Category: rumor

iPhone Duo: segunda geração pode receber Face ID sob a tela

iPhone Duo: segunda geração pode receber Face ID sob a tela

iPhone Duo vai começar a ser entregue no Brasil (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

A Apple estaria testando protótipos do iPhone Duo 2 com sensores do Face ID escondidos sob a tela externa.
Ausência da biometria facial virou uma das críticas recorrentes ao primeiro dobrável da empresa.
O iPhone Duo custa entre R$ 21.999 e R$ 30.999 no Brasil, e novos pedidos podem levar meses para chegar.

A Apple já estaria testando protótipos do iPhone Duo 2 com o sistema Face ID escondido sob a tela externa. A mudança permitiria que a segunda geração do dobrável recuperasse a biometria facial presente nos iPhones tradicionais sem precisar criar um recorte maior no display.

A informação foi divulgada nesta quinta-feria (22/10) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, o modelo é previsto para chegar entre setembro e dezembro de 2027.

Por que o iPhone Duo não tem Face ID?

O primeiro iPhone Duo usa Touch ID integrado ao botão lateral, em uma solução parecida com a do iPad Air e do iPad mini. A Apple optou pelo leitor de digitais porque o formato fino do dobrável deixa pouco espaço interno para os componentes do sistema.

A decisão se tornou uma das principais críticas ao aparelho nas primeiras análises publicadas nos Estados Unidos. O 9to5Mac afirmou que voltar a tocar no botão lateral parece um retrocesso depois de anos usando o reconhecimento facial.

Como seria o Face ID do iPhone Duo 2?

Modelo atual usa Touch ID no botão lateral para autenticação biométrica (imagem: reprodução/Apple)

Nos protótipos citados por Gurman, os componentes de autenticação facial estariam posicionados sob a tela externa. Isso permitiria que a Apple adotasse o Face ID sem acrescentar um grande recorte no painel. Os testes indicam ainda que a Apple pode tentar antecipar seus planos. Em setembro, Gurman estimava que o Face ID e uma câmera teleobjetiva poderiam aparecer apenas na terceira geração do Duo.

Vale destacar que a Apple trabalha há anos para tentar esconder componentes do Face ID. Os iPhones 18 Pro, por exemplo, usam uma câmera infravermelha posicionada sob o display, tecnologia que ajudou a reduzir o tamanho da Ilha Dinâmica.

iPhone Duo chegou ao Brasil por R$ 21.999

Enquanto a Apple testa a suposta próxima geração, o primeiro iPhone Duo começa a chegar oficialmente aos consumidores nesta sexta-feira (23/10). No Brasil, o dobrável parte de R$ 21.999 na versão com 256 GB. Os modelos de 512 GB, 1 TB e 2 TB custam R$ 23.499, R$ 26.499 e R$ 30.999, respectivamente.

A procura alongou bastante os prazos. Alguns pedidos podem ter entrega prevista apenas para janeiro de 2027. A Apple abriu as reservas no país em 16 de outubro, uma semana antes da estreia oficial.

O primeiro Duo traz telas de 5,4 e 7,6 polegadas, chip A20 Pro e duas câmeras traseiras de 48 megapixels. A segunda geração é esperada para 2027.
iPhone Duo: segunda geração pode receber Face ID sob a tela

iPhone Duo: segunda geração pode receber Face ID sob a tela
Fonte: Tecnoblog

Sony pode gastar R$ 3,4 mil só com as memórias de cada PS6

Sony pode gastar R$ 3,4 mil só com as memórias de cada PS6

PlayStation 5 já teve preços reajustados no Brasil em 2026 (foto: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Resumo

Os custos de RAM e memória flash NAND usada no armazenamento do futuro PS6 podem custar US$ 680, segundo rumor.
A consultoria TrendForce prevê novas altas nos preços desses componentes já neste trimestre, o que pode impactar o custo final do futuro console.
O preço do PS6 pode ultrapassar US$ 1.000, chegando ao Brasil por mais de R$ 5.000, mas a cifra ainda não foi confirmada pela Sony.

A memória RAM e os chips de armazenamento do PlayStation 6 podem custar à Sony mais de US$ 680, ou cerca de R$ 3.400 em conversão direta. A declaração veio de um informante conhecido como KeplerL2, que publica informações antecipadas sobre hardware da AMD.

Segundo a publicação no fórum NeoGAF, “apenas a memória RAM e o armazenamento NAND” devem custar esse valor. O rumor não traz informações sobre outros componentes necessários ao funcionamento do console, como o processador.

A postagem também não apresenta capacidades, fornecedores ou contratos. Por isso, o número permanece uma alegação sem confirmação da Sony. A empresa desenvolve a próxima geração do PlayStation, mas ainda não anunciou nada sobre preço ou data de lançamento. Os rumores sugerem um possível anúncio em 2028, mas até lá os valores dos componentes podem mudar.

Memórias estão cada vez mais caras

Fabricantes priorizam memórias para servidores de IA (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Dados de mercado ajudam a ilustrar a situação. Em relatório recente, a consultoria de negócios TrendForce projetou novas altas de até 15% nos preços contratuais de chips DRAM no quarto trimestre de 2026, em comparação com o trimestre anterior. Para NAND flash, a previsão é de aumento entre 15% e 20%.

Segundo a consultoria, fabricantes continuam priorizando capacidade de produção para servidores, diante da forte demanda por infraestrutura de inteligência artificial. Esse cenário pressiona a oferta para outros segmentos, incluindo os consoles.

A possibilidade de um PS6 mais caro, na faixa dos US$ 1.000 (acima dos R$ 5 mil), também envolve a política comercial da própria Sony. Em reunião com investidores em junho, a empresa afirmou que não considera absorver os aumentos dos componentes e que não pretende vender hardware com prejuízos significativos.

PlayStation 6 pode ser o mais caro da história

Se o PS6 fosse lançado nos EUA por esse preço, o console poderia chegar ao Brasil superando os R$ 8 mil, considerando o efeito combinado de impostos, taxas e a relação entre os preços sugeridos atuais da linha PS5 nos dois países.

Como comparação, após o reajuste aplicado ao PS5 no Brasil em abril, os preços sugeridos passaram a R$ 4.599,90 para a Edição Digital, R$ 5.099,90 para o modelo com leitor e R$ 7.499,90 para o PS5 Pro.

Ainda assim, analistas citados pelo site VGC divergem sobre a possibilidade de a próxima geração do console ultrapassar os US$ 1.000. Esse patamar permanece uma projeção, sem confirmação oficial da Sony.

Sony pode gastar R$ 3,4 mil só com as memórias de cada PS6

Sony pode gastar R$ 3,4 mil só com as memórias de cada PS6
Fonte: Tecnoblog

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Evento da Apple em outubro vai focar em dispositivos de casa conectada (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple realizará um evento em 13 de outubro para apresentar novos produtos de casa conectada, incluindo um smart hub com tela de 6 polegadas e suporte à inteligência artificial Siri.
O evento também pode trazer um HomePod Mini atualizado e uma nova versão do Apple TV com resolução 4K e integração com a Siri e Apple Intelligence.
A Apple e a LG podem anunciar uma parceria para lançar produtos de casa conectada, como smart TVs com suporte nativo ao HomeKit, trinco inteligente, câmeras de segurança e outros dispositivos.

O próximo evento da Apple acontece amanhã (13/10) e será focado em produtos de casa conectada. A principal novidade deve ser um smart hub próprio da maçã, com suporte à inteligência artificial Siri e tela de 6 polegadas, semelhante às caixinhas Echo Show com Alexa.

Segundo rumores, o dispositivo pode trazer um design bastante parecido com o iMac G4, com uma base fixa e um monitor projetado. O produto também pode ter uma versão específica para instalação na parede, com base mais fina. Além do novo hub, um HomePod Mini, que também funciona como caixa de som inteligente deve ser revelado, da mesma forma que uma versão atualizada do Apple TV.

Outro rumor divulgado pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, seria a parceria entre a Apple e a LG para lançar produtos de casa conectada, como um trinco inteligente e câmeras de segurança. A seguir, veja tudo que se espera dos produtos a serem revelados no evento de outubro

1. Smart hub com tela

Novo smart hub da Apple pode ter visual parecido com o do clássico iMac G4, de 2002 (imagem: reprodução/Ars Technica)

O grande destaque do evento deve ser o primeiro smart hub da Apple. O modelo deve chegar com tela de 6 polegadas e suporte à Siri. A expectativa é por um funcionamento semelhante às Echo Show, da Amazon, permitindo controlar dispositivos de casa conectada, TVs com o serviço HomeKit integrado e mais.

Também é esperado o suporte a apps para funcionar como uma espécie de iPad. Isso vai permitir utilizar aplicativos de mensagens, fazer chamadas de vídeo, reproduzir músicas e exibir fotos, entre outros exemplos. Recursos presentes no HomePod também devem estar presentes, como o Handoff, que transfere a reprodução diretamente do iPhone para a caixinha.

2. HomePod Mini e Apple TV

Apple TV 4K não deve ter mudanças no design, mas promete chip A19 Pro e IA embarcada (imagem: divulgação/Apple)

Dois dispositivos mais tradicionais podem receber atualizações. O HomePod Mini 2, como deve ser chamado, promete poucas mudanças em relação à primeira versão. Além do suporte à Siri AI como “cérebro” do serviço de casa conectada da Maçã, o modelo chegaria com processador mais rápido e novas opções de cor.

Já o Apple TV deve contar com resolução 4K e chip A19 ou A19 Pro, o mesmo presente no iPhone 17 Pro. Isso significa integração tanto com Siri quanto com Apple Intelligence pela primeira vez no TV Box. Já no design, o dispositivo não deve trazer mudanças em relação á última atualização, de 2022.

3. Dispositivos em parceria com a LG

Termostato da LG apareceu em registros à FCC, órgão análogo à Anatel nos EUA (imagem: reprodução/Bloomberg)

Além dos modelos proprietários da Maçã, o evento deve trazer uma nova parceria com a LG. A previsão é de suporte nativo ao HomeKit nas smart TVs da fabricante sul-coreana, assim como novos dispositivos de casa conectada produzidos em conjunto.

A informação é de Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, que teve acesso aos registros dos novos produtos na FCC, órgão análogo à Anatel nos Estados Unidos. Entre as opções estão um trinco de segurança inteligente, sensores de temperatura e movimento, assim como um termostato e de duas câmeras de segurança: uma interna e outra externa.
Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento

Apple deve lançar smart hub; veja o que esperar de evento
Fonte: Tecnoblog

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

O iPhone 17 Pro chegou ao Brasil por R$ 11.499 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 Pro pode sofrer um aumento de preço de até US$ 300, alcançando US$ 1.399 nos Estados Unidos, devido ao aumento nos custos de produção.
O aumento nos custos de componentes, incluindo o processador A20 Pro, memória RAM LPDDR5X e armazenamento interno NAND, pode elevar o preço do iPhone 18 Pro e do Pro Max.
No Brasil, o aumento pode ser de cerca de R$ 3.000, fazendo com que o iPhone 18 Pro atinja o preço de R$ 14.499 e o iPhone 18 Pro Max chegue a R$ 15.499.

A Apple pode adotar um reajuste histórico este ano. O iPhone 18 Pro, com lançamento previsto para setembro de 2026, deverá sofrer um aumento de até US$ 300 (cerca de R$ 1.521 na cotação atual), elevando o preço inicial do dispositivo para US$ 1.399 nos Estados Unidos (ou R$ 7.093). O motivo principal seria a alta nos custos de produção.

Os sinais de que a nova geração ficaria mais cara começaram a surgir no mês passado. A própria Apple emitiu alertas sobre o encarecimento na fabricação dos produtos.

Agora, novas fontes sustentam essa tese. Dados recentes do analista Jeff Pu, obtidos pelo site 9to5Mac, indicam que o salto nos valores afetará também o Pro Max: o modelo com tela maior poderá alcançar a marca de US$ 1.499 (cerca de R$ 7.600) na configuração mais básica de armazenamento.

Por que o iPhone 18 Pro vai custar mais caro?

Sucessor do iPhone 17 Pro deve repassar alta de custos ao consumidor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O salto no preço de prateleira estaria atrelado aos custos mais elevados de componentes, incluindo o inédito processador A20 Pro, a memória RAM no padrão LPDDR5X e o armazenamento interno do tipo NAND. Os preços dessas tecnologias subiram muito no mercado de semicondutores.

Só a aquisição da memória e do armazenamento representará um custo aproximadamente três vezes maior neste ciclo, em comparação com os valores do ano passado. A conta de fabricação também engloba atualizações no campo da fotografia: o novo sistema de câmeras elevaria as despesas dentro da fábrica, antes mesmo de o produto ser embalado.

O que esperar dos preços no Brasil?

Se o aumento de US$ 300 assusta o consumidor americano, o impacto no mercado brasileiro promete ser bem maior. Para fins de comparação, basta olhar para os valores praticados na geração atual: o iPhone 17 Pro desembarcou com preço oficial de R$ 11.499 em sua versão base. Já o iPhone 17 Pro Max chegou às lojas custando a partir de R$ 12.499.

Caso o repasse de US$ 300 se confirme p, e aplicando a taxa de conversão utilizada pela fabricante no Brasil, é provável que o aumento seja na casa dos R$ 3.000. Ou seja, o iPhone 18 Pro poderia encostar na marca de R$ 14.499, enquanto o iPhone 18 Pro Max deve ficar na casa dos R$ 15.499. Seria, portanto, a geração na mais cara já comercializada no país.

Apple não deve absorver os custos

A indústria de smartphones opera hoje em um contexto sem precedentes em relação ao preço dos componentes. Diante desse encarecimento, a Apple teria a opção de reduzir as próprias margens de lucro para manter os preços estabilizados para o público. Contudo, especialistas classificam essa chance como quase nula.

Os aumentos recentes em outros produtos da Apple deixam claro que a estratégia é transferir o peso da inflação para os clientes.

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço
Fonte: Tecnoblog

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Microsoft pode ampliar retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 (foto: Ryan Somma/Flickr)

Resumo

Microsoft pode ampliar a retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 no PC, segundo o portal XDA Developers.
Analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos jogos do Xbox original lançados para Windows.
Segundo os rumores, a Microsoft trabalha no projeto de retrocompatibilidade há mais de um ano.

A Microsoft pode dar mais um passo importante para os entusiastas de jogos antigos no PC. Segundo o portal XDA Developers, analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos quatro jogos do Xbox original lançados para Windows na quarta-feira (22/07).

A descoberta indica que a infraestrutura necessária para levar a biblioteca do Xbox 360 aos computadores pode já estar pronta. Ao investigar como a Microsoft conseguiu executar títulos com mais de 20 anos em máquinas atuais, um pesquisador encontrou referências ao Xefu, tecnologia de emulação usada pela empresa para garantir a retrocompatibilidade nos consoles mais recentes.

O que é esse emulador escondido?

O Xefu nada mais é que o software oficial de emulação que a Microsoft utilizava dentro do sistema do Xbox 360 para garantir que o console conseguisse executar os discos físicos do primeiro Xbox. Ao decidir trazer esses quatro títulos clássicos para o PC, a companhia optou por um atalho: portar o ambiente de software inteiro do Xbox lançado em 2005 para o Windows.

Como o portal XDA Developers destacou, isso significa que os computadores com Windows agora possuem a base de código oficial para lidar com a arquitetura do console antigo.

Essa teoria foi comprovada pelo perfil XWineOne, no X. Com alguns ajustes nos arquivos de configuração, a ferramenta escondida pela Microsoft é capaz de inicializar e executar jogos do Xbox 360 no computador.

By combining Microsoft’s recently-released PC port of XeO3 with specific components of XWine1, SlimEra namely, it becomes possible to run dumped backwards-compatible Xbox 360 and Xbox Original games before they see an official PC release, with varying degrees of success pic.twitter.com/6eocCCT1cW— XWine1 (@XWineOne) July 23, 2026

Microsoft trabalha na retrocompatibilidade

Segundo o leaker Nate The Hate, conhecido pelos acertos sobre os bastidores da indústria de videogames, a equipe de retrocompatibilidade da Microsoft trabalha neste projeto há mais de um ano. A meta seria tornar as imensas bibliotecas digitais do Xbox original e do Xbox 360 acessíveis no PC.

A estratégia ganhou mais força durante a Game Developers Conference (GDC). Na ocasião, o vice-presidente de projetos de próxima geração do Xbox, Jason Ronald, declarou que a recém-criada equipe de preservação de jogos da empresa está preparando novidades para novembro de 2026, mês que marcará o aniversário de 25 anos de lançamento do Xbox (com direito a versão especial do console).

Títulos do Xbox original abriram caminho para a descoberta (imagem: reprodução/Microsoft)

Além disso, os indícios de emulação oficial no PC conversam com as mudanças de filosofia que a Microsoft deve adotar no Project Helix, o codinome interno para o Xbox de próxima geração. O hardware deve rodar uma versão adaptada do Windows 11, permitindo inclusive rodar jogos de PC. Se a estratégia aponta para um console com Windows, o caminho inverso também faz sentido.

Integrar os jogos antigos no PC unificaria o ecossistema da marca, garantindo que o jogador tenha acesso à sua biblioteca em dispositivos diferentes. Ainda assim, apesar dos indícios, a Microsoft não confirmou nada oficialmente. Por enquanto, apenas os quatro jogos do Xbox original são realidade.
Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC
Fonte: Tecnoblog

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)

Resumo

A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.

O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.

A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.

Finalmente teremos tela infinita na Apple?

A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.

Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)

Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.

Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.

Dois eventos por ano

Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos
Fonte: Tecnoblog

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.

O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.

Vale lembrar que a empresa cancelou a produção de uma versão Air do headset em 2025. No momento, a Apple tem um projeto que se assemelha mais aos óculos de realidade aumentada Meta Ray-Ban Display Glasses, principal opção do segmento hoje.

Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.

Mudança de foco expõe dificuldades

A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.

Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.

Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.

Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.

Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.

A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.

Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada

De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.

Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.

Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.

Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)

Resumo

O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.

O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.

De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.

Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.

Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)

Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo

A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.

Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.

Expectativas para o iPhone 18 Pro

Além do preço próximo ao do iPhone 17 Pro, é esperado que o modelo traga uma Dynamic Island menor e uma nova traseira.

Os rumores também sugerem que o modelo vai estrear uma nova tela OLED da Samsung — que fornece displays para a Apple há anos —, com tecnologia para permitir o Face ID sob a tela.

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips

iPhone 18 Pro pode manter preço da geração atual mesmo com a crise de chips
Fonte: Tecnoblog

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)

Resumo

A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.

Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000
Fonte: Tecnoblog

PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

Diferentemente do PlayStation 5 e PS5 Pro, próximo console pode vir apenas em versão digital (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

O PlayStation 6 pode ser lançado em versão única 100% digital, com leitor de discos vendido separadamente;
O PS6 deve ter armazenamento padrão de 1 TB em SSD e utilizar a tecnologia NTC para compressão de texturas;
O lançamento do PS6 é especulado para 2027 ou 2028, com chips fabricados pela AMD.

O PlayStation 6 (PS6) pode chegar em versão única 100% digital, deixando de lado a versão com leitor de discos embutido – ou mesmo destacável. Pelo menos é o que diz o leaker Kepler_L2, conhecido por adiantar informações sobre tecnologias de hardware como chips e recursos em produtos de Intel, AMD, entre outros exemplos. Ele afirma ainda que a Sony deve optar por um armazenamento de 1 TB em SSD por padrão na nova geração, o que deixaria o produto mais barato em relação à oferta com mais memória disponível.

Vale lembrar que, recentemente, a marca anunciou um aumento global no preço sugerido pelo PlayStation 5 (PS5). No Brasil, o valor oficial do console subiu de R$ 3.999 para R$ 4.699, motivo que teria relação com a recente crise nos chips de memória. A próxima geração de videogames da Sony tem previsão de lançamento entre 2027 e 2028, mas ainda não há nenhuma confirmação por parte da gigante japonesa.

Versão 100% digital já é realidade

De acordo com as informações do leaker, repercutidas no site Extremetech, o novo modelo seguiria o que já acontece hoje com as versões mais recentes do PlayStation 5 (PS5): a opção digital permite a instalação de um leitor de discos proprietário da Sony, vendido separadamente. Seu preço no e-commerce é de R$ 598.

Ainda assim, é importante dizer que o valor do console que traz o leitor de discos nem sempre é menor em relação ao PS5 digital, sobretudo em períodos de descontos. Atualmente, o valor mais baixo encontrado pelas duas versões é próximo, com o PS5 sem leitor de discos saindo a partir de R$ 3.449, enquanto a opção de mídia física custa ao menos R$ 3.693.

Sony já introduziu opção 100% digital do PS5 com a opção de compra do leitor de discos por fora (Imagem: Divulgação/Sony)

Nova tecnologia de compressão

Segundo o leaker, a versão única 100% digital e com apenas 1 TB de armazenamento seria possível graças à tecnologia NTC, sigla para Compressão Neural de Texturas. A proposta do recurso seria reduzir o peso dos games instalados no console ao comprimir os arquivos voltados para texturas, algo fundamental em jogos AAA.

Essa funcionalidade utilizaria, inclusive, inteligência artificial para comprimir e extrair essas texturas, e o tamanho a ser armazenado seria até 7x menor no futuro PS6. Na prática, a expectativa é de uma exigência gráfica menor no modelo e, consequentemente, menos espaço para cada game no sistema.

O que se sabe do PS6 até agora

Não há informações oficiais por parte da Sony a respeito do vindouro PlayStation 6, e tudo que se pode falar é com base em rumores da indústria. As especulações apontam lançamento entre 2027 e 2028, além de preço base próximo aos US$ 1 mil, ou seja, R$ 5,16 mil em conversão direta e sem impostos.

Por enquanto, de certezas, apenas o fato de que o console já está em desenvolvimento e que seus chips (CPU e GPU) serão fabricados pela AMD, que superou a Intel na corrida pelo videogame da Sony.
PS6 pode perder versão com leitor de mídia física e ficar 100% digital

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Fonte: Tecnoblog