Category: Mark Zuckerberg

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é o programador e empresário conhecido por ser o cocriador do Facebook em 2004. Ele iniciou sua formação em Harvard, onde cursava Ciências da Computação e Psicologia, mas abandonou os estudos para focar na expansão da rede social.

Atualmente, ele comanda a Meta, empresa que detém o controle de grandes plataformas como o Instagram e o WhatsApp. A carreira de Zuckerberg é focada na evolução das redes sociais e no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o futuro do metaverso.

Como CEO da Meta, Zuckerberg é um dos responsáveis por moldar o futuro da tecnologia e liderar iniciativas de inovação que conectam bilhões de usuários ao redor do mundo. Além disso, ele investe em filantropia e ciência por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

A seguir, saiba mais sobre a história de Mark Zuckerberg, sua trajetória profissional e as empresas que fazem parte da Meta. Também descubra a importância do executivo para o mercado tecnológico.

ÍndiceQuem é Mark Zuckerberg?Qual é a formação de Mark Zuckerberg?Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Quem é Mark Zuckerberg?

Mark Zuckerberg é o cofundador e CEO da Meta, conglomerado que controla plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp. O programador norte-americano é uma das figuras mais influentes na evolução da conectividade e do metaverso.

Nascido em 14 de maio de 1984, em White Plains (Nova York), ele se destacou precocemente em Harvard ao demonstrar talento precoce para a computação desde a juventude. Atualmente, foca sua atuação no desenvolvimento de inteligência artificial e em projetos filantrópicos por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

Qual é a formação de Mark Zuckerberg?

Zuckerberg estudou na Phillips Exeter Academy e ingressou em Harvard em 2002 para cursar Ciências da Computação e Psicologia. Durante o segundo ano na faculdade, desenvolveu o Facebook e decidiu abandonar a graduação para focar na empresa.

Apesar de não ter concluído o currículo acadêmico regular, ele se dedicou integralmente à expansão da rede social. Em 2017, Harvard lhe concedeu um doutorado honorário, simbolizando seu reconhecimento e sucesso profissional.

Mark Zuckerberg abandonou a faculdade de Ciências da Computação para focar no Facebook, hoje chamado de Meta (imagem: Reprodução/Meta)

Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?

A trajetória profissional de Zuckerberg começou em 2004 com a criação do Facebook no campus de Harvard, expandindo-se rapidamente após aportes de capital de risco. Sob sua liderança, a startup recusou propostas de aquisição e transferiu a sede para o Vale do Silício.

Ele comandou a abertura de capital da rede social em maio de 2012, seguida da agressiva estratégia de expansão por meio de fusões. Assim, Zuckerberg consolidou o domínio do mercado ao adquirir plataformas fundamentais como a rede social Instagram e o mensageiro WhatsApp.

Em 2021, o executivo reposicionou a holding como Meta Platforms para liderar a tecnologia do metaverso e de inteligência artificial. O foco atual reside na integração de hardware de realidade virtual e no desenvolvimento de modelos de linguagem de código aberto.

Atualmente, Zuckerberg exerce os cargos de CEO e presidente da Meta, sendo uma das figuras mais influentes da tecnologia mundial. Paralelamente, ele gerencia a Chan Zuckerberg Initiative, organização voltada para o avanço da ciência e da educação mundial.

Desde que alterou o nome para Meta em 2021, Zuckerberg tem guiado a empresa pelo caminho do metaverso e inteligência artifícial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?

As empresas de Mark Zuckerberg estão centralizadas na Meta Platforms, conglomerado com foco na inovação em redes sociais, inteligência artificial e tecnologia de realidade virtual:

Facebook: plataforma de rede social com bilhões de usuários que permite às pessoas criar perfis para se conectar com amigos, familiares e comunidades, funcionando como um centro de compartilhamento pessoal;

Messenger: mensageiro instantâneo gratuito da Meta que conecta contatos pessoais e profissionais por meio de mensagens de texto, chamadas de voz e vídeo;

Instagram: a rede social Instagram é focada no compartilhamento visual de fotos e vídeos, sendo um pilar fundamental para criadores de conteúdo e e-commerce mundial;

WhatsApp: o WhatsApp é um mensageiro instantâneo essencial para a comunicação privada e corporativa, oferecendo criptografia de ponta a ponta e ferramentas de negócios;

Threads: a plataforma Threads do Instagram foca em interações baseadas em texto e conversas públicas, competindo diretamente no mercado de microblogs com atualizações em tempo real;

Meta AI: a assistente Meta AI integra recursos de IA generativa aos aplicativos e dispositivos da Meta, sendo alimentado por modelos Llama para responder perguntas, criar conteúdo e aprimorar experiências digitais;

Reality Labs: divisão dedicada ao desenvolvimento do metaverso e hardwares avançados, como os óculos de realidade virtual Quest e os dispositivos de realidade aumentada.

Qual é a diferença entre Meta e Facebook?

A Meta Platforms é a empresa-mãe que detém e coordena tecnologias focadas em redes sociais, inteligência artificial e o desenvolvimento do metaverso. Ela funciona como a estrutura corporativa superior que gerencia marcas globais e define a visão estratégica de todo o grupo.

O Facebook é o serviço de rede social e a plataforma original criada em 2004, agora operando como uma subsidiária. Atualmente, ele é apenas um dos diversos produtos oferecidos pela Meta, coexistindo ao lado de outros aplicativos como Instagram e WhatsApp.

A principal diferença entre Meta e Facebook reside na hierarquia: a Meta é a organização que toma as decisões financeiras e de infraestrutura, enquanto o Facebook é a plataforma onde os usuários interagem diretamente.

Liderada por Zuckerberg, a Meta abrange vários outros serviços como Instagram e WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?

O patrimônio de Mark Zuckerberg é estimado em cerca de US$ 229 bilhões, de acordo com dados da Forbes. Essa fortuna provém majoritariamente da participação na Meta, consolidando-o como a sexta pessoa mais rica do mundo.

De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?

A fortuna de Mark Zuckerberg provém de sua participação na Meta Platforms, valorizadas por receitas publicitárias e pelo desempenho das ações. Com cerca de 13% da empresa, ele mantém o controle acionário e concentra a riqueza no crescimento da big tech.

O executivo não possui riqueza herdada, pois vem de uma família de classe média onde os pais eram dentista e psiquiatra. Sua ascensão é puramente empreendedora, sem suporte de heranças significativas ou capitais familiares preexistentes.

Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Zuckerberg moldou a comunicação global ao fundar o ecossistema que integra bilhões de usuários, definindo padrões mundiais de conectividade e publicidade. Como dono da Meta, ele dita o ritmo da inovação ao priorizar o desenvolvimento de infraestrutura de realidade aumentada e modelos de linguagem.

Sua liderança é estratégica ao democratizar o acesso à inteligência artificial com o projeto Llama, desafiando o monopólio de outras gigantes do setor. Essa movimentação acelera a competição no mercado, forçando a evolução constante de assistente digitais e novas interfaces de hardware vestível.

Ao integrar “superinteligência” em suas plataformas, Zuckerberg consolida a Meta como um pilar econômico indispensável para o marketing digital e desenvolvedores. Suas decisões não apenas valorizam as ações da empresa, mas moldam os aspectos técnicos da próxima década de interação humana.
Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook
Fonte: Tecnoblog

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Projeto Avocado sinaliza fim da era exclusivamente open source na Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta planeja lançar o modelo Avocado em 2026, abandonando o código aberto para competir com OpenAI e Google.
A reestruturação visa priorizar a lucratividade, com investimentos de US$ 600 bilhões em infraestrutura de IA nos EUA.
O desenvolvimento do novo modelo envolve o uso de dados de concorrentes e cortes em outras divisões da empresa.

A Meta estaria reestruturando a divisão de inteligência artificial para priorizar a lucratividade e o controle da tecnologia, de acordo com uma reportagem da agência Bloomberg. Com isso, a empresa de Mark Zuckerberg se afastaria da filosofia de código aberto que ela própria defendeu nos últimos anos.

O cerne da questão seria o modelo Llama 4, de código aberto, que se tornou alvo de críticas por suposta manipulação de testes de desempenho. Em resposta, a empresa estaria desenvolvendo uma nova IA, chamada Avocado, prevista para chegar ao mercado em meados de 2026 como um produto rigorosamente controlado pela Meta.

Por que a Meta decidiu mudar a estratégia?

Fontes ligadas à empresa relataram à Bloomberg que a transição foi acelerada após o cancelamento de um projeto intermediário chamado Behemoth. Desapontado com a trajetória dele, Zuckerberg teria descartado a ideia para focar numa nova arquitetura batizada de Avocado.

A mudança também responde a pressões financeiras. Segundo informações de reportagens da Bloomberg e do The Verge, o plano é alinhar a companhia aos modelos de negócios das rivais OpenAI e Google, buscando rentabilizar os investimentos trilionários no setor de IA.

Investidores de Wall Street têm questionado os gastos da Meta. Zuckerberg prometeu desembolsar US$ 600 bilhões (cerca de R$ 3,2 trilhões) em projetos de infraestrutura nos Estados Unidos nos próximos três anos, a maioria relacionada à inteligência artificial. O modelo de código aberto dificulta a monetização necessária para justificar as despesas.

Treinamento com tecnologia rival e desafios

O desenvolvimento do Avocado é de responsabilidade de um grupo de elite recém-formado por Zuckerberg, denominado TBD Lab. Para treinar o novo modelo, a equipe está utilizando dados extraídos de sistemas concorrentes, como Gemma (Google), gpt-oss (OpenAI) e Qwen (da gigante chinesa Alibaba).

Sob liderança de Alexandr Wang, novo modelo fechado será treinado com dados de rivais (foto: reprodução/Dlabrot)

Para financiar essa nova aposta, a gigante da tecnologia já realizou cortes. A unidade de pesquisa acadêmica (FAIR) sofreu redução de pessoal e verbas foram desviadas da divisão de realidade virtual e metaverso, sinalizando uma nova prioridade da empresa.

Além dos desafios técnicos, a Meta enfrenta obstáculos regulatórios. O uso interno do termo “superinteligência” para descrever projetos de longo prazo gerou reações negativas em pesquisas de mercado. Legisladores, especialmente na União Europeia, associam o termo a riscos de segurança descontrolados.
Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga

Meta pode abandonar código aberto e lançar IA paga
Fonte: Tecnoblog

Mark Zuckerberg processa Mark Zuckerberg por um motivo… inusitado

Mark Zuckerberg processa Mark Zuckerberg por um motivo… inusitado

Meta, de Mark Zuckerberg, está sendo processada por outro Mark Zuckerberg (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O advogado Mark Steven Zuckerberg processa a Meta por suspensões repetidas de seus perfis no Facebook devido ao nome idêntico ao do CEO.
A Meta reconhece erro e restabelece a conta do advogado, prometendo evitar futuros incidentes similares.
O advogado busca compensação financeira e um pedido de desculpas pessoal do CEO Mark Elliot Zuckerberg.

O título não está errado: um Mark Zuckerberg está processando a Meta, mas não é aquele que você está pensando. O autor da ação é Mark Steven Zuckerberg, um advogado de Indianápolis, nos EUA, que alega ter seus perfis no Facebook suspensos recorrentemente por ter o mesmo nome e sobrenome do bilionário e fundador da empresa.

A confusão estaria sendo causada pelos algoritmos da rede social, que o acusam de usar um “nome falso” ou de “personificar uma celebridade” — no caso, Mark Elliot Zuckerberg, o dono da companhia. Segundo o advogado, em oito anos, a plataforma já derrubou sua conta comercial cinco vezes, enquanto a pessoal foi bloqueada em outras quatro ocasiões.

Cada bloqueio, segundo ele, desencadeia um processo de meses para provar que sua identidade é verdadeira e reaver o acesso. Esse vai e vem teria gerado um prejuízo financeiro considerável para o escritório do advogado.

Advogado alega perdas

Em entrevista à emissora local WTHR, o advogado contou que, na última vez que teve a conta suspensa, demorou seis meses para recuperá-la. Durante esse período, perdeu milhares de dólares em publicidade e na comunicação com clientes que utiliza a plataforma. “Eu preferia não arrumar uma briga com eles, mas não sei mais o que fazer para que parem!”, desabafou.

“Para uma empresa que se diz uma das líderes em tecnologia no mundo, como eles não conseguem parar de fazer isso? E como o processo de apelação deles não funciona? Eu acho que eles têm um problema”, completou.

Homônimos não são um problema novo para a Meta. Em 2022, logo após a holding passar de Facebook para Meta, uma empresa de instalações artísticas também chamada Meta processou a gigante, alegando que já usava a marca há 12 anos.

Meta diz ter solucionado o problema

Advogado quer indenização por perdas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Procurada, a Meta admitiu ao site Gizmodo que houve uma falha. Um porta-voz afirmou que a conta do advogado foi restabelecida após a identificação de que havia sido desativada por engano e que apreciam a “paciência contínua” do Zuckerberg não-bilionário. “Estamos trabalhando para tentar evitar que isso aconteça no futuro”, finalizou.

A promessa, no entanto, não parece ser suficiente para o advogado. Ele pede na Justiça uma restituição pelos prejuízos e taxas legais, mas disse que aceitaria um pedido de desculpas pessoal do xará famoso. “Se ele quiser voar até aqui e dizer ‘me desculpe’, ou talvez me deixar passar uma semana no iate dele para se desculpar, eu provavelmente aceitaria”, afirmou à imprensa.

Mark Zuckerberg processa Mark Zuckerberg por um motivo… inusitado

Mark Zuckerberg processa Mark Zuckerberg por um motivo… inusitado
Fonte: Tecnoblog

Superinteligência

Superinteligência

Mark Zuckerberg está apostando bilhões num novo grande objetivo: a Superinteligência Pessoal. Para isso, o CEO da Meta contratou alguns dos maiores talentos de IA do mercado, “roubando” diversas figuras-chave de empresas rivais. No entanto, a visão de futuro trazida por Zuckerberg ainda parece em tanto vaga, apesar de tantos investimentos.

Superinteligência (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, discutimos esse futuro que a Meta tem em mente. O que seria a Superinteligência vislumbrada pela empresa? E de que maneira ela chegará nas mãos das pessoas, tornando-se a Superinteligência Pessoal? Dá o play e vem com a gente entender essa história (ou, quem sabe, fica mais confuso).

Participantes

Thiago Mobilon

Thássius Veloso

Josué de Oliveira

Emerson Alecrim

Citado no episódio

Carta original de Mark Zuckerberg: “Personal Superintelligence“. Tradução para o português: “Superinteligência pessoal para todos”.

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Maremoto

Arte da capa: Vitor Pádua

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Superinteligência

Superinteligência
Fonte: Tecnoblog

Meta investe em novo laboratório para criar “superinteligência” artificial

Meta investe em novo laboratório para criar “superinteligência” artificial

Meta negocia com Scale AI para desenvolvimento de IA “mais inteligente que humanos” (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta está criando um laboratório para desenvolver inteligência artificial geral (AGI).

O projeto é parte de uma reorganização interna liderada por Mark Zuckerberg, após resultados abaixo do esperado no setor de IA.

Segundo o New York Times, a big tech negocia a contratação de Alexandr Wang, CEO da Scale AI, e busca outros especialistas da concorrência.

Em uma tentativa de reposicionar sua divisão de inteligência artificial, a Meta está criando um novo laboratório de pesquisa voltado ao desenvolvimento de uma IA com capacidades cognitivas hipoteticamente superiores às humanas — a chamada “superinteligência”.

Segundo o New York Times, a iniciativa faz parte de uma ampla reorganização liderada por Mark Zuckerberg e vem após um período de conflitos internos, perda de talentos e desempenho abaixo do esperado em projetos recentes.

Meta mira talentos de rivais para liderar projeto

Wang, CEO da Scale AI, é considerado um prodígio da inteligência artificial (foto: reprodução/Dlabrot)

Para avançar na corrida pela inteligência artificial geral (AGI), Mark Zuckerberg está apostando em contratações estratégicas. De acordo com a Bloomberg, o CEO da Meta negocia a chegada de Alexandr Wang, fundador da startup Scale AI, para liderar um novo projeto focado em IA avançada.

Zuckerberg também estaria prestes a investir bilhões de dólares na Scale AI, o que pode abrir caminho para a migração de mais profissionais da startup para o time da Meta.

Segundo o New York Times, a empresa iniciou uma ofensiva agressiva por talentos de rivais como OpenAI e Google. Os pacotes de remuneração teriam chegado a cifras entre sete e nove dígitos — com valores que podem ultrapassar centenas de milhões de dólares. Parte dessas propostas já teria sido aceita.

O que é uma superinteligência?

Superinteligência é um conceito que descreve uma inteligência artificial hipotética capaz de superar em muito as capacidades humanas em quase todas as áreas: raciocínio lógico, criatividade, tomada de decisão, resolução de problemas e até habilidades sociais.

Essa IA teria autonomia para aprender e se aperfeiçoar sozinha de forma exponencial, a ponto de ultrapassar os limites da inteligência humana — inclusive os de seus próprios criadores.

O tema ficou popular através da ficção científica, em obras como Her (2013) e Ex Machina (2014), nas quais as IAs ultrapassam os limites do controle humano. Na prática, porém, não existe hoje nenhum sistema que se aproxime de uma superinteligência de verdade.

Superinteligência para sair da crise

A criação do laboratório surge em meio a uma tentativa de corrigir a rota da divisão de IA da Meta. A reorganização interna quer centralizar esforços e acelerar o desenvolvimento de modelos mais avançados, depois de um período de instabilidade.

Entre os obstáculos enfrentados pela empresa nos últimos tempos, estão o lançamento de produtos com desempenho abaixo do esperado e adiamentos de projetos estratégicos.

Um exemplo recente se deu com o modelo Behemoth, da família Llama 4, que seria o mais potente já desenvolvido pela dona do Facebook e Instagram, mas teve seu lançamento adiado por ainda não atender aos padrões de qualidade esperados internamente.

Com informações do The New York Times e da Bloomberg
Meta investe em novo laboratório para criar “superinteligência” artificial

Meta investe em novo laboratório para criar “superinteligência” artificial
Fonte: Tecnoblog

Vozes de Elon Musk e Zuckerberg criadas por IA surpreendem pedestres

Vozes de Elon Musk e Zuckerberg criadas por IA surpreendem pedestres

Elon Musk e Zuckerberg são alvo de manifestação com tecnologia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Os cruzamentos de algumas cidades nos Estados Unidos trazem uma peculiaridade: o transeunte aperta um botão na hora de atravessar a rua. Além disso, o equipamento afixado ao poste pede para aguardar ou avançar. O que ninguém imaginava era que alguma pessoa hackearia alguns desses dispositivos na Califórnia para colocar as vozes de Elon Musk e Mark Zuckerberg, dois magnatas da tecnologia, como sabemos bem.

O assunto rapidamente surgiu nas redes sociais, com mais de 500 mil views, e ganhou as manchetes da imprensa americana. O responsável pela ação — ninguém assumiu a autoria — provavelmente usou algum sintetizador de voz e inteligência artificial para produzir os áudios, que depois foram incorporados nos postes de trânsito.

Confira as falas fake dos dois empresários:

Elon Musk: “Bem-vindo a Palo Alto, lar da engenharia da Tesla. Dizem que dinheiro não compra felicidade. E… é, ok… acho que isso é verdade. Deus sabe o quanto eu tentei. Mas ele pode comprar um Cybertruck, e isso é bem irado, né? …Né?? Porra, eu tô tão sozinho.”

Mark Zuckerberg: “Oi, aqui é o Mark Zuckerberg, mas os mais chegados me chamam de Zuck. É normal se sentir desconfortável ou até invadido enquanto a gente insere IA à força em todos os aspectos da sua experiência consciente. E eu só queria te tranquilizar: não precisa se preocupar, porque simplesmente não há nada que você possa fazer para impedir isso. Enfim, até mais.”

De acordo com o TechCrunch, as mensagens sonoras foram detectadas em Menlo Park, Palo Alto e Redwood City. Os funcionários da administração local começaram a desfazer a confusão no último sábado, dia 12/04.

Tanto Elon Musk quanto Zuckerberg têm chamado a atenção por causa dos posicionamentos que extrapolam os negócios, o que traz ainda mais escrutínio para a atuação de suas empresas. Nós não nos surpreenderemos se mais manifestações com uso de tecnologia surgirem no decorrer dos próximos quatro anos.
Vozes de Elon Musk e Zuckerberg criadas por IA surpreendem pedestres

Vozes de Elon Musk e Zuckerberg criadas por IA surpreendem pedestres
Fonte: Tecnoblog

Meta adquire dois comerciais no Super Bowl para seus óculos smart

Meta adquire dois comerciais no Super Bowl para seus óculos smart

Ray-Ban Meta vai estrelar dois comerciais no Super Bowl 2025, evento com propaganda mais cara do mundo (Imagem: Reprodução/Meta)

Mark Zuckerberg quebrou os seus porquinhos e vai gastar milhões de dólares no Super Bowl LIX, a final da liga de futebol americano dos EUA. A Meta divulgou nesta segunda-feira (3) que comprou dois slots de anúncios para exibir propagandas do Ray-Ban Meta, seus óculos inteligentes. A campanha contará com Chris Hemsworth, Chris Pratt, Kris Jenner e será dirigida por Matthew Vaughn — diretor da franquia Kingsman e X-Men: Primeira Classe.

Primeira parte da propaganda do Ray-Ban Meta foi divulgada

A Meta liberou uma das propagandas que será exibida no próximo domingo (9) durante a partida entre Kansas City Chiefs e Philadelphia Eagles. Na verdade, a big tech lançou a versão estendida de um anúncio que terá apenas 30 segundos no Super Bowl.

A propaganda mostra Chris Hemsworth e Chris Pratt, ambos com um Ray-Ban Meta, em uma suposta galeria de arte. Hemsworth acaba comendo uma banana que estava colada na parede com uma silver tape, mas na verdade é uma obra de arte de R$ 35 milhões. Pratt avisa o que ele fez e depois eles são pegos por Kris Jenner, revelando que a galeria é a casa da socialite.

A Meta, até o momento, não revelou o quanto gastou nas propagandas. Porém, estimativas apontam que o preço de um anúncio de 30s no Super Bowl custa entre US$ 7 milhões (R$ 40,6 milhões) e US$ 8 milhões (R$ 46 milhões). Como foram dois espaços, a Meta pode ter gastado pelo menos R$ 80 milhões na propaganda — sem contar o cache dos atores diretores e custo de produção.

Por que a Meta fará um investimento tão grande na divulgação do Ray-Ban Meta?

Headset VR e óculos smarts da Samsung pode ter forçado Meta a ampliar divulgação dos seus óculos smart (imagem: reprodução)

A Meta pode estar investindo pesado na divulgação do Ray-Ban Meta para se antecipar à concorrência da Samsung. A sul-coreana deve lançar seus óculos smart e headset VR em 2025, o que pode impactar a venda dos smarts glasses da Meta. A big tech não tem uma presença de mercado tão grande quanto a Samsung.

A entrada da sul-coreana no mercado de óculos smarts pode repetir o que ocorreu com os anéis inteligentes. Como está presente em praticamente todos os lugares do mundo, a Samsung pode roubar a venda de empresas que tem uma presença limitada, como a Meta. Os óculos da big tech são vendidos nos Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus.

Com informações de The Verge
Meta adquire dois comerciais no Super Bowl para seus óculos smart

Meta adquire dois comerciais no Super Bowl para seus óculos smart
Fonte: Tecnoblog

Meta AI teria sido treinada com material pirateado do LibGen

Meta AI teria sido treinada com material pirateado do LibGen

Meta AI pode ter usado material protegido por direitos autorais com aval de Mark Zuckerberg (imagem: ilustração/Vitor Pádua)

A Meta pode ter usado material pirateado para treinar a Llama, modelo de linguagem grande usado para o desenvolvimento da sua IA generativa. A informação foi revelada após a remoção de sigilo de parte da documentação de um dos processos de violação de direitos autorais. Segundo o documento, Mark Zuckerberg autorizou o treinamento da Llama usando artigos e livros divulgados na LibGen e outras fontes piratas.

O caso no qual a documentação foi publicada é o Kadrey et al. contra a Meta, processo que tem entre seus autores os escritores Richard Kadrey (Sandman Slim), Christopher Golden (conhecido por adaptações literárias de séries, como o livro Sons of Anarchy: Bratva e diversas obras de Buffy: A Caça-Vampiros) e conhecida comediante Sarah Silverman.

Meta liberou sua IA generativa para oWhatsApp, Instagram e Facebook, mas parte do treinamento pode ter usado material pirata (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que acusam Mark Zuckerberg de ter autorizado piratear livros para o Llama?

A documentação que teve o sigilo removido mostra conversas entre usuários da Meta onde é citado que “MZ” aprovou o uso da LibGen e o download via torrent de arquivos do repositório. MZ seria a sigla para Mark Zuckerberg. Não se sabe qual versão do Llama, que é o motor da Meta AI, foi treinada com material oriundo da plataforma.

Além da LibGen, a defesa da Meta afirma que os autores do processo sabiam do uso de outras “shadow libraries” (bibliotecas secretas em tradução livre). A defesa também usa a alegação de que agiu sob “fair use” (uso justo na tradução direta), uma doutrina usada no direito americano que permite o uso de obras sob direito autoral para criar algo novo desde que seja suficientemente transformativo.

Os autores do processo rejeitam essa argumentação de uso justo. E é nessa área que a disputa deve seguir. Afinal, com uma IA generativa como a Meta AI você pode criar textos novos e pedir no prompt a inspiração de alguma obra. Contudo, o usuário também pode pedir a explicação da história de livros.

Mark Zuckerberg teria aprovado o uso da LibGen e outras fontes piratas para o treinamento da Llama (Foto: Divulgação/Meta)

O que é a LibGen?

A LibGen é uma plataforma focada no fornecimento de artigos científicos publicados em revistas pagas — o que por si só já gera um debate sobre direitos autorais. Contudo, parte do acervo do site inclui livros, quadrinhos, audiolivros e outras produções literárias.

Anteriormente, a Meta alegou que usou parte do banco de dados do Books3, um repositório de livros usados por empresas de IA para treinar seus modelos. O Books3 também tem seus problemas ligados a direitos autorais e acusações de pirataria.

Fora o possível uso da LibGen, o processo mostra que engenheiros e desenvolvedores da Meta buscaram remover as atribuições de dados e metadados que indicassem a origem do material usado no treinamento. A ideia seria esconder fontes ilícitas, como repositórios piratas e conteúdos protegidos por direito autoral.

Com informações de Wired e TechCrunch
Meta AI teria sido treinada com material pirateado do LibGen

Meta AI teria sido treinada com material pirateado do LibGen
Fonte: Tecnoblog

Brasil dá 72 horas para Meta explicar mudança na moderação de redes sociais

Brasil dá 72 horas para Meta explicar mudança na moderação de redes sociais

Mark Zuckerberg anunciou mudanças na política de moderação da Meta (imagem: reprodução/Tecnoblog)

Resumo

O governo brasileiro deu 72 horas para a Meta explicar a mudança na moderação de conteúdo nas suas plataformas.
Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, há preocupação com uma possível facilitação da desinformação e de “conteúdo impróprio”.
A medida acontece poucos dias depois de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciar que a checagem de fatos será substituída pelas “notas da comunidade”, igual ao X de Elon Musk.

Autoridades brasileiras manifestaram preocupação com a mudança na política de moderação de conteúdo que Mark Zuckerberg anunciou para os serviços da Meta — as plataformas Facebook, Instagram e Threads, principalmente. Diante disso, o governo deu um prazo de 72 horas para que a companhia preste esclarecimentos.

Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, deu a entender que o governo federal teme que a Meta deixe de fazer o devido controle sobre o conteúdo que é publicado em suas redes sociais, abrindo espaço para publicações discriminatórias ou desinformação.

Isso impacta de forma muito grande a sociedade brasileira. Impacta nas crianças, quando se fala de conteúdo impróprio e de tráfico de crianças. Impacta na segurança pública, quando se trata de informações que dizem respeito à segurança das pessoas, à prática criminosa.

(…) As pessoas acabam não conseguindo distinguir o que é verdade do que é mentira. Isso acaba impactando no país, na nação, nas pessoas e na economia. Estamos falando de soberania nacional.

Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil

AGU dá prazo de 72 horas para Meta prestar esclarecimentos

Diante das preocupações do governo, a Advocacia-Geral da União (AGU) afirma ter enviado uma notificação extrajudicial à Meta na quinta-feira (09/01) com um pedido de esclarecimentos sobre as mudanças em sua política de moderação. A companhia tem até a segunda-feira (13/01) para responder.

Na notificação, a AGU solicita que a Meta informe quais são as “providências que vem sendo adotadas a respeito do dever de cuidado com relação à coibição de violência de gênero, proteção de crianças e adolescentes, prevenção contra racismo, homofobia, prevenção contra suicídio, óbices e discursos de ódio e outros temas de direito fundamental”.

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Zuckerberg promete adotar “notas da comunidade”

A desconfiança do governo brasileiro teve início depois que Mark Zuckerberg anunciou que as plataformas da Meta trocarão a checagem de fatos por “notas da comunidade”, mecanismo já adotado no X em que os próprios usuários sinalizam e corrigem publicações inconsistentes.

Com isso, Zuckerberg deu a entender que as políticas de conteúdo do Facebook e Instagram serão menos restritivas. Por outro lado, o líder da Meta também deixou a impressão de que essa mudança é uma forma de alinhar as operações da companhia ao plano de governo de Donald Trump, que assumirá novamente a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro.

Como todo imbróglio com peso político, esse é um assunto que ainda deve render muitos desdobramentos.

Com informações da Agência Brasil
Brasil dá 72 horas para Meta explicar mudança na moderação de redes sociais

Brasil dá 72 horas para Meta explicar mudança na moderação de redes sociais
Fonte: Tecnoblog

OpenAI vai se tornar uma empresa com fins lucrativos

OpenAI vai se tornar uma empresa com fins lucrativos

OpenAI começou como organização sem fins lucrativos, mas criou empresa para atrair investidores (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A OpenAI detalhou, nesta sexta-feira (dia 27/12), seus planos para se tornar uma empresa com fins lucrativos. De acordo uma publicação em seu blog oficial, a ideia é transformar a entidade em uma corporação de benefício público (PBC, na sigla em inglês).

A OpenAI foi fundada em 2015 como uma organização sem fins lucrativos, para desenvolver a inteligência artificial de modo aberto. Em 2019, ela criou uma divisão com lucros limitados, como forma de atrair investidores — afinal de contas, desenvolver modelos de IA e treiná-los custa muito caro.

Sam Altman chegou a ser demitido do posto de CEO após discordâncias com representantes da organização sem fins lucrativos (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No blog post publicado nesta sexta, a OpenAI diz que esta estrutura “não permite que o conselho considere diretamente os interesses de quem financia a missão e não permite que a organização sem fins lucrativos faça mais do que controlar o braço com fins lucrativos”.

A tensão entre as “duas” OpenAIs foi vista em novembro de 2023, quando o CEO Sam Altman foi demitido pelo conselho, por supostamente não comunicar suas decisões ao braço sem fins lucrativos. Ele foi recontratado poucos dias depois, e um novo conselho foi formado.

Como será a nova estrutura da OpenAI?

Com a nova estrutura proposta pelo conselho, a OpenAI “empresa” se tornará uma public benefit corporation (PBC). A OpenAI PBC vai controlar as operações e negócios da OpenAI.

A fundação sem fins lucrativos terá uma participação societária na empresa, mas não será mais a supervisora da companhia. Ela terá líderes e funcionários próprios para criar iniciativas de caridade nos setores de saúde, educação e ciência. Segundo o comunicado divulgado, um conselho financeiro independente vai avaliar a fatia da OpenAI PBC que será destinada à fundação OpenAI.

PBC é uma classificação existente nos Estados Unidos para empresas com fins lucrativos que também visam o bem da sociedade. Como a própria empresa destaca, a Anthropic e a xAI (fundada por Elon Musk) também são PBCs. Para se caracterizar como PBC, a OpenAI promete oferecer ações e usar seus lucros para garantir que a “inteligência artificial geral (AGI) beneficie toda a humanidade”.

A OpenAI pode ter que enfrentar desafios nos tribunais para concretizar esta transição. Elon Musk, que foi um dos cofundadores e principais doadores da OpenAI, entrou com um processo judicial no início de dezembro para impedir a conversão da empresa. Já a Meta pediu uma investigação sobre a mudança no modelo de negócios.

Com informações: The Verge, Ars Technica, Axios
OpenAI vai se tornar uma empresa com fins lucrativos

OpenAI vai se tornar uma empresa com fins lucrativos
Fonte: Tecnoblog