Category: Mobilidade

Uber lança recurso para facilitar embarque de idosos e pessoas com deficiência

Uber lança recurso para facilitar embarque de idosos e pessoas com deficiência

Uber vai permitir personalizar orientações sobre embarque (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Uber lançou o recurso Preferências de Partida para ajudar idosos e pessoas com deficiência durante as corridas.
Função permite configurar preferências para que os motoristas identifiquem esses grupos mais facilmente, como piscar os faróis ou chamar pelo nome ao chegar.
A configuração pode ser feita dentro do aplicativo, na seção “Conta”, “Configurações”, “Acessibilidade” e “Preferências de partida”.

A Uber lança nesta quarta-feira (21/10) o recurso Preferências de Partida, voltado a idosos e pessoas com deficiência. A função busca facilitar o embarque ao permitir que esses passageiros forneçam orientações aos motoristas sobre como encontrá-los no local indicado pelo aplicativo.

Com a novidade, será possível indicar características que ajudem na identificação, além de selecionar a melhor forma que o condutor poderá sinalizar sua chegada. Será possível pedir ao motorista para piscar os faróis ao invés de buzinar ou chamar pelo nome do cliente, por exemplo.

A função será liberada gradualmente para todas as contas nos próximos dias. Ela se soma a outros recursos de acessibilidade da Uber, como a indicação de deficiência, o suporte a leitores de tela e a Conta Sênior, que simplifica a interface do aplicativo.

O que muda com a novidade?

Motorista vai receber as orientações automaticamente ao aceitar a corrida (imagem: divulgação/Uber)

O motorista vai receber automaticamente as orientações de como encontrar o usuário. O app vai avisar se a pessoa usa bengala, óculos escuros, muletas, andador ou cadeira de rodas, por exemplo, além de indicar qual a preferência na hora de avisar sua chegada.

Para o cliente, basta fazer toda a configuração direto no app para que o Uber saiba sempre como proceder. As marcações de identificação são específicas, mas é possível ativar mais de um tipo de aviso para quando o motorista chegar. Entre as opções disponíveis estão chamar o nome do cliente, entrar em contato pelo app, piscar as luzes ou mesmo buzinar.

Recurso deve facilitar embarque de idosos e pessoas com deficiência (imagem: divulgação/Uber)

Outras possibilidades de configuração de acessibilidade seguem disponíveis. A conta sênior, por exemplo, maximiza ícones e reajusta os botões para facilitar a experiência de pessoas idosas, enquanto recursos de leitura de tela como Talkback e VoiceOver também funcionam no app.

O aplicativo da Uber também permite informar uma deficiência e se identificar como usuário com cão-guia. Além disso, clientes com deficiência podem ter isenção das taxas de espera, enquanto os demais usuários têm direito ao reembolso desses valores.

Como configurar as Preferências de Partida?

O processo para ativar o recurso é simples e poderá ser feito todo dentro do próprio aplicativo:

Abra o app e entre na seção “Conta”.

Depois, vá em “Configurações”, que fica logo abaixo de “Família”.

Selecione “Acessibilidade” e “Preferências de partida”.

Ative as opções para informar automaticamente ao motorista suas preferências.

Junto à novidade, a empresa também garante auxílio para outras questões específicas relacionadas à acessibilidade que não estejam previstas em um primeiro momento. Os usuários ainda têm acesso a um canal de suporte psicológico para casos de atitudes discriminatórias experienciadas durante as viagens.

Uber lança recurso para facilitar embarque de idosos e pessoas com deficiência

Uber lança recurso para facilitar embarque de idosos e pessoas com deficiência
Fonte: Tecnoblog

Tesla revela carro elétrico que salta e faz manobras no ar

Tesla revela carro elétrico que salta e faz manobras no ar

Protótipo percorreu uma rampa curva antes de girar no ar e pousar (imagem: divulgação/Tesla)

Resumo

Tesla revelou uma nova versão do esportivo Roadster que pode voar e fazer acrobacias no ar.
Protótipo subiu uma rampa, girou no ar e pousou durante apresentação no Texas.
Linha terá três configurações, mas a capacidade de voo ficará restrita à Rocket.

A Tesla enfim apresentou a nova geração do Roadster, agora equipada com propulsores que permitem ao esportivo elétrico sair do chão e fazer acrobacias no ar. Durante o evento oficial de apresentação nas instalações da SpaceX no Texas, um protótipo percorreu uma rampa curva, ficou de cabeça para baixo e fez uma rotação antes de pousar.

O CEO da empresa, Elon Musk, também acompanhou de perto os testes de aceleração. Em uma das tentativas, o veículo teria atingido 60 mph (cerca de 97 km/h) em apenas 0,8 segundo, segundo os dados apresentados pela montadora.

Como o novo Tesla Roadster consegue “voar”?

Novo Roadster tem portas que se abrem para cima (imagem: divulgação/Tesla)

O carro revelado nesta quinta-feira (15/10) combina sucção sob a carroceria e propulsores. Segundo a Tesla, ventiladores e um sistema de vedação retiram o ar da parte inferior do veículo, aumentando a força que o mantém quase colado no asfalto. A fabricante afirma que isso permite sustentar o esportivo invertido até mesmo parado.

Para realizar as manobras aéreas, entram em ação propulsores desenvolvidos com tecnologia da SpaceX. O sistema utiliza ar comprimido armazenado sob alta pressão, em vez de combustível convencional de foguetes. A Tesla explica que os propulsores de gás frio utilizam atuadores elétricos para ajustar o empuxo em frações de segundo. Esses pequenos ajustes ajudam a estabilizar o veículo no ar.

Em outra demonstração, o protótipo saltou sobre uma fileira de veículos da Tesla e girou no ar. A apresentação impressiona, mas a companhia não divulgou informações oficiais sobre duração ou alcance de um voo.

Roadster saltou sobre veículos da marca em outra demonstração (imagem: divulgação/Tesla)

Capacidade ficará restrita à versão Rocket

A Tesla anunciou três configurações para o modelo: Performance, que terá dois lugares, aerodinâmica ativa e sistema de sucção para manter o veículo “preso” no solo; e a Thrust, que manterá os dois assentos e acrescentará propulsores traseiros de gás frio, com promessa de acelerar de 0 a 60 mph em menos de um segundo.

Versão Thrust terá propulsores traseiros para auxiliar na aceleração (imagem: divulgação/Tesla)

Já a Rocket terá apenas o assento do motorista e será oferecida por convite. Os propulsores instalados ao redor do carro permitirão movimentos para frente, para cima e rotações laterais. A página oficial do Roadster informa expressamente que essa configuração não está aprovada para uso em vias públicas e que sua disponibilidade vai variar conforme a região.

No interior, as imagens divulgadas mostram um volante do tipo yoke, que lembra um manche de avião e sem o aro circular dos volantes tradicionais, e uma tela central. Segundo a Tesla, o painel também terá dois mostradores menores à frente do motorista.

Cabine combina volante do tipo yoke e tela central (imagem: divulgação/Tesla)

Quando começa a produção?

Musk afirmou que a fabricação começará só em 2028. O cronograma representa uma nova previsão para um projeto marcado por adiamentos. A segunda geração do Roadster foi apresentada inicialmente em 2017, com lançamento previsto para 2020.

A ideia de tirar o esportivo do chão também é antiga. Em 2021, Musk já falava em fazer o Roadster pairar no ar usando propulsores, a aproximadamente um metro do solo. A Tesla ainda não anunciou os preços finais.

Tesla revela carro elétrico que salta e faz manobras no ar

Tesla revela carro elétrico que salta e faz manobras no ar
Fonte: Tecnoblog

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

99 lança Premier em Recife (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A 99 lançará o serviço Premier em outubro, oferecendo carros de alta qualidade a preços ligeiramente menores que os da Uber.
O serviço será iniciado em Recife e é voltado para clientes com alto padrão e menos sensibilidade a preços.
Passageiros com notas baixas não poderão acessar a categoria.

A 99 anunciou que passará a oferecer carros melhores numa categoria superior, voltada a clientes de alto padrão. O serviço no estilo “Black” será “ligeiramente mais barato” que o da Uber, segundo o diretor de operações Fabrício Ribeiro. A novidade começa em Recife neste mês.

Já sabíamos que o novo serviço estava em testes e a empresa aproveitou um evento no Rio de Janeiro para reafirmar que Pernambuco será o ponto de partida. O Tecnoblog acompanha tudo em primeira mão.

Segundo Ribeiro, a categoria é voltada ao público com menos sensibilidade ao preço, que hoje não é plenamente atendido pelas opções Pop, Plus e elétrico – este último não atende o usuário mais premium. Por isso, a 99 fará um esforço de filtragem dos modelos de carro oferecidos na categoria. A empresa aposta numa abordagem mais próxima: os motoristas do 99Premier terão contato mais frequente com a companhia, inclusive fora do aplicativo.

Para permanecer na categoria, o motorista precisa manter a pontuação. Quem perder pontos será excluído. Também haverá um filtro de passageiros: aqueles com notas baixas não poderão acionar o Premier.

Executivos da 99 conversam com a imprensa em evento no Rio (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Empresa não considera perfil o usuário

Em tempos de empresas usando IA para aumentar preços, Ribeiro afirmou que a 99 não leva em conta o perfil do usuário na hora de precificar: “A gente não considera quem é o usuário. O que a gente pode é dar um desconto.” Segundo ele, a corrida é calculada por tempo e distância, e a política precisa ser dinâmica. Se algo muda depois que o motorista aceita a corrida, como um aumento de distância, a empresa compensa a diferença para que a proposta não seja alterada.

A 99 diz estar presente fora das capitais. Segundo Ribeiro, as grandes cidades recebem visitas da equipe a cada três meses. No ano passado, a empresa visitou mais de cem municípios de pequeno porte, com 40 a 50 mil habitantes. “A gente fala com o mundo real”, concluiu o executivo.
“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores

“Black” da 99 começa em outubro com carros melhores
Fonte: Tecnoblog

Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Saiba como usar o medidor de distância do Google Maps (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Medir a distância no Google Maps é um recurso que permite estimar a proximidade entre locais. A ferramenta calcula em linha reta a extensão de terrenos, bairros e até mesmo a distância entre cidades, sem limitar-se aos trajetos de ruas.

Para utilizar a função, basta selecionar um ponto neutro no mapa e selecionar a opção de medição para escolher o segundo local. Então, o aplicativo ou a página do Google Maps calcula a distância entre os pontos e apresenta a medida estimada entre eles.

A seguir, o Tecnoblog te mostra como medir a distância no Google Maps no Android, iPhone e PC.

ÍndiceComo medir distância no Google Maps do celular1. Selecione o ponto inicial2. Toque em “Medir distância”3. Trace a distância entre dois endereçosComo medir distância no Google Maps pelo PC1. Acesse o Google Maps2. Marque o ponto de partida3. Selecione o ponto de destino4. Confira a distância entre os endereços no MapsPor que não aparece a opção de medir distância no Google Maps?Qual é a diferença entre medir a distância e criar uma rota no Maps?

Como medir distância no Google Maps do celular

1. Selecione o ponto inicial

Abra o Google Maps no celular Android ou iPhone e mantenha o dedo pressionado sobre uma área neutra no mapa até aparecer um alfinete vermelho.

Importante: evite tocar em nomes de estabelecimentos ou pontos de interesse já cadastrados, pois essa opção não aparece na ficha comercial desses locais.

Selecionando um ponto neutro no mapa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque em “Medir distância”

Arraste para cima a ficha do local marcado na parte inferior da tela e toque em “Medir distância”. Uma linha pontilhada com um ponto de mira será ativada na tela para você medir a distância no Google Maps do celular.

Ativando a função “Medir Distância” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Trace a distância entre dois endereços

Mova o mapa para posicionar a linha sobre o destino desejado e toque em “Adicionar”, no canto inferior direito. Então, o Google Maps exibirá a distância entre dois endereços na parte inferior esquerda da tela.

Definindo o destino para calcular a distância (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como medir distância no Google Maps pelo PC

1. Acesse o Google Maps

Use o navegador do seu PC para acessar maps.google.com.

Acessando o Google Maps no navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Marque o ponto de partida

Clique com o botão direito do mouse sobre o local onde deseja iniciar a medição e selecione a opção “Medir distância”.

Importante: prefira clicar em uma área neutra do mapa, evitando estabelecimentos ou pontos turísticos que exibem fichas comerciais.

Selecionando um ponto neutro e ativando o recurso “Medir Distância” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o ponto de destino

Clique com o botão esquerdo do mouse sobre o segundo local para calcular a distância no Google Maps.

Marcando o ponto de destino no Mapa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Confira a distância entre os endereços no Maps

Por fim, veja os dados da distância entre os endereços no menu localizado na parte inferior da tela do Google Maps.

Visualizando a distância em linha reta entre os dois endereços (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não aparece a opção de medir distância no Google Maps?

O medidor de distância do Google Maps exige condições específicas para aparecer no menu, seja no navegador ou nos dispositivos móveis. Estes são alguns dos motivos que impedem o uso da ferramenta:

Seleção de um ponto de interesse: a função não aparece ao clicar sobre estabelecimentos, empresas ou atrações turísticas com ficha comercial do local. Para medir distância no Google Maps, é necessário selecionar um ponto neutro no mapa;

Modo Lite ativo na web: a plataforma inicia o Modo Lite automaticamente em conexões mais lentas, carregando uma versão simplificada que desativa recursos avançados para economizar dados;

Erros do aplicativo ou navegador: versões desatualizadas do aplicativo ou falhas no carregamento do mapa podem ocultar a opção, sendo necessário atualizar o aplicativo ou recarregar a página no navegador.

Qual é a diferença entre medir a distância e criar uma rota no Maps?

Medir a distância no Google Maps calcula a separação geométrica em linha reta, sem considerar ruas, trânsito ou vias urbanas. Trata-se de uma ferramenta de medição espacial voltada para estimar a proximidade física direta entre dois locais de forma simples.

Traçar uma rota no Google Maps, por sua vez, gera um trajeto navegável integrado à malha viária, adaptado ao modo de transporte escolhido, como carro, caminhada ou transporte público. Esse recurso calcula a distância e o tempo de deslocamento, oferecendo um caminho otimizado para navegação.
Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps
Fonte: Tecnoblog

Robotáxi da Amazon recebe aval para cobrar por corridas sem motorista

Robotáxi da Amazon recebe aval para cobrar por corridas sem motorista

Construído para transporte por aplicativo, modelo elimina o assento do motorista (imagem: reprodução/Zoox)

Resumo

A Zoox, empresa de carros autônomos adquirida pela Amazon em 2020, obteve aprovação para operar comercialmente veículos autônomos nos EUA.
A empresa começará a operação em Las Vegas, Nevada, com planos de expanção para outras cidades como Dallas, Phoenix, Austin e Miami.
A startup já tem 500 mil usuários cadastrados aguardando o início das cobranças.

A Zoox, startup de carros autônomos adquirida pela Amazon em 2020, recebeu a aprovação do governo dos Estados Unidos para começar a cobrar por viagens em seus robotáxis. A autorização é a primeira do país para um veículo totalmente autônomo, sem volante, pedais ou controles manuais.

Com um formato peculiar de caixa, que passa longe do visual de um sedã tradicional, o automóvel agora tem passe livre após um longo processo de validação. A Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) ressaltou que a liberação busca justamente acelerar a inovação no setor de transporte. Com o aval em mãos, as operações tarifadas começarão já em agosto.

Vale lembrar que a Waymo já opera serviços de carros autônomos nos EUA. No entanto, seus veículos mantêm a construção tradicional, com volante e pedais, podendo ser conduzidos por uma pessoa. A diferença da Zoox é que seu robotáxi foi projetado desde o início sem qualquer controle manual.

A autorização só foi possível após uma mudança regulatória recente. Em 2025, o governo dos Estados Unidos e a NHTSA abriram um novo caminho legal para fabricantes nacionais que desenvolvem veículos capazes de operar sem qualquer intervenção humana. Segundo o comunicado oficial, a aprovação autoriza a operação comercial de até 2.500 robotáxis por ano pelos próximos dois anos.

Empresa quer expandir

Mais de 500 mil usuários já testaram a tecnologia da Zoox (imagem: reprodução/Zoox)

O primeiro passo dessa nova fase tarifada ocorrerá em Las Vegas, no estado de Nevada, região em que a Zoox já vinha realizando a demonstração da tecnologia com testes gratuitos desde o ano passado. A startup informou que tem trabalhado em conjunto com órgãos reguladores locais para garantir que todas as exigências comerciais e operacionais sejam cumpridas antes de colocar o aplicativo no ar com cobranças ativas.

Os números revelados pela empresa indicam um alto interesse pela novidade. Segundo a empresa, mais de meio milhão de passageiros já experimentaram as viagens sem custo nas ruas de Las Vegas e de São Francisco, com 500 mil usuários cadastrados aguardando a oportunidade de pegar uma carona no veículo.

Embora os carros sem motorista já circulem na Califórnia, a companhia ainda não estipulou uma data exata para iniciar as cobranças em São Francisco. A meta da Zoox é levar sua frota autônoma para outras grandes metrópoles americanas ainda em 2026, com lançamentos previstos para Dallas, Phoenix, Austin e Miami.

Design atualizado para produção em massa

Cabine interna não possui volante ou pedais e acomoda até quatro passageiros (imagem: reprodução/Zoox)

Para suportar essa nova etapa e o aumento no número de corridas, a subsidiária da Amazon apresentou recentemente a versão final do robotáxi. O interior conta com uma cabine desenhada para transportar até quatro pessoas sentadas frente a frente. No entanto, o carro recebeu ajustes pontuais para melhorar o conforto, a segurança e a comunicação.

A fabricante precisou alterar o esquema de cores externo e reposicionar os refletores bidirecionais para ajudar pedestres e outros motoristas a identificarem a frente e a traseira do carro de forma mais intuitiva. Além disso, um sistema de áudio bidirecional foi instalado nas portas. Essa função permite a comunicação com quem está do lado de fora e facilita o contato rápido de equipes de emergência com a central de suporte da Zoox.

Nova versão traz ainda assentos ergonômicos e porta-copos maiores (imagem: reprodução/Zoox)

A montagem da frota comercial atualizada ocorre na fábrica de robotáxis da empresa, localizada na cidade de Hayward, na Califórnia. Segundo a fabricante, a linha de produção está preparada para entregar até 100 unidades por semana.

Esse volume de fabricação será fundamental para sustentar o crescimento previsto e fortalecer a tecnologia no cotidiano das grandes cidades.
Robotáxi da Amazon recebe aval para cobrar por corridas sem motorista

Robotáxi da Amazon recebe aval para cobrar por corridas sem motorista
Fonte: Tecnoblog

Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini

Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini

Navegação foi personalizada para motociclistas (imagem: divulgação)

Resumo

Waze lançou um modo para motociclistas, que deve fornecer estimativas de chegada mais precisas.
O app também introduziu novos recursos de IA com o Google Gemini, que permitem conversar para buscar destinos e relatar mudanças no mapa.
Recursos começam a ser liberados hoje para Android, iPhone, Android Auto e Apple CarPlay.

O Waze agora tem um modo exclusivo para motociclistas. A partir desta segunda-feira (13/07), uma navegação desenvolvida para veículos de duas rodas estará disponível no app, além de rotas personalizadas e novos recursos de inteligência artificial com o Google Gemini. O Brasil está entre os primeiros países a receber as novidades.

Essa maior integração com o Gemini, no entanto, não deve mudar o funcionamento das rotas. Durante a coletiva acompanhada pelo Tecnoblog, o vice-presidente e gerente-geral do Waze, Gai Berkovich, reforçou que a IA não define os percursos e nem avalia se um caminho é seguro. Segundo o executivo, essas decisões continuam baseadas em relatos da comunidade e nos modelos próprios de machine learning.

Berkovich também revelou que o Brasil abriga a maior comunidade do Waze na América Latina e está entre os três maiores mercados do aplicativo no mundo, com quase 600 milhões de viagens por mês.

Modo Moto

Segundo o Waze, o Modo Moto foi desenvolvido para oferecer uma navegação mais específica. “As necessidades de quem anda de moto são muito diferentes das de quem dirige um carro”, afirmou Berkovich.

Esse novo recurso considera atalhos e restrições exclusivos para motociclistas, oferecendo estimativas de chegada mais precisas. A troca para esse perfil será por um atalho disponível na tela inicial do app.

Em contrapartida, os motociclistas receberão mais alertas de segurança. Além de avisos sobre buracos, lombadas e pista escorregadia, o app passa a alertar sobre travessias elevadas de pedestres, pontes estreitas, fim de faixa e fim de acostamento. 

A plataforma também inseriu um recurso de navegação personalizada, que se baseia no histórico de viagens anteriores. De acordo com o Waze, se você prefere dirigir em rodovias, verá essas opções primeiro. 

Gemini como assistente

Gemini ajuda a atualizar mapas e encontrar destinos (imagem: divulgação)

O Waze anunciou a integração com o Gemini no ano passado. Agora, as novidades chegam ao país com dois novos recursos, ambos baseados em comandos de voz.

Waze MapMate: permite relatar mudanças no mapa, como novas ruas, bloqueios ou alterações de conversão, usando linguagem natural. A IA organiza essas informações e as encaminha para validação da comunidade. Para usar o recurso, basta tocar em um botão e iniciar a conversa, mas a empresa vai avaliar a demanda para incluir uma palavra de ativação no futuro, como “Ok, Google”.

Waze Search Mate: um assistente para buscar destinos em tom de conversa. Em vez de pesquisar por palavras-chave, o motorista poderá fazer pedidos como “encontre uma cafeteria aberta agora” ou “procure um posto com combustível barato”. Esse recurso chega em fase beta.

Waze reduz instruções por voz

Modo Menos Falante reduz instruções durante a navegação (imagem: divulgação)

O Waze também ganhou o modo de voz Menos Falante, que reduz a quantidade de instruções durante a navegação. Ele mantém apenas os avisos essenciais. 

O motorista continuará recebendo alertas sobre conversões, mudanças de faixa e situações de risco, mas com menos interrupções para ouvir suas músicas durante a viagem. Esse recurso chega primeiro ao Android e deve ser liberado nos iPhones até agosto.

Já as demais novidades começam a ser liberadas simultaneamente para Android, iPhone, Android Auto e Apple CarPlay. O lançamento também acontece no México, Argentina, Peru e Colômbia.
Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini

Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini
Fonte: Tecnoblog

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Projeto chega à quarta cidade no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

O Google lança o projeto Green Light em São Paulo (SP), parceria com a CET e a Prodam, para melhorar o trânsito com ajustes em semáforos usando inteligência artificial.
O projeto analisa dados de tráfego do Maps para identificar gargalos em cruzamentos e sugere ajustes para melhorar o fluxo de carros e reduzir emissões poluentes.
O Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes e, no Brasil, foi adotado em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

O Google trará o projeto Green Light, voltado a melhorias em semáforos, para São Paulo (SP), em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Prodam (empresa de tecnologia do município).

“Estamos usando a IA como uma ferramenta poderosa para tornar o trânsito mais fluido e o ar mais limpo, economizando tempo e combustível dos motoristas sem a necessidade de construir novas infraestruturas”, afirma Paula Aluani, gerente de parcerias estratégias de Geo, área da empresa responsável por Google Maps e Waze.

O que é o projeto Green Light do Google?

O projeto Green Light usa dados de tráfego e mapas para analisar o comportamento de semáforos e identificar gargalos, com o auxílio de inteligência artificial.

A partir daí, o Google pode sugerir a autoridades ajustes para melhorar o fluxo de carros, reduzindo o movimento de parar e acelerar, que é responsável por emissões adicionais de gases poluentes.

As alterações são de segundos no tempo em que o sinal fica aberto em horários específicos. Cabe aos municípios acatar ou não o que foi recomendado.

Menos paradas, menos poluição

A capital paulista é a quarta cidade brasileira a receber a tecnologia, depois de Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP) e São Caetano do Sul (SP).

Segundo o Google, o projeto já reduziu em cerca de 30% o número de paradas de carros nas cidades onde foi adotado, considerando dados globais. No Brasil, as medidas foram adotadas em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

Globalmente, o projeto Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes — a lista inclui Seattle (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Budapeste (Hungria) e Jacarta (Indonésia).
Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito
Fonte: Tecnoblog

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet no Apple CarPlay (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Meet agora é compatível com Apple CarPlay, permitindo reuniões via áudio no painel do carro;
integração começou a ser liberada globalmente em 23 de março de 2026 e é válida para todos os usuários do Google Meet;
Google planeja integrar o Google Meet ao Android Auto em breve.

Você já teve que participar de uma reunião online no carro, usando o celular, por estar preso no trânsito? Essa situação vai ficar mais fácil de ser manejada para quem usa o Apple CarPlay: a plataforma agora conta com suporte oficial a videoconferências via Google Meet.

A novidade permite que o usuário participe de reuniões a partir do painel do carro. Por ali, pode-se visualizar a agenda de eventos e, quando a pessoa tiver que participar de uma chamada, poderá entrar nela com um único toque na tela.

O Google Meet para CarPlay permite que a reunião seja realizada via conexões móveis à internet, mas apenas reproduz áudio. Os demais participantes, se estiverem usando dispositivos como celulares, tablets e notebooks, poderão visualizar as imagens, mas quem estiver no carro só poderá escutar e falar.

Essa restrição tem um objetivo um tanto óbvio: evitar que a pessoa olhe para a tela durante a reunião e, com isso, deixe de prestar atenção no trânsito a ponto de causar um acidente.

Agenda de reuniões do Meet visualizada no CarPlay (imagem: reprodução/Google)

O Google Meet para CarPlay já está sendo liberado?

Sim, em escala global. O recurso estará ativado por padrão se você tiver o aplicativo do Google Meet instalado em seu iPhone. Então, bastará conectar o iPhone ao Apple CarPlay do veículo e tocar no ícone da ferramenta para iniciar uma reunião.

Observe, porém, que a implementação do recurso começou em 23 de março de 2026 e está sendo liberada gradualmente. Pode levar alguns dias para ela chegar até você, portanto. A novidade é válida tanto para clientes do Google Workspace quanto para usuários individuais (com uma Conta Google comum).

Talvez você esteja se perguntando sobre uma versão do Google Meet para Android Auto. Bom, o Google informou que essa integração já está a caminho e prometeu dar novidades a respeito “em breve”.

Antes de encerrar, vale destacar que serviços como Google Meet, Microsoft Teams e Zoom ganharam um rival nesta semana: o Proton Meet, que oferece recursos de privacidade entre seus diferenciais (dá até para realizar chamadas de vídeo anônimas).
Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito
Fonte: Tecnoblog

Tesla admite que robotáxis não são totalmente autônomos

Tesla admite que robotáxis não são totalmente autônomos

Logo da montadora de carros autônomos Tesla (Imagem: Ivan Radic/Flickr)

Resumo

A Tesla admitiu que seus robotáxis não são totalmente autônomos e que operadores podem assumir controle remotamente em situações excepcionais.
Os operadores da Tesla podem controlar os veículos a 3,2 km/h ou menos, com limite de 16 km/h em casos específicos.
O Senado dos EUA, liderado pelo senador Ed Markey, pressiona por mais transparência sobre a assistência remota e a frequência de intervenções humanas.

A Tesla admitiu que seus robotáxis não são tão independentes quanto o marketing da empresa costuma sugerir. Em carta enviada ao senador Ed Markey no dia 26/03, a companhia confirmou que operadores humanos podem assumir o controle dos veículo remotamente em situações excepcionais, quando as intervenções automáticas do sistema falham.

Os documentos, obtidos pelo portal TechSpot, revelam como a Tesla se diferencia de concorrentes como a Waymo, que afirma que seus funcionários apenas orientam o software de navegação, sem verdadeiramente assumir o volante. Os operadores da fabricante de Elon Musk, por sua vez, conseguem dirigir o carro à distância, ainda que com limitações de velocidade.

A investigação do senador Markey tenta entender como as montadoras desses carros utilizam assistência humana remota. A admissão contrasta com o discurso de autonomia total frequentemente associado à marca de Elon Musk.

Como a assistência remota funciona?

Suporte da Tesla pode assumir controle de direção de veículos (imagem: reprodução)

Segundo a empresa, os operadores, que são todos funcionários internos em centros de comando em Austin e Palo Alto, só podem assumir o controle total com o veículo a 3,2 km/h ou menos. Em casos em que o sistema de direção automatizada concede acesso direto, o limite sobe para 16 km/h.

A Waymo, por comparação, mantém cerca de 70 agentes de assistência remota nos EUA e nas Filipinas, mas apenas para sugerir rotas ou confirmar manobras, sem tomar o controle do veículo.

A Tesla lançou o serviço em Austin em junho de 2025 e opera atualmente com cerca de 50 veículos. Na prática, a maioria ainda circula com supervisores humanos, prontos para intervir fisicamente se necessário.

Desde 2015, Musk afirma que a autonomia plena é um “problema resolvido”, tendo prometido veículos totalmente independentes para 2018 e 2019 e direção autônoma nível 5 para 2021. Apesar do lançamento do FSD (Full Self-Driving) em versão beta há alguns anos, as promessas não se concretizaram.

Investigação e transparência

A revelação integra uma pressão crescente do Senado americano por mais transparência no setor. Markey criticou o fato de a Tesla e outras companhias se recusarem a divulgar com que frequência essas intervenções humanas são necessárias — omissão que, segundo o parlamentar, dificulta avaliar a real maturidade da tecnologia.

Markey trabalha em uma legislação para criar regras federais sobre a qualificação dos operadores remotos e os limites de latência nos comandos via internet. O senador também solicitou que a NHTSA, principal agência de segurança viária dos EUA, investigue as práticas de assistência remota de toda a indústria.

Tesla admite que robotáxis não são totalmente autônomos

Tesla admite que robotáxis não são totalmente autônomos
Fonte: Tecnoblog

Uber Moto agora pode banir motoristas que correm rápido demais

Uber Moto agora pode banir motoristas que correm rápido demais

Plataforma cruzará avaliações de passageiros e dados obtidos durante viagens (foto: Victor Toledo/Tecnoblog)

Resumo

Uber Moto ganhou um Painel de Direção no Brasil para monitorar a segurança dos motociclistas.
A ferramenta cruza relatos de passageiros com dados de velocidade do celular e pode punir motoristas com histórico de direção perigosa.
O recurso integra um pacote de segurança mais amplo e detectará infrações como frenagens bruscas e uso do celular.

A Uber anunciou nessa quarta-feira (25/03) o lançamento de um monitor que ajudará a avaliar os hábitos de direção dos parceiros do Uber Moto no Brasil. Batizado de Painel de Direção, o recurso gera uma nota de segurança para cada motociclista a partir das avaliações dos passageiros. A plataforma cruzará esses relatos com dados de velocidade captados pelo celular para confirmar possíveis excessos.

Condutores que acumularem reclamações e tiverem histórico de direção perigosa comprovado pelo sistema poderão sofrer punições. As medidas vão desde o envio de materiais educativos obrigatórios até o banimento definitivo, nos casos mais graves.

Como o sistema flagra infrações?

O Painel já estava em fase de testes há alguns meses e agora chegou definitivamente em todo o país. A captação das infrações ocorre de forma passiva pelas métricas do próprio smartphone do condutor. Com isso, o painel exibe para o motociclista os momentos exatos do trajeto em que o sistema registrou o excesso de velocidade.

Segundo o líder de operações de segurança da Uber no Brasil, Rafael Thosi, a ferramenta representa um avanço no combate aos riscos do modal de duas rodas. “Lançamos o Alerta de Velocidade em 2023 e agora essa nova ferramenta apresenta uma evolução no nosso objetivo de aumentar a segurança”, afirmou o executivo. “O Painel é uma forma de trazer uma visão rápida e prática dos comportamentos que podem ser melhorados pelos nossos parceiros”.

O lançamento integra um pacote mais amplo de segurança da plataforma. Isso inclui o compartilhamento de dados com hospitais para entender o perfil de acidentes e parcerias com o Observatório Nacional de Segurança Viária e a Honda.

Ferramenta identificará mais infrações

Uber Moto se adequa a exigências de nova lei em São Paulo (imagem: divulgação)

O foco inicial é coibir altas velocidades, mas o monitoramento ficará mais rígido até o final deste ano. A Uber confirmou que expandirá a ferramenta para detectar outras cinco infrações e comportamentos de risco.

Até dezembro, o celular também passará a identificar motociclistas que:

Fazem frenagens bruscas;

Usam o smartphone enquanto pilotam;

Fazem curvas muito fechadas;

Andam em zigue-zague;

Realizam mudanças perigosas de faixa.

Apesar de criticar as últimas decisões sobre o funcionamento de plataformas de motoapp em São Paulo (SP), a medida parece estar de acordo com as determinações da capital paulista. Na cidade, onde o serviço de transporte por motos parou no ano passado, a Lei 18.349, sancionada em dezembro, passou a exigir o levantamento desses dados e o compartilhamento deles com o poder público.

A empresa e a concorrente 99Moto planejavam retornar em dezembro, mas adiaram a reestreia do serviço no município após a promulgação da lei.
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Fonte: Tecnoblog