Category: Redes Sociais

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp quer ajudar na hora do parabéns (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade que permite cadastrar a data de nascimento, enviando notificações aos contatos quando for aniversário do usuário.
A funcionalidade foi encontrada na versão 2.26.27.3 do WhatsApp beta para Android e ainda não está disponível para testes.
O aplicativo também pode incluir uma seção “Aniversários” para reunir as datas de todos os contatos.

A Meta está testando uma funcionalidade no WhatsApp que permitirá cadastrar sua data de aniversário. Assim, seus contatos serão avisados quando chegar a hora de dar parabéns para você.

A ferramenta foi encontrada na versão 2.26.27.3 do WhatsApp beta para Android. Ela ainda não está sendo oferecida para os participantes do programa de testes — o site WABetaInfo encontrou o recurso no código do aplicativo. Como todo recurso em desenvolvimento, pode haver mudanças consideráveis ou até mesmo o cancelamento.

Como vão funcionar as notificações de aniversário?

O WhatsApp vai dar aos usuários a opção de cadastrar sua data de aniversário. Aparentemente, isso será opcional, exceto em locais onde a legislação exige essas informações para comprovação de idade.

Quando chega o aniversário de um de seus contatos, você receberá uma notificação dentro do app. Ainda não há informações se haverá uma notificação no nível do sistema, que apareceria mesmo sem abrir o app.

Além disso, o app testa uma seção chamada “Aniversários” em sua interface. Ela reuniria as datas de todos os contatos.

Página dedicada reuniria aniversários dos contatos (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Outro ponto importante é que, no momento, não há nenhuma configuração de privacidade para essa informação. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, é de se esperar que isso seja acrescido, caso a Meta opte por seguir em frente com a criação da ferramenta.

Recurso já está presente na concorrência

Redes sociais como Facebook e o velho Orkut já avisavam quando era aniversário de um amigo seu. Já o X (antigo Twitter) não conta com notificações, mas mostra uma animação com balões no perfil do aniversariante. O Instagram, por sua vez, não tem nada disso.

Assim, dependendo da rede social que a pessoa mais usa, ela precisa de um calendário se quiser se lembrar dos aniversários de amigos e familiares.

Colocar essa informação no WhatsApp pode ajudar quem gosta de mandar uma mensagem nesse dia especial. O recurso, porém, não é inédito: o Telegram (sempre ele) já permite cadastrar o aniversário. Os contatos são avisados no topo da tela principal, acima da lista de conversas.
WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos

WhatsApp pode ganhar notificações de aniversários de contatos
Fonte: Tecnoblog

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram não removeu anúncios automaticamente após denúncia no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Instagram exibiu anúncios de material de abuso infantil na Índia, de acordo com investigação da BBC.
Os anúncios direcionavam para canais de venda de vídeos no Telegram.
A Meta, dona do Instagram, afirma ter removido os anúncios e suspendido as contas envolvidas.

O Instagram permitiu a veiculação de anúncios pagos de material de abuso sexual infantil na Índia, de acordo com uma investigação da BBC. As peças publicitárias levavam a canais do Telegram, que vendiam vídeos a 99 rúpias (cerca de R$ 5,40, em conversão direta).

A reportagem da BBC usou as ferramentas de reportar propagandas da própria plataforma, mas recebeu uma resposta de que as publicações não violavam os termos da comunidade. Quando a equipe procurou a assessoria de imprensa da Meta, a empresa disse ter removido os anúncios e suspendido as contas envolvidas.

Como a investigação encontrou as propagandas de abuso infantil?

Vendas aconteciam em canais do Telegram (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A equipe da BBC diz ter feito uma nova conta no Instagram para investigar se a rede social promovia conteúdo sexualmente sugestivo, após notar que publicações desse tipo eram recomendadas mesmo quando o usuário não tinha procurado nada do tipo. Entre os posts, estavam mulheres com pouca roupa, fazendo insinuações sexuais enquanto falavam de comida, tempo e vida cotidiana na Índia.

A conta criada pelo canal britânico seguiu dez perfis desse tipo. Em menos de uma semana, surgiram anúncios contendo mulheres oferecendo videochamadas e casais nus fazendo sexo. Dias depois, começaram a aparecer propagandas de crianças com adultos em situações sexualmente sugestivas, com links para canais do Telegram.

O que Meta e Telegram fizeram a respeito?

A BBC diz ter reportado um dos anúncios pela ferramenta do próprio Instagram. Depois de 24 horas, recebeu uma resposta de que o anúncio não seria removido porque o time de revisão concluiu que a peça não violava os padrões da comunidade.

A reportagem também denunciou dois canais do Telegram usando os meios fornecidos pelo próprio aplicativo de mensagens. Um deles foi derrubado, mas outro continuou publicando vídeos de abuso infantil para venda.

Procurada pela reportagem do canal britânico, a Meta afirmou já ter removido mais de 274 mil grupos e canais ligados a materiais de abuso sexual infantil em 2026. Sobre os anúncios em questão, a companhia disse ter desativado vários deles e suspendido as contas ligadas ao material.

Mesmo assim, a empresa admitiu que seu sistema de detecção não é perfeito e seu processo de revisão pode não detectar todas as violações de suas políticas.

Já o Telegram disse à BBC que usa moderação humana e automatizada para erradicar a presença de materiais de abuso sexual infantil no app. A companhia afirma ter “virtualmente eliminado a disseminação pública” desse tipo de conteúdo em sua plataforma.
Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação

Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil, diz investigação
Fonte: Tecnoblog

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram agora permite intervenção direta do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram agora permite que usuários ajustem manualmente os tópicos associados ao perfil.
A ferramenta possibilita que os usuários removam ou adicionem interesses, adaptando o algoritmo do que é exibido no feed.
A função visa dar aos usuários mais controle sobre os posts exibidos.

O Instagram finalmente passará a permitir que o usuário tenha mais controle sobre os posts que vê no feed principal através da ferramenta “Seu Algoritmo”. A função oferece informações sobre quais tópicos a rede social associou ao perfil das pessoas e possibilita o ajuste manual.

Dessa forma, o Instagram deixa de depender apenas de sinais indiretos, como curtidas, tempo de visualização e compartilhamentos, e passa a permitir uma intervenção direta do usuário. A novidade chegou primeiro ao Reels, nos Estados Unidos, em 2025. Não há confirmação de quando a ferramenta será introduzida no Brasil.

Mosseri reconhece perda de controle no feed

Instagram perdeu a mão no feed, segundo Mosseri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O chefe da rede social, Adam Mosseri, reconheceu, em publicação no Threads, que as plataformas reduziram a autonomia dos usuários ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os feeds passaram a ser dominados por publicações de contas que as pessoas nunca escolheram seguir.

Ele menciona que o Instagram passou a trazer recomendações ao fim do feed em 2020 e passaram a ser misturadas à página inicial no ano seguinte. “Um feed onde apenas um em cada cinquenta amigos publica um momento perfeito não é interessante, e as recomendações algorítmicas preencheram essa lacuna”, afirmou.

Na avaliação de Mosseri, a mudança — que ocorreu durante um movimento geral das redes em direção ao modelo do TikTok — foi uma faca de dois gumes.

O custo que nós, como indústria, não levamos em consideração adequadamente é o impacto que isso teve na autonomia das pessoas. […] quem você segue costumava ser uma ferramenta importante para moldar sua própria experiência, e, à medida que as recomendações dominaram o feed principal, essa ferramenta silenciosamente deixou de funcionar.

Adam Mosseri, chefe do Instagram

Como funciona o Seu Algoritmo?

Ajustes de tópicos no Reels (imagem: reprodução/TechCrunch)

No anúncio, Mosseri não trouxe novidades sobre o funcionamento da ferramenta, mas ela deve seguir o mesmo estilo do Seu Algoritmo para o Reels. Nele, o Instagram exibe os temas que acredita serem relevantes para o usuário, com base nos conteúdos consumidos. A partir dessa lista, é possível remover assuntos indesejados ou adicionar novos interesses.

A ideia é tornar visível uma parte do funcionamento do algoritmo, permitindo que o usuário corrija ou complemente as interpretações dele em vez de apenas inferir gostos a partir do comportamento.

Até o momento, a única forma de influenciar o algoritmo era sinalizando não haver interesse naquele tipo de conteúdo, restringindo perfis ou, mais extremo, denunciando publicações. Tudo isso, entretanto, tem que ser feito individualmente, em cada post.

Instagram quer ampliar controle

Por enquanto, o ajuste funciona por tópicos, mas o Instagram já trabalha para ampliar esse controle. A plataforma quer permitir que o usuário dê comandos mais específicos, incluindo preferências relacionadas a perfis, formatos de mídia e diferentes estilos de conteúdo — talvez algo próximo ao que fez o Spotify, recentemente.

Segundo Mosseri, a IA poderá, no longo prazo, personalizar a própria experiência do usuário dentro do aplicativo, adaptando recursos e interfaces de acordo com cada pessoa.

O executivo ponderou que esse nível de personalização pode reduzir experiências compartilhadas dentro das redes sociais. Ainda assim, defendeu que a busca por conexão e vivências em comum continuará influenciando o desenvolvimento dos produtos.

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram faz mea culpa e libera ajustes do algoritmo direto no feed
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

Meta aposta em status para deixar WhatsApp com cara de rede social (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está preparando uma mudança para dar mais destaque aos status, com publicações temporárias aparecendo no topo da lista de conversas.
A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta para iOS e já está sendo distribuída no programa de testes para Android.
Os status ficarão visíveis ao “puxar” a lista de conversas para baixo, permitindo acessar as publicações.

O WhatsApp pretende colocar os status no topo da lista de conversas. A nova localização do recurso começou a aparecer na versão beta do aplicativo para iOS e já vem há algum tempo sendo distribuída no programa de testes para Android.

Os status são publicações temporárias, que ficam no ar por um prazo de apenas 24 horas, semelhantes aos stories do Instagram. Atualmente, eles fazem parte da aba Atualizações do aplicativo, que também lista os canais nos quais o usuário está inscrito.

Status terão lugar de destaque no app (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Com a mudança da interface, a aba Conversas terá pequenos círculos no topo, substituindo o título, com as imagens de perfil dos usuários que publicaram status.

Ao “puxar” a lista de conversas para baixo, os círculos se expandem, permitindo visualizar as publicações. Também é possível deslizar para os lados para ver status de mais pessoas. Ao rolar a lista para cima, os círculos são minimizados novamente.

Esse funcionamento não é inédito: o Telegram adota o mesmo esquema e o mesmo visual para seus stories.

WhatsApp investe em status

Nos últimos anos, a Meta acrescentou vários recursos aos status do WhatsApp para deixá-los com mais cara de stories de Instagram ou Facebook.

A última grande atualização foi há quase um ano, em junho de 2025. Na ocasião, o app ganhou uma ferramenta de layout, para publicar fotos lado a lado; opção para adicionar músicas; figurinhas de fotos, para colocar imagens extras; e o recurso “Sua vez”, para criar e seguir trends, como já acontece no Instagram.

Essa aposta tem seus motivos: também em junho de 2025, a Meta anunciou que passaria a incluir propagandas entre os status. Colocá-los na tela de conversas, a mais usada do aplicativo, é uma forma de aumentar a popularidade do recurso. Quanto mais gente usando, mais espaço para incluir anúncios e mais audiência para a publicidade.

Com informações do WABetaInfo
WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status

WhatsApp prepara mudança para dar mais destaque a status
Fonte: Tecnoblog

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Veredito pode servir como base para milhares de processos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta e Google pediram a anulação da condenação de US$ 6 milhões por danos à saúde mental de uma jovem nos EUA.
Segundo a Justiça, as empresas criaram aplicativos “para viciar os usuários”.
Ambas as companhias alegam isenção de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas e solicitam um novo julgamento.

A Meta e a Alphabet (empresa-mãe do Google) entraram com um pedido formal na Justiça de Los Angeles, na Califórnia (EUA), para tentar anular o veredito histórico que condenou as empresas a pagarem US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) por danos à saúde mental de uma jovem.

Segundo a agência Reuters, o recurso busca reverter a decisão de março, que classificou os aplicativos das companhias como “produtos desenvolvidos para viciar os usuários”. Caso o juiz recuse o pedido de anulação, as empresas exigem a realização de um novo julgamento.

A multa milionária foi dividida entre as big techs. A Meta ficou responsável por 70% do valor (US$ 4,2 milhões), enquanto o YouTube deverá arcar com os 30% restantes (US$ 1,8 milhão). O TikTok e o Snapchat também eram alvos da ação original, mas fecharam acordos com a autora antes do início das audiências.

A condenação marcou uma derrota de peso para as empresas, validando a tese de que elas não alertam o público sobre os perigos atrelados ao uso prolongado de seus serviços.

Big techs buscam suporte em lei de 1996

Decisão estipulou multa de US$ 6 milhões às empresas (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Para tentar derrubar a sentença, as plataformas se apoiam na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações (Communications Decency Act), uma legislação federal norte-americana de 1996.

Essa norma funciona como um escudo legal, isentando as empresas de responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros. Na petição enviada à corte, a Meta argumenta que as evidências mostradas durante o julgamento conectaram os problemas da autora aos vídeos que ela consumia, e não aos recursos dos aplicativos.

Se um caso idêntico fosse julgado na Justiça brasileira, por exemplo, a disputa seguiria um roteiro parecido, esbarrando no Marco Civil da Internet — que também blinda as redes sociais de responsabilização direta pelo que os usuários postam.

Contudo, como o foco da ação é o design da plataforma, o processo cairia no escopo do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao argumentar que a interface do aplicativo é um “produto defeituoso” e perigoso para menores, a Justiça do Brasil poderia condenar as big techs por falha na prestação do serviço, desviando da proteção do Marco Civil.

Ação desvia da lei que isenta redes sociais por conteúdo de terceiros (imagem: Jeremy Zero/Unsplash)

Foi exatamente essa a estratégia que a equipe de acusação utilizou nos Estados Unidos para contornar a lei local. Os advogados da jovem de 20 anos, identificada no processo como Kaley GM, tiraram o foco das postagens e miraram na arquitetura das plataformas.

Com isso, eles conseguiram provar aos jurados que as empresas implementaram propositalmente ferramentas como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos, notificações ininterruptas e filtros de beleza.

Essa combinação de recursos, segundo a acusação, cria um ecossistema comparável a um cassino digital para forçar o engajamento e o uso compulsivo. Nos autos do processo, a autora relata que começou a consumir o YouTube aos seis anos de idade e criou seu Instagram aos onze. O tempo excessivo de tela induzido por essas mecânicas teria provocado depressão e pensamentos suicidas.

Desfecho do caso pode ser histórico

O júri que avaliou o caso concluiu que os executivos das redes sociais não apenas conheciam os riscos associados aos seus produtos, mas falharam na adoção de medidas para proteger o público infantojuvenil. O resultado desse embate não afeta apenas o Google e a Meta, mas serve como um termômetro jurídico que guiará as negociações e sentenças de mais de 2 mil ações parecidas só no estado da Califórnia.

Em entrevista à CNBC, Joseph VanZandt, co-líder dos advogados de acusação, resumiu o peso da decisão e o recado dado às empresas: “é um referendo para toda uma indústria de que a responsabilização chegou”.
Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

Os avatares se tornaram mais populares à medida que as pessoas passaram a se comunicar em meios virtuais (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Avatar digital é uma representação gráfica de uma pessoa em ambiente virtual. Em outras palavras, trata-se de um modelo visual que personifica alguém em meios digitais.

Os avatares têm a função de facilitar a identificação de uma pessoa no universo virtual, sem a necessidade de ver o nome de usuário ou dados pessoais dela. Eles também habilitam interações com outros usuários dentro do ambiente digital.

Avatares digitais são comuns em redes sociais (como Instagram e Facebook), em jogos eletrônicos e metaverso. Mas praticamente qualquer aplicação no mundo virtual pode incorporá-los ao seu ambiente.

A seguir, entenda melhor o que são avatares, para que servem e quais os principais tipos.

ÍndiceO que é um avatar digital?O que significa avatar?Para que serve o avatar digital?Quais apps ou serviços usam avatares digitais?Quais são os tipos de avatar digital?Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?Qual é a diferença entre avatar e holograma?

O que é um avatar digital?

Avatar digital ou avatar virtual é uma representação gráfica do usuário ou de outra pessoa em ambiente virtual, a exemplo de redes sociais, jogos eletrônicos ou metaverso. Essa figura virtual costuma ser bidimensional (2D) ou tridimensional (3D), e ajuda a identificar o usuário em meios digitais.

O que significa avatar?

“Avatar” vem do sânscrito (originalmente “avatāra”) e significa “descida do céu à Terra”. A expressão foi criada pelo hinduísmo para representar a encarnação ou manifestação física de uma divindade na Terra.

Acontece que o termo foi ressignificado em meados de 1980: o desenvolvedor de videogame Ricardo Garriott é apontado como o principal responsável por atrelar “avatar” ao ser espiritual de alguém em um mundo fictício — que no caso, era o jogo Ultima 4.

Com o tempo, a expressão foi usada para representar a personificação de uma pessoa em ambientes virtuais.

Para que serve o avatar digital?

Um avatar tem a função de personificar alguém em ambiente digital por meio de uma representação gráfica. Isso ajuda, por exemplo, a reconhecer uma pessoa sem precisar ver o nome de usuário dela ou outros dados de identificação.

Além disso, os avatares digitais habilitam certos tipos de interação com terceiros nos meios virtuais: dependendo da aplicação em uso, só será possível conversar ou fazer gestos se ambos tiverem criado um avatar.

Um avatar pode ilustrar como uma pessoa seria em um jogo de videogame, por exemplo (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Quais apps ou serviços usam avatares digitais?

Os avatares digitais costumam ser vistos principalmente em:

Redes sociais: avatares digitais são populares em redes sociais; você pode criar um avatar no Facebook ou usar um avatar no Instagram para usá-lo em sua página de perfil ou para criar figurinhas personalizadas, por exemplo.

Jogos eletrônicos: em jogos, os avatares são representados por personagens personalizados ou predefinidos, que ilustram você ou qualquer outra pessoa (seja ela real ou fictícia).

Metaverso: o metaverso é um ambiente que pode integrar realidade virtual (VR) com realidade aumentada (AR), e baseia-se em avatares que representam os usuários dentro desse universo.

Chatbots de IA: chatbots de inteligência artificial podem usar avatares para humanizar seus respectivos serviços.

Criação de conteúdos: conteúdos visuais (como vídeos curtos ou longos ou propagandas) também podem incorporar avatares para dar mais dinâmica aos materiais.

Importante destacar que qualquer aplicação baseada em ambientes virtuais pode adotar avatares digitais, desde um simples sistema baseado em cadastros de usuários até um jogo de videogame.

Quais são os tipos de avatar digital?

Embora não exista uma classificação oficial, avatares digitais podem ser segmentados com base em suas dimensões gráficas, dinamismo e estética:

Avatares bidimensionais: modelos 2D mais simplistas, geralmente representados por ilustrações básicas.

Avatares tridimensionais: modelos 3D que conseguem ilustrar volumes, texturas e outros detalhes de qualquer ângulo.

Avatares estáticos: imagens ou figurinhas que não apresentam recursos dinâmicos.

Avatares animados: modelos capazes de executar movimentos (como aceno de mão ou poses para fotos).

Avatares cartunescos: representações gráficas com estética de desenho, sem tanto foco na fidelidade da pessoa ou elemento.

Avatares realistas: modelos gráficos que tentam replicar com fidelidade uma pessoa ou personagem.

A Nat Natura é um exemplo de avatar 3D, animado e com estética cartunesca (Imagem: Divulgação/Natura)

Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?

Avatar é uma representação gráfica de uma pessoa (real ou fictícia) em um ambiente virtual, podendo ser ilustrada visualmente em 2D ou 3D. Em outras palavras e de forma simplificada, avatares digitais são aqueles “bonequinhos” criados para representar você em redes sociais ou jogos eletrônicos.

Já a foto de perfil é a imagem escolhida para identificar o usuário. Fotos de perfil podem usar fotos reais, desenhos ou mesmo avatares digitais.

Qual é a diferença entre avatar e holograma?

Avatares digitais são representações visuais que personificam algo ou alguém em um meio virtual. Avatares não existem no mundo real, e só aparecem em ambientes como internet e metaverso.

Já hologramas são imagens tridimensionais projetadas no mundo real. Eles são baseados na projeção de luz para ilustrar algo do mundo virtual em um espaço físico, sem depender de telas.

E apesar de serem diferentes, os elementos podem se complementar: você pode criar um avatar para um ambiente virtual, e depois projetar o holograma desse avatar no mundo real.
O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais
Fonte: Tecnoblog

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Resumo

O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.

O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.

O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.

Como é a nova página inicial do Instagram?

Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.

Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.

Feeds lembram Instagram de antigamente

Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.

A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.

Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.

Instagram está fazendo mais testes

Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.

Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.

Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)
Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home
Fonte: Tecnoblog

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.

Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.

A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.

O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.

América Latina é exceção

Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.

O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:

Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.

Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.

Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.

Banimentos generalizados

ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.

“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.

O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.

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Fonte: Tecnoblog