Category: Microsoft

Microsoft quer exibir anúncios no menu Iniciar do Windows 11

Microsoft quer exibir anúncios no menu Iniciar do Windows 11

Nos últimos seis meses, a Microsoft refinou as formas e locais para exibir anúncios sobre seus aplicativos e serviços. A empresa tem trazido mais do MSN nas telas de bloqueio dos Windows 10 e 11, além do painel de Widgets, que é um verdadeiro painel de anúncios, assim como chamadas para assinar o Microsoft 365 na tela de configurações, mas parece que mais está a caminho. A Microsoft planeja colocar anúncios na área de “Recomendados” do menu Iniciar do Windows 11, na qual a empresa diz que irá mostrar aplicativos e sites que ela acredita que podem te interessar. Essa mudança está em testes atualmente, então pode não contar com muitas opiniões dos usuários a respeito de sua usabilidade.

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Microsoft quer exibir anúncios no menu Iniciar do Windows 11
Fonte: Tudocelular

Atualizações do Windows 10 e 11 causam lentidão e mais problemas em PCs

Atualizações do Windows 10 e 11 causam lentidão e mais problemas em PCs

A atualização Moment 5 do Windows 11 foi lançada nesta semana após o update KB5036893, mas infelizmente alguns usuários estão relatando vários problemas após instalar as novas versões tanto do Windows 11 quanto do Windows 10. Dentre os bugs estão a temida Tela Azul, lentidão e uso excessivo de CPU.Segundo o portal NeoWin, as reclamações estão partindo de usuários do Reddit e de fóruns próprios da Microsoft onde eles relatam que não é possível desinstalar o Microsoft Edge em países europeus, o que é obrigatório pela Lei de Mercados Digitais da Comissão Europeia.

Outro usuário diz que não consegue instalar a atualização no seu computador:Clique aqui para ler mais

Atualizações do Windows 10 e 11 causam lentidão e mais problemas em PCs
Fonte: Tudocelular

Pequenos navegadores crescem na Europa

Pequenos navegadores crescem na Europa

Vivaldi é um dos navegadores que relata o crescimento de usuários na União Europeia (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Semanas após entrar em vigor, a Lei dos Mercados Digitais (DMA) da União Europeia está mostrando resultado no mercado de navegadores. Browsers menos populares, como o DuckDuckGo, Ecosia, Vivaldi e Aloha relatam que o número de seus usuários está aumentando nos países membros do bloco econômico. E isso aparentar estar ligado com o recurso de escolher o navegador padrão no iPhone e celulares Android.

A DMA institui diretrizes que visam reduzir a força das big techs em forçar seus serviços para os usuários. Uma das soluções apresentadas pela legislação é que as fabricantes de smartphones facilitem a escolha do navegador padrão. No caso do iOS, o usuário recebe uma tela listando, em ordem aleatória, diferentes browsers.

Nova tela do iOS para escolha do navegador padrão. Listagem de browsers é aleatória (Imagem: Reprodução/Brave)

Navegadores poucos conhecidos ganham espaço na UE

Além do Opera e Brave, navegadores que possuem uma certa fama no Brasil, browsers menores, como o DuckDuckGo, Ecosia, Vivaldi e Aloha estão relatando o aumento de instalações em celulares na União Europeia.

Em resposta para a Reuters, o navegador Aloha relatou que o número de usuários cresceu 250% em março. A empresa relata que possui 10 milhões de usuários ativos, mas essa informação não explica se isso era antes ou depois desse salto de crescimento. Assim como o seu rival Vivaldi, o Aloha se vende como um produto focado em privacidade.

O CEO do navegador Aloha, Andrew Frost Moroz, explica que a Europa saltou de quarto para segundo maior mercado da empresa. Bélgica e França lideram o ranking de países com mais novos usuários.

Talvez desconhecido para muitos, o Ecosia, criado na Alemanha, é também um buscador. Sua proposta é usar parte do dinheiro da publicidade para plantar árvores. O navegador alemão, assim como o Vivaldi, DuckDuckGo e Brave, relatam que as instalações estão subindo nas últimas semanas — e talvez isso seja só o começo.

Brave e Opera apresentaram crescimento nas últimas semanas, mas instalações podem seguir crescendo (Imagem: Denny Müller/Unsplash)

Apple e Google segurando atualização?

Segundo a Mozilla, dona do navegador Firefox, apenas 19% dos usuários de iPhone na UE receberam o update que mostra a tela para escolher o navegador padrão. Além disso, a tela só aparece quando se clica no navegador Safari, de propriedade da Apple. O DuckDuckGo também destaca que a aceleração do update pode ampliar o número de instalações.

O Google, assim como a Apple, é acusado pelos navegadores de atrasar o envio da atualização com a função de escolher o navegador padrão. A big tech do buscador mostra essa tela apenas nos Pixels, que têm uma fatia de mercado muito inferior ao iPhone.

Por isso, o crescimento desses navegadores no Android pode ser maior quando as fabricantes que utilizam o sistema operacional do Google, como Samsung e Xiaomi, liberarem a tela de escolha de browser padrão em suas interfaces.

E sim, essas reclamações não passaram batidas pela União Europeia. O bloco já anunciou que está investigando se as big techs estão cumprindo a legislação.  

Com informações: ReadWrite e Reuters
Pequenos navegadores crescem na Europa

Pequenos navegadores crescem na Europa
Fonte: Tecnoblog

Erro de segurança da Microsft deixa diversas senhas internas expostas

Erro de segurança da Microsft deixa diversas senhas internas expostas

A Microsoft tem enfrentado certos problemas de segurança durante esse começo de 2024 ao deixar expostas em um servidor diversas senhas internas de seus funcionários. Um grupo de especialistas em cibersegurança corporativa foi assinado para ajudar a Big Tech a encontrar possíveis falhas de segurança e esse erro foi uma delas.

O servidor que continham esses estava acessível para qualquer usuário da internet, não apenas para hackers profissionais ou coisa assim. A Microsoft já fechou ele e resolveu o problema, mas isso demorou cerca de 1 mês para ser resolvido.A empresa fez o suposto bloqueio no mês passado para evitar a exposição das senhas, chaves e credenciais de diversos funcionários para toda a internet aberta. A gigante americana vem trabalhando bastante no reforço da segurança de seus softwares devido uma pressão enorme do governo dos EUA, então essa vulnerabilidade surgiu em uma péssima hora.Clique aqui para ler mais

Erro de segurança da Microsft deixa diversas senhas internas expostas
Fonte: Tudocelular

Microsoft: PCs com IA devem alcançar ao menos 40 TOPS (e o que isso quer dizer)

Microsoft: PCs com IA devem alcançar ao menos 40 TOPS (e o que isso quer dizer)

Design da tecla Copilot num teclado de PC (imagem: reprodução/Microsoft)

A indústria de PCs espera que notebooks e desktops com recursos nativos de inteligência artificial conquistem o mercado. Mas, para a Microsoft, um computador precisa apresentar ao menos 40 TOPS para ser um AI PC, como a ideia tem sido chamada. Traduzindo: uma máquina do tipo deve ter muito desempenho.

Mas o que é um AI PC?

AI PC é uma expressão comercial que identifica um computador cujo hardware está otimizado para executar tarefas de inteligência artificial (IA) localmente, sem depender de servidores externos para gerar resultados satisfatórios.

Ferramentas como ChatGPT, Google Gemini e Microsoft Copilot tornaram a IA popular nos últimos meses, embora o conceito exista há décadas. Contudo, todos esses serviços processam as solicitações dos usuários nas nuvens, portanto, dependem de conexões à internet em seu modo de funcionamento padrão.

Como a plataforma Windows vem sendo progressivamente integrada a recursos de IA, é de se esperar que pelo menos parte dessas tarefas seja realizada satisfatoriamente pelo próprio computador do usuário. É aí que a ideia do AI PC ganha sentido.

Para atender (ou criar) essa categoria, os fabricantes estão apostando em notebooks ou desktops cujas CPUs têm uma unidade de processamento neural (NPU) integrada, a exemplo dos atuais chips Intel Core Ultra com arquitetura Meteor Lake.

Microsoft fala em desempenho de 40 TOPS

No início de 2024, surgiram informações de que a Microsoft exigiria uma NPU com desempenho de pelo menos 40 TOPS para a execução local do Copilot no Windows. O Tom’s Hardware relata que essa exigência só foi confirmada pela companhia no final de março, durante o evento Intel AI Summit.

TOPs são um parâmetro usado para dar uma noção da potência de uma NPU. Cada TOP corresponde a um trilhão de operações por segundo. Logo, quanto maior a quantidade de TOPS, mais desempenho tem a NPU.

O problema é que atingir os 40 TOPS não é fácil. A já mencionada linha Core Ultra Meteor Lake é formada por chips poderosos e, no entanto, eles alcançam até 34 TOPS, razão pela qual nem eles atendem aos requisitos do Copilot.

Não é que a Microsoft está sendo exigente. Os 40 TOPS informados pela companhia foram definidos com base no que é preciso para a execução local do Copilot no Windows 11 sem haver queda geral no desempenho ou resultados insatisfatórios.

Chips Core Ultra para notebooks de alto desempenho (imagem: divulgação/Intel)

O AI PC ainda não veio, mas promete vir

Até é possível complementar a execução do Copilot no Windows usando a GPU, mas a Microsoft tem priorizado o uso da NPU para esse fim com o intuito de evitar prejuízo à vida útil da bateria nos notebooks.

Isso significa que, com base no hardware disponível atualmente, a proposta do AI PC não é realidade. Não para rodar o Copilot no Windows de modo totalmente local. Nos primeiros computadores baseados no conceito, a inteligência artificial da Microsoft ainda deve depender das nuvens.

Mas a situação pode mudar em um futuro próximo. Com otimizações de software e um hardware mais bem preparado, o AI PC poderá se tornar factível ainda em 2024 ou em 2025.

Basta levarmos em conta que a Lunar Lake, a próxima geração de chips Intel Core, deve ser anunciada neste ano com uma NPU três vezes mais potente que a atual. AMD e Qualcomm também já se preparam para atender ao segmento com NPUs poderosas.

Só para constar, outros requisitos para um computador ser considerado um AI PC incluem um botão físico para o Copilot e, claro, ter esta ferramenta de inteligência artificial ativada.
Microsoft: PCs com IA devem alcançar ao menos 40 TOPS (e o que isso quer dizer)

Microsoft: PCs com IA devem alcançar ao menos 40 TOPS (e o que isso quer dizer)
Fonte: Tecnoblog

Gears of War 6 pode ser anunciado em junho no Xbox Showcase

Gears of War 6 pode ser anunciado em junho no Xbox Showcase

A Microsoft e o estúdio The Coalition podem estar preparando o anúncio do novo capítulo da franquia Gears of War. A previsão é que o game seja oficializada em junho durante o evento Xbox Showcase.

O mais recente jogo da saga foi Gears 5, lançado em 2019 para Xbox e PC. O novo capítulo seria o primeiro com um lançamento nativo na atual geração composta pelo Xbox Series X|S.Segundo novas informações de Tom Warren do The Verge, o próximo grande evento de jogos da Microsoft ocorrerá em 9 de junho. O Xbox Games Showcase é a maior apresentação anual da companhia para efetuar novos anúncios e trazer novidades sobre produções em andamento.Clique aqui para ler mais

Gears of War 6 pode ser anunciado em junho no Xbox Showcase
Fonte: Tudocelular

YouTube faz alerta à OpenAI sobre usar seus vídeos para treinar a Sora

YouTube faz alerta à OpenAI sobre usar seus vídeos para treinar a Sora

CEO do YouTube destaca que usar vídeos da plataforma para treinar IAs viola termos de uso do site (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Neal Mohan, CEO do YouTube, disse nesta quinta-feira (4) que a OpenAI não pode usar os vídeos do YouTube para treinar a Sora, sua IA generativa de vídeos. Em um evento organizado pela Bloomberg, Mohan destacou que os termos de uso da plataforma proíbem que os conteúdos da plataforma sejam usados para treinar modelos de IA. A declaração do CEO pode parecer protecionismo, mas tem um motivo justo.

Ainda que os interesses de IA do Google sejam um dos motivos de proibir a rival de treinar a Sora, Mohan destaca que os termos de uso servem para proteger o conteúdo publicado pelos usuários. Ou melhor, eles precisam ser seguidos pelos dois lados: YouTube e canais.

Deixando de lado as justiças ou injustiças em monetização, o CEO do YouTube diz que quando um criador sobe um vídeo na plataforma, ele espera que os termos de uso sejam respeitados. Isso inclui proteger o conteúdo de ser baixado ilegalmente ou do seu texto ser transcrito — o que poderia treinar IAs generativas de texto, como ChatGPT ou Claude.

Sam Altman e ninguém revela, mas há acusações de que ChatGPT foi treinado com conteúdo sob direitos autorais (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

OpenAI é acusada de treinar ChatGPT com materiais protegidos

A fala de Mohan não é dita ao acaso. A OpenAI é alvo de processos na qual é acusada de usar material protegido por direitos autorais para treinar o ChatGPT. Entre alguns dos autores de processos deste tipo estão: o jornal The New York Times, a humorista Sarah Silverman, George R.R. Martin (autor de As Crônicas de Gelo e Fogo) e Christopher Golden (autor de Buffy, A Caça Vampiros).

A “matemática” para treinar uma IA generativa eficiente é básica: quanto mais conteúdos ela tiver acesso, mais conhecimento ela terá. As empresas do ramo, e o Google não escapa disso, não são muito abertas sobre as fontes dos treinamentos. Afinal, revelá-las é colocar um alvo para receber um processinho.

Sora cria vídeos em alta qualidade, mas ainda não foi liberada

Sora é capaz de seguir prompts bastante detalhados (Imagem: Reprodução/OpenAI)

A Sora foi anunciada em fevereiro, mas ainda não está disponível para o público. A IA generativa de vídeos está apenas na fase de testes, mas seus primeiros resultados impressionam pelo realismo. E sim, ela mantém alguns erros comuns nas IAs generativas de fotos. A imagem acima foi transformada em GIF para ser exibida no texto, por isso a sua qualidade está reduzida

Com informações: Bloomberg e Android Headlines
YouTube faz alerta à OpenAI sobre usar seus vídeos para treinar a Sora

YouTube faz alerta à OpenAI sobre usar seus vídeos para treinar a Sora
Fonte: Tecnoblog

Windows 10: Microsoft divulga preços do suporte estendido para atualizações de segurança

Windows 10: Microsoft divulga preços do suporte estendido para atualizações de segurança

A Microsoft anunciou o programa de suporte estendido para os usuários do Windows 10, que deixará de receber atualizações de segurança em outubro de 2025, e na terça-feira (02), a gigante de software finalmente confirmou os preços do serviço de atualizações prolongadas para quando o sistema operacional deixar de ser suportado.

As atualizações de segurança estendidas do Windows 10 custarão US$ 61/ano por PC (cerca de R$ 309/ano). O programa estará disponível por três anos, e aqueles que planejam ingressar nele mais tarde precisarão realizar o pagamento retroativo, uma vez que as atualizações são cumulativas e incluem todas as correções lançadas anteriormente.Os administradores de TI das empresas poderão inscrever dispositivos com Windows 10 no programa utilizando o método tradicional com uma chave de 25 caracteres. Curiosamente, a empresa não citou termos para os usuários domésticos que também poderão se inscrever no programa de suporte estendido do sistema operacional.Clique aqui para ler mais

Windows 10: Microsoft divulga preços do suporte estendido para atualizações de segurança
Fonte: Tudocelular

Microsoft confirma fim do WordPad a partir do Windows 11 24H2

Microsoft confirma fim do WordPad a partir do Windows 11 24H2

WordPad chegou ao Windows em 1995 e teve o fim anunciado em 2023 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Windows 11 24H2, a próxima grande atualização do atual sistema operacional da Microsoft, não trará o WordPad. Esse é o primeiro passo para o editor de textos ser descontinuado, decisão tomada pela companhia no ano passado. É o começo do fim de um software que está no ecossistema do Windows desde 1995.

Windows 11 e Server 2025 sem WordPad

Qual a última vez que você usou o WordPad? Muita gente não sabe responder ou simplesmente não se lembra de ter usado a ferramenta. Está aí a razão para a Microsoft descontinuar o WordPad. Apesar de ser considerada uma versão “lite” do Word, pouca gente efetivamente usa o editor de textos nativo do Windows.

Isso levou a Microsoft a colocar o WordPad na lista de recursos a serem descontinuados no Windows, em setembro de 2023. Em janeiro de 2024, a companhia começou a liberar versões do Windows 11 no canal Canary (para testes de usuários do programa Windows Insider) já sem o editor de textos.

Neste final de março, a Microsoft confirmou que essa decisão será mantida no Windows 11. O WordPad deixará de fazer parte das ferramentas nativas do sistema operacional a partir da atualização 24H2, a ser liberada para o público em geral no segundo semestre, provavelmente, em setembro ou em outubro.

Sabe-se também que o Windows Server 2025, sistema operacional para servidores, será lançado oficialmente neste ano sem o WordPad.

Já o Windows 10 deve manter o WordPad, mas essa versão do sistema operacional deixará de ser suportada pela Microsoft em outubro de 2025, acontecimento que também contribuirá para a “aposentadoria” do editor de texto.

WordPad no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

WordPad fará pouca ou nenhuma falta

O WordPad tem uma base de usuários tão pequena que, provavelmente, a sua descontinuação será sentida por pouca gente. Os “órfãos” do editor de textos poderão recorrer a alternativas de terceiros ou ao próprio Word, para quem precisar de recursos de edição mais avançados e estiver disposto a assinar o Microsoft 365.

Editores de texto online, como a versão web do Word e o Google Docs também são alternativas viáveis, até porque ambos os serviços são gratuitos.

Outra opção é recorrer ao Bloco de Notas, que continua mais simples que o WordPad, mas vem recebendo bastante atenção por parte da Microsoft. A versão para Windows 11 já suporta modo escuro, permite abrir múltiplas abas e, em breve, terá integração com a inteligência artificial Copilot, só para citar alguns avanços.
Microsoft confirma fim do WordPad a partir do Windows 11 24H2

Microsoft confirma fim do WordPad a partir do Windows 11 24H2
Fonte: Tecnoblog

Microsoft quer tornar mais fácil usar o Linux dentro do Windows

Microsoft quer tornar mais fácil usar o Linux dentro do Windows

WSL no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

O Windows Subsystem for Linux (WSL) é um software notável, pois permite rodar distribuições Linux dentro dos sistemas operacionais da Microsoft. O WSL só não é muito intuitivo. Mas isso deve mudar. Há sinais de que a Microsoft está preparando uma interface gráfica de usuário (GUI) para facilitar o uso da ferramenta.

WSL: Windows de mãos dadas com o Linux

Para muitos usuários que fazem uso profissional do Windows, o WSL é uma solução notável. A ferramenta foi introduzida no Windows 10, originalmente com o propósito de traduzir chamadas de sistema no Linux em chamadas equivalentes para execução pelo kernel do Windows.

A ferramenta vem recebendo atualizações desde então. No final de 2022, quando o WSL 1.0 foi lançado, a solução já era capaz de executar ambientes Linux completos dentro do Windows, inclusive com apps baseados em interface gráfica, sem que o usuário tenha que montar uma máquina virtual à parte ou instalar dois sistemas operacionais no mesmo PC.

Hoje, é possível usar o WSL para executar distribuições como Ubuntu e Debian, scripts para Bash, ferramentas como vim e emacs, serviços como SSHD e Apache, e muito mais, tudo isso sem sair do Windows.

Uma interface gráfica para o WSL

Apesar de todos os recursos que oferece, o WSL ainda requer instruções via texto para ser devidamente utilizado, e isso pode ser uma barreira para usuários iniciantes ou que não estão habituados com linha de comando. Mas essa limitação pode ser superada em breve.

Uma imagem que mostra uma interface gráfica no WSL foi publicada na página do Dev Home do Windows no GitHub com o objetivo de fazer a comunidade dar opiniões ou sugestões para a implementação do recurso.

Mockup de interface gráfica para WSL (imagem: Craig Loewen/Microsoft)

A postagem tem a seguinte descrição:

Atualmente, o Windows Subsystem for Linux é um aplicativo focado em linha de comando. Não há um jeito fácil e integrado de os usuários descobrirem, interagirem ou gerenciarem o WSL via interface gráfica. Esse [novo] recurso focaria em disponibilizar o WSL por meio de uma GUI [interface gráfica] para potencializar a descoberta e a usabilidade da ferramenta para um número maior de pessoas.
Craig Loewen, desenvolvedor da Microsoft

Embora a imagem divulgada no GitHub seja apenas um mockup (modelo), ela sugere que a interface permitirá que o usuário ative, desative, alterne, mova, instale ou desinstale distribuições Linux no WSL com poucos cliques.

A interface deve ainda permitir que o usuário configure o WSL mais facilmente, bem como visualize o status de consumo de recursos do computador (CPU e memória RAM) pela ferramenta em tempo real.

Para quando?

Ninguém sabe ao certo. A publicação no GitHub dá a entender que o desenvolvimento da interface gráfica da ferramenta está em fase inicial. Mas o WSL evoluiu tanto nos últimos anos que é provável que os desenvolvedores “peguem o embalo” e lancem esse recurso ainda em 2024.

Se a interface gráfica for mesmo disponibilizada, o WSL deve experimentar um aumento importante na sua base de usuários, como bem observa o Betanews.
Microsoft quer tornar mais fácil usar o Linux dentro do Windows

Microsoft quer tornar mais fácil usar o Linux dentro do Windows
Fonte: Tecnoblog