Category: Redes Sociais

Passo a passo para desativar o Instagram temporariamente

Passo a passo para desativar o Instagram temporariamente

Conheça o passo a passo para dar um tempo no Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Você consegue desativar o Instagram temporariamente pelo link direto para a Central de Contas da Meta pelo navegador ou pelo aplicativo para Android ou iPhone. Ambas as opções permitem suspender a conta de forma prática e reversível.

O procedimento é ideal para quem quer pausar o Instagram e se afastar do feed sem perder dados, fotos ou seguidores. Durante o período de pausa, todo seu perfil permanece oculto para outros usuários até o próximo login na conta.

A seguir, o Tecnoblog te explica como desativar o Instagram pelo link ou pelo aplicativo.

ÍndiceMétodo mais rápido: acesse o link para a página de desativar o InstagramPasso a passo completo para desativar a conta do Instagram pelo celular ou PCEm vídeo: como desativar o Instagram temporariamente Perguntas frequentes sobre a desativação da conta do InstagramPerco tudo se eu desativar a conta do Instagram? Entenda o que aconteceComo fica um perfil desativado no Instagram?Por quanto tempo o Instagram pode ficar desativado?Qual a diferença entre desativar e excluir o Instagram?O que fazer para reativar a conta do Instagram?

Método mais rápido: acesse o link para a página de desativar o Instagram

No navegador do seu celular ou computador, acesse o link para desativar o Instagram: accountscenter.instagram.com/manage/deletion_and_deactivation/ .

Faça login na conta que deseja pausar, caso não esteja conectado.

Na tela “Desativação ou exclusão”, selecione o perfil que será suspenso.

Marque a opção “Desativar conta” e toque em “Continuar”.

Veja os dados que ficarão ocultos durante a desativação e toque em “Continuar”.

Digite sua senha atual para autenticar a ação e, mais uma vez, confirme em “Continuar”.

Escolha o motivo pelo qual você quer pausar o Instagram e avance em “Continuar”.

Confirme o processo tocando em “Desativar conta” para desativar o Instagram pelo link.

Concluindo a desativação do Instagram pelo link direto para a Central de Contas da Meta (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Passo a passo completo para desativar a conta do Instagram pelo celular ou PC

1. Abra o Instagram no celular Android ou iPhone e toque na sua foto de perfil, no canto inferior direito, e depois toque no botão de três riscos, no canto superior direito.

Se estiver no PC via navegador, clique no botão “Mais” no canto inferior esquerdo e depois selecione a opção “Configurações”.

2. Acesse o painel “Central de Contas” e toque em “Gerenciar contas” para ver os perfis disponíveis.

3. Localize o perfil que você deseja desativar e toque no botão “Gerenciar”.

4. Toque na opção “Desativação ou exclusão” e, depois, selecione “Desativar conta”.

5. Insira a senha atual para confirmar a ação e toque em “Continuar”.

6. Marque a justificativa para desativar o Instagram temporariamente e toque em “Continuar”.

7. Toque em “Desativar conta” para congelar a conta do Instagram.

Finalizando a desativação do Instagram diretamente pelo app para celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Em vídeo: como desativar o Instagram temporariamente

Desativar temporariamente a sua conta do Instagram é uma forma de dar um tempo da rede social sem perder seu perfil e todos os conteúdos já publicados.

Perguntas frequentes sobre a desativação da conta do Instagram

Perco tudo se eu desativar a conta do Instagram? Entenda o que acontece

Essas são as seguintes mudanças que ocorrem ao desativar o Instagram temporariamente:

Perfil e dados preservados: você não vai perder a conta nem seu histórico de publicações, pois a rede social apenas oculta seus dados no aplicativo enquanto mantém as informações salvas no servidor;

Rede de contatos intacta: não há risco de perder seguidores ou interações acumuladas, embora perfis profissionais possam sofrer uma queda no alcance ao pausar o Instagram;

Regras de frequência: o processo para suspender a conta do Instagram é simples e reversível, mas a plataforma limita essa pausa a apenas uma execução por semana.

Como fica um perfil desativado no Instagram?

Ao optar por pausar o Instagram, seu perfil e conteúdos como fotos e Reels ficam ocultos nas buscas do aplicativo. Para os outros usuários, a sensação é de que a página deixou de existir, exibindo avisos de erro ao tentar acessar o link direto da conta.

Contudo, seu histórico de mensagens diretas (DMs) continua visível para seus contatos na caixa de entrada. Além disso, a conversa não exibirá um link clicável para sua página e sua foto será substituída por uma imagem padrão em tons de cinza.

Por quanto tempo o Instagram pode ficar desativado?

O Instagram não estabelece um limite de tempo para manter o perfil suspenso, permitindo que sua conta permaneça no “modo oculto” enquanto você preferir. Até você realizar a reativação, suas informações continuam armazenadas nos servidores da Meta.

Qual a diferença entre desativar e excluir o Instagram?

Ao desativar o Instagram por um tempo, você aciona uma pausa temporária e reversível. Embora oculte todo o seu perfil, publicações e interações para outros usuários, os dados permanecem salvos nos servidores.

Por outro lado, não é possível excluir o Instagram temporariamente. O processo de exclusão consiste na remoção definitiva da conta, apagando permanentemente todas as informações e conteúdos sem possibilidade de restauração.

O que fazer para reativar a conta do Instagram?

Um simples login usando seu nome de usuário e senha já é suficiente para reativar a conta do Instagram. O sistema da Meta processa suas credenciais de acesso e restaura automaticamente todas as suas fotos, Reels e interações que estavam ocultas.

Se você tiver problemas de autenticação após período de pausa, vale a pena usar a opção para recuperar a senha do Instagram. Essa etapa de redefinição de dados valida sua identidade via e-mail para garantir o acesso ao perfil com total segurança.
Passo a passo para desativar o Instagram temporariamente

Passo a passo para desativar o Instagram temporariamente
Fonte: Tecnoblog

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Ferramenta contra “lixo de IA” já foi acionada mais de um milhão de vezes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O LinkedIn reduziu em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade após implementar um botão de denúncia.
A plataforma recebeu mais de 1 milhão de reclamações de publicações geradas por IA.
Um sistema de transparência notifica os usuários quando uma publicação é denunciada como possível texto de inteligência artificial genérico.

O LinkedIn anunciou que conseguiu diminuir em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade geradas por inteligência artificial. A queda drástica ocorre poucas semanas após a rede social liberar um botão de denúncia para esse tipo de material. O objetivo é limpar o feed, penalizar conteúdos que não agregam valor e, a partir de agora, notificar os autores das postagens reportadas pelo público.

O diretor de produtos do LinkedIn, Hari Srinivasan, confirmou que os membros já estão visualizando uma quantidade muito menor de textos robotizados. A nova funcionalidade de moderação, apelidada como “botão contra lixo de IA” (ou “AI slop”, no jargão do setor de tecnologia), teve uma adoção rápida: já foi acionada mais de 1 milhão de vezes desde o lançamento.

Como o algoritmo lida com as denúncias?

Apesar do sucesso, a empresa mantém reservas sobre como processa as denúncias geradas pelos usuários para rebaixar o que considera “conteúdo de baixa qualidade”. Para evitar abusos ou perseguições, foram criados mecanismos que impedem que uma onda de feedbacks negativos seja utilizada para atacar ou silenciar outros membros injustamente.

Isso significa que apenas receber cliques no botão de denúncia não garante que uma postagem será ocultada caso o sistema interno não sustente a suspeita de uso inadequado de IA. A plataforma também realizou ajustes de algoritmo e passou a identificar e reduzir o alcance de publicações que abusam de clichês textuais já reconhecidos como assinaturas de sistemas de IA generativa – como posts que estruturam argumentos em fórmulas previsíveis, como o formato “não é sobre X, é sobre Y”.

A rede da Microsoft também introduziu um sistema de transparência. Os usuários vão receber um alerta sempre que uma publicação sua for denunciada por terceiros como “possível texto de inteligência artificial genérico”. Esse aviso não será exibido publicamente e ficará restrito ao painel de “análise de publicações” do aplicativo.

Exemplo de notificação de um post denunciado (imagem: reprodução/LinkedIn)

Mudança de postura

Um estudo recente conduzido pela empresa de detecção de IA Pangram estimou que mais de 40% das publicações longas no LinkedIn provavelmente foram criadas por inteligência artificial. Esse volume sem precedentes não ocorreu por acaso. O próprio aplicativo adotava uma postura de incentivo ao uso da tecnologia, incluindo até um botão na interface de criação que sugeria “aprimorar” publicações utilizando algoritmos de escrita.

No entanto, essa “facilidade” acabou descaracterizando a plataforma. Reconhecendo o impacto negativo na experiência dos usuários, a empresa optou por remover completamente o recurso assim que lançou a atual ferramenta de denúncia.
Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente
Fonte: Tecnoblog

Como organizar o feed do Instagram: saiba mover fotos já postadas

Como organizar o feed do Instagram: saiba mover fotos já postadas

Veja o passo a passo para alterar as fotos e reels na grade do perfil do Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Instagram permite organizar a estética do perfil ao alterar a posição das fotos já postadas diretamente pelo aplicativo para Android e iPhone. Utilizando o recurso “Reordenar grade”, o usuário altera a sequência das publicações sem precisar apagar nenhum conteúdo.

A ferramenta é ideal para quem busca manter uma vitrine harmônica, destacar postagens importantes no topo ou reorganizar o portfólio visual. Dessa forma, usuários comuns, criadores de conteúdo e marcas ganham mais liberdade para estruturar a apresentação da conta em poucos toques.

A seguir, veja o passo a passo para organizar o feed do Instagram.

ÍndiceComo organizar o feed com as fotos já postadas Dá para organizar o feed pelo PC?Posso reordenar os posts fixados do meu perfil?É possível reverter as alterações feitas na grade do perfil do Instagram?

Como organizar o feed com as fotos já postadas 

Abra o Instagram e acesse seu perfil tocando na foto no canto inferior direito.

Segure o toque em cima de qualquer foto ou reel não fixado no seu perfil para abrir um menu.

Toque em “Reordenar grade” para acessar o recurso que altera a ordem das publicações.

Arraste as fotos ou reels para a posição desejada no feed do Instagram.

Após organizar as fotos do Instagram, toque na seta para a esquerda no canto superior para finalizar e salvar as alterações na grade do perfil.

Ao segurar o toque em cima de um post no perfil, um menu será exibido com a opção “Reordenar grade”(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dá para organizar o feed pelo PC?

Embora seja possível postar no Instagram pela versão web, não é possível arrumar o feed nativamente. O recurso para alterar a ordem das publicações está disponível somente nos aplicativos para dispositivos Android e iPhone.

Posso reordenar os posts fixados do meu perfil?

Ao fixar uma publicação no Instagram, o conteúdo fica preso no topo do perfil sem uma opção de reordenação manual. Para alterar a posição dos posts nos destaques, você precisa desfixá-los e refazer o processo na ordem exata em que deseja exibi-los.

É possível reverter as alterações feitas na grade do perfil do Instagram?

Sim, você pode reverter a nova ordem do feed do Instagram apenas enquanto estiver no modo de edição do aplicativo. Basta tocar no botão “Desfazer”, no canto superior direito da tela, para restaurar instantaneamente as posições originais das fotos e reels.

Caso já tenha salvo as alterações, o aplicativo não oferece um recurso automático para restaurar o layout antigo. A única saída é acessar novamente a ferramenta de reorganização e reposicionar cada publicação manualmente até recuperar a ordem desejada.
Como organizar o feed do Instagram: saiba mover fotos já postadas

Como organizar o feed do Instagram: saiba mover fotos já postadas
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp quer ajudar na hora do parabéns (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade que permite cadastrar a data de nascimento, enviando notificações aos contatos quando for aniversário do usuário.
A funcionalidade foi encontrada na versão 2.26.27.3 do WhatsApp beta para Android e ainda não está disponível para testes.
O aplicativo também pode incluir uma seção “Aniversários” para reunir as datas de todos os contatos.

A Meta está testando uma funcionalidade no WhatsApp que permitirá cadastrar sua data de aniversário. Assim, seus contatos serão avisados quando chegar a hora de dar parabéns para você.

A ferramenta foi encontrada na versão 2.26.27.3 do WhatsApp beta para Android. Ela ainda não está sendo oferecida para os participantes do programa de testes — o site WABetaInfo encontrou o recurso no código do aplicativo. Como todo recurso em desenvolvimento, pode haver mudanças consideráveis ou até mesmo o cancelamento.

Como vão funcionar as notificações de aniversário?

O WhatsApp vai dar aos usuários a opção de cadastrar sua data de aniversário. Aparentemente, isso será opcional, exceto em locais onde a legislação exige essas informações para comprovação de idade.

Quando chega o aniversário de um de seus contatos, você receberá uma notificação dentro do app. Ainda não há informações se haverá uma notificação no nível do sistema, que apareceria mesmo sem abrir o app.

Além disso, o app testa uma seção chamada “Aniversários” em sua interface. Ela reuniria as datas de todos os contatos.

Página dedicada reuniria aniversários dos contatos (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Outro ponto importante é que, no momento, não há nenhuma configuração de privacidade para essa informação. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, é de se esperar que isso seja acrescido, caso a Meta opte por seguir em frente com a criação da ferramenta.

Recurso já está presente na concorrência

Redes sociais como Facebook e o velho Orkut já avisavam quando era aniversário de um amigo seu. Já o X (antigo Twitter) não conta com notificações, mas mostra uma animação com balões no perfil do aniversariante. O Instagram, por sua vez, não tem nada disso.

Assim, dependendo da rede social que a pessoa mais usa, ela precisa de um calendário se quiser se lembrar dos aniversários de amigos e familiares.

Colocar essa informação no WhatsApp pode ajudar quem gosta de mandar uma mensagem nesse dia especial. O recurso, porém, não é inédito: o Telegram (sempre ele) já permite cadastrar o aniversário. Os contatos são avisados no topo da tela principal, acima da lista de conversas.
WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos
Fonte: Tecnoblog

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram não removeu anúncios automaticamente após denúncia no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Instagram exibiu anúncios de material de abuso infantil na Índia, de acordo com investigação da BBC.
Os anúncios direcionavam para canais de venda de vídeos no Telegram.
A Meta, dona do Instagram, afirma ter removido os anúncios e suspendido as contas envolvidas.

O Instagram permitiu a veiculação de anúncios pagos de material de abuso sexual infantil na Índia, de acordo com uma investigação da BBC. As peças publicitárias levavam a canais do Telegram, que vendiam vídeos a 99 rúpias (cerca de R$ 5,40, em conversão direta).

A reportagem da BBC usou as ferramentas de reportar propagandas da própria plataforma, mas recebeu uma resposta de que as publicações não violavam os termos da comunidade. Quando a equipe procurou a assessoria de imprensa da Meta, a empresa disse ter removido os anúncios e suspendido as contas envolvidas.

Como a investigação encontrou as propagandas de abuso infantil?

Vendas aconteciam em canais do Telegram (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A equipe da BBC diz ter feito uma nova conta no Instagram para investigar se a rede social promovia conteúdo sexualmente sugestivo, após notar que publicações desse tipo eram recomendadas mesmo quando o usuário não tinha procurado nada do tipo. Entre os posts, estavam mulheres com pouca roupa, fazendo insinuações sexuais enquanto falavam de comida, tempo e vida cotidiana na Índia.

A conta criada pelo canal britânico seguiu dez perfis desse tipo. Em menos de uma semana, surgiram anúncios contendo mulheres oferecendo videochamadas e casais nus fazendo sexo. Dias depois, começaram a aparecer propagandas de crianças com adultos em situações sexualmente sugestivas, com links para canais do Telegram.

O que Meta e Telegram fizeram a respeito?

A BBC diz ter reportado um dos anúncios pela ferramenta do próprio Instagram. Depois de 24 horas, recebeu uma resposta de que o anúncio não seria removido porque o time de revisão concluiu que a peça não violava os padrões da comunidade.

A reportagem também denunciou dois canais do Telegram usando os meios fornecidos pelo próprio aplicativo de mensagens. Um deles foi derrubado, mas outro continuou publicando vídeos de abuso infantil para venda.

Procurada pela reportagem do canal britânico, a Meta afirmou já ter removido mais de 274 mil grupos e canais ligados a materiais de abuso sexual infantil em 2026. Sobre os anúncios em questão, a companhia disse ter desativado vários deles e suspendido as contas ligadas ao material.

Mesmo assim, a empresa admitiu que seu sistema de detecção não é perfeito e seu processo de revisão pode não detectar todas as violações de suas políticas.

Já o Telegram disse à BBC que usa moderação humana e automatizada para erradicar a presença de materiais de abuso sexual infantil no app. A companhia afirma ter “virtualmente eliminado a disseminação pública” desse tipo de conteúdo em sua plataforma.
Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação
Fonte: Tecnoblog

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram agora permite intervenção direta do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram agora permite que usuários ajustem manualmente os tópicos associados ao perfil.
A ferramenta possibilita que os usuários removam ou adicionem interesses, adaptando o algoritmo do que é exibido no feed.
A função visa dar aos usuários mais controle sobre os posts exibidos.

O Instagram finalmente passará a permitir que o usuário tenha mais controle sobre os posts que vê no feed principal através da ferramenta “Seu Algoritmo”. A função oferece informações sobre quais tópicos a rede social associou ao perfil das pessoas e possibilita o ajuste manual.

Dessa forma, o Instagram deixa de depender apenas de sinais indiretos, como curtidas, tempo de visualização e compartilhamentos, e passa a permitir uma intervenção direta do usuário. A novidade chegou primeiro ao Reels, nos Estados Unidos, em 2025. Não há confirmação de quando a ferramenta será introduzida no Brasil.

Mosseri reconhece perda de controle no feed

Instagram perdeu a mão no feed, segundo Mosseri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O chefe da rede social, Adam Mosseri, reconheceu, em publicação no Threads, que as plataformas reduziram a autonomia dos usuários ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os feeds passaram a ser dominados por publicações de contas que as pessoas nunca escolheram seguir.

Ele menciona que o Instagram passou a trazer recomendações ao fim do feed em 2020 e passaram a ser misturadas à página inicial no ano seguinte. “Um feed onde apenas um em cada cinquenta amigos publica um momento perfeito não é interessante, e as recomendações algorítmicas preencheram essa lacuna”, afirmou.

Na avaliação de Mosseri, a mudança — que ocorreu durante um movimento geral das redes em direção ao modelo do TikTok — foi uma faca de dois gumes.

O custo que nós, como indústria, não levamos em consideração adequadamente é o impacto que isso teve na autonomia das pessoas. […] quem você segue costumava ser uma ferramenta importante para moldar sua própria experiência, e, à medida que as recomendações dominaram o feed principal, essa ferramenta silenciosamente deixou de funcionar.

Adam Mosseri, chefe do Instagram

Como funciona o Seu Algoritmo?

Ajustes de tópicos no Reels (imagem: reprodução/TechCrunch)

No anúncio, Mosseri não trouxe novidades sobre o funcionamento da ferramenta, mas ela deve seguir o mesmo estilo do Seu Algoritmo para o Reels. Nele, o Instagram exibe os temas que acredita serem relevantes para o usuário, com base nos conteúdos consumidos. A partir dessa lista, é possível remover assuntos indesejados ou adicionar novos interesses.

A ideia é tornar visível uma parte do funcionamento do algoritmo, permitindo que o usuário corrija ou complemente as interpretações dele em vez de apenas inferir gostos a partir do comportamento.

Até o momento, a única forma de influenciar o algoritmo era sinalizando não haver interesse naquele tipo de conteúdo, restringindo perfis ou, mais extremo, denunciando publicações. Tudo isso, entretanto, tem que ser feito individualmente, em cada post.

Instagram quer ampliar controle

Por enquanto, o ajuste funciona por tópicos, mas o Instagram já trabalha para ampliar esse controle. A plataforma quer permitir que o usuário dê comandos mais específicos, incluindo preferências relacionadas a perfis, formatos de mídia e diferentes estilos de conteúdo — talvez algo próximo ao que fez o Spotify, recentemente.

Segundo Mosseri, a IA poderá, no longo prazo, personalizar a própria experiência do usuário dentro do aplicativo, adaptando recursos e interfaces de acordo com cada pessoa.

O executivo ponderou que esse nível de personalização pode reduzir experiências compartilhadas dentro das redes sociais. Ainda assim, defendeu que a busca por conexão e vivências em comum continuará influenciando o desenvolvimento dos produtos.

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

Meta aposta em status para deixar WhatsApp com cara de rede social (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está preparando uma mudança para dar mais destaque aos status, com publicações temporárias aparecendo no topo da lista de conversas.
A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta para iOS e já está sendo distribuída no programa de testes para Android.
Os status ficarão visíveis ao “puxar” a lista de conversas para baixo, permitindo acessar as publicações.

O WhatsApp pretende colocar os status no topo da lista de conversas. A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta do aplicativo para iOS e já vem há algum tempo sendo distribuída no programa de testes para Android.

Os status são publicações temporárias, que ficam no ar por um prazo de apenas 24 horas, semelhantes aos stories do Instagram. Atualmente, eles fazem parte da aba Atualizações do aplicativo, que também lista os canais nos quais o usuário está inscrito.

Status terão lugar de destaque no app (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Com a mudança da interface, a aba Conversas terá pequenos círculos no topo, substituindo o título, com as imagens de perfil dos usuários que publicaram status.

Ao “puxar” a lista de conversas para baixo, os círculos se expandem, permitindo visualizar as publicações. Também é possível deslizar para os lados para ver status de mais pessoas. Ao rolar a lista para cima, os círculos são minimizados novamente.

Esse funcionamento não é inédito: o Telegram adota o mesmo esquema e o mesmo visual para seus stories.

WhatsApp investe em status

Nos últimos anos, a Meta acrescentou vários recursos aos status do WhatsApp para deixá-los com mais cara de stories de Instagram ou Facebook.

A última grande atualização foi há quase um ano, em junho de 2025. Na ocasião, o app ganhou uma ferramenta de layout, para publicar fotos lado a lado; opção para adicionar músicas; figurinhas de fotos, para colocar imagens extras; e o recurso “Sua vez”, para criar e seguir trends, como já acontece no Instagram.

Essa aposta tem seus motivos: também em junho de 2025, a Meta anunciou que passaria a incluir propagandas entre os status. Colocá-los na tela de conversas, a mais usada do aplicativo, é uma forma de aumentar a popularidade do recurso. Quanto mais gente usando, mais espaço para incluir anúncios e mais audiência para a publicidade.

Com informações do WABetaInfo
WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status
Fonte: Tecnoblog

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Veredito pode servir como base para milhares de processos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta e Google pediram a anulação da condenação de US$ 6 milhões por danos à saúde mental de uma jovem nos EUA.
Segundo a Justiça, as empresas criaram aplicativos “para viciar os usuários”.
Ambas as companhias alegam isenção de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas e solicitam um novo julgamento.

A Meta e a Alphabet (empresa-mãe do Google) entraram com um pedido formal na Justiça de Los Angeles, na Califórnia (EUA), para tentar anular o veredito histórico que condenou as empresas a pagarem US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) por danos à saúde mental de uma jovem.

Segundo a agência Reuters, o recurso busca reverter a decisão de março, que classificou os aplicativos das companhias como “produtos desenvolvidos para viciar os usuários”. Caso o juiz recuse o pedido de anulação, as empresas exigem a realização de um novo julgamento.

A multa milionária foi dividida entre as big techs. A Meta ficou responsável por 70% do valor (US$ 4,2 milhões), enquanto o YouTube deverá arcar com os 30% restantes (US$ 1,8 milhão). O TikTok e o Snapchat também eram alvos da ação original, mas fecharam acordos com a autora antes do início das audiências.

A condenação marcou uma derrota de peso para as empresas, validando a tese de que elas não alertam o público sobre os perigos atrelados ao uso prolongado de seus serviços.

Big techs buscam suporte em lei de 1996

Decisão estipulou multa de US$ 6 milhões às empresas (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Para tentar derrubar a sentença, as plataformas se apoiam na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações (Communications Decency Act), uma legislação federal norte-americana de 1996.

Essa norma funciona como um escudo legal, isentando as empresas de responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros. Na petição enviada à corte, a Meta argumenta que as evidências mostradas durante o julgamento conectaram os problemas da autora aos vídeos que ela consumia, e não aos recursos dos aplicativos.

Se um caso idêntico fosse julgado na Justiça brasileira, por exemplo, a disputa seguiria um roteiro parecido, esbarrando no Marco Civil da Internet — que também blinda as redes sociais de responsabilização direta pelo que os usuários postam.

Contudo, como o foco da ação é o design da plataforma, o processo cairia no escopo do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao argumentar que a interface do aplicativo é um “produto defeituoso” e perigoso para menores, a Justiça do Brasil poderia condenar as big techs por falha na prestação do serviço, desviando da proteção do Marco Civil.

Ação desvia da lei que isenta redes sociais por conteúdo de terceiros (imagem: Jeremy Zero/Unsplash)

Foi exatamente essa a estratégia que a equipe de acusação utilizou nos Estados Unidos para contornar a lei local. Os advogados da jovem de 20 anos, identificada no processo como Kaley GM, tiraram o foco das postagens e miraram na arquitetura das plataformas.

Com isso, eles conseguiram provar aos jurados que as empresas implementaram propositalmente ferramentas como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos, notificações ininterruptas e filtros de beleza.

Essa combinação de recursos, segundo a acusação, cria um ecossistema comparável a um cassino digital para forçar o engajamento e o uso compulsivo. Nos autos do processo, a autora relata que começou a consumir o YouTube aos seis anos de idade e criou seu Instagram aos onze. O tempo excessivo de tela induzido por essas mecânicas teria provocado depressão e pensamentos suicidas.

Desfecho do caso pode ser histórico

O júri que avaliou o caso concluiu que os executivos das redes sociais não apenas conheciam os riscos associados aos seus produtos, mas falharam na adoção de medidas para proteger o público infantojuvenil. O resultado desse embate não afeta apenas o Google e a Meta, mas serve como um termômetro jurídico que guiará as negociações e sentenças de mais de 2 mil ações parecidas só no estado da Califórnia.

Em entrevista à CNBC, Joseph VanZandt, co-líder dos advogados de acusação, resumiu o peso da decisão e o recado dado às empresas: “é um referendo para toda uma indústria de que a responsabilização chegou”.
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Fonte: Tecnoblog