Category: Nvidia

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

Notebook Lenovo LOQ-e 83MES00200
R$ 4.944,75

R$ 7.099,9930% OFF

Prós

Processador Intel Core i7 e RAM de 16 GB
Armazenamento SSD de 512 GB
GPU RTX 4050 da Nvidia
Tela IPS LCD de 15,6″ de 144 Hz

Contras

Linux pode oferecer dificuldades de uso ou até compatibilidade para alguns usuários

PIX
Cupom
Somente no APP

GANHEI200
R$ 4.944,75  Magazine Luiza

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O notebook gamer Lenovo LOQ-e com processador Intel Core i7, RAM de 16 GB e GPU da Nvidia está saindo por apenas R$ 4.945 no Pix com o cupom GANHEI200 no aplicativo do Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço original do laptop (R$ 7.099,99) que pode ser uma boa aquisição para a volta às aulas 2026.

Notebook Lenovo LOQ-e tem configurações avançadas para jogos e estudo

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

A placa de vídeo é uma RTX 4050 da Nvidia com 6 GB de memória de dedicada, que garante alto desempenho gráfico em jogos e acelera a renderização em softwares de engenharia e edição de vídeo profissional. Para estudantes ou profissionais da área, GPU garante fluidez em modelos 3D, transformando o notebook em uma estação de trabalho eficiente.

Já o processador é Intel Core i7 acompanhado por 16 GB de RAM DDR5 que, em conjunto, otimizam o fluxo em multitarefa. Essa combinação permite manter dezenas de abas abertas e planilhas complexas sem lentidão. Desta forma, estudantes e profissionais ganham agilidade ao alternar entre videochamadas e softwares pesados.

Já o painel IPS LCD antirreflexo de 15,6 polegadas conta com resolução Full HD e taxa de atualização de 144 Hz, garantindo fluidez visual em animações e jogos, além de imagens nítidas. Ademais, a tela ainda traz brilho de 300 nits e promete 100% de fidelidade de cores sRGB.

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

Para reprodução de conteúdos, chamadas e apresentações, o notebook da série Lenovo LOQ-e ainda oferece dois alto-falantes de 2 W e uma câmera HD. E o teclado conta com retroiluminação na cor branca, útil para madrugadas de estudo, além de teclas numéricas na lateral, para tarefas que exigem cálculos constantes.

Por fim, em conectividade, o Lenovo LOQ-e em oferta (83MES00200) por R$ 4.945 no Pix com cupom GANHEI200 no app do Magazine Luiza suporta redes Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, e conta com duas portas USB-A, uma USB-C, uma Ethernet, um leitor de cartão SD, uma HDMI, uma para fone de ouvido e microfone e, claro, uma para carregamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Empresa de chips recorreu a arquivos piratas do Anna’s Archive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Nvidia é acusada de usar 500 TB de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar IA, ignorando alertas sobre ilegalidade.
Emails internos indicam que a gerência da Nvidia autorizou o download de obras protegidas, visando competir com o ChatGPT.
Um grupo de escritores processa a Nvidia por uso não autorizado de suas obras, enquanto a empresa alega “uso justo” no treinamento de IA.

A Nvidia teria autorizado o download massivo de livros pirateados do site Anna’s Archive para treinar modelos de inteligência artificial, de acordo com acusação de um grupo de escritores dos Estados Unidos. As novas evidências foram anexadas na última sexta-feira (16/01) a um processo que tramita no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia.

Segundo a acusação, a gigante dos chips teria contatado diretamente os administradores da plataforma e deu prosseguimento à coleta de dados em menos de uma semana, ignorando um alerta do próprio site sobre a natureza irregular do acervo.

A denúncia, analisada pelo portal Torrent Freak, aponta que a decisão de usar material protegido foi uma estratégia deliberada impulsionada pela “pressão competitiva” para rivalizar com o ChatGPT, da OpenAI, e lançar modelos proprietários (como o NeMo e Megatron) no mercado.

Trecho do processo indica que a competição em IA levou a Nvidia à pirataria (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Empresa foi avisada sobre pirataria

A acusação baseia-se em trocas de emails de 2023, obtidas durante a fase de coleta de evidências do processo. Os documentos mostram que um membro da equipe de estratégia de dados da Nvidia entrou em contato com o Anna’s Archive para negociar “acesso de alta velocidade” ao banco de dados, visando alimentar o que a empresa chamava internamente de “NextLargeLLM”.

De acordo com o processo, os operadores do Anna’s Archive alertaram que a coleção era adquirida ilegalmente e questionaram se a Nvidia tinha permissão interna para assumir o risco.

O site teria oferecido acesso a cerca de 500 terabytes de dados, incluindo milhões de livros que, legalmente, estariam disponíveis apenas em sistemas de empréstimo digital restritos. Ainda assim, o documento afirma que a Nvidia “deu sinal verde” para prosseguir com a pirataria.

Anna’s Archive avisou empresa sobre natureza dos dados (imagem: reprodução/Torrent Freak)

Quem está processando?

A ação coletiva é movida por um grupo de escritores que representam uma classe de autores cujas obras teriam sido utilizadas sem consentimento ou pagamento. Eles buscam compensação.

A nova versão da queixa expande o escopo do processo original. Além do Anna’s Archive, os autores alegam que a Nvidia utilizou outras fontes notórias de pirataria acadêmica e literária, como Bibliotik (através do dataset Books3), LibGen, Sci-Hub e Z-Library.

A defesa da Nvidia argumentou, em fases anteriores do processo, que a utilização de livros para treinamento de IA constitui “uso justo” (fair use), alegando que as obras são apenas correlações estatísticas para os modelos de IA.

Agora, os autores adicionaram acusações de infração direta e vicária de direitos autorais.

Em junho de 2025, a Anthropic venceu um processo também movido por um grupo de autores que acusava a empresa de usar obras protegidas no treinamento da IA Claude. A Justiça, à época, reconheceu o uso justo de livros comprados pela empresa, mas ordenou um outro processo para julgar as cópias pirateadas. A Anthropic optou por encerrar a disputa por meio de um acordo de US$ 1,5 bilhão (cerca R$ 8 bilhões) com autores e editoras.
Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados

Escritores acusam Nvidia de acessar 500 TB de livros pirateados
Fonte: Tecnoblog

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A demanda por chips de IA fortalece a TSMC, pressionando preços e reduzindo o poder de barganha da Apple.
A Nvidia pode ter superado a Apple como maior cliente da TSMC, refletindo a mudança no mercado de chips.
O aumento de preços da TSMC pode encarecer futuros produtos da Apple, como o chip A20 para iPhones.

A relação histórica entre Apple e TSMC passa por um momento de inflexão. Segundo um novo relatório do analista Tim Culpan, o boom da inteligência artificial mudou o equilíbrio de forças entre a maçã e a maior fabricante de chips sob encomenda do mundo, abrindo espaço para reajustes de preços e maior disputa por capacidade produtiva.

Durante uma visita a Cupertino em agosto de 2025, o CEO da TSMC, CC Wei, informou executivos da Apple sobre o que seria o maior aumento de preços em anos. A decisão já vinha sendo sinalizada em chamadas de resultados e refletia o crescimento das margens da companhia taiwanesa, cada vez mais fortalecida pela demanda ligada à IA.

A Apple ainda é o principal cliente da TSMC?

Além do reajuste, a Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC. Antes dominante, a empresa agora precisa disputar espaço com gigantes como Nvidia e AMD, cujas GPUs voltadas para inteligência artificial ocupam áreas maiores por wafer e exigem processos de ponta.

Segundo fontes ouvidas por Culpan, há indícios de que a Nvidia tenha superado a Apple como maior cliente da TSMC em pelo menos um ou dois trimestres recentes. Questionado sobre a mudança no ranking, o diretor financeiro da TSMC, Wendell Huang, foi direto: “Não comentamos isso”.

Os dados consolidados só serão conhecidos com a divulgação do relatório anual, mas a tendência aponta para uma redução significativa da liderança da Apple — ou até sua perda.

Os números ajudam a explicar o movimento. A receita da TSMC cresceu 36% no último ano, enquanto as vendas da Nvidia avançam em ritmo muito mais acelerado que da Apple, que seguem em patamares de um dígito. A expansão da IA impulsiona fortemente o segmento de computação de alto desempenho, enquanto o mercado de smartphones mostra sinais claros de maturidade.

Apple enfrenta um cenário mais competitivo dentro das fábricas da TSMC (imagem: divulgação/TSMC)

O que isso pode significar para o consumidor?

A mudança na dinâmica entre Apple e TSMC pode ter efeitos indiretos para quem compra produtos da marca. Relatórios anteriores já indicavam que o chip A20, esperado para futuros iPhones, deve sair mais caro devido aos aumentos de preços da TSMC. Esse custo adicional pode ser repassado ao consumidor.

Apesar disso, a Apple segue sendo um cliente estratégico. Seu portfólio de chips é mais diversificado que o da Nvidia, abrangendo iPhones, Macs e acessórios, e distribuído por diversas fábricas da TSMC. Já a demanda por IA, embora intensa, tende a se concentrar em poucos produtos e nós tecnológicos.

O próprio CC Wei reconhece os riscos de expansão excessiva em um setor sujeito a ciclos. “Eu também estou muito nervoso”, afirmou o executivo em uma conferência com investidores. “Se não fizermos isso com cuidado, certamente será um grande desastre para a TSMC”.

No curto prazo, porém, o avanço da IA fortalece o poder da TSMC e reduz a margem de manobra da Apple. A disputa por capacidade e os preços mais altos indicam que a relação entre as duas empresas entrou em uma nova fase — menos previsível e mais competitiva.

Com informações do Culpium e 95ToMac

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA

Apple perde poder de barganha com a TSMC em meio ao avanço da IA
Fonte: Tecnoblog

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Nitro V 16 promete alto desempenho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

A Acer anunciou novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços de R$ 5.000 a R$ 25.000, disponíveis na Acer Store em datas variadas até 2026.
Modelos Aspire e Swift incluem CPUs Intel Core Ultra e GPUs Intel, enquanto modelos Nitro e Predator utilizam GPUs NVIDIA GeForce RTX.
Os notebooks apresentam características como telas OLED e Mini LED, sistemas de refrigeração avançados, teclados retroiluminados RGB, e armazenamento SSD de até 1 TB.

A Acer anunciou nesta terça-feira (18/11) a chegada de novos notebooks das linhas Aspire, Swift, Nitro e Predator, com preços que vão de R$ 5.000 a R$ 25.000.

Os computadores contam com CPUs da Intel e, em alguns modelos, GPUs da Nvidia. O início das vendas varia de produto a produto, com alguns já disponíveis nas lojas e outros com lançamento previsto para 2026.

Estes são os modelos apresentados pela Acer, com as especificações que a marca destacou.

Acer Aspire 16 AI

CPU Intel Core Ultra

GPU integrada Intel Graphics

Windows 11 Home

Até 16 GB de RAM

Até 1 TB de armazenamento

Autonomia de bateria de 8 horas

Dobradiça de 180 graus

Preço sugerido: R$ 5.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Acer Aspire 14 AI

CPU Intel Core Ultra 7 (série 2)

GPU Intel Arc Graphics 140V

Tela WUXGA com sRGB100%

Copilot+ PC

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Acer Swift 16

Swift 16 aposta em leveza mesmo com tela grande (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 7 256V (8 núcleos)

GPU integrada Intel Arc Graphics 140V

Tela OLED touchscreen de 16 polegadas

Copilot+ PC

Até 512 GB de armazenamento SSD

Autonomia de bateria de até 10 horas

Design ultraleve e ultrafino em metal

Leitor biométrico integrado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer Nitro V16

CPU Intel Core 7 240H (10 núcleos)

GPU NVIDIA GeForce RTX 5050 com 8 GB de memória dedicada

Tela de 16 polegadas

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Windows 11

Duas ventoinhas com modos variados de rotação

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado

Preço sugerido: R$ 12.000

Disponível na Acer Store a partir de dezembro

Predator Helios 18

Predator é a linha gamer da Acer (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra 9 275HX (24 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5080 com 16 GB de memória dedicada

Tela Mini LED de 18 polegadas com 250 Hz

Duas ventoinhas AeroBlade de 6ª geração, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Teclado retroiluminado RGB com switches mecânicos antitravamento

Áudio DTS X: Ultra

Até 1 TB de armazenamento SSD

Quatro slots para memória RAM

Portas USB-C Thunderbolt 5

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Já disponível exclusivamente na Acer Store

Predator Helios Neo 16

CPU Intel Core Ultra 7 255HX (20 núcleos)

NPU Intel AI Boost integrada

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070 com 8 GB de memória GDDR7

Tela WQXGA de 16 polegadas com 240 Hz, cobrindo 100% DCI-P3

Sistema de refrigeração com duas ventoinhas, metal líquido e cinco dissipadores vetoriais

Memória RAM DDR5

Até 512 GB de armazenamento SSD

Windows 11

Áudio DTS X: Ultra

Teclado retroiluminado RGB com 4 zonas

Leitor de cartão microSD

Preço sugerido: R$ 14.000

Disponível na Acer Store a partir de novembro

Predator Triton 14 AI

CPU Intel Core Ultra 9 288V (8 núcleos)

NPU Intel AI Boost

GPU NVIDIA GeForce RTX 5070

Tela OLED touchscreen de 14 polegadas com 120 Hz

Sistema de refrigeração avançado: duas ventoinhas AeroBlade 6ª geração, pasta térmica de grafeno e cinco dissipadores vetoriais

8 GB de memória GDDR7

Memória RAM DDR5

Até 1 TB de armazenamento SSD

Teclado com iluminação RGB por tecla

Áudio DTS X: Ultra

Portas Thunderbolt 4

Windows 11

Preço sugerido: R$ 25.000

Disponível na Acer Store a partir de 2026

Acer TravelMate P6

Modelo TravelMate é voltado ao mercado corporativo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

CPU Intel Core Ultra

Tela WQXGA em corpo fino e leve

Conectividade Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.3

Windows 11 Pro

Copilot+ PC

Certificação MIL-STD-810H

Preço sugerido: R$ 10.000

Modelo exclusivo para clientes B2B, sob consulta

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos

Acer apresenta linha de notebooks para 2026; veja preços e modelos
Fonte: Tecnoblog

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

Parceria garante à OpenAI o poder computacional para seus futuros modelos de IA (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A AMD anunciou nesta segunda-feira (06/10) uma parceria estratégica com a OpenAI, posicionando a empresa como grande fornecedora de unidades de processamento gráfico (GPUs) para a dona do ChatGPT e intensificando a concorrência com a Nvidia, atual líder do setor.

O acordo, que se estenderá por vários anos e gerações de produtos, estabelece a entrega de 6 gigawatts em GPUs, começando pela implantação de 1 gigawatt de chips da série AMD Instinct MI450. A meta é fornecer a capacidade computacional necessária para o desenvolvimento e operação de modelos de IA cada vez mais complexos, que também alimentam outras aplicações de IA generativa.

AMD será mais que um fornecedor

A AMD também concedeu à OpenAI o direito de adquirir até 160 milhões de ações ordinárias, volume que representa cerca de 10% de participação na empresa. A aquisição, no entanto, está condicionada ao cumprimento de alguns requisitos. Entre eles, a gigante da IA deve atingir os marcos técnicos e comerciais necessários para implantar os chips da AMD em larga escala.

Segundo Jean Hu, vice-presidente executiva e diretora financeira da AMD, “este acordo cria um alinhamento estratégico significativo e valor para os acionistas de ambas as empresas”. Lisa Su, presidente e CEO da AMD, destacou a natureza colaborativa do acordo.

Lisa Su, CEO da AMD, com um chip Ryzen 7000 (imagem: divulgação/AMD)

“Esta parceria reúne o melhor da AMD e da OpenAI para criar uma situação vantajosa para todos, possibilitando o avanço de todo o ecossistema de IA”, afirmou a executiva. A colaboração técnica entre as empresas também será aprofundada para otimizar hardware e software de futuras gerações de produtos.

Em comunicado, a AMD projetou que a parceria deve gerar “dezenas de bilhões de dólares em receita”, notícia que foi bem recebida pelo mercado financeiro, com as ações da companhia registrando alta de 24% nas negociações pré-mercado.

Parceria pode movimentar o mercado

Com o acordo, a OpenAI diversifica suas apostas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O anúncio ocorre em um momento em que a demanda por poder computacional tem superado a oferta no setor de IA. A parceria com a AMD oferece à OpenAI uma estratégia de diversificação de fornecedores, reduzindo sua dependência da Nvidia, que domina o fornecimento de hardware para data centers de IA.

Curiosamente, a companhia controlada por Sam Altman também anunciou no mês passado uma “parceria estratégica” com a Nvidia para a implantação de pelo menos 10 gigawatts em GPUs. No entanto, o acordo ainda não foi finalizado. Essa diversificação só foi possibilitada por um ajuste no acordo de exclusividade que a OpenAI mantinha com a Microsoft, modificado para permitir que a empresa de IA também buscasse acordos com outros fornecedores.

Com informações da AMD e The Verge
AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA

AMD e OpenAI firmam parceria que desafia domínio da Nvidia em IA
Fonte: Tecnoblog

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Nvidia vai investir US$ 100 bilhões na OpenAI (imagem: reprodução/Nvidia)

Resumo

Nvidia investirá até US$ 100 bilhões na OpenAI para apoiar avanço da inteligência artificial, incluindo a construção de infraestrutura com 10 gigawatts de energia;

Parceria permitirá que OpenAI utilize chips da Nvidia para expandir sua tecnologia de IA, enquanto Nvidia ganha participação em uma das líderes do setor;

Acordo segue o recente anúncio de uma parceria entre Nvidia e Intel, com foco em chips para datacenters e PCs.

Por mais que os consumidores vejam a Nvidia como uma empresa que desenvolve placas de vídeo para jogos, o principal negócio da companhia atualmente é a inteligência artificial. Prova disso é que a Nvidia revelou um plano para investir até US$ 100 bilhões na OpenAI, o nome por trás do ChatGPT.

O acordo prevê a implantação de uma gigantesca infraestrutura de pelo menos 10 gigawatts (suficiente para fornecer energia para cerca de 8 milhões de residências nos Estados Unidos) para treinar e executar a próxima geração de modelos de IA da OpenAI.

Os detalhes dessa parceria ainda estão sendo elaborados, mas já se sabe que as soluções correspondentes ao primeiro gigawatt, que consistem principalmente em datacenters e fornecimento de energia, deverão ser implantados no segundo semestre de 2026.

Isso deixa claro que esta é uma parceria de longo prazo. De fato, no anúncio oficial, Nvidia e OpenAI informam que o investimento de até US$ 100 bilhões (R$ 534 bilhões na conversão direta) será feito de modo progressivo.

A intenção, um tanto óbvia, é a de que essa seja uma relação “ganha-ganha”. De um lado, a parceria permitirá à OpenAI ter acesso a uma infraestrutura de ponta, que inclui os chips avançados da Nvidia para processamento de tarefas de IA, para desenvolver a sua tecnologia. No outro, a Nvidia terá uma participação em uma das companhias que lideram o setor.

Os CEOs das duas companhias comentaram o acordo:

A Nvidia e a OpenAI têm se impulsionado mutuamente há uma década, desde o primeiro supercomputador DGX até o avanço do ChatGPT. Este investimento e a parceria em infraestrutura marcam o próximo salto — implementando 10 gigawatts para impulsionar a próxima era da inteligência.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

Tudo começa com a computação. A infraestrutura computacional será a base da economia do futuro, e utilizaremos o que estamos construindo com a Nvidia para trazer mais avanços em IA e capacitar pessoas e empresas com eles de modo escalonado.

Sam Altman, CEO da OpenAI

Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: reprodução/OpenAI)

Acordo chega após parceria da Nvidia com a Intel

O acordo com a OpenAI foi revelado menos de uma semana depois de a Nvidia anunciar uma parceria com a Intel. Nela, a Nvidia investirá US$ 5 bilhões na Intel na forma de compra de ações desta última.

Nvidia e Intel trabalharão em conjunto no desenvolvimento de soluções com arquitetura x86 direcionadas a datacenters, bem como na criação de chips para PCs que reúnem CPUs x86 e GPUs RTX.
Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI

Depois de investir na Intel, Nvidia vai injetar US$ 100 bilhões na OpenAI
Fonte: Tecnoblog

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Placa de vídeo Arc B580 (imagem: divulgação/Intel)

Resumo

Intel afirma que acordo com a Nvidia não altera seu roadmap de produtos;

Parceria entre Nvidia e Intel envolve investimento de US$ 5 bilhões e prevê lançamento de chips x86 com GPU RTX;

Futuro da linha Arc permanece incerto no longo prazo, porém.

O surpreendente acordo da Nvidia com a Intel anunciado na quinta-feira (18/09) vai resultar no lançamento de processadores x86 que contam com GPUs integradas da série RTX. Depois do anúncio, ficou a dúvida: será que a parceria fará a Intel desistir das GPUs Arc? A companhia deu a entender que não.

A dúvida é pertinente porque, desde 2021, quando a Intel introduziu as GPUs Arc, elas nunca tiveram grande destaque em termos de desempenho. Não por acaso, as placas de vídeo dedicadas da família Arc têm participação quase inexpressiva no mercado, que continua dominado pelas GPUs Nvidia GeForce e AMD Radeon.

Como a Intel enfrenta uma crise, não seria espantoso se a companhia desistisse das GPUs Arc para reduzir custos ou priorizar produtos mais rentáveis. Com o recém-anunciado acordo com a Nvidia, essa possibilidade ganhou força.

Mas não parece ser o caso. Ao site PCWorld, um representante da Intel declarou o seguinte:

Não estamos discutindo roadmaps específicos neste momento, mas a colaboração [com a Nvidia] é complementar ao roadmap da Intel, e a companhia continuará a oferecer produtos de GPU.

O que a declaração informa é que a Intel tinha uma programação de lançamentos definida antes da parceria com a Nvidia, que pretende mantê-la, e que o que vier com base no acordo será complementar.

No entanto, a declaração não deixa claro o que acontecerá com as GPUs Arc no longo prazo, isto é, após a programação definida atualmente ser cumprida.

Uma hipótese é a de que a Intel continue desenvolvendo a sua tecnologia própria de GPUs, mas para atender a segmentos do mercado focados em custo-benefício, deixando as opções com GPU Nvidia RTX para aplicações que demandam mais desempenho. Mas, de novo, essa é só uma hipótese.

Como é a parceria da Nvidia com a Intel?

Nvidia anuncia acordo com a Intel (imagem: divulgação/Nvidia)

A Nvidia irá investir US$ 5 bilhões na Intel. Esse investimento será feito por meio da aquisição de ações ordinárias desta última.

O acordo determina que Nvidia e Intel trabalhem juntas no desenvolvimento de soluções com arquitetura x86 direcionadas a datacenters, bem como na criação de chips para PCs que reúnem CPUs x86 e GPUs RTX.
Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia

Intel promete manter GPUs Arc após parceria com Nvidia
Fonte: Tecnoblog

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

Nvidia anuncia acordo com a Intel (imagem: divulgação/Nvidia)

Resumo

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para desenvolver chips x86 com GPU RTX;

Parceria prevê desenvolvimento de soluções para datacenters e PCs;

Jensen Huang (CEO da Nvidia) e Lip-Bu Tan (CEO da Intel) destacam impacto histórico da colaboração.

Já imaginou se deparar com um chip que combina CPU Intel com GPU Nvidia? Essa possibilidade é factível: a Nvidia acaba de anunciar um investimento de US$ 5 bilhões (R$ 26,4 bilhões, na conversão direta) na Intel justamente para que as duas companhias possam desenvolver chips em conjunto.

Do ponto de vista técnico, a base dessa parceria será a tecnologia Nvidia NVLink, que permite que GPUs se comuniquem rapidamente entre si, e possibilita também que essa comunicação ocorra entre GPUs e CPUs.

Em seu comunicado, a Nvidia explica que a parceria com a Intel será direcionada a soluções para datacenters, bem como para produtos de computação pessoal, isto é, para PCs.

Para datacenters, o acordo prevê que a Intel produza CPUs com arquitetura x86 sob medida para a Nvidia que, por sua vez, integrará essas unidades às suas plataformas de infraestrutura direcionadas à inteligência artificial.

Já no segmento de PCs, a parceria permitirá o desenvolvimento de SoCs que reúnem núcleos de CPU de arquitetura x86 com chiplets de GPUs RTX. Explicando de maneira mais clara: em breve, veremos processadores x86 com gráficos Nvidia RTX integrados serem lançados.

CEO da Nvidia fala em “colaboração histórica”

O acordo é interessante para a Nvidia, pois dá abertura para que a companhia incorpore mais uma arquitetura (x86) ao seu rol de soluções tecnológicas. É o que a declaração do CEO da companhia dá a entender:

Esta histórica colaboração une firmemente a IA e a pilha de computação acelerada da Nvidia com as CPUs da Intel e o vasto ecossistema x86 — uma fusão de duas plataformas de alcance mundial. Juntos, expandiremos nossos ecossistemas e lançaremos as bases para a próxima era da computação.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O líder da Intel também comentou a parceria:

A arquitetura x86 da Intel tem sido fundamental para a computação moderna por décadas — e estamos inovando em todo o nosso portfólio para habilitar as cargas de trabalho do futuro.

Lip-Bu Tan, CEO da Intel

Tan não comentou nada a respeito, mas é impossível não imaginar que o acordo, se devidamente aprovado pelos órgãos reguladores, ajudará a Intel a sair da grave crise que a companhia enfrenta pelo menos desde o ano passado.

A Nvidia fará o investimento de US$ 5 bilhões por meio da compra de ações ordinárias da Intel ao custo de US$ 23,28 por papel.
Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX

Nvidia vai investir US$ 5 bilhões na Intel para criar chips x86 com GPU RTX
Fonte: Tecnoblog

O que é DLSS? Conheça a tecnologia de aprimoramento da Nvidia

O que é DLSS? Conheça a tecnologia de aprimoramento da Nvidia

Saiba o que é e como funcona a tecnologia de upscaling Nvidia DLSS (imagem: Reprodução/Nvidia)

O Nvidia DLSS é uma tecnologia de upscaling de imagem baseada em inteligência artificial que aumenta o desempenho em jogos. Ele usa os núcleos Tensor Core, exclusivos das placas de vídeo GeForce RTX, para melhorar a taxa de quadros por segundo (FPS) sem sacrificar a qualidade.

Ela funciona renderizando o jogo em uma resolução menor e, em seguida, usa um modelo de IA para reconstruir a imagem para uma resolução mais alta. O resultado é uma imagem nítida e detalhada com desempenho significativamente melhor, proporcionando uma experiência de jogo mais fluida.

Além disso, o DLSS oferece recursos como o Frame Generation, que cria quadros adicionais para até quadruplicar a taxa de quadros em jogos selecionados. Outra ferramenta é o Ray Reconstruction, que aprimora o Ray Tracing em títulos com a tecnologia.

A seguir, entenda melhor o que o Nvidia DLSS, suas principais características, suas vantagens e desvantagens.

ÍndiceO que é DLSS?O que significa DLSS?Para que serve o DLSS da Nvidia?Como funciona o DLSS?Quais são as características do DLSS da Nvidia?É possível saber quais jogos são compatíveis com o DLSS?Quais são as vantagens do Nvidia DLSS?Quais são as desvantagens do Nvidia DLSS?Qual é a diferença entre Nvidia DLSS e AMD FidelityFX?Qual é a diferença entre Nvidia DLSS e Intel XeSS?Dá para saber se meu PC tem o Nvidia DLSS?Tem como ativar o DLSS na minha placa de vídeo?

O que é DLSS?

DLSS é uma tecnologia de upscaling de imagem da Nvidia que usa inteligência artificial para aumentar o desempenho gráfico em jogos. Ela usa algoritmos de Machine Learning para gerar imagens de alta resolução a partir de resoluções mais baixas, elevando a taxa de quadros por segundo (FPS) sem comprometer a qualidade visual.

O que significa DLSS?

DLSS é a sigla para Deep Learning Super Sampling, ou “Superamostragem de aprendizado profundo” em português. Ele se refere a tecnologia que usa modelo de IA para analisar as imagens em baixa resolução e reconstruí-las em alta definição.

Desempenho do jogo Red Dead Redemption 2 com e sem DLSS (imagem: Divulgação/Nvidia)

Para que serve o DLSS da Nvidia?

O DLSS da Nvidia serve para melhorar o desempenho gráfico dos jogos ao rodá-los com resoluções mais altas. Em essência, a tecnologia de upscaling atua como uma ferramenta para otimizar a performance e garantir a melhor experiência visual e de jogabilidade possível.

Ele usa IA para renderizar quadros em uma resolução menor e, em seguida, os escala para a resolução nativa do monitor usando redes neurais. O resultado é um aumento na taxa de FPS, proporcionando gráficos de alta qualidade com mais fluidez, sem a necessidade de uma placa de vídeo mais potente.

Como funciona o DLSS?

O DLSS usa IA e Machine Learning para melhorar o desempenho e a qualidade visual em jogos. Ele permite que a placa de vídeo (GPU) renderize os quadros do jogo em uma resolução mais baixa, enquanto a rede neural reconstrói a imagem final para uma resolução mais alta.

Para isso, a Nvidia treina a IA do DLSS com uma vasta biblioteca de imagens e vídeos de jogos em altíssima qualidade. O algoritmo aprende a mapear e replicar os detalhes de uma cena, reconstruindo os quadros de baixa resolução para que se assemelhem a imagens de alta resolução, com uma ampla fidelidade visual.

O DLSS também usa técnicas como anti-aliasing para suavizar as bordas irregulares e remover o desfoque, garantindo uma imagem sem serrilhado. Outro destaque é o recurso Frame Generation, que cria quadros adicionais para aumentar a taxa de FPS e oferecer uma experiência mais fluida.

Detalhes do jogo Deliver Us The Moon sem e com o DLSS ativado (imagem: Reprodução/Nvidia)

Quais são as características do DLSS da Nvidia?

O DLSS é uma tecnologia de upscaling da Nvidia que possui algumas características para a melhoria do desempenho e qualidade visual dos jogos. Por exemplo:

Super Resolução por IA: usa modelos de IA treinados em milhões de imagens de alta resolução para reconstruir frames de baixa resolução, resultando em imagens nítidas com mais detalhes;

DLAA (Deep Learning Anti-Aliasing): utiliza a mesma tecnologia de IA do DLSS para aplicar um anti-aliasing de alta qualidade, aprimorando a nitidez sem aumentar o desempenho;

Aumento de desempenho: renderiza jogos em uma resolução interna menor e depois os amplia, aumentando a taxa de quadros por segundo (FPS) sem perder a qualidade visual;

Análise de movimento: analisa dados de movimento e frames anteriores para criar imagens de alta qualidade e com estabilidade, reduzindo artefatos como o “ghosting”;

Aceleração de hardware: usa os Tensor Cores, núcleos exclusivos das placas de vídeo GeForce RTX da Nvidia, para processar os cálculos da IA com alta eficiência;

Aprimoramento de Ray Tracing: permite que jogos com Ray Tracing ativado rodem de forma mais fluída, entregando reflexos, sombras e iluminação mais realistas com alto desempenho;

Ampla compatibilidade: é suportado por uma grande variedade de jogos e resoluções, de 1080p a 8K, além de ser facilmente integrado a diversas engines de jogos.

É possível saber quais jogos são compatíveis com o DLSS?

Sim, a Nvidia mantém uma lista completa e atualizada de jogos que suportam a tecnologia DLSS em seu site oficial. Por lá, é possível verificar todos os títulos compatíveis com as placas de vídeo GeForce RTX.

Outra maneira confiável de verificar a compatibilidade é acessando a página oficial do jogo em plataformas como Steam, Epic Games Store ou o site da desenvolvedora. As especificações técnicas geralmente indicam se o DLSS é um recurso suportado pelo título.

Uma das principais caracteristicas do DLSS é o amplo aumento de FPS (imagem: Reprodução/Nvidia)

Quais são as vantagens do Nvidia DLSS?

Estes são os pontos fortes do Nvidia DLSS:

Qualidade de imagem aprimorada: usa IA para reconstruir e aprimorar imagens, tornando-as mais nítidas e detalhadas do que a renderização nativa em certas situações;

FPS mais altos: aumenta o número de quadros por segundo (FPS), o que garante uma experiência de jogo mais fluida e responsiva, especialmente em monitores de alta taxa de atualização;

Compatibilidade com monitores de alta resolução: é ideal para jogar em monitores 4K onde a demanda por processamento é alta. O DLSS permite jogar nessa resolução com um desempenho que, de outra forma, seria impossível;

Melhor desempenho com Ray Tracing: permite usar o Ray Tracing em sua máxima qualidade, proporcionando iluminação e reflexos ultrarrealistas sem sacrificar o desempenho;

Desempenho otimizado em jogos: reduz a carga sobre a GPU ao renderizar imagens em uma resolução menor e depois escalá-las, o que libera recursos para rodar jogos com as configurações gráficas no máximo;

Maior vida útil do hardware: ajuda a placa de vídeo a manter um bom desempenho em títulos futuros, adiando a necessidade de um upgrade e prolongando a vida útil do componente.

Quais são as desvantagens do Nvidia DLSS?

Estes são os pontos fracos do Nvidia DLSS:

Artefatos visuais: ocasionalmente pode gerar anomalias como desfoque em objetos em movimento e o efeito “ghosting”, onde rastros da imagem anterior permanecem na tela;

Problemas em superfícies finas: pode ter dificuldade em reconstruir imagens com detalhes muitos finos ou geometria complexa, como grades, o que pode resultar em cintilação ou tremulação;

Impacto no input lag: a funcionalidade Frame Generation pode aumentar a latência (input lag) entre o comando do jogador e a ação na tela, um problema crítico em jogos competitivos;

Compatibilidade restrita: a tecnologia é exclusiva das placas de vídeo Nvidia GeForce RTX e sua implementação depende do suporte específico de cada jogo;

Qualidade inconsistente: o resultado da tecnologia varia muito conforme o jogo, a versão do DLSS usada e o motor gráfico, podendo apresentar resultados insatisfatórios em alguns títulos.

O DLSS aprimora a qualidade da imagem, mas é um recurso exclusivo das GPUs GeForce RTX da Nvidia (imagem: Reprodução/Nvidia)

Qual é a diferença entre Nvidia DLSS e AMD FidelityFX?

O DLSS é uma tecnologia de upscaling exclusiva da Nvidia, que usa IA para reconstruir quadros de jogos em resoluções mais altas. Ela usa os núcleos Tensor Core das placas de vídeo GeForece RTX para executar algoritmos de Machine Learning, aprimorando a imagem para melhor desempenho e estabilidade visual.

Já o AMD FidelityFX é um conjunto de tecnologias de código aberto, que aumenta a resolução dos jogos usando um algoritmo de upscaling. Ao contrário do DLSS, ele não exige um hardware dedicado e é compatível com vários modelos de GPUs da AMD, Intel e da própria Nvidia.

Qual é a diferença entre Nvidia DLSS e Intel XeSS?

O DLSS é uma tecnologia proprietária da Nvidia para aumentar a resolução de imagens de jogos. Ele usa a IA dos núcleos Tensor Cores, presente nas GPUs GeForce RTX, para renderizar o jogo em uma resolução mais baixa e, depois, aumentar a qualidade e o desempenho sem sacrificar a imagem.

O XeSS (Xe Super Sampling) é a tecnologia de upscaling da Intel. Similar ao DLSS, ele usa a IA dos núcleos Intel XMX nas GPUs Intel Arc para melhorar a qualidade da imagem em jogos, mas o desempenho pode variar conforme a potência do hardware.

Dá para saber se meu PC tem o Nvidia DLSS?

Sim, o DLSS está presente apenas em PCs com placas de vídeo da linha GeForce RTX da Nvidia. Essa tecnologia é exclusiva dessas GPUs, que contam com Tensor Cores, núcleos dedicados a tarefas de IA que aceleram o processamento do DLSS.

Portanto, é fundamental verificar se a placa de vídeo é da série RTX para ter acesso ao DLSS. Ter essa informação pode fazer toda a diferença na hora de escolher uma placa de vídeo, caso a pessoa esteja montando um PC especialmente para jogos e queira usufruir da tecnologia.

Tem como ativar o DLSS na minha placa de vídeo?

Não tem como ativar o DLSS automaticamente em todos os jogos, pois a tecnologia precisa ser implementada pelos desenvolvedores. É necessário acessar às configurações de vídeo do jogo compatível e procurar a opção DLSS para ativar a tecnologia.

Uma vez ativado, o jogador pode escolher entre as configurações predefinidas: “Desempenho”, que prioriza a taxa de quadros, ou “Qualidade”, que busca a melhor fidelidade de imagem. Há também um modo “Equilibrado” que busca o meio-termo entre os recursos.
O que é DLSS? Conheça a tecnologia de aprimoramento da Nvidia

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Fonte: Tecnoblog

Processador N1X da Nvidia para PCs pode ter GPU similar à RTX 5070

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Novo chip deve vir de parceria entre Nvidia e MediaTek (imagem: divulgação/Nvidia)

Resumo

O chip N1X da Nvidia pode contar com 20 núcleos de CPU e GPU similar à RTX 5070, segundo teste no Geekbench 6.4.
A GPU aparece com 48 unidades computacionais e 6.144 núcleos CUDA, segundo o relatório.
O lançamento é esperado para o início de 2026, possivelmente em parceria com a MediaTek.

É pouco provável que a Nvidia anuncie a sua CPU para PCs ainda em 2025. Apesar disso, o assunto vem ganhando força. Os burburinhos mais recentes envolvem o vazamento das especificações do N1X, suposto codinome da novidade. Os dados sugerem que o chip terá gráficos integrados equivalentes à GPU GeForce RTX 5070.

O vazamento em questão vem de um teste de benchmark feito no Geekbench 6.4 a partir de um computador com Windows 11 Enterprise. O primeiro detalhe que chama a atenção no resultado do teste é o que indica que o chip terá 20 núcleos de CPU.

São dois clusters de dez núcleos trabalhando à frequência padrão de 4 GHz, para ser preciso, todos construídos com base na arquitetura Grace, da própria Nvidia.

Mas o detalhe que mais chama a atenção aparece na sequência: o relatório do Geekbench indica que o chip conta com uma GPU com 48 unidades computacionais, o que equivale a 6.144 núcleos CUDA. Esse é exatamente o número de núcleos CUDA existente na GeForce RTX 5070.

Como bem observa o Tom’s Hardware, as especificações do N1X também são parecidas com as do GB10, chip que comanda o supercomputador de IA Nvidia Project Digits.

O N1X poderá corresponder a uma versão adaptada do GB10, portanto. Isso reforça a possibilidade de o novo chip ser fruto de uma parceria entre a Nvidia e MediaTek, afinal, o GB10 é resultado de um acordo entre as duas companhias.

A pontuação no Geekbench (46.361 no OpenCL) não foi das mais elevadas, porém. O Tom’s Hardware sinaliza que o resultado é equivalente ao de uma GPU RTX 2050. Mas, como estamos falando de uma unidade que provavelmente é um protótipo, esse número não deve ser levado muito a sério.

Resultado do Nvidia N1X no Geekbench (imagem: reprodução)

Quando o chip N1X será lançado?

A expectativa é de que o anúncio oficial ocorresse ainda em 2025. Mas há rumores de que a Nvidia enfrenta alguns problemas, portanto, o chip N1X só deve ser lançado no começo de 2026. Espera-se também que Nvidia e MediaTek anunciem um modelo um pouco mais simples, de codinome N1.
Processador N1X da Nvidia para PCs pode ter GPU similar à RTX 5070

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Fonte: Tecnoblog