Category: rumor

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)

Resumo

A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.

O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.

A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.

Finalmente teremos tela infinita na Apple?

A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.

Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)

Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.

Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.

Dois eventos por ano

Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos
Fonte: Tecnoblog

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.

O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.

Vale lembrar que a empresa cancelou a produção de uma versão Air do headset em 2025. No momento, a Apple tem um projeto que se assemelha mais aos óculos de realidade aumentada Meta Ray-Ban Display Glasses, principal opção do segmento hoje.

Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.

Mudança de foco expõe dificuldades

A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.

Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.

Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.

Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.

Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.

A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.

Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada

De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.

Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.

Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.

Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)

Resumo

O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.

O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.

De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.

Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.

Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)

Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo

A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.

Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.

Expectativas para o iPhone 18 Pro

Além do preço próximo ao do iPhone 17 Pro, é esperado que o modelo traga uma Dynamic Island menor e uma nova traseira.

Os rumores também sugerem que o modelo vai estrear uma nova tela OLED da Samsung — que fornece displays para a Apple há anos —, com tecnologia para permitir o Face ID sob a tela.

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips
Fonte: Tecnoblog

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)

Resumo

A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.

Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000
Fonte: Tecnoblog

PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

Diferentemente do PlayStation 5 e PS5 Pro, próximo console pode vir apenas em versão digital (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

O PlayStation 6 pode ser lançado em versão única 100% digital, com leitor de discos vendido separadamente;
O PS6 deve ter armazenamento padrão de 1 TB em SSD e utilizar a tecnologia NTC para compressão de texturas;
O lançamento do PS6 é especulado para 2027 ou 2028, com chips fabricados pela AMD.

O PlayStation 6 (PS6) pode chegar em versão única 100% digital, deixando de lado a versão com leitor de discos embutido – ou mesmo destacável. Pelo menos é o que diz o leaker Kepler_L2, conhecido por adiantar informações sobre tecnologias de hardware como chips e recursos em produtos de Intel, AMD, entre outros exemplos. Ele afirma ainda que a Sony deve optar por um armazenamento de 1 TB em SSD por padrão na nova geração, o que deixaria o produto mais barato em relação à oferta com mais memória disponível.

Vale lembrar que, recentemente, a marca anunciou um aumento global no preço sugerido pelo PlayStation 5 (PS5). No Brasil, o valor oficial do console subiu de R$ 3.999 para R$ 4.699, motivo que teria relação com a recente crise nos chips de memória. A próxima geração de videogames da Sony tem previsão de lançamento entre 2027 e 2028, mas ainda não há nenhuma confirmação por parte da gigante japonesa.

Versão 100% digital já é realidade

De acordo com as informações do leaker, repercutidas no site Extremetech, o novo modelo seguiria o que já acontece hoje com as versões mais recentes do PlayStation 5 (PS5): a opção digital permite a instalação de um leitor de discos proprietário da Sony, vendido separadamente. Seu preço no e-commerce é de R$ 598.

Ainda assim, é importante dizer que o valor do console que traz o leitor de discos nem sempre é menor em relação ao PS5 digital, sobretudo em períodos de descontos. Atualmente, o valor mais baixo encontrado pelas duas versões é próximo, com o PS5 sem leitor de discos saindo a partir de R$ 3.449, enquanto a opção de mídia física custa ao menos R$ 3.693.

Sony já introduziu opção 100% digital do PS5 com a opção de compra do leitor de discos por fora (Imagem: Divulgação/Sony)

Nova tecnologia de compressão

Segundo o leaker, a versão única 100% digital e com apenas 1 TB de armazenamento seria possível graças à tecnologia NTC, sigla para Compressão Neural de Texturas. A proposta do recurso seria reduzir o peso dos games instalados no console ao comprimir os arquivos voltados para texturas, algo fundamental em jogos AAA.

Essa funcionalidade utilizaria, inclusive, inteligência artificial para comprimir e extrair essas texturas, e o tamanho a ser armazenado seria até 7x menor no futuro PS6. Na prática, a expectativa é de uma exigência gráfica menor no modelo e, consequentemente, menos espaço para cada game no sistema.

O que se sabe do PS6 até agora

Não há informações oficiais por parte da Sony a respeito do vindouro PlayStation 6, e tudo que se pode falar é com base em rumores da indústria. As especulações apontam lançamento entre 2027 e 2028, além de preço base próximo aos US$ 1 mil, ou seja, R$ 5,16 mil em conversão direta e sem impostos.

Por enquanto, de certezas, apenas o fato de que o console já está em desenvolvimento e que seus chips (CPU e GPU) serão fabricados pela AMD, que superou a Intel na corrida pelo videogame da Sony.
PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital
Fonte: Tecnoblog

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Novo MacBook de entrada deve manter design de alumínio, similar ao Air (imagem: Divulgação/Apple)

Resumo

O macOS 26.3 revelou três novos produtos da Apple: um MacBook de baixo custo (codinome J700) e duas variantes do Studio Display 2 (codinomes J427 e J527).
O MacBook J700 utilizará o chip A18 Pro, similar ao do iPhone 16 Pro, e deve custar entre US$ 599 e US$ 799 nos EUA, com preço estimado no Brasil entre R$ 6.499 e R$ 8.999.
O Studio Display 2 incluirá tecnologias como ProMotion e HDR, com taxa de atualização de 120 Hz e um chip A19 para suportar recursos avançados.

Faltando duas semanas para o evento especial de 4 de março, a própria Apple acabou deixando escapar detalhes sobre o que está por vir. A versão final do macOS 26.3, liberada para o público no dia 11 de fevereiro, trouxe no código-fonte referências diretas a três novos produtos.

Conforme revelado pela Macworld, a descoberta aconteceu por extensões de kernel (kexts) que identificam os dispositivos pelos codinomes J700, J427 e J527. Os registros confirmam rumores de que a empresa planeja uma investida agressiva no setor de entrada com um MacBook inédito, além de uma atualização aguardada para a linha de monitores Studio Display.

O que sabemos sobre o MacBook de entrada?

O dispositivo identificado pelo codinome J700 deve ser um MacBook focado em custo-benefício, inaugurando uma categoria abaixo do MacBook Air. O modelo também pode representar uma quebra de paradigma: será o primeiro computador da marca a utilizar um chip da linha “A”, geralmente reservada aos iPhones, em vez da linha “M”.

O processador escolhido seria o A18 Pro, o mesmo do iPhone 16 Pro. Embora possa parecer um “downgrade” para quem está acostumado com os chips M2 ou M3, testes de benchmark indicam que o A18 Pro tem desempenho superior ao do chip M1. Para o público-alvo deste laptop — estudantes e usuários domésticos que priorizam navegação, edição de textos e consumo de mídia —, o poder de fogo é mais do que suficiente.

Mark Gurman, da Bloomberg, antecipou que o design não deve sofrer cortes drásticos. O laptop deve manter o chassi em alumínio e uma tela de aproximadamente 13 polegadas, sem perder o aspecto premium da Apple.

Qual deve ser o preço no Brasil?

Nos Estados Unidos, as projeções variam entre US$ 599 e US$ 799. Fazendo a conversão direta para a cotação atual, teríamos valores entre R$ 3.264 e R$ 4.354. No entanto, o histórico da Apple no Brasil exige incluir na conta custos de importação, impostos e margem de lucro.

Atualmente, o MacBook Air M2 é vendido nos EUA por US$ 999 e chegou ao Brasil oficialmente por R$ 10.999. Seguindo essa proporção de aproximadamente 11 para 1, podemos estimar os seguintes valores para o mercado nacional:

Versão de US$ 599: entre R$ 6.499 e R$ 6.999

Versão de US$ 799: entre R$ 8.499 e R$ 8.999.

Se o valor inicial for confirmado, este se tornaria o Mac mais acessível do catálogo brasileiro em anos, competindo diretamente com notebooks Windows de alto desempenho.

Studio Display 2 deve trazer ProMotion e HDR

Studio Display finalmente deve ganhar sucessores com de 120 Hz e suporte a HDR (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Além do novo laptop, o macOS 26.3 detalhou os drivers para os modelos J427 e J527, variantes da segunda geração do Studio Display. O monitor atual da Apple já completa quatro anos de mercado e carece de tecnologias que se tornaram fundamentais, como o ProMotion.

O novo monitor deve vir com taxa de atualização de 120 Hz, garantindo mais fluidez em animações e edição de vídeo. Outra adição esperada é o suporte ao HDR (High Dynamic Range), melhorando o contraste e o brilho máximo do painel.

Para dar conta desses recursos e de funções inteligentes como o Áudio Espacial, o periférico deve ser equipado com um chip A19. A presença de dois codinomes diferentes levanta a possibilidade de a Apple lançar uma versão com tela maior ou, quem sabe, uma opção com acabamento de vidro nanotexture como padrão em um dos modelos.

Onde estão os chips M5?

Um detalhe que chama a atenção no vazamento é a ausência de menções aos chips M5. Rumores indicavam novos MacBook Pro e uma atualização do Mac Studio em desenvolvimento com o novo chip. É provável que a Apple reserve as novidades para o segundo semestre de 2026.
Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores
Fonte: Tecnoblog

Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor

Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor

Módulo de câmera infravermelha seria similar ao utilizado no Face ID (imagem: divulgação/Apple)

Resumo

A Apple planeja lançar AirPods Pro com câmeras infravermelhas em 2026 para comandos por gestos e integração com o Vision Pro.
Os novos sensores permitirão controlar funções como volume e cancelamento de ruído sem tocar nos fones.
A produção dos componentes começará no início de 2026, com possível lançamento em setembro.

A Apple pode introduzir uma das maiores atualizações para a sua linha de fones de ouvido no segundo semestre de 2026. Segundo informações de analistas e vazamentos recentes, a próxima versão dos AirPods Pro virá equipada com módulos de câmera infravermelha. O objetivo seria enxergar o ambiente ao redor do usuário, habilitando novos comandos por gestos e aprofundando a integração com o headset Vision Pro.

A informação ganhou força nesta segunda-feira (9), após publicações do colecionador de protótipos Kosutami e do analista Ming-Chi Kuo no X. Os relatos indicam que, embora os AirPods Pro 3 tenham sido lançados em setembro de 2025, a Apple estaria trabalhando em uma revisão de hardware para este ano – uma estratégia parecida com o ciclo dos AirPods Pro 2, que receberam o conector USB-C e resistência a poeira cerca de um ano após o lançamento, sem alterar o nome comercial.

Por que a Apple quer colocar câmeras nos AirPods Pro?

Com as novas câmeras, clientes poderiam ajustar funções apenas movimentando as mãos (imagem: divulgação/Apple)

De acordo com Ming-Chi Kuo, o hardware não seria uma câmera convencional voltada para fotografia, mas sim um sensor infravermelho similar ao utilizado no Face ID. A ideia seria detectar “mudanças ambientais”, permitindo que os fones traduzam movimentos físicos em comandos.

O usuário poderia controlar o volume, alternar entre modos de cancelamento de ruído ou atender chamadas apenas movimentando as mãos à frente do rosto, eliminando a necessidade de tocar nas hastes dos fones ou pegar o iPhone.

Além da conveniência, a funcionalidade mudaria a experiência de áudio espacial: os AirPods mapeariam a posição da cabeça e o ambiente com mais precisão, ajustando o som de forma dinâmica para garantir mais imersão em conteúdos de realidade aumentada (AR) e virtual (VR).

Outro ponto destacado pelos vazamentos seria o ganho em segurança. Os sensores infravermelhos poderiam, em tese, alertar o usuário sobre obstáculos físicos ou veículos se aproximando.

A produção em massa dos componentes de câmera infravermelha estaria prevista para começar no início de 2026. Se o cronograma histórico for seguido, o anúncio oficial deve ocorrer durante o evento de lançamento do iPhone, em setembro.

Lançamentos e preços

Mesmo com novos sensores, a Apple pode manter o mesmo preço do modelo atual (imagem: divulgação/Apple)

Tradicionalmente, a Apple atualiza a linha Pro de fones de ouvido em ciclos de três anos. Contudo, o lançamento previsto para 2026 interromperia o padrão. Essa pressa estaria ligada à competição agressiva de marcas como Sony, Bose e Sennheiser, que têm investido pesado em sensores de percepção ambiental.

Ainda há divergências sobre valores. Enquanto Kosutami afirma que o modelo atualizado custaria os mesmos US$ 249 de agora (R$ 1.290, em conversão direta), o vazador Instant Digital sugere que a Apple estaria criando uma variante premium, que coexistiria com o AirPods Pro, criando uma nova faixa de preço no catálogo.

No Brasil, o AirPods Pro 3 é comercializado atualmente por R$ 2.999 na loja oficial ou cerca de R$ 2.599 em revendedores autorizados.
Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor

Apple estaria criando AirPods Pro com sensores que veem ao redor
Fonte: Tecnoblog

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Nova assistente poderá resumir documentos e cruzar dados entre aplicativos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple planeja lançar uma Siri reformulada com o Gemini em fevereiro de 2026, com uma reformulação completa prevista para o final de 2026.
A nova Siri, sob o codinome “Campos”, terá diálogos contínuos e interações profundas com aplicativos da Apple, utilizando cerca de 1,2 trilhão de parâmetros.
A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI falharem.

A Apple planeja realizar, na segunda quinzena de fevereiro de 2026, a primeira demonstração oficial da Siri reformulada com inteligência artificial do Google. A ideia é apresentar os resultados da parceria firmada entre as duas gigantes de tecnologia, o que deve marcar a transição da assistente para um modelo de chatbot.

O anúncio, se confirmado, ocorre após atrasos internos no desenvolvimento e visa recuperar o terreno perdido para concorrentes como a OpenAI, dona do ChatGPT, no setor de IA generativa.

O que muda com a nova Siri?

A grande mudança será a capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida pelo ChatGPT e pelo próprio Gemini. O novo sistema – desenvolvido sob o codinome “Campos” – permitirá que a Siri interaja de forma profunda com aplicativos nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.

A Apple denomina a tecnologia como Apple Foundation Models na versão 10. Ela opera com cerca de 1,2 trilhão de parâmetros e será inicialmente hospedada nos servidores de computação em nuvem privada da empresa, o PCC. Com o lançamento do iOS 27 e macOS 27, a arquitetura passará a utilizar a versão 11, com maior capacidade de processamento e execução direta na infraestrutura de nuvem do Google.

Entre as novas funcionalidades previstas estão:

Análise de documentos: capacidade de resumir arquivos enviados pelo usuário

Edição de mídia: realizar comandos complexos em imagens por comando de voz (como recortes e ajustes de cor)

Gestão de dados: localizar e cruzar informações com maior precisão

Na prática, um usuário poderá solicitar que a Siri localize um email de meses atrás e escreva uma resposta baseada em informações da agenda pessoal, por exemplo, cruzando dados de diferentes fontes sem a necessidade de intervenção manual entre os apps.

Siri utilizará tecnologia do Gemini para processar tarefas complexas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando será o lançamento?

Segundo informações apuradas por Mark Gurman, da Bloomberg, a nova Siri será liberada em fases. A primeira etapa acompanhará o iOS 26.4, com lançamento esperado entre março e abril. Nesta versão, a assistente começará a utilizar o processamento do Gemini para lidar com tarefas complexas. A interface visual completa e a arquitetura definitiva devem ser reservadas no segundo semestre de 2026.

A decisão de adotar o Gemini reflete uma mudança na gestão de software da companhia. O projeto, agora liderado por Craig Federighi, chefe de engenharia de software, ganhou prioridade após a diretoria expressar insatisfação com o progresso dos modelos internos.

A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI não avançarem devido a divergências financeiras e conflitos estratégicos. Para a Apple, o uso do Gemini é visto como uma solução de curto prazo para entregar funcionalidades competitivas enquanto a empresa amadurece sua própria infraestrutura de inteligência artificial.
Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro
Fonte: Tecnoblog

Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026

Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026

Galaxy Z Fold 7 tem 8,9 mm de espessura quando fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy Z Fold 8 pesaria 200 g, com bateria de 5.000 mAh. O Galaxy Z Flip 8 ficaria entre 150 g e 180 g.
O Galaxy S26 teria bateria de 4.300 mAh, com lançamento em fevereiro de 2026.
A Samsung considera manter os preços do Galaxy S26 no exterior, mas pode cortar benefícios de pré-venda.

A próxima geração de dobráveis da Samsung pode representar um avanço em construção. O Galaxy Z Flip 8 e o Z Fold 8 seriam os mais leves desde a estreia das duas linhas, e a marca sul-coreana teria conseguido alcançar isso mesmo com uma bateria maior em um dos modelos.

As informações são do jornal asiático Maeil Business. De acordo com a publicação, o Z Fold 8 teria 200 g, dando seguimento à considerável redução da geração atual — o Z Fold 7 tem 215 g, e o Z Fold 6, 239 g.

Já o Z Flip 8 teria 150 g, 38 g a menos que o Z Flip 7, que pesa 188 g. Esse modelo não teve tantas novidades de design em 2025 — tanto que o peso é praticamente igual ao do Z Flip 6: 187 g.

Uma redução tão grande, porém, parece pouco realista — e outros rumores apontam isso. Segundo o leaker Ice Universe, o Z Flip 8 teria 180 g, o que parece mais viável do que tirar 38 g de uma geração para a outra. Mesmo assim, há quem diga que o Flip deve passar pela mesma transformação do Fold, que ficou com uma espessura bem menor.

Baterias maiores a caminho

A reportagem também aponta que o Z Fold 8 viria com uma bateria de maior capacidade, passando de 4.400 mAh para 5.000 mAh. O jornal não menciona nenhuma mudança no componente usado no Z Flip 8.

Quem também pode ganhar uma bateria maior é um celular de forma tradicional: o Galaxy S26, que passaria de 4.000 mAh para 4.300 mAh. Ele deve chegar já em fevereiro de 2026, enquanto os dobráveis são esperados para o começo do ano.

Preços congelados no exterior

O Maeil Business afirma ainda que a Samsung teria tomado a decisão de não aumentar os preços dos smartphones da linha Galaxy S26, mesmo com os altos custos da memória RAM. Isso reforça rumores anteriores.

Para conseguir equilibrar as contas, por outro lado, a empresa poderia cortar benefícios de pré-venda, como brindes, vale-compras ou armazenamento extra.

Vale dizer que isso se aplica aos preços no exterior. Por aqui, o câmbio e outros custos podem impactar a definição da estratégia, e executivos da operação local já falam em aumentos de 20%, sem especificar produtos.

O Galaxy S25 chegou ao Brasil custando entre R$ 6.999 e R$ 14.999. Já o Galaxy Z Flip 7 FE, o Z Flip 7 e o Z Fold 7 tiveram preços de estreia começando em R$ 6.699, R$ 8.199 e R$ 14.599, respectivamente.

Com informações do TechRadar e do SamMobile
Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026

Samsung pode lançar dobráveis mais leves e baterias maiores em 2026
Fonte: Tecnoblog

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple estaria considerando estratégia de preço mais competitivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone Fold por US$ 1.999 para competir com o Galaxy Z Fold da Samsung.
Com isso, a dona do iPhone aceitaria margens de lucro menores e teria disponibilidade limitada do dobrável no lançamento.
Outros rumores sugerem que o iPhone dobrável terá bateria entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, com a própria Samsung Display fornecendo as telas.

Novos rumores indicam que a Apple estaria considerando uma estratégia de preços mais competitivos para o novo iPhone Fold. A primeira tentativa de smartphone dobrável da marca pode chegar na faixa dos US$ 1.999 (R$ 10.978, em conversão direta), contrariando previsões anteriores que situavam o dispositivo em um patamar de preço muito superior ao dos concorrentes.

Segundo o portal SamMobile, a decisão tentaria posicionar o aparelho como um rival direto da linha Galaxy Z Fold, da Samsung, dominante no segmento. Se confirmado, o preço colocaria o dobrável da Apple frente ao Galaxy Z Fold 7.

Menor margem de lucro e disponibilidade

Para viabilizar essa paridade de preços, a Apple aceitaria margens de lucro menores inicialmente e teria disponibilidade limitada no lançamento, previsto para o segundo semestre de 2026. A produção em escala total seria atingida apenas em 2027.

A possível redução no preço de etiqueta sinaliza que a Apple reconhece a maturidade dos concorrentes. A Samsung fabrica dobráveis desde 2019 e já estabeleceu uma base sólida de usuários.

Entrar no mercado com um dispositivo custando centenas de dólares a mais poderia dificultar a conversão de usuários que já estão no ecossistema de dobráveis Android ou convencer os donos de iPhone a migrarem para o novo formato.

Como deve ser o iPhone Fold?

iPhone dobrável deve ser lançado no segundo semestre de 2026 (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

Além do preço, mais detalhes técnicos do suposto iPhone Fold têm surgido nos últimos meses. Vazamentos anteriores apontam que a Apple pode ter mudado o foco do design, priorizando a autonomia em vez da espessura extrema.

Outras especulações indicam que a empresa estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh. Se esses números se concretizarem no produto final, o dobrável da Apple teria uma vantagem energética considerável sobre os rivais atuais, que costumam ficar na casa dos 4.400 mAh.

A tela também é peça fundamental do quebra-cabeça. A Samsung Display é cotada como a fornecedora provável dos painéis OLED flexíveis. Executivos da divisão de telas da sul-coreana já confirmaram publicamente que preparam a produção em massa de componentes para um “cliente norte-americano”, o que reforça a tese de que o desenvolvimento do iPhone dobrável já saiu da fase de protótipos de bancada.
Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

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Fonte: Tecnoblog