Category: PC

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook

MacBook Air é a versão mais barata dos notebooks da Apple hoje (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

Resumo

A Apple planeja lançar um MacBook econômico, codinome J700, para competir com Chromebooks e PCs Windows de entrada. O lançamento pode ocorrer no primeiro semestre de 2026.
O J700 usaria um chip de iPhone em vez dos processadores da série M e terá um display LCD menor que 13,6 polegadas. O preço seria inferior a US$ 1.000.
A Apple busca expandir sua participação no mercado de PCs, atualmente em 9%, enfrentando concorrência de Lenovo, HP e Dell.

A Apple estaria desenvolvendo o primeiro laptop de baixo custo da marca para competir diretamente com os Chromebooks e PCs Windows de entrada no setor educacional e corporativo.

O jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conversou com fontes familiarizadas com o assunto e revelou que o novo dispositivo tem o codinome J700. Ele já estaria em fase de testes ativos e em produção inicial com fornecedores na Ásia. O lançamento pode ocorrer no primeiro semestre de 2026.

O Mac foi a categoria de hardware que mais cresceu no último trimestre, com uma alta de 13%, atingindo US$ 8,73 bilhões, o que dá R$ 47,1 bilhões em conversão direta.

MacBook com chip de iPhone

Chip de iPhone deve equipar MacBooks baratinhos (imagem: reprodução)

Para conseguir um preço final “bem abaixo de US$ 1.000”, a Apple estaria cortando custos em componentes-chave. De acordo com a publicação, o J700 não usará os processadores da série M (projetados para computadores), mas sim um chip de iPhone.

Seria a primeira vez que um chip de smartphone da Apple equiparia um Mac. Entretanto, testes internos teriam mostrado que o componente para dispositivos móveis (que não foi especificado) ainda consegue superar o desempenho do M1, lançado para laptops da marca poucos anos atrás.

Além do processador, o corte de custos também viria da tela. O J700 pode chegar com um painel LCD e menor display que qualquer Mac atual, com tamanho inferior às 13,6 polegadas do modelo Air.

O novo Mac se posicionaria em uma faixa de preço similar à do iPad de entrada com o teclado Magic Kaeyboard Folio, mas oferecendo a experiência completa do macOS. Atualmente, o Mac mais barato da Apple é o MacBook Air M4, de R$ 12.999, enquanto Chromebooks são vendidos por menos.

Mudança de estratégia?

Estratégia seria abocanhar mercado dominado por Chromebooks e PCs Windows (imagem: divulgação/Apple)

O movimento pode representar uma mudança significativa de estratégia para a Apple, que historicamente foca em produtos premium com altas margens de lucro.

A Bloomberg aponta que a empresa enfrenta uma “ameaça crescente” dos Chromebooks e vê uma oportunidade de atrair usuários de Windows 10 que não migraram para a versão mais recente do sistema da Microsoft, o polêmico Windows 11.

Atualmente, a Apple ocupa o quarto lugar no mercado global de PCs, com cerca de 9% de participação no terceiro trimestre, segundo dados da consultoria IDC. A empresa fica atrás de Lenovo, HP e Dell, todas focadas em dispositivos Windows ou ChromeOS.

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook

Apple quer MacBook econômico e com chip de iPhone para peitar Chromebook
Fonte: Tecnoblog

O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames

O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames

Videogames se consolidaram no mundo todo como produtos culturais e de entretenimento (Imagem: Onur Binay/Unsplash)

Jogos eletrônicos ou videogames são softwares baseados em dois pilares: interações dos jogadores (players) e reprodução dos conteúdos em um dispositivo com tela.

O primeiro videogame surgiu em 1947, como fruto de um experimento tecnológico. Depois de servir como objeto de estudo por mais alguns anos, os jogos eletrônicos se consolidaram como produto comercial e foram incorporados ao cotidiano.

Existem diversos gêneros de videogames, que exploram diferentes mecânicas e atendem a públicos distintos. E dentre os gêneros mais populares, estão Role-playing game (RPG), Massive Multiplayer Online (MMO), shooters, jogos de luta e Multiplayer Online Battle Arena (MOBA).

A seguir, saiba o que são e para que servem os jogos eletrônicos, conheça a história e os principais gêneros de videogames, e confira suas vantagens e riscos.

ÍndiceO que são jogos eletrônicos?Qual é a função dos jogos eletrônicos?Qual é a história dos jogos eletrônicos?Como funcionam os jogos eletrônicosEm quais dispositivos dá para jogar videogames?Quais são os principais gêneros de jogos eletrônicos?Quais são os tipos de jogos eletrônicos?Quais são os principais jogos eletrônicos da história?Quais são os benefícios dos videogames?Quais são os riscos dos jogos digitais?Qual é a diferença entre jogos e jogos eletrônicos?

O que são jogos eletrônicos?

Jogos eletrônicos ou videogames são jogos em formato de softwares, baseados na interação dos jogadores a partir de controladores, e na reprodução de áudio e vídeo.

Em outras palavras, jogos eletrônicos são programas audiovisuais com interação direta do jogador, e que rodam em dispositivos eletrônicos (como consoles de videogame, computadores (PCs) e smartphones) mediante saída de vídeo e áudio.

Qual é a função dos jogos eletrônicos?

Os jogos eletrônicos são principalmente conhecidos pela função de entretenimento, servindo como produtos para momentos de lazer e descontração. Mas fato é que os videogames têm diversas outras funções.

Jogos eletrônicos têm uma função cultural importante, uma vez que são obras artísticas e podem registrar ensinamentos, contextos ou histórias (sejam elas reais ou não). Os produtos também podem ter cunho educacional, funcionando como mecanismo para aprendizado e estímulo do intelecto.

Já no contexto social, videogames podem facilitar a colaboração em equipe e até novas conexões com outros indivíduos. E por estarem em constante desenvolvimento, jogos eletrônicos também fomentam o progresso tecnológico, à medida que novas pesquisas e descobertas em inovação surgem no mercado.

Qual é a história dos jogos eletrônicos?

A história dos videogames tem início em 1947, durante o período Pós-Guerra Mundial. Naquele ano, os físicos Thomas T. Goldsmith Jr. e Estle Ray Mann solicitaram uma patente para o dispositivo eletrônico analógico Cathode-Ray Tube Amusement, que viria a ser considerado o primeiro videogame da história.

O dispositivo trazia um jogo de funcionamento simples, baseado no direcionamento de mísseis aos alvos, com alguns níveis de dificuldade. A interface era bem similar à de um radar militar, o que ilustrava a ideia de um protótipo mais voltado para experimentos tecnológicos.

Cathode-Ray Tube Amusement Device nunca chegou a ser oficialmente lançado, por rodar em uma máquina grande e extremamente cara. Os mesmos motivos fizeram com que os videogames subsequentes como Nimrod Computer (1951), OXO (1952) e Tennis for Two (1958) nunca chegassem aos ambientes domésticos.

Mas com a chegada da década de 70, a história dos jogos eletrônicos começou a mudar: videogames surfaram na onda do entretenimento comercial, e passaram a ganhar espaço nas casas e bares.

Em 1972, o engenheiro Ralph Baer (conhecido como “pai dos videogames”) lançou o primeiro console de videogame doméstico chamado de Magnavox Odyssey. O aparelho contava com controles, cartuchos de jogos esportivos, e filtros plásticos que eram colados nas telas das TVs para simular cenários.

Curiosamente naquele mesmo ano, os engenheiros Nolan Bushnell e Ted Dabney fundaram uma empresa chamada Atari, focada em videogames. E ainda em 1972, Bushnell e Dabney lançaram o game de arcade Pong, considerado o primeiro videogame lucrativo da história.

Pong abriu espaço para a indústria de videogames expandir, e popularizou os arcades (também conhecidos como fliperamas). E depois de um período de saturação do mercado gamer no começo da década de 80, o segmento voltou a crescer nos anos seguintes com a chegada de novos consoles (como o Nintendo Entertainment System) e a popularização dos jogos para PC.

Fliperamas marcaram o início da era comercial de videogames (Imagem: Joey kwok/Unsplash)

Inclusive, a consolidação dos jogos para computador deu luz aos motores gráficos de jogos (game engines): estruturas de software que facilitavam o desenvolvimento de games com bibliotecas de pacotes básicos, o que eliminava o processo de criação de cada jogo “do zero”.

Com isso, a indústria de jogos se consolidou em PCs e videogames, sob domínio das marcas Nintendo, Sony e Microsoft. A chegada dos smartphones nos anos 2000 também levou os jogos eletrônicos para os dispositivos móveis, complementando a experiência móvel que já havia sido introduzida em consoles portáteis e celulares.

Desde então, os jogos eletrônicos se tornaram um produto culutural e de entretenimento multiplataforma, para praticamente qualquer dispositivo eletrônico com tela. E o avanço tecnológico tem permitido que desenvolvedores consigam produzir títulos cada vez mais realistas e imersivos, mas que exigem hardwares mais potentes para as jogatinas.

Como funcionam os jogos eletrônicos

Jogos eletrônicos são softwares que funcionam a partir da leitura e execução de suas linhas de código. Em outras palavras, o funcionamento dos videogames depende de dispositivos de hardware ou software específicos para a execução e reprodução dos conteúdos.

Por ser um programa, um jogo eletrônico é desenvolvido por linhas de código, seja via motor de jogos ou programação “do zero”. Logo, cada elemento do jogo (a exemplo de personagens, objetos, cenários e texturas) é definido por um conjunto de instruções que “dizem” ao hardware como os conteúdos devem ser reproduzidos e como as interações devem acontecer.

Para ler e executar os videogames, os hardwares (como consoles, PCs ou smartphones) precisam ter capacidade adequada. Como exemplo, se um jogo exige alto poder computacional e gráfico, será preciso um dispositivo equipado com peças de alta performance para que o game inicialize e rode sem maiores problemas.

Jogos eletrônicos dependem de consoles ou outros eletrônicos com capacidade para rodar videogames (Imagem: Anthony/Unsplash)

Há também questões de compatibilidade de plataforma: se a versão do jogo é voltada para computadores, apenas PCs poderão rodar o game. Por conta disso, é comum que videogames recebam diferentes versões para rodar em dispositivos distintos, incluindo versões em mídias físicas específicas (como CD e cartucho).

Em alguns casos, é possível burlar a questão de compatibilidade com emuladores de jogos. Em suma, emuladores são softwares que simulam um hardware de videogame. Isso permite, por exemplo, que um computador consiga rodar um jogo de PlayStation a partir de uma mídia física ou digital.

Vale destacar que atualmente, o funcionamento dos videogames está atrelado à conexão com internet, seja para conexão com uma plataforma de jogos, salvamento, acesso a conteúdos online ou outros recursos. Isso significa que você precisará conectar-se à rede para desfrutar da experiência completa dos jogos eletrônicos mais recentes.

Em quais dispositivos dá para jogar videogames?

Os videogames rodam em diversos dispositivos, incluindo:

Consoles de videogame;

Fliperamas (arcades);

PCs ou notebooks;

Smartphones e tablets;

Smart TVs com serviços de jogos;

Dispositivos vestíveis (como relógios inteligentes ou óculos virtuais).

Vale mencionar que existem outros eletrônicos de consumo com tela capazes de rodar jogos, mediante adaptações dos códigos de jogo. Exemplo disso é o jogo Doom, que já foi executado em calculadoras, testes de gravidez e até cigarros eletrônicos.

Quais são os principais gêneros de jogos eletrônicos?

Existem diversos gêneros de jogos eletrônicos, que exploram diferentes temas e mecânicas e são voltados para públicos distintos. Dentre os principais gêneros de videogames, estão:

Arcade: tipos de jogos com estética pixel art e que costumam ter versões para máquinas de fliperama, como Pac-Man, Pong e Space Invaders.

Aventura: videogames focados em explorações, incluindo missões e combates durante a trama; o gênero abrange jogos de mundo aberto (como Red Dead Redemption) e jogos lineares (a exemplo de God of War).

Battle Royale: games com vários players jogando simultaneamente, em que há apenas um jogador ou uma equipe sobrevivente; Fortnite e Call of Duty: Warzone são exemplos do gênero.

Card gaming: jogos eletrônicos baseados em cartas e geralmente em turnos de jogadas, como Pokémon TCG, Heartstone e Balatro.

Co-op: videogames focados em gameplays colaborativas com mais de um jogador, a exemplo de It Takes Two ou A Way Out; em alguns títulos, o multiplayer (local ou online) é algo obrigatório.

Esportes: jogos baseados em modalidades esportivas, incluindo corridas; EA Sports FC, NBA, Mario Kart e Forza Horizon são exemplos de títulos do gênero.

Estratégia: títulos focados em planejamentos e tomadas de decisão; podem ser baseados em turnos (a exemplo de Total War) ou do tipo Real-Time Strategy (como Starcraft).

Shooters: videogames com foco em combate de armas de fogo e outros tipos de projéteis, geralmente do tipo First-Person Shooter (FPS) ou Third-Person Shooter (TPS); o gênero abrange títulos como Doom, Counter-Strike e Medal of Honor.

Luta: jogos eletrônicos de luta em fases, cenários ou arenas; alguns dos principais fighting games envolvem franquias como Super Smash Bros., Street Fighter, The King of Fighters e Mortal Kombat.

Massive Multiplayer Online (MMO): videogames com uma quantidade massiva de players jogando simultaneamente em um mesmo mundo online, a exemplo de World of Warcraft (WoW), Diablo e Path of Exile.

Multiplayer Online Battle Arena (MOBA): jogos de equipes, conhecidos pelo fator competitivo (que inclui colaboração e estratégia) e pelo objetivo de destruir a fonte ou base inimiga; League of Legends e Dota 2 são dois dos maiores exemplos do gênero.

Plataforma: videogames que mesclam ação com aventura, incluindo saltos entre plataformas e desvio de obstáculos; Super Mario Bros, Hollow Knight e Donkey Kong são títulos característicos do gênero.

Puzzle: jogos com ênfase na exploração do raciocínio lógico para a resolução de quebra-cabeças, como Tetris, Portal e Candy Crush.

Role-playing game (RPG): gênero bastante popular, que envolve progresso do personagem e tomadas de decisão que influenciam o desenrolar da trama; o gênero tem games característicos como Final Fantasy, Pokémon e Baldur’s Gate.

Roguelike: jogos baseados no título Rogue, tendo mortes permanente como a principal característica; Rogue (que deu origem ao gênero) e ADOM são exemplos do gênero.

Roguelite: gênero similar ao roguelike, com mortes permanentes, mas manutenção de algumas habilidades ou recursos pós-morte; exemplos do gênero incluem títulos como The Binding of Isaac e Hades.

Rítmico ou musical: videogames cujas mecânicas dependem do ritmo de músicas ou batidas, a exemplo de Guitar Hero e Beat Saber.

Sandbox: títulos que exploram a criatividade, liberdade e criação dos jogadores, além do caráter escalável; Minecraft e Roblox são dois dos nomes mais populares do gênero.

Simulação: jogos focados em simular situações da vida real ou fictícia, como rotina do dia a dia, tarefas profissionais ou vida sob a ótica de animais; o gênero conta com jogos famosos como The Sims, RollerCoaster Tycoon e Flight Simulator.

Soulslike: gênero inspirado na franquia Dark Souls, que tem como características alto nível de dificuldade e esquivas durante o combate; Dark Souls, Elden Ring e Sekiro: Shadows Die Twice são exemplos de jogos do gênero.

Terror: videogames cujas tramas envolvem suspense ou terror (principalmente psicológico), a exemplo de Silent Hill e Resident Evil.

VR: gênero à parte dos videogames, que envolvem títulos voltados para dispositivos de realidade virtual; Half-Life: Alyx e Resident Evil Village são exemplos do gênero.

Importante mencionar que os videogames podem ser classificados em mais de um gênero, dependendo dos temas, mecânicas e recursos usados.

Quais são os tipos de jogos eletrônicos?

Os videogames também podem ser classificados segundo a forma com que são executados e acessados. Neste sentido, os jogos eletrônicos podem ser do tipo:

Online: jogos que dependem de conexão com a internet para serem executados;

Offline: títulos que podem rodar sem conexão com internet;

Em nuvem: videogames online carregados e executados diretamente da nuvem, sem a necessidade de download ou instalação.

Vale destacar que a maioria dos jogos atuais solicitam conexão com a internet, seja para inicialização, carregamento do save ou acesso a recursos online.

Quais são os principais jogos eletrônicos da história?

Videogames se tornaram uma das atividades de entretenimento mais famosas no mundo inteiro. De acordo com um mapeamento de 2025 do veículo GameSpot, exemplos dos jogos eletrônicos mais vendidos da história incluem (em ordem):

Tetris

Minecraft

GTA V

Wii Sports

Mario Kart 8 Deluxe

Red Dead Redemption II

PUBG: Battlegrounds

The Elder Scrolls V: Skyrim

The Witcher 3: Wild Hunt

Super Mario Bros.

Lançado em 1984, Tetris ainda figura como o videogame mais vendido da história (Imagem: Tom Tang/Unsplash)

Quais são os benefícios dos videogames?

Videogames podem apresentar benefícios para indivíduos, desde que sejam usados de maneira controlada. Dentre as principais vantagens dos jogos eletrônicos, estão:

Estímulo cognitivo e cerebral: estudos apontam benefícios cognitivos de videogames e desenvolvimento cerebral.

Estímulos de coordenação motora: jogos que estimulam movimentação corporal podem beneficiar jogadores sem hábito de atividades físicas ou movimentos no dia a dia.

Sensação de bem-estar: jogos eletrônicos podem auxiliar na saúde mental de indivíduos, quando usados de forma moderada.

Impacto cultural: jogadores podem descobrir mais sobre determinadas regiões, povos e culturas apresentadas em jogos.

Finalidades educacionais: videogames podem estimular o aprendizado de outras línguas e temas variados.

Benefícios interpessoais: jogos multiplayer ou cooperativos podem estimular relações com outras pessoas.

Quais são os riscos dos jogos digitais?

Apesar de benefícios, jogos eletrônicos também apresentam riscos, principalmente envolvendo fatores psicológicos. Alguns dos principais riscos dos jogos digitais envolvem:

Vício em jogos: a OMS já reconheceu o vício em jogos como transtorno, que pode impactar em áreas pessoais, familiares, sociais, educacionais e ocupacionais dos indivíduos.

Prejuízos financeiros: o vício em jogos também pode desencadear em prejuízos financeiros, especialmente quando envolve videogames baseados em microtransações.

Fuga da realidade: o uso exagerado de jogos eletrônicos pode afastar o indivíduo da realidade e das relações interpessoais da vida real.

Qual é a diferença entre jogos e jogos eletrônicos?

Jogos abrangem um conceito mais amplo, já que reúnem atividades recreativas físicas ou que envolvem meios digitais. Jogos podem envolver tanto jogos com interações físicas (como xadrez, pôquer ou amarelinha) quanto jogos eletrônicos que dependem de hardwares.

Já jogos eletrônicos ou videogames são jogos baseados na interação do jogador e na reprodução de conteúdos de vídeo a partir de dispositivos eletrônicos. Isso significa que para jogar videogames, é necessário de um dispositivo capaz de ler e executar o game, a exemplo de PC ou console de videogame.

Em suma, todos os jogos eletrônicos são jogos, mas nem todo jogo é necessariamente um jogo eletrônico.
O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames

O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames
Fonte: Tecnoblog

Snapdragon X2 Elite: Qualcomm revela chips ainda mais potentes para PCs

Snapdragon X2 Elite: Qualcomm revela chips ainda mais potentes para PCs

Série Snapdragon X2 Elite (imagem: reprodução/Qualcomm

Resumo

Qualcomm apresentou três chips da linha Snapdragon X2 Elite no Snapdragon Summit 2025;

O modelo Extreme é o mais avançado, com 18 núcleos, GPU potente e foco em “PCs ultra premium”;

Os primeiros computadores com a nova geração devem ser lançados no primeiro semestre de 2026.

A Qualcomm deu mais um passo para avançar em PCs. Durante o evento Snapdragon Summit 2025, a companhia anunciou os chips Snapdragon X2 Elite e X2 Elite Extreme, que chegam para equipar computadores com Windows 11. Trata-se da segunda geração de chips da companhia para o segmento.

São três novos chips, todos baseados no processo de fabricação NP3 (de 3 nm), da TSMC.

O mais avançado é o Snapdragon X2 Elite Extreme, que tem codinome X2E-96-100. O chip conta com 18 núcleos de CPU, 12 dos quais são de alto desempenho (Prime).

Ele é complementado com uma GPU X2-90 de 1,85 GHz e uma NPU que alcança 80 TOPS. Esse conjunto faz o modelo Extreme ser indicado para “PCs ultra premium”, de acordo com a Qualcomm.

O Snapdragon X2 Elite chega em duas versões. O modelo X2E-88-100 tem quase as mesmas especificações da versão Extreme, incluindo os 18 núcleos. Mas as frequências são menores aqui, bem como a largura de banda de memória.

Já o modelo X2E-80-100 traz 12 núcleos (sendo seis do tipo Prime), uma GPU um pouco mais simples (X2-85) e, novamente, menor largura de banda de memória. Mas a NPU de 80 TOPS está presente aqui.

A Qualcomm direciona os chips Snapdragon X2 Elite a “PCs premium” que, presumivelmente, são um pouco menos avançados, mas ainda oferecem alto nível de desempenho.

As principais especificações de cada modelo aparecem na tabela a seguir:

 X2 Elite ExtremeX2 EliteX2 EliteModeloX2E-96-100X2E-88-100X2E-80-100Núcleos Prime / Performance12 / 612 /66 / 6Clock simples / múltiplo5 GHz / 3,6 GHz4,7 GHz / 3,4 GHz4,7 GHz / 3,4 GHzCache53 MB53 MB34 MBGPUX2-90, 1,85 GHzX2-90, 1,7 GHzX2-85, 1,7 GHzNPU80 TOPS (INT8)80 TOPS (INT8)80 TOPS (INT8)MemóriaLPDDR5X-9523LPDDR5X-9523LPDDR5X-9523Largura barramento192 bits128 bits128 bitsLargura banda memória228 GB/s152 GB/s152 GB/s

Ainda segundo a Qualcomm, os novos chips são até 31% mais rápidos em desempenho e consome até 43% menos energia em relação à geração anterior (linha Snapdragon X). Já a GPU da nova linha teve um aumento de 2,3 vezes no desempenho por watt, novamente em relação à geração passada.

Chips Snapdragon X2 Elite e Extreme X2 Elite (imagem: reprodução/Qualcomm

Disponibilidade dos chips Snapdragon X2 Elite

A previsão da Qualcomm é a de que os primeiros computadores equipados com os chips Snapdragon X2 Elite cheguem ao mercado no primeiro semestre de 2026.

Convém destacar que esta não é a única novidade da companhia no Snapdragon Summit 2025. No evento, a Qualcomm também anunciou o aguardado Snapdragon 8 Elite Gen 5, chip para celulares avançados.
Snapdragon X2 Elite: Qualcomm revela chips ainda mais potentes para PCs

Snapdragon X2 Elite: Qualcomm revela chips ainda mais potentes para PCs
Fonte: Tecnoblog

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

Mais da metade dos brasileiros não possui qualquer tipo de computador em casa (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Pesquisa divulgada pela Anatel nesta terça-feira (02/09) revela que 47,3% dos brasileiros sem computador em casa citam o alto custo como principal barreira.
Entre quem ganha até um salário mínimo, 35% ficaram ao menos um dia sem internet móvel por fim da franquia.
A satisfação geral com a conectividade no Brasil teve nota média de 7,8.

Quase metade dos brasileiros considera o preço elevado como principal barreira para ter um computador em casa. Este novo dado faz parte da Pesquisa de Conectividade Significativa, divulgada nesta terça-feira (02/09) pela Anatel em parceria com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Realizado entre agosto de 2023 e junho de 2024, o levantamento ouviu 593 pessoas com mais de 18 anos de todo o Brasil para mapear as condições de acesso à internet e as barreiras para uma inclusão digital plena. A pesquisa divide os respondentes em três faixas de renda: até um, de um a três e mais de três salários mínimos.

Preço do PC afasta brasileiros

Alto custo afasta brasileiros de PCs, notebooks e tablets (imagem: Jack B/Unsplash)

O fator financeiro é central nessa discussão. Entre os entrevistados que não possuem computador em casa – categoria que inclui desktops, notebooks e tablets –, 47,3% afirmam que o preço é alto demais. Outros 19,2% dizem não ter interesse, enquanto 9,8% apontam a falta de conhecimento sobre como usar o equipamento.

Do outro lado, 34% da população afirmam ter algum tipo de computador. Dentro desse grupo, os notebooks lideram com folga, presentes em 44% dos lares, enquanto os PCs de mesa aparecem em apenas 14% e os tablets, em 11%. Além disso, 30% dos entrevistados disseram possuir mais de um tipo de dispositivo.

A maioria dos entrevistados, em todas as faixas de renda, considera que o computador é mais adequado que o celular para atividades como acessar serviços do governo, bancos ou fazer compras online.

Essa percepção indica que a dependência do smartphone pode ser, em muitos casos, um contorno imposto pela falta de acesso ao PC ou até mesmo falta de letramento em informática. Por aqui, discutimos este tema no Tecnocast 320 – “A geração Z não sabe usar computadores?”.

Vale lembrar que a posse de computadores também é geograficamente desigual. Segundo o levantamento do TIC Domicílios 2024, o maior índice de adoção fica no Sul (43%), seguido por Sudeste (39%). Já o Nordeste tem a menor adesão (23%).

Acesso à internet é pelo celular

Franquias ruins limitam usuários que só possuem o celular para navegar na internet (imagem: Divulgação/Asus)

Com a ausência do computador, o smartphone segue consolidado como o principal, e muitas vezes único, dispositivo de acesso à internet. O levantamento mostra que, independentemente da faixa de renda, mais da metade dos entrevistados possui um aparelho celular há menos de dois anos.

Contudo, a pesquisa aponta que os planos de dados no país limitam desproporcionalmente a população de baixa renda. Entre os que ganham até um salário mínimo, 35% ficaram pelo menos um dia sem internet móvel nos 30 dias anteriores à pesquisa por causa do fim da franquia. Desses, 11,6% relataram ter ficado mais de 15 dias desconectados, índice cinco vezes maior que o registrado entre os mais ricos.

Dos entrevistados que tiveram a franquia esgotada, 63,8% deixaram de realizar transações bancárias, enquanto 56,5% não conseguiram acessar serviços do governo. Para contornar o problema, a principal estratégia adotada é buscar redes Wi-Fi, seja em casa ou em locais públicos.

Habilidades, publicidade e a satisfação geral

Brasileiros estão mais satisfeitos com a conectividade no Brasil (imagem: Firmbee.com/Unsplash)

A pesquisa também investigou a percepção dos brasileiros sobre suas próprias capacidades no mundo digital. Em uma escala de 0 a 10, a nota média de satisfação com as próprias habilidades para realizar atividades na internet foi de 8,2. O próprio relatório, contudo, sugere que esse número pode indicar uma autoconfiança excessiva.

Outro ponto de destaque é a percepção sobre a publicidade online. A maioria dos entrevistados, em todas as faixas de renda, afirma que vídeos de publicidade aparecem com alta frequência (“sempre” ou “muitas vezes”). O estudo ressalta que esse conteúdo, além de incômodo, consome parte da franquia de dados, acelerando seu esgotamento.

Por fim, a satisfação geral com a conectividade no Brasil, englobando todos os aparelhos e formas de acesso, recebeu uma nota média de 7,8.
47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo

47% dos brasileiros não têm computador em casa por causa do alto custo
Fonte: Tecnoblog

PC portátil Zeenix Pro é finalmente lançado pela TecToy

PC portátil Zeenix Pro é finalmente lançado pela TecToy

PC gamer portátil Zeenix chega por R$ 4.999 (imagem: reprodução/TecToy)

Resumo

TecToy lançou o Zeenix Pro, PC portátil com AMD Ryzen 7 6800U, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Traz tela LCD de 6 polegadas, resolução 1080p, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2, USB-C e bateria de 46,2 Wh.
O Zeenix Pro custa R$ 4.999 e já pode ser adquirido no site oficial da TecToy.

A Retrocon 2025 teve início nesta sexta-feira (25/07). A TecToy aproveitou o evento para, finalmente, fazer o anúncio oficial do PC portátil para games Zeenix Pro. Com chip AMD Ryzen 7 6800U e sistema operacional Windows 11 Home, a novidade chega com preço oficial de R$ 4.999.

O “finalmente” no primeiro parágrafo não é exagero. O PC portátil da TecToy é aguardado há mais de um ano. Até então, a marca só havia lançado oficialmente o Zeenix Lite, que tem design externo semelhante ao da versão Pro, mas traz hardware mais simples.

Além do AMD Ryzen 7 6800U, um chip com oito núcleos de CPU e GPU Radeon 680M integrada, o Zeenix Pro oferece 16 GB de memória RAM, bem como 512 GB de armazenamento interno. A tela consiste em um painel LCD de 6 polegadas com resolução 1080p e taxa de atualização de 60 Hz.

No aspecto da conectividade, o portátil se garante com Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2 e porta USB-C no padrão USB4. Por sua vez, a bateria tem 46,2 Wh de capacidade.

Já no aspecto da jogabilidade, o Zeenix Pro oferece um controle analógico em cada lado da tela. À esquerda, existe também um botão direcional. À direita, estão quatro botões de ação (X, Y, A, B). Há ainda “gatilhos” nas extremidades superiores do dispositivo.

“Os joysticks e gatilhos do Zeenix Pro têm sensores de efeito Hall magnético para dar maior precisão e durabilidade, eliminando o temido problema de drift”, complementa a marca.

A TecToy comenta o lançamento:

O Zeenix Pro foi pensado desde o início para ser um PC portátil que oferecesse aos usuários brasileiros todas as condições para jogar os games do momento, curtir séries e filmes on demand e até mesmo trabalhar a partir de qualquer lugar.

Por isso, além de especificações robustas, adicionamos ao produto acessórios, como o teclado destacável com trackpad, que amplia a compatibilidade com games que não foram desenvolvidos para comandos por toque e que facilita a execução de tarefas como digitação e navegação.

Eddy Antonini, head de produtos Zeenix da TecToy

Ainda de acordo com a TecToy, o Zeenix Pro vem com o Windows 11, mas permite que outros sistemas operacionais sejam instalados (presumivelmente, o SteamOS está entre eles).

PC gamer portátil Zeenix (imagem: reprodução/TecToy)

Preço e disponibilidade do Zeenix Pro

As vendas do Zeenix Pro começam nesta sexta-feira via site oficial. O PC portátil custa R$ 4.999, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes. Por lá, também é possível adquirir o Zeenix Lite, que custa oficialmente R$ 2.699.

Quem estiver na Retrocon 2025, que acontece no Transamérica Expo Center (São Paulo/SP), poderá testar e adquirir os portáteis no estande da TecToy, o mesmo valendo para os acessórios da linha.

Zeenix Pro e Zeenix Lite — especificações

 Zeenix ProZeenix LiteTelaIPS LCD, 6 polegadas, full HD, 60 HzIPS LCD, 6 polegadas, full HD, 60 HzProcessadorAMD Ryzen 7 6800UAMD Athlon Silver 3050eGPURadeon 680M integradaRadeon RX Vega 3 integradaRAM16 GB8 GBArmazenamentoSSD NVMe de 512 GBSSD NVMe de 256 GBBateria46,2 Wh46,2 WhConectividadeWi-Fi 6, Bluetooth 5.2, USB-C, fones de ouvidoWi-Fi 5, Bluetooth 5.2, USB-C, fones de ouvidoSistema operacionalWindows 11Windows 11
PC portátil Zeenix Pro é finalmente lançado pela TecToy

PC portátil Zeenix Pro é finalmente lançado pela TecToy
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

Chatbot de suporte do WhatsApp agora tem acesso facilitado (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Resumo

WhatsApp elimina etapa de descrição do problema para simplificar o contato com o suporte.
Mudança já está disponível para usuários da versão estável do app em iOS, Android e desktop no Brasil.
Respostas iniciais no chat são geradas por IA, mas atendentes humanos podem assumir o atendimento conforme necessário.

O WhatsApp está simplificando o contato com o suporte dentro do aplicativo, de modo a tornar o processo mais rápido para os usuários. Para isso, a plataforma removeu uma etapa inicial em que era preciso descrever o problema para iniciar a conversa. Agora, o usuário pode abrir diretamente o chat de ajuda.

A mudança foi identificada primeiramente na versão beta 25.20.10.74 do app para iOS, pelo site especializado WABetaInfo. No entanto, o Tecnoblog verificou que o novo fluxo já está disponível para usuários da versão estável do aplicativo no Brasil, tanto no celular (iPhone e Android) quanto na versão para desktop.

O que mudou?

Anteriormente, usuários precisavam descrever problema e aguardar uma resposta no chat (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Até então, era preciso passar por uma etapa extra, conforme você vê na imagem acima. Os usuários precisavam formular a pergunta e, frequentemente, anexar capturas de tela para explicar a situação antes mesmo de a conversa começar.

Agora, o usuário poderá abrir o chat de suporte diretamente, sem a obrigação de preencher um formulário ou enviar arquivos assim que iniciar a solicitação. Portanto, o aplicativo simplificou o processo para entrar em contato com o suporte.

É importante lembrar que, ao iniciar uma conversa com o suporte, as primeiras respostas costumam ser geradas por uma inteligência artificial da Meta. Ela age como um FAQ, oferecendo soluções rápidas para problemas mais comuns, dado o grande volume de usuários da plataforma.

Na página sobre a ferramenta, o próprio WhatsApp alerta, no entanto, que as respostas da IA podem ser “imprecisas ou inapropriadas”. Por isso, o próprio bot informa que “atendentes humanos estão monitorando” a conversa e podem pode assumir o atendimento a qualquer momento. Não fica claro, porém, quais os critérios para que isso ocorra de forma prioritária.

Para acessar a função, o caminho continua o mesmo: na tela de Configurações, vá até a opção “Ajuda” e clique em “Central de Ajuda”. Ao rolar até o fim da página, você encontra a opção para iniciar o chat com o suporte. No computador, é possível acessar o chatbot seguindo os mesmos passos.

Lembrando que, em casos onde não é possível utilizar o suporte via app, outro canal disponível é pelo e-mail support@whatsapp.com.

Com informações de WABetaInfo
WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

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Fonte: Tecnoblog

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Dell XPS 13 2024 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Microsoft está determinada a aumentar a participação do Windows 11 no mercado. Essa missão inclui até pequenos esforços. Um deles é a atualização de uma página de ajuda que agora explica, com mais clareza, que ainda é possível migrar do Windows 10 para o Windows 11.

Como observa o Neowin, o conteúdo da tal página de ajuda não tem nenhuma informação realmente nova. Contudo, as instruções disponíveis ali foram reorganizadas de modo a responder à pergunta “Posso migrar para o Windows 11?” com orientações mais precisas.

Sim, continua sendo possível migrar do Windows 10 para o Windows 11 sem ser necessário pagar uma licença adicional para isso. Mas, na mesma página, a Microsoft relembra que:

o computador precisa rodar uma versão suportada do Windows 10, do contrário, a migração para o Windows 11 não será possível;

obviamente, também é preciso que o computador atenda aos requisitos de hardware do Windows 11.

Sobre o primeiro aspecto, é preciso que a instalação do Windows 10 esteja na versão 22H2, embora, aparentemente, a migração para o Windows 11 também possa ser feita a partir do Windows 10 versão 21H2.

Para descobrir a versão do seu sistema operacional, basta pressionar as telas Windows + R ao mesmo tempo e digitar o comando winver no campo que surgir.

Sobre o segundo aspecto, bom, provavelmente você sabe que o Windows 11 tem exigências mínimas de hardware. A mais importante delas é a existência do mecanismo de segurança TPM 2.0, que a Microsoft considera imprescindível.

Basicamente, esses requisitos tornam computadores antigos incompatíveis com o Windows 11 — em linhas gerais, aqueles que foram fabricados antes de 2017. De todo modo, a Microsoft oferece a ferramenta PC Health Check para que você possa descobrir se o seu PC é ou não compatível com o sistema operacional.

Notebook Positivo com Windows 11 (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

E se meu PC não for compatível com o Windows 11?

Neste caso, uma opção é continuar com o Windows 10. O problema é que esse sistema ficará sem suporte pela Microsoft após 14 de outubro de 2025. Isso significa que, depois dessa data, o Windows 10 não receberá mais atualizações.

Updates de segurança ainda poderão ser oferecidos para usuários domésticos (por até um ano) e clientes corporativos, mas mediante pagamento.

Outra opção consiste em forçar a instalação do Windows 11 em máquinas incompatíveis. A Microsoft até publicou instruções para isso, mas deixando claro que, se você o fizer, estará por sua conta e risco.

Ir para o Linux também é uma opção. Distribuições como Ubuntu, Linux Mint e Fedora são bastante funcionais, inclusive para usuários leigos. Apesar disso, a realidade é que não é todo mundo que se adapta a esse ecossistema.

No fim das contas, muitas pessoas e organizações vão acabar recorrendo a PCs novos. Pelo menos é nisso que a Microsoft aposta. Não por menos, a companhia declarou que 2025 será o ano de migrar para o Windows 11 sabendo que esse processo envolverá justamente máquinas novas.
Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente
Fonte: Tecnoblog

Qualcomm comunica cancelamento de mini PC Windows

Qualcomm comunica cancelamento de mini PC Windows

Snapdragon Dev Kit seria um mini PC com processador Arm e Windows, mas Qualcomm cancelou projeto (Imagem: Divulgação/Qualcomm)

A Qualcomm comunicou na noite de quinta-feira (17) o fim do Snapdragon Dev Kit, um mini PC com processador Arm e Windows. No email enviado aos clientes que já haviam pago pelo produto, cujo lançamento era previsto para junho, a empresa explica que o mini PC não atendeu os requisitos de excelência esperados. A Qualcomm também iniciou o reembolso das compras.

A empresa, obviamente, não explicou o motivo do cancelamento — pelo menos não até a publicação dessa notícia. Revelar a causa pode impactar as ações e a percepção do público com a marca. Contudo, o problema parece ser a entrada HDMI do Snapdragon Dev Kit.

O que causou o cancelamento do Snapdragon Dev Kit?

A provável causa do cancelamento do mini PC Snapdragon Dev Kit é a entrada HDMI. Mesmo com atraso no lançamento, alguns usuários receberam o produto — e com a porta HDMI desativada, como foi o caso com Richard Campbell. Os Snapdragon Dev Kit enviados contam com um adaptador USB-C para HDMI.

Snapdragon Dev Kit foi anunciado com entrada HDMI, mas modelos vendidos chegaram com porta desativada ou com chassi tampando o espaço (Imagem: Divulgação/Qualcomm)

Campbell, engenheiro de computação, diretor da Microsoft e comentarista tech, supõe que a Qualcomm teve problemas na certificação da entrada HDMI com a FCC (órgão americano equivalente à Anatel). Campbell explicou em um podcast que já trabalhou no desenvolvimento de produtos com essa porta. O engenheiro comentou que um problema de radiação de sinal ou eletricidade numa etapa avançada da fabricação compromete os prazos de entrega.

Para piorar, explica Campbell, uma reprovação na certificação de um produto te leva para o fim da fila de homologação. Ou seja, se você passou por todas as etapas e precisa corrigir um único item, não terá prioridade.

Placa HDMI do Snapdragon Dev Kit tem espaço para porta HDMI — só faltou a porta (Imagem: Reprodução/Jeff Geerling)

O influencer tech Jeff Geerling também recebeu um Snapdragon Dev Kit. Geerling abriu o mini PC e notou que a placa para o HDMI tem um espaço vazio (foto acima). A placa possui um cabo para a conversão HDMI para DisplayPort. Isso poderia ser a causa do problema no Snapdragon Dev Kit.

Com informações: The Verge
Qualcomm comunica cancelamento de mini PC Windows

Qualcomm comunica cancelamento de mini PC Windows
Fonte: Tecnoblog

Como postar Stories no Instagram pelo PC

Como postar Stories no Instagram pelo PC

Conheça as duas formas de publicar story do Instagram pelo PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Você pode postar story no Instagram pelo PC simulando a versão mobile da rede social e acessar o recurso de publicação. Para isso, é necessário usar as ferramentas de desenvolvedores dos navegadores Google Chrome, Microsoft Edge ou Mozilla Firefox.

Já o Meta Business Suite é uma forma profissional de publicar Stories no Instagram pelo PC. A plataforma de gerenciamento de contas profissionais da Meta permite criar Stories diretamente pelo computador.

Conheça o passo a passo para publicar Stories do Instagram pelo PC.

ÍndiceComo postar Stories no Instagram pelo PC via navegador1. Acesse o Instagram.com2. Clique no ícone de três pontos do navegador3. Selecione “Ferramentas do desenvolvedor”4. Simule a versão mobile do site5. Clique no botão “+” para criar Stories no Instagram pelo PC6. Use as ferramentas para fazer story no Instagram no PC7. Publique o story pelo PCComo postar Stories no Instagram pelo PC via Meta Business Suite1. Acesse o site do Meta Business Suite2. Selecione o perfil do Instagram3. Adicione um novo perfil de usuário ao Meta Business Suite4. Clique em “Criar story” no Instagram pelo PC5. Escolha a mídia do story do Instagram6. Clique em “Editar” story7. Use as ferramentas de criação de story8. Clique em “Aplicar”9. Defina quando colocar o story no Instagram10. Clique em “Compartilhar” ou “Programar” story pelo PCPor que não consigo postar um story no Instagram pelo PC?É possível editar um story pelo PC antes de postar no Instagram?Tem como adicionar música nos Stories do Instagram antes de publicar no PC?Dá para adicionar um link ao publicar um story no Instagram pelo PC?Posso apagar um story publicado no Instagram pelo PC?

Como postar Stories no Instagram pelo PC via navegador

1. Acesse o Instagram.com

Use o navegador Google Chrome, Microsoft Edge ou Mozilla Firefox e acesse instagram.com. Se necessário, faça login na sua conta na rede social para continuar.

Acessando o site do Instagram (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

2. Clique no ícone de três pontos do navegador

Após o login no Instagram, clique no ícone de três pontos, no canto superior direito do navegador, para abrir o menu de opções.

Abrindo o menu de opções do navegador (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

3. Selecione “Ferramentas do desenvolvedor”

No menu do navegador, selecione a opção “Mais ferramentas” e, depois, “Ferramentas do desenvolvedor” para abrir uma aba especial no canto esquerdo ou na parte inferior da tela.

Selecionando a opção “Ferramentas do desenvolvedor” (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

4. Simule a versão mobile do site

Clique no ícone de notebook e celular, no canto superior esquerdo da aba de desenvolvedores do navegador, para simular a versão mobile do site. Depois, toque na tecla F5 para carregar a página da rede social na versão mobile.

Ativando a opção para simular a versão mobile do site do Instagram (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

5. Clique no botão “+” para criar Stories no Instagram pelo PC

Clique no botão “+”, no canto superior direito da aba de exibição do site, para abrir o submenu de publicações do Instagram. Então, clique em “Story” para escolher um arquivo do seu PC.

Abrindo a opção de criação de Story (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

6. Use as ferramentas para fazer story no Instagram no PC

Use as ferramentas, no canto superior direito da aba de exibição do site, para editar o seu story. É possível adicionar figurinhas, desenhar e escrever textos.

Usando as ferramentas de crianção de story do Instagram (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

7. Publique o story pelo PC

Clique em “Adicionar ao seu story”, na parte inferior da aba de exibição do site, para publicar o story no Instagram pelo PC. Então, aguarde a mensagem “Carregando…” desaparecer na parte superior da tela e voltar para a página inicial para fechar a aba de desenvolvedores.

Publicando um story do Instagram pelo PC (Imagem: Reprodução/Google Chrome)

Como postar Stories no Instagram pelo PC via Meta Business Suite

1. Acesse o site do Meta Business Suite

Use o navegador para acessar o site do Meta Business Suite. Clique em “Começar agora”, no canto superior direito da tela, para fazer login na sua conta do Facebook.

Clique em “Começar agora” para acessar o Meta Business Suite (Imagem: Reprodução/Meta)

2. Selecione o perfil do Instagram

Clique no menu suspenso na lateral esquerda da tela para selecionar o seu perfil do Instagram. Se estiver tudo certo, pule para o passo 4.

Caso a conta na rede social de fotos e vídeos não esteja vinculada ao Facebook, clique no ícone com a sua foto no canto superior direito para abrir um submenu.

Selecione seu perfil do Instagram (Imagem: Reprodução/Meta)

3. Adicione um novo perfil de usuário ao Meta Business Suite

Clique em “Adicionar um perfil de usuário” e, em seguida, faça login na sua conta comercial do Instagram. Após o login, você será redirecionado para o Meta Business Suite.

Importante: o Meta Business Suite não permite gerenciar contas pessoais ou perfis privados do Instagram.

Se necessário, adicione um perfil de usuário do Instagram (Imagem: Reprodução/Meta)

4. Clique em “Criar story” no Instagram pelo PC

De volta ao Meta Business Suite, selecione o seu perfil do Instagram. Em seguida, clique no botão “Criar story” para acessar a página de criação de publicações.

Acessando o menu “Criar Story” (Imagem: Reprodução/Meta)

5. Escolha a mídia do story do Instagram

Clique no botão “Adicionar foto/vídeo” para selecionar uma mídia disponível no seu PC para publicar no Stories do Instagram.

Selecionando uma mídia do PC para usar no story do Instagram (Imagem: Reprodução/Meta)

6. Clique em “Editar” story

Clique no botão “Editar” para acessar as ferramentas de criação do story no Meta Business Suite.

Abrindo o menu “Editar” (Imagem: Reprodução/Meta)

7. Use as ferramentas de criação de story

Clique nas opções no canto esquerdo da tela para selecionar as ferramentas de criação de story. É possível cortar a imagem, adicionar texto e figurinhas ao novo conteúdo.

Usando as ferramentas de criação do Meta Business Suite (Imagem: Reprodução/Meta)

8. Clique em “Aplicar”

Clique em “Aplicar” para concluir a edição do seu story no PC.

Concluindo a edição do story com as ferramentas de criação (Imagem: Reprodução/Meta)

9. Defina quando colocar o story no Instagram

Na seção “Opção de programação”, selecione “Compartilhar agora” ou “Programar” o story.

Caso escolha a segunda opção, defina a data e o horário para o compartilhamento do story no seu perfil do Instagram.

Selecionando a opção “Compartilhar agora” ou “Programar” story do Instagram (Imagem: Reprodução/Meta)

10. Clique em “Compartilhar” ou “Programar” story pelo PC

Por fim, clique no botão “Compartilhar” ou “Programar”, no canto inferior direito, para adicionar o story no Instagram pelo PC.

Publicando o story no Instagram pelo PC (Imagem: Reprodução/Meta)

Por que não consigo postar um story no Instagram pelo PC?

Alguns pontos podem impedir você de postar Stories no Instagram pelo PC. Os mais comuns são:

Navegador incompatível: nem todos os navegadores oferecem a opção de ferramentas de desenvolvedor para simular a versão mobile do Instagram, permitindo acessar a função para publicar stories;

Tipo de conta do Instagram: as ferramentas do Meta Business Suite são limitadas a contas comerciais. Se você tem uma conta pessoal ou privada, a solução mais prática é publicar os stories usando o navegador;

Configurações do portfólio de negócios: verifique se sua conta do Facebook está conectada corretamente ao perfil comercial do Instagram.

É possível editar um story pelo PC antes de postar no Instagram?

Sim, dá para editar um story no Instagram pelo PC tanto via navegador quanto no Meta Business Suite. Você pode adicionar textos personalizados e stickers ao fazer Stories no Instagram diretamente pelo computador.

No entanto, as opções de edição são limitadas se comparadas ao app para celulares Android e iPhone. Por exemplo, não é possível adicionar filtros, música, links, menção, localização, avatar e outros elementos.

Tem como adicionar música nos Stories do Instagram antes de publicar no PC?

Não é possível adicionar uma música nos stories pelo PC. A ferramenta que permite colocar música em um story no Instagram é exclusiva do aplicativo para celulares Android e iPhone.

Dá para adicionar um link ao publicar um story no Instagram pelo PC?

Não, já que a função que adiciona links nos Stories do Instagram está disponível somente na versão da rede social para celulares Android e iPhone.

Posso apagar um story publicado no Instagram pelo PC?

Sim, você pode apagar um story no Instagram pelo computador. Para isso, basta abrir o story, clicar no ícone de três pontos e selecionar a opção “Excluir”.
Como postar Stories no Instagram pelo PC

Como postar Stories no Instagram pelo PC
Fonte: Tecnoblog

Versão definitiva do Google Nearby Share chega para o Windows

Versão definitiva do Google Nearby Share chega para o Windows

O Google anunciou o lançamento oficial do recurso Nearby Share para computadores com sistema operacional Windows. O Nearby Share é equivalente ao AirDrop da Apple, mas permite que celulares Androids e PCs Windows (na versão 10 e 11 de 64 bit) compartilhem arquivos entre si. A ferramenta estava disponível na versão beta desde março.

Google lança versão oficial do Nearby Share para Windows 10 e 11 (Imagem: Divulgação/Google)

Para utilizar o Nearby Share, é obrigatório que o computador possua suporte para conexão Bluetooth. O recurso já estava disponível nos outros dispositivos Android, como tablets e Chromebooks. Além da versão estável, encerrando o beta, o Nearby Share para Windows traz melhorias de desempenho e de usabilidade.

Novidades do Google Nearby Share para Windows

Com o lançamento oficial do Nearby Share, o Google lança as seguintes novidades e melhorias para o recurso:

Redução de falhas no Nearby Share que causavam fechamentos do programa;

Aumento da taxa de sucesso da transferência dos arquivos;

Para melhorar a usabilidade, o Nearby Share agora mostra o tempo estimado para completar a transferência de arquivos;

Nearby Share mostrará tempo estimado para transferência de arquivo (Imagem: Divulgação/Google)

Imagem de prévia em uma notificação do dispositivo para auxiliar na identificação do arquivo a ser transferido, que permite visualizar se o arquivo correto é transferido;

Para ajudar na ampliação e acesso do Nearby Share, o Google anunciou que negocia com fabricantes de computadores Windows para que o programa chegue pré-instalado em alguns dispositivos. Em seu site oficial, o Google usou de exemplo que está em contato com a HP para que o Nearby Share saia de fábrica nos PCs da marca.

Nada de Nearby Share na Microsoft Store

Ironicamente (já explico), o Nearby Share ainda não está disponível na Microsoft Store. Isso causa um estranhamento porque a Microsoft quer popularizar a sua loja de aplicativos como fonte de programas para os usuários.

Para baixar o Nearby Share, você precisa acessar o site do Android, sistema operacional do Google para dispositivos mobile.

Se o seu desktop não possui Bluetooth, você terá que comprar um adaptador para usar o Nearby Share. Por outro lado, Bluetooth é praticamente um recurso obrigatório em notebooks.

Com informações: Google, XDA Developers e 9to5Google
Versão definitiva do Google Nearby Share chega para o Windows

Versão definitiva do Google Nearby Share chega para o Windows
Fonte: Tecnoblog