Category: Meta

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Operadoras reforçaram rede para virada (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens trocadas na virada de 2026.
Claro, Vivo e TIM reforçaram redes 5G para atender à demanda de Ano Novo.
WhatsApp introduziu efeitos de fogos e confetes para chamadas de vídeo e notas de vídeo.

As operadoras brasileiras reforçaram a infraestrutura de rede para garantir a conectividade durante a virada de ano (31/12). A movimentação busca suportar o pico de tráfego de dados esperado para as festividades, especialmente em aplicativos de mensageria. O WhatsApp, principal serviço do gênero no Brasil, prevê que 100 bilhões de mensagens serão trocadas globalmente no réveillon, além de aproximadamente 2 bilhões de chamadas de voz e vídeo.

As prestadoras de telefonia confirmaram ao Tecnoblog que o monitoramento será intensificado para evitar instabilidades. O período é conhecido pelo alto volume de transmissões ao vivo e postagens em redes sociais, o que exige uma coordenação técnica específica para suportar a densidade de usuários em pontos turísticos.

Quais operadoras reforçaram o sinal para o Ano Novo?

Claro, TIM e Vivo manterão equipes de prontidão durante a virada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Claro foi a prestadora que melhor detalhou a operação de fim de ano ao TB. A empresa explicou que houve adição de capacidade de rede em regiões turísticas de capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Florianópolis e Salvador. A operadora também destacou que a expansão do 5G ao longo de 2025 deve auxiliar na conectividade dos usuários, oferecendo maior largura de banda para quem estiver em áreas cobertas pela nova tecnologia.

Já a Vivo e a TIM informaram que manterão equipes de plantão para garantir a estabilidade e a disponibilidade dos serviços. Ambas as empresas admitem que o réveillon é marcado por uma intensificação drástica no uso da rede. O monitoramento será contínuo a partir de seus centros de operações, permitindo intervenções técnicas rápidas caso ocorra congestionamento em células específicas de sinal móvel.

As novidades do WhatsApp para a virada

WhatsApp liberou pacote de figurinhas e mais funções para o momento da virada (imagem: divulgação)

Além das estimativas de tráfego, o WhatsApp destacou recursos desenhados para a celebração. Entre as funções estão os efeitos de fogos de artifício e confetes para as chamadas de vídeo, além das notas de vídeo, que permitem registrar a contagem regressiva de forma rápida. O aplicativo reforçou que todas as comunicações, incluindo as 2 bilhões de chamadas previstas, contam com criptografia de ponta a ponta.

Para a organização de eventos, o serviço de mensagens enfatizou o uso de enquetes e a criação de eventos dentro dos chats, ferramentas que facilitam a confirmação de presença em festas. O pacote de figurinhas de 2026 e as reações animadas com confete também estarão disponíveis para os usuários até o dia dois de janeiro.
Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens
Fonte: Tecnoblog

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é o programador e empresário conhecido por ser o cocriador do Facebook em 2004. Ele iniciou sua formação em Harvard, onde cursava Ciências da Computação e Psicologia, mas abandonou os estudos para focar na expansão da rede social.

Atualmente, ele comanda a Meta, empresa que detém o controle de grandes plataformas como o Instagram e o WhatsApp. A carreira de Zuckerberg é focada na evolução das redes sociais e no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o futuro do metaverso.

Como CEO da Meta, Zuckerberg é um dos responsáveis por moldar o futuro da tecnologia e liderar iniciativas de inovação que conectam bilhões de usuários ao redor do mundo. Além disso, ele investe em filantropia e ciência por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

A seguir, saiba mais sobre a história de Mark Zuckerberg, sua trajetória profissional e as empresas que fazem parte da Meta. Também descubra a importância do executivo para o mercado tecnológico.

ÍndiceQuem é Mark Zuckerberg?Qual é a formação de Mark Zuckerberg?Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Quem é Mark Zuckerberg?

Mark Zuckerberg é o cofundador e CEO da Meta, conglomerado que controla plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp. O programador norte-americano é uma das figuras mais influentes na evolução da conectividade e do metaverso.

Nascido em 14 de maio de 1984, em White Plains (Nova York), ele se destacou precocemente em Harvard ao demonstrar talento precoce para a computação desde a juventude. Atualmente, foca sua atuação no desenvolvimento de inteligência artificial e em projetos filantrópicos por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

Qual é a formação de Mark Zuckerberg?

Zuckerberg estudou na Phillips Exeter Academy e ingressou em Harvard em 2002 para cursar Ciências da Computação e Psicologia. Durante o segundo ano na faculdade, desenvolveu o Facebook e decidiu abandonar a graduação para focar na empresa.

Apesar de não ter concluído o currículo acadêmico regular, ele se dedicou integralmente à expansão da rede social. Em 2017, Harvard lhe concedeu um doutorado honorário, simbolizando seu reconhecimento e sucesso profissional.

Mark Zuckerberg abandonou a faculdade de Ciências da Computação para focar no Facebook, hoje chamado de Meta (imagem: Reprodução/Meta)

Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?

A trajetória profissional de Zuckerberg começou em 2004 com a criação do Facebook no campus de Harvard, expandindo-se rapidamente após aportes de capital de risco. Sob sua liderança, a startup recusou propostas de aquisição e transferiu a sede para o Vale do Silício.

Ele comandou a abertura de capital da rede social em maio de 2012, seguida da agressiva estratégia de expansão por meio de fusões. Assim, Zuckerberg consolidou o domínio do mercado ao adquirir plataformas fundamentais como a rede social Instagram e o mensageiro WhatsApp.

Em 2021, o executivo reposicionou a holding como Meta Platforms para liderar a tecnologia do metaverso e de inteligência artificial. O foco atual reside na integração de hardware de realidade virtual e no desenvolvimento de modelos de linguagem de código aberto.

Atualmente, Zuckerberg exerce os cargos de CEO e presidente da Meta, sendo uma das figuras mais influentes da tecnologia mundial. Paralelamente, ele gerencia a Chan Zuckerberg Initiative, organização voltada para o avanço da ciência e da educação mundial.

Desde que alterou o nome para Meta em 2021, Zuckerberg tem guiado a empresa pelo caminho do metaverso e inteligência artifícial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?

As empresas de Mark Zuckerberg estão centralizadas na Meta Platforms, conglomerado com foco na inovação em redes sociais, inteligência artificial e tecnologia de realidade virtual:

Facebook: plataforma de rede social com bilhões de usuários que permite às pessoas criar perfis para se conectar com amigos, familiares e comunidades, funcionando como um centro de compartilhamento pessoal;

Messenger: mensageiro instantâneo gratuito da Meta que conecta contatos pessoais e profissionais por meio de mensagens de texto, chamadas de voz e vídeo;

Instagram: a rede social Instagram é focada no compartilhamento visual de fotos e vídeos, sendo um pilar fundamental para criadores de conteúdo e e-commerce mundial;

WhatsApp: o WhatsApp é um mensageiro instantâneo essencial para a comunicação privada e corporativa, oferecendo criptografia de ponta a ponta e ferramentas de negócios;

Threads: a plataforma Threads do Instagram foca em interações baseadas em texto e conversas públicas, competindo diretamente no mercado de microblogs com atualizações em tempo real;

Meta AI: a assistente Meta AI integra recursos de IA generativa aos aplicativos e dispositivos da Meta, sendo alimentado por modelos Llama para responder perguntas, criar conteúdo e aprimorar experiências digitais;

Reality Labs: divisão dedicada ao desenvolvimento do metaverso e hardwares avançados, como os óculos de realidade virtual Quest e os dispositivos de realidade aumentada.

Qual é a diferença entre Meta e Facebook?

A Meta Platforms é a empresa-mãe que detém e coordena tecnologias focadas em redes sociais, inteligência artificial e o desenvolvimento do metaverso. Ela funciona como a estrutura corporativa superior que gerencia marcas globais e define a visão estratégica de todo o grupo.

O Facebook é o serviço de rede social e a plataforma original criada em 2004, agora operando como uma subsidiária. Atualmente, ele é apenas um dos diversos produtos oferecidos pela Meta, coexistindo ao lado de outros aplicativos como Instagram e WhatsApp.

A principal diferença entre Meta e Facebook reside na hierarquia: a Meta é a organização que toma as decisões financeiras e de infraestrutura, enquanto o Facebook é a plataforma onde os usuários interagem diretamente.

Liderada por Zuckerberg, a Meta abrange vários outros serviços como Instagram e WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?

O patrimônio de Mark Zuckerberg é estimado em cerca de US$ 229 bilhões, de acordo com dados da Forbes. Essa fortuna provém majoritariamente da participação na Meta, consolidando-o como a sexta pessoa mais rica do mundo.

De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?

A fortuna de Mark Zuckerberg provém de sua participação na Meta Platforms, valorizadas por receitas publicitárias e pelo desempenho das ações. Com cerca de 13% da empresa, ele mantém o controle acionário e concentra a riqueza no crescimento da big tech.

O executivo não possui riqueza herdada, pois vem de uma família de classe média onde os pais eram dentista e psiquiatra. Sua ascensão é puramente empreendedora, sem suporte de heranças significativas ou capitais familiares preexistentes.

Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Zuckerberg moldou a comunicação global ao fundar o ecossistema que integra bilhões de usuários, definindo padrões mundiais de conectividade e publicidade. Como dono da Meta, ele dita o ritmo da inovação ao priorizar o desenvolvimento de infraestrutura de realidade aumentada e modelos de linguagem.

Sua liderança é estratégica ao democratizar o acesso à inteligência artificial com o projeto Llama, desafiando o monopólio de outras gigantes do setor. Essa movimentação acelera a competição no mercado, forçando a evolução constante de assistente digitais e novas interfaces de hardware vestível.

Ao integrar “superinteligência” em suas plataformas, Zuckerberg consolida a Meta como um pilar econômico indispensável para o marketing digital e desenvolvedores. Suas decisões não apenas valorizam as ações da empresa, mas moldam os aspectos técnicos da próxima década de interação humana.
Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook
Fonte: Tecnoblog

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Projeto para abrir Horizons OS beneficiaria fabricantes e desenvolvedores (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta pausou o projeto Horizon OS, que permitiria o uso do sistema dos headsets Quest por outras marcas, incluindo Asus e Lenovo.
A Meta cortará 30% do orçamento do metaverso, afetando o Meta Horizon Worlds e a divisão de headsets Quest.
A divisão Reality Labs teve prejuízo acumulado de mais de US$ 70 bilhões desde 2021.

A Meta pausou o projeto para abrir o Horizon OS, sistema operacional dos headsets Quest, que permitiria a outras marcas usá-lo em seus produtos.

A notícia foi dada em primeira mão pelo site Road to VR e confirmada por Engadget e TechCrunch. Segundo a Meta, a decisão foi tomada para poder se concentrar em construir seus próprios aparelhos e software para avançar no mercado de realidade virtual.

Asus e Lenovo são parceiras no projeto

A companhia comandada por Mark Zuckerberg anunciou seus planos de abrir o Meta Horizon OS em abril de 2024. Segundo informações divulgadas na época, os desenvolvedores passariam a ter acesso a tecnologias de rastreio e de reprodução do mundo real em alta resolução.

Na ocasião, também foram anunciadas parcerias com a Asus e a Lenovo. A primeira lançaria um headset gamer de alto desempenho com a marca Republic of Gamers (também conhecida como ROG). Já a segunda estaria preparando um aparelho com foco em produtividade, ensino e entretenimento.

Dispositivo da Lenovo teria foco em produtividade (imagem: divulgação/Meta)

Com a pausa no projeto Horizon OS, o futuro desses dois produtos é incerto. Em setembro de 2025, a Meta disse que eles seriam lançados. Mesmo assim, as duas marcas praticamente não tocaram no assunto desde então.

Por isso, é possível que os aparelhos nem mesmo sejam lançados. No momento, a Meta diz apenas que “revisitará oportunidades para parcerias voltadas a dispositivos de terceiros à medida que a categoria evolui”.

Meta vai cortar gastos no metaverso

Para quem acompanha as notícias sobre a gigante das redes sociais, a pausa de um projeto de realidade virtual não surpreende.

No início de dezembro de 2025, a Bloomberg apurou que a Meta pretende cortar 30% do orçamento destinado a projetos relacionados ao metaverso. Isso inclui a plataforma de mundos virtuais Meta Horizon Worlds e a divisão responsável pelos headsets Quest.

A avaliação é de que esse setor não evoluiu como o esperado. A divisão Reality Labs, que abriga projetos de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), teve prejuízo acumulado de mais de US$ 70 bilhões desde 2021 (cerca de R$ 387 bilhões, em conversão direta).

Parte dos recursos será direcionada aos modelos de óculos com inteligência artificial, como o Ray-Ban Meta e o Oakley Meta. Eles têm sido o destaque nos eventos recentes da empresa.

Com informações do Engadget e do TechCrunch
Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas
Fonte: Tecnoblog

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Projeto Avocado sinaliza fim da era exclusivamente open source na Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta planeja lançar o modelo Avocado em 2026, abandonando o código aberto para competir com OpenAI e Google.
A reestruturação visa priorizar a lucratividade, com investimentos de US$ 600 bilhões em infraestrutura de IA nos EUA.
O desenvolvimento do novo modelo envolve o uso de dados de concorrentes e cortes em outras divisões da empresa.

A Meta estaria reestruturando a divisão de inteligência artificial para priorizar a lucratividade e o controle da tecnologia, de acordo com uma reportagem da agência Bloomberg. Com isso, a empresa de Mark Zuckerberg se afastaria da filosofia de código aberto que ela própria defendeu nos últimos anos.

O cerne da questão seria o modelo Llama 4, de código aberto, que se tornou alvo de críticas por suposta manipulação de testes de desempenho. Em resposta, a empresa estaria desenvolvendo uma nova IA, chamada Avocado, prevista para chegar ao mercado em meados de 2026 como um produto rigorosamente controlado pela Meta.

Por que a Meta decidiu mudar a estratégia?

Fontes ligadas à empresa relataram à Bloomberg que a transição foi acelerada após o cancelamento de um projeto intermediário chamado Behemoth. Desapontado com a trajetória dele, Zuckerberg teria descartado a ideia para focar numa nova arquitetura batizada de Avocado.

A mudança também responde a pressões financeiras. Segundo informações de reportagens da Bloomberg e do The Verge, o plano é alinhar a companhia aos modelos de negócios das rivais OpenAI e Google, buscando rentabilizar os investimentos trilionários no setor de IA.

Investidores de Wall Street têm questionado os gastos da Meta. Zuckerberg prometeu desembolsar US$ 600 bilhões (cerca de R$ 3,2 trilhões) em projetos de infraestrutura nos Estados Unidos nos próximos três anos, a maioria relacionada à inteligência artificial. O modelo de código aberto dificulta a monetização necessária para justificar as despesas.

Treinamento com tecnologia rival e desafios

O desenvolvimento do Avocado é de responsabilidade de um grupo de elite recém-formado por Zuckerberg, denominado TBD Lab. Para treinar o novo modelo, a equipe está utilizando dados extraídos de sistemas concorrentes, como Gemma (Google), gpt-oss (OpenAI) e Qwen (da gigante chinesa Alibaba).

Sob liderança de Alexandr Wang, novo modelo fechado será treinado com dados de rivais (foto: reprodução/Dlabrot)

Para financiar essa nova aposta, a gigante da tecnologia já realizou cortes. A unidade de pesquisa acadêmica (FAIR) sofreu redução de pessoal e verbas foram desviadas da divisão de realidade virtual e metaverso, sinalizando uma nova prioridade da empresa.

Além dos desafios técnicos, a Meta enfrenta obstáculos regulatórios. O uso interno do termo “superinteligência” para descrever projetos de longo prazo gerou reações negativas em pesquisas de mercado. Legisladores, especialmente na União Europeia, associam o termo a riscos de segurança descontrolados.
Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga
Fonte: Tecnoblog

Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil

Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil

Startups temem nova regra no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As startups Luzia e Zapia, que atuam no desenvolvimento de chatbots, protocolaram no Cade pedido de medida preventiva contra a Meta.
A ação ocorre após a plataforma atualizar os termos do WhatsApp Business, proibindo empresas de IA de operarem a partir de janeiro de 2026.
Segundo as companhias, a medida visa beneficiar a Meta AI e contraria a postura da big tech nos últimos anos.

As startups Luzia e Zapia, que atuam no desenvolvimento de chatbots de inteligência artificial, protocolaram no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um pedido de medida preventiva contra a Meta. As empresas afirmam que uma nova política do WhatsApp pode restringir de forma determinante a atuação de agentes independentes no setor.

A informação foi publicada pelo blog Pipeline, do jornal Valor Econômico. O movimento ocorre após a Meta atualizar os termos do WhatsApp Business, impondo limitações específicas a empresas classificadas como “desenvolvedoras de IA”. A autoridade concorrencial instaurou um procedimento preparatório e deu o prazo de 8 de dezembro para que a Meta apresente esclarecimentos.

Entenda o caso

Na revisão das regras, a Meta determinou que companhias cujo produto principal seja inteligência artificial — e não apenas o uso auxiliar dessa tecnologia — estarão proibidas de operar o WhatsApp Business Solution a partir de janeiro de 2026.

Com isso, contas de negócios baseados em IA poderão ser desativadas. Para as companhias Luzia e Zapia, essa alteração ameaça a continuidade das operações de ambos os serviços, que atendem milhões de usuários pelo próprio app de mensagens.

As startups afirmam, no documento enviado ao Cade, que a medida tende a favorecer o Meta AI, assistente nativo da plataforma. Elas argumentam que a restrição contraria a postura da big tech nos últimos anos, período em que a empresa incentivou a integração de soluções de IA com o WhatsApp.

O CEO da Luzia, Álvaro Martínez, afirmou que ao site que o objetivo “não é antagonizar a Meta, mas garantir que as autoridades entendam claramente o que essa decisão significa para os operadores independentes e para a concorrência nos serviços de IA no Brasil e além”.

Mudança no WhatsApp Business determinou ação das startups (foto: Gabrielle Lancellotti/Tecnoblog)

O que diz o WhatsApp?

A Meta declarou que a API do WhatsApp não foi projetada para uso por chatbots de IA, alegando que isso poderia gerar “pressão severa” na infraestrutura técnica. A companhia reforça que negócios de varejo que utilizem IA para funções secundárias, como suporte automatizado, não serão impactados.

Ao Tecnoblog, o WhatsApp também afirma que as alegações das startups são “infundadas”.

“Rejeitamos essas alegações e as consideramos infundadas. A API do WhatsApp nunca foi projetada para ser usada por chatbots de IA, e fazê-lo colocaria uma pressão severa em nossos sistemas. A atualização recente não afeta as dezenas de milhares de empresas que oferecem suporte ao cliente e enviam atualizações relevantes, nem as empresas que utilizam o assistente de IA de sua escolha para conversar com seus clientes.”

– WhatsApp, em nota ao Tecnoblog

Como funcionam as startups?

Chatbot LuzIA no WhatsApp (imagem: reprodução/LuzIA)

As duas companhias atuam com assistentes que executam tarefas bastante difundidas no mercado — criação de imagens, transcrição de áudios, buscas rápidas e outras funções generalistas —, realizadas diretamente no WhatsApp, sem que o usuário precise acessar um app externo.

A Luzia, criada em Madri em 2023, direciona boa parte de sua operação ao público brasileiro. Segundo a empresa, são mais de 83 milhões de usuários no planeta, e o Brasil responde por aproximadamente metade desse volume.

Em maio, a startup recebeu um aporte de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 72 milhões) da Prosus, grupo que também é investidor do iFood. Com o investimento, a companhia ampliou sua presença local com a abertura de uma unidade em São Paulo.

A Zapia, por sua vez, nasceu no Uruguai pelas mãos de três fundadores e também tem o Brasil como principal mercado de expansão. Em abril, a empresa levantou US$ 7 milhões (R$ 37 milhões) — igualmente com participação da Prosus — para acelerar seu crescimento e desenvolver novos recursos.
Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil

Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país

Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país

WhatsApp pode ser banido na Rússia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente, e já exige que dispositivos venham com o rival russo, o Max, pré-instalado.
Segundo a agência federal responsável pelas comunicações no país, o bloqueio ocorrerá se o WhatsApp não cumprir a legislação local.
As medidas ampliam o controle digital e seguem bloqueios a serviços ocidentais.

A Rússia pode banir o WhatsApp definitivamente na região. Nesta sexta-feira (28/11), a Roskomnadzor, agência federal responsável pela supervisão de comunicações no país, emitiu um alerta sobre o possível bloqueio do app. O órgão regulador informou que a medida definitiva será implementada caso o aplicativo da Meta não cumpra integralmente a legislação local.

A notificação ocorre em meio a um movimento do Kremlin para substituir tecnologias ocidentais por soluções domésticas, sob a alegação de que o aplicativo é utilizado para organizar ataques terroristas e recrutar criminosos. Desde agosto, as chamadas de voz e vídeo sofrem restrições, embora o envio de mensagens de texto continue funcionando.

A mídia local já indica que operadoras de telefonia móvel foram instruídas a bloquear o envio de códigos SMS para autenticação de usuários. Em resposta, a Meta implementou uma opção de login via senha para contornar o bloqueio dos códigos de verificação.

Segundo as agências de notícias Interfax e TASS, as limitações continuarão gradualmente até o cumprimento das exigências estatais. Desde o início da guerra na Ucrânia em 2022, a Rússia intensificou o controle sobre o espaço digital, banindo redes sociais americanas como Facebook, Instagram e X/Twitter, além de restringir o acesso ao YouTube e limitar conteúdos estrangeiros no TikTok.

Max será a alternativa obrigatória

Captura de tela da página do Max, app que deve substituir o WhatsApp (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O endurecimento contra o mensageiro coincide com a promoção de alternativas locais. A principal delas é o Max, um superaplicativo estatal desenvolvido pela VK Co., empresa que controla a maior rede social da Rússia, conhecida como “Facebook russo”.

Inspirado no WeChat chinês, o Max centralizará serviços governamentais, armazenamento de documentos, transações bancárias e mensagens instantâneas. Desde setembro, celulares e tablets vendidos no país devem comercializar os produtos com o Max pré-instalado. O objetivo oficial é criar um canal de comunicação integrado aos serviços públicos.

Segundo a Reuters, essa centralização de dados no aplicativo pode facilitar a vigilância estatal sobre os cidadãos, acusação negada pela mídia oficial russa, que defende que o app solicita menos permissões que seus concorrentes ocidentais.

A estratégia também se estende a outros dispositivos. A partir de janeiro de 2026, todas as smart TVs vendidas no território russo deverão incluir o aplicativo Lime HD TV, garantindo acesso facilitado aos canais estatais de televisão. As medidas visam reduzir a dependência de ecossistemas controlados por empresas dos Estados Unidos.

Com informações da Bloomberg
Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país

Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país
Fonte: Tecnoblog

Big techs pagaram R$ 289 bilhões em impostos no Brasil nos últimos anos

Big techs pagaram R$ 289 bilhões em impostos no Brasil nos últimos anos

Impostos pagos por big techs somam bilhões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Big techs pagaram R$ 289 bilhões em impostos no Brasil sobre remessas ao exterior entre janeiro de 2022 e outubro de 2025.
Em documento, a Receita Federal afirma não ter elementos necessários para saber quanto as empresas realmente faturam no país.
Em outubro, a Netflix atribuiu um rombo de US$ 619 milhões aos impostos brasileiros, enquanto a Meta decidiu repassar custos aos anunciantes.

Um novo documento da Receita Federal dá a dimensão do quanto as big techs movimentam no Brasil. Microsoft, Apple, Google, Amazon, Meta e TikTok pagaram R$ 289 bilhões em impostos entre janeiro de 2022 e outubro de 2025, como parte do processo de envio de valores para as matrizes no exterior, em especial os Estados Unidos.

Esta informação foi solicitada pelo deputado federal Márcio Jerry (PC do B/MA) devido à preocupação dos parlamentares com a tributação de serviços digitais. O material foi elaborado pela Receita, encaminhado à Câmara dos Deputados e divulgado pelo site jornalístico Núcleo. No próprio ofício, porém, a Receita reconhece que não consegue determinar quanto as gigantes da tecnologia realmente faturam no país.

Receita reconhece que é “inviável” elaborar estimativas detalhadas (imagem: reprodução)

Ou seja: embora o valor dos impostos pagos seja enorme, o fisco admite não ter meios de calcular o volume total que as plataformas movimentam com usuários brasileiros, tampouco o potencial de arrecadação.  O documento, assinado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirma que uma análise mais precisa “é inviável”, devido ao modo como as big techs estruturam suas operações globais.

A análise se concentra apenas nos tributos recolhidos sobre remessas ao exterior — um recorte que dá pistas sobre o fluxo de dinheiro das gigantes, mas não substitui dados consolidados de faturamento. O documento também não inclui o valor individual dessas transferências, apenas a soma de Microsoft, Apple, Google, Amazon, Meta e TikTok.

Tabela mostra o valor pago em imposto pelas big techs nos últimos anos (imagem: reprodução)

No recorte por período, estas são as cifras recolhidas pelo governo:

2022: 58,6 bilhões

2023: R$ 68,9 bilhões

2024: R$ 87,9 bilhões

2025 (até outubro): R$ 73,8 bilhões

Netflix culpou o imposto no Brasil por rombo milionário

A discussão sobre tributação digital não é nova, mas parece ter se intensificado. No fim de outubro, a Netflix atribuiu um prejuízo milionário à tributação no Brasil.

Nos números do terceiro trimestre, divulgados em 21 de outubro, a empresa relatou uma despesa inesperada de US$ 619 milhões (cerca de R$ 3,34 bilhões) relacionada à Cide Tecnologia, imposto federal que financia o desenvolvimento tecnológico.

Netflix teve despesa de US$ 619 milhões com Cide Tecnologia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a companhia, o valor não estava previsto e derrubou a margem operacional em mais de cinco pontos percentuais, fazendo o lucro ficar abaixo das projeções internas. Mesmo assim, a receita global da plataforma cresceu no mundo todo.

Um pouco antes, vale lembrar, a Meta decidiu repassar todos os custos com impostos no Brasil para os seus anunciantes. A partir de janeiro de 2026, anúncios nas plataformas da empresa terão acréscimo de cerca de 12,15%, somando PIS/Cofins (9,25%) e ISS (2,9%).
Big techs pagaram R$ 289 bilhões em impostos no Brasil nos últimos anos

Big techs pagaram R$ 289 bilhões em impostos no Brasil nos últimos anos
Fonte: Tecnoblog

Meta usará IA como critério de avaliação dos funcionários

Meta usará IA como critério de avaliação dos funcionários

Meta tenta impulsionar uso de IA internamente até para avaliações de desempenho (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta usará IA como critério de avaliação de desempenho dos funcionários a partir de 2026, focando em resultados e produtividade impulsionados por IA.
A empresa permitirá que funcionários utilizem IA, como o Metamate e o Gemini, para escrever autoavaliações e feedbacks, começando no ciclo de avaliações de dezembro.
A Meta busca uma cultura nativa de IA, com a iniciativa AI4P visando multiplicar a produtividade da equipe por cinco, abrangendo todos os setores.

A Meta vai adotar uma nova diretriz baseada em “impacto impulsionado por IA” nas avaliações de desempenho dos funcionários a partir de 2026. A mensagem, enviada nesta quinta-feira (13/11) e assinada pela chefe de pessoal da Meta, Janelle Gale, informou que os funcionários serão avaliados conforme o uso da inteligência artificial para entregar resultados e aumentar a produtividade.

Embora a métrica ainda não seja formal para as avaliações deste ano, no documento, obtido pelo Business Insider, Gale incentivou os trabalhadores a incluírem “vitórias movidas a IA” nas autoavaliações, garantindo que impactos excepcionais já sejam recompensados.

A mudança na empresa acompanha um movimento de outras gigantes de tecnologia, como Microsoft, Google e Amazon, que também estariam pressionando funcionários a usar mais IA.

IA para escrever a própria avaliação

Empresa usará IA desde o processo de contratação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para acelerar essa adoção, a Meta já havia reformulado seu processo de contratação, permitindo que candidatos usem IA em entrevistas de código, e lançou um jogo interno chamado “Level Up”.

“À medida que avançamos para um futuro nativo de IA, queremos reconhecer as pessoas que estão nos ajudando a chegar lá mais rápido”, escreveu Gale no memorando.

Além de avaliar o uso da IA, a empresa também vai usar a tecnologia para “facilitar” o próprio processo de avaliação para o ciclo de avaliações deste ano, que começa em 8 de dezembro. A companhia anunciou há poucos dias que utilizará o AI Performance Assistant (Assistente de Desempenho de IA, em tradução livre).

Segundo o memorando, os funcionários poderão usar o assistente interno Metamate e até mesmo o Gemini, do Google, para ajudar a redigir seus textos de autoavaliação e feedback.

Cultura nativa de IA na Meta

Inteligência artificial virou recurso indispensável de produtividade na Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em outubro, o vice-presidente de metaverso da Meta, Vishal Shah, já havia falado sobre uma iniciativa interna chamada AI4P (AI for Productivity), que tem como meta multiplicar a produtividade da equipe por cinco, indo além de “pequenas melhorias”.

O objetivo, segundo comunicado, era fazer da IA “um hábito, não uma novidade” para todos os setores — não apenas engenharia. A ambição, segundo ele, era que a IA acelerasse processos criativos e técnicos.
Meta usará IA como critério de avaliação dos funcionários

Meta usará IA como critério de avaliação dos funcionários
Fonte: Tecnoblog

Download de filmes pornográficos foi para “uso pessoal”, diz Meta

Download de filmes pornográficos foi para “uso pessoal”, diz Meta

Meta está cercada por polêmicas em relação a treinamento da IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta alega que downloads de filmes pornográficos foram para “uso pessoal” e não para treinamento de IA, com uma média de 22 downloads por ano, distribuídos por vários IPs.
Estúdios pedem US$ 359 milhões em indenização, enquanto a Meta pede arquivamento do processo, questionando a validade dos IPs como prova.
A empresa também enfrenta processos por pirataria de livros, mas alega “fair use” e afirma que não compartilhou o material baixado.

Em resposta a um processo movido por estúdios de filmes adultos, a Meta alega que os downloads de filmes pornográficos provavelmente foram feitos para “uso pessoal” e não para treinamento de inteligência artificial, como acusam as produtoras.

A gigante das mídias sociais argumenta que o número de downloads feitos foi baixo, ficando em uma média de 22 por ano. Além disso, as transferências foram espalhadas por dezenas de IPs relacionados à companhia. Por isso, os advogados defendem que a pirataria foi praticada por funcionários ou visitantes de seus escritórios.

Meta é questionada por pirataria de livros

Além da ação judicial por pirataria de conteúdo adulto, a Meta enfrenta mais polêmicas relacionadas a direitos autorais e treinamento de IA. Em outro processo, a gigante da web admitiu ter baixado livros da biblioteca pirata LibGen.

Meta admite download de material protegido por copyright (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa alega uso de boa-fé (ou “fair use”, no termo em inglês) para alimentar seus sistemas, um argumento geralmente usado por indivíduos processados. Além disso, a companhia de Mark Zuckerberg argumenta que não fez seeding do material baixado — ou seja, não repassou os livros pirateados a outras pessoas por meio de torrent.

Estúdios querem indenização milionária

Voltando ao processo envolvendo filmes pornográficos, as duas empresas que moveram os processos (Strike 3 Holdings e Counterlife Media) pedem US$ 359 milhões como indenização (cerca de R$ 1,9 bilhão, em conversão direta) pelo download de 2.396 filmes por torrent.

A Meta pede o arquivamento do processo. Em sua defesa, a companhia acusa a Strike 3 de ser uma “copyright troll” — isto é, alguém que frequentemente entra com ações judiciais por infrações de direitos autorais.

Outra alegação da big tech é que endereços IP não são suficientes para provar quem infringiu as leis de copyright, uma linha de raciocínio que geralmente é apresentada em batalhas envolvendo torrent — e que já foi aceito por cortes dos Estados Unidos.

A Meta também argumenta que, se os downloads começaram em 2018, como alega a acusação, não pode se tratar de ação orquestrada para treinar modelos de geração de vídeo, um produto que começou a ser desenvolvido em 2022.

Com informações do TorrentFreak
Download de filmes pornográficos foi para “uso pessoal”, diz Meta

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Fonte: Tecnoblog

Threads ganha posts que somem em 24 horas

Threads ganha posts que somem em 24 horas

Posts temporários chegam ao Threads (imagem: reprodução/Meta)

Resumo

O Threads introduziu um novo recurso de posts temporários, que desaparecem após 24 horas.
A novidade permite interações privadas, sem a criação de novas threads.
Segundo a Meta, dona da rede social, a função visa reduzir a “pressão da permanência”, inspirando postagens mais espontâneas e casuais.

O Threads, rede social de texto da Meta, anunciou nessa segunda-feira (27/10) um recurso de posts temporários, publicações que são automaticamente arquivadas após 24 horas.

Segundo a empresa, o objetivo é permitir que os usuários compartilhem “pensamentos sem filtro” e opiniões espontâneas. Em comunicado, a companhia diz que a ideia é reduzir a “pressão” que existe sobre posts permanecerem nas redes sociais, incentivando postagens mais casuais.

A motivação segue o conceito de funções como os Stories, do Instagram — que remete ao formato original do Snapchat —, que se tornaram o foco de postagens momentâneas, enquanto o feed passou a ser usado para conteúdo mais elaborado.

Como funcionam os posts temporários?

Post temporário pode ser ativado na criação de post (imagem: reprodução/Meta)

Ativar a novidade é simples. Para criar um post temporário, o usuário só precisa selecionar o “ícone de fantasma” na tela de criação de post, antes de publicar. Uma vez ativado, tudo o que for escrito desaparecerá do feed 24 horas depois.

O que realmente diferencia a função é a privacidade. Diferente de um post comum, as respostas enviadas a um post temporário não aparecem publicamente na plataforma, mas são encaminhadas diretamente para a caixa de entrada de mensagens do usuário.

Por outro lado, a função limita as interações ao autor do post, impedindo que outras threads se criem, algo comum em redes sociais baseadas no antigo Twitter.

Da mesma forma, as curtidas e a lista de quem respondeu também são privadas, e apenas o autor do post pode ver essas interações.

Threads aposta em ferramentas de texto

Threads segue investindo em ferramentas para postagens (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O lançamento dos posts temporários é mais uma das várias ferramentas que o Threads tem implementado recentemente para fortalecer a plataforma como um espaço de conversação.

A empresa destacou no comunicado o lançamento, há pouco tempo, dos anexos de texto, permitindo publicações muito mais longas, de até 10.000 caracteres, voltadas para quem deseja compartilhar pensamentos mais elaborados ou trechos de artigos sem depender de links externos.

Além disso, a plataforma também introduziu, no meio do ano, a capacidade de ocultar mídias ou trechos de texto em publicações que contenham spoilers.

A Meta afirma que continuará atualizando o Threads para “se tornar mais fácil e divertido compartilhar seus pensamentos e se conectar com os outros”.

Threads ganha posts que somem em 24 horas

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Fonte: Tecnoblog