Category: iPhone

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)

Resumo

A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.

Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000
Fonte: Tecnoblog

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

Entenda como funciona a tecnologia que transforma o smartphone em um “power bank” (imagem: Reprodução/Xiaomi)O carregamento reverso é a tecnologia que transforma o smartphone em um carregador portátil improvisado para emergências. Com esse recurso, o usuário consegue carregar um celular com outro utilizando cabos USB-C ou apenas o contato por indução.O sistema inverte o fluxo tradicional para transferir carga da bateria principal para acessórios ou outros aparelhos próximos. Tudo acontece via protocolo USB-OTG ou gerando um campo magnético que alimenta fones de ouvido e smartwatches.A Samsung lidera o mercado Android com o Wireless Power Share nas linhas Galaxy S e nos dobráveis Z Fold e Z Flip. Enquanto isso, a Apple introduziu o compartilhamento cabeado no iPhone 15, garantindo fôlego extra para outros gadgets.A seguir, conheça a tecnologia de carregamento reverso, como ela funciona detalhadamente e quais dispositivos podem transferir energia para outros aparelhos. Também saiba os pontos fortes e fracos de usar este método de carregamento no dia a dia.ÍndiceO que é carregamento reverso?Como funciona o carregamento reverso?Carregamento reverso consome muita bateria?Quais são os tipos de carregamento reverso?Quais dispositivos suportam carregamento reverso?Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?O iPhone carrega outro celular por indução?Quais são as vantagens do carregamento reverso?Quais são as desvantagens do carregamento reverso?Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?O que é carregamento reverso?O carregamento reverso é uma tecnologia que transforma o dispositivo em um “power bank” sem fio ou via cabo, permitindo compartilhar a bateria do celular com outros smartphones. Embora útil em emergências, o recurso possui baixa potência e drena rapidamente a bateria do aparelho principal, servindo apenas como “carga paliativa”.Como funciona o carregamento reverso?O carregamento reverso inverte o fluxo tradicional: o dispositivo atua como uma fonte de energia em vez de receber. O smartphone usa o hardware interno para alimentar periféricos ou outros celulares, seja por meio de conexões físicas ou campos magnéticos.No modo com fio, o protocolo USB-OTG comanda o controlador de energia para inverter a polaridade da porta USB. Assim, o celular deixa de consumir eletricidade e fornece uma corrente contínua estável para o cabo conectado.O sistema de gerenciamento de energia monitora constantemente a temperatura e a voltagem para evitar o desgaste excessivo da célula principal. Por segurança, a potência é reduzida, tornando essa tecnologia ideal para carregar acessórios menores ou emergências rápidas.No formato sem fio, a bobina de indução padrão Qi inverte a função original para gerar um campo eletromagnético ativo sobre a parte traseira. Esse método converte energia química em ondas de rádio, resultando em maior dissipação de calor e menor rendimento energético. Como ocorre o carregamento reverso por indução (imagem: Reprodução/Cosmo Magazine)Carregamento reverso consome muita bateria?Sim, o carregamento reverso consome energia de forma considerável. Isso ocorre devido à baixa eficiência térmica, o que faz perder muito mais energia na forma de calor durante a transferência do que o dispositivo receptor realmente recebe.Embora a conexão via cabo OTG seja mais estável que o método por indução, o uso frequente acelera os ciclos de desgaste do hardware principal. Por isso, ele deve ser uma solução somente em casos de emergência.Quais são os tipos de carregamento reverso?Existem duas formas principais de carregamento reverso:Carregamento com fio (via USB-C ou OTG): utiliza um cabo físico para enviar energia diretamente da porta USB do dispositivo para outro aparelho. É a forma mais estável e rápida de transferir carga entre baterias;Carregamento sem fio (Wireless Power Sharing): usa as bobinas de indução internas do aparelho para criar um campo eletromagnético que carrega dispositivos compatíveis apenas por contato físico, mas lentamente e dissipando mais calor. O carregamento reverso via cabo é o mais recomendado devido à estabilidade e velocidade da transferência de energia (imagem: divulgação/OPPO)Quais dispositivos suportam carregamento reverso?Estas são algumas categorias de dispositivos que podem atuar como “estações de energia” portáteis com a tecnologia de carregamento reverso:Smartphones (Android e iPhone): modelos premium como as linhas Samsung Galaxy S e o iPhone 15 ou superiores podem fornecer energia via cabo USB-C ou indução magnética para carregar fones e relógios;Tablets de alto desempenho: iPads com porta USB-C e tablets da linha Galaxy Tab S utilizam as baterias generosas para carregar acessórios periféricos rapidamente por meio de cabos;Notebooks com USB Power Delivery: devido à tecnologia USB-C PD, alguns notebooks modernos conseguem inverter o fluxo de energia para alimentar celulares e tablets, mesmo quando desconectados da tomada;Acessórios e capas com padrão Qi: capas com bateria integrada ou módulos magnéticos podem receber e repassar carga, transformando o conjunto “celular+acessório” em um hub de carregamento para outros dispositivos menores.Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?Estas são as linhas de smartphones da Samsung que contam com Wireless Power Share, recurso que transforma o dispositivo em um carregador portátil:Linha Galaxy S (S10 em diante): presente em todos os modelos premium desde 2019, o recurso usa o padrão universal Qi para transferir energia para outro dispositivo ou acessórios;Linha Galaxy Z Fold (todos os modelos): desde a primeira geração, o dobrável mais robusto da marca permite carregar outros gadgets apenas encostando-os na parte traseira;Linha Galaxy Z Flip (Todos os modelos): o dobrável compacto oferece a recarga reversa por indução em todas as versões lançadas até hoje;Linha Galaxy Note (Note 10 e Note 20): os últimos integrantes da linha com S Pen também contam com a tecnologia, garantindo energia compartilhada para fones e relógios. Desde o Galaxy S10, a Samsung permite que os smartphones premium sejam usados para carregamenro reverso sem fio (imagem: Reprodução/Samsung)O iPhone carrega outro celular por indução?O hardware do iPhone não foi desenvolvido para o carregamento reverso por indução. Suas bobinas internas são configuradas apenas para receber energia via padrão Qi ou MagSafe, sendo incapazes de transmitir carga sem fio para outros celulares.No entanto, a linha iPhone 15 e modelos superiores permitem o compartilhamento de carga via porta USB-C. Utilizando o protocolo Power Delivery, o aparelho consegue alimentar acessórios ou outros smartphones de forma cabeada.Dá para saber se meu celular suporta carregamento reverso?Sim, uma forma rápida de saber se o celular tem tecnologia de carregamento reverso é acessando o menu de configurações de Bateria ou Conexões no sistema operacional. Procure por funções como Wireless Power Share ou Compartilhamento de Bateria, que habilitam o aparelho a transferir energia para outros acessórios.Se a opção não estiver visível, consulte as especificações técnicas oficiais no site da marca ou na área Produtos do Tecnoblog. Se o modelo listar suporte para carregamento reverso com ou sem fio, ele está apto para transferir carga para outros dispositivos. A Apple apenas perminte o carregamento reverso cabeado no iPhone (imagem: Reprodução/Vegger)Quais são as vantagens do carregamento reverso?Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento reverso:Opção de emergência: atua como um “power bank” para uma carga rápida em outro celular ou acessórios quando não há tomadas por perto;Ecossistema universal (Padrão Qi): a conveniência é democrática, permitindo transferir energia para aparelhos de diferentes marcas, desde que ambos suportem o padrão de indução sem fio;Otimização de acessórios vestíveis: é a solução ideal para manter smartwatches e fones de ouvido carregados durante o trajeto para o trabalho ou em uma viagem, eliminando a necessidade de levar cabos específicos para cada gadget;Redução da “ansiedade de bateria”: pode proporcionar paz de espírito ao usuário, transformando o celular principal em uma estação de carga centralizada que atende a todo o kit pessoal;Sustentabilidade e menos e-lixo: ao transformar o smartphone em carregador, reduz-se a demanda por novos periféricos e baterias externas, combatendo o acúmulo de lixo eletrônico a longo prazo.Quais são as desvantagens do carregamento reverso?Estes são os pontos fracos do carregamento reverso:Dreno acelerado no dispositivo hospedeiro: o aparelho principal consome sua própria carga rapidamente para alimentar o outro dispositivo, o que pode deixar o usuário na mão caso não monitore a porcentagem de energia restante:Velocidade de carregamento limitada: a potência entregue é drasticamente menor que a de um carregador de parede, servindo apenas para “sobrevida” de acessórios ou carga de emergência em outros celulares;Baixa eficiência e desperdício térmico: grande parte da energia compartilhada se dissipa como calor durante a transferência por indução, consumindo muito mais carga do hospedeiro do que o dispositivo receptor efetivamente armazena;Exigência de alinhamento preciso: pequenos deslocamentos entre os aparelhos podem interromper o fluxo de energia por indução ou aumentar ainda mais a perda de eficiência por aquecimento;Desgaste precoce das células de lítio: o calor gerado e os ciclos extras de carga e descarga aceleram o desgaste químico da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone a longo prazo. O carregamento reverso deve ser uma opção de emergência, pois ele possui velocidade de carregamento limitada e drena mais energia do aparelho principal (imagem: Reprodução/Xiaomi)Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?O carregamento reverso com fio é a função que usa o padrão USB para transformar o celular em um power bank, transmitindo energia diretamente via cabo para outros dispositivos. Por utilizar condutores metálicos, ele oferece alta eficiência energética, estabilidade constante e velocidades de recarga superiores.O carregamento reverso sem fio transforma o smartphone em uma base de carregamento por indução, gerando um campo eletromagnético entre as bobinas internas para enviar energia. Embora ofereça a conveniência de eliminar fios, a tecnologia é mais lenta e exige um alinhamento preciso, resultando em maior dissipação de calor.Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?O carregamento reverso é o método que inverte o fluxo de energia, transformando o smartphone em um carregador portátil para alimentar outros aparelhos e acessórios. Ele pode funcionar via cabo ou sem fio, usando a própria bateria do celular como fonte de carga. O carregamento por indução é o processo de transferir energia de uma base conectada à tomada para o dispositivo via campos eletromagnéticos. O sistema utiliza bobinas de cobre para converter corrente alternada em contínua, abastecendo a bateria por contato.O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos
Fonte: Tecnoblog

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)

Resumo

A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.
Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Diversas unidades da Xiaomi Smart Tag durante lançamento em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Xiaomi Smart Tag custa R$ 299 no Brasil e é compatível com iOS e Android, utilizando as redes Apple Find My e Android Find Hub.
O dispositivo possui Bluetooth 5.4, NFC, resistência IP67 e bateria CR2032 com duração de um ano.
A Smart Tag inclui um alto-falante integrado e um acelerômetro para alertas sonoros e notificações “anti-esquecimento”.

O mercado brasileiro de acessórios inteligentes ganhou um novo competidor de peso nesta semana: a Xiaomi oficializou a chegada da Xiaomi Smart Tag pelo preço sugerido de R$ 299. O rastreador compacto foi desenvolvido para localizar itens como chaves, malas e mochilas.

O grande diferencial do produto é a interoperabilidade: diferente dos principais rivais, o Smart Tag da Xiaomi é compatível tanto com a rede Apple Find My quanto com o Android Find Hub (o “Encontre Meu Dispositivo”, do Google).

O Tecnoblog acompanhou o anúncio global do produto durante a feira MWC 2026, em Barcelona, e agora o gadget desembarca no país para acirrar a disputa em um segmento hoje dominado por Apple e Samsung.

Xiaomi Smart Tag aposta em design minimalista e integração com Android e iPhone (imagem: reprodução/Xiaomi)

A Xiaomi Smart Tag funciona em qualquer celular?

Diferentemente da AirTag da Apple ou da Galaxy SmartTag da Samsung, que são exclusivas para seus respectivos sistemas, o dispositivo da Xiaomi é compatível com iOS e Android. Para usuários de iPhone, a integração é pelo aplicativo Buscar (Find My). O processo de pareamento permite que o item seja rastreado pela infraestrutura da Apple de forma criptografada.

Já no universo Android, a tag utiliza a rede Find Hub, que se apoia na enorme base de dispositivos com o sistema do Google para atualizar as coordenadas geográficas do objeto.

Design inclui uma abertura para chaveiros, eliminando a necessidade de capas extras (imagem: reprodução/Xiaomi)

A segurança é um ponto chave. Toda a transmissão de dados é protegida por criptografia de ponta a ponta. Isso garante que apenas o dono ou pessoas autorizadas pela função de compartilhamento familiar vejam o paradeiro do objeto. Essa função de compartilhamento, aliás, facilita a rotina de quem divide chaves de carro ou mochilas com parentes, permitindo que mais de uma pessoa monitore o mesmo item.

Além do rastreamento via mapa, o acessório possui um alto-falante integrado. Através do celular, o usuário pode emitir um alerta sonoro para encontrar itens que estejam próximos, mas fora do campo de visão, como chaves escondidas entre as almofadas do sofá ou uma carteira no fundo da bolsa.

Bluetooth 5.4, NFC e resistência IP67

Por baixo do design minimalista disponível na cor branca, o Xiaomi Smart Tag traz especificações técnicas atualizadas. O acessório utiliza o padrão Bluetooth 5.4, que consome menos energia e oferece uma conexão mais estável. O suporte a NFC também está presente: caso um desconhecido encontre uma tag perdida, basta aproximar o smartphone do sensor para que as informações de contato do proprietário apareçam na tela, facilitando a devolução.

Certificação IP67 garante funcionamento mesmo após contato com água ou chuva (imagem: reprodução/Xiaomi)

A durabilidade é outro ponto de destaque. O rastreador possui certificação IP67, o que garante proteção contra poeira e resistência à imersão a até um metro de água por 30 minutos. Quanto à autonomia, a Xiaomi adotou uma bateria substituível do tipo CR2032, com duração estimada de um ano.

O dispositivo conta ainda com um acelerômetro integrado para gerenciar alertas inteligentes: se você se afastar demais de um objeto monitorado, por exemplo, o celular envia uma notificação “anti-esquecimento”.

Preço e concorrência no Brasil

Xiaomi Smart Tag é vendido apenas na cor branca (imagem: reprodução/Xiaomi)

Confira abaixo os preços da Xiaomi Smart Tag e produtos concorrentes no mercado brasileiro:

ProdutoPreçoKit com 4 unidadesXiaomi Smart TagR$ 299,99R$ 899,99Apple AirTagR$ 369,00R$ 1.249,00Samsung Galaxy SmartTag 2R$ 349,00—Motorola Moto TagR$ 299,00R$ 1.099,00
Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço
Fonte: Tecnoblog

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy S26 Ultra se comunica com iPhone próximo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung atualizou os Galaxy S26 no Brasil para compartilhar arquivos com iPhones via Bluetooth, preservando metadados de fotos e vídeos.
O Quick Share agora identifica iPhones próximos, permitindo envio direto de arquivos, mas não exibe nomes específicos dos dispositivos Apple.
A função requer Android com Google Play Services versão 26.11 ou superior e Quick Share atualizado, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi ativas.

A Samsung liberou para clientes brasileiros a atualização que permite aos celulares Galaxy compartilhar arquivos diretamente com os iPhones, via Bluetooth. Esse era um pedido antigo que só se tornou viável agora. O Tecnoblog realizou testes e comprovou que a função está operando conforme o prometido.

Com a atualização de segurança de março, o Quick Share passa a identificar iPhones próximos. No nosso teste, foi possível enviar fotos diretamente de um Galaxy S26 Ultra para um iPhone 15 Pro Max sem intercorrências. Os arquivos recebidos no dispositivo da Apple mantêm os metadados, como identificação do aparelho, data, hora, ISO e foco.

A liberação dessa ferramenta é uma ótima notícia depois de anos de dificuldades para compartilhamento de arquivos entre os sistemas de duas das maiores empresas de tecnologia do planeta.

Como funciona a integração com o iPhone?

Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A integração utiliza os protocolos de proximidade para permitir a visibilidade entre os sistemas. Curiosamente, o Quick Share não identifica os nomes dos iPhones ao redor, mesmo quando estão na agenda de contatos. Aparece apenas “iPhone”, o que pode dificultar a identificação em locais com muitos dispositivos da Apple.

O Quick Share compatível com AirDrop veio ativado de fábrica junto com a atualização. Ainda assim, é possível mexer nos ajustes seguindo este caminho: Config → Dispositivos conectados → Quick Share (ou Compartilhamento Rápido) → Ative a opção de Compartilhar com dispositivos Apple.

Requisitos

De acordo com a Samsung, o celular Android precisa rodar a versão 26.11 (ou superior) do Google Play Services e ter o aplicativo Quick Share atualizado pela Galaxy Store. As conexões Bluetooth e Wi-Fi de ambos os aparelhos também devem permanecer ativas durante todo o processo.

Por ora, temos notícias de que a nova ferramenta está disponível apenas para a recém-lançada linha do Galaxy S26. Existe a expectativa de que os sul-coreanos liberem mais mais dispositivos conforme disponibilizam os pacotes de segurança.

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)
Fonte: Tecnoblog

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Novidade ainda é restrita ao ecossistema Apple (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

Anthropic atualiza ferramentas Claude Cowork e Claude Code com controle remoto de Mac.
IA agora pode executar ações no macOS e automatizar tarefas complexas mesmo à distância.
Por enquanto, funcionalidade é restrita ao ecossistema Apple e chega em preview para assinantes pagos.

A Anthropic anunciou uma atualização de peso para as ferramentas Claude Cowork e Claude Code. A inteligência artificial da empresa agora consegue assumir o controle de um Mac remotamente para executar tarefas. O recurso permite que a IA aponte, clique, digite e até navegue pela interface do macOS, concluindo tarefas mesmo longe do computador.

A novidade funciona integrada ao Dispatch, outra funcionalidade recente que viabiliza a atribuição de processos entre diferentes aparelhos. Segundo a Anthropic, o sistema funciona da seguinte maneira: um usuário pode solicitar uma tarefa complexa ao Claude pelo aplicativo para iPhone; em seguida, a IA executa os comandos necessários no Mac que ficou em casa ou no escritório.

O modelo foi desenhado para atuar como um assistente. Em uma das demonstrações publicadas no YouTube, a IA recebe a instrução para exportar uma apresentação de vendas no formato PDF e anexá-la a um convite de reunião. A partir daí, o Claude realiza os cliques na interface do sistema de forma independente.

Como o Claude navega pelos aplicativos?

Para interagir com o sistema, o Claude prioriza integrações diretas com ferramentas como Slack ou Google Agenda. Quando essas pontes não existem, a IA passa a interpretar e controlar a tela. Ela rola páginas, clica em botões, abre arquivos e usa o navegador como um humano. O único requisito técnico é que o aplicativo desktop do Claude esteja aberto no macOS.

Apesar do avanço, a desenvolvedora é transparente quanto às atuais limitações. A Anthropic ressalta que o uso de computadores por modelos de IA ainda está em um estágio inicial e a ferramenta pode cometer erros de execução ou necessitar de uma segunda tentativa para finalizar comandos difíceis.

Para reduzir riscos, a IA sempre solicitará o aval do usuário antes de acessar um aplicativo novo ou instalar ferramentas. A companhia também implementou um sistema de verificação automático focado em detectar e neutralizar atividades perigosas. Outra recomendação oficial é evitar expor o recurso a dados sensíveis ou confidenciais, pelo menos neste período inicial.

A novidade já está disponível em formato de pré-visualização (preview) para assinantes dos planos pagos Claude Pro e Claude Max.

Claude solicita permissão do usuário para acessar novos aplicativos (imagem: reprodução/Anthropic)

Recurso segue tendência do OpenClaw

A nova funcionalidade do Claude segue uma tendência do mercado de agentes autônomos, esbarrando em comparações com o OpenClaw. O projeto de código aberto viralizou no início de 2026 por se conectar a aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizando um sistema baseado em plugins (“skills”) para automação e gerenciamento de arquivos.

Mas, aqui, há uma diferença no ecossistema. Enquanto o OpenClaw é multiplataforma (suportando macOS, Windows e Linux) e altamente personalizável, a versão da Anthropic aposta em um ambiente mais restritivo e controlado, rodando, até o momento, apenas nos computadores da Apple.

A atualização reforça a lista de melhorias da Anthropic, que também liberou recentemente uma ferramenta oficial de importação de memória. Ela permite transferir históricos de conversas de outras IAs concorrentes, eliminando a necessidade de começar do zero após migrar de serviço.
Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre

iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre

iPhone 17 512 GB
R$ 7.199,10

R$ 9.499,0024% OFF

Prós

Tela ProMotion com 120 Hz
Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Chip Apple A19 de 3 nanômetros

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX

R$ 7.199,10  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 17 de 512 está saindo por R$ 7.199 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 24% sobre o preço original de R$ 9.499, e válido apenas para o modelo na cor preto. Esta é uma das melhores ofertas já verificadas, segundo sites de monitoramento.

O celular da Apple possui como destaques a tela OLED de 120 Hz, chip A19 de alto desempenho e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 traz chip A19, câmeras de 48 MP e tela de 120 Hz

O iPhone 17 conta com um kit de câmeras principal composto por uma wide com estabilização óptica de imagem (OIS) e uma ultrawide, dupla que capta cenas em grande campo de visão, ambas de 48 MP. A câmera frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem sem precisar virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O desempenho é amparado no chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, que entregam alta performance em multitarefa, na execução de apps pesados e soluções de IA do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento oferecem grande espaço interno para armazenar vídeos, arquivos e fotos.

Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas agora conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vibrantes, entregar fluidez gráfica de alto nível e permitir visibilidade sob luz forte do Sol. O display é protegido pelo vidro Ceramic Shield 2, mais resistente contra riscos e arranhões.

Tela de 6,3″ do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda no quesito durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17 recebe revestimento do vidro Ceramic Shield 2 na traseira e certificação IP68, que protege o celular contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este smartphone conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de até 25 W via USB-C, que vai de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB), que roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, está em promoção por R$ 7.199 no Pix no Mercado Livre válido apenas para o modelo na cor preto. Você garante um desconto de 24% sobre o valor de lançamento em uma das melhores ofertas já vistas por essa versão.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre

iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

Lixeira de arquivos armazena temporariamente itens excluídos do celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A lixeira do celular é um diretório nos arquivos do smartphone que armazena temporariamente arquivos excluídos. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira da galeria, que aloca mídias (fotos e vídeos), documentos de texto e outros tipos de arquivo (como PDF e planilhas).

A lixeira do iPhone fica localizada no app “Arquivos”. Já a lixeira de celulares Samsung se encontra na seção de “Armazenamento do aparelho”. Smartphones Xiaomi e Motorola não costumam ter lixeira nativa, mas podem usar a lixeira do app “Files”, que geralmente vem pré-instalado de fábrica.

A seguir, veja como encontrar a lixeira de arquivos em seu celular.

ÍndiceO que é lixeira do celular?Onde fica a lixeira do iPhone?Onde fica a lixeira do Android?Como encontrar a lixeira de celulares SamsungComo encontrar a lixeira de celulares Xiaomi ou MotorolaO que dá pra fazer na lixeira do celular?Posso restaurar itens apagados da lixeira?Qual é a diferença entre lixeira do celular e lixeira da galeria?

Importante
O texto abaixo mostra como encontrar a lixeira de arquivos do celular. Caso esteja procurando pela lixeira de mídias (fotos e vídeos) de smartphones, acesse nossa publicação sobre a recuperação de fotos e vídeos apagados em Android ou iPhones.

O que é lixeira do celular?

A lixeira do celular é uma pasta que armazena itens excluídos do smartphone por tempo limitado, antes da exclusão permanente. Fotos, vídeos, áudios, PDFs e documentos de texto são exemplos de arquivos que podem parar na lixeira de smartphones.

Onde fica a lixeira do iPhone?

Para acessar a lixeira do iPhone, basta abrir o app “Arquivos”, acessar a guia “Explorar” (localizada no canto inferior direito da tela), e selecionar a opção “Apagados”.

A seção “Apagados” funciona como uma lixeira de arquivos do iPhone, que armazena itens excluídos via app “Arquivos” por até 30 dias antes da exclusão permanente dos itens. Mas é importante destacar que arquivos excluídos fora do app “Arquivos” não vão para essa lixeira.

Acessando a lixeira do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Onde fica a lixeira do Android?

A lixeira de smartphones Android pode variar de localização, devido às diferenças dos sistemas operacionais e interfaces. Veja a seguir onde fica a lixeira do celular Samsung, Xiaomi ou Motorola.

Como encontrar a lixeira de celulares Samsung

Para abrir lixeira do celular Samsung, acesse “Configurações”, vá em “Assistência do aparelho e bateria” e entre em “Armazenamento”. A lixeira então estará localizada abaixo dos dados de armazenamento, com seções divididas de acordo com o tipo de arquivo excluído.

Itens excluídos pelo gerenciador de arquivos da One UI vão ficar na lixeira por até 30 dias, antes de serem excluídos de forma permanente. Já fotos e vídeos apagados pela galeria vão para outra lixeira, que fica localizada na galeria nativa do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola

Importante
O passo a passo abaixo ilustra como encontrar a lixeira do Files, que costuma vir pré-instalado de fábrica em smartphones Android. O método utiliza esse aplicativo porque nem todo smartphone Xiaomi ou Motorola conta com uma lixeira do gerenciador de arquivos nativo.

Você pode acessar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola pelo app “Files”. Para isso, basta abrir o aplicativo “Files”, tocar no menu de três linhas (localizado no canto superior esquerdo da tela), e acessar a guia “Lixeira”.

Somente os arquivos excluídos via Files vão parar nessa lixeira, que aloca itens apagados por até 30 dias antes da exclusão permanente. Já mídias apagadas da galeria vão direto para a lixeira da galeria, enquanto arquivos excluídos via gerenciador de arquivos nativo (sem ser o Files) são eliminados de forma permanente do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Samsung (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que dá pra fazer na lixeira do celular?

Ao acessar a lixeira do seu celular, você poderá prosseguir com as seguintes ações:

Visualizar itens apagados: você pode entrar na lixeira para ver arquivos apagados do celular, de modo a analisar o gerenciamento de itens em seu smartphone.

Excluir arquivos permanentemente: é possível apagar itens individuais ou limpar a lixeira do celular para excluir todos os arquivos de forma permanente, liberando mais espaço de armazenamento no dispositivo.

Restaurar arquivos apagados: você pode restaurar arquivos que ainda estão na lixeira no Android ou iPhone caso tenha se arrependido da exclusão.

Posso restaurar itens apagados da lixeira?

Sim. Você pode restaurar da lixeira que foram apagados a menos de 30 dias, bastando selecionar os itens desejados e escolher opções como “Restaurar” ou “Recuperar”.

Caso o item tenha sido apagado permanentemente da lixeira, você pode tentar restaurar o backup no Android ou restaurar o backup no iPhone para um ponto anterior à primeira exclusão do arquivo. Mas tenha em mente que todos os dados, mídias e conversas pós-backup também vão ser apagados.

Outra saída é utilizar programas para recuperar arquivos deletados. No entanto, não há garantias que você vai recuperar os itens, já que a eficácia do processo leva em conta o tempo que se passou desde a exclusão, e se nenhum dado foi reescrito em cima dos dados apagados.

Qual é a diferença entre lixeira do celular e lixeira da galeria?

A lixeira do celular é uma pasta que aloca temporariamente itens excluídos do dispositivo, como mídias, arquivos em texto ou PDF. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira nativa da galeria, que abrange outros tipos de arquivos excluídos, e que costumam alocar temporariamente itens excluídos via gerenciadores de arquivos.

Já a lixeira da galeria é uma lixeira específica que armazena temporariamente fotos e vídeos excluídos da galeria nativa dos celulares. Diferentemente da lixeira do celular, a lixeira da galeria não armazena arquivos como PDFs, documentos de texto ou planilhas que foram apagados.
Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android
Fonte: Tecnoblog

iPhone 16e em oferta em até 12x sai 42% mais barato que iPhone 17e

iPhone 16e em oferta em até 12x sai 42% mais barato que iPhone 17e

iPhone 16e 128 GB
R$ 3.380,00

R$ 5.79942% OFF

Prós

Feito para Apple Intelligence
Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
Tela OLED com suporte HDR10
Certificação IP68 contra poeira e água

Contras

Não tem MagSafe
Sem Dynamic Island
Não possui lente ultrawide

Cupom
Parcelado

BRAE8
R$ 3.380,00  Magalu no AliExpress

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

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Telegram

O iPhone 16e (128 GB) está disponível por R$ 3.380 em até 12x sem juros com o cupom BRAE8 na loja da Magalu no AliExpress. O celular acessível da Apple com câmera de 48 MP e Apple Intelligence tem 42% de desconto se comparado ao recém-anunciado iPhone 17e, cuja versão com 256 GB custa R$ 5.799.

É importante dizer que o iPhone 16e de 128 GB chegou às lojas em fevereiro de 2025 com o mesmo preço de R$ 5.799. Entretanto, com exceção da memória inicial, há poucas mudanças entre as duas gerações do iPhone e.

iPhone 16e traz chipset recente, tela OLED e câmera que filma em 4K

O iPhone 16e usa o chip Apple A18 e 8 GB de RAM, trazendo suporte para tarefas um pouco mais pesadas do dia a dia e ao Apple Intelligence. No entanto, os 128 GB de armazenamento interno podem ser muito pouco para alguns usuários e exigir o uso do iCloud para ampliar a memória para mídias e outros arquivos.

O modelo traz tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com resolução 2K, mas repete o desenho compacto e “retro” do iPhone 14. O painel com brilho máximo de 1.200 nits ainda conta com os recursos TrueTone e HDR para reproduzir cores vivas e detalhadas.

Para fotos e vídeos, o iPhone 16e tem uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP que traz zoom híbrido de 2x e pode fazer registros em 4K. Ele também tem uma câmera frontal de 12 MP com Modo Retrato e HDR para deixar as selfies aprimoradas.

A câmera traseira do iPhone 16e é formada por um único sensor de 48 MP capaz de filmar em 4K (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple tem estrutura de alumínio com acabamento traseiro de vidro, mantendo o aspecto premium e resistente da marca. Ele também possui certificado IP68 de resistência à água e pode ser submerso por até 6 metros em água doce pelo período máximo de 30 minutos.

O aparelho adota uma bateria de 4.000 mAh que, segundo a marca, garante até 26 horas de reprodução de vídeo. Os pontos fracos comparados ao iPhone 17e são que a versão de 2025 só oferece carregamento rápido de 20 W em vez de 40 W e não traz suporte para carregamento por indução MagSafe.

Por fim, o iPhone 16e (R$ 3.380 em até 12x sem juros com o cupom BRAE8) ainda oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Em relação ao software, o telefone vem com o iOS 18 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.
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iPhone 16e em oferta em até 12x sai 42% mais barato que iPhone 17e
Fonte: Tecnoblog

Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores

Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores

Desenvolvedores independentes ganham fôlego financeiro com a nova política (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Apple reduzirá a comissão da App Store na China de 30% para 25% a partir de 15 de março, após pressão regulatória.
Desenvolvedores no Programa de Pequenas Empresas da App Store também terão a taxa reduzida de 15% para 12%.
A decisão visa evitar investigações antitruste na China, um mercado que representa 17% da receita global da dona do iPhone.

A Apple vai reduzir as taxas cobradas de desenvolvedores na App Store da China. Em comunicado, a dona do iPhone confirmou que, a partir de domingo (15/03), a comissão padrão sobre a compra de apps e transações no ecossistema do iOS e iPadOS vai cair dos atuais 30% para 25%.

A decisão acontece após discussões com órgãos reguladores chineses, em uma tentativa clara da empresa de evitar a abertura de uma investigação antitruste no país asiático.

Essa mudança não beneficia apenas as grandes desenvolvedoras. Em nota, a empresa afirma que desenvolvedores qualificados no Programa de Pequenas Empresas da App Store e parceiros de miniaplicativos também terão um alívio: a taxa cai de 15% para 12%.

Por que a Apple decidiu reduzir as taxas na China?

A redução é uma resposta direta à crescente pressão do governo chinês. Em fevereiro, a CNBC relatou que a China estudava abrir uma investigação formal contra a dona do iPhone, focada justamente nas políticas restritivas e altos valores retidos pela App Store. O simples rumor gerou instabilidade no mercado e impactou negativamente o valor das ações da companhia.

Segundo o The Verge, a Maçã preferiu ceder e flexibilizar seu modelo de negócios a encarar uma briga jurídica prolongada. Do ponto de vista estratégico, a decisão faz sentido, já que a China figura como um dos mercados vitais para a empresa de Cupertino, respondendo atualmente por cerca de 17% de toda a sua receita global.

No comunicado, a Apple também justificou a alteração dizendo que quer manter o iOS e o iPadOS como uma “excelente oportunidade de negócios” na região. A empresa reforçou o compromisso com termos justos e transparentes, garantindo que as taxas na China não sejam maiores do que as praticadas em outros mercados.

Apple cede às pressões mais uma vez

O corte tem efeito imediato no bolso de estúdios de jogos, criadores independentes e empresas de serviços digitais que dependem da infraestrutura da Apple. Na prática, a medida aumenta a margem de lucro local retida pelos desenvolvedores em cada transação, o que pode impulsionar ainda mais o ecossistema de criação de software no país.

Ceder às pressões regulatórias, no entanto, não é novidade na estratégia recente da Apple. A empresa já foi forçada a fazer mudanças parecidas na União Europeia por conta da Lei dos Mercados Digitais (DMA). Por lá, a gigante da tecnologia precisou liberar a instalação de lojas de aplicativos de terceiros e autorizar o uso de métodos de pagamento alternativos para acalmar os reguladores e evitar multas bilionárias.
Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores

Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores
Fonte: Tecnoblog