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Bill Gates cobra regras para empresas de IA

Bill Gates cobra regras para empresas de IA

Gates defende participação maior dos governos na supervisão da tecnologia (foto: OnInnovation/Flickr)

Resumo

Bill Gates defendeu a criação de leis para regular o desenvolvimento de inteligência artificial nos Estados Unidos.
Cofundador da Microsoft afirma que a autorregulação das empresas não é suficiente para lidar com os impactos da tecnologia.
Gates considera que regras obrigatórias podem aumentar os custos do setor, mas não devem desacelerar drasticamente os avanços da IA.

O cofundador e ex-CEO da Microsoft Bill Gates voltou a defender uma participação maior dos governos na regulação da inteligência artificial. Em entrevista à NBC News, o filantropo afirmou que a autorregulação das empresas não é suficiente e que autoridades precisam estabelecer regras obrigatórias para monitorar o desenvolvimento da tecnologia.

Questionado sobre a necessidade de uma legislação nos Estados Unidos, Gates respondeu que sim. Ele defende a participação de autoridades, legisladores e órgãos de fiscalização na definição das proteções exigidas das empresas de IA.

Autorregulação não é suficiente, diz Gates

Para Gates, medidas de segurança não podem depender apenas das próprias empresas que desenvolvem os modelos. “Ninguém acha que a autorregulação é suficiente”, afirmou. Na avaliação do cofundador da Microsoft, mecanismos de monitoramento e proteção precisam ser obrigatórios – o que pode criar custos adicionais para as companhias, mas não significaria uma desaceleração drástica no desenvolvimento de novos sistemas.

A declaração reforça uma posição que o executivo já vinha defendendo. Em agosto, Gates afirmou que empresas de tecnologia minimizam os riscos da IA para proteger seus negócios e apoiou uma atuação mais ampla dos governos diante de possíveis impactos sobre empregos, segurança e crianças. Ele também rejeitou a ideia de deixar a fiscalização apenas nas mãos das big techs e propôs uma organização internacional dedicada à IA.

Outro argumento é de que as próprias empresas não têm como avaliar sozinhas todos os efeitos sociais da tecnologia, e áreas como segurança cibernética, riscos biológicos, mercado de trabalho e desenvolvimento infantil exigem decisões que vão além das equipes responsáveis pelos modelos.

Gates afirma que regras de segurança não devem depender apenas das empresas de IA (foto: Red Maxwell/Flickr)

Executivos divergem sobre o nível de controle

O debate sobre até onde governos devem interferir no desenvolvimento da IA também divide líderes do setor. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por exemplo, rejeitou recentemente pedidos para desacelerar o avanço da tecnologia.

Zuckerberg argumenta que a concorrência entre empresas e os riscos legais já criam incentivos para que companhias desenvolvam sistemas seguros. A posição contrasta com executivos e pesquisadores que defendem mecanismos externos de supervisão. O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, também apoia a criação de uma entidade internacional para fiscalizar modelos avançados e realizar avaliações antes do lançamento.

Ao mesmo tempo, o cofundador da Microsoft reconhece que os próprios governos ainda precisam ampliar o conhecimento sobre IA para se preparar para as mudanças econômicas e sociais provocadas pela tecnologia.
Bill Gates cobra regras para empresas de IA

Bill Gates cobra regras para empresas de IA
Fonte: Tecnoblog

É o fim do Copilot+ PC: Microsoft abandona silenciosamente a marca

É o fim do Copilot+ PC: Microsoft abandona silenciosamente a marca

Surface Laptop de 2024, um dos primeiros Copilot+ PCs (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Microsoft está abandonando a marca Copilot+ PC, que foi criada para identificar computadores com recursos de IA.
A categoria foi anunciada em maio de 2024 e permitia que os computadores tivessem chips da Qualcomm, Intel ou AMD, desde que tivessem uma NPU de 40 TOPS ou mais.
Os novos laptops que atendem aos requisitos não serão mais chamados de Copilot+ PCs, apesar de a categoria ainda existir oficialmente.

Sem fazer alarde, a Microsoft está botando fim ao selo Copilot+ PC. Os computadores que se enquadram nessa categoria continuam sendo lançados. Mas o nome, que serve para deixar claro que aquele produto tem recursos para a execução local de tarefas de IA, está sendo abandonado aos poucos.

A categoria Copilot+ PC foi anunciada em maio de 2024, à época, tendo como base somente chips da linha Snapdragon X, da Qualcomm. Quase um ano depois, a Microsoft expandiu a proposta permitindo que os Copilot+ PCs tivessem, também, opções com chips Intel e AMD.

Em todos os casos, o notebook tem que seguir alguns requisitos técnicos, especialmente ser equipado com um processador acompanhado de uma NPU (Unidade de Processamento Neural) de 40 TOPS ou mais, afinal, o objetivo principal da categoria é dar conta de tarefas locais de IA.

Eis que, em 2026, alguns laptops que se enquadram na categoria passaram a ser lançados sem o nome Copilot+ PC. Os casos mais notórios são os dos Surface PCs, da própria Microsoft, lançados neste ano. Nenhum deles carrega o selo, ao contrário dos modelos anunciados em 2025.

Galaxy Book 4 Edge é um Copilot+ PC lançado no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por que a denominação Copilot+ PC está sendo abandonada?

O motivo não está claro, até porque, oficialmente, a categoria Copilot+ PC ainda existe. Mas, a Zac Bowden, do Windows Central, um executivo da Microsoft confirmou que a denominação está sendo abandonada na linha Surface:

Eles não são mais chamados de PCs Copilot+. Eles atendem a todos os requisitos da nossa definição anterior para equipamentos Copilot+. Ainda apostamos na narrativa em torno da IA na borda e na possibilidade de ter uma solução híbrida disponível.

Brett Ostrum, vice-presidente da divisão Surface

O abandono do nome deve ser seguido por outras marcas. Pelo menos é o que um executivo da Qualcomm deu a entender, também em conversa com Bowden:

A ideia era definir uma categoria específica de dispositivos com certo padrão e métrica, como, por exemplo, uma NPU de 45 TOPS… Então, nessa perspectiva, trata-se de oferecer as mesmas experiências, provavelmente sem usar a terminologia [Copilot+ PC] agora.

Kedar Kondap, vice-presidente de computação da Qualcomm

Embora ninguém tenha explicado o abandono silencioso da categoria Copilot+, o motivo desse movimento, presumivelmente, é o fracasso comercial do projeto.

Copilot+ PCs não são um fenômeno de vendas. Primeiro, porque o apelo da IA nunca foi forte em computadores pessoais. Segundo motivo: esses equipamentos tendem a ser caros. No Brasil, por exemplo, Copilot+ PCs de marcas como Dell e Asus só ficam abaixo de R$ 7.000 em promoções. O preço de alguns modelos passa de R$ 20.000.
É o fim do Copilot+ PC: Microsoft abandona silenciosamente a marca

É o fim do Copilot+ PC: Microsoft abandona silenciosamente a marca
Fonte: Tecnoblog

GTA 6 quebra recordes de vendas no XBOX, diz executivo

GTA 6 quebra recordes de vendas no XBOX, diz executivo

E parece que o jogo Grand Theft Auto 6 está quebrando recordes de pré-venda no XBOX. Segundo Matthew Ball, CSO da divisão de jogos da Microsoft, o título da Rockstar Games, que será lançado em 19 de novembro, está superando as expectativas.

A declaração surgiu após relatos de que as reservas de GTA 6 estariam fortemente concentradas no PlayStation 5. Ball afirmou que o XBOX está “muito satisfeito” com os resultados registrados até agora.

Clique aqui para ler mais

GTA 6 quebra recordes de vendas no XBOX, diz executivo
Fonte: Tudocelular

Windows 11 vai mesmo rodar bem com 8 GB de RAM, reforça Microsoft

Windows 11 vai mesmo rodar bem com 8 GB de RAM, reforça Microsoft

Windows 11 vai mesmo rodar bem com 8 GB de RAM, reforça Microsoft (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

A Microsoft confirmou que está otimizando o Windows 11 para rodar bem com 8 GB de RAM, segundo Mark Linton, vice-presidente da divisão Windows.
A companhia afirma já ter obtido ganhos significativos em aspectos como tempo de inicialização e capacidade de resposta do Windows Hello.
Por ora, a Microsoft liberou uma atualização oficial, o Patch Tuesday de setembro de 2026 (KB5124008), que traz recursos como Menu Iniciar com tamanho ajustável e Barra de Tarefas móvel.

A Microsoft fez uma série de promessas para o Windows 11, e algumas delas estão virando realidade. Mas há uma que parece ser especialmente desafiadora: tornar o sistema operacional otimizado para trabalhar com apenas 8 GB de RAM. Desafiadora ou não, a companhia confirmou que está trabalhando nisso.

Mark Linton, vice-presidente da divisão Windows, é quem fez a confirmação. Em apresentação na feira IFA 2026, o executivo declarou: “nós também estamos otimizando para que 8 GB de RAM funcionem muito bem nas máquinas [com Windows 11]”.

O “também” na frase de Linton surgiu porque, instantes antes dessa afirmação, o executivo explicou que a Microsoft já obteve “ganhos significativos em aspectos como tempo de inicialização e capacidade de resposta do Windows Hello”.

Isso significa que, se a Microsoft estiver sendo sincera, o Windows 11 está sendo aprimorado em vários parâmetros de desempenho, não só no consumo de RAM.

Mas o Windows Latest alerta que a inicialização otimizada, por exemplo, ainda não é perceptível nas versões de teste do sistema operacional disponíveis publicamente, o que sugere que os ganhos apontados por Linton ainda se limitam a uma versão interna, acessível somente aos desenvolvedores da companhia.

De todo modo, a prometida otimização do Windows 11 para 8 GB de RAM é o aspecto que mais chama a atenção, por um motivo um tanto óbvio: memórias estão tão caras que computadores que contam com essa quantidade de RAM ganham cada vez mais espaço nas prateleiras.

Mas que conste: a Microsoft ainda não forneceu uma data para esse Windows 11 todo otimizado ser disponibilizado massivamente.

Windows 11 com novo Menu Iniciar e Barra de Tarefas móvel

Barra de Tarefas móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

No mês passado, a Microsoft liberou uma atualização que traz um Menu Iniciar com tamanho ajustável e a prometida Barra de Tarefas móvel. Mas aquela era uma atualização opcional.

Na terça-feira (08/09), a empresa começou a liberar uma atualização para Windows 11 que traz esses e outros recursos de modo oficial. Trata-se do Patch Tuesday de setembro de 2026 (KB5124008), que é automático e obrigatório. É por isso que eu disse, no início do texto, que algumas promessas para o Windows 11 já estão virando realidade.
Windows 11 vai mesmo rodar bem com 8 GB de RAM, reforça Microsoft

Windows 11 vai mesmo rodar bem com 8 GB de RAM, reforça Microsoft
Fonte: Tecnoblog

Microsoft começa a testar preço dinâmico no Game Pass do XBOX

Microsoft começa a testar preço dinâmico no Game Pass do XBOX

A Microsoft começou a oferecer preços diferentes do XBOX Game Pass Ultimate para usuários selecionados, segundo relatos publicados neste fim de semana. As promoções apareceram nos Estados Unidos e em outros mercados para estimular antigos assinantes a retornarem ao serviço.

Um dos jogadores recebeu uma oferta de US$ 16,09 mensais durante 12 meses no plano Ultimate, abaixo do preço regular de US$ 22,99. Outros usuários relataram valores de US$ 18 e US$ 20, cenário apontado como possível teste de preços personalizados.O primeiro caso de teste para o preço dinâmico do Game Pass ganhou repercussão após uma publicação no subreddit XboxGamePass. O usuário synthlov3r afirmou ter encontrado a condição especial ao acessar a página do serviço, depois de permanecer quase um mês sem assinatura ativa.Clique aqui para ler mais

Microsoft começa a testar preço dinâmico no Game Pass do XBOX
Fonte: Tudocelular

Não atualize! Update do Windows 11 26H2 irrita usuários com diversos problemas

Não atualize! Update do Windows 11 26H2 irrita usuários com diversos problemas

A atualização do Windows 11 26H2 trouxe várias opções novas de personalização para a barra de tarefas e para o Menu Iniciar, mas o que alguns não esperavam eram muitos problemas de “bônus”. Tópicos do Reddit estão repletos de usuários reclamando de bugs que, por enquanto, são apenas cosméticos, mas já são suficientes para irritar qualquer um.De acordo com os relatos, o Windows 11 26H2 Release Preview corrompe o papel de parede da área de trabalho, deixando uma imagem em preto sólido no lugar. A boa notícia é que este bug pode ser resolvido atualizando o papel de parede com outra imagem.


“Então eu fiquei com a tela preta, meu cursor está preso no Windows 98 e não consegue mudar por algum motivo. Eu tenho a barra de tarefas móvel, mas não tenho o menu iniciar grande ou pequeno.Clique aqui para ler mais

Não atualize! Update do Windows 11 26H2 irrita usuários com diversos problemas
Fonte: Tudocelular

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Ferramenta contra “lixo de IA” já foi acionada mais de um milhão de vezes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O LinkedIn reduziu em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade após implementar um botão de denúncia.
A plataforma recebeu mais de 1 milhão de reclamações de publicações geradas por IA.
Um sistema de transparência notifica os usuários quando uma publicação é denunciada como possível texto de inteligência artificial genérico.

O LinkedIn anunciou que conseguiu diminuir em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade geradas por inteligência artificial. A queda drástica ocorre poucas semanas após a rede social liberar um botão de denúncia para esse tipo de material. O objetivo é limpar o feed, penalizar conteúdos que não agregam valor e, a partir de agora, notificar os autores das postagens reportadas pelo público.

O diretor de produtos do LinkedIn, Hari Srinivasan, confirmou que os membros já estão visualizando uma quantidade muito menor de textos robotizados. A nova funcionalidade de moderação, apelidada como “botão contra lixo de IA” (ou “AI slop”, no jargão do setor de tecnologia), teve uma adoção rápida: já foi acionada mais de 1 milhão de vezes desde o lançamento.

Como o algoritmo lida com as denúncias?

Apesar do sucesso, a empresa mantém reservas sobre como processa as denúncias geradas pelos usuários para rebaixar o que considera “conteúdo de baixa qualidade”. Para evitar abusos ou perseguições, foram criados mecanismos que impedem que uma onda de feedbacks negativos seja utilizada para atacar ou silenciar outros membros injustamente.

Isso significa que apenas receber cliques no botão de denúncia não garante que uma postagem será ocultada caso o sistema interno não sustente a suspeita de uso inadequado de IA. A plataforma também realizou ajustes de algoritmo e passou a identificar e reduzir o alcance de publicações que abusam de clichês textuais já reconhecidos como assinaturas de sistemas de IA generativa – como posts que estruturam argumentos em fórmulas previsíveis, como o formato “não é sobre X, é sobre Y”.

A rede da Microsoft também introduziu um sistema de transparência. Os usuários vão receber um alerta sempre que uma publicação sua for denunciada por terceiros como “possível texto de inteligência artificial genérico”. Esse aviso não será exibido publicamente e ficará restrito ao painel de “análise de publicações” do aplicativo.

Exemplo de notificação de um post denunciado (imagem: reprodução/LinkedIn)

Mudança de postura

Um estudo recente conduzido pela empresa de detecção de IA Pangram estimou que mais de 40% das publicações longas no LinkedIn provavelmente foram criadas por inteligência artificial. Esse volume sem precedentes não ocorreu por acaso. O próprio aplicativo adotava uma postura de incentivo ao uso da tecnologia, incluindo até um botão na interface de criação que sugeria “aprimorar” publicações utilizando algoritmos de escrita.

No entanto, essa “facilidade” acabou descaracterizando a plataforma. Reconhecendo o impacto negativo na experiência dos usuários, a empresa optou por remover completamente o recurso assim que lançou a atual ferramenta de denúncia.
Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente
Fonte: Tecnoblog

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Microsoft não explica quando novidade chegará ao Windows 11 (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Resumo

O Gerenciador de Tarefas do Windows vai exibir informações sobre o uso de NPU (Unidade de Processamento Neural) e do acelerador neural da GPU.
A ferramenta permitirá que profissionais de TI e desenvolvedores identifiquem problemas de desempenho e avaliem a utilização de recursos de hardware por processos de IA.
O recurso será útil também para usuários avançados que desejam entender e melhorar a duração da bateria e a performance do computador.

Já que a inteligência artificial está em tudo, o Gerenciador de Tarefas do Windows 11 vai ficar de olho nela. A Microsoft anunciou que a ferramenta passará a exibir o uso de NPU por processo, de forma semelhante ao que já ocorre com CPU, disco e memória, por exemplo.

NPU é a sigla para neural processing unit (unidade de processamento neural). Esse componente é dedicado à execução de tarefas de IA e aprendizagem de máquina e está presente em computadores mais recentes — é uma exigência da certificação Copilot+ PC, por exemplo.

Em alguns dispositivos, a placa gráfica (GPU) vem com um neural engine para tarefas assim. Se for o caso, o Gerenciador de Tarefas também vai exibir dados sobre a atividade dele.

O anúncio foi feito no Windows IT Pro Blog, da Microsoft, mas não há informações sobre quando a ferramenta chega ou em que build ela estará disponível. Além disso, a empresa diz que o recurso chegará a “alguns dispositivos mais novos”, sem especificar quais seriam eles.

Qual é a vantagem de monitorar o uso de NPU?

Se sua relação com a IA é usar ChatGPT, Claude, Gemini ou outros serviços do tipo, fique tranquilo: o processamento dessas tarefas é feito nos servidores das empresas, bem longe da sua máquina. Portanto, essas informações não vão aparecer no Gerenciador de Tarefas, e você não precisa se preocupar com isso.

A Microsoft lista três públicos para quem o novo monitoramento vai ser útil: profissionais de TI que precisem identificar e reportar problemas de desempenho, desenvolvedores que queiram testar se os modelos estão usando os recursos de hardware corretos e usuários avançados que desejem entender e melhorar a duração da bateria e a performance do computador.

No primeiro caso, um profissional de suporte pode checar se um programa com IA está usando a NPU ou a neural engine da GPU em vez da CPU ou da GPU, por meio da aba Processos, com as colunas NPU, NPU engine, GPU e GPU engine. Também é possível avaliar a utilização ao longo do tempo na aba Desempenho.

Tela de processos vai mostrar uso de NPU e engines da GPU separado por processos (imagem: reprodução/Windows IT Pro Blog)

O Gerenciador de Tarefas oferece informações ainda mais completas na aba Detalhes, como colunas que mostram a memória dedicada e a compartilhada da NPU e da GPU. Assim, é possível identificar a causa de um desempenho abaixo do esperado em um modelo de IA, que pode ser, por exemplo, uma incompatibilidade entre tipos de dados ou a falta de um driver.

Por fim, para quem é usuário avançado (ou apenas curioso), a novidade ajuda a identificar se um aplicativo específico com IA está usando a NPU, mais eficiente nessas tarefas, ou a CPU, mais lenta e com gasto maior de energia.

Tela de desempenho mostra uso de GPU para diferentes tarefas ao longo do tempo (imagem: reprodução/Windows IT Pro Blog)

Ferramenta pode não ser suficiente

Usar os novos recursos do Gerenciador de Tarefas pode não ser tão fácil quanto parece. Como aponta um post no Windows Forum, uma estação de trabalho com GPU dedicada e muita VRAM, uma plataforma integrada da Intel ou da AMD e um laptop ARM com NPU da Qualcomm podem mostrar padrões de memória diferentes, mesmo que as tarefas estejam otimizadas corretamente para os dispositivos.

Além disso, os diagnósticos necessários para profissionais de TI e desenvolvedores ainda vão exigir ferramentas mais completas. Mesmo assim, o Gerenciador de Tarefas se torna um bom ponto de partida para desvendar problemas envolvendo IA.

Com informações do The Register
Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA
Fonte: Tecnoblog

XBOX Game Pass traz novo A Plague Tale e mais sucessos em agosto de 2026

XBOX Game Pass traz novo A Plague Tale e mais sucessos em agosto de 2026

A Microsoft revelou nesta segunda-feira (18) a segunda leva de jogos do XBOX Game Pass para agosto de 2026. A seleção chega ao catálogo para ampliar as opções dos assinantes no fim do mês, com lançamentos no primeiro dia e títulos voltados a ação, aventura, corrida e simulação.

O principal destaque atende por Resonance: A Plague Tale Legacy, novo capítulo da franquia da Asobo Studio, disponível em 27 de agosto. O jogo estreia diretamente no Game Pass Ultimate e PC Game Pass, permitindo acompanhar uma aventura inédita antes mesmo da compra avulsa. Confira o calendário completo abaixo:Disponível hojeClique aqui para ler mais

XBOX Game Pass traz novo A Plague Tale e mais sucessos em agosto de 2026
Fonte: Tudocelular

Ubuntu cresce mais no Windows do que no próprio Linux

Ubuntu cresce mais no Windows do que no próprio Linux

O WSL integra o ambiente do Ubuntu na área de trabalho do Windows 11 (imagem: reprodução/Canonical)

Resumo

A base de usuários do Ubuntu no Windows 11, via Subsistema Windows para Linux (WSL), está crescendo mais do que as instalações nativas, de acordo com a Canonical.
Desenvolvedores preferem o Linux no Windows 11 devido à praticidade e restrições no ambiente de trabalho, que normalmente não permitem a configuração de outros sistemas em dual-boot.
A Microsoft atraiu o público do Linux com melhorias no WSL, incluindo transferências de arquivos mais velozes e configurações de rede mais estáveis, permitindo até rodar modelos pesados de IA com acesso direto à GPU.

A base de usuários do Ubuntu rodando dentro do Windows 11, por meio do Subsistema Windows para Linux (WSL), está crescendo mais rápido do que as instalações nativas em desktops. A observação estatística foi feita pela Canonical, empresa responsável pelo desenvolvimento da distribuição Linux. A projeção oficial é que o uso, impulsionado pela ferramenta da Microsoft, ultrapasse o número de máquinas que rodam o sistema nativamente já nos próximos meses.

O cenário revela uma grande mudança no mercado de tecnologia. A antiga rivalidade entre os dois ecossistemas deu lugar a uma integração profunda em que o Windows atua como o sistema hospedeiro, enquanto o Linux opera como o ambiente mais prático de desenvolvimento e execução de códigos.

Por que desenvolvedores preferem o Linux no Windows 11?

O fenômeno ganha força no meio corporativo devido à união entre praticidade e restrições comuns no ambiente de trabalho. Profissionais de tecnologia costumam receber máquinas equipadas com Windows dos empregadores, sujeitas a políticas de segurança que proíbem a formatação do equipamento ou a configuração de outros sistemas em dual boot.

O vice-presidente de Engenharia da Canonical, Jon Seager, explicou em entrevista ao The Pragmatic Engineer que a demanda é impulsionada, em grande parte, por fluxos de trabalho que envolvem inteligência artificial e aprendizado de máquina. Com o WSL, o usuário instala o Ubuntu no ambiente da Microsoft. Uma vez configurado, a interação ocorre pelo aplicativo de Terminal, permitindo acessar janelas gráficas do Ubuntu direto na área de trabalho do Windows, por exemplo.

Essa flexibilidade acabou tornando o WSL uma solução quase padrão. Ele entrega o ecossistema que as ferramentas de IA exigem, sem interferir na camada de gerenciamento do Windows, que executa o controle corporativo exigido pelas empresas.

O terminal do Ubuntu rodando no Windows (imagem: reprodução/Canonical)

Como a Microsoft atraiu o público do Linux?

A Microsoft investiu em melhorias profundas no WSL, como transferências de arquivos mais velozes entre os dois sistemas e configurações de rede mais estáveis. Em termos de processamento bruto, a integração já possibilita rodar modelos pesados de IA utilizando acesso direto à GPU de dentro do Linux.

A estratégia também se reflete nos servidores, com a empresa mantendo o Azure Linux, sua própria distribuição de código aberto.

Apesar dos indícios de uma inversão nas métricas de instalação, o ambiente Linux nativo ainda mantém relevância técnica em determinados cenários. O WSL não substitui a experiência de controle total sobre os recursos de hardware oferecida por um computador com Ubuntu nativo. Além disso, desenvolvedores relatam restrições de licenciamento ou conflitos de rede no WSL.
Ubuntu cresce mais no Windows do que no próprio Linux

Ubuntu cresce mais no Windows do que no próprio Linux
Fonte: Tecnoblog