Category: Microsoft

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Uso de IA no trabalho preocupa, mas pesquisa do Google aponta caminho contrário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google realizou uma pesquisa sobre o uso do Gemini no mercado de trabalho e concluiu que a inteligência artificial é mais utilizada nas tarefas do que para cumprir funções, com apenas 3% dos casos analisados envolvendo uso massivo de IA no trabalho.
A pesquisa, que analisou 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o IA, mostrou que 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini e 86% das interações são para tarefas fora do trabalho.
O que o uso de IA no justifica a substituição de humanos de IA, e que a tecnologia funciona mais como ferramenta do que meioação, de acordo com o

O Google publicou uma pesquisa em que analisa o uso do Gemini no mercado de trabalho. O tema é uma grande preocupação para profissionais de diferentes áreas, sobretudo por causa de empresas que desejam substituir funcionários por inteligência artificial. Segundo o estudo, a ferramenta é mais utilizada para auxiliar nas tarefas do que para cumprir funções: apenas 3% dos casos analisados envolvem uso massivo de IA no trabalho, enquanto 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini.

Outro dado que corrobora isso é a porcentagem de interações que buscam automatizar completamente determinadas atividades, com 10% das conversas em trabalhos considerados “cognitivos”. Portanto, as soluções são pensadas pelos funcionários em sua maioria, e depois executadas em algum nível usando IA. As consultas ao Gemini também são mais voltadas para o dia a dia: 86% delas envolvem tarefas fora do trabalho.

O levantamento seguiu a metodologia ATLAS (Activity, Task, Landscape and Adoption Study), e analisou consultas feitas no Gemini. Ao todo, foram 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o modelo de IA como alternativa. De acordo com o The Wall Street Journal, os resultados indicam que um bom uso da tecnologia pode, inclusive, valorizar os trabalhadores.

Substituição por IA e temor no mercado de trabalho

São muitos os casos de demissões em massa sob a justificativa de que a inteligência artificial está mudando a lógica de trabalho, principalmente por conta das automações. Segundo dados da plataforma Layoffs.fyi, já são mais de 120 mil cortes apenas considerando companhias de tecnologia.

Amazon, Meta e Microsoft (foto) já anunciaram demissões em massa por “reestruturações internas” (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mais recentemente, a Microsoft anunciou 4,8 mil demissões, cerca de 2,1% da força de trabalho em todo o mundo. Antes disso, em janeiro, foi a vez da Amazon, que demitiu cerca de 30 mil pessoas e comunicou que “o mundo está mudando mais rápido do que nunca”. Empresas como a Meta também tiveram casos semelhantes.

Uma pesquisa divulgada em fevereiro indicou que muitas empresas estavam usando a IA como justificativa para demissões já planejadas, inclusive sem ter a automação necessária para substituir esses funcionários.

Comportamento profissional com IA não justifica substituição

No estudo divulgado pelo Google, não há dados sobre automações que justifiquem a substituição de humanos por agentes de IA. Muitos técnicos usam o Gemini para consultar detalhes específicos de suas áreas, por exemplo, como forma de auxiliar em serviços de elétrica, construção, entre outros.

De acordo com o Axios, existem também algumas lacunas importantes a serem consideradas. O estudo não leva em conta modelos do Gemini como Enterprise e Workspace, com agentes focados em tarefas de trabalho, já que os acessos são privados. Dessa forma, é possível que já existam automações que não foram consideradas no estudo.

Pesquisa do Google sobre o uso do Gemini destrincha comportamento de profissionais com a IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O levantamento destaca ainda que o uso de IA está mais relacionado a cargos de liderança em regiões com alto poder aquisitivo. Em números, o Google fala em um aumento no uso de IA de 2,5% a cada 1% de aumento na faixa salarial.

Outro destaque que corrobora a ideia de que as IAs não estão “substituindo” os trabalhadores é o tipo de uso do Gemini: 86% das interações analisadas envolvem atividades gerais, e não necessariamente envolvem trabalho. Em sua maioria, são dicas de cozinha e limpeza, além de dúvidas sobre serviços governamentais, por exemplo.

A verdade é que, pela análise, a maior parte das ocupações não tem um grande volume de uso de IA. Apenas 3% dos casos analisados envolvem um uso massivo, aplicado a mais de 75% das tarefas realizadas – aqui, principalmente em trabalhos que envolvem estatística, programação, entre outros exemplos mais voltados para matemática.

Com essas informações, o Google conclui que a IA funciona mais como ferramenta que meio de automação, necessariamente. Considerando o mercado estadunidense, por exemplo, a empresa afirma que 80% dos trabalhadores têm pelo menos 10% das atividades laborais afetadas pela IA, mas isso não significa uma automação dos processos que justifique a substituição de humanos pelos LLMs.
Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas
Fonte: Tecnoblog

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot

Atendendo a pedidos da comunidade, a Microsoft finalmente testa uma nova configuração no Windows 11 que permite desativar completamente a tecla física dedicada à IA do Copilot. Análises feitas em builds experimentais do sistema revelam a opção “Do nothing” (Não fazer nada) nas configurações, ampliando o controle do usuário.A novidade foi identificada pelo perfil @phantomofearth no X/Twitter, conhecido por investigações e vazamentos de melhorias em desenvolvimento no Windows, e ainda estaria escondida nos códigos das versões mais recentes do canal Experimental do software.
Also hidden in recent Windows 11 Experimental builds: a new “Do nothing” option for the Copilot key in Settings, letting you easily disable it! pic.twitter.com/2qoPcmaGDsClique aqui para ler mais

Windows 11 testa mudança oficial importante para quem não gosta da tecla Copilot
Fonte: Tudocelular

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Microsoft pode ampliar retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 (foto: Ryan Somma/Flickr)

Resumo

Microsoft pode ampliar a retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 no PC, segundo o portal XDA Developers.
Analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos jogos do Xbox original lançados para Windows.
Segundo os rumores, a Microsoft trabalha no projeto de retrocompatibilidade há mais de um ano.

A Microsoft pode dar mais um passo importante para os entusiastas de jogos antigos no PC. Segundo o portal XDA Developers, analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos quatro jogos do Xbox original lançados para Windows na quarta-feira (22/07).

A descoberta indica que a infraestrutura necessária para levar a biblioteca do Xbox 360 aos computadores pode já estar pronta. Ao investigar como a Microsoft conseguiu executar títulos com mais de 20 anos em máquinas atuais, um pesquisador encontrou referências ao Xefu, tecnologia de emulação usada pela empresa para garantir a retrocompatibilidade nos consoles mais recentes.

O que é esse emulador escondido?

O Xefu nada mais é que o software oficial de emulação que a Microsoft utilizava dentro do sistema do Xbox 360 para garantir que o console conseguisse executar os discos físicos do primeiro Xbox. Ao decidir trazer esses quatro títulos clássicos para o PC, a companhia optou por um atalho: portar o ambiente de software inteiro do Xbox lançado em 2005 para o Windows.

Como o portal XDA Developers destacou, isso significa que os computadores com Windows agora possuem a base de código oficial para lidar com a arquitetura do console antigo.

Essa teoria foi comprovada pelo perfil XWineOne, no X. Com alguns ajustes nos arquivos de configuração, a ferramenta escondida pela Microsoft é capaz de inicializar e executar jogos do Xbox 360 no computador.

By combining Microsoft’s recently-released PC port of XeO3 with specific components of XWine1, SlimEra namely, it becomes possible to run dumped backwards-compatible Xbox 360 and Xbox Original games before they see an official PC release, with varying degrees of success pic.twitter.com/6eocCCT1cW— XWine1 (@XWineOne) July 23, 2026

Microsoft trabalha na retrocompatibilidade

Segundo o leaker Nate The Hate, conhecido pelos acertos sobre os bastidores da indústria de videogames, a equipe de retrocompatibilidade da Microsoft trabalha neste projeto há mais de um ano. A meta seria tornar as imensas bibliotecas digitais do Xbox original e do Xbox 360 acessíveis no PC.

A estratégia ganhou mais força durante a Game Developers Conference (GDC). Na ocasião, o vice-presidente de projetos de próxima geração do Xbox, Jason Ronald, declarou que a recém-criada equipe de preservação de jogos da empresa está preparando novidades para novembro de 2026, mês que marcará o aniversário de 25 anos de lançamento do Xbox (com direito a versão especial do console).

Títulos do Xbox original abriram caminho para a descoberta (imagem: reprodução/Microsoft)

Além disso, os indícios de emulação oficial no PC conversam com as mudanças de filosofia que a Microsoft deve adotar no Project Helix, o codinome interno para o Xbox de próxima geração. O hardware deve rodar uma versão adaptada do Windows 11, permitindo inclusive rodar jogos de PC. Se a estratégia aponta para um console com Windows, o caminho inverso também faz sentido.

Integrar os jogos antigos no PC unificaria o ecossistema da marca, garantindo que o jogador tenha acesso à sua biblioteca em dispositivos diferentes. Ainda assim, apesar dos indícios, a Microsoft não confirmou nada oficialmente. Por enquanto, apenas os quatro jogos do Xbox original são realidade.
Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC
Fonte: Tecnoblog

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários (imagem: divulgação/Microsoft)

Resumo

organização The Document Foundation (TDF) acusa Microsoft de “aprisionar” usuários com formatos do Microsoft Office, como DOCX, XLSX e PPTX, devido à complexidade do padrão OOXML;
segundo a TDF, OOXML não é realmente aberto, dificultando compatibilidade com soluções de terceiros, como o LibreOffice, e criando dependência tecnológica;
TDF propõe que indivíduos e organizações priorizem uso do Open Document Format (ODF), padrão aberto aceito em soluções como LibreOffice, OpenOffice e OnlyOffice.

A organização The Document Foundation (TDF), responsável pela suíte de código aberto LibreOffice, soltou mais uma nota pública para criticar a Microsoft. Desta vez, a acusação é a de que a companhia adota estratégias para “aprisionar” os usuários aos formatos do Microsoft Office, como o DOCX (Word), o XLSX (Excel) e o PPTX (PowerPoint).

Em uma crítica anterior, manifestada em fevereiro deste ano, a TDF argumentou que a Microsoft complica as especificações do OOXML para dificultar a compatibilidade desse padrão com soluções de terceiros, a exemplo do próprio LibreOffice.

Este ponto merece uma rápida explicação: o OOXML (Office Open XML) consiste em um padrão de formatos de arquivos que é implementado principalmente nos softwares do Office. É de lá que surgem formatos como DOCX, XLSX e PPTX. De acordo com a TDF, o OOXML não é realmente aberto como a Microsoft sugere, dada a sua complexidade técnica.

A crítica mais recente complementa a anterior. Se na primeira a TDF acusa a Microsoft de dificultar o uso do OOXML por terceiros, nesta, a entidade sugere que a empresa adota práticas obscuras para manter usuários e organizações dependentes do OOXML, a despeito das limitações desse padrão.

Como o OOXML “aprisiona” usuários, segundo a TDF

A TDF dá a entender que o mecanismo de dependência tecnológica criado pela Microsoft está justamente na complexidade do OOXML.

De acordo com a organização, um formato aberto permite que qualquer aplicativo compatível possa ler, gravar e exibir um arquivo correspondente de modo fiel, independentemente do software usado para isso.

Já um formato proprietário pode conter recursos não documentados ou ter comportamentos que só o software de origem consegue tratar. Como consequência, o arquivo pode não ser reproduzido corretamente em outros softwares. Para não ter que lidar com isso, o usuário acaba se mantendo no software de origem, mesmo quando gostaria de usar outro.

Formatos proprietários criam dependência por meio de um mecanismo que é simples em princípio e extraordinariamente eficaz na prática: eles tornam os dados contidos em um documento inseparáveis do software usado para criá-lo.

(…) Isso é “dependência”: não é um cadeado, não é uma proibição técnica, não é uma restrição contratual, mas sim um atrito silencioso e persistente que faz com que qualquer trabalho fora do ecossistema Microsoft pareça ligeiramente fora do padrão.

Italo Vignoli, da The Document Foundation e LibreOffice

O LibreOffice 26.2, que é totalmente compatível com o ODF (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que a TDF propõe como solução?

A TDF não recomendou diretamente o uso do LibreOffice, mas que indivíduos e organizações priorizem os formatos de documentos do padrão aberto Open Document Format (ODF). Além do LibreOffice, o padrão é aceito em soluções como OpenOffice e OnlyOffice.

Sim, as versões mais recentes do Office / Microsoft 365 também são compatíveis com o ODF. Mas, sem nenhuma surpresa, a Microsoft não incentiva abertamente o uso desse padrão. Sem contar que alguns recursos específicos da suíte, como macros em VBA ou layouts pré-prontos, podem exigir os formatos do OOXML para funcionarem corretamente.
Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários
Fonte: Tecnoblog

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Microsoft liberou o código-fonte do Comic Chat, cliente de bate-papo via IRC para Windows que transformava chats em quadrinhos;
Comic Chat, lançado em 1996, permitia que conversas fossem exibidas com personagens variados e balões de fala;
código-fonte está disponível no GitHub sob licença MIT, e é compilável com ferramentas atuais do Visual Studio, permitindo inclusive conexão a servidores de IRC atuais.

Imagine conversar com alguém via WhatsApp ou Facebook Messenger, mas com uma interface que remete a histórias em quadrinhos. Era essa a proposta do Comic Chat, cliente de bate-papo via IRC para Windows que acaba de ter seu código-fonte liberado pela Microsoft.

Quem é veterano na internet provavelmente usou bastante o IRC. Se não é o seu caso, eis uma rápida explicação: a sigla significa Internet Relay Chat e consiste em um serviço de bate-papo em tempo real baseado na interconexão de servidores.

O IRC foi introduzido em 1988 e ficou muito popular nos anos 1990, passando a perder espaço (mas ainda sendo bastante usado) no fim da mesma década, à medida que serviços como ICQ, MSN Messenger e webchats ganhavam espaço.

Para se conectar a um serviço de IRC, é necessário usar um software cliente. Um dos mais conhecidos foi o mIRC. Mas o Microsoft Comic Chat também tinha adeptos, pois criava “cenários” para conversas que, por padrão, eram baseadas inteiramente em linhas de texto.

Isso porque o Comic Chat mostrava cada participante da conversa como personagens de uma história em quadrinhos. Os textos apareciam em balões e os personagens faziam expressões faciais ou até gestos contextualizados — “se alguém escrevesse ‘gostei disso’, o personagem poderia apontar para si mesmo”, exemplifica a Microsoft.

O Comic Chat foi introduzido em 1996 como uma ferramenta para o Windows 95, junto com o Internet Explorer 3. Era algo que realmente chamava a atenção, especialmente se levarmos em conta que os recursos gráficos eram mais limitados na época e que, obviamente, botões de curtidas e emojis não existiam.

De certo modo, o Comic Chat foi uma forma que a Microsoft encontrou de incentivar o uso da internet, que não era disseminada como é hoje. Não por acaso, a ferramenta também foi lançada para Windows 98.

O cliente para IRC Comic Chat (imagem: reprodução/Microsoft)

Por que a Microsoft liberou o código-fonte do Comic Chat?

A própria Microsoft explica:

Ao lançar o Comic Chat como open source, estamos preservando uma parte importante da história do software e dando à comunidade a oportunidade de explorá-lo, aprender com ele e desenvolvê-lo.

Robert Standefer e Scott Hanselman, da Microsoft

Ainda de acordo com a companhia, o Comic Chat foi desenvolvido com Visual C++ 4.0 e MFC (biblioteca). Mas o código-fonte disponibilizado foi preparado para ser compilado com as ferramentas atuais do Visual Studio, de modo a não só facilitar a exploração do código como também permitir a conexão da ferramenta a servidores de IRC atuais.

O código-fonte do Microsoft Comic Chat está disponível no GitHub sob uma licença aberta MIT.

Uma última curiosidade: se o nome da ferramenta te fez lembrar da famigerada fonte Comic Sans, saiba que não é mera coincidência.

Novamente, a Microsoft explica: “a Comic Sans encontrou seu primeiro lar de verdade no Comic Chat, onde seu estilo informal e manuscrito combinava perfeitamente com as conversas em balões de fala do software”.
Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos

Microsoft abre código do Comic Chat, que converte chats em quadrinhos
Fonte: Tecnoblog

Microsoft suspende atualização do Windows 11 em PCs Dell após falha

Microsoft suspende atualização do Windows 11 em PCs Dell após falha

Notebook Dell Pro 14 Plus (imagem ilustrativa: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft suspendeu temporariamente a atualização do Windows 11 em PCs Dell devido a uma falha causada pelo pacote KB5101650, que traz ajustes funcionais e correções de segurança;
problema, segundo a Microsoft, faz os equipamentos apresentarem desligamentos inesperados, baixo desempenho, aumento de temperatura e consumo excessivo de bateria;
uma correção está sendo desenvolvida pela Microsoft e Dell e, quando pronta, a atualização voltará a ficar disponível para as máquinas afetadas.

Imagine atualizar o Windows 11 e, após o procedimento, o computador reiniciar sozinho ou ter problemas de desempenho. Pois isso está acontecendo com alguns PCs Dell depois da instalação do pacote KB5101650, liberado na última terça-feira (14/07). Por causa do problema, a atualização para essas máquinas foi suspensa temporariamente pela Microsoft.

O pacote KB5101650 faz parte do Patch Tuesday de julho de 2026, aquele conjunto de atualizações que é liberado na segunda terça-feira de cada mês. A atualização contém ajustes funcionais e correções de segurança, razão pela qual é de instalação obrigatória.

Porém, horas depois da liberação, a própria Microsoft reconheceu que algumas máquinas Dell podem apresentar falhas depois que a atualização é instalada:

Um número limitado de computadores Dell pode exibir um ponto de exclamação amarelo no Gerenciador de Dispositivos ao lado do driver Intel Innovation Platform Framework Processor Participant. Esses equipamentos podem apresentar desligamentos inesperados, baixo desempenho, aumento de temperatura e consumo excessivo de bateria.

Além do pacote KB5101650, o problema pode se manifestar após a instalação do pacote KB5095093, que é uma prévia do primeiro que foi liberada em 23 de junho de 2026.

Aliás, este é um ponto que ajudou a Microsoft a identificar o problema mais rapidamente. Prévias costumam ser opcionais. Usuários que instalaram o pacote KB5095093 e tiveram problemas com seus computadores Dell acabaram deixando a Microsoft em alerta, por assim dizer.

Quando falhas com a atualização KB5101650 começaram a ser reportadas, a Microsoft agiu rapidamente para bloquear o update em mais PCs.

Ao que tudo indica, o problema está sendo causado pela introdução de uma nova interface que controla conexões USB-C no Windows 11 que, de alguma forma, faz o driver Intel Innovation Platform Framework Processor Participant deixar de funcionar corretamente.

Notebooks Dell XPS 13 com Windows 11 (imagem ilustrativa: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são os computadores Dell afetados?

Pelo menos até o momento, Microsoft e Dell não divulgaram uma lista de modelos sujeitos ao problema. De todo modo, uma correção já está sendo desenvolvida por ambas as companhias e, quando ficar pronta, a atualização voltará a ficar disponível para as máquinas que estão com a atualização bloqueada.

Nos computadores já afetados, a solução para o problema, também temporária, está em reverter a atualização via Windows Update, se possível. Para isso, basta ir em Menu Iniciar / Configurações / Windows Update / Histórico de Atualização / Desinstalar Atualizações. Ali, procure e desinstale o pacote KB5101650 (ou o KB5095093).

Não há relatos sobre a ocorrência do problema em computadores de outras marcas.

Com informações de Windows Latest
Microsoft suspende atualização do Windows 11 em PCs Dell após falha

Microsoft suspende atualização do Windows 11 em PCs Dell após falha
Fonte: Tecnoblog

Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11

Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11

O antes e depois da busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Microsoft anunciou mudanças promissoras na busca do Windows 11;
tela inicial da busca priorizará arquivos ou programas abertos recentemente em lista, por exemplo;
resultados de buscas nas web poderão ser desativados e, se mantidos, não exibirão mais anúncios em destaque.

O buscador do Windows 11 é uma bagunça. Muitas vezes, você quer apenas localizar um aplicativo ou um arquivo local, mas a ferramenta mostra links para páginas web ou para a Microsoft Store. Parece que a Microsoft finalmente entendeu que estamos insatisfeitos com isso e prometeu mudanças na busca do sistema. Mudanças promissoras.

Começa pela organização da tela inicial de pesquisa, a que aparece quando você clica no campo de busca da Barra de Tarefas ou do Menu Iniciar. Hoje, essa área mostra links para notícias, atalhos para os aplicativos mais acessados e arquivos ou softwares abertos recentemente, por exemplo.

Na nova abordagem (imagem acima), a tela inicial prioriza os arquivos ou programas abertos recentemente e o faz na forma de lista, sem o excesso de informações que aparece hoje. Com isso, fica muito mais fácil encontrar o que você precisa.

Quando uma busca é realizada, os resultados aparecem em uma coluna à esquerda e, ao clicar em qualquer um deles, algumas opções surgem na coluna à direita, como abrir ou compartilhar o arquivo. Mas acaba sobrando muito espaço ali.

Na nova experiência, a coluna da direita passa a exibir mais detalhes sobre o arquivo, mostrando localização, data da última modificação e, quando possível, até uma pré-visualização de seu conteúdo, melhorando o aproveitamento de espaço.

Outro antes e depois: a busca do Windows 11 exibirá informações mais úteis sobre um arquivo (imagem: reprodução/Microsoft)

Resultados na web continuarão sendo mostrados, mas o conteúdo local será priorizado. De todo modo, será possível decidir ou não pela exibição de resultados da web ou da Microsoft Store indo em Configurações / Privacidade e Segurança / Pesquisar.

Tem mais: se a busca na web for mantida, o conteúdo promocional (anúncios), com links que levam para sites de compras, por exemplo, não será mais exibido em destaque.

A Microsoft prometeu até fazer o Windows 11 lidar melhor com erros de digitação e letras omitidas ou sobrando quando o usuário busca por um aplicativo. “Buscas como ‘utlook’ ainda podem levar ao Outlook”, exemplifica a companhia.

Um aspecto que me deixou animado é o do desempenho. Já vi o Windows dar “engasgadas” durante as buscas. Nesse sentido, a Microsoft prometeu trabalhar para reduzir o risco de travamentos ou demora no carregamento de informações quando pesquisas são feitas.

Resultados da web com e sem anúncios na busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando a nova busca chega ao Windows 11?

Como este é um aprimoramento que ainda está em desenvolvimento, por ora, apenas alguns participantes do programa de testes Windows Insider no canal Experimental têm acesso ao novo buscador do Windows 11.

Mas os trabalhos parecem estar em estado avançado de progresso, o que sugere que a liberação na versão final do sistema não demorará.

Aposto que este será um dos vários aprimoramentos que a Microsoft prometeu implementar ainda em 2026 para amenizar os vários problemas do Windows 11. Tomara!
Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11

Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Brasileiro processa Microsoft e consegue reaver conta com jogos de XBOX

Brasileiro processa Microsoft e consegue reaver conta com jogos de XBOX

Um jogador brasileiro venceu uma ação judicial contra a Microsoft após perder o acesso à própria conta e receber a informação de que precisaria comprar novamente seus jogos digitais. A decisão determina o restabelecimento do perfil em até 15 dias, além do pagamento de indenização por danos morais.

O caso ganhou repercussão após o usuário Ordo_Liberal compartilhar a história no fórum r/Xbox, no Reddit. A publicação inclui trechos da decisão da Justiça brasileira e um e-mail atribuído ao suporte da Microsoft, no qual a empresa afirmava não conseguir recuperar a conta após uma invasão.Segundo o relato no Reddit, a conta Microsoft do brasileiro sofreu acesso não autorizado e teve as informações de segurança alteradas. Após analisar o caso, o suporte informou por e-mail que não poderia restaurar o perfil devido aos protocolos internos da empresa. A mensagem ainda dizia que a conta seria suspensa permanentemente para impedir novos acessos.Clique aqui para ler mais

Brasileiro processa Microsoft e consegue reaver conta com jogos de XBOX
Fonte: Tudocelular

Windows 10 continua recebendo recursos exclusivos do Windows 11, mas há um porém

Windows 10 continua recebendo recursos exclusivos do Windows 11, mas há um porém

Mesmo após o fim do suporte oficial, o Windows 10 continua recebendo algumas novidades antes restritas ao Windows 11. A Microsoft confirmou que o WSL Containers (WSLc) também funcionará no sistema operacional lançado em 2015, ampliando o acesso a uma ferramenta voltada para desenvolvedores e usuários avançados.

A novidade beneficia principalmente quem ainda não pretende migrar para o Windows 11. Apesar do encerramento do ciclo de vida do Windows 10 em outubro de 2025, a empresa estendeu o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para consumidores até 12 de outubro de 2027, mantendo milhões de computadores ativos por mais algum tempo.O WSL, sigla para Windows Subsystem for Linux, permite executar distribuições Linux diretamente no Windows. A nova funcionalidade adiciona suporte nativo para criação, gerenciamento e execução de contêineres Linux, eliminando a necessidade de instalar programas como Docker Desktop ou Podman Desktop em diversas situações.Clique aqui para ler mais

Windows 10 continua recebendo recursos exclusivos do Windows 11, mas há um porém
Fonte: Tudocelular

Microsoft quer voltar a investir em exclusivos do XBOX e Game Pass pode estar em risco

Microsoft quer voltar a investir em exclusivos do XBOX e Game Pass pode estar em risco

A Microsoft pode estar preparando mais uma mudança na estratégia da divisão XBOX. Segundo um relatório da Bloomberg, a empresa pretende ampliar a quantidade de jogos exclusivos para seus consoles, buscando fortalecer o ecossistema da marca após anos priorizando lançamentos em múltiplas plataformas.

A possível reviravolta ocorre poucos dias depois de uma nova rodada de demissões e da saída de estúdios da divisão XBOX. Caso a estratégia seja confirmada, o foco voltaria a incentivar a compra do console, deixando em segundo plano a política recente de disponibilizar títulos próprios para o maior número possível de plataformas.De acordo com a publicação da Bloomberg, a mudança na estratégia do XBOX não deve afetar os principais jogos multiplayer da companhia. Esses títulos continuariam chegando a outras plataformas, incluindo o PlayStation, preservando comunidades maiores e mantendo a receita proveniente de vendas e microtransações.Clique aqui para ler mais

Microsoft quer voltar a investir em exclusivos do XBOX e Game Pass pode estar em risco
Fonte: Tudocelular