Category: iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

Novos recursos não foram suficientes para impulsionar o iOS 26 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Dados da StatCounter mostram que apenas 16% dos iPhones ativos utilizam o iOS 26, lançado em setembro de 2025.
Os motivos podem estar ligados ao redesenho visual Liquid Glass, que gerou recepção mista, contribuindo para a resistência à atualização.
A Apple também manteve atualizações de segurança para o iOS 18, permitindo que usuários adiem a migração sem riscos de vulnerabilidade.

Donos de iPhone estão com uma resistência incomum à instalação do iOS 26, a versão mais recente do sistema da Apple. Segundo dados atuais da StatCounter, que analisa estatísticas de mercado, a taxa de adoção está bem abaixo dos padrões históricos da fabricante.

Enquanto versões anteriores costumavam ultrapassar a marca de 50% de instalação nos primeiros meses, a atual ficou longe do mesmo padrão: apenas 16% dos usuários ativos possuem alguma versão do novo sistema (26, 26.1 ou 26.2). Dessa parcela, o iOS 26.1 detém a maior fatia até aqui, com 10,57%. Em contraste, em janeiro de 2025, o iOS 18 já operava em 63% dos aparelhos compatíveis.

Quebra de padrão histórico

Os dados, mesmo que não sejam oficiais da Apple, evidenciam uma mudança de comportamento. O ecossistema da Apple sempre foi reconhecido pela rapidez nas atualizações, já que a empresa disponibiliza o software simultaneamente para todos os modelos suportados globalmente, ao contrário do cenário de fragmentação observado no Android.

A disparidade sugere que o interesse do consumidor em novas funcionalidades foi substituído por uma postura de cautela. Os portais especializados Cult of Mac e TechRadar indicam que, pela primeira vez em anos, a percepção de estabilidade do iOS 18 parece superar o apelo para experimentar as novidades da versão 26.

Por que os usuários estão evitando o iOS 26?

Mudanças visuais introduzidas no iOS 26 dividiram o público (imagem: divulgação/Apple)

A rejeição ao sistema pode ser atribuída a uma combinação de fatores. O principal identificado por analistas é o Liquid Glass, o redesenho visual da interface introduzido nesta versão.

O conceito alterou elementos de navegação e a iconografia clássica do iPhone, gerando uma recepção mista. Muitos usuários ainda preferem a interface anterior e evitam a atualização para não lidar com uma nova curva de aprendizado.

Além do aspecto visual, a própria estratégia da Apple contribuiu para a baixa adesão. Diferente de ciclos passados, em que a permanência em sistemas antigos poderia expor o dispositivo a vulnerabilidades críticas, a companhia manteve o fornecimento de atualizações de segurança para o iOS 18 ao longo de 2025. Essa política permitiu adiar a migração por mais tempo sem correr riscos imediatos de segurança.

Há também um debate sobre a relevância das novas funcionalidades. O iOS 26 trouxe o aplicativo nativo Apple Games, melhorias em inteligência artificial e o Modo de Energia Adaptável. No entanto, esses recursos podem não ter sido suficientes para motivar o update.

A expectativa é que a base de usuários do iOS 26 cresça gradualmente à medida que novos dispositivos, já equipados com o sistema de fábrica, entrem no mercado. Contudo, o cenário atual parece um sinal de que o consumidor prioriza continuidade e confiabilidade, com menor tolerância a mudanças estéticas radicais.

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone
Fonte: Tecnoblog

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

Tela exibida em Las Vegas não tem vinco aparente (imagem: reprodução/Samsung Display)

Resumo

A Samsung apresentou um painel OLED dobrável sem vinco visível na CES 2026, reacendendo rumores sobre o iPhone Fold.
O painel, chamado “Advanced Creaseless Display”, não tem cronograma definido para comercialização e não foi associado a um produto específico.
Rumores indicam que a Samsung Display pode fornecer telas para o iPhone Fold, mas não há confirmação oficial da Apple.

A divisão de telas da Samsung exibiu um novo painel OLED dobrável sem vinco visível, apresentado como um conceito de pesquisa. O display chamou atenção por eliminar a marca central que ainda caracteriza os celulares dobráveis atuais.

O conceito foi apresentado na feira CES 2026, realizada nos Estados Unidos. Ele deve ser aplicado nos próximos smartphones da linha Fold e Flip da sul-coreana. Embora a Samsung não tenha associado o painel a nenhum produto específico, o protótipo reacendeu especulações sobre o aguardado iPhone Fold. A característica seria um dos principais requisitos da Apple para o lançamento do aparelho.

Segundo a própria Samsung Display, o painel é um conceito sem cronograma definido para comercialização. A empresa afirmou ao The Verge que não há, até o momento, um plano fechado para levar a tecnologia ao mercado.

Galaxy Z Fold 7, à esquerda, e protótipo de tela dobrável sem vinco, à direita (imagem: reprodução/Samsung Display)

O que a Samsung mostrou?

Segundo relatos da imprensa estrangeira, a diferença visual entre o novo painel e as tecnologias atuais é nítida. Segundo o portal 9to5Mac, o formato exibido é compatível com descrições anteriores atribuídas ao suposto iPhone Fold, incluindo proporção de tela e ausência de vinco perceptível.

Exposto lado a lado com o Galaxy Z Fold 7, o protótipo — identificado como “Advanced Creaseless Display” (Tela Avançada Sem Vinco) — apresenta uma superfície uniforme, sem distorção na área da dobradiça, mesmo sob iluminação direta.

iPhone Fold ainda é especulação

A hipótese de a Samsung Display ser fornecedora das telas do dobrável da Apple ganhou força em setembro, quando o presidente Lee Cheong afirmou que a companhia se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.

Na ocasião, a Samsung não citou a Apple, mas a informação foi associada ao iPhone Fold por veículos da imprensa sul-coreana.

Não há confirmação oficial de que o display mostrado será usado pela Apple. O painel foi retirado do espaço de exposição ainda no primeiro dia da feira.

Could this be the Display of the Samsung Galaxy Z Fold 8? pic.twitter.com/I6PLcv0azV— SamMobile – Samsung news! (@SamMobiles) January 6, 2026

Outros detalhes do possível dobrável da Apple

Além da tela, outras características do iPhone Fold seguem no campo das especulações. Vazamentos anteriores indicaram que a Apple estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, acima da média atual dos dobráveis no mercado.

Esses dados, no entanto, não foram confirmados pela empresa e não aparecem em nenhum material divulgado pela gigante de Cupertino. Também não há informações oficiais sobre design final, dimensões ou funcionalidades específicas do aparelho.

De acordo com rumores recorrentes na indústria, o iPhone Fold deve ser lançado em setembro do ano que vem, junto com o iPhone 18 Pro. Até lá, a Apple mantém silêncio sobre o projeto.
iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple
Fonte: Tecnoblog

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Apple lançou o iPhone 17 em setembro de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone 18 padrão em 2027, quebrando o ciclo anual de lançamentos.
Segundo o MacRumors, a mudança visa otimizar a produção de chips de 2 nm e competir com outras marcas no primeiro semestre.
No Brasil, o efeito pode ser preços ainda mais altos para obter o iPhone “do ano”.

A Apple prepara uma mudança importante em seu calendário de lançamentos: o possível iPhone 18 base pode ser lançado somente em 2027, quebrando o ciclo anual pela primeira vez em mais de uma década. A alteração, antecipada aqui no Tecnoblog, tentaria otimizar a cadeia de suprimentos e reaquecer as vendas no início do ano seguinte.

De acordo com o MacRumors, a manobra visa resolver dois problemas críticos. Primeiro, ganhar tempo para estabilizar a fabricação dos novos chips de 2 nanômetros (o provável A20) junto à TSMC, que atualmente enfrenta gargalos no rendimento e custos elevados. Ao reservar o novo processador apenas para a linha Pro, a Apple reduz a pressão sobre a produção e garante margens de lucro maiores.

Segundo, a alteração também posiciona a empresa de forma mais agressiva na janela do primeiro semestre, conforme aponta o analista Ming-Chi Kuo, conhecido leaker da fabricante. Historicamente, esse período é dominado por lançamentos da série Galaxy S, da Samsung, e flagships de marcas chinesas como Xiaomi e Oppo. Mover o iPhone de entrada para essa data garantiria novidades nas prateleiras quase o ano todo.

Somente linha Pro em 2026?

O novo cronograma prevê que a janela tradicional de outono (setembro/outubro de 2026) será exclusiva para o segmento topo de linha da Apple. O grande destaque deve ser o inédito iPhone Fold, primeiro dobrável da marca com preço estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 11 mil em conversão direta, sem impostos).

Os rumores indicam que o novo calendário de lançamentos deve ficar assim:

Setembro de 2026: iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Fold;

Março a junho de 2027: iPhone 18 (padrão), iPhone 18e e iPhone Air de 2ª geração.

Impacto no bolso

Quem quiser o iPhone do ano terá que pagar mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Para o consumidor brasileiro, o efeito deve ser severo. O Brasil já registrou o segundo preço mais alto do mundo no lançamento do iPhone 17 (R$ 7.999 na versão base) e verá a barreira de entrada para um dispositivo “do ano” subir ainda mais.

Sem a atualização do modelo padrão no fim de 2026, e sem a desvalorização de modelos antigos, quem faz questão do aparelho de última geração da Apple terá como única opção a linha Pro, cujos preços iniciais costumam romper a barreira dos R$ 11 mil.

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026

Sem iPhone 18? Apple pode mudar cronograma em 2026
Fonte: Tecnoblog

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple estaria considerando estratégia de preço mais competitivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Apple pode lançar o iPhone Fold por US$ 1.999 para competir com o Galaxy Z Fold da Samsung.
Com isso, a dona do iPhone aceitaria margens de lucro menores e teria disponibilidade limitada do dobrável no lançamento.
Outros rumores sugerem que o iPhone dobrável terá bateria entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, com a própria Samsung Display fornecendo as telas.

Novos rumores indicam que a Apple estaria considerando uma estratégia de preços mais competitivos para o novo iPhone Fold. A primeira tentativa de smartphone dobrável da marca pode chegar na faixa dos US$ 1.999 (R$ 10.978, em conversão direta), contrariando previsões anteriores que situavam o dispositivo em um patamar de preço muito superior ao dos concorrentes.

Segundo o portal SamMobile, a decisão tentaria posicionar o aparelho como um rival direto da linha Galaxy Z Fold, da Samsung, dominante no segmento. Se confirmado, o preço colocaria o dobrável da Apple frente ao Galaxy Z Fold 7.

Menor margem de lucro e disponibilidade

Para viabilizar essa paridade de preços, a Apple aceitaria margens de lucro menores inicialmente e teria disponibilidade limitada no lançamento, previsto para o segundo semestre de 2026. A produção em escala total seria atingida apenas em 2027.

A possível redução no preço de etiqueta sinaliza que a Apple reconhece a maturidade dos concorrentes. A Samsung fabrica dobráveis desde 2019 e já estabeleceu uma base sólida de usuários.

Entrar no mercado com um dispositivo custando centenas de dólares a mais poderia dificultar a conversão de usuários que já estão no ecossistema de dobráveis Android ou convencer os donos de iPhone a migrarem para o novo formato.

Como deve ser o iPhone Fold?

iPhone dobrável deve ser lançado no segundo semestre de 2026 (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

Além do preço, mais detalhes técnicos do suposto iPhone Fold têm surgido nos últimos meses. Vazamentos anteriores apontam que a Apple pode ter mudado o foco do design, priorizando a autonomia em vez da espessura extrema.

Outras especulações indicam que a empresa estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh. Se esses números se concretizarem no produto final, o dobrável da Apple teria uma vantagem energética considerável sobre os rivais atuais, que costumam ficar na casa dos 4.400 mAh.

A tela também é peça fundamental do quebra-cabeça. A Samsung Display é cotada como a fornecedora provável dos painéis OLED flexíveis. Executivos da divisão de telas da sul-coreana já confirmaram publicamente que preparam a produção em massa de componentes para um “cliente norte-americano”, o que reforça a tese de que o desenvolvimento do iPhone dobrável já saiu da fase de protótipos de bancada.
Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung

Apple pode reduzir preço do iPhone Fold para competir com a Samsung
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

Até vendedores de loja da Apple admitem ouvir chiado vindo da bancada com smartphones desse modelo (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

O iPhone 17 Pro e Pro Max apresentam um chiado nos alto-falantes durante o carregamento, relatado por vários usuários em plataformas como Reddit e MacRumors.
A Apple está ciente do problema, mas ainda não ofereceu uma solução definitiva. Uma atualização de software futura pode resolver a questão.
Além do chiado, usuários relataram problemas como riscos, mudança de cor e desgaste no alumínio anodizado do iPhone 17 Pro.

Donos de iPhone 17 Pro e Pro Max relatam que seus celulares fazem um barulho parecido com um chiado durante o carregamento. Segundo os usuários, o ruído vem do alto-falante e se parece com o de um rádio velho ou walkie-talkie.

Os casos foram compartilhados em diversos lugares da internet, como o Reddit (no subreddit r/iPhone), na comunidade de suporte da Apple e nos fóruns do MacRumors. Um dos relatos traz uma conversa com o atendimento da marca, que diz que a empresa está ciente do problema e que há possibilidade de uma futura atualização de software corrigir o defeito.

O que está acontecendo com o iPhone 17 Pro?

De acordo com os relatos dos donos do modelo, o chiado aparece ao carregar o celular. As experiências são variadas, dependendo da situação. Alguns dizem que é possível ouvir o barulho ao tocar áudio e abaixar o volume; outros, que é possível ouvir mesmo sem tocar nada. Um grupo de clientes relata que há estalos e assobios ao rolar páginas do navegador ou de apps enquanto o smartphone está na tomada.

As reclamações indicam que qualquer tipo de carregador, seja oficial da Apple ou não, faz o iPhone 17 Pro chiar, mas algumas apontam que o ruído é mais baixo ao usar o MagSafe. E em alguns casos, os donos dizem que o aparelho faz barulho mesmo sem estar na tomada.

Como nota o MacRumors, o chiado é muito baixo, o que pode significar que o problema é mais disseminado do que os relatos sugerem, mas apenas pessoas muito atentas e com boa audição foram capazes de notar.

Donos já reclamaram de riscos e mudança de cor

Essa não é a primeira vez que problemas no iPhone 17 Pro irritam compradores e chamam a atenção. Logo após o lançamento, clientes notaram marcas circulares na traseira e descascados nas bordas do módulo da câmera.

O primeiro tipo de dano era fácil de explicar: trata-se de uma transferência do material dos carregadores MagSafe para os aparelhos, que pode ser removido com uma simples limpeza. Já o segundo se deve a um “desgaste natural” no alumínio anodizado, segundo a Apple, que afirma que o mesmo acontece com outros produtos da marca com esse acabamento.

Usuários passaram a reclamar de mancha “rosé” no dispositivo (imagem: reprodução/MoeScat)

Mais recentemente, os consumidores relataram que o iPhone 17 Pro laranja está desbotando, ficando com uma cor próxima de um ouro rosé. Não há uma explicação oficial, mas duas hipóteses parecem as mais prováveis: uso indevido de produtos de limpeza ou exposição à luz solar.

Com informações do MacRumors
iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes

iPhone 17 Pro está chiando durante carregamento, dizem clientes
Fonte: Tecnoblog

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Brasileiros poderão fazer downloads sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple fechou acordo com o Cade para permitir compras fora da App Store no Brasil, com implementação em até 105 dias.
O acordo permite que desenvolvedores promovam ofertas externas e usem meios alternativos de pagamento, além de abrir lojas alternativas.
A investigação começou em 2022 por denúncia do Grupo Mercado Livre sobre práticas anticoncorrenciais da Apple.

Os donos de iPhone no Brasil poderão fazer compras de aplicativos e serviços digitais fora da App Store, que é controlada pela Apple. A empresa fechou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que investigava o assunto. Na prática, isso significa que haverá mais flexibilidade para os consumidores, num revés para a gigante de Cupertino.

Nesta terça-feira (23), o Tribunal do Cade formou maioria para aprovar o Termo de Compromisso de Cessação proposto pela empresa no processo que apura práticas anticoncorrenciais no ecossistema do iOS. O acordo terá duração de três anos e a Apple terá até 105 dias para implementar as mudanças.

Com este movimento, o Brasil se junta à União Europeia, Holanda, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Nestas localidades, regras recentes trouxeram mais flexibilidade para que usuários de iPhone obtenham apps e serviços digitais sem passar pelo “jardim murado” da Apple. A empresa era criticada por, na prática, impor uma taxa de todo o ecossistema.

Processo no Cade

O processo apurou a prática de proibição da distribuição de bens e serviços digitais de terceiros em aplicativos da App Store e a imposição obrigatória do sistema de processamento de pagamentos da Apple para transações dentro de aplicativos. A investigação também avalia cláusulas anti-direcionamento, que impediam desenvolvedores de informar usuários sobre formas alternativas de pagamento.

Pelo acordo, a Apple deverá permitir que desenvolvedores promovam ofertas externas e direcionem usuários para realizar transações fora do aplicativo. O termo desvincula o serviço de processamento de pagamentos da Apple, permitindo que desenvolvedores ofereçam outras formas de compra dentro do aplicativo. Meios alternativos de pagamento e ofertas externas devem ser expostos lado a lado com a solução de pagamento in-app da Apple.

Lojas alternativas

Compras no iPhone poderão ser feitas sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa também deverá permitir a abertura de lojas alternativas para distribuição de aplicativos. Eventuais avisos aos clientes feitos pela Apple terão escopo limitado, deverão adotar redação neutra e objetiva, e não poderão criar medidas de controle que dificultem a experiência do usuário.

O acordo estabelece a estrutura das taxas a serem cobradas pela Apple, alinhada com os compromissos assumidos, para garantir que os efeitos pró-competitivos sejam percebidos por desenvolvedores e usuários. Segundo o conselheiro Victor Fernandes, a proposta brasileira insere-se em cenário de iniciativas internacionais voltadas à abertura do ecossistema móvel da Apple.

Investigação a pedido do Mercado Livre

A investigação teve início em dezembro de 2022, a partir de denúncia do Mercado Livre, que apontou possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. Em novembro de 2024, o Cade determinou instauração de processo administrativo e adoção de medida preventiva. A Apple protocolou requerimento de abertura de negociação em julho de 2025.

Com a assinatura do acordo, a Apple concordou com o encerramento do litígio judicial em que buscava declaração de nulidade da medida preventiva imposta pelo Cade. Em caso de descumprimento total das obrigações, a empresa pode pagar multa de até R$ 150 milhões, com retomada da investigação e da medida preventiva. O processo administrativo será suspenso até o cumprimento das obrigações.
Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store
Fonte: Tecnoblog

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Apple é alvo de nova investigação sobre pagamento por aproximação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Comissão de Concorrência da Suíça investiga as condições impostas pela Apple para liberar o NFC do iPhone a terceiros.
O órgão quer saber se essas condições restringem a concorrência no mercado de pagamentos, criando barreiras na concorrência com o Apple Pay.
No Brasil, o Cade também investiga a Apple por possíveis práticas anticompetitivas relacionadas ao NFC.

A Apple voltou ao centro de um debate antitruste — desta vez, na Suíça. A Comissão de Concorrência do país europeu abriu uma investigação preliminar para avaliar se as regras definidas pela fabricante do iPhone no uso do NFC estão em conformidade com a legislação.

O NFC é a tecnologia para pagamento por aproximação. Segundo a comissão, há dúvidas sobre os termos comerciais da Apple para o acesso de terceiros a esse recurso, como os emissores de cartões. As eventuais taxas cobradas pela Apple seriam um obstáculo para que serviços de pagamento concorram em pé de igualdade com o Apple Pay no iOS.

O que a autoridade suíça quer descobrir?

Segundo o 9to5Mac, o órgão responsável afirmou que está analisando “se os termos e condições da Apple para conceder acesso podem levantar preocupações em relação à lei da concorrência”. A instituição também destacou que busca entender “se outros provedores de aplicativos de pagamento móvel podem competir efetivamente com o Apple Pay para pagamentos sem contato com dispositivos iOS em lojas”.

A liberação do chip NFC — usado para recursos como pagamentos sem contato, chaves digitais, bilhetes e documentos — passou a ocorrer por meio da NFC & SE Platform API. Essa interface permite que apps de terceiros reproduzam parte das funções do Apple Wallet.

Comissão suíça investiga condições do Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No entanto, para acessar o NFC e o Secure Element, os desenvolvedores precisam assinar um acordo comercial com a Apple e “pagar as taxas associadas”, segundo os termos da própria empresa.

Agora, as autoridades querem avaliar se esses requisitos criam barreiras excessivas para a concorrência. A comissão informou que está recolhendo informações de empresas do setor e que mantém conversas com a Apple durante esse processo.

Apple é alvo de inquérito no Cade por NFC

Há tempos a Apple enfrenta acusações sobre essas possíveis barreiras no NFC. No Brasil, o Cade abriu um inquérito, que ainda está em curso, para apurar a conduta da empresa. O Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apontaram possíveis práticas anticompetitivas da empresa.

No final de novembro, o PicPay também criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. A fintech alega que o acesso é dificultado por meio de obrigações onerosas aos emissores de cartões. Esse seria o motivo da empresa não oferecer o Pix por aproximação no iOS, mas disponibilizar a função no Android.
Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone
Fonte: Tecnoblog

iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre

iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre

Apple iPhone 16e 256 GB
R$ 3.929,00

R$ 6.599,0040% OFF

Prós

Desempenho elevado com e 8 GB de RAM
Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
Tela OLED com suporte HDR10
Certificação IP68 contra poeira e água
Feito para Apple Intelligence

Contras

Apenas 128 GB de armazenamento
Não tem MagSafe
Sem Dynamic Island
Não possui lente ultrawide

PIX

R$ 3.929,00  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 16e de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.929 no Pix no Mercado Livre. A promoção representa um desconto de 40% sobre o preço de lançamento do celular da Apple (R$ 6.599), que se destaca pelo chip A18 na ficha técnica. O iPhone está entre os modelos mais acessíveis da marca da maçã atualmente.

iPhone 16e é celular custo-benefício da Apple

O iPhone 16e é equipado com o processador Apple A18 de 3 nm, combinado com 8 GB de RAM, proporcionando desempenho excepcional para multitarefas, jogos e aplicativos pesados. O chip garante rapidez nas execuções, enquanto a memória RAM assegura fluidez e eficiência, mesmo em tarefas exigentes.

A versão mais básica do iPhone 16 traz câmera principal de 48 MP com estabilização óptica e abertura f/1.6, capturando fotos detalhadas e vídeos em 4K com Dolby Vision HDR. A câmera frontal de 12 MP grava em 4K e suporta HDR, ideal para selfies definidas e chamadas de vídeo com ótima nitidez.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas do iPhone exibe imagens com alta nitidez. Com brilho de 800 nits e pico de 1.200 nits, ela garante visibilidade em ambientes iluminados. Suporte a HDR10 e densidade de cerca de 460 ppi tornam vídeos e fotos vibrantes e detalhados.

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo do iPhone 16e (R$ 3.929) combina vidro frontal com traseira e estrutura em alumínio, com resistência IP68 contra água e poeira. E traz bateria de 4.005 mAh e conectividades 5G, Wi‑Fi dual‑band, Bluetooth 5.3 e USB‑C. Com tudo isso, quem busca um celular Apple mais acessível e moderno, pode preferir o iPhone 16e ao iPhone 15, por exemplo.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre

iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)

Resumo

O WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas. O processo requer a instalação do app nos dois dispositivos.
O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.

Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.

Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.

Como transferir dados do Android para iPhone via app?

WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)

Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.

Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.

O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.

Como usar o WatsGo?

O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:

1. Faça o download do WatsGo na Play Store.

2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.

Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.

Como transferir dados do WhatsApp para o iPhone?

O WatsGo possui uma função dedicada para transferir Whatsapp do Android para iPhone. O processo é feito em etapas e exige o backup mais recente do mensageiro:

1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.

Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.

Como usar o Migrar para iOS?

Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:

Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.

Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.

No Android, abra o app Migrar para iOS.

Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.

Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.

A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.

Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.

Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.

Transferência manual de dados

Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.

É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.

Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.

Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.

Qual o melhor método?

Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.

Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.

Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.

WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho
Fonte: Tecnoblog

Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

NameDrop tenta facilitar compartilhamento de contatos no iPhone (imagem: divulgação/Apple)

Resumo

O Google está desenvolvendo um recurso para Android que permite compartilhar contatos via NFC, semelhante ao NameDrop da Apple, introduzido no iOS 17.
A análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta revelou referências à troca de contatos por NFC, mas o recurso ainda está em fase inicial de desenvolvimento.
O Android Beam, que permitia transferência rápida de contatos por NFC, foi removido em 2019, sendo substituído pelo Quick Share, que não possui essa funcionalidade.

O Google está trabalhando para incluir no Android uma forma de compartilhar contatos com smartphones próximos usando NFC. Os indícios ainda são vagos, mas o recurso pode se parecer com o NameDrop, presente no iPhone desde o iOS 17.

As informações surgiram a partir de uma análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta, feita pelo site Android Authority. A publicação encontrou trechos que se referem a “atividade de troca de contatos” e “gesto de troca”. Essas partes também apontam para um “formato de troca de dados por NFC”.

Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)

O Android Authority conseguiu executar manualmente uma dessas atividades. Na tela do sistema, surge um pop-up para compartilhar seu contato ou receber o contato de outra pessoa, podendo salvá-lo na agenda.

Nada disso funciona, o que confirma que se trata de um recurso ainda nas primeiras fases de desenvolvimento. Também não se sabe como será o processo. É só aproximar? Tem que fazer mais alguma coisa? Vai ter outro método? O Android Authority nem mesmo descarta o uso de outras formas de conexão, como Bluetooth.

NameDrop do iPhone chegou em 2023

Uma ferramenta de compartilhamento de contatos por aproximação remete ao NameDrop, da Apple, que é uma extensão do AirDrop.

Desde o iOS 17, é possível colocar lado a lado dois dispositivos da marca para ativar o AirDrop, o que permite transferir informações e arquivos. Assim, também dá para usar o NameDrop: os usuários podem enviar instantaneamente uma espécie de cartão de visitas digital, com informações como nome, telefone, email e até mesmo foto.

O NameDrop gerou certa polêmica quando autoridades policiais dos Estados Unidos passaram a recomendar que pais desativassem o recurso nos iPhones das crianças, temendo que pessoas mal-intencionadas roubassem dados. Vale dizer que o envio do contato só acontece após confirmação do usuário.

A transferência rápida de contatos por NFC no Android não chega a ser uma novidade: ela já existia no Android Beam, lançado em 2011, que também funcionava ao colocar dois aparelhos lado a lado.

O Android Beam foi removido do Android em 2019. No lugar dele, o Google adotou o Nearby Share, que mais tarde seria unido com o Quick Share, da Samsung. Essa nova ferramenta, porém, não conta com esse recurso de aproximação.

Com informações do Android Authority e do 9to5Google
Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

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Fonte: Tecnoblog