temas.Clique aqui para ler mais

WhatsApp finalmente deve corrigir principal problema da Meta AI
Fonte: Tudocelular

Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados

Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados

Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados (imagem: reprodução/EaseUS)

Uma partição foi excluída ou deixou de aparecer em seu PC? Isso pode acontecer por várias razões. Talvez você a tenha excluído por engano. Ou uma falha no sistema de arquivos pode ter corrompido os arquivos existentes ali. Mas não se preocupe: é possível recuperar os dados da partição.

Você só precisa escolher a ferramenta certa para recuperar uma partição perdida em seu HD ou SSD. Uma das mais renomadas para esse fim atende pelo nome de EaseUS Data Recovery Wizard. Você já vai entender o porquê de sua boa reputação.

O que é o EaseUS Data Recovery Wizard?

O EaseUS Data Recovery Wizard é um software que cumpre uma função nobre: recuperar arquivos apagados por engano ou corrompidos por falha em algum procedimento executado no computador, por exemplo.

A solução é muito conhecida por permitir recuperação de dados no HD ou no SSD, mas também pode funcionar com cartões de memória, pendrives, câmeras digitais, players de música e muito mais.

Para você ter ideia, há quem use o EaseUS Data Recovery Wizard para recuperar fotos apagadas por engano ou reparar documentos corrompidos durante uma transferência de arquivos, por exemplo. Pudera: o software é compatível com mais de mil formatos, como JPEG, PNG, DOC, DOCX, PDF, PPTX, MP4, MOV e por aí vai.

Mas, sim, o EaseUS Data Recovery Wizard consegue ir além, e pode recuperar dados mesmo se eles estiverem em uma partição excluída ou com seu sistema de arquivos danificado.

Isso porque não estamos falando de um software que restaura arquivos isoladamente, mas de uma solução completa de recuperação de dados.

Não por acaso, a ferramenta suporta unidades de armazenamento de vários fabricantes: Seagate, Western Digital, Toshiba, Sandisk, Samsung, Adata, Kingston, Maxtor, Crucial, e assim por diante.

Tem mais um detalhe: vários sistemas de arquivos são suportados aqui, como FAT16, FAT32, ext2, ext3, ext4, ReFS, NTFS, exFAT, entre outros.

Como usar o EaseUS Data Recovery Wizard para recuperar dados?

Não é difícil. O passo a passo é este:

1 – baixa e instale o EaseUS Data Recovery Wizard no PC ou Mac cuja partição está com problemas; se você tiver poucos arquivos para recuperar, você pode começar com a opção que recupera até 2 GB de dados gratuitamente;

2 – depois da instalação (o processo não costuma demorar), abra o EaseUS Data Recovery Wizard;

3 – na coluna à esquerda da ferramenta, selecione o dispositivo de armazenamento que contém os dados a serem recuperados;

4 – já na área da direita, selecione a partição problemática (excluída ou corrompida);

5 – depois, visualize e selecione os dados que foram encontrados e que, agora, podem ser recuperados; note que você pode filtrá-los por categorias como imagens, vídeos, documentos e áudios;

6 – depois da seleção de arquivos, clique no botão de recuperação e aguarde o procedimento ser concluído (o tempo de espera varia de acordo com o volume de dados a ser recuperado).

EaseUS Data Recovery Wizard acessando partição perdida (imagem: reprodução/EaseUS)

O EaseUS Data Recovery Wizard é bastante engenhoso. Além de SSDs e discos rígidos instalados em seu desktop ou notebook, ele também pode recuperar dados de partições perdidas em SSDs ou HDs externos. Até soluções de NAS podem ser conectadas ao computador para recuperação.

Existe alguma ferramenta de recuperação nativa no Windows?

Existe. Trata-se do Windows File Recovery, um aplicativo de recuperação gratuito e desenvolvido pela própria Microsoft. Só tem um problema: ele não é de uso tão fácil, pois funciona com linha de comando.

Para usar essa opção, faça o seguinte:

1 – procure o Windows File Recovery a partir da Microsoft Store e clique no botão de instalação;

2 – depois que a instalação for feita, procure por Windows File Recovery no Menu Iniciar ou no campo de pesquisa do sistema operacional;

3 – no prompt de comando que abrir, digite uma instrução como a que aparece no exemplo abaixo:

winfr C: D: /n UsersTesteDocumentsteste.docx

Essa instrução salva o arquivo recuperado da unidade C na unidade D. Mas, como se vê, o uso do Windows File Recovery não é intuitivo. É necessário ler a documentação da Microsoft para aprender a usá-lo corretamente.

O Windows File Recovery é eficiente, mas funciona em linha de comando (imagem: reprodução)

Existe alguma alternativa de recuperação com interface gráfica?

Existe, sim. Uma delas é o Recuva, que também pode recuperar fotos, vídeos, documentos e outros tipos de arquivos. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:

1- procure o Recuva na Microsoft Store e o instale a partir dali;

2 – abra o Recuva e clique em “Next”;

3 – selecione a categoria de arquivos a ser recuperada e clique novamente em “Next”;

4 – informe o local onde os arquivos deverão ser buscados ou deixe o software buscar em todas as unidades de armazenamento usando a opção “I’m not sure”;

5 – clique em “Netx” e em “Start”;

6 – aguarde o escaneamento de disco terminar e, na lista que surgir, selecione os arquivos a serem recuperados (eles são indicados com um sinal verde).

O Recuva costuma ser eficiente, mas tem uma interface já um tanto datada. Leve em conta também que esta é uma opção um pouco mais simples em recursos.

O recuperador de arquivos Recuva (imagem: reprodução)

Conclusão: recuperar partição perdida não é difícil

Como ficou claro, problemas em partições podem ocorrer sob diversas circunstâncias, mas não é preciso se desesperar: um recuperador de arquivos eficiente é capaz de recuperar uma partição perdida, no sentido de trazer os seus dados de volta, sem complicação.

Quanto a isso, o EaseUS Data Recovery Wizard se destaca por fatores como facilidade de uso, compatibilidade com diversos tipos de dispositivos de armazenamento (como HDs, SSDs, pendrives, cartões de memória e câmeras) e reconhecimento de mais de 1.000 formatos de arquivos.

Além disso, a ferramenta tem versões para Windows e Mac, e está disponível em vários idiomas, incluindo português.

É claro que há outros recuperadores de arquivos para partições perdidas que apresentam bons resultados. No entanto, o EaseUS Data Recovery Wizard tem um índice de eficiência de quase 100%, o que o torna a melhor escolha para quem precisa de confiabilidade, faz questão de desempenho e não tem tempo a perder.
Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados

Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados
Fonte: Tecnoblog

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens, de acordo com anúncio;
Microsoft confirmou que suporte a imagens está em testes internos, mas sem data de lançamento definida;
Suporte a imagens poderá ser desativado nas configurações, e Microsoft afirma que impacto no desempenho é mínimo.

Quem acha que o Bloco de Notas (Notepad) está ficando “inchado” no Windows 11 precisa se preparar psicologicamente: a Microsoft pretende adicionar ao editor de textos suporte a imagens, embora ainda não se saiba em quais formatos.

A informação vem do Windows Latest, que descobriu o futuro novo recurso de um modo curioso: o Bloco de Notas para usuários que participam do programa de testes Windows Insider tem um botão de novidades à direita da barra superior; ali, o veículo encontrou um anúncio que mostra o botão de imagens no Notepad (captura de tela acima).

Esse botão ainda não é visível no editor de texto, mas, no anúncio, aparece ao lado de outro recurso recente: o botão para inserção de tabelas no Bloco de Notas.

Ao Windows Latest, a Microsoft confirmou que o suporte a imagens no Notepad não só está a caminho como já vem sendo testado internamente pela companhia. Não há data definida para o seu lançamento, porém. Fala-se apenas em liberação nos próximos meses.

Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Pode o suporte a imagens deixar o Bloco de Notas pesado?

De acordo com a Microsoft, o suporte a recursos como Markdown (outra função recente do Notepad) e imagens causa impacto mínimo no desempenho do Bloco de Notas. Mas somente testando para termos certeza, afinal, imagens tendem a demandar mais recursos de processamento para serem renderizadas.

De todo modo, a Microsoft já confirmou que a exibição de imagens no Bloco de Notas poderá ser desativada nas configurações do aplicativo.

Os novos recursos têm feito o Bloco de Notas sair do status de editor de textos simples para um substituto para o finado WordPad.

Se por um lado a ferramenta tem ficado mais útil, por outro, está suscetível a um número maior de problemas. Vide a recente falha de segurança que explorava o suporte a Markdown do Bloco de Notas. Felizmente, esse problema já foi corrigido pela Microsoft.
Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens
Fonte: Tecnoblog

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

Saiba como o firmware é importante para o funcionamento de diversos dispositivos presentes no nosso dia a dia (imagem: Reprodução/Rawpixel)
O firmware é o software essencial embutido no hardware para coordenar as funções vitais de um dispositivo. Ele atua como uma ponte, traduzindo comandos complexos em ações físicas para os componentes dos eletrônicos.Sua função é inicializar sistemas e garantir que todas as partes do equipamento estejam prontas para operar. Além de realizar testes de integridade, ele gerencia o fluxo de dados e o controle de periféricos de forma automatizada.Existem tipos variados de firmware, como BIOS e UEFI, que residem em memórias ROM ou Flash, permitindo atualizações de segurança cruciais. Esses códigos são fundamentais tanto em microcontroladores simples quanto em placas de vídeo e servidores de alto desempenho. A seguir, entenda o conceito de firmware, como ele funciona e se pode ser atualizado. Também saiba os eletrônicos de consumo do nosso dia a dia que trazem esse software embutido.ÍndiceO que é firmware?O que significa firmware?Para que serve um firmware?Como funciona um firmwarePosso atualizar um firmware?Posso apagar um firmware?Quais são os tipos de firmware?Quais são exemplos de firmware?Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Qual é a diferença entre firmware e software?Qual é a diferença entre firmware e hardware?Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O que é firmware?Firmware é o código de baixo nível armazenado permanentemente no hardware para gerenciar suas funções físicas vitais e a inicialização básica. Ele atua como uma ponte que traduz comando de software em ações de hardware, permitindo a comunicação entre componentes e o sistema operacional.O que significa firmware?O termo “firmware” surge da união das palavras “firm” (firme) e “software” (programa de computador). Ele se refere às instruções lógicas gravadas diretamente em chips de memória para controlar o hardware.Usado pela primeira vez por Ascher Opler em um artigo em 1967, o conceito define o conteúdo de memórias de controle entre os componentes físicos e as aplicações. Diferente do software comum, sua estrutura é otimizada para ser permanente ou raramente alterada, garantindo a integridade operacional do dispositivo. Componentes de hardware, como a placa-mãe de um PC, costumam ter o próprio firmware para iniciar os sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Para que serve um firmware?O firmware atua como o código essencial em chips de memória, traduzindo comandos lógicos em ações físicas para o hardware operar. Ele estabelece a ponte de comunicação entre os componentes eletrônicos e as camadas superiores de software, garantindo a integridade do ecossistema digital.A execução inicial do firmware valida a integridade dos circuitos e coordena o boot para o sistema operacional. Por meio de atualizações, ele corrige vulnerabilidades de segurança, otimiza o consumo de energia e expande a compatibilidade do dispositivo com novas tecnologias e protocolos.Como funciona um firmwareO firmware executa instruções gravadas no chip de memória ROM ou Flash para inicializar e gerenciar os componentes eletrônicos de um dispositivo. Ele atua como um conversor de comandos lógicos em sinais elétricos interpretáveis pelo hardware, estabelecendo a base para a operação estável.Na hora da ativação, o código executa a verificação da integridade da CPU e memória antes de carregar o sistema operacional. Durante o funcionamento, ele pode regular o fluxo de dados entre periféricos e otimizar o consumo energético, operando de forma independente do usuário.As atualizações são realizadas via “flashing”, processo que grava novas informações no chip para corrigir vulnerabilidades, otimizar o desempenho ou adicionar novas funções. Esta manutenção permite que o dispositivo receba melhorias sem trocas de peças, prolongando a vida útil e garantindo compatibilidade com novas tecnologias.Os dados de atualizações de firmware ficam em partições redundantes, permitindo reverter para uma versão estável caso ocorra uma falha. Assim, a integridade do sistema permanece protegida contra corrupção de dados, garantindo que o hardware sempre encontre um caminho seguro para a inicialização. Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)Posso atualizar um firmware?Sim, a maioria dos dispositivos permite a atualização de firmware via download de arquivos oficiais nos sites dos fabricantes. O procedimento requer ferramentas específicas e compatibilidade exata entre a versão do firmware e o modelo do dispositivo.É essencial manter o dispositivo conectado a uma fonte de energia estável durante a gravação dos dados na memória para evitar a inutilização. O usuário também deve seguir rigorosamente as instruções do instalador, garantindo que o sistema não seja reiniciado ou desconectado.As correções eliminam vulnerabilidades críticas de segurança, resolvem bugs de estabilidade e podem até desbloquear novas funcionalidades. Manter o firmware em dia protege o hardware contra invasões cibernéticas e otimiza o desempenho geral do dispositivo.Posso apagar um firmware?Sim, o firmware pode ser removido ou alterado ao usar softwares específicos do fabricante para acessar o código gravado na memória não volátil. Esse processo ocorre em atualizações críticas ou formatações de baixo nível para restaurar componentes.No entanto, apagar esses dados sem o backup imediato pode inutilizar permanentemente o aparelho devido à ausência da lógica de inicialização. Sem o código básico, o hardware não consegue carregar o sistema operacional ou gerenciar os periféricos.Além disso, falhas durante a exclusão do firmware podem corromper trilhas de segurança e invalidar a garantia do produto. Procedimentos não oficiais frequentemente ativam travas de hardware que impedem a recuperação, exigindo a troca física do componente de memória. Problemas durante a atualização ou exclusão firmware pode inutilizar o dispositivo (imagem: Reprodução/AVG)Quais são os tipos de firmware?Os firmwares são divididos em diferentes categorias, com características e usos específicos:Baixo nível (Low-Level): armazenado em memórias do tipo ROM, contém as instruções intrínsecas e imutáveis que definem a identidade básica do componente. Por ser gravado fisicamente na fabricação, é considerado uma parte integrante do hardware e raramente sofre atualizações;Alto nível (High-Level): localizado em memórias Flash, permite atualizações complexas e costuma ter uma interface mais elaborada que o baixo nível. Atua como uma camada intermediária que traduz instruções de software para o hardware, facilitando correções e integração de novas funções;Subsistema: gerencia componentes periféricos independentes em um sistema maior, como o controlador de um SSD ou de uma placa de vídeo. Opera de forma autônoma para otimizar o desempenho de peças específicas sem sobrecarregar a CPU principal;Inicialização (Bootloader): responsável por realizar o Power-On Self-Test (POST) e preparar o ambiente para o sistema operacional ser carregado. Gerencia a transição do hardware “bruto” para o software;Embarcado: projetado para microcontroladores em dispositivos de função única, como itens de Internet das Coisas (IoT) e eletrodomésticos. Sua principal característica é a execução de tarefas em tempo real com consumo mínimo de recursos e alta confiabilidade;Dispositivo de rede: focado exclusivamente no controle de tráfego de dados e protocolos de comunicação em roteadores, switches e modems. Dita como os pacotes de informação são roteados, priorizados e protegidos contra intrusões externas na camada de rede.Quais são exemplos de firmware?Estes são alguns exemplos de firmware que fazem parte do dia a dia de diversos usuários:BIOS: sigla para Basic Input/Output System, é o firmware legado que realiza o teste de hardware e localiza o sistema operacional durante a inicialização de PCs antigos;UEFI: sucessor moderno do BIOS, que oferece inicializações mais rápidas, suporte a discos de armazenamento maiores e recursos de segurança avançados;Firmware de roteador: atua como o sistema operacional do dispositivo de rede, gerenciando protocolos de comunicação, tabelas de roteamento e as regras de criptografia do Wi-Fi;Firmware de HDD/SSD: coordena o braço mecânico em HDDs ou o mapeamento de células de memória em SSDs, além de aplicar algoritmos de correção de erros para evitar perdas de dados;VBIOS (Placa de vídeo): gerencia os parâmetros de energia e frequência da unidade de processamento de vídeo, garantindo que a GPU forneça o sinal para o monitor antes mesmo do sistema operacional carregar;Firmware de smartphone (Baseband): opera em um processador dedicado para gerenciar as funções de rádio, controlando a alternância entre torres de celular e a estabilidade da conexão 4G/5G;Firmware de periféricos: instruções presentes em teclados, mouses e fones de ouvido que traduzir comandos físicos em sinais digitais e gerenciam funções como iluminação RGB e macros;Sistemas embarcados (IoT): controla o funcionamento de eletrodomésticos inteligentes e termostatos, processando dados de sensores e executando comandos de automação residencial;Firmware de impressora: converte arquivos digitais em movimentos mecânicos precisos dos cabeçotes de impressão e monitora constantemente os sensores de papel e níveis de suprimentos;Controle embarcado (EC): firmware presente em notebooks, responsável por funções críticas de hardware, como o controle das ventoinhas, retroiluminação do teclado e gestão de bateria. A BIOS é um exemplo de firmware usado em computadores antigos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Quase todos os eletrônicos de consumo e sistemas industriais com hardware programável dependem de firmware para operações básicas. Alguns exemplos são:Computadores e componentes: a BIOS ou UEFI em placas-mãe, SSDs e placas de vídeo coordenam a inicialização do hardware e a comunicação com o sistema operacional;Periféricos de entrada e saída: impressoras, scanners e teclados processam comandos de entrada e gerenciam funções mecânicas;Equipamentos de rede: roteadores, modems e switches utilizam firmware para direcionar o tráfego de dados, gerenciar o Wi-Fi e manter protocolos de segurança ativos;Dispositivos móveis e vestíveis: smartphones, tablets e smartwatches têm camadas que controlam diretamente a calibração da tela, sensores biométricos e o consumo de bateria;Eletrônicos de consumo: smart TVs, câmeras digitais e sistemas de som dependem desse software para processar imagens, áudio e manter interfaces de usuários fluidas;Sistemas automotivos: veículos modernos usam unidades de controle eletrônico (ECUs) para monitorar a injeção de combustível, freios ABS e sistemas de entretenimento de bordo;Consoles de videogame: hardwares como o Sony PlayStation e Microsoft Xbox usam firmware para gerenciar o acesso ao disco, a saída de vídeo em alta definição e os serviços online;Eletrodomésticos inteligentes: máquinas de lavar, micro-ondas e geladeiras modernas automatizam ciclos de funcionamento e interpretam comandos via painéis digitais ou sensores;Dispositivos de casa inteligente (IoT): lâmpadas Wi-Fi, fechaduras eletrônicas e termostatos usam firmware para se conectarem à rede e executarem automações programadas;Equipamentos médicos: marcapassos, bombas de insulina e monitores hospitalares dependem de códigos extremamente estáveis para garantir precisão de leituras e a segurança do paciente. Os firmwares estão presentes em praticamente todos os tipos de eletrônicos de consumo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Qual é a diferença entre firmware e software?Firmware é o código gravado em chips de memória não volátil que fornece instruções básicas para inicialização e o controle dos componentes físicos. Ele atua como o alicerce essencial que permite ao dispositivo ligar e comunicar-se com o hardware antes de carregar o sistema.Software é a camada lógica composta por programas e dados mutáveis que operam sobre o sistema operacional para realizar tarefas para o usuário final. Ele fica no armazenamento volátil, permitindo ser instalado, removido ou atualizado conforme a necessidade da aplicação.Qual é a diferença entre firmware e hardware?Firmware é o software de baixo nível armazenado em chips de memória que fornece instruções para controlar e inicializar as funções essenciais de um dispositivo. Ele dita como o dispositivo deve se comportar logo ao ser ligado, antes mesmo do tema operacional assumir o controle.Hardware é um conjunto de elementos físicos, circuitos e periféricos que constituem a estrutura material e a capacidade de processamento de um sistema. Sem as diretrizes lógicas do firmware, esses componentes são incapazes de executar qualquer operação lógica e comunicação por conta própria.Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O firmware é o código de baixo nível gravado em memórias, responsável por inicializar o hardware e fornecer instruções básicas de operação. Ele tem a função de preparar o ambiente físico para o carregamento do kernel. O sistema operacional é o software de alto nível que gerencia os recursos do dispositivo, fornecendo a interface e os serviços necessários para a execução de aplicativos e arquivos. Ele usa o kernel para orquestrar o uso da CPU, memória e periféricos eficientemente.O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software
Fonte: Tecnoblog

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Declaração sobre um possível “jailbreak” reacende dúvidas sobre o controle do software do F-35 (imagem: divulgação/Lockheed Martin)

Resumo

A declaração de uma autoridade holandesa sugere que países europeus poderiam alterar o software do F-35 sem a aprovação dos EUA, levantando questões sobre dependência tecnológica.
O F-35 é um projeto internacional, mas o controle sobre atualizações e segurança do software é restrito, com Israel sendo o único país autorizado a operar softwares próprios.
Especialistas em segurança destacam que, ao contrário de dispositivos de consumo, o acesso a um caça militar como o F-35 é extremamente restrito, tornando a modificação do software complexa e limitada.

O caça F-35, principal aeronave de combate de quinta geração em operação no Ocidente, voltou ao centro de uma discussão sensível envolvendo soberania tecnológica e dependência militar. A polêmica ganhou força após uma declaração do secretário de Defesa dos Países Baixes, que comparou a possibilidade de modificar o software do avião a um jailbreak do iPhone.

A fala surgiu em meio a questionamentos sobre até que ponto países europeus conseguiriam manter e atualizar seus F-35 caso os Estados Unidos reduzissem o apoio estratégico. Embora a afirmação não traga detalhes técnicos, ela reacende temores antigos sobre o controle real exercido pelo fabricante e pelo governo norte-americano sobre a frota internacional do modelo.

O que significa fazer um “jailbreak” de um F-35?

Durante participação em um podcast, Gijs Tuinman afirmou que o F-35 é um projeto compartilhado entre vários países e destacou a interdependência industrial envolvida. Segundo ele, mesmo sem atualizações oficiais, o avião continuaria superior a outros caças disponíveis. Em seguida, fez a declaração mais controversa: “Se você ainda quiser atualizar apesar de tudo, vou dizer algo que nunca deveria dizer, mas direi mesmo assim: é possível fazer jailbreak de um F-35, assim como de um iPhone”.

Tuinman não explicou como isso ocorreria, mas indicou que forças europeias poderiam, em tese, manter o software da aeronave de forma independente, com ou sem apoio da fabricante Lockheed Martin. Procurada pelo The Register, a empresa evitou comentar e direcionou perguntas ao governo dos Estados Unidos, que não respondeu.

Segurança e controle de software estão no centro do debate sobre o F-35 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

É mesmo viável alterar o software de um caça militar?

Para especialistas em segurança, a comparação com dispositivos de consumo tem limites claros. Ken Munro, da Pen Test Partners, afirma que não ficou surpreso com a ideia em abstrato, mas ressalta que o acesso físico e técnico a um caça militar é extremamente restrito. “Ao contrário de dispositivos de consumo, como o iPhone, que é facilmente acessado pela comunidade de pesquisa e, portanto, sujeito à sua ‘atenção’, não se pode comprar um F-35 no eBay”.

Ele acrescenta que a ausência de uma comunidade ampla de pesquisadores reduz a chance de falhas virem a público. “A barreira de entrada para pesquisadores e hackers é simplesmente muito alta para hardware militar. Portanto, dependemos de que os contratistas de defesa acertem na segurança logo de início. Essa falta de uma comunidade que faça sua própria pesquisa significa que problemas de segurança acidentais e não intencionais provavelmente não serão encontrados com tanta facilidade”.

Outro obstáculo é o próprio modelo de atualização do avião. O F-35 Lightning II recebe melhorias por meio do sistema ALIS, um conjunto logístico que centraliza dados técnicos e distribui pacotes de software em ciclos longos. Atualmente, apenas Israel possui autorização formal para operar softwares próprios em sua variante do caça.

As declarações de Tuinman também dialogam com temores levantados no ano passado, quando autoridades europeias discutiram a possibilidade de um “botão de desligamento” remoto controlado pelos EUA.
Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone
Fonte: Tecnoblog

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações

A Xiaomi atualizou em seu site oficial a lista de ciclo de vida de seus dispositivos, definindo a data exata em que dezenas de modelos das linhas Xiaomi, Redmi e POCO deixarão de receber atualizações do sistema HyperOS e patches de segurança.

O mercado global de smartphones Android tem passado por uma transição, com fabricantes estendendo o tempo de suporte de software para até sete anos. Contudo, todo hardware possui um teto técnico estrutural, e o momento em que o aparelho atinge o status de End-of-Life (EOL) marca o fim definitivo do desenvolvimento de firmware para aquele modelo.Segundo o cronograma da fabricante chinesa, o encerramento do suporte não significa apenas a estagnação estética ou a falta de novas funções baseadas em inteligência artificial. O corte inclui a suspensão de correções para vulnerabilidades do sistema operacional, o que impacta diretamente a proteção dos dados dos usuários.O Poco M8 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 2.449. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco M8 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 15 Pro 4G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 15 4G está disponível na Mercadolivre por R$ 1.315. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Pad 2 Pro 5G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Pad 2 Pro está disponível na Amazon por R$ 1.992. O Poco Pad M1 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F8 Ultra ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F8 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 15T Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 5.299. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 15T está disponível na Mercadolivre por R$ 3.502. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi 15C 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 2.099. O Poco C85 está disponível na Mercadolivre por R$ 802. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 15 Pro Plus ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 15 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 2.159. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 15 está disponível na Amazon por R$ 1.418. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi 15C está disponível na Mercadolivre por R$ 749. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi 15 está disponível na Mercadolivre por R$ 915. O custo-benefício é incrível e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi 15 5G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F7 está disponível na Mercadolivre por R$ 2.999. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Pad 2 está disponível na Amazon por R$ 1.199. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco F7 Ultra está disponível na Mercadolivre por R$ 8.109. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco F7 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 3.999. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi A5 está disponível na Mercadolivre por R$ 575. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi Pad 7 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi Pad 7 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco M7 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 15 Ultra está disponível na Mercadolivre por R$ 8.399. O Redmi Note 14 Pro está disponível na Amazon por R$ 1.669. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 14 está disponível na Mercadolivre por R$ 991. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 14 Pro Plus 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 2.255. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 14 Pro 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 1.845. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 14 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 1.351. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco X7 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 2.090. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco X7 está disponível na Amazon por R$ 1.630. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco M7 Pro 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 1.412. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 15 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.800. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco C75 está disponível na Amazon por R$ 829. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 14T Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 4.799. O Xiaomi 14T está disponível na Mercadolivre por R$ 3.173. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi 14C está disponível na Mercadolivre por R$ 699. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi Mix Flip ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F6 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco F6 Pro está disponível na Want Import por R$ 3.377. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 14 Ultra ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi A3 está disponível na Mercadolivre por R$ 619. O Poco M6 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco X6 está disponível na Mercadolivre por R$ 2.199. O Poco M6 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 13 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.120. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 13 Pro 4G está disponível na Mercadolivre por R$ 2.112. O Redmi Note 13 4G está disponível na Mercadolivre por R$ 819. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Poco X6 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.929. O Redmi 13C está disponível na Mercadolivre por R$ 719. O Poco C65 está disponível na Mercadolivre por R$ 989. O Xiaomi 14 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 13 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.754. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi Note 13 Pro Plus está disponível na Mercadolivre por R$ 2.341. O Redmi 12 5G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 13T Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 13T ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12S ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi 12 está disponível na Mercadolivre por R$ 899. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Xiaomi 13 Ultra ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi A2 Plus ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 4G está disponível na Mercadolivre por R$ 909. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Redmi A2 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Poco X5 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.590. O Poco X5 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.999. O Xiaomi 13 Lite está disponível na Mercadolivre por R$ 1.902. O Redmi Note 12 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.033. O Redmi 12C está disponível na Mercadolivre por R$ 565. O Xiaomi 13 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 13 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 Pro Plus ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Redmi Note 12 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 1.988. O Xiaomi 12T Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12T ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 Lite ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Xiaomi 12 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.(atualizado em 18 de February de 2026, às 19:14)Clique aqui para ler mais

HyperOS: saiba quando seu dispositivo Xiaomi, Redmi ou POCO ficará sem atualizações
Fonte: Tudocelular

Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas

Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas

Ainda no último dia 10 de fevereiro, a Microsoft liberou oficialmente o Windows 11 26H1 para uma lista de computadores com processadores compatíveis. À primeira vista, a empresa informou que apenas as CPUs Qualcomm Snapdragon X2 seriam suportadas – embora chips NVIDIA N1 e N1X também possam entrar para essa lista em um futuro breve.Mas tirando as CPUs ainda não lançadas, a afirmação da Microsoft sobre os processadores da Qualcomm se mostrou um pouco vaga. Agora, finalmente, uma documentação de suporte da empresa revela três modelos da linha Snapdragon X2 que são compatíveis:


Snapdragon X2 Plus “X2P”
Snapdragon X2 Elite “X2E”
Snapdragon X2 Elite Extreme “X2E”


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Seu PC é compatível? Microsoft detalha o Windows 11 26H1 e CPUs suportadas
Fonte: Tudocelular

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7

A Mozilla confirmou o fim do suporte do Firefox para o Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1 ainda neste mês. A decisão encerra a distribuição de atualizações de segurança via canal Extended Support Release (ESR), afetando usuários que permanecem nesses sistemas.

O anúncio marca o encerramento de um período prolongado de compatibilidade mantido pela Mozilla mesmo após o fim do suporte oficial da Microsoft ao Windows 7. O suporte havia sido estendido para oferecer mais tempo de transição e reduzir riscos de segurança.O Firefox 115 ESR tornou-se a última versão compatível com Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1. Inicialmente previsto para setembro de 2024, o suporte foi prorrogado para 2025 e, posteriormente, para março de 2026, antes da decisão final de encerramento.Clique aqui para ler mais

Firefox anuncia uma péssima notícia para usuários do Windows 7
Fonte: Tudocelular