Category: Redes Sociais

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

Meta aposta em status para deixar WhatsApp com cara de rede social (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está preparando uma mudança para dar mais destaque aos status, com publicações temporárias aparecendo no topo da lista de conversas.
A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta para iOS e já está sendo distribuída no programa de testes para Android.
Os status ficarão visíveis ao “puxar” a lista de conversas para baixo, permitindo acessar as publicações.

O WhatsApp pretende colocar os status no topo da lista de conversas. A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta do aplicativo para iOS e já vem há algum tempo sendo distribuída no programa de testes para Android.

Os status são publicações temporárias, que ficam no ar por um prazo de apenas 24 horas, semelhantes aos stories do Instagram. Atualmente, eles fazem parte da aba Atualizações do aplicativo, que também lista os canais nos quais o usuário está inscrito.

Status terão lugar de destaque no app (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Com a mudança da interface, a aba Conversas terá pequenos círculos no topo, substituindo o título, com as imagens de perfil dos usuários que publicaram status.

Ao “puxar” a lista de conversas para baixo, os círculos se expandem, permitindo visualizar as publicações. Também é possível deslizar para os lados para ver status de mais pessoas. Ao rolar a lista para cima, os círculos são minimizados novamente.

Esse funcionamento não é inédito: o Telegram adota o mesmo esquema e o mesmo visual para seus stories.

WhatsApp investe em status

Nos últimos anos, a Meta acrescentou vários recursos aos status do WhatsApp para deixá-los com mais cara de stories de Instagram ou Facebook.

A última grande atualização foi há quase um ano, em junho de 2025. Na ocasião, o app ganhou uma ferramenta de layout, para publicar fotos lado a lado; opção para adicionar músicas; figurinhas de fotos, para colocar imagens extras; e o recurso “Sua vez”, para criar e seguir trends, como já acontece no Instagram.

Essa aposta tem seus motivos: também em junho de 2025, a Meta anunciou que passaria a incluir propagandas entre os status. Colocá-los na tela de conversas, a mais usada do aplicativo, é uma forma de aumentar a popularidade do recurso. Quanto mais gente usando, mais espaço para incluir anúncios e mais audiência para a publicidade.

Com informações do WABetaInfo
WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status
Fonte: Tecnoblog

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Veredito pode servir como base para milhares de processos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta e Google pediram a anulação da condenação de US$ 6 milhões por danos à saúde mental de uma jovem nos EUA.
Segundo a Justiça, as empresas criaram aplicativos “para viciar os usuários”.
Ambas as companhias alegam isenção de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas e solicitam um novo julgamento.

A Meta e a Alphabet (empresa-mãe do Google) entraram com um pedido formal na Justiça de Los Angeles, na Califórnia (EUA), para tentar anular o veredito histórico que condenou as empresas a pagarem US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) por danos à saúde mental de uma jovem.

Segundo a agência Reuters, o recurso busca reverter a decisão de março, que classificou os aplicativos das companhias como “produtos desenvolvidos para viciar os usuários”. Caso o juiz recuse o pedido de anulação, as empresas exigem a realização de um novo julgamento.

A multa milionária foi dividida entre as big techs. A Meta ficou responsável por 70% do valor (US$ 4,2 milhões), enquanto o YouTube deverá arcar com os 30% restantes (US$ 1,8 milhão). O TikTok e o Snapchat também eram alvos da ação original, mas fecharam acordos com a autora antes do início das audiências.

A condenação marcou uma derrota de peso para as empresas, validando a tese de que elas não alertam o público sobre os perigos atrelados ao uso prolongado de seus serviços.

Big techs buscam suporte em lei de 1996

Decisão estipulou multa de US$ 6 milhões às empresas (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Para tentar derrubar a sentença, as plataformas se apoiam na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações (Communications Decency Act), uma legislação federal norte-americana de 1996.

Essa norma funciona como um escudo legal, isentando as empresas de responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros. Na petição enviada à corte, a Meta argumenta que as evidências mostradas durante o julgamento conectaram os problemas da autora aos vídeos que ela consumia, e não aos recursos dos aplicativos.

Se um caso idêntico fosse julgado na Justiça brasileira, por exemplo, a disputa seguiria um roteiro parecido, esbarrando no Marco Civil da Internet — que também blinda as redes sociais de responsabilização direta pelo que os usuários postam.

Contudo, como o foco da ação é o design da plataforma, o processo cairia no escopo do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao argumentar que a interface do aplicativo é um “produto defeituoso” e perigoso para menores, a Justiça do Brasil poderia condenar as big techs por falha na prestação do serviço, desviando da proteção do Marco Civil.

Ação desvia da lei que isenta redes sociais por conteúdo de terceiros (imagem: Jeremy Zero/Unsplash)

Foi exatamente essa a estratégia que a equipe de acusação utilizou nos Estados Unidos para contornar a lei local. Os advogados da jovem de 20 anos, identificada no processo como Kaley GM, tiraram o foco das postagens e miraram na arquitetura das plataformas.

Com isso, eles conseguiram provar aos jurados que as empresas implementaram propositalmente ferramentas como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos, notificações ininterruptas e filtros de beleza.

Essa combinação de recursos, segundo a acusação, cria um ecossistema comparável a um cassino digital para forçar o engajamento e o uso compulsivo. Nos autos do processo, a autora relata que começou a consumir o YouTube aos seis anos de idade e criou seu Instagram aos onze. O tempo excessivo de tela induzido por essas mecânicas teria provocado depressão e pensamentos suicidas.

Desfecho do caso pode ser histórico

O júri que avaliou o caso concluiu que os executivos das redes sociais não apenas conheciam os riscos associados aos seus produtos, mas falharam na adoção de medidas para proteger o público infantojuvenil. O resultado desse embate não afeta apenas o Google e a Meta, mas serve como um termômetro jurídico que guiará as negociações e sentenças de mais de 2 mil ações parecidas só no estado da Califórnia.

Em entrevista à CNBC, Joseph VanZandt, co-líder dos advogados de acusação, resumiu o peso da decisão e o recado dado às empresas: “é um referendo para toda uma indústria de que a responsabilização chegou”.
Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

Os avatares se tornaram mais populares à medida que as pessoas passaram a se comunicar em meios virtuais (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Avatar digital é uma representação gráfica de uma pessoa em ambiente virtual. Em outras palavras, trata-se de um modelo visual que personifica alguém em meios digitais.

Os avatares têm a função de facilitar a identificação de uma pessoa no universo virtual, sem a necessidade de ver o nome de usuário ou dados pessoais dela. Eles também habilitam interações com outros usuários dentro do ambiente digital.

Avatares digitais são comuns em redes sociais (como Instagram e Facebook), em jogos eletrônicos e metaverso. Mas praticamente qualquer aplicação no mundo virtual pode incorporá-los ao seu ambiente.

A seguir, entenda melhor o que são avatares, para que servem e quais os principais tipos.

ÍndiceO que é um avatar digital?O que significa avatar?Para que serve o avatar digital?Quais apps ou serviços usam avatares digitais?Quais são os tipos de avatar digital?Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?Qual é a diferença entre avatar e holograma?

O que é um avatar digital?

Avatar digital ou avatar virtual é uma representação gráfica do usuário ou de outra pessoa em ambiente virtual, a exemplo de redes sociais, jogos eletrônicos ou metaverso. Essa figura virtual costuma ser bidimensional (2D) ou tridimensional (3D), e ajuda a identificar o usuário em meios digitais.

O que significa avatar?

“Avatar” vem do sânscrito (originalmente “avatāra”) e significa “descida do céu à Terra”. A expressão foi criada pelo hinduísmo para representar a encarnação ou manifestação física de uma divindade na Terra.

Acontece que o termo foi ressignificado em meados de 1980: o desenvolvedor de videogame Ricardo Garriott é apontado como o principal responsável por atrelar “avatar” ao ser espiritual de alguém em um mundo fictício — que no caso, era o jogo Ultima 4.

Com o tempo, a expressão foi usada para representar a personificação de uma pessoa em ambientes virtuais.

Para que serve o avatar digital?

Um avatar tem a função de personificar alguém em ambiente digital por meio de uma representação gráfica. Isso ajuda, por exemplo, a reconhecer uma pessoa sem precisar ver o nome de usuário dela ou outros dados de identificação.

Além disso, os avatares digitais habilitam certos tipos de interação com terceiros nos meios virtuais: dependendo da aplicação em uso, só será possível conversar ou fazer gestos se ambos tiverem criado um avatar.

Um avatar pode ilustrar como uma pessoa seria em um jogo de videogame, por exemplo (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Quais apps ou serviços usam avatares digitais?

Os avatares digitais costumam ser vistos principalmente em:

Redes sociais: avatares digitais são populares em redes sociais; você pode criar um avatar no Facebook ou usar um avatar no Instagram para usá-lo em sua página de perfil ou para criar figurinhas personalizadas, por exemplo.

Jogos eletrônicos: em jogos, os avatares são representados por personagens personalizados ou predefinidos, que ilustram você ou qualquer outra pessoa (seja ela real ou fictícia).

Metaverso: o metaverso é um ambiente que pode integrar realidade virtual (VR) com realidade aumentada (AR), e baseia-se em avatares que representam os usuários dentro desse universo.

Chatbots de IA: chatbots de inteligência artificial podem usar avatares para humanizar seus respectivos serviços.

Criação de conteúdos: conteúdos visuais (como vídeos curtos ou longos ou propagandas) também podem incorporar avatares para dar mais dinâmica aos materiais.

Importante destacar que qualquer aplicação baseada em ambientes virtuais pode adotar avatares digitais, desde um simples sistema baseado em cadastros de usuários até um jogo de videogame.

Quais são os tipos de avatar digital?

Embora não exista uma classificação oficial, avatares digitais podem ser segmentados com base em suas dimensões gráficas, dinamismo e estética:

Avatares bidimensionais: modelos 2D mais simplistas, geralmente representados por ilustrações básicas.

Avatares tridimensionais: modelos 3D que conseguem ilustrar volumes, texturas e outros detalhes de qualquer ângulo.

Avatares estáticos: imagens ou figurinhas que não apresentam recursos dinâmicos.

Avatares animados: modelos capazes de executar movimentos (como aceno de mão ou poses para fotos).

Avatares cartunescos: representações gráficas com estética de desenho, sem tanto foco na fidelidade da pessoa ou elemento.

Avatares realistas: modelos gráficos que tentam replicar com fidelidade uma pessoa ou personagem.

A Nat Natura é um exemplo de avatar 3D, animado e com estética cartunesca (Imagem: Divulgação/Natura)

Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?

Avatar é uma representação gráfica de uma pessoa (real ou fictícia) em um ambiente virtual, podendo ser ilustrada visualmente em 2D ou 3D. Em outras palavras e de forma simplificada, avatares digitais são aqueles “bonequinhos” criados para representar você em redes sociais ou jogos eletrônicos.

Já a foto de perfil é a imagem escolhida para identificar o usuário. Fotos de perfil podem usar fotos reais, desenhos ou mesmo avatares digitais.

Qual é a diferença entre avatar e holograma?

Avatares digitais são representações visuais que personificam algo ou alguém em um meio virtual. Avatares não existem no mundo real, e só aparecem em ambientes como internet e metaverso.

Já hologramas são imagens tridimensionais projetadas no mundo real. Eles são baseados na projeção de luz para ilustrar algo do mundo virtual em um espaço físico, sem depender de telas.

E apesar de serem diferentes, os elementos podem se complementar: você pode criar um avatar para um ambiente virtual, e depois projetar o holograma desse avatar no mundo real.
O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais
Fonte: Tecnoblog

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Resumo

O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.

O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.

O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.

Como é a nova página inicial do Instagram?

Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.

Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.

Feeds lembram Instagram de antigamente

Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.

A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.

Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.

Instagram está fazendo mais testes

Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.

Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.

Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)
Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home
Fonte: Tecnoblog

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.

Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.

A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.

O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.

América Latina é exceção

Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.

O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:

Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.

Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.

Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.

Banimentos generalizados

ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.

“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.

O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo
Fonte: Tecnoblog

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Messenger.com deixará de existir (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta encerrará o site messenger.com em abril, redirecionando usuários para facebook.com/messages.
Usuários sem conta no Facebook poderão usar o aplicativo móvel do Messenger.
A decisão visa reduzir custos e simplificar a manutenção do serviço.

A Meta anunciou que vai desligar o site independente do Messenger, encerrando de vez o endereço messenger.com. A mudança passa a valer em abril e afeta quem ainda usa o serviço de mensagens diretamente pelo navegador, fora do ecossistema principal do Facebook.

Com a decisão, o Messenger segue o mesmo caminho de outras plataformas descontinuadas pela empresa nos últimos meses. A Meta afirma que usuários ainda poderão trocar mensagens pela web, mas apenas acessando o serviço por meio do site do Facebook ou pelo aplicativo móvel do Messenger.

O que muda para quem usa o Messenger?

Segundo uma página oficial de suporte, quem tentar acessar o messenger.com após o encerramento será automaticamente redirecionado para facebook.com/messages. O texto explica: “Você poderá continuar suas conversas lá ou no aplicativo Messenger para celular”.

Para usuários que utilizam o Messenger sem uma conta ativa no Facebook, a alternativa será apenas o aplicativo móvel. Ainda assim, a empresa afirma que o histórico de conversas pode ser recuperado em qualquer plataforma usando o PIN configurado no backup do Messenger. Caso o código tenha sido esquecido, é possível redefini-lo.

Por que a Meta está acabando com plataformas do Messenger?

A partir de abril de 2026, o site do Messenger não estará mais disponível (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O encerramento do site acontece poucos meses depois da empresa desativar os aplicativos independentes do Messenger para Windows e macOS. Na época, usuários desses apps já vinham sendo direcionados para usar o serviço diretamente pelo Facebook, o que indicava que o site também poderia ter o mesmo destino.

Nas redes sociais, parte dos usuários reagiu negativamente à decisão, especialmente aqueles que não querem depender do Facebook para acessar o Messenger no computador ou que mantêm suas contas desativadas. Ainda assim, do ponto de vista da empresa, reduzir o número de plataformas ajuda a diminuir custos e simplificar a manutenção do serviço.

O Messenger surgiu em 2008 como Facebook Chat e ganhou um aplicativo próprio em 2011. Durante anos, a Meta tentou posicioná-lo como um serviço separado da rede social. Em 2014, o Facebook chegou a remover o chat do app principal. Esse movimento começou a ser revertido em 2023, quando a empresa passou a reintegrar o Messenger ao aplicativo do Facebook — um processo que agora se consolida também na versão web.

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo
Fonte: Tecnoblog

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.

O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.

O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.

A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.

Maior atualização no Android

A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.

Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.

Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)

Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.

Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.

Gestão de comunidades

Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.

O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.

Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)

No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.

A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.

Telegram em queda no Brasil

Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.

Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.

Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.
Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda
Fonte: Tecnoblog

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk usou sua própria plataforma para disparar ofensas pessoais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Elon Musk chamou o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, de “tirano”e “traidor do povo espanhol” após proposta de regularização das redes.
Espanha quer banir menores de 16 anos das redes sociais e responsabilizar criminalmente CEOs e proprietários de plataformas.
A medida prevê verificação rigorosa de idade, como integração com o sistema de identidade digital ou biometria facial.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou ontem (03/02) um novo pacote legislativo que pode proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no país. Em resposta, Elon Musk o chamou de “tirano” e “traidor do povo espanhol”.

O projeto estabelece sistemas rigorosos de verificação de idade e prevê, inclusive, a responsabilização judicial de executivos de tecnologia, o que provocou a reação imediata do dono do X/Twitter.

Quais são as mudanças propostas pela Espanha?

O anúncio de Sánchez faz parte de um plano para combater o que ele define como um “estado de anarquia digital”. Segundo o Euronews, o argumento do premiê espanhol é que as redes sociais falharam em proteger crianças contra discursos de ódio e conteúdos predatórios, motivo pelo qual se exige agora uma intervenção direta.

A nova legislação, que deve ser apresentada formalmente ao parlamento nas próximas semanas, deve eliminar as atuais “caixas de seleção” de idade. O governo pretende obrigar que plataformas como X, Instagram e TikTok adotem ferramentas de verificação mais robustas, como a integração com o sistema de identidade digital da Espanha ou o uso de biometria facial para validar a idade do usuário antes da criação de qualquer conta.

Diferente de regulamentações anteriores que permitiam o uso de redes por menores com autorização parental, o plano de Madri estabelece limite mínimo de 16 anos, sem exceções.

CEOs podem ser responsabilizados

Um dos pontos mais polêmicos da medida é a introdução da responsabilidade criminal para CEOs e proprietários de plataformas. Caso uma rede social permita o acesso de menores ou falhe na moderação de conteúdo, executivos como Musk poderão ser processados e responsabilizados criminalmente em solo espanhol, conforme detalhado pelo portal português Eco Sapo.

A reação de Musk foi rápida e carregada de ofensas. No X, o bilionário utilizou o apelido “Sánchez Sujo”, acompanhado de um emoji ofensivo, alegando que o governo está tentando “destruir a liberdade de informação”.

Esse conflito não é novo e escala uma tensão iniciada em 2025, quando Musk criticou as políticas migratórias de Sánchez. O desgaste do bilionário estende-se ao bloco europeu: no final de janeiro, o X tornou-se alvo de uma nova investigação da União Europeia, agravando os atritos com os reguladores locais.

Dirty Sánchez is a tyrant and traitor to the people of Spain https://t.co/B3oyHrBYpR— Elon Musk (@elonmusk) February 3, 2026

Grécia e França aumentam o cerco contra as redes sociais

A movimentação espanhola não é um fato isolado no continente europeu. A Grécia também está finalizando um projeto de lei para banir menores de redes sociais, seguindo o modelo aprovado pela Austrália. O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, afirmou que o objetivo é combater o vício digital e o cyberbullying.

Já a França tem reforçado o rigor das leis atuais. Nesta semana, a sede do X em Paris foi alvo de buscas e apreensões por autoridades francesas. A investigação apura a manipulação de algoritmos, possível interferência estrangeira e a negligência na remoção de conteúdos ilícitos.

Segundo o Diário de Notícias, Elon Musk foi formalmente intimado a prestar depoimento perante os tribunais franceses. Em nota oficial, a equipe jurídica do X afirmou que as alegações são “infundadas”, alegando que a ação põe em risco a liberdade de expressão global.

Banimento de redes sociais para menores ganha força na Espanha e Grécia (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Se a Espanha conseguir implementar com sucesso a integração de IDs digitais para acesso a redes, abrirá um precedente técnico que forçará gigantes como a Meta e o X a alterarem suas arquiteturas para evitar o bloqueio em mercados europeus.

Historicamente, plataformas digitais se posicionam como “canais neutros”, sem responsabilidade pelo conteúdo gerado por terceiros. No entanto, o pacote legislativo de Sánchez passa a tratar as redes sociais como editoras de conteúdo. O argumento central é que, se a plataforma utiliza algoritmos para lucrar com o engajamento, ela deve ser juridicamente responsável pelo impacto social desse conteúdo.
Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta planeja lançar planos de assinatura (pagos) para WhatsApp, Facebook e Instagram, mantendo os recursos principais gratuitos;
Recursos pagos incluirão funções de inteligência artificial, como geração de vídeos via Vibes e agentes de IA da Manus;
WhatsApp pode ainda ter versão paga sem anúncios por 4 euros mensais.

Um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do mundo deve ganhar uma modalidade paga nos próximos meses. A Meta revelou que está se preparando para testar planos de assinatura no WhatsApp. Novos recursos pagos também devem chegar ao Facebook e ao Instagram.

Em todos esses serviços, os recursos principais continuarão gratuitos. Apenas funções extras ou complementares farão parte dos planos pagos. Isso significa que WhatsApp, Facebook e Instagram não se tornarão obrigatoriamente pagos, mas oferecerão recursos premium a quem estiver disposto a pagar por eles.

Pagar quanto? Bom, estimativas de preços ainda não foram dadas pela Meta.

Quais serão os recursos pagos do WhatsApp?

Talvez nem a própria Meta saiba ao certo. A companhia informou ao TechCrunch que testará recursos pagos nos mencionados serviços, mas deu poucos detalhes sobre eles.

Sabe-se, contudo, que recursos de inteligência artificial deverão fazer parte do pacote. Nesse sentido, a Meta considera oferecer uma opção de geração de vídeos via Vibes, ferramenta anunciada em 2025 que usa IA para produzir filmes curtos. Esse recurso deverá ser interessante principalmente para quem gosta de publicar Reels no Instagram ou vídeos nos Status do WhatsApp.

Ainda no campo da inteligência artificial, está nos planos colocar entre os recursos pagos os agentes de IA da Manus, startup adquirida pela Meta no fim de 2025 por cerca de US$ 2 bilhões.

Tratando especificamente do WhatsApp, o WABetaInfo reportou recentemente que o mensageiro poderá ter uma versão paga que não exibe anúncios publicitários.

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Neste ponto, convém destacar que alguns usuários já se deparam com anúncios nos Status do WhatsApp ou sob a forma de canais promovidos na área Atualizações do serviço.

O WABetaInfo divulgou capturas de tela que mostram a ativação do recurso que inibe anúncios no WhatsApp mediante o pagamento de 4 euros (R$ 25, na conversão direta) por mês. Isso sugere que essa opção, quando for lançada, será oferecida à parte em relação aos planos pagos que terão funções de IA.

De igual forma, o Meta Verified, que adiciona selo de verificação e recursos para criadores de conteúdo ou organizações nos serviços da companhia, deverá continuar sendo oferecido como uma assinatura mensal à parte.

É claro que tudo isso pode mudar quando a Meta lançar os tais planos pagos. Fiquemos de olho.
WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções
Fonte: Tecnoblog