Category: Nvidia

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Processamento local elimina a necessidade de pagar por créditos ou tokens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Perplexity lançou o Portable Computer, um agente de IA que roda direto no hardware do usuário, preservando a privacidade.
O processamento local das tarefas dispensa a cobrança por uso de tokens e impede que dados confidenciais vazem para a nuvem.
O sistema exige alto poder computacional, tendo como requisito mínimo uma placa de vídeo RTX 3090.

A Perplexity revelou o Portable Computer, uma nova versão de sua plataforma de inteligência artificial que é executada no próprio hardware do usuário. O objetivo da iniciativa é tirar as cargas de trabalho da nuvem e levá-las para os computadores locais, garantindo a privacidade absoluta de arquivos sensíveis e cortando os custos gerados pelo consumo de tokens no ambiente corporativo.

A novidade foi desenvolvida em parceria com a Nvidia e já está disponível globalmente para sistemas baseados em Linux. A chegada do suporte oficial para o Windows está agendada para setembro, enquanto arquiteturas Apple Silicon (Macs com chips M) seguem fora do radar de desenvolvimento.

O software liberado na terça-feira (25/08) é uma versão “turbinada” do projeto original “Computer”, introduzido pela empresa em fevereiro deste ano. A versão anterior permitia operar um agente autônomo em dispositivos como o Mac Mini, mas o trabalho pesado de processamento ainda dependia de servidores externos.

Com o Portable Computer, toda a infraestrutura roda de forma isolada na máquina. Para dar conta do recado, o sistema exige equipamentos com alto poder de processamento, limitando o uso inicial a supercomputadores de mesa, como o DGX Spark, e a PCs equipados com GPUs parrudas da linha Nvidia RTX.

Today we’re launching Portable Computer on @NVIDIA DGX Spark.Portable Computer is a fully local version of Perplexity Computer, where the entire runtime: orchestrator LLM, subagent LLM, agent harness all run on your local hardware. No cloud dependency. pic.twitter.com/plVWz5PaAw— Perplexity (@perplexity_ai) August 25, 2026

Como o Portable Computer garante a privacidade?

O mercado corporativo tem mudado seu foco das simples interações de chat para agentes de IA, o que gera uma demanda maior por poder de processamento e faturas altíssimas. Ao executar as tarefas localmente, o usuário simplesmente deixa de ser cobrado a cada requisição. Segundo o vice-presidente de engenharia de infraestrutura da Perplexity, Nate Kupp, a novidade “incorpora tudo o que é necessário para funcionar localmente”.

Caso a capacidade do hardware chegue ao limite durante uma análise muito complexa, o sistema é inteligente o suficiente para adotar um comportamento híbrido. O agente pausa a ação e pede permissão ao usuário antes de acionar um modelo de nuvem mais potente, como o Claude Opus 5.

Para não comprometer a privacidade, o software garante que o modelo remoto devolva apenas orientações em texto, sem jamais ler documentos, pastas e arquivos confidenciais que estão hospedados na máquina.

Execução local garante que dados sensíveis não sejam enviados para fora da máquina (imagem: reprodução/Perplexity)

Quais são os requisitos de hardware?

Devido à alta carga de trabalho autônoma, a Perplexity estabeleceu requisitos rígidos: pelo menos 24 GB de VRAM, o que requer uma GPU de alto desempenho, como a GeForce RTX 3090 ou superior.

No lançamento, o Portable Computer pode ser configurado nativamente com o modelo Qwen 3.8 27B ou o PPLX 27B (uma versão otimizada internamente com base no Qwen).

A documentação oficial da ferramenta também confirmou o suporte iminente à arquitetura Nemotron, composta por modelos de código aberto da própria Nvidia.

Sistema exige placas de vídeo de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)

Apesar de rodar localmente, a plataforma conta com forte integração a aplicativos externos como Google Drive, Gmail, GitHub e Slack. Na prática, a IA consegue extrair informações financeiras, mastigar dados de planilhas e compartilhar análises prontas sem qualquer intervenção humana.

Em termos de desempenho, o modelo integrado foi testado no Local Knowledge Work Bench, uma avaliação da própria Perplexity composta por 53 tarefas de análise e pesquisa. Executando o modelo PPLX 27B em um DGX Spark, a precisão bateu os 85,4%. O sistema exigiu menos tempo de processamento em comparação a arquiteturas abertas concorrentes, como o Raspberry Pi e o Hermes, principalmente em testes multimodais e de navegação na web.

Neste primeiro momento, o software está restrito ao Linux e a contas corporativas atreladas aos planos Pro. Segundo a Reuters, a Nvidia estuda um investimento que poderia avaliar a Perplexity em US$ 30 bilhões (cerca de R$ 154 bilhões em conversão direta).
Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC
Fonte: Tecnoblog

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Supercomputador reduzirá tempo de treinamento de grandes modelos de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo brasileiro vai investir R$ 2,3 bilhões para desenvolver uma infraestrutura nacional de IA.
O projeto envolve parcerias com gigantes chinesas e norte-americanas, com o desenvolvimento e compra de supercomputadores.
A estratégia inclui ainda cooperação com a Espanha para produção de semicondutores.

O Governo Federal anunciou um investimento de R$ 2,3 bilhões para o desenvolvimento de uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. A iniciativa integra uma nova fase do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e foi apresentada em cerimônia no Rio Grande do Norte, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A estratégia prevê recursos em projetos separados envolvendo empresas dos Estados Unidos e da China. Segundo a nota do governo divulgada nessa quinta-feira (20/08), o objetivo é garantir a soberania nacional sobre os dados brasileiros gerados por serviços públicos e privados, evitando a dependência de uma única empresa, país ou tecnologia.

O PBIA prevê R$ 23 bilhões em aportes. Os recursos para essa nova infraestrutura serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), de maneira parcelada ao longo dos próximos anos.

Aporte bilionário será dividido

A execução da estratégia foi dividida pelo governo em “rotas”. Pouco mais da metade do montante, cerca de R$ 1,3 bilhão, será direcionado a um projeto de supercomputação no Rio de Janeiro, desenvolvido em parceria com as companhias chinesas Huawei e iFlytek ao longo de cinco anos.

A estrutura deve começar a operar em julho de 2027 e terá como foco o desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs), aplicações de inteligência artificial para setores específicos da indústria e a capacitação de cerca de 3 mil profissionais.

Em outro segmento, o Governo Federal destinará R$ 1 bilhão, por edital de licitação, para a aquisição de um supercomputador que deve aparecer entre as dez máquinas de processamento de IA mais poderosas do mundo. A instalação será no Parque Tecnológico Augusto Severo (PAX), no município de Macaíba (RN). A gestão ficará a cargo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

A estimativa é que o processo licitatório dure entre três e seis meses. Segundo a agência Reuters, autoridades avaliam que a norte-americana Nvidia é a empresa com maiores chances de vencer a disputa. Se não houver contestações jurídicas, a previsão é que o supercomputador entre em operação em 12 a 18 meses.

Supercomputador 20 vezes mais potente

Supercomputador brasileiro Santos Dumont possui 27 Petaflops de capacidade (imagem: reprodução/LNCC)

O equipamento adquirido para o Rio Grande do Norte terá capacidade de processamento de 7,2 mil Petaflops. Trata-se de um salto de quase 20 vezes na comparação com o Santos Dumont — atual supercomputador brasileiro localizado no LNCC de Petrópolis (RJ), que entrega cerca de 27 Petaflops.

Na prática, essa diferença resulta em um ganho drástico de tempo. A nova máquina será capaz de treinar um modelo de linguagem de grande escala, similar ao GPT-4, em apenas um mês. Para realizar a mesma tarefa, o supercomputador fluminense levaria de dois a três anos. A infraestrutura ficará disponível para uso governamental, além de empresas, universidades e instituições de pesquisa científica.

O que mais o pacote de IA inclui?

O plano prevê ainda uma terceira rota focada no longo prazo: uma cooperação com a Espanha voltada para a arquitetura de código aberto RISC-V. Com implementação estimada em até 15 anos, o projeto procura transformar o Brasil em um produtor de semicondutores e componentes críticos.

A estratégia governamental engloba ainda planos para um serviço nacional de computação em nuvem e o armazenamento de dados totalmente em território nacional. Para garantir a segurança e a ética dessas tecnologias, foi anunciada também a criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável.

Operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o novo órgão terá a missão de auditar sistemas, avaliar riscos, minimizar vieses e criar metodologias de transparência. O núcleo também apoiará a implementação de políticas públicas, como o ECA Digital, mas não substituirá as autoridades competentes na fiscalização e aplicação de sanções legais.
Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA
Fonte: Tecnoblog

Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite
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Design leve de 277 g

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O Nintendo Switch Lite está 33% mais barato no Mercado Livre em relação ao seu preço de lançamento de R$ 1.899. Você encontra o console portátil agora em oferta por R$ 1.268 no pagamento por Pix. A versão abre mão da proposta híbrida para ser um pouco mais acessível.

Nintendo Switch Lite conta com tela LCD e bateria para até 7 horas

Nintendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O videogame portátil apresenta uma tela touchscreen LCD de 5,5 polegadas, responsável por exibir imagens em resolução HD e densidade de pixels de 267 ppi. O Switch Lite fica marcado por não possuir controles Joy-Con, o que significa entregar experiência exclusivamente portátil, sem suporte ao sistema de mesa ou na TV.

O hardware interno conta com o processador Tegra X1 customizado pela Nvidia e 32 GB de armazenamento expansível até 2 TB por meio de cartão microSD. A bateria de 3.570 mAh entrega autonomia entre três e sete horas, o período depende do jogo a ser executado.

O console tem acesso à boa parte da biblioteca de jogos do Switch, incluindo algumas franquias exclusivas e famosas como Mario, The Legend of Zelda, Donkey Kong e Pokémon. Já em termos de conectividade, suporta conexões de Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.1.

O Nintendo Switch Lite está em oferta por R$ 1.268 no Pix no Mercado Livre, o que representa um desconto de 33% em relação ao preço original.
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Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC fecha as portas para clientes menores (imagem: divulgação/TSMC)

Resumo

A TSMC reservou sua capacidade de fabricação de chips de 3 nm para a Apple e Nvidia, devido à alta demanda e restrições operacionais.
A decisão impacta a indústria global, com empresas como Intel e AMD recebendo menos chips, enquanto a Samsung busca preencher a lacuna.
Problemas adicionais, como a crise de hélio, agravam a situação, afetando lançamentos de gadgets e estratégias de produção.

A TSMC, empresa taiwanesa que controla cerca de 70% do mercado de fabricação de semicondutores, tomou uma decisão drástica: toda a sua capacidade de fabricação de chips de 3 nanômetros (nm) está agora reservada apenas para seus maiores clientes.

A medida reflete em toda a cadeia de suprimentos global, uma vez que a indústria não consegue absorver o ritmo acelerado de pedidos impulsionados pelo boom da inteligência artificial. O resultado será que grande parte das empresas de tecnologia ficará em uma fila de espera por tempo indeterminado.

Por que a TSMC atingiu o limite?

A resposta está na combinação entre uma demanda sem precedentes e restrições operacionais. O site DigiTimes revela que a TSMC precisou priorizar dois perfis essenciais de clientes: a infraestrutura pesada de IA e os “clientes fiéis” de longa data.

Nesse cenário, a maior parte da produção de 3 nm vai direto para a Apple e Nvidia, parceiras consistentes que exigem um volume gigantesco. O acesso privilegiado a essa tecnologia garante à dupla uma vantagem competitiva considerável em eficiência energética e poder de processamento contra as rivais.

Enquanto isso, gigantes como Intel e AMD receberão porções bem menores. A situação é tão aguda que a Broadcom, grande desenvolvedora de circuitos sob medida, soou o alerta de que a companhia taiwanesa atingiu seu limite, derrubando uma antiga crença do mercado de que a TSMC poderia expandir sua capacidade de produção quase indefinidamente.

Esse gargalo atinge em cheio os produtos do dia a dia. Com as linhas de montagem tomadas pelos “grandes”, o setor de eletrônicos de consumo enfrentará falta de espaço e estouro de orçamento. Consequentemente, o lançamento de novos gadgets e hardwares de ponta sofrerá com atrasos severos.

Para piorar, a crise esbarra em problemas de segurança globais. O TechSpot destacou recentemente um ataque de drones que eliminou um terço do suprimento global de hélio, um gás essencial para fabricar semicondutores.

Alta demanda por IA sobrecarregou as linhas de produção da companhia (imagem: divulgação/TSMC)

Rotas alternativas

Diante das portas fechadas na TSMC, o setor corre para repensar estratégias e evitar o cancelamento de lançamentos. A Samsung Foundry busca se aproveitar desse momento e surge como a principal rota de escape. Um acordo recente mostra que a Samsung e a AMD estão aprofundando uma parceria no desenvolvimento de memórias, abrindo caminho para a concorrente da Intel contornar parcialmente o bloqueio em Taiwan.

Iniciativas independentes também ganham força. Elon Musk, por exemplo, anunciou o projeto Terafab para tentar garantir de forma autônoma os chips de seus próprios ecossistemas de IA e robótica. Paralelamente, a própria Intel segue injetando capital para aumentar sua produção de silício na tentativa de atrair clientes órfãos da concorrente asiática.

Embora parte dos analistas estime que a restrição de oferta possa diminuir em um ou dois anos, não há nenhuma certeza de que a situação se normalizará caso a IA mantenha o seu agressivo ritmo atual de expansão.
TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips
Fonte: Tecnoblog

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia estaria investindo em plataforma de agentes de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nvidia pode lançar uma plataforma de criação e gerenciamento de agentes de IA de código aberto.
Segundo a revista Wired, o projeto, chamado NemoClaw, pode ser anunciado já neste mês.
O NemoClaw permitiria executar tarefas autônomas com segurança e privacidade, funcionando mesmo fora do ecossistema da Nvidia.

A Nvidia quer uma plataforma para criação e gerenciamento de agentes de inteligência artificial para chamar de sua. O anúncio do sistema, chamado internamente de NemoClaw e desenvolvido em código aberto, pode ocorrer durante a conferência anual de desenvolvedores da fabricante, marcada para começar no dia 16 de março em San Jose, na Califórnia.

Segundo a revista Wired, a gigante dos chips já começou a apresentar o produto a empresas de software corporativo. A proposta é que a plataforma permita que companhias enviem agentes autônomos para executar tarefas do dia a dia, e que funcione mesmo fora de ecossistemas com hardware da própria Nvidia.

A empresa teria entrado em contato com possíveis parceiras para contribuições ao projeto, entre elas Salesforce, Cisco, Google, Adobe e CrowdStrike. Ainda não está claro se as empresas fecharam acordos.

Mais um “claw”

O investimento no NemoClaw ocorre durante uma alta nas notícias sobre agentes autônomos (os “claws”), que, diferente de chatbots comuns como o ChatGPT, Gemini e Claude, devem executar tarefas sem supervisão humana.

A tecnologia virou tendência especialmente após o hype em cima do assistente OpenClaw e do projeto Moltbook, uma “rede social de robôs” que viralizou nos últimos meses por permitir essa autonomia.

Vale lembrar que, mesmo com a divulgação de problemas graves de segurança, líderes dos projetos, como Peter Steinberger, criador do OpenClaw, e Matt Schlicht e Ben Parr, fundadores do Moltbook, já estão em outras big techs — OpenAI e Meta, respectivamente.

Essa última, aliás, havia pedido para que os funcionários evitassem a tecnologia de Steinberger, após uma funcionária da divisão de segurança relatar que o agente saiu do controle.

Para contornar esse receio e atrair o mercado, a Nvidia planeja oferecer ferramentas robustas de segurança e privacidade integradas nativamente à nova plataforma, diz a Wired.

Mudança de estratégia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

Segundo a revista, o NemoClaw é mais um passo da Nvidia na adoção de modelos de IA de código aberto. Até então, a estratégia de software da fabricante centrava-se quase inteiramente no CUDA (Compute Unified Device Architecture), sistema proprietário desenvolvido para manter os desenvolvedores dentro do ecossistema das próprias GPUs da empresa.

Abraçar o modelo aberto seria uma manobra para garantir a relevância da empresa na infraestrutura de IA, mesmo que aumente a disputa pelo domínio do hardware.

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA
Fonte: Tecnoblog

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

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Notebook Lenovo LOQ-e 83MES00200
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Processador Intel Core i7 e RAM de 16 GB
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GPU RTX 4050 da Nvidia
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Linux pode oferecer dificuldades de uso ou até compatibilidade para alguns usuários

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O notebook gamer Lenovo LOQ-e com processador Intel Core i7, RAM de 16 GB e GPU da Nvidia está saindo por apenas R$ 4.945 no Pix com o cupom GANHEI200 no aplicativo do Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço original do laptop (R$ 7.099,99) que pode ser uma boa aquisição para a volta às aulas 2026.

Notebook Lenovo LOQ-e tem configurações avançadas para jogos e estudo

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

A placa de vídeo é uma RTX 4050 da Nvidia com 6 GB de memória de dedicada, que garante alto desempenho gráfico em jogos e acelera a renderização em softwares de engenharia e edição de vídeo profissional. Para estudantes ou profissionais da área, GPU garante fluidez em modelos 3D, transformando o notebook em uma estação de trabalho eficiente.

Já o processador é Intel Core i7 acompanhado por 16 GB de RAM DDR5 que, em conjunto, otimizam o fluxo em multitarefa. Essa combinação permite manter dezenas de abas abertas e planilhas complexas sem lentidão. Desta forma, estudantes e profissionais ganham agilidade ao alternar entre videochamadas e softwares pesados.

Já o painel IPS LCD antirreflexo de 15,6 polegadas conta com resolução Full HD e taxa de atualização de 144 Hz, garantindo fluidez visual em animações e jogos, além de imagens nítidas. Ademais, a tela ainda traz brilho de 300 nits e promete 100% de fidelidade de cores sRGB.

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

Para reprodução de conteúdos, chamadas e apresentações, o notebook da série Lenovo LOQ-e ainda oferece dois alto-falantes de 2 W e uma câmera HD. E o teclado conta com retroiluminação na cor branca, útil para madrugadas de estudo, além de teclas numéricas na lateral, para tarefas que exigem cálculos constantes.

Por fim, em conectividade, o Lenovo LOQ-e em oferta (83MES00200) por R$ 4.945 no Pix com cupom GANHEI200 no app do Magazine Luiza suporta redes Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, e conta com duas portas USB-A, uma USB-C, uma Ethernet, um leitor de cartão SD, uma HDMI, uma para fone de ouvido e microfone e, claro, uma para carregamento.
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Fonte: Tecnoblog

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Empresa de chips recorreu a arquivos piratas do Anna’s Archive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Nvidia é acusada de usar 500 TB de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar IA, ignorando alertas sobre ilegalidade.
Emails internos indicam que a gerência da Nvidia autorizou o download de obras protegidas, visando competir com o ChatGPT.
Um grupo de escritores processa a Nvidia por uso não autorizado de suas obras, enquanto a empresa alega “uso justo” no treinamento de IA.

A Nvidia teria autorizado o download massivo de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar modelos de inteligência artificial, de acordo com acusação de um grupo de escritores dos Estados Unidos. As novas evidências foram anexadas na última sexta-feira (16/01) a um processo que tramita no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia.

Segundo a acusação, a gigante dos chips teria contatado diretamente os administradores da plataforma e deu prosseguimento à coleta de dados em menos de uma semana, ignorando um alerta do próprio site sobre a natureza irregular do acervo.

A denúncia, analisada pelo portal Torrent Freak, aponta que a decisão de usar material protegido foi uma estratégia deliberada impulsionada pela “pressão competitiva” para rivalizar com o ChatGPT, da OpenAI, e lançar modelos proprietários (como o NeMo e Megatron) no mercado.

Trecho do processo indica que a competição em IA levou a Nvidia à pirataria (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Empresa foi avisada sobre pirataria

A acusação baseia-se em trocas de emails de 2023, obtidas durante a fase de coleta de evidências do processo. Os documentos mostram que um membro da equipe de estratégia de dados da Nvidia entrou em contato com o Anna’s Archive para negociar “acesso de alta velocidade” ao banco de dados, visando alimentar o que a empresa chamava internamente de “NextLargeLLM”.

De acordo com o processo, os operadores do Anna’s Archive alertaram que a coleção era adquirida ilegalmente e questionaram se a Nvidia tinha permissão interna para assumir o risco.

O site teria oferecido acesso a cerca de 500 terabytes de dados, incluindo milhões de livros que, legalmente, estariam disponíveis apenas em sistemas de empréstimo digital restritos. Ainda assim, o documento afirma que a Nvidia “deu sinal verde” para prosseguir com a pirataria.

Anna’s Archive avisou empresa sobre natureza dos dados (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Quem está processando?

A ação coletiva é movida por um grupo de escritores que representam uma classe de autores cujas obras teriam sido utilizadas sem consentimento ou pagamento. Eles buscam compensação.

A nova versão da queixa expande o escopo do processo original. Além do Anna’s Archive, os autores alegam que a Nvidia utilizou outras fontes notórias de pirataria acadêmica e literária, como Bibliotik (através do dataset Books3), LibGen, Sci-Hub e Z-Library.

A defesa da Nvidia argumentou, em fases anteriores do processo, que a utilização de livros para treinamento de IA constitui “uso justo” (fair use), alegando que as obras são apenas correlações estatísticas para os modelos de IA.

Agora, os autores adicionaram acusações de infração direta e vicária de direitos autorais.

Em junho de 2025, a Anthropic venceu um processo também movido por um grupo de autores que acusava a empresa de usar obras protegidas no treinamento da IA Claude. A Justiça, à época, reconheceu o uso justo de livros comprados pela empresa, mas ordenou um outro processo para julgar as cópias pirateadas. A Anthropic optou por encerrar a disputa por meio de um acordo de US$ 1,5 bilhão (cerca R$ 8 bilhões) com autores e editoras.
Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados
Fonte: Tecnoblog

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A demanda por chips de IA fortalece a TSMC, pressionando preços e reduzindo o poder de barganha da Apple.
A Nvidia pode ter superado a Apple como maior cliente da TSMC, refletindo a mudança no mercado de chips.
O aumento de preços da TSMC pode encarecer futuros produtos da Apple, como o chip A20 para iPhones.

A relação histórica entre Apple e TSMC passa por um momento de inflexão. Segundo um novo relatório do analista Tim Culpan, o boom da inteligência artificial mudou o equilíbrio de forças entre a maçã e a maior fabricante de chips sob encomenda do mundo, abrindo espaço para reajustes de preços e maior disputa por capacidade produtiva.

Durante uma visita a Cupertino em agosto de 2025, o CEO da TSMC, CC Wei, informou executivos da Apple sobre o que seria o maior aumento de preços em anos. A decisão já vinha sendo sinalizada em chamadas de resultados e refletia o crescimento das margens da companhia taiwanesa, cada vez mais fortalecida pela demanda ligada à IA.

A Apple ainda é o principal cliente da TSMC?

Além do reajuste, a Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC. Antes dominante, a empresa agora precisa disputar espaço com gigantes como Nvidia e AMD, cujas GPUs voltadas para inteligência artificial ocupam áreas maiores por wafer e exigem processos de ponta.

Segundo fontes ouvidas por Culpan, há indícios de que a Nvidia tenha superado a Apple como maior cliente da TSMC em pelo menos um ou dois trimestres recentes. Questionado sobre a mudança no ranking, o diretor financeiro da TSMC, Wendell Huang, foi direto: “Não comentamos isso”.

Os dados consolidados só serão conhecidos com a divulgação do relatório anual, mas a tendência aponta para uma redução significativa da liderança da Apple — ou até sua perda.

Os números ajudam a explicar o movimento. A receita da TSMC cresceu 36% no último ano, enquanto as vendas da Nvidia avançam em ritmo muito mais acelerado que da Apple, que seguem em patamares de um dígito. A expansão da IA impulsiona fortemente o segmento de computação de alto desempenho, enquanto o mercado de smartphones mostra sinais claros de maturidade.

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (imagem: divulgação/TSMC)

O que isso pode significar para o consumidor?

A mudança na dinâmica entre Apple e TSMC pode ter efeitos indiretos para quem compra produtos da marca. Relatórios anteriores já indicavam que o chip A20, esperado para futuros iPhones, deve sair mais caro devido aos aumentos de preços da TSMC. Esse custo adicional pode ser repassado ao consumidor.

Apesar disso, a Apple segue sendo um cliente estratégico. Seu portfólio de chips é mais diversificado que o da Nvidia, abrangendo iPhones, Macs e acessórios, e distribuído por diversas fábricas da TSMC. Já a demanda por IA, embora intensa, tende a se concentrar em poucos produtos e nós tecnológicos.

O próprio CC Wei reconhece os riscos de expansão excessiva em um setor sujeito a ciclos. “Eu também estou muito nervoso”, afirmou o executivo em uma conferência com investidores. “Se não fizermos isso com cuidado, certamente será um grande desastre para a TSMC”.

No curto prazo, porém, o avanço da IA fortalece o poder da TSMC e reduz a margem de manobra da Apple. A disputa por capacidade e os preços mais altos indicam que a relação entre as duas empresas entrou em uma nova fase — menos previsível e mais competitiva.

Com informações do Culpium e 95ToMac

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA
Fonte: Tecnoblog

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Nitro V 16 promete alto desempenho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

A Acer anunciou novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços de R$ 5.000 a R$ 25.000, disponíveis na Acer Store em datas variadas até 2026.
Modelos Aspire e Swift incluem CPUs Intel Core Ultra e GPUs Intel, enquanto modelos Nitro e Predator utilizam GPUs NVIDIA GeForce RTX.
Os notebooks apresentam características como telas OLED e Mini LED, sistemas de refrigeração avançados, teclados retroiluminados RGB, e armazenamento SSD de até 1 TB.

A Acer anunciou nesta terça-feira (18/11) a chegada de novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços que vão de R$ 5.000 a R$ 25.000.

Os computadores contam com CPUs da Intel e, em alguns modelos, GPUs da Nvidia. O início das vendas varia de produto a produto, com alguns já disponíveis nas lojas e outros com lançamento previsto para 2026.

Estes são os modelos apresentados pela Acer, com as especificações que a marca destacou.

Acer Aspire 16 AI

CPU Intel Core Ultra

GPU integrada Intel Graphics

Windows 11 Home

Até 16 GB de RAM

Até 1 TB de armazenamento

Autonomia de bateria de 8 horas

Dobradiça de 180 graus

Preço sugerido: R$ 5.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Acer Aspire 14 AI

CPU Intel Core Ultra 7 (série 2)

GPU Intel Arc Graphics 140V

Tela WUXGA com sRGB100%

Copilot+ PC

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Acer Swift 16

Swift 16 aposta em leveza mesmo com tela grande (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 7 256V (8 núcleos)

GPU integrada Intel Arc Graphics 140V

Tela OLED touchscreen de 16 polegadas

Copilot+ PC

Até 512 GB de armazenamento SSD

Autonomia de bateria de até 10 horas

Design ultraleve e ultrafino em metal

Leitor biométrico integrado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer Nitro V16

CPU Intel Core 7 240H (10 núcleos)

GPU NVIDIA GeForce RTX 5050 com 8 GB de memória dedicada

Tela de 16 polegadas

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Windows 11

Duas ventoinhas com modos variados de rotação

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de dezembro

Predator Helios 18

Predator é a linha gamer da Acer (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 9 275HX (24 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5080 com 16 GB de memória dedicada

Tela Mini LED de 18 polegadas com 250 Hz

Duas ventoinhas AeroBlade de 6ª geração, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Teclado retroiluminado RGB com switches mecânicos antitravamento

Áudio DTS X: Ultra

Até 1 TB de armazenamento SSD

Quatro slots para memória RAM

Portas USB-C Thunderbolt 5

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Predator Helios Neo 16

CPU Intel Core Ultra 7 255HX (20 núcleos)

NPU Intel AI Boost integrada

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070 com 8 GB de memória GDDR7

Tela WQXGA de 16 polegadas com 240 Hz, cobrindo 100% DCI-P3

Sistema de refrigeração com duas ventoinhas, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Memória RAM DDR5

Até 512 GB de armazenamento SSD

Windows 11

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado RGB com 4 zonas

Leitor de cartão microSD

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Predator Triton 14 AI

CPU Intel Core Ultra 9 288V (8 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070

Tela OLED touchscreen de 14 polegadas com 120 Hz

Sistema de refrigeração avançado: duas ventoinhas AeroBlade 6ª geração, pasta térmica de grafeno e cinco dissipadores vetoriais

8 GB de memória GDDR7

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Teclado com iluminação RGB por tecla

Áudio DTS X: Ultra

Portas Thunderbolt 4

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer TravelMate P6

Modelo TravelMate é voltado ao mercado corporativo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra

Tela WQXGA em corpo fino e leve

Conectividade Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.3

Windows 11 Pro

Copilot+ PC

Certificação MIL-STD-810H

Preço sugerido: R$ 10.000

Modelo exclusivo para clientes B2B, sob consulta

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

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Fonte: Tecnoblog

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

Parceria garante à OpenAI o poder computacional para seus futuros modelos de IA (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A AMD anunciou nesta segunda-feira (06/10) uma parceria estratégica com a OpenAI, posicionando a empresa como grande fornecedora de unidades de processamento gráfico (GPUs) para a dona do ChatGPT e intensificando a concorrência com a Nvidia, atual líder do setor.

O acordo, que se estenderá por vários anos e gerações de produtos, estabelece a entrega de 6 gigawatts em GPUs, começando pela implantação de 1 gigawatt de chips da série AMD Instinct MI450. A meta é fornecer a capacidade computacional necessária para o desenvolvimento e operação de modelos de IA cada vez mais complexos, que também alimentam outras aplicações de IA generativa.

AMD será mais que um fornecedor

A AMD também concedeu à OpenAI o direito de adquirir até 160 milhões de ações ordinárias, volume que representa cerca de 10% de participação na empresa. A aquisição, no entanto, está condicionada ao cumprimento de alguns requisitos. Entre eles, a gigante da IA deve atingir os marcos técnicos e comerciais necessários para implantar os chips da AMD em larga escala.

Segundo Jean Hu, vice-presidente executiva e diretora financeira da AMD, “este acordo cria um alinhamento estratégico significativo e valor para os acionistas de ambas as empresas”. Lisa Su, presidente e CEO da AMD, destacou a natureza colaborativa do acordo.

Lisa Su, CEO da AMD, com um chip Ryzen 7000 (imagem: divulgação/AMD)

“Esta parceria reúne o melhor da AMD e da OpenAI para criar uma situação vantajosa para todos, possibilitando o avanço de todo o ecossistema de IA”, afirmou a executiva. A colaboração técnica entre as empresas também será aprofundada para otimizar hardware e software de futuras gerações de produtos.

Em comunicado, a AMD projetou que a parceria deve gerar “dezenas de bilhões de dólares em receita”, notícia que foi bem recebida pelo mercado financeiro, com as ações da companhia registrando alta de 24% nas negociações pré-mercado.

Parceria pode movimentar o mercado

Com o acordo, a OpenAI diversifica suas apostas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O anúncio ocorre em um momento em que a demanda por poder computacional tem superado a oferta no setor de IA. A parceria com a AMD oferece à OpenAI uma estratégia de diversificação de fornecedores, reduzindo sua dependência da Nvidia, que domina o fornecimento de hardware para data centers de IA.

Curiosamente, a companhia controlada por Sam Altman também anunciou no mês passado uma “parceria estratégica” com a Nvidia para a implantação de pelo menos 10 gigawatts em GPUs. No entanto, o acordo ainda não foi finalizado. Essa diversificação só foi possibilitada por um ajuste no acordo de exclusividade que a OpenAI mantinha com a Microsoft, modificado para permitir que a empresa de IA também buscasse acordos com outros fornecedores.

Com informações da AMD e The Verge
AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA
Fonte: Tecnoblog