Category: Nvidia

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC fecha as portas para clientes menores (imagem: divulgação/TSMC)

Resumo

A TSMC reservou sua capacidade de fabricação de chips de 3 nm para a Apple e Nvidia, devido à alta demanda e restrições operacionais.
A decisão impacta a indústria global, com empresas como Intel e AMD recebendo menos chips, enquanto a Samsung busca preencher a lacuna.
Problemas adicionais, como a crise de hélio, agravam a situação, afetando lançamentos de gadgets e estratégias de produção.

A TSMC, empresa taiwanesa que controla cerca de 70% do mercado de fabricação de semicondutores, tomou uma decisão drástica: toda a sua capacidade de fabricação de chips de 3 nanômetros (nm) está agora reservada apenas para seus maiores clientes.

A medida reflete em toda a cadeia de suprimentos global, uma vez que a indústria não consegue absorver o ritmo acelerado de pedidos impulsionados pelo boom da inteligência artificial. O resultado será que grande parte das empresas de tecnologia ficará em uma fila de espera por tempo indeterminado.

Por que a TSMC atingiu o limite?

A resposta está na combinação entre uma demanda sem precedentes e restrições operacionais. O site DigiTimes revela que a TSMC precisou priorizar dois perfis essenciais de clientes: a infraestrutura pesada de IA e os “clientes fiéis” de longa data.

Nesse cenário, a maior parte da produção de 3 nm vai direto para a Apple e Nvidia, parceiras consistentes que exigem um volume gigantesco. O acesso privilegiado a essa tecnologia garante à dupla uma vantagem competitiva considerável em eficiência energética e poder de processamento contra as rivais.

Enquanto isso, gigantes como Intel e AMD receberão porções bem menores. A situação é tão aguda que a Broadcom, grande desenvolvedora de circuitos sob medida, soou o alerta de que a companhia taiwanesa atingiu seu limite, derrubando uma antiga crença do mercado de que a TSMC poderia expandir sua capacidade de produção quase indefinidamente.

Esse gargalo atinge em cheio os produtos do dia a dia. Com as linhas de montagem tomadas pelos “grandes”, o setor de eletrônicos de consumo enfrentará falta de espaço e estouro de orçamento. Consequentemente, o lançamento de novos gadgets e hardwares de ponta sofrerá com atrasos severos.

Para piorar, a crise esbarra em problemas de segurança globais. O TechSpot destacou recentemente um ataque de drones que eliminou um terço do suprimento global de hélio, um gás essencial para fabricar semicondutores.

Alta demanda por IA sobrecarregou as linhas de produção da companhia (imagem: divulgação/TSMC)

Rotas alternativas

Diante das portas fechadas na TSMC, o setor corre para repensar estratégias e evitar o cancelamento de lançamentos. A Samsung Foundry busca se aproveitar desse momento e surge como a principal rota de escape. Um acordo recente mostra que a Samsung e a AMD estão aprofundando uma parceria no desenvolvimento de memórias, abrindo caminho para a concorrente da Intel contornar parcialmente o bloqueio em Taiwan.

Iniciativas independentes também ganham força. Elon Musk, por exemplo, anunciou o projeto Terafab para tentar garantir de forma autônoma os chips de seus próprios ecossistemas de IA e robótica. Paralelamente, a própria Intel segue injetando capital para aumentar sua produção de silício na tentativa de atrair clientes órfãos da concorrente asiática.

Embora parte dos analistas estime que a restrição de oferta possa diminuir em um ou dois anos, não há nenhuma certeza de que a situação se normalizará caso a IA mantenha o seu agressivo ritmo atual de expansão.
TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips
Fonte: Tecnoblog

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia estaria investindo em plataforma de agentes de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nvidia pode lançar uma plataforma de criação e gerenciamento de agentes de IA de código aberto.
Segundo a revista Wired, o projeto, chamado NemoClaw, pode ser anunciado já neste mês.
O NemoClaw permitiria executar tarefas autônomas com segurança e privacidade, funcionando mesmo fora do ecossistema da Nvidia.

A Nvidia quer uma plataforma para criação e gerenciamento de agentes de inteligência artificial para chamar de sua. O anúncio do sistema, chamado internamente de NemoClaw e desenvolvido em código aberto, pode ocorrer durante a conferência anual de desenvolvedores da fabricante, marcada para começar no dia 16 de março em San Jose, na Califórnia.

Segundo a revista Wired, a gigante dos chips já começou a apresentar o produto a empresas de software corporativo. A proposta é que a plataforma permita que companhias enviem agentes autônomos para executar tarefas do dia a dia, e que funcione mesmo fora de ecossistemas com hardware da própria Nvidia.

A empresa teria entrado em contato com possíveis parceiras para contribuições ao projeto, entre elas Salesforce, Cisco, Google, Adobe e CrowdStrike. Ainda não está claro se as empresas fecharam acordos.

Mais um “claw”

O investimento no NemoClaw ocorre durante uma alta nas notícias sobre agentes autônomos (os “claws”), que, diferente de chatbots comuns como o ChatGPT, Gemini e Claude, devem executar tarefas sem supervisão humana.

A tecnologia virou tendência especialmente após o hype em cima do assistente OpenClaw e do projeto Moltbook, uma “rede social de robôs” que viralizou nos últimos meses por permitir essa autonomia.

Vale lembrar que, mesmo com a divulgação de problemas graves de segurança, líderes dos projetos, como Peter Steinberger, criador do OpenClaw, e Matt Schlicht e Ben Parr, fundadores do Moltbook, já estão em outras big techs — OpenAI e Meta, respectivamente.

Essa última, aliás, havia pedido para que os funcionários evitassem a tecnologia de Steinberger, após uma funcionária da divisão de segurança relatar que o agente saiu do controle.

Para contornar esse receio e atrair o mercado, a Nvidia planeja oferecer ferramentas robustas de segurança e privacidade integradas nativamente à nova plataforma, diz a Wired.

Mudança de estratégia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

Segundo a revista, o NemoClaw é mais um passo da Nvidia na adoção de modelos de IA de código aberto. Até então, a estratégia de software da fabricante centrava-se quase inteiramente no CUDA (Compute Unified Device Architecture), sistema proprietário desenvolvido para manter os desenvolvedores dentro do ecossistema das próprias GPUs da empresa.

Abraçar o modelo aberto seria uma manobra para garantir a relevância da empresa na infraestrutura de IA, mesmo que aumente a disputa pelo domínio do hardware.

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA
Fonte: Tecnoblog

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

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Notebook Lenovo LOQ-e tem configurações avançadas para jogos e estudo

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

A placa de vídeo é uma RTX 4050 da Nvidia com 6 GB de memória de dedicada, que garante alto desempenho gráfico em jogos e acelera a renderização em softwares de engenharia e edição de vídeo profissional. Para estudantes ou profissionais da área, GPU garante fluidez em modelos 3D, transformando o notebook em uma estação de trabalho eficiente.

Já o processador é Intel Core i7 acompanhado por 16 GB de RAM DDR5 que, em conjunto, otimizam o fluxo em multitarefa. Essa combinação permite manter dezenas de abas abertas e planilhas complexas sem lentidão. Desta forma, estudantes e profissionais ganham agilidade ao alternar entre videochamadas e softwares pesados.

Já o painel IPS LCD antirreflexo de 15,6 polegadas conta com resolução Full HD e taxa de atualização de 144 Hz, garantindo fluidez visual em animações e jogos, além de imagens nítidas. Ademais, a tela ainda traz brilho de 300 nits e promete 100% de fidelidade de cores sRGB.

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

Para reprodução de conteúdos, chamadas e apresentações, o notebook da série Lenovo LOQ-e ainda oferece dois alto-falantes de 2 W e uma câmera HD. E o teclado conta com retroiluminação na cor branca, útil para madrugadas de estudo, além de teclas numéricas na lateral, para tarefas que exigem cálculos constantes.

Por fim, em conectividade, o Lenovo LOQ-e em oferta (83MES00200) por R$ 4.945 no Pix com cupom GANHEI200 no app do Magazine Luiza suporta redes Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, e conta com duas portas USB-A, uma USB-C, uma Ethernet, um leitor de cartão SD, uma HDMI, uma para fone de ouvido e microfone e, claro, uma para carregamento.
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Fonte: Tecnoblog

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Empresa de chips recorreu a arquivos piratas do Anna’s Archive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Nvidia é acusada de usar 500 TB de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar IA, ignorando alertas sobre ilegalidade.
Emails internos indicam que a gerência da Nvidia autorizou o download de obras protegidas, visando competir com o ChatGPT.
Um grupo de escritores processa a Nvidia por uso não autorizado de suas obras, enquanto a empresa alega “uso justo” no treinamento de IA.

A Nvidia teria autorizado o download massivo de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar modelos de inteligência artificial, de acordo com acusação de um grupo de escritores dos Estados Unidos. As novas evidências foram anexadas na última sexta-feira (16/01) a um processo que tramita no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia.

Segundo a acusação, a gigante dos chips teria contatado diretamente os administradores da plataforma e deu prosseguimento à coleta de dados em menos de uma semana, ignorando um alerta do próprio site sobre a natureza irregular do acervo.

A denúncia, analisada pelo portal Torrent Freak, aponta que a decisão de usar material protegido foi uma estratégia deliberada impulsionada pela “pressão competitiva” para rivalizar com o ChatGPT, da OpenAI, e lançar modelos proprietários (como o NeMo e Megatron) no mercado.

Trecho do processo indica que a competição em IA levou a Nvidia à pirataria (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Empresa foi avisada sobre pirataria

A acusação baseia-se em trocas de emails de 2023, obtidas durante a fase de coleta de evidências do processo. Os documentos mostram que um membro da equipe de estratégia de dados da Nvidia entrou em contato com o Anna’s Archive para negociar “acesso de alta velocidade” ao banco de dados, visando alimentar o que a empresa chamava internamente de “NextLargeLLM”.

De acordo com o processo, os operadores do Anna’s Archive alertaram que a coleção era adquirida ilegalmente e questionaram se a Nvidia tinha permissão interna para assumir o risco.

O site teria oferecido acesso a cerca de 500 terabytes de dados, incluindo milhões de livros que, legalmente, estariam disponíveis apenas em sistemas de empréstimo digital restritos. Ainda assim, o documento afirma que a Nvidia “deu sinal verde” para prosseguir com a pirataria.

Anna’s Archive avisou empresa sobre natureza dos dados (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Quem está processando?

A ação coletiva é movida por um grupo de escritores que representam uma classe de autores cujas obras teriam sido utilizadas sem consentimento ou pagamento. Eles buscam compensação.

A nova versão da queixa expande o escopo do processo original. Além do Anna’s Archive, os autores alegam que a Nvidia utilizou outras fontes notórias de pirataria acadêmica e literária, como Bibliotik (através do dataset Books3), LibGen, Sci-Hub e Z-Library.

A defesa da Nvidia argumentou, em fases anteriores do processo, que a utilização de livros para treinamento de IA constitui “uso justo” (fair use), alegando que as obras são apenas correlações estatísticas para os modelos de IA.

Agora, os autores adicionaram acusações de infração direta e vicária de direitos autorais.

Em junho de 2025, a Anthropic venceu um processo também movido por um grupo de autores que acusava a empresa de usar obras protegidas no treinamento da IA Claude. A Justiça, à época, reconheceu o uso justo de livros comprados pela empresa, mas ordenou um outro processo para julgar as cópias pirateadas. A Anthropic optou por encerrar a disputa por meio de um acordo de US$ 1,5 bilhão (cerca R$ 8 bilhões) com autores e editoras.
Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados
Fonte: Tecnoblog

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A demanda por chips de IA fortalece a TSMC, pressionando preços e reduzindo o poder de barganha da Apple.
A Nvidia pode ter superado a Apple como maior cliente da TSMC, refletindo a mudança no mercado de chips.
O aumento de preços da TSMC pode encarecer futuros produtos da Apple, como o chip A20 para iPhones.

A relação histórica entre Apple e TSMC passa por um momento de inflexão. Segundo um novo relatório do analista Tim Culpan, o boom da inteligência artificial mudou o equilíbrio de forças entre a maçã e a maior fabricante de chips sob encomenda do mundo, abrindo espaço para reajustes de preços e maior disputa por capacidade produtiva.

Durante uma visita a Cupertino em agosto de 2025, o CEO da TSMC, CC Wei, informou executivos da Apple sobre o que seria o maior aumento de preços em anos. A decisão já vinha sendo sinalizada em chamadas de resultados e refletia o crescimento das margens da companhia taiwanesa, cada vez mais fortalecida pela demanda ligada à IA.

A Apple ainda é o principal cliente da TSMC?

Além do reajuste, a Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC. Antes dominante, a empresa agora precisa disputar espaço com gigantes como Nvidia e AMD, cujas GPUs voltadas para inteligência artificial ocupam áreas maiores por wafer e exigem processos de ponta.

Segundo fontes ouvidas por Culpan, há indícios de que a Nvidia tenha superado a Apple como maior cliente da TSMC em pelo menos um ou dois trimestres recentes. Questionado sobre a mudança no ranking, o diretor financeiro da TSMC, Wendell Huang, foi direto: “Não comentamos isso”.

Os dados consolidados só serão conhecidos com a divulgação do relatório anual, mas a tendência aponta para uma redução significativa da liderança da Apple — ou até sua perda.

Os números ajudam a explicar o movimento. A receita da TSMC cresceu 36% no último ano, enquanto as vendas da Nvidia avançam em ritmo muito mais acelerado que da Apple, que seguem em patamares de um dígito. A expansão da IA impulsiona fortemente o segmento de computação de alto desempenho, enquanto o mercado de smartphones mostra sinais claros de maturidade.

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (imagem: divulgação/TSMC)

O que isso pode significar para o consumidor?

A mudança na dinâmica entre Apple e TSMC pode ter efeitos indiretos para quem compra produtos da marca. Relatórios anteriores já indicavam que o chip A20, esperado para futuros iPhones, deve sair mais caro devido aos aumentos de preços da TSMC. Esse custo adicional pode ser repassado ao consumidor.

Apesar disso, a Apple segue sendo um cliente estratégico. Seu portfólio de chips é mais diversificado que o da Nvidia, abrangendo iPhones, Macs e acessórios, e distribuído por diversas fábricas da TSMC. Já a demanda por IA, embora intensa, tende a se concentrar em poucos produtos e nós tecnológicos.

O próprio CC Wei reconhece os riscos de expansão excessiva em um setor sujeito a ciclos. “Eu também estou muito nervoso”, afirmou o executivo em uma conferência com investidores. “Se não fizermos isso com cuidado, certamente será um grande desastre para a TSMC”.

No curto prazo, porém, o avanço da IA fortalece o poder da TSMC e reduz a margem de manobra da Apple. A disputa por capacidade e os preços mais altos indicam que a relação entre as duas empresas entrou em uma nova fase — menos previsível e mais competitiva.

Com informações do Culpium e 95ToMac

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA
Fonte: Tecnoblog

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Nitro V 16 promete alto desempenho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

A Acer anunciou novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços de R$ 5.000 a R$ 25.000, disponíveis na Acer Store em datas variadas até 2026.
Modelos Aspire e Swift incluem CPUs Intel Core Ultra e GPUs Intel, enquanto modelos Nitro e Predator utilizam GPUs NVIDIA GeForce RTX.
Os notebooks apresentam características como telas OLED e Mini LED, sistemas de refrigeração avançados, teclados retroiluminados RGB, e armazenamento SSD de até 1 TB.

A Acer anunciou nesta terça-feira (18/11) a chegada de novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços que vão de R$ 5.000 a R$ 25.000.

Os computadores contam com CPUs da Intel e, em alguns modelos, GPUs da Nvidia. O início das vendas varia de produto a produto, com alguns já disponíveis nas lojas e outros com lançamento previsto para 2026.

Estes são os modelos apresentados pela Acer, com as especificações que a marca destacou.

Acer Aspire 16 AI

CPU Intel Core Ultra

GPU integrada Intel Graphics

Windows 11 Home

Até 16 GB de RAM

Até 1 TB de armazenamento

Autonomia de bateria de 8 horas

Dobradiça de 180 graus

Preço sugerido: R$ 5.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Acer Aspire 14 AI

CPU Intel Core Ultra 7 (série 2)

GPU Intel Arc Graphics 140V

Tela WUXGA com sRGB100%

Copilot+ PC

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Acer Swift 16

Swift 16 aposta em leveza mesmo com tela grande (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 7 256V (8 núcleos)

GPU integrada Intel Arc Graphics 140V

Tela OLED touchscreen de 16 polegadas

Copilot+ PC

Até 512 GB de armazenamento SSD

Autonomia de bateria de até 10 horas

Design ultraleve e ultrafino em metal

Leitor biométrico integrado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer Nitro V16

CPU Intel Core 7 240H (10 núcleos)

GPU NVIDIA GeForce RTX 5050 com 8 GB de memória dedicada

Tela de 16 polegadas

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Windows 11

Duas ventoinhas com modos variados de rotação

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de dezembro

Predator Helios 18

Predator é a linha gamer da Acer (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 9 275HX (24 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5080 com 16 GB de memória dedicada

Tela Mini LED de 18 polegadas com 250 Hz

Duas ventoinhas AeroBlade de 6ª geração, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Teclado retroiluminado RGB com switches mecânicos antitravamento

Áudio DTS X: Ultra

Até 1 TB de armazenamento SSD

Quatro slots para memória RAM

Portas USB-C Thunderbolt 5

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Predator Helios Neo 16

CPU Intel Core Ultra 7 255HX (20 núcleos)

NPU Intel AI Boost integrada

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070 com 8 GB de memória GDDR7

Tela WQXGA de 16 polegadas com 240 Hz, cobrindo 100% DCI-P3

Sistema de refrigeração com duas ventoinhas, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Memória RAM DDR5

Até 512 GB de armazenamento SSD

Windows 11

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado RGB com 4 zonas

Leitor de cartão microSD

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Predator Triton 14 AI

CPU Intel Core Ultra 9 288V (8 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070

Tela OLED touchscreen de 14 polegadas com 120 Hz

Sistema de refrigeração avançado: duas ventoinhas AeroBlade 6ª geração, pasta térmica de grafeno e cinco dissipadores vetoriais

8 GB de memória GDDR7

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Teclado com iluminação RGB por tecla

Áudio DTS X: Ultra

Portas Thunderbolt 4

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer TravelMate P6

Modelo TravelMate é voltado ao mercado corporativo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra

Tela WQXGA em corpo fino e leve

Conectividade Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.3

Windows 11 Pro

Copilot+ PC

Certificação MIL-STD-810H

Preço sugerido: R$ 10.000

Modelo exclusivo para clientes B2B, sob consulta

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos
Fonte: Tecnoblog

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

Parceria garante à OpenAI o poder computacional para seus futuros modelos de IA (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A AMD anunciou nesta segunda-feira (06/10) uma parceria estratégica com a OpenAI, posicionando a empresa como grande fornecedora de unidades de processamento gráfico (GPUs) para a dona do ChatGPT e intensificando a concorrência com a Nvidia, atual líder do setor.

O acordo, que se estenderá por vários anos e gerações de produtos, estabelece a entrega de 6 gigawatts em GPUs, começando pela implantação de 1 gigawatt de chips da série AMD Instinct MI450. A meta é fornecer a capacidade computacional necessária para o desenvolvimento e operação de modelos de IA cada vez mais complexos, que também alimentam outras aplicações de IA generativa.

AMD será mais que um fornecedor

A AMD também concedeu à OpenAI o direito de adquirir até 160 milhões de ações ordinárias, volume que representa cerca de 10% de participação na empresa. A aquisição, no entanto, está condicionada ao cumprimento de alguns requisitos. Entre eles, a gigante da IA deve atingir os marcos técnicos e comerciais necessários para implantar os chips da AMD em larga escala.

Segundo Jean Hu, vice-presidente executiva e diretora financeira da AMD, “este acordo cria um alinhamento estratégico significativo e valor para os acionistas de ambas as empresas”. Lisa Su, presidente e CEO da AMD, destacou a natureza colaborativa do acordo.

Lisa Su, CEO da AMD, com um chip Ryzen 7000 (imagem: divulgação/AMD)

“Esta parceria reúne o melhor da AMD e da OpenAI para criar uma situação vantajosa para todos, possibilitando o avanço de todo o ecossistema de IA”, afirmou a executiva. A colaboração técnica entre as empresas também será aprofundada para otimizar hardware e software de futuras gerações de produtos.

Em comunicado, a AMD projetou que a parceria deve gerar “dezenas de bilhões de dólares em receita”, notícia que foi bem recebida pelo mercado financeiro, com as ações da companhia registrando alta de 24% nas negociações pré-mercado.

Parceria pode movimentar o mercado

Com o acordo, a OpenAI diversifica suas apostas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O anúncio ocorre em um momento em que a demanda por poder computacional tem superado a oferta no setor de IA. A parceria com a AMD oferece à OpenAI uma estratégia de diversificação de fornecedores, reduzindo sua dependência da Nvidia, que domina o fornecimento de hardware para data centers de IA.

Curiosamente, a companhia controlada por Sam Altman também anunciou no mês passado uma “parceria estratégica” com a Nvidia para a implantação de pelo menos 10 gigawatts em GPUs. No entanto, o acordo ainda não foi finalizado. Essa diversificação só foi possibilitada por um ajuste no acordo de exclusividade que a OpenAI mantinha com a Microsoft, modificado para permitir que a empresa de IA também buscasse acordos com outros fornecedores.

Com informações da AMD e The Verge
AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA
Fonte: Tecnoblog

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Nvidia vai investir US$ 100 bilhões na OpenAI (imagem: reprodução/Nvidia)

Resumo

Nvidia investirá até US$ 100 bilhões na OpenAI para apoiar avanço da inteligência artificial, incluindo a construção de infraestrutura com 10 gigawatts de energia;

Parceria permitirá que OpenAI utilize chips da Nvidia para expandir sua tecnologia de IA, enquanto Nvidia ganha participação em uma das líderes do setor;

Acordo segue o recente anúncio de uma parceria entre Nvidia e Intel, com foco em chips para datacenters e PCs.

Por mais que os consumidores vejam a Nvidia como uma empresa que desenvolve placas de vídeo para jogos, o principal negócio da companhia atualmente é a inteligência artificial. Prova disso é que a Nvidia revelou um plano para investir até US$ 100 bilhões na OpenAI, o nome por trás do ChatGPT.

O acordo prevê a implantação de uma gigantesca infraestrutura de pelo menos 10 gigawatts (suficiente para fornecer energia para cerca de 8 milhões de residências nos Estados Unidos) para treinar e executar a próxima geração de modelos de IA da OpenAI.

Os detalhes dessa parceria ainda estão sendo elaborados, mas já se sabe que as soluções correspondentes ao primeiro gigawatt, que consistem principalmente em datacenters e fornecimento de energia, deverão ser implantados no segundo semestre de 2026.

Isso deixa claro que esta é uma parceria de longo prazo. De fato, no anúncio oficial, Nvidia e OpenAI informam que o investimento de até US$ 100 bilhões (R$ 534 bilhões na conversão direta) será feito de modo progressivo.

A intenção, um tanto óbvia, é a de que essa seja uma relação “ganha-ganha”. De um lado, a parceria permitirá à OpenAI ter acesso a uma infraestrutura de ponta, que inclui os chips avançados da Nvidia para processamento de tarefas de IA, para desenvolver a sua tecnologia. No outro, a Nvidia terá uma participação em uma das companhias que lideram o setor.

Os CEOs das duas companhias comentaram o acordo:

A Nvidia e a OpenAI têm se impulsionado mutuamente há uma década, desde o primeiro supercomputador DGX até o avanço do ChatGPT. Este investimento e a parceria em infraestrutura marcam o próximo salto — implementando 10 gigawatts para impulsionar a próxima era da inteligência.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

Tudo começa com a computação. A infraestrutura computacional será a base da economia do futuro, e utilizaremos o que estamos construindo com a Nvidia para trazer mais avanços em IA e capacitar pessoas e empresas com eles de modo escalonado.

Sam Altman, CEO da OpenAI

Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: reprodução/OpenAI)

Acordo chega após parceria da Nvidia com a Intel

O acordo com a OpenAI foi revelado menos de uma semana depois de a Nvidia anunciar uma parceria com a Intel. Nela, a Nvidia investirá US$ 5 bilhões na Intel na forma de compra de ações desta última.

Nvidia e Intel trabalharão em conjunto no desenvolvimento de soluções com arquitetura x86 direcionadas a datacenters, bem como na criação de chips para PCs que reúnem CPUs x86 e GPUs RTX.
Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI
Fonte: Tecnoblog

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Placa de vídeo Arc B580 (imagem: divulgação/Intel)

Resumo

Intel afirma que acordo com a Nvidia não altera seu roadmap de produtos;

Parceria entre Nvidia e Intel envolve investimento de US$ 5 bilhões e prevê lançamento de chips x86 com GPU RTX;

Futuro da linha Arc permanece incerto no longo prazo, porém.

O surpreendente acordo da Nvidia com a Intel anunciado na quinta-feira (18/09) vai resultar no lançamento de processadores x86 que contam com GPUs integradas da série RTX. Depois do anúncio, ficou a dúvida: será que a parceria fará a Intel desistir das GPUs Arc? A companhia deu a entender que não.

A dúvida é pertinente porque, desde 2021, quando a Intel introduziu as GPUs Arc, elas nunca tiveram grande destaque em termos de desempenho. Não por acaso, as placas de vídeo dedicadas da família Arc têm participação quase inexpressiva no mercado, que continua dominado pelas GPUs Nvidia GeForce e AMD Radeon.

Como a Intel enfrenta uma crise, não seria espantoso se a companhia desistisse das GPUs Arc para reduzir custos ou priorizar produtos mais rentáveis. Com o recém-anunciado acordo com a Nvidia, essa possibilidade ganhou força.

Mas não parece ser o caso. Ao site PCWorld, um representante da Intel declarou o seguinte:

Não estamos discutindo roadmaps específicos neste momento, mas a colaboração [com a Nvidia] é complementar ao roadmap da Intel, e a companhia continuará a oferecer produtos de GPU.

O que a declaração informa é que a Intel tinha uma programação de lançamentos definida antes da parceria com a Nvidia, que pretende mantê-la, e que o que vier com base no acordo será complementar.

No entanto, a declaração não deixa claro o que acontecerá com as GPUs Arc no longo prazo, isto é, após a programação definida atualmente ser cumprida.

Uma hipótese é a de que a Intel continue desenvolvendo a sua tecnologia própria de GPUs, mas para atender a segmentos do mercado focados em custo-benefício, deixando as opções com GPU Nvidia RTX para aplicações que demandam mais desempenho. Mas, de novo, essa é só uma hipótese.

Como é a parceria da Nvidia com a Intel?

Nvidia anuncia acordo com a Intel (imagem: divulgação/Nvidia)

A Nvidia irá investir US$ 5 bilhões na Intel. Esse investimento será feito por meio da aquisição de ações ordinárias desta última.

O acordo determina que Nvidia e Intel trabalhem juntas no desenvolvimento de soluções com arquitetura x86 direcionadas a datacenters, bem como na criação de chips para PCs que reúnem CPUs x86 e GPUs RTX.
Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia
Fonte: Tecnoblog

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

Nvidia anuncia acordo com a Intel (imagem: divulgação/Nvidia)

Resumo

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para desenvolver chips x86 com GPU RTX;

Parceria prevê desenvolvimento de soluções para datacenters e PCs;

Jensen Huang (CEO da Nvidia) e Lip-Bu Tan (CEO da Intel) destacam impacto histórico da colaboração.

Já imaginou se deparar com um chip que combina CPU Intel com GPU Nvidia? Essa possibilidade é factível: a Nvidia acaba de anunciar um investimento de US$ 5 bilhões (R$ 26,4 bilhões, na conversão direta) na Intel justamente para que as duas companhias possam desenvolver chips em conjunto.

Do ponto de vista técnico, a base dessa parceria será a tecnologia Nvidia NVLink, que permite que GPUs se comuniquem rapidamente entre si, e possibilita também que essa comunicação ocorra entre GPUs e CPUs.

Em seu comunicado, a Nvidia explica que a parceria com a Intel será direcionada a soluções para datacenters, bem como para produtos de computação pessoal, isto é, para PCs.

Para datacenters, o acordo prevê que a Intel produza CPUs com arquitetura x86 sob medida para a Nvidia que, por sua vez, integrará essas unidades às suas plataformas de infraestrutura direcionadas à inteligência artificial.

Já no segmento de PCs, a parceria permitirá o desenvolvimento de SoCs que reúnem núcleos de CPU de arquitetura x86 com chiplets de GPUs RTX. Explicando de maneira mais clara: em breve, veremos processadores x86 com gráficos Nvidia RTX integrados serem lançados.

CEO da Nvidia fala em “colaboração histórica”

O acordo é interessante para a Nvidia, pois dá abertura para que a companhia incorpore mais uma arquitetura (x86) ao seu rol de soluções tecnológicas. É o que a declaração do CEO da companhia dá a entender:

Esta histórica colaboração une firmemente a IA e a pilha de computação acelerada da Nvidia com as CPUs da Intel e o vasto ecossistema x86 — uma fusão de duas plataformas de alcance mundial. Juntos, expandiremos nossos ecossistemas e lançaremos as bases para a próxima era da computação.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O líder da Intel também comentou a parceria:

A arquitetura x86 da Intel tem sido fundamental para a computação moderna por décadas — e estamos inovando em todo o nosso portfólio para habilitar as cargas de trabalho do futuro.

Lip-Bu Tan, CEO da Intel

Tan não comentou nada a respeito, mas é impossível não imaginar que o acordo, se devidamente aprovado pelos órgãos reguladores, ajudará a Intel a sair da grave crise que a companhia enfrenta pelo menos desde o ano passado.

A Nvidia fará o investimento de US$ 5 bilhões por meio da compra de ações ordinárias da Intel ao custo de US$ 23,28 por papel.
Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

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Fonte: Tecnoblog