Category: smartphone

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Galaxy S26 FE sai de fábrica com a One UI 9.0 (imagem: divulgação/Samsung)

Resumo

Samsung lançou o Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha Galaxy S, com recursos de modelos mais caros.
Ele possui o processador Exynos 2500, 8 GB de memória RAM e uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas.
O aparelho estará disponível nas lojas do exterior a partir de 4 de setembro, com preço inicial de US$ 699 (cerca de R$ 3.600).

A Samsung revelou, nesta quinta-feira (27/08), o Galaxy S26 FE. O modelo mais acessível da linha Galaxy S entrega recursos de dispositivos de ponta em um formato de custo-benefício, segundo a fabricante.

O aparelho foi apresentado durante o evento oficial nesta manhã e estará disponível nas lojas do exterior a partir de 4 de setembro. No Brasil, ainda não há data de chegada, mas o dispositivo já foi homologado pela Anatel.

Quais são as principais novidades do Galaxy S26 FE?

Na parte das câmeras, o grande diferencial é a chegada de ferramentas de modelos mais caros da marca — uma delas é o My FanCam, até então exclusivo dos smartphones dobráveis da Samsung.

O recurso rastreia automaticamente o sujeito da gravação, reenquadrando o vídeo conforme a pessoa se movimenta.

O software da câmera também incorporou o Super Steady com bloqueio horizontal, função vinda da série Galaxy S26, que estabiliza vídeos mesmo com movimentos bruscos. As melhorias incluem ainda a chegada do modo Nightography, prometendo captações noturnas mais claras, além de um algoritmo que garante mais detalhes no zoom de 1x a 2x.

Apesar dos avanços de software, o conjunto óptico permanece o mesmo do antecessor. A parte traseira abriga um sensor principal de 50 MP (abertura f/1.8 com OIS), uma câmera ultrawide de 12 MP (f/2.2) e uma teleobjetiva de 8 MP (f/2.4 com zoom óptico de 3x e OIS). A câmera frontal para selfies possui 12 MP (f/2.2).

O aparelho mede 161,6 x 76,9 x 7,4 mm e pesa 193 gramas, com certificação IP68 para resistência contra água e poeira. A tela conta com um painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e taxa de atualização adaptativa de 1 Hz a 120 Hz.

Tela de 6,7 polegadas oferece taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz (imagem: divulgação/Samsung)

Hardware e software

O Galaxy S26 FE adota o processador Exynos 2500, chip construído em arquitetura de 3 nanômetros que estreou no Galaxy Z Flip 7. O componente apresenta velocidades de clock mais altas em seus 10 núcleos de CPU, melhorias na Unidade de Processamento Neural (NPU) e gráficos aprimorados.

O smartphone será vendido exclusivamente com 8 GB de RAM em todas as configurações. As opções de armazenamento interno são 128 GB, 256 GB e 512 GB. A bateria mantém a capacidade de 4.900 mAh, enquanto o carregamento com fio alcança até 45 W, sendo complementado pelo carregamento sem fio de 15 W. A conectividade abrange redes 5G, LTE, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4.

Uma vantagem curiosa é que o dispositivo é o primeiro a sair de fábrica rodando a interface One UI 9.0, baseada no Android 17. Como a política de atualização da Samsung garante sete anos de suporte, o Galaxy S26 FE receberá upgrades até o Android 24, superando a linha Galaxy S26, que terá o suporte encerrado no Android 23.

A One UI 9.0 integra novidades em IA baseadas no Gemini e as funções Now Brief e Now Nudge renovadas, além do Circule para Pesquisar.

Alguns recursos que dependem do Google Gemini exigem assinatura. Por isso, a Samsung informou que o Galaxy S26 FE oferece seis meses de acesso gratuito aos recursos do plano Google AI Pro para usuários elegíveis.

Com Android 17 nativo, smartphone tem atualizações garantidas até o Android 24 (imagem: divulgação/Samsung)

Preço e disponibilidade

O modelo base de 128 GB entra em comercialização nos Estados Unidos por US$ 699 (cerca de R$ 3.600, na conversão direta), confirmando os rumores de que o aparelho poderia sofrer um aumento de preço em relação à geração passada.

Na Europa, os preços partem de 799 euros (128 GB), quase R$ 4.800 na cotação atual, alcançando 1.099 euros na configuração de 512 GB, praticamente R$ 6.600 sem taxas.

O smartphone será comercializado nas cores mirtilo (azul escuro), pistache (verde) e grafite (preto). Por enquanto, não há valor em reais ou data oficial do início das vendas no varejo nacional.
Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha
Fonte: Tecnoblog

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Android 7.0 agora é requisito mínimo exigido pelo Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google encerrou o suporte ao Android 6.0, também conhecido como Marshmallow.
O sistema não receberá mais atualizações do Google Play Services, o que aumenta sua vulnerabilidade a ataques.
O WhatsApp ainda é compatível com o Android 6.0 e continuará funcionando.

O Google encerrou oficialmente o suporte ao Android 6.0. De forma discreta, a empresa passou a exigir o Android 7.0 Nougat como versão mínima para que serviços essenciais continuem funcionando.

A mudança acontece quase 11 anos após o lançamento do Marshmallow, em 2015, tornando-o a versão do Android com o ciclo de suporte mais longo da história do sistema até agora. O sistema adicionou suporte para USB-C e leitores de impressão digital.

A medida atinge principalmente o Google Play Services, que atua em segundo plano conectando aplicativos a recursos do Google, como serviços de localização, autenticação e notificações, além de distribuir ferramentas de segurança sem depender de uma atualização completa do sistema operacional.

O que muda para quem ainda usa o Android 6.0?

Android 6.0 Marshmallow teve o suporte mais longo até aqui (imagem: Takahiro Yamagiwa/Flickr)

Com a perda do suporte, a maior consequência é o fim do recebimento de atualizações críticas. Dispositivos estacionados no Android 6.0 não receberão mais os pacotes do Google Play Protect, que atua como a defesa nativa da plataforma.

Para o dono de um celular antigo, a boa notícia é que o aparelho não deixará de funcionar de vez. Funções básicas de telefonia, como realizar e receber chamadas de voz, enviar SMS e utilizar o alarme, continuam operando normalmente. O problema real é usar a internet ou serviços críticos em um smartphone defasado, o que expõe o usuário a novas vulnerabilidades.

A indústria de aplicativos já começou a aderir às novas exigências do Google. No início deste mês, a equipe por trás do jogo móvel Art of War 3: Global Conflict publicou um aviso no Facebook confirmando o fim da compatibilidade com o sistema antigo.

No comunicado, os desenvolvedores explicaram que a arquitetura do Android 6.0 impede a implementação de recursos modernos. O estúdio recomendou que os jogadores atualizem o sistema pelo menos para a versão 7.0 ou comprem um aparelho novo.

WhatsApp ainda roda no Android 6.0?

Usar o WhatsApp em um sistema desprotegido representa um risco (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

A resposta é sim, pelo menos por enquanto. De acordo com as informações mais recentes da página de suporte da Meta, o mensageiro continua operando normalmente no Marshmallow. Na verdade, o Android 6.0 se tornará o requisito mínimo oficial exigido pelo WhatsApp apenas a partir de 8 de setembro de 2026, data em que as versões 5.0 e 5.1 do sistema perderão o acesso definitivo ao serviço.

No entanto, é importante ressaltar que utilizar um aplicativo de mensagens em um sistema operacional tão defasado representa um risco considerável, já que as falhas de segurança do aparelho não serão mais corrigidas.

Aplicativos do Google param de funcionar

O corte do Android 6.0 ocorreu junto a uma escalada nas exigências de aplicativos oficiais. Conforme destacado em uma publicação do Reddit, outras ferramentas populares ganharam restrições severas nos últimos dias.

O aplicativo oficial do YouTube, por exemplo, agora exige no mínimo o Android 10 para rodar de forma nativa. Isso significa que smartphones parados no Android 9 já não receberão os updates da plataforma de vídeos. O aplicativo principal de buscas, o Google App, deu um salto ainda mais agressivo. O requisito mínimo de instalação passou do Android 9 para o Android 11.

Em relação ao Gmail, há divergência de informações. Enquanto relatos no Reddit apontam que o Android 7.0 passou a ser o requisito mínimo, o portal Android Authority ressalta que, por ora, ainda há compatibilidade com o Android 6.0.

Como verificar e atualizar o Android?

Para quem tem dúvidas sobre o status do próprio aparelho, o processo de verificação é simples:

Abra o aplicativo “Configurações” do telefone;

Role a tela e selecione “Sobre o telefone” (ou menu semelhante, a depender da fabricante);

Clique em “Versão do Android”.

Seguindo os passos, também é possível conferir a data do último patch de segurança. Caso a versão exibida seja a 6.0 ou inferior, o usuário pode procurar manualmente por atualizações disponíveis. Já mostramos aqui no TB como o processo funciona.
Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos
Fonte: Tecnoblog

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)

Resumo

Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.

A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.

A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.

O que o UFS 5.0 traz de novo?

A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.

Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.

Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:

O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.

Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.

Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).

Mais eficiência energética e espaço livre

Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)

Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.

Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.

Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?

A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.

Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.

Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.
Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA
Fonte: Tecnoblog

Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026

Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026

Galaxy S25 Ultra figura entre os celulares Samsung com câmera boa; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quem procura um celular Samsung com câmera boa de verdade encontra as melhores opções entre os smartphones topo de linha e intermediários-premium. São os modelos das linhas Galaxy S, Z e A5X que entregam maior versatilidade e conseguem fazer capturas de alta qualidade.

Melhor escolha
1

Galaxy S26 Ultra

6,9″
1440×3120 px

256 GB até 1 TB

5000 mAh
60 W

39% OFF Ver preço

Ver preço

2

Galaxy S25 Ultra

6,9″
1440×3120 px

256 GB até 1 TB

5000 mAh
45 W

7% OFF Ver preço

44% OFF Ver preço

3

Galaxy S25 Edge

6,7″
1440×3120 px

256 GB até 512 GB

3900 mAh
25 W

Ver preço

Ver preço

4

Galaxy S25 FE

6,7″
1080×2340 px

128 GB até 512 GB

4900 mAh
45 W

Ver preço

Ver preço

5

Galaxy Z Flip 7

6,9″
1080×2640 px

256 GB até 512 GB

4300 mAh
25 W

8% OFF Ver preço

Ver preço

6

Galaxy A57

6,7″
1080×2340 px

128 GB até 256 GB

5000 mAh
45 W

Ver preço

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Neste guia, o Tecnoblog listou os 6 melhores celulares Samsung para fotos e vídeos em 2026. Conheça aparelhos que conseguem fazer capturas com zoom óptico, têm recursos avançados de estabilização e podem gravar em até 8K. Veja a lista a seguir.

ÍndiceGalaxy S26 UltraGalaxy S25 UltraGalaxy S25 EdgeGalaxy S25 FEGalaxy Z Flip 7Galaxy A57Como saber se o celular Samsung é bom para fotos?Qual celular Samsung é melhor para fotos?Quais celulares Samsung têm câmera de 200 MP?Qual é o melhor celular Samsung barato com câmera boa?

Galaxy S26 Ultra

Galaxy S26 Ultra
R$ 7.047,00

Prós

Suporte ao recurso Nightography
Super estabilização de vídeo
Processador de sinal de imagem com IA (ISP) em selfies
Otimização de imagens com o Pro Visual Engine
Grava em 8K a 30 fps (traseira) e em 4K a 60 fps (selfie)

Contras

Aspectos artificiais em algumas capturas noturnas
S Pen não tem Bluetooth e não permite disparo remoto da câmera

R$ 7.047,00 Mercado Livre
R$ 7.299,00 Mercado Livre
R$ 7.299,00 Mercado Livre

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O Samsung S26 Ultra lidera o atual ranking de smartphones com a melhor câmera da marca sul-coreana, apresentando um kit quádruplo de lentes na traseira (com direito a grande-angular de 200 MP) e uma câmera de 12 MP para selfies.

As lentes grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva oferecem versatilidade em capturas de perto ou de longe. Além disso, o motor Pro Visual Engine otimiza cores, texturas e tons de pele durante o processamento de imagens em tempo real.

As câmeras do celular topo de linha da Samsung também trazem suporte ao Nightography para melhorar as capturas em ambientes com pouca luz, super estabilização de vídeo e zoom assistido por inteligência artificial (IA) de até 100x. Profissionais de vídeo se beneficiam ainda do modo LOG para gravações sem perdas visuais, ideais para edição de texturas e cores.

Especificações das câmeras do Galaxy S26 Ultra

Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.4

Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9

Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/2.9; zoom óptico de 5x e zoom de qualidade óptica de 10x

Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x

Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2

Modo de teste do DXOMark*PontuaçãoCâmera (teste geral)157Fotos160Vídeos153Modo retrato143Baixa luminosidade126Zoom135

Galaxy S25 Ultra

Galaxy S25 Ultra
R$ 5.499,17

Prós

Kit quádruplo na câmera principal
Câmera principal de 200 MP com OIS
Suporte ao Nightography
Grava em até 8K a 30 fps (câmera traseira)

Contras

S Pen sem Bluetooth para tirar fotos remotamente
Anéis frágeis na lente traseira

R$ 5.499,17 Amazon
R$ 5.684,57 Amazon
R$ 5.769,00 Amazon

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O Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras bem parecido com o do Galaxy S26 Ultra, sendo uma opção com melhor relação custo-benefício comparado ao seu sucessor.

A principal diferença é que a grande-angular e a teleobjetiva (de 50 MP) do S25 Ultra têm aberturas de lente menores, fazendo com que os sensores recebam menos luz. E isso impacta o desempenho geral da câmera, principalmente em cenários noturnos.

Ainda assim, o Galaxy S25 Ultra tem um desempenho sólido em capturas de foto e vídeo, com suporte ao Nightography e otimização do Pro Visual Engine. Ele também pode gravar em 8K a 30 fps (câmera principal) e em 4K a 60 fps (lente de selfie).

Especificações das câmeras do Galaxy S25 Ultra

Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7

Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9

Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/3.4; zoom óptico de 5x

Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x

Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2

Modo de teste do DXOMarkPontuaçãoCâmera (teste geral)151Fotos152Vídeos150Modo retrato133Baixa luminosidade115Zoom137

Galaxy S25 Edge

Galaxy S25 Edge
R$ 4.690,00

Prós

Câmera principal de 200 MP
Sensor ultrawide com modo macro
Grava em até 8K a 30 fps

Contras

Não inclui câmera teleobjetiva

R$ 4.690,00 Mercado Livre
R$ 4.776,00 Mercado Livre
R$ 4.849,00 Amazon

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O Galaxy S25 Edge é outro celular premium da Samsung com boas câmeras: duas lentes principais na traseira (grande-angular de 200 MP e ultra-angular de 12 MP), além de uma câmera de selfie de 12 MP.

O suporte à tecnologia Nightography eleva o desempenho em ambientes com pouca luz, enquanto o Pro Visual Engine consegue capturar detalhes mais nítidos e cores mais fiéis.

No entanto, o S25 Edge não conta com uma lente teleobjetiva, que é usada para capturas de pessoas e objetos mais distantes. Ao menos, a grande-angular pode “quebrar o galho” com o zoom óptico de 2x ou zoom digital de 10x.

Especificações das câmeras do Galaxy S25 Edge

Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7

Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2

Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2

Modo de teste do DXOMarkPontuaçãoCâmera (teste geral)140Fotos144Vídeos131Modo retrato126Baixa luminosidade96Zoom116

Galaxy S25 FE

Galaxy S25 FE
R$ 2.799,00

Prós

Kit triplo de câmeras na traseira
Câmera de selfie grava em 4K a 60 fps
Suporte ao Nightography

Contras

Não tem modo macro

R$ 2.799,00 Mercado Livre
R$ 2.799,00 Mercado Livre
R$ 2.983,94 Amazon

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O Galaxy S25 FE é um smartphone intermediário-premium equipado com três lentes na câmera principal (grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva). Isso dá mais flexibilidade nas capturas de fotos, apesar do celular não ter um modo macro.

Em geral, o celular consegue fazer boas capturas e inclui otimizações de cores em tempo real e melhorias para capturas noturnas. A câmera de selfie também consegue gravar em 4K a 60 fps, o que é um diferencial para smartphones da categoria.

Também há recursos de IA para edição de imagens, que podem melhorar o tratamento de fotos e vídeos.

Especificações das câmeras do Galaxy S25 FE

Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8

Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2

Teleobjetiva de 8 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x

Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2

Modo de teste do DXOMarkPontuaçãoCâmera (teste geral)118Fotos130Vídeos98Modo retrato117Baixa luminosidade86Zoom83

Galaxy Z Flip 7

Galaxy Z Flip 7
R$ 5.755,00

Prós

Tela externa permite selfies com a câmera principal
Grande-angular de 50 MP
Grava em até 4K a 60 fps
Design dobrável e compacto

Contras

Não tem lente teleobjetiva
Câmera frontal de 10 MP

R$ 5.755,00 Amazon
R$ 5.979,00 Mercado Livre
R$ 6.110,00 Mercado Livre

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O Galaxy Z Flip 7 é um smartphone dobrável da Samsung, com dobra estilo concha. As especificações de câmera são honestas, mas o design do aparelho traz um diferencial na hora das capturas.

Isso porque a câmera principal está localizada na tela externa de 4,1 polegadas. Logo, você pode usar a grande-angular de 50 MP para tirar selfies (com o smartphone dobrado no modo compacto) e ainda visualizar tudo o que as lentes estão captando.

Mas claro: você ainda pode usar a câmera frontal de 10 MP do aparelho (que grava em até 4K a 60 fps), se preferir.

Especificações das câmeras do Galaxy Z Flip 7

Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8

Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2

Câmera de selfie (grande-angular) de 10 MP; abertura f/2.2

Modo de teste do DXOMarkPontuaçãoCâmera (teste geral)137Fotos142Vídeos128Modo retrato125Baixa luminosidade105Zoom108

Galaxy A57

Galaxy A57
R$ 2.554,00

Prós

Sistema triplo de câmera
Lente macro dedicada
Suporte à tecnologia Nightography
ISP otimizado que acelera o processamento de imagem

Contras

Não tem lente teleobjetiva
Gravações em 4K limitadas a 30 fps

R$ 2.554,00 Mercado Livre
R$ 2.692,82 Mercado Livre
R$ 2.887,54 Mercado Livre

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O Galaxy A57 é um celular intermediário que cumpre bem o seu papel na captura de fotos e vídeos. Para isso, ele utiliza um sistema triplo de lentes na traseira e uma grande-angular de 12 MP na câmera de selfie.

A câmera principal inclui um processador de sinal de imagem aprimorado que reduz o ruído captado. Já o suporte ao Nightography permite que o smartphone consiga registrar mais detalhes em fotos noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

O celular também é compatível com a tecnologia Super HDR, que promete equilibrar áreas mais claras e escuras de fotos ou vídeos. E por falar em filmagens, você pode gravar em até 4K a 30 fps com a câmera principal ou de selfie do Galaxy A57.

Especificações das câmeras do Galaxy A57

Lente grande-angular de 50 MP; abertura: f/1.8

Lente ultrawide de 12 MP; abertura: f/2.2

Lente macro de 5 MP; abertura f/2.4

Câmera frontal (grande-angular) de 12 MP; abertura: f/2.2

Como saber se o celular Samsung é bom para fotos?

Analisar as especificações de hardware e software voltados para câmera é um ótimo caminho para saber se o celular desempenha bem em fotos.

A quantidade de megapixels (MP) ajuda a indicar a resolução e detalhes da imagem, mas vale também dar preferência a sensores e aberturas de lentes maiores, que permitem mais entrada de luz e otimizam a performance noturna.

Fique de olho também nos tipos de lente (grande-angular, ultrawide, entre outros) dos smartphones Samsung. Via de regra, mais lentes e sensores no celular vão permitir mais versatilidade nos registros.

E não menos importante, prefira celulares com processamento de imagem avançado (como o ProVisual Engine), suporte a tecnologias de otimização (a exemplo de Nightography e Super HDR) e com estabilização óptica de imagem (OIS).

Qual celular Samsung é melhor para fotos?

O Galaxy S26 Ultra é o melhor celular Samsung para fotos da atualidade. O smartphone é equipado com um kit quádruplo de lentes, suporta tecnologias de otimização de imagem, e ainda traz um chip potente que acelera o processamento das capturas.

Quais celulares Samsung têm câmera de 200 MP?

A Samsung oferece seis opções de celulares com câmera de 200 MP até o momento: Galaxy S26 Ultra, Galaxy Z Fold7, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S25 Edge, Galaxy S24 Ultra e Galaxy S23 Ultra.

Qual é o melhor celular Samsung barato com câmera boa?

O Galaxy A57 tem o melhor custo-benefício da lista, trazendo recursos avançados de câmera por um preço mais acessível. Mas é possível encontrar smartphones ainda mais baratos com boas câmeras para o usuário comum.

Neste cenário, o A17 5G se destaca como o celular Samsung barato bom para fotos do dia a dia. O aparelho tem câmera de 50 MP com OIS, e sai por menos de R$ 1 mil em ofertas em lojas online.

*O DxOMark é um site especializado em análises de câmeras, que atribui pontuações em cada modelo analisado com base nos resultados de vários testes.
Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026

Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026
Fonte: Tecnoblog

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

Carl Pei é CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)

Resumo

Segundo o CEO da Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones continuarão em alta e as promoções de fim de ano não serão tão boas.
Isso porque o custo da memória RAM quadruplicou, o que impacta diretamente o preço dos smartphones.
Novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior.

As promoções de fim de ano podem não ser tão boas. Segundo o CEO e cofundador da marca Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones estão subindo e continuarão em alta até o ano que vem. A principal vilã desse reajuste é ela: a memória RAM, componente que enfrenta escassez devido à altíssima demanda do setor de inteligência artificial.

Essa alta acelerada nos custos de fabricação mudou drasticamente a estrutura de preços dos dispositivos móveis. Hoje, a memória RAM acabou assumindo o posto de componente mais caro dentro de um celular, ultrapassando peças como a tela e o próprio processador.

O novo Nothing Phone 4a sofreu com a disparada de preços (imagem: divulgação)

Para ilustrar a situação, o executivo usou como exemplo o Nothing Phone (4a), novo smartphone intermediário da empresa focado em custo-benefício — modelo que, inclusive, já foi homologado para venda no Brasil. Segundo Pei, o custo dos componentes de memória dobrou entre a fase de planejamento do aparelho e sua chegada ao mercado.

O pior cenário, no entanto, veio depois: desde que o celular chegou às prateleiras, o preço do componente dobrou novamente. Na prática, o custo da RAM quadruplicou, representando agora mais de 50% de todo o gasto com o hardware do dispositivo.

Descontos mais modestos

“Melhor hora para trocar de smartphone foi ontem”, afirma executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Diante desse cenário, muitos consumidores podem preferir esperar pelas promoções do varejo. Mas a expectativa é que datas importantes, como a Black Friday, ofereçam descontos mais modestos do que o habitual. Segundo o executivo, os preços de fábrica dos smartphones estão subindo em um ritmo que as varejistas dificilmente conseguirão compensar com promoções agressivas. “A temporada de promoções deste ano não terá os descontos que as pessoas estão acostumadas”, alertou Pei.

Os efeitos dessa crise já são visíveis. O executivo afirma que, desde fevereiro de 2026, novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior (um reajuste de cerca de R$ 500 em conversão direta).

Vazamentos de especificações do futuro Google Pixel 11 indicam que até a gigante das buscas precisou rever suas estratégias para equilibrar a quantidade de RAM oferecida e os custos finais de produção. Marcas com grande volume de vendas globais, como Xiaomi e TCL, também lidam com margens apertadas e repasses ao consumidor final.

Impacto no Brasil

No mercado brasileiro, a situação acompanha a tendência global. A Samsung, uma das líderes de vendas no país, já havia sinalizado que os eletrônicos poderiam ficar até 20% mais caros por aqui devido a essa pressão nos custos.

“Se você estava esperando para atualizar seu aparelho, a melhor hora foi ontem. A segunda melhor hora é agora”, afirmou Pei.
Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

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Fonte: Tecnoblog

Conheça os sensores do seu celular e saiba para que são usados

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Saiba quais são os principais sensores encontrados em smartphones (imagem: Grafvision/Shutterstock)

Os sensores de smartphones funcionam como os sentidos do aparelho, captando estímulos físicos como luz, movimento e pressão do ambiente. Eles convertem esses dados em comandos digitais, permitindo que o software interaja de forma inteligente com o mundo real.

Esses componentes automatizam o brilho da tela, garantem o foco da câmera e viabilizam a segurança por biometria. Sem eles, por exemplo, o GPS perderia a precisão e funções de realidade aumentada não conseguiriam mapear o ambiente ao redor do usuário.

Nem todo celular traz um “pacote completo” de sensores, pois fabricantes reservam componentes avançados, como o barômetro, para modelos premium. Essa escolha estratégica visa equilibrar o custo de produção com o posicionamento de mercado de cada dispositivo.

A seguir, conheça os principais sensores encontrados em smartphones e as funcionalidades oferecidas por eles no dia a dia.

Índice1. Acelerômetro2. Giroscópio3. Barômetro4. Sensor de proximidade5. Time of Flight (ToF)6. LiDAR7. Sensor de impressão digital8. Infravermelho9. Sensor de luz ambiente10. Magnetômetro11. Termômetro12. Frequência cardíacaTodos os celulares têm os mesmos sensores?Como saber quais são os sensores do meu celular?Os sensores encontrados em celulares são exclusivos de smartphones? Qual é a importância dos sensores para os smartphones?

1. Acelerômetro

O acelerômetro é um sensor microeletromecânico (MEMS) que detecta variações de velocidade e orientação em três eixos espaciais. Ele monitora forças físicas e a gravidade para identificar se o aparelho está inclinado, em movimento ou em repouso.

Essa tecnologia automatiza funções como a rotação da tela, a contagem de passos e o controle por gestos em jogos. O chip converte vibrações e impactos em dados precisos, sendo essencial para detectar quedas e acionar sistemas de segurança.

Fisicamente, esse componente minúsculo é soldado à placa-mãe e posicionado próximo ao processador para agilizar a troca de informações. Ele opera de forma contínua sob o chassi do smartphone, consumindo o mínimo de energia.

Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)

2. Giroscópio

O giroscópio é um sensor MEMS que mede a velocidade angular, captando com alta precisão como o aparelho rotaciona em seus próprios eixos. Ele atua em conjunto com o acelerômetro para mapear movimentos complexos de inclinação e rotação no espaço 3D.

Sua função é essencial para a estabilização óptica de vídeos, a navegação em realidade aumentada (RA) e a precisão em jogos de simulação. Ao cruzar dados com outros sensores, ele garante que a interface responda de forma fluida e imediata aos gestos do usuário.

Internamente, o chip de silício fica soldado à placa-mãe e estrategicamente próximo ao processador para reduzir o tempo de resposta. Localizado sob a carcaça, ele atua ininterruptamente para interpretar cada mudança de direção feita com o smartphone.

O sensor giroscópio é essencial para a estabilização de vídeos, além de garantir uma resposta fluida da interface (imagem: Reprodução/Tomorrow Desk)

3. Barômetro

O barômetro é um chip MEMS que mede a pressão atmosférica ao detectar a força do ar sobre uma membrana microscópica interna. Esse sinal elétrico permite que o smartphone identifique mudanças sutis de altitude e variações climáticas com alta precisão técnica.

Sua utilidade abrange desde o rastreio de elevação em trilhas até a identificação de andares dentro de edifícios para serviços de localização. Ao monitorar tendências de pressão, o sensor também ajuda apps de clima a prever tempestades locais com rapidez.

Esse componente fica soldado à placa-mãe, integrado ao cluster de sensores de movimento no topo ou no meio do aparelho. Ele opera de forma oculta, correlacionando dados ambientais para otimizar o GPS e o monitoramento de atividades sem exigir intervenções do usuário.

Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos soldados à placa mãe (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)

4. Sensor de proximidade

O sensor de proximidade é um componente que detecta objetos próximos, como o rosto do usuário, sem necessidade de qualquer contato físico. Ele emite luz infravermelha ou utiliza campos capacitivos para medir o retorno de sinais e identificar obstáculos imediatos.

Sua função é, por exemplo, desligar a tela durante chamadas para evitar que o rosto acione comandos acidentais e economizar energia. Essa tecnologia também permite funções inteligentes, como silenciar alarmes ou atender ligações por meio de gestos simples.

Instalado no topo do celular, ele fica embutido na moldura superior, no “notch” ou posicionado ao lado da câmera de selfie. Em modelos modernos, o sensor pode estar oculto sob a tela, operando de forma invisível sempre que o aparelho é aproximado do ouvido.

O sensor de proximidade permite realizar diferentes interações somente por gesto (imagem: Divulgação/Samsung)

5. Time of Flight (ToF)

O Time of Flight (ToF) é uma tecnologia que calcula a distância de objetos ao medir o tempo que um feixe de luz infravermelha leva para refletir neles. Esse sensor cria um mapa de profundidade preciso, transformando a velocidade da luz em dados tridimensionais em tempo real.

No smartphone, ele é fundamental para o desbloqueio facial seguro e para o posicionamento realista de elementos em realidade aumentada. Além disso, garante o foco automático ultrarrápido e o efeito bokeh em fotos, separando o primeiro plano do fundo com nitidez.

Geralmente, o ToF fica integrado aos conjuntos de câmeras, aparecendo como um pequeno círculo ou lente adicional na parte frontal ou traseira. Protegido sob o vidro do chassi, ele opera de forma invisível para alimentar o processador com informações espaciais detalhadas.

O sensor ToF, iluminado pelo reflexo, costuma ficar oculto no conjunto de câmeras (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. LiDAR

O LiDAR é uma tecnologia de detecção que usa pulsos de laser infravermelho para medir distâncias e mapear ambientes em três dimensões. Ele dispara feixes de luz que refletem nos objetos, permitindo que o processador reconstrua a geometria do espaço com precisão milimétrica.

Sua principal utilidade é aprimorar o foco automático em fotos noturnas e garantir efeitos de profundidade realistas no modo retrato. Além disso, o sensor é essencial para aplicativos de medição de ambientes e experiências imersivas em realidade aumentada.

Fisicamente, o LiDAR fica integrado ao módulo de câmeras traseiras, aparecendo como um pequeno círculo preto próximo às lentes. Ele opera de forma contínua e silenciosa, fornecendo dados espaciais de alta resolução para otimizar tanto o sistema quanto apps de fotografia e design.

O sensor LiDAR é encontrado junto ao módulo de câmeras traseira (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

7. Sensor de impressão digital

O sensor de impressão digital é um módulo biométrico que mapeia as minúcias únicas da ponta do dedo para validar a identidade. Ele converte esse desenho em um modelo digital criptografado, comparando-o com os dados armazenados para autorizar o acesso.

Sua função vai muito além de desbloquear o aparelho, servindo para validar pagamentos e acessar aplicativos bancários sem digitar senhas. Em alguns dispositivos, o toque também permite alternar entre perfis de usuários ou confirmar compras em lojas virtuais.

A localização varia entre o botão de energia lateral, a traseira do aparelho ou sob a própria tela. O componente fica estrategicamente posicionado para o reconhecimento ocorrer naturalmente e ergonomicamente assim que o usuário segura o celular.

Os sensores de impressão digital são bastante usados para a proteção dos smartphones (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)

8. Infravermelho

O infravermelho é uma radiação eletromagnética invisível que usa pulsos de luz para transmitir dados ou detectar a proximidade de objetos. No smartphone, esse sinal atua como um feixe de comunicação sem fio de curto alcance para interações contextuais e controle de periféricos.

Sua utilidade é transformar o celular em um controle remoto universal para TVs, projetores e ares-condicionados. Além disso, ele auxilia funções de segurança e economia de bateria, identificando quando o dispositivo está junto ao rosto do usuário.

O componente geralmente fica na borda superior do chassi, aparecendo como um pequeno ponto escuro ou oculto sob o acabamento. Embora seja imperceptível a olho nu, ele trabalha integrado ao conjunto frontal ou superior para garantir a emissão do sinal.

Em alguns aparelhos, o sensor infravermelho fica visível na parte superior (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

9. Sensor de luz ambiente

O sensor de luz ambiente é um pequeno fotodetector que mede a intensidade da luminosidade ao redor do usuário, traduzindo essa radiação em valores de lux. Ele funciona como os “olhos” do smartphone, informando ao sistema se o ambiente está na penumbra ou sob luz solar direta.

Este componente permite o ajuste automático do brilho da tela, garantindo conforto visual e prolongando a autonomia da bateria. Em modelos avançados, ele também adapta a temperatura das cores para reduzir a fadiga ocular conforme a iluminação local.

Localizado no topo do aparelho, o sensor de luminosidade fica embutido próximo ao alto-falante de chamadas ou integrado ao conjunto de câmera frontal. Em aparelhos modernos, ele pode ser escondido sob o próprio display, captando a luz externa de forma invisível por meio dos pixels.

Muitos smartphones usam o sensor de luminosidade para o ajuste automático do brilho da tela (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

10. Magnetômetro

O magnetômetro é um sensor compacto que funciona como uma bússola digital, medindo a intensidade e a direção dos campos magnéticos em três eixos espaciais. Ele detecta o campo geomagnético da Terra, permitindo que o smartphone identifique com precisão para onde o norte aponta.

Ele é vital para aplicativos de mapas e navegação, garantindo que a direção exibida na tela acompanhe cada movimento do usuário em tempo real. O chip também auxilia o acelerômetro e o giroscópio na estabilização da orientação espacial, essencial para experiências de realidade aumentada.

Soldado à placa-mãe, o componente costuma ficar na metade superior do aparelho e afastado de interferências metálicas internas. Embora seja fisicamente inacessível, sua operação constante calibra o ícone de direção toda vez que um serviço de localização é ativado.

O magnetômetro atua como uma bússola digital, oferecendo maior precisão para mapas e apps de navegação (imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)

11. Termômetro

O termômetro consiste em pequenos sensores que monitoram o calor gerado pelos componentes internos do smartphone. Eles funcionam como um sistema de segurança térmica, medindo a temperatura da bateria e do processador em tempo real.

Sua função é evitar o superaquecimento, permitindo que o software reduza o desempenho ou interrompa o carregamento para proteger o hardware. Em smartphones específicos, sensores infravermelhos externos possibilitam a medição de temperatura de objetos ou da pele.

Esses componentes ficam distribuídos pela placa-mãe, estrategicamente posicionados próximos a pontos críticos de calor, como o chip de energia. Já o sensor de medição externa, quando presente, fica visível como um pequeno círculo adicional no módulo de câmeras traseiro.

Os termometros internos notificam o usuário em caso de superaquecimento do smartphone (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

12. Frequência cardíaca

O sensor de frequência cardíaca é um módulo óptico que usa fotopletismografia (PPG) para medir batimentos através do fluxo sanguíneo. Ele dispara luzes LED na pele e detecta variações de brilho para calcular o ritmo cardíaco em batimentos por minuto (BPM).

Presente em modelos mais antigos de celulares, ele se tornou um item comum em relógios inteligentes que monitoram desde atividades físicas e queima calórica até o disparo de alertas sobre arritmias. Os dados coletados permitem calcular zonas de intensidade e o nível de recuperação do corpo após exercícios intensos.

O sensor fica posicionado na parte traseira do hardware, em contato direto com o pulso, usando LEDs e fotodiodos protegidos por vidro ou cerâmica. Para garantir a precisão, esse arranjo deve ficar bem próximo da pele, permitindo que o sistema capture cada pulsação de forma contínua.

Smartwatches costumam ter sensores para frequência cardíaca integrado ao hardware (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todos os celulares têm os mesmos sensores?

Nem todos os smartphones possuem os mesmos sensores, embora a maioria dos modelos modernos compartilhem um “kit básico” como acelerômetro, proximidade e bússola digital. Essa suíte padrão garante funções essenciais de navegação, orientação e economia de energia mesmo em celulares de entrada.

A diferença surge em dispositivos top de linha, que incorporam tecnologias avançadas como LiDAR, barômetros ou sensores ToF. Assim, o conjunto final de hardware é definido diretamente pela marca, o preço e a categoria do smartphone escolhido.

Como saber quais são os sensores do meu celular?

Para descobrir os sensores do smartphone, você pode instalar aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que detalha o funcionamento de cada componente integrado. Outra opção é digitar códigos de teste no discador para acessar menus de diagnósticos, permitindo verificar os sensores do dispositivo.

Consultar a ficha técnica oficial no site do fabricante ou nas páginas de produtos do Tecnoblog também é um caminho para checar rapidamente as especificações. Basta buscar pelo modelo exato e verificar as informações na seção “Sensores” para saber os componentes presentes no aparelho.

Os sensores encontrados em celulares são exclusivos de smartphones? 

Os sensores dos celulares não são exclusivos, pois tecnologias como acelerômetros e giroscópios já equipam drones, videogames e sistemas automotivos há décadas. A grande inovação dos smartphones foi miniaturizar e integrar diversos componentes em um único dispositivo portátil.

O destaque é a fusão inteligente desses dados com o sistema operacional para oferecer funções como biometria e realidade aumentada. Enquanto outros eletrônicos de consumo usam os sensores para tarefas isoladas, o celular os conecta à internet e a aplicativos para oferecer uma experiência multifuncional.

Qual é a importância dos sensores para os smartphones?

Os sensores são fundamentais para tornar os smartphones verdadeiramente “inteligentes”, permitindo que o sistema interprete o ambiente e as ações do usuário. Sem essa fusão de dados, o dispositivo seria apenas uma tela estática, incapaz de reagir a estímulos do mundo físico.

Eles humanizam a experiência ao automatizar funções como o brilho adaptativo via sensor de luminosidade e a rotação da interface com acelerômetro e giroscópio. Além disso, garantem precisão em mapas ao usar o magnetômetro para orientar a direção exata.

A segurança do hardware também depende desses componentes, como os termômetros internos que monitoram o calor para evitar danos por superaquecimento. No fim, os sensores atuam como uma ponte essencial que traduz variáveis físicas em funcionalidades práticas e fluidas do software.
Conheça os sensores do seu celular e saiba para que são usados

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Fonte: Tecnoblog

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Galaxy Z TriFold já aparece indisponível em alguns mercados (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Samsung está encerrando as vendas do Galaxy Z TriFold, lançado há três meses.
O dobrável de três telas era vendido por US$ 2.899 e, aparentemente, foi tratado como vitrine tecnológica, com vendas limitadas.
Segundo a Bloomberg, a Samsung considera aproveitar elementos do TriFold em futuros dispositivos, apesar do encerramento das vendas.

A Samsung começou a retirar do mercado o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone com três dobras, lançado há apenas três meses. A informação é da agência Bloomberg, que afirma que o modelo terá as vendas encerradas gradualmente em diferentes mercados.

A fabricante não confirmou oficialmente a decisão. Contudo, vale lembrar que o Galaxy Z TriFold sequer foi lançado no Brasil e, desde o início, teve uma disponibilidade vista como limitada, com rumores indicando apenas 40 mil unidades em todo o mundo.

Segundo a Bloomberg, o fim das vendas deve começar pela Coreia do Sul, estendendo-se aos Estados Unidos assim que os estoques acabarem. Nos canais oficiais da empresa, o dispositivo já aparece como “esgotado”, sem previsão de reposição. Por lá, o dispositivo era vendido por US$ 2.899 — cerca de R$ 15.950, em conversão direta.

Vida curta?

Uma trajetória limitada do Galaxy Z TriFold já era esperada. Desde o início, o modelo foi tratado mais como uma vitrine tecnológica do que como um produto de grande escala dentro do portfólio da Samsung, que já comercializa outros dobráveis ao redor do mundo.

Além do preço alto, o aparelho nunca foi distribuído por operadoras ou grandes varejistas, sendo vendido exclusivamente nos canais oficiais da fabricante. Essa estratégia reforçou o caráter experimental do dispositivo, que também teve produção restrita — com relatos de cerca de 6 mil unidades disponibilizadas inicialmente em seu mercado de origem.

Outro fator decisivo é o custo de fabricação. Componentes mais caros e a complexidade do design com duas dobradiças dificultaram a viabilidade comercial do produto, tornando difícil obter margem de lucro mesmo com o preço elevado. A título de comparação, o trifold da Huawei chegou ao Brasil por R$ 32.999.

Galaxy Z TriFold teve presença limitada no mercado (imagem: divulgação/Samsung)

Conceito não deve ser descartado

Apesar do encerramento precoce, a Samsung não descarta aproveitar elementos do TriFold em futuros lançamentos. À Bloomberg, o executivo Won-Joon Choi, da divisão mobile da Samsung, afirmou que a empresa ainda avalia a possibilidade de uma nova geração.

Entre os pontos que podem ser reaproveitados estão a tela ampla e o formato mais horizontal, que favorecem o consumo de conteúdo e o uso multitarefa.

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold
Fonte: Tecnoblog

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)

Resumo

A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning

Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)

SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite

Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB

Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose

Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus

Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo

Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC

Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.
Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026
Fonte: Tecnoblog

Fábrica da Samsung no Vietnã bate a marca de 2 bilhões de smartphones

Fábrica da Samsung no Vietnã bate a marca de 2 bilhões de smartphones

Complexo industrial da empresa no país é principal base de fabricação global (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Samsung atingiu a marca de 2 bilhões de smartphones produzidos no Vietnã.
As unidades em Bac Ninh e Thai Nguyen são consideradas essenciais para a produção global.
O governo vietnamita incentivou novos investimentos em áreas como semicondutores e P&D, e a Samsung reafirmou seu compromisso com o país.
No Brasil, a produção local complementa a fabricação global, com smartphones como o Galaxy Z Fold 7 sendo montados na Zona Franca de Manaus.

A Samsung alcançou um marco importante no Vietnã: 2 bilhões de smartphones produzidos, consolidando o país asiático como sua principal base de fabricação global. A notícia foi anunciada esta semana durante uma reunião em Hanói entre o chefe da divisão móvel da empresa, TM Roh, e o primeiro-ministro do Vietnã, Pham Minh Chinh.

No encontro, realizado na segunda-feira (26/08), o governo local incentivou a gigante sul-coreana a expandir seus investimentos em áreas de alta tecnologia, como semicondutores e pesquisa e desenvolvimento (P&D).

A importância do Vietnã na cadeia de suprimentos global

O volume de produção foi atingido pelas unidades fabris localizadas nas províncias de Bac Ninh e Thai Nguyen, que começaram a operar em abril de 2009. Desde então, o complexo industrial vietnamita tornou-se vital para a cadeia de suprimentos da Samsung, responsável por uma parcela significativa dos dispositivos Galaxy exportados para mercados como América do Norte e Europa.

Durante a reunião, o primeiro-ministro do país destacou a importância da parceria de longo prazo com a empresa e solicitou que a Samsung direcione futuros investimentos para setores como transformação digital e infraestrutura de tecnologia da informação. O governo vietnamita também manifestou interesse no apoio da empresa para a formação de recursos humanos e no aumento da transferência de tecnologia para empresas locais.

CEO da Samsung mencionou o sucesso global do Galaxy Z Fold 7, produzido também no Vietnã (imagem: divulgação)

Por sua vez, TM Roh reafirmou o compromisso da Samsung com o Vietnã. Segundo os dados apresentados, o investimento total da empresa no país já atingiu 23,2 bilhões de dólares até 2024, distribuídos em áreas que incluem eletrônicos e telas.

Nos primeiros seis meses de 2025, a Samsung Vietnã registrou uma receita de US$ 31,8 bilhões (cerca de R$ 172,4 bilhões), dos quais US$ 28 bilhões (R$ 151,7 bilhões) vieram de exportações. Roh agradeceu o apoio contínuo do governo e das autoridades locais e elogiou a dedicação dos cerca de 90 mil funcionários naquele país.

Conexão com a produção de smartphones no Brasil

No Brasil, a estratégia da Samsung se apoia em uma robusta capacidade de produção local, que opera complementando grandes centros de fabricação globais, como o Vietnã. Um dos principais polos produtivos da América Latina fica na Zona Franca de Manaus (AM). Ela emprega cerca de 6,5 mil pessoas, é responsável pela montagem dos modelos de entrada da linha Galaxy A. A gigante sul-coreana também possui uma fábrica de smartphones em Campinas, no interior de São Paulo.

Uma prova recente da sua capacidade tecnológica no paós é que os dobráveis Galaxy Z Fold 7 e Galaxy Z Flip 7 tiveram sua produção nacional iniciada poucas semanas após o anúncio internacional em julho, um avanço significativo em relação às primeiras gerações, que precisavam ser importadas do Vietnã.
Fábrica da Samsung no Vietnã bate a marca de 2 bilhões de smartphones

Fábrica da Samsung no Vietnã bate a marca de 2 bilhões de smartphones
Fonte: Tecnoblog

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Maioria esmagadora costuma usar o mesmo aparelho por, no mínimo, dois anos (imagem: reprodução/Freepik)

Resumo

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone a cada lançamento.
Maioria mantém o aparelho por dois anos ou mais e valoriza processamento e memória.
Apenas 3% priorizam IA na escolha do celular; 94% usam capa protetora.

Você vê necessidade em trocar de smartphone a cada novo lançamento? O brasileiro médio, aparentemente, não: só 7% fazem isso. Segundo uma pesquisa divulgada nesta semana, a maior parte dos entrevistados (30%) disse que faz a troca a cada três anos. Outros 27% fazem isso a cada dois anos, 19% a cada quatro anos e 16% ficam com o mesmo modelo por cinco anos ou mais.

O estudo “O brasileiro e seu smartphone” foi realizado pelo site especializado Mobile Time em parceria com a empresa de pesquisas Opinion Box. Foram ouvidas 2.039 pessoas em todo o país.

Diversos aparelhos ao longo da vida

No total, 72% dos brasileiros já tiveram quatro ou mais celulares na vida. O cenário atual pode ser um indicativo de que o celular já não é mais visto como uma novidade que exige atualização constante.

Outra prova disso é que, embora metade dos entrevistados queira comprar um novo aparelho nos próximos 12 meses, 30% dizem que simplesmente não precisam, enquanto 11,2% ainda não sabem. Apenas 10,3% afirmam que a compra não deve ocorrer por falta de dinheiro.

Enquanto isso, as fabricantes prometem mais tempo de vida útil. Além da Apple, reconhecida por esse suporte maior, outras marcas já oferecem até sete anos de updates, como Samsung e, mais recentemente, a Honor.

Brasileiro troca menos de celular, mas maioria já teve mais de quatro (imagem: reprodução/Mobile Time e Opinion Box)

O retrato do smartphone no Brasil

As classes D e E concentram a maior proporção de pessoas que trocam de smartphone anualmente (8%). No entanto, também são as mais afetadas (38%) por furtos e roubos.

94% dos entrevistados utilizam algum tipo de capa protetora.

30% estão com a tela do smartphone arranhada, trincada ou rachada. O problema é mais comum entre homens (33%) do que entre mulheres (27%).

86% compraram o smartphone atual novo. Só 6% adquiriram um aparelho usado, número menor do que aqueles que ganharam o celular por doação de uma pessoa próxima (8%).

51% compraram o celular atual pela internet, contra 44% que optaram por lojas físicas.

Smartphones são usados para tudo

App Store no iPhone (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

O estudo reforça o quanto os smartphones substituem uma série de outros objetos. A função mais usada é a de câmera fotográfica, utilizada por 81% dos entrevistados. Em seguida, aparecem ferramentas básicas, como alarme (74%), calculadora (71%) e relógio (69%).

As carteiras digitais também parecem ter tirado o cartão de crédito físico e o RG dos bolsos de boa parte dos brasileiros: metade já utiliza o telefone para pagamentos por aproximação e 47%, para carregar os documentos de identidade.

Veja as dez funções mais usadas:

FunçãoAdesãoCâmera fotográfica81%Alarme74%Calculadora71%Relógio69%Mapa66%Aparelho de som57%Calendário56%Cartão de crédito ou débito para pagamento por aproximação50%Carteira de documento de identidade47%TV (para ver filmes, séries e programas ao vivo)45%

IA ainda não é prioridade na compra

Galaxy AI: botão de gerar conteúdo no S24 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As gafes envolvendo a Apple Intelligence, por exemplo, só afetam mesmo a própria imagem da gigante de Cupertino, pois o brasileiro não liga para a integração com IA. Apesar de serem a grande aposta das fabricantes, os recursos ainda não fazem parte das prioridades do consumidor. Apenas 3% dos entrevistados citaram a inteligência artificial como o fator principal para a escolha de um novo smartphone. É um número que ainda deve mudar conforme essas ferramentas se popularizam.

Dessa forma, para 31% dos entrevistados, o que mais importa é a capacidade de processamento, seguida da memória (25%). A qualidade da câmera (16%), duração da bateria (15%) e conexão 5G (5%) fecham o top 5 de prioridades.
Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa
Fonte: Tecnoblog