Category: Microsoft

Microsoft vai corrigir falha no Outlook Classic que fazia CPU disparar 50%

Microsoft vai corrigir falha no Outlook Classic que fazia CPU disparar 50%

Atualização será liberada em maio, mas usuários podem reverter atualização do canal Semi Annual do Microsoft 365 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft vai liberar em maio a correção para o bug no Outlook Classic que aumenta o uso da CPU em até 50%.
O bug também começou a afetar usuários do canal Semi Annual do app do Microsoft 365.
Para corrigir o bug no canal, as alternativas são reverter para a versão anterior, usar o Outlook web ou aguardar a atualização de correção.

A Microsoft divulgou nesta quinta-feira (24/04) que corrigiu o bug que aumentava o consumo da CPU ao usar o Outlook Classic. Segundo a própria empresa, o bug causava aumentos de até 50% no uso do processador ao digitar um e-mail. O problema é que a correção só será liberada a partir de maio.

O bug teve seus primeiros relatos em novembro de 2024, mas apenas na semana passada a Microsoft apresentou soluções paliativas. Usuários que sofrem com o problema podem usar a versão do canal Semi Annual do app do Microsoft 365. Contudo, em seu blog de suporte, a Microsoft diz que o bug agora está ocorrendo na versão Semi Annual.

Os canais são tipos de níveis de distribuição dos serviços da Microsoft, sendo uma terminologia mais usada no beta do Windows. Ao que parece, os principais afetados são usuários da versão corporativa do Microsoft 365.

Microsoft apresenta uma nova medida paliativa para solucionar o bug (imagem: reprodução/Microsoft)

Como corrigir bug do Outlook no canal Semi Annual?

Mesmo que o canal Semi Annual Microsoft 365 esteja apresentando o problema, é possível reverter para uma atualização anterior do programa. Para isso, você deve seguir os seguintes passos:

Localize a build da Versão 2405 para o respectivo canal em que você está no menu Histórico de atualizações do Microsoft 365 Apps (escolha a opção de listar por data para ver a ordem cronológica das atualizações)

Abra um Prompt de Comando e selecione Executar como administrador

Digite ou cole o comando abaixo, insira a build do Passo 1 e pressione enter:“%programfiles%Common FilesMicrosoft SharedClickToRunofficec2rclient.exe” /update user updatetoversion=16.0.17628.20144

A Microsoft não recomenda realizar essa etapa devido às atualizações de segurança da versão atual. Mas se você precisa urgentemente utilizar o Outlook Classic, não há outra opção além de esperar ou reverter o update. Se possível, você pode tentar usar o novo app do Outlook ou a versão web do e-mail.

Com informações de Bleeping Computer
Microsoft vai corrigir falha no Outlook Classic que fazia CPU disparar 50%

Microsoft vai corrigir falha no Outlook Classic que fazia CPU disparar 50%
Fonte: Tecnoblog

Microsoft vai descontinuar o Mapas do Windows (e ninguém vai sentir falta)

Microsoft vai descontinuar o Mapas do Windows (e ninguém vai sentir falta)

Mapas do Windows para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Mapas do Windows (ou Windows Maps) vai ser descontinuado pela Microsoft. E não deve fazer falta: pouca gente sabe que esse aplicativo existe ou, quando o conhece, prefere utilizar uma alternativa, como o Google Maps. Talvez seja por isso que a Microsoft tomou a drástica decisão.

Não chega a ser surpresa. Desde o final de 2023 que a ferramenta não suporta mais mapas offline, o que obriga o usuário a sempre ter conexão à internet para utilizá-la. Além disso, o Windows 11 24H2 não traz mais o Mapas do Windows nas instalações limpas (do zero) do sistema operacional, como ressalta o Neowin.

Apesar disso, ainda é possível baixar o Mapas do Windows a partir da Microsoft Store, tanto no Windows 11 quanto no Windows 10. Mas não por muito tempo: a ferramenta será retirada da loja até julho de 2025.

Quando esse momento chegar, também haverá uma atualização que tornará o aplicativo inoperante, como explica o aviso da Microsoft:

“O Mapas está obsoleto e será removido da Microsoft Store até julho de 2025. Nesse momento, também haverá uma atualização final do aplicativo na loja que o tornará inoperante. Se você remover o aplicativo antes de julho de 2025, ainda poderá reinstalá-lo pela loja, mas, após julho de 2025, isso não será mais possível.”

Por que a Microsoft irá encerrar o Mapas do Windows?

Porque o Mapas do Windows ficou obsoleto, como explica a nota da Microsoft. A ferramenta foi lançada em 2014, junto com o Windows 10, chegando também a ter versões para Windows 11 e até para o Xbox. Apesar disso, o aplicativo não teve grandes atualizações funcionais no decorrer do tempo.

Bing Maps é alternativa — ou o Google Maps, mesmo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

De todo modo, não faria sentido manter o Mapas do Windows por mais tempo, afinal, a Microsoft tem outra ferramenta do tipo: o Bing Mapas (ou Bing Maps) que, aliás, passa a ter a sua versão web recomendada como substituta para os (poucos) órfãos do Windows Maps.

Com a decisão, o Mapas do Windows se junta a outros softwares que tiveram seu fim decretado pela Microsoft, a exemplo do WordPad e do Paint 3D.
Microsoft vai descontinuar o Mapas do Windows (e ninguém vai sentir falta)

Microsoft vai descontinuar o Mapas do Windows (e ninguém vai sentir falta)
Fonte: Tecnoblog

Teams Classic: Microsoft remove opção para abrir arquivos

Teams Classic: Microsoft remove opção para abrir arquivos

Microsoft Teams no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Microsoft deu mais um passo decisivo para a aposentadoria do aplicativo Teams Classic. Conforme a nota divulgada no portal Microsoft 365 Admin Center, a opção para abrir arquivos diretamente pelo comunicador foi desativada.

Isso significa que, em vez de visualizar um arquivo .docx, .xlsx ou outro formato diretamente dentro do Teams Classic, a pessoa é obrigada a abri-lo em seu app nativo (Word, Excel, Powerpoint) ou na versão web desses programas.

A justificativa da Microsoft para a remoção da funcionalidade é uma ação para “abordar certas vulnerabilidades de segurança que surgiram recentemente no Teams Classic”. A empresa classificou a alteração como uma “mudança significativa”, reforçando a importância da função para os usuários e o impacto que sua remoção causaria.

A nota no Microsoft 365 Admin Center (ID MC1058266) ainda informa que a atualização automática que remove a opção de abrir arquivos diretamente pelo Teams Classic começou no último dia 15 de abril e irá até o dia 30 de abril. A ação se aplica à versão desktop do app para Windows e Mac, além da versão web acessada por navegadores.

Teams Classic perde recurso para abrir arquivos (imagem: Reprodução/Microsoft)

Aposentadoria oficial do Teams Classic

O Teams Classic teve o suporte encerrado em julho de 2024, mas o fim definitivo da sua disponibilidade está marcado para 1º de julho de 2025. Com isso, a desativação do recurso para abrir arquivos diretamente pelo app reforça a urgência para que empresas e usuários comuns migrem para o Novo Teams.

Curiosamente, a Microsoft fez questão de ressaltar que a mudança e as supostas vulnerabilidades de segurança não afetam a nova versão do comunicador. Isso levanta a dúvida se a remoção do recurso é uma medida de segurança ou uma ação estratégica para que as pessoas abandonem a versão clássica antes do seu fim.

No começo deste mês, a big tech já havia anunciado que bloqueará o Teams para usuários que não atualizarem o programa após 90 dias. A medida vale tanto para usuários do Windows quanto do Mac.

Por fim, vale dizer que a Microsoft costuma remover recursos essenciais em produtos mais antigos para incentivar a adoção de versões mais recentes. Algo bem comum durante as transições de sistemas operacionais e outros softwares importantes de produtividade.

Com informações de XDA Developers e Neowin.
Teams Classic: Microsoft remove opção para abrir arquivos

Teams Classic: Microsoft remove opção para abrir arquivos
Fonte: Tecnoblog

Oportunidade! Microsoft Brasil abre inscrições para cursos gratuitos em IA e Engenharia de Dados

Oportunidade! Microsoft Brasil abre inscrições para cursos gratuitos em IA e Engenharia de Dados

Nesta quinta-feira (17), a Microsoft Brasil comunicou que está com inscrições abertas para cursos gratuitos em carreiras de tecnologia, com direito a treinamento para provas de certificação no mercado.

Ao todo, são duas iniciativas de capacitação gratuitas: o “Elas na IA” e o “Engenharia de Dados do Fabric”. Confira mais detalhes sobre cada uma delas a seguir.Elas na IA

O programa “Elas na IA” é focado em mulheres – cis ou trans – que querem obter mais conhecimento prático no segmento de Inteligência Artificial. Esta é a oitava edição da iniciativa e engloba duas aulas ao vivo por semana no canal do YouTube do Microsoft Reactor, entre os dias 19 de maio e 18 de junho.Clique aqui para ler mais

Oportunidade! Microsoft Brasil abre inscrições para cursos gratuitos em IA e Engenharia de Dados
Fonte: Tudocelular

Microsoft está há dez meses sem corrigir bug no OneDrive

Microsoft está há dez meses sem corrigir bug no OneDrive

Microsoft está há dez meses sem corrigir um bug no OneDrive (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quando um bug é identificado, é de se esperar que ele seja corrigido o quanto antes. Mas não é o que está acontecendo para alguns usuários do OneDrive: para eles, as ferramentas de sincronização do serviço para Windows e Mac estão sem funcionar há dez meses, mesmo com a Microsoft já tendo reconhecido o problema.

Os relatos sobre a falha começaram a aparecer em junho de 2024, nos fóruns de suporte da Microsoft. Nas queixas relacionadas ao Windows, os usuários relatam que pastas locais compartilhadas com o OneDrive exibem arquivos .url que levam à interface web do serviço, em vez de exibir os arquivos originais.

Há relatos de que problemas semelhantes também ocorrem na versão do aplicativo para macOS.

A maior consequência disso é que o usuário não consegue acessar os arquivos sincronizados com o OneDrive de modo offline. Além disso, a sincronização de arquivos, que deveria acontecer de modo automático, pode não ser executada corretamente.

OneDrive (imagem: reprodução/Microsoft)

Microsoft prometeu correção, mas…

Ainda em junho de 2024, um representante da Microsoft reconheceu o problema e afirmou que a companhia coletaria informações a respeito para investigar as causas. “Embora estejamos cientes do problema, sempre leva algum tempo para corrigi-lo”, o representante completou.

Todo mundo sabe que uma correção realmente pode levar algum tempo para ser lançada. Mas ninguém contava que essa espera fosse ultrapassar dez meses. Estamos em abril de 2025 e, até agora, nada de solução, mesmo com queixas se acumulando nos fóruns de suporte da Microsoft.

No mês passado, um usuário divulgou a resposta que a companhia enviou a ele sobre o problema:

Isso [a falha] está relacionado a uma migração de backend que estamos fazendo e, infelizmente, não oferecemos suporte total à sincronização de pastas compartilhadas caso um usuário tenha migrado e o outro não. Estamos fazendo todo o possível para acelerar o processo e resolver o problema o mais rápido possível para os usuários do recurso.

Ao The Register, a Microsoft confirmou o problema no OneDrive, e explicou que o bug se manifesta apenas em perfis pessoais, não afetando contas corporativas.

A companhia também afirmou que mais de 90% das contas afetadas já não têm mais a falha, mas que está trabalhando para resolver a falha para todos os usuários. “Para aqueles que ainda enfrentam o problema, o OneDrive na web permanece funcionando totalmente”.
Microsoft está há dez meses sem corrigir bug no OneDrive

Microsoft está há dez meses sem corrigir bug no OneDrive
Fonte: Tecnoblog

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

Carolina Hernandez no anúncio do Recall, em 2024 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Recall, ferramenta da Microsoft baseada em inteligência artificial que registra o que você faz no computador, está prestes a ser liberado de modo mais amplo no Windows 11, em um dos canais que correspondem às últimas etapas necessárias para o seu lançamento oficial.

É verdade que a companhia irá liberar uma prévia do Recall, não a versão final da ferramenta. Mas não deixa de ser um avanço, especialmente se considerarmos que o plano original da Microsoft era lançar o Recall em meados de 2024, junto com o anúncio dos PCs Copilot+.

Por conta de uma série de preocupações envolvendo principalmente o aspecto da segurança, o Recall foi adiado para outubro de 2024, mas essa previsão também não foi cumprida. Em novembro, alguns usuários passaram a ter acesso à ferramenta, mas somente nos canais Dev e Beta do Windows Insider.

Nesta semana, a Microsoft revelou que o Recall está chegando ao Release Preview do Windows 11, que é o canal que vem depois da fase beta. Isso significa que o recurso vai ser disponibilizado para um número maior de usuários e, se tudo ocorrer bem nessa fase, será lançado posteriormente como uma função oficial do sistema operacional.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tecnoblog (@tecnoblog)

Quem pode usar o Recall no Windows 11?

Como o Recall é um recurso baseado em inteligência artificial que exige processamento local, ele será liberado apenas para computadores da categoria Copilot+, que são equipados com chips que trazem uma NPU com 40 TOPS de capacidade ou mais.

De acordo com a Microsoft, a prévia do Recall fará parte da compilação 26100.3902 (pacote de atualização KB5055627). Esse update ainda é destinado ao programa Windows Insider, mas a liberação será feita de modo a contemplar uma quantidade maior de usuários.

Ainda não está claro quando o Recall chegará aos canais estáveis do Windows 11 (para o público em geral). Mas, não havendo nenhuma intercorrência nesta fase, isso poderá acontecer em breve, talvez ainda neste trimestre.

Tela do Recall no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Por que o Recall é tão polêmico?

O Recall é uma ferramenta da Microsoft que usa inteligência artificial para fazer capturas de tela continuamente das ações realizadas no Windows 11 e, assim, permitir que o usuário rastreie suas atividades, recupere uma tarefa já executada, encontre uma informação específica e assim por diante.

A tecnologia é considerada polêmica principalmente por levantar preocupações com a privacidade e a segurança, afinal, o Recall é capaz de registrar tudo o que o usuário faz no computador, inclusive tarefas que envolvem dados sensíveis, como senhas, documentos e números de cartão de crédito.

Além de tornar a ferramenta funcional, a Microsoft trabalha para atenuar essas preocupações. Como exemplo, a companhia já deixou claro que o Recall exigirá autenticação via Windows Hello e não permitirá que as informações coletadas sejam acessadas remotamente.
O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Windows 11: Microsoft apresenta nova versão do menu Iniciar e atende pedidos dos usuários

Windows 11: Microsoft apresenta nova versão do menu Iniciar e atende pedidos dos usuários

A Microsoft está trabalhando em um novo visual para o menu Iniciar do Windows 11, e as primeiras prévias mostram que ele será maior e mais personalizável do que a versão atual.

As novidades foram reveladas pelo usuário phantomofearth, que descobriu o novo design nas versões mais recentes do sistema operacional. Além de ser maior, o novo menu Iniciar também finalmente permite que você desative o feed de aplicativos e arquivos recomendados.O feed de recomendações no menu Iniciar tem sido uma das coisas mais desagradáveis para os usuários do Windows 11 que vieram do Windows 10. Essa nova ferramenta ocupa muito espaço do menu e nem todo mundo consegue entender a necessidade dela. O novo design do menu Iniciar que a Microsoft está testando agora mantém tudo em uma página rolável, permitindo que você acesse até mesmo todos os seus aplicativos sem ter que navegar para uma outra aba.Clique aqui para ler mais

Windows 11: Microsoft apresenta nova versão do menu Iniciar e atende pedidos dos usuários
Fonte: Tudocelular

Microsoft, 50 Anos: conheça a sede da empresa nos Estados Unidos

Microsoft, 50 Anos: conheça a sede da empresa nos Estados Unidos

Embarcamos para os Estados Unidos e visitamos a sede da Microsoft (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No ano em que comemora 50 anos de história, a Microsoft convidou jornalistas de 20 países para conhecer de perto sua sede em Redmond, nos arredores de Seattle, nos EUA. O Tecnoblog foi o único representante do Brasil nessa visita exclusiva ao vasto campus da empresa, que mais parece uma cidade. São 125 prédios, 47 mil pessoas circulando diariamente e até um sistema interno de transporte, com micro-ônibus e um serviço semelhante ao Uber, exclusivo para funcionários.

Durante a visita, conhecemos o departamento de arquivos da Microsoft, onde a história da empresa é cuidadosamente preservada em disquetes e versões antigas do Flight Simulator. Passamos também pelo Laboratório de Inclusão, dedicado ao desenvolvimento de tecnologias acessíveis, e descobrimos até colmeias espalhadas pelo campus — iniciativa para contribuir com a polinização da vegetação local.

Dê play no vídeo abaixo e confira o vlog especial

De Albuquerque ao mundo

A história da companhia fundada por Bill Gates e Paul Allen começa em 1975, em Albuquerque, no Novo México. A Microsoft mantém um acervo cuidadosamente preservado, com caixas e discos da Encarta, disquetes, versões antigas do Flight Simulator e outros marcos da empresa. Cada item é armazenado com pelo menos três cópias.

Paul Allen (in memoriam) e Bill Gates, os fundadores da Microsoft (imagem: reprodução/Paulallen.com)

Há documentos que relembram o lançamento do Windows 95 e seu icônico botão Iniciar, quando a Microsoft repensou a forma de interagir com o computador, além da relação de parceria e rivalidade com a Apple — que, nos anos 1980, chegou a comprar softwares da Microsoft, antes da concorrência entre as duas crescer com o avanço do Windows.

Silêncio, inclusão, cibersegurança e… colmeias

Sala anecoica é tão silenciosa que algumas pessoas conseguem ouvir os batimentos do coração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No Laboratório de Inclusão, cerca de 4 mil pessoas colaboram anualmente no desenvolvimento de produtos mais acessíveis. Um dos destaques é o controle adaptado para jogadores com mobilidade reduzida, projetado com foco em ergonomia, compatibilidade e usabilidade — da peça até o design da embalagem.

Já no Centro de Cibercrimes, a Microsoft monitora ataques digitais e combate à pirataria em parceria com governos, incluindo o Brasil. Por questões de segurança, o acesso ao local é restrito, mas ameaças recebem codinomes baseados em fenômenos naturais — os ataques atribuídos à Rússia, por exemplo, são chamados de Blizzard.

Abelhas polinizadoras dão mel (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma das curiosidades do campus é a presença de colmeias espalhadas entre os prédios, que contribuem para a polinização da vegetação local — os visitantes recebem um potinho do mel produzido ali. Outra curiosidade são as casas na árvore, usadas como salas de reunião.

A sede da empresa foi pensada para que as pessoas trabalhem bem e com conforto. Hoje, a Microsoft vai além dos softwares clássicos, e tem apostado forte em IA — com os dispositivos Copilot+ —, ampliado sua atuação em computação em nuvem com o Azure e investido em áreas estratégicas de segurança cibernética.

Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite da Microsoft
Microsoft, 50 Anos: conheça a sede da empresa nos Estados Unidos

Microsoft, 50 Anos: conheça a sede da empresa nos Estados Unidos
Fonte: Tecnoblog

Windows 11 pode ganhar um Menu Iniciar verdadeiramente agradável de usar

Windows 11 pode ganhar um Menu Iniciar verdadeiramente agradável de usar

Menu Iniciar em teste no Windows 11 (imagem: X/phantomofearth)

Resumo

A Microsoft testa um novo Menu Iniciar no Windows 11 com layout mais largo e rolagem única
A área Recomendações pode ser desativada ou exibida de forma reduzida
O novo menu está nas compilações 26200.5518 e 26120.3671 nos canais Dev e Beta do Windows Insider

Há muita gente que não gosta do Menu Iniciar do Windows 11, mesmo que ele tenha passado por algumas mudanças desde que o sistema foi lançado. Se é o seu caso, não perca a esperança: um teste em andamento sugere que a Microsoft vai deixar o Menu Iniciar mais prático e agradável de usar.

Para a maioria esmagadora dos usuários, o Menu Iniciar é o principal ponto de partida do sistema operacional. O problema é que a Microsoft vem tentando modernizar o recurso desde o Windows 8. A simplicidade existente até então, que o tornava tão prático, foi substituída por uma série de mudanças questionáveis.

Como exemplo, no padrão atual, o Menu Iniciar do Windows 11 exibe ícones de aplicativos em uma disposição que lembra a interface de celulares ou tablets e, na área Recomendações, mais abaixo, indica os últimos arquivos ou softwares abertos.

Não é uma abordagem necessariamente ruim, pelo menos não para todo mundo. Mas um Menu Iniciar que vai “direto ao assunto” certamente seria mais interessante.

Como é o possível novo Menu Iniciar do Windows 11?

O perfil @phantomofearth do X, que tem um longo histórico de descobertas de recursos no Windows, fez um rápido vídeo mostrando o novo Menu Iniciar.

Hidden in today’s Dev/Beta CUs: a major update to the Windows 11 Start menu! It has a new, larger layout with everything on one scrollable page, with the “All” list below recommendations – which can FINALLY be turned off! Pinned list is now limited to 2 rows, but can be expanded. pic.twitter.com/JkP3V2I5g6— phantomofearth (@phantomofearth) April 3, 2025

Como é possível perceber, a ferramenta continua sendo exibida de modo centralizado, por padrão, mas aparenta estar um pouco mais larga. E, para quem não gosta da área Recomendações, ela finalmente pode ser desativada.

Se o usuário optar por manter a área Recomendações, ela será mostrada de modo mais discreto, fazendo o espaço útil do Menu Iniciar priorizar a exibição dos ícones de softwares.

Em linhas gerais, o novo Menu Iniciar volta ao básico ao dar acesso rápido a todos os aplicativos instalados. A parte superior continua exibindo ícones fixos, que podem ser definidos pelo usuário. Mas, logo abaixo, os aplicativos aparecem em uma lista classificada em ordem alfabética ou em categorias, conforme a preferência.

É uma abordagem mais simples, mas que, pelo menos na primeira olhada, parece ser mais funcional do que a atual.

Quando o novo Menu Iniciar chega ao Windows 11?

Talvez nem a Microsoft saiba ao certo, pois o recurso ainda está em teste. O novo Menu Iniciar foi encontrado nas compilações 26200.5518 e 26120.3671 do Windows 11, disponíveis nos canais Dev e Beta do programa de testes Windows Insider.

Normalmente, a Microsoft só implementa recursos como esse de modo oficial após receber feedback dos testadores e aplicar eventuais ajustes. Mas a companhia também pode desistir da ideia se os testes não tiverem o resultado esperado.

Da minha parte, torço para que a ideia vingue, pois gostei do novo Menu Iniciar.

É válido destacar que este é apenas um dos vários testes que a Microsoft conduz no programa Windows Insider. Outro recente é o que faz os ícones da barra de tarefas do Windows 11 diminuírem para mais aplicativos caberem ali.

Windows 11 pode ganhar um Menu Iniciar verdadeiramente agradável de usar

Windows 11 pode ganhar um Menu Iniciar verdadeiramente agradável de usar
Fonte: Tecnoblog

Bill Gates divulga código-fonte que deu origem à Microsoft

Bill Gates divulga código-fonte que deu origem à Microsoft

Bill Gates divulga código-fonte que deu origem à Microsoft (imagem: reprodução/Gates Notes)

Resumo

Bill Gates divulgou o código-fonte do Altair Basic, que deu origem à Microsoft, em comemoração aos 50 anos da empresa.
O software foi criado por Gates e Paul Allen para o Altair 8800, após a MITS aceitar conhecer sua proposta.
O código original, com 157 páginas em Assembly para o Intel 8080, está em PDF, e uma versão mais recente foi publicada no GitHub.

No dia 4 de abril de 2025, a Microsoft completará 50 anos de existência. Como parte das celebrações do aniversário, Bill Gates tomou uma decisão inusitada: divulgou um documento com o código-fonte que deu origem à companhia. Mas a Microsoft não é um software, então, como assim?

O próprio Gates explica logo no início de sua publicação: “antes de existir o Office, o Windows 95, o Xbox ou a IA, havia o Altair Basic”.

Gates conta que, em 1975, viu a foto do computador Altair 8800 em uma capa da revista Popular Electronics. Então, ele e seu amigo Paul Allen, ambos estudantes de Harvard, entraram em contato com a MITS, empresa responsável pelo computador, e ofereceram uma versão da linguagem de programação Basic capaz de rodar com o chip do Altair 8800.

Paul Allen (in memoriam) e Bill Gates, os fundadores da Microsoft (imagem: reprodução/Paulallen.com)

Mas a verdade é que não havia versão nenhuma. Depois que a MITS topou conhecer a proposta, Gates e Allen passaram dois meses trabalhando dia e noite para criar a tal versão do Basic.

No fim das contas, o código foi apresentado a Ed Roberts, presidente e fundador da MITS. O executivo gostou do que viu e concordou em licenciar o interpretador de Basic para o Altair 8800.

O computador Altair 8800 (imagem: reprodução/Paulallen.com)

“O Altair Basic tornou-se o primeiro produto da nossa nova empresa, que decidimos chamar de Micro-Soft (mais tarde nós removemos o hífen)”, comenta Bill Gates, que completou:

É incrível pensar sobre como um único pedaço de código levou a Microsoft a meio século de inovação. Antes de existir o Office, o Windows 95, o Xbox ou a IA, havia o código-fonte original — e eu ainda me empolgo com isso, mesmo depois de tantos anos.

Bill Gates

Depois disso, a Microsoft foi, ano a ano, construindo a sua história até se tornar uma gigante do setor de tecnologia. Bill Gates conta a trajetória da empresa em três autobiografias. Uma delas, a que descreve em detalhes a história do Altair Basic, está no livro Source Code: My Beginnings (“Código-fonte: Como tudo começou”, no Brasil).

Gates compartilhou o código do Altair Basic

Além de contar o início da história da Microsoft, Bill Gates compartilhou o código-fonte do Altair Basic em um arquivo PDF. Isso porque o documento foi digitalizado a partir de um impresso produzido em 1975, ano em que o projeto foi lançado, dando origem à Microsoft (a imagem de abertura deste texto faz alusão a esse documento).

Trecho do código Altair Basic (imagem: reprodução)

Quem abrir o documento irá se deparar com 157 páginas de um código escrito em linguagem Assembly e feito para o Intel 8080, o icônico processador que comandava o Altair 8800.

Quem quiser ter acesso a um código-fonte “usável”, pode encontrar uma versão do “Micro-Soft Altair BASIC 3.2” no GitHub (repositório não oficial).
Bill Gates divulga código-fonte que deu origem à Microsoft

Bill Gates divulga código-fonte que deu origem à Microsoft
Fonte: Tecnoblog