Category: iPhone

iPhone 16e (256 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre

iPhone 16e (256 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre

Apple iPhone 16e 256 GB
R$ 4.103,10

R$ 6.599,0038% OFF

Prós

Desempenho elevado com e 8 GB de RAM
Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
Tela OLED com suporte HDR10
Certificação IP68 contra poeira e água
Feito para Apple Intelligence

Contras

Não tem MagSafe
Sem Dynamic Island
Não possui lentes ultrawide e teleobjetiva

PIX

R$ 4.103,10  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 16e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.103 no Pix no Mercado Livre. O celular da Apple está com desconto de 38% em relação ao lançamento (R$ 6.599), e traz processador A18 com RAM de 8 GB para alto desempenho, além de câmera de 48 MP.

iPhone 16e tem Apple A18 e câmera de 48 MP

iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O chip Apple A18 de 3 nm entrega alta performance para tarefas intensivas, com seis núcleos e GPU de quatro núcleos. Essa combinação permite fluidez em jogos, edição de vídeo e multitarefa, com 8 GB de RAM no modelo de 256 GB. O armazenamento NVMe oferece velocidade de leitura e escrita superior.

A câmera principal tem sensor de 48 megapixels com abertura f/1.6, estabilização óptica e foco automático. O conjunto grava vídeos em 4K com Dolby Vision e capta áudio espacial. A câmera frontal de 12 MP também grava em 4K e conta com sensores 3D para reconhecimento facial.

A tela Super Retina XDR de 6,1 polegadas utiliza tecnologia OLED com pico de 1.200 nits e taxa de contraste elevada. A resolução de 1.170 x 2.532 pixels resulta em densidade de 460 ppi, adequada para leitura e consumo de mídia. A estrutura de vidro com moldura de alumínio é protegida por Ceramic Shield.

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.005 mAh é compatível com carregamento rápido via USB-C, também há suporte a carregamento wireless de 7,5 W. A conectividade inclui Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC e GPS com múltiplas constelações. E em oferta, o iPhone 16e de 256 GB sai por apenas R$ 4.103 à vista no Mercado Livre.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 16e (256 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre

iPhone 16e (256 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

Apple liberou as vendas do AirPods Pro 3 no Brasil (imagem: divulgação)

Resumo

Apple lançou no Brasil os AirPods Pro 3 por R$ 2.699 e os Apple Watch Series 11, Ultra 3 e SE 3, com preços entre R$ 3.299 e R$ 10.499.
Os AirPods Pro 3 trazem tradução ao vivo em cinco idiomas, com suporte a mais quatro até o fim do ano.
O Apple Watch Series 11 monitora pressão arterial, o SE 3 traz funções antes restritas aos modelos premium e o Ultra 3 oferece conectividade via satélite.

A Apple começou a vender oficialmente no Brasil, nesta sexta-feira (10/10), os AirPods Pro 3 e as três novas linhas de Apple Watch: Series 11, Ultra 3 e SE 3. Os fones de ouvido chegam por R$ 2.699, enquanto os relógios têm preços que variam entre R$ 3.299 e R$ 10.499, a depender do modelo.

Entre as principais novidades, estão recursos voltados à saúde e à inteligência artificial. Os dispositivos foram apresentados pela empresa no começo de setembro, durante o evento de lançamento da linha iPhone 17.

O que o AirPods Pro 3 tem de novo?

AirPods Pro agora tem recurso de tradução em tempo real (imagem: reprodução)

A terceira geração dos AirPods Pro introduz um dos recursos mais esperados: a tradução ao vivo de conversas. A função permite que o usuário entenda e fale com pessoas de outros idiomas sem precisar olhar para o celular.

Há duas formas de usar o sistema: com o iPhone em modo horizontal, exibindo as falas traduzidas na tela, ou com ambos os interlocutores usando os fones, para ouvir a tradução diretamente nos ouvidos.

AirPods Pro 3 tem design mais confortável (imagem: divulgação)

A tradução está disponível, por enquanto, em português, inglês, francês, alemão e espanhol, com promessa de suporte a japonês, coreano, chinês e italiano até o fim do ano.

Segundo a empresa, basta pressionar a haste dos fones para ativar o modo de tradução — o aparelho emite um som confirmando o início da função. A novidade é impulsionada pela Apple Intelligence, o novo sistema de inteligência artificial da marca.

E o que há nos novos Apple Watch?

Apple renovou linha de relógios inteligentes (imagem: divulgação)

O Apple Watch Series 11 estreia com um novo recurso de saúde: o monitoramento de pressão arterial, capaz de emitir alertas quando identificar sinais de hipertensão. A Apple destaca, porém, que a função depende da aprovação de órgãos reguladores em cada país para ser ativada.

O modelo mantém sensores de batimentos cardíacos e oxigenação do sangue, mas traz melhorias de desempenho e integração mais fluida com o ecossistema da marca.

Apple Watch Ultra 3 tem foco em esportes de aventura (imagem: divulgação)

O Apple Watch SE 3 herda funções antes restritas aos modelos premium, como tela sempre ligada, detecção de apneia do sono, carregamento rápido, alto-falantes e suporte a gestos.

Já o Apple Watch Ultra 3, voltado a esportes e aventuras, tem tela ligeiramente maior e corpo com dimensões semelhantes às gerações anteriores. O modelo conta ainda com 5G e conectividade via satélite aprimorada, permitindo o envio de mensagens mesmo sem sinal de celular.

No Brasil, os preços começam em R$ 3.299 (SE 3), R$ 5.499 (Series 11) e R$ 10.499 (Ultra 3). Os produtos podem ser adquiridos no site oficial da Apple.
AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços

AirPods Pro 3 e novos Apple Watch desembarcam no Brasil; veja os preços
Fonte: Tecnoblog

Celulares Galaxy devem ganhar função que importa eSIM de iPhones

Celulares Galaxy devem ganhar função que importa eSIM de iPhones

Celulares Galaxy devem ganhar função que importa eSIM de iPhones (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Futura interface One UI 8.5 da Samsung deve permitir transferência de eSIM de iPhones para celulares Galaxy;
Com a funcionalidade, usuário não precisará contatar a operadora para transferir o eSIM;
A One UI 8.5 deve ser lançada no primeiro trimestre de 2026, com a versão beta prevista para novembro de 2025.

Em um futuro próximo, ficará mais fácil transferir um eSIM de um iPhone para um celular Samsung Galaxy. A marca coreana está trabalhando em uma função na futura interface One UI 8.5 capaz de fazer esse tipo de transferência sem que o usuário precise contatar a operadora de sua linha móvel.

É o que revela o Android Authority, que encontrou referências para o recurso em uma versão vazada da One UI 8.5. A captura de tela liberada pelo veículo mostra que será possível transferir um eSIM para um celular Galaxy tanto de um iPhone quanto de outro dispositivo Android.

Obviamente, esse recurso será disponibilizado em aparelhos Samsung que suportam eSIM (chip SIM virtual), a exemplo da atual série Galaxy S25, embora a prioridade inicial deverá ser a futura linha Galaxy S26.

Nos Estados Unidos, celulares mais recentes da linha Pixel já conseguem importar eSIM de iPhones de modo nativo e rápido.

Por lá, o recurso funciona com as operadoras Verizon, AT&T e T-Mobile. É possível que, na One UI 8.5, a funcionalidade também seja restrita a linhas móveis atendidas por essas companhias.

One UI 8 à esquerda, One UI 8.5 à direta, com a função que importa eSIM de iPhone e Android (imagem: reprodução/Android Authority)

Quando aparelhos Samsung poderão importar eSIMs de iPhones?

Como o recurso foi encontrado na One UI 8.5, que ainda está em desenvolvimento, é de se presumir que a função que importa eSIM será disponibilizada junto com o lançamento dessa interface. Isso se o recurso se tornar oficial, é claro.

A expectativa é a de que a One UI 8.5 seja liberada pela Samsung nos aparelhos Galaxy compatíveis no primeiro trimestre de 2026. Antes disso, a Samsung deverá liberar a versão beta da One UI 8.5, o que deve ocorrer em novembro deste ano.

Mas, como a nova ferramenta provavelmente dependerá de parcerias com operadoras, a sua disponibilização poderá ocorrer de modo progressivo, seguindo datas que variam de acordo com o país.
Celulares Galaxy devem ganhar função que importa eSIM de iPhones

Celulares Galaxy devem ganhar função que importa eSIM de iPhones
Fonte: Tecnoblog

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Saiba como ampliar o armazenamento do iPhone usando o iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O jeito mais simples de aumentar a memória do iPhone é assinando um dos planos do iCloud. Este serviço de nuvem da Apple permite guardar fotos, vídeos e outros dados para liberar espaço físico no aparelho.

O plano básico do iCloud oferece 5 GB gratuitos, mas é possível optar por planos pagos. As opções de upgrade incluem 50 GB, 200 GB, 2 TB, 6 TB e 12 TB de armazenamento, adaptando-se a qualquer necessidade.

Veja o passo a passo para comprar armazenamento no iPhone realizando a assinatura do iCloud pelo celular, Mac ou Windows.

ÍndiceComprar armazenamento do iCloud pelo iPhone1. Abra o app “Ajustes”2. Acesse as informações da Conta Apple3. Vá até a opção “iCloud”4. Selecione “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos”5. Escolha um plano do iCloud6. Confirme a compra no novo planoComprar armazenamento do iCloud pelo Mac1. Abra os “Ajustes do Sistema” do Mac2. Acesse as informações da Conta Apple3. Selecione o menu “iCloud”4. Clique em “Gerenciar” iCloud5. Acesse a opção “Adicionar armazenamento”6. Escolha o plano do iCloud+7. Conclua a compra do armazenamentoComprar armazenamento do iCloud pelo Windows1. Clique em “Gerenciar” iCloud2. Selecione “Adicionar armazenamento”3. Escolha o plano do iCloud+4. Confirme o upgrade de armazenamento do iCloud+Por que não consigo comprar espaço de armazenamento no iPhone?Precisa ter cartão de crédito para comprar espaço de armazenamento no iPhone?É possível comprar armazenamento em nuvem no iPhone sem ser pelo iCloud?Qual é a diferença entre comprar armazenamento e liberar espaço no iPhone?

Comprar armazenamento do iCloud pelo iPhone

1. Abra o app “Ajustes”

Acesse o aplicativo “Ajustes” no iPhone para ver mais opções de configurações do dispositivo.

Acessando o app “Ajustes no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse as informações da Conta Apple

Toque no seu nome de usuário, na parte superior do app, para acessar mais informações da Conta Apple ID.

Abrindo as opções do usuário do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Vá até a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para verificar as informações do serviço de armazenamento na nuvem.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos”

Toque em “Atualizar para o iCloud+”, caso não seja assinante, ou “Ver todos os planos” para ver as opções de upgrades para comprar espaço no iPhone por meio do iCloud.

Escolhendo a opção “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Escolha um plano do iCloud

Confira as opções de upgrade de armazenamento do iCloud e selecione o plano que melhor combine com as suas necessidades. Em seguida, toque em “Fazer upgrade” para avançar.

Escolhendo o novo plano do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Confirme a compra no novo plano

Por fim, confirme pressionando duas vezes o botão lateral direito do iPhone para assinar o iCloud+. Assim, você terá mais espaço de armazenamento no iPhone e em outros dispositivos da Apple.

Confirmando a assinatura do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Comprar armazenamento do iCloud pelo Mac

1. Abra os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no menu Apple, ícone de maçã no canto superior esquerdo da tela do sistema operacional Mac, e selecione a opção “Ajustes do Sistema”.

Acessando a opção “Ajustes do sistema” no computador Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse as informações da Conta Apple

Clique em cima do seu nome de usuário, no canto esquerdo da tela, para abrir as opções da Conta Apple.

Abrindo as opções de usuário (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o menu “iCloud”

Selecione a opção “iCloud” para ver mais informações do serviço de armazenamento em nuvem da Apple.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Clique em “Gerenciar” iCloud

Na seção “iCloud”, clique na opção “Gerenciar” no canto direito da tela, para abrir um novo menu de opções.

Clicando em “Gerenciar” iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Acesse a opção “Adicionar armazenamento”

Clique em “Adicionar armazenamento”, no canto superior direito da nova janela, para avançar.

Abrindo a opção “Adicionar armazenamento” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Escolha o plano do iCloud+

Selecione a opção de upgrade do iCloud+ que melhor atende às suas necessidades e, depois, clique no botão “Próximo” no canto inferior direito.

Escolhendo o plano de upgrade do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conclua a compra do armazenamento

Insira sua senha da Conta Apple e clique no botão “Comprar” para assinar o plano do iCloud+.

Importante: embora o procedimento seja feito pelo Mac, ele também serve para aumentar o armazenamento do iPhone e outros dispositivos Apple vinculados a sua conta.

Confirmando o pagamento do armazenamento do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Comprar armazenamento do iCloud pelo Windows

1. Clique em “Gerenciar” iCloud

Abra o aplicativo do iCloud no Windows e desça a tela até ver a seção “iCloud”. Em seguida, clique no botão “Gerenciar” para avançar.

Acessando a opção “Gerenciar” iCloud no app do Windows (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione “Adicionar armazenamento”

Clique na opção “Adicionar armazenamento”, no canto superior direito da nova janela, para ver as opções de planos de armazenamento do iCloud+.

Clicando em “Adicionar armazenamento” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o plano do iCloud+

Escolha a opção de upgrade do iCloud+ e, depois, clique em “Próximo” para continuar.

Escolhendo o plano de upgrade do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Confirme o upgrade de armazenamento do iCloud+

Digite a sua senha da Conta Apple e, em seguida, clique em “Comprar” para realizar a assinatura do armazenamento do iCloud+.

Importante: mesmo com a assinatura sendo feita por meio de um PC Windows, o upgrade para o espaço de armazenamento na nuvem é válido para o iPhone e outros dispositivos vinculados à sua Conta Apple.

Confirmando a compra de espaço de armazenamento no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo comprar espaço de armazenamento no iPhone?

Há alguns cenários que impedem você de comprar espaço de armazenamento no iPhone via iCloud+. Os mais comuns são:

Problemas com método de pagamento: ocorrem devido ao saldo insuficiente, dados incorretos do cartão de crédito ou endereço de cobrança não coincidir com o registro do banco. Verifique e atualize as informações de pagamento para solucionar;

Conexão com a internet: uma conexão fraca ou instável impede a comunicação do dispositivo com os servidores da Apple para concluir a assinatura. Tente se conectar a uma rede Wi-Fi estável ou usar os dados móveis em um ambiente com sinal forte;

Falhas temporárias no sistema: um erro temporário no dispositivo ou no sistema pode estar interferindo no processo de upgrade. Muitas vezes isso pode ser resolvido ao reiniciar o dispositivo ou ao entrar e sair da conta Apple;

Interrupções nos sistemas da Apple: os servidores ou sistemas da Apple podem estar com problemas ou passando por manutenção, resultando em falhas nas transações. Confira o status dos sistemas e tente realizar o procedimento mais tarde;

Restrições de dispositivos ou conta: o dispositivo pode ter restrições de rede ativas ou a Conta Apple ID pode estar suspensa por motivos de segurança, bloqueando a compra. Entre em contato com o suporte da Apple para verificar as restrições.

Precisa ter cartão de crédito para comprar espaço de armazenamento no iPhone?

Não, a Apple oferece outros métodos de pagamentos além do cartão de crédito para assinar o iCloud+ e expandir o armazenamento do iPhone. Por exemplo, é possível pagar a assinatura do iCloud+ usando o saldo de cartões-presente (Gift cards) resgatados pela Conta ID Apple.

Posso comprar espaço de armazenamento no iPhone com Pix?

Não é possível comprar diretamente espaço no iCloud+ usando Pix como forma de pagamento. Contudo, dá para adquirir cartões-presente da Apple em lojas ou plataformas que aceitam o Pix e, depois, resgatar o valor como crédito em sua Apple ID para realizar a compra do upgrade de armazenamento no iPhone.

É possível comprar armazenamento em nuvem no iPhone sem ser pelo iCloud?

Sim, você pode comprar e usar armazenamento em nuvem de terceiros no iPhone, como o Google Drive ou o Dropbox, para salvar fotos, vídeos e outros arquivos. Contudo, esses serviços não oferecem o backup completo do sistema, como configurações e dados de aplicativos, sendo uma função exclusiva do iCloud.

Dá para usar cartão de memória no iPhone?

Não, o iPhone não possui entrada para cartões microSD ou qualquer forma de expansão de armazenamento físico. Para gerenciar o espaço quando estiver cheio, a melhor alternativa é apagar arquivos desnecessários e liberar espaço no iCloud.

Qual é a diferença entre comprar armazenamento e liberar espaço no iPhone?

Comprar armazenamento se refere a ter uma assinatura do iCloud+ para expandir o armazenamento em nuvem para fotos, vídeos, arquivos e backups. Ele mantém os dados sincronizados em todos os dispositivos Apple vinculados a conta e garante um backup seguro fora do aparelho físico.

Liberar espaço no iPhone é o ato de apagar dados, fotos, vídeos ou aplicativos desnecessários diretamente na memória interna do aparelho. O objetivo é recuperar o espaço físico local para permitir a instalação de novos aplicativos, atualizações de software ou o registro de mais fotos e vídeos.
Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone
Fonte: Tecnoblog

Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17

Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17

iPhone 17 Pro conta com acabamento em alumínio anodizado (imagem: Divulgação/Apple)

Resumo

A Apple adicionou anéis de silicone nos carregadores MagSafe em lojas para evitar marcas nos iPhones 17.
O problema de marcas, chamado “scratchgate”, foi notado logo após o lançamento do iPhone 17.
A Apple afirma que as marcas são devidas ao acúmulo de material e que o desgaste é comum em alumínio anodizado.

A Apple colocou um anel protetor de silicone nos carregadores MagSafe de suas lojas, que servem de suporte para os iPhones em exibição. Com isso, a empresa pretende evitar que a carcaça dos aparelhos fique marcada, problema que já causou controvérsia nas redes sociais.

A medida foi noticiada pelo site francês Consomac, que notou os anéis de silicone em uma Apple Store do país. Ainda não se sabe se a medida será definitiva ou se a empresa pretende substituir os carregadores por um modelo que não cause problemas estéticos nos smartphones.

iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)

O movimento era esperado. Ao responder às críticas, a Apple informou estar trabalhando para substituir os suportes MagSafe.

O que é o “scratchgate”?

Logo nos primeiros dias após o lançamento, donos de smartphones da linha iPhone 17 notaram marcas visíveis na parte traseira dos aparelhos, mesmo com pouco tempo de uso. Os problemas se concentravam no círculo do ímã do MagSafe e nas bordas do módulo da câmera. A controvérsia foi apelidada de “scratchgate”.

Marcas circulares na traseira de um iPhone Air, na área de contato com o carregador MagSafe (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

Em relação ao círculo na carcaça, a Apple disse que se trata de um acúmulo de material vindo do próprio suporte, que pode ser removido com uma simples limpeza. A companhia alegou ainda que o problema não é novo e aconteceu também com o iPhone 16.

Já os arranhões nas bordas do módulo da câmera não têm uma solução específica. Uma das questões é que a plataforma não conta com um arredondamento, o que deixa as quinas expostas.

Ponto que testes de durabilidade apontaram como mais vulnerável a riscos (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

A Apple afirma que os desgastes são próprios do alumínio anodizado e podem acontecer ao longo do tempo. Isso também vale para outros produtos da marca, como MacBooks e gerações anteriores do próprio iPhone, que usam esse mesmo material em seu acabamento.

Com informações do Apple Insider e do MacRumors
Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17

Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17
Fonte: Tecnoblog

Apple explica os danos na carcaça do iPhone 17

Apple explica os danos na carcaça do iPhone 17

Imagem compartilhada mostra arranhões na traseira do aparelho (imagem: reprodução/Amar Singh)

Resumo

Crescentes queixas sobre arranhões nos iPhone 17 Pro e Pro Max levaram a Apple a esclarecer que os danos em mostruários foram causados por acessórios MagSafe desgastados.
Bordas da câmera podem apresentar desgaste natural, mas dispositivos passam por testes internos de resistência, incluindo o Ceramic Shield 2 na frente.
Problema remete a episódios antigos, como o iPhone 5 em 2012, e não indica falha estrutural nos aparelhos atuais.

A Apple se manifestou sobre as crescentes queixas de usuários e relatos na imprensa a respeito da durabilidade dos novos iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max. Consumidores apontaram que os aparelhos, que marcam o retorno da estrutura de alumínio para a linha Pro, estariam arranhando com mais facilidade.

A controvérsia, apelidada de “scratchgate” nas redes sociais, ganhou força após a publicação de imagens e vídeos mostrando os novos smartphones com marcas visíveis mesmo com pouco tempo de uso. Os relatos se concentraram principalmente na parte traseira dos aparelhos, ao redor da área de contato com o carregador magnético MagSafe, e nas bordas elevadas do módulo de câmera.

O que diz a Apple?

Procurada pelo site 9to5Mac, a Apple esclareceu que fez uma investigação e determinou que as imperfeições notadas em aparelhos de mostruário em Apple Stores e em lojas de parceiros foram causadas por suportes MagSafe que já apresentavam desgaste. Segundo a companhia, o que ocorre é uma transferência de material do acessório para o acabamento do telefone, e não um dano permanente ao corpo de alumínio do iPhone.

A empresa assegura que tais marcas podem ser removidas com uma simples limpeza e que está trabalhando para substituir os suportes defeituosos em suas lojas. A Apple ainda pontuou que outros modelos de iPhone, como os da linha 16, também foram afetados pelo mesmo problema nos expositores.

Marcas circulares na traseira de um iPhone Air, na área de contato com o carregador MagSafe (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

Durabilidade das bordas

Outra preocupação levantada por especialistas e consumidores diz respeito aos arranhões nas bordas da plataforma de câmera do iPhone 17 Pro. Testes de durabilidade, como os realizados pelo canal JerryRigEverything no YouTube, indicaram que essa área é mais vulnerável devido à ausência de um chanfro ou arredondamento no design, tornando as quinas mais expostas.

A Apple disse que estas bordas possuem características de design similares às de outros produtos com carcaça de alumínio anodizado da marca, como MacBooks e gerações anteriores do próprio iPhone. A empresa defende que, embora essas bordas sejam projetadas para serem duráveis, é possível que os clientes notem um “desgaste natural, incluindo pequenas abrasões, ao longo do tempo” com o uso cotidiano.

Ponto que testes de durabilidade apontaram como mais vulnerável a riscos (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

A companhia de Cupertino reiterou que seus produtos passam por um extenso processo de testes de durabilidade durante o desenvolvimento, incluindo testes de arranhões, para garantir que os dispositivos resistam ao uso normal na vida real.

Polêmica não é nova

O fato atual remete diretamente a um episódio semelhante ocorrido em 2012, com o lançamento do iPhone 5. Naquela época, o aparelho, também construído em alumínio anodizado, ficou famoso por arranhar e descascar com extrema facilidade, especialmente na cor preta. A resposta oficial da Apple veio do então vice-presidente de marketing, Phil Schiller, que declarou ser “normal” que qualquer produto de alumínio pudesse arranhar com o uso, expondo sua cor natural.

Apesar das queixas focadas no acabamento, outros testes de durabilidade demonstraram a robustez da nova linha. O iPhone Air, notável por sua espessura reduzida, surpreendeu pela resistência a tentativas de envergamento. Além disso, a nova camada de proteção Ceramic Shield 2, presente na parte frontal de todos os quatro modelos, provou ser significativamente mais resistente a riscos do que as versões anteriores.

A chegada da linha iPhone 17 ao mercado brasileiro ocorreu de forma simultânea ao lançamento global. Os aparelhos estão disponíveis desde o dia 19 de setembro, com o iPhone 17 Pro sendo comercializado a partir de R$ 11.499.
Apple explica os danos na carcaça do iPhone 17

Apple explica os danos na carcaça do iPhone 17
Fonte: Tecnoblog

iPhone Air resiste a quase 60 kg de pressão sem quebrar

iPhone Air resiste a quase 60 kg de pressão sem quebrar

iPhone Air resiste à pressão de peso sem danificar o aparelho (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

Resumo

Em testes da Apple, o iPhone Air suporta até 60 kg de pressão sem sofrer danos permanentes, desempenho atribuído ao chassi de titânio.
A nova geração do Ceramic Shield, chamada Ceramic Shield 2, garante resistência a riscos três vezes superior à versão anterior.
Nas quedas simuladas, o iPhone 17 Pro demonstrou robustez, sem apresentar trincas ou danos estruturais aparentes.

A Apple aproveitou o lançamento da nova linha iPhone 17 para divulgar testes de durabilidade dos celulares, incluindo o iPhone Air, modelo com apenas 5,6 milímetros de espessura. Entre as demonstrações, estão quedas simuladas, arranhões na tela e testes de pressão sobre o corpo do aparelho.

As informações vêm diretamente da Apple, mas dão uma ideia inicial da resistência do modelo mais fino. O iPhone Air foi submetido a aplicação de 60 kg de pressão na parte central, local mais propenso a deformações.

Um vídeo fornecido ao site Tom’s Guide mostra que o aparelho retornou à forma original sem apresentar curvas permanentes — comportamento estável mesmo sob força considerável.

O editor-chefe global do Tom’s Guide, Mark Spoonaur, realizou outros testes práticos que confirmaram a resistência, mostrando que o modelo, mesmo com pouca espessura, é bem mais rígido que o iPhone 6, conhecido pelo episódio “bendgate”.

À prova de dobra?

iPhone Air tem apenas 5,6 mm de espessura (imagem: divulgação)

O que garante a resistência do iPhone Air é a adoção de um chassi em titânio, enquanto o iPhone 6 utilizava alumínio, mais suscetível à flexão. A Apple afirma que o novo modelo excede seus próprios critérios de resistência à dobra, sendo, segundo a empresa, o “iPhone mais durável já produzido”.

Ainda assim, como aponta o MacRumors, somente testes independentes em diferentes condições do dia a dia poderão confirmar se o aparelho realmente suporta o uso intenso sem riscos. Além do teste de pressão, a Apple destacou o novo vidro Ceramic Shield 2, presente em todos os novos iPhones.

iPhone 17 é resistente a riscos na tela (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

De acordo com a fabricante, o material oferece resistência a riscos três vezes maior que a geração anterior. Em vídeos, a tela foi submetida a atrito com uma ponta de material abrasivo, sem apresentar danos visíveis. Como não há informações detalhadas sobre a dureza do instrumento utilizado, a avaliação pode ter limitações.

Outro teste envolveu quedas simuladas do iPhone 17 Pro em diferentes superfícies. Os aparelhos resistiram às quedas sem apresentar trincas ou danos estruturais visíveis. Até aqui, os resultados são positivos, mas especialistas lembram que laboratórios não replicam todas as variáveis ambientais do cotidiano, como pisos irregulares, umidade ou impactos repetidos.

O novo iPhone Air também foi tema do Tecnocast 387. Ele e os novos aparelhos da Maçã são discutidos no episódio.

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iPhone Air resiste a quase 60 kg de pressão sem quebrar

iPhone Air resiste a quase 60 kg de pressão sem quebrar
Fonte: Tecnoblog

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook Pro mais recente é de novembro de 2024 (imagem: Divulgação)

Resumo

A Apple planeja lançar um MacBook Pro com tela OLED sensível ao toque, previsto para produção no final de 2026.
Um novo MacBook de entrada usará o chip A18 Pro, do iPhone 16 Pro, com desempenho semelhante ao chip M1, mas sem suporte a portas Thunderbolt e com 8 GB de RAM.
A Samsung fornecerá os painéis OLED, e a mudança visa aproximar a experiência de uso entre MacBooks e iPads.

A Apple pode estar preparando uma nova geração do MacBook Pro com tela OLED sensível ao toque. O modelo, porém, só entraria em produção no fim de 2026. Os dispositivos usariam uma tecnologia que integra os sensores de toque na camada superior da tela, sem precisar de uma camada separada

As notícias são do analista Ming-Chi Kuo, especialista em cadeias de suprimentos que frequentemente traz previsões sobre futuros produtos da Apple.

Vale lembrar que este também seria o primeiro MacBook com tela OLED, tecnologia já presente em iPhones e iPads. Segundo o site coreano The Elec, a Samsung fornecerá os painéis dos novos laptops.

Por que a Apple vai colocar tela touch no MacBook?

O analista avalia que a mudança parece refletir “as observações de longa data da Apple sobre o comportamento de usuários de iPad, que indicam que, em certos cenários, controles por toque podem melhorar a produtividade e a experiência”.

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)

As telas touch podem ser mais um passo para aproximar o Mac e o iPad. O mais recente foi o lançamento do iPadOS 26, que adicionou vários elementos típicos de desktop à interface do tablet, como janelas redimensionáveis e barras de menu.

Mark Gurman, jornalista da Bloomberg e especialista em bastidores da Apple, disse em junho que espera que iPads e Macs tenham telas sensíveis ao toque, interfaces parecidas e rodem os mesmos apps.

Curiosamente, a Apple é praticamente a única das grandes fabricantes de computadores que não aderiu a esse formato de laptop. Em 2012, Tim Cook, CEO da Apple, declarou que a convergência entre produtos poderia acabar desagradando a todos.

Só para Pro

Kuo também afirma que o MacBook Pro deve ser o primeiro laptop da Apple a adotar uma touchscreen. Antes disso, ele aponta que a empresa lançará um novo MacBook de entrada com tela convencional.

Esse modelo “baratinho” deve usar o chip A18 Pro, do iPhone 16 Pro, como forma de reduzir custos. Mesmo assim, testes indicam que o desempenho será semelhante ao do chip M1, lançado em 2020. Por outro lado, o A18 Pro não tem suporte a portas Thunderbolt e vem apenas com 8 GB de RAM.

Com informações do MacRumors e do Verge
MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar

MacBook pode ganhar tela sensível ao toque, mas ainda vai demorar
Fonte: Tecnoblog

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

iCloud tem novos requisitos mínimos (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

iCloud passa a exigir iOS 11 ou macOS High Sierra como requisito mínimo;
Modelos antigos, como iPhone 5 e iPad 4, não terão mais acesso ao serviço;
Alteração coincide com chegada do iOS 26, liberado para o iPhone 11 em diante.

Se você tem um iPhone ou um Mac antigo e não atualizado, atenção: os requisitos mínimos para uso dos recursos do iCloud mudaram. Agora, o serviço exige que o dispositivo tenha, pelo menos, o iOS 11 ou o macOS High Sierra (versão 10.13).

Isso significa que, se você tiver um iPhone, iPad ou Mac com o iOS 10 ou macOS Sierra, ou com uma versão anterior a essas, não conseguirá acessar recursos como iCloud Drive, iCloud Photos (Fotos do iCloud) e Find My (Buscar).

O alerta foi dado pelo MacRumors, que notou que a página da Apple que descreve os requisitos do iCloud foi atualizada na segunda-feira (15/09). A atualização serviu justamente para a Apple colocar o iOS 11 e o macOS High Sierra entre os requisitos mínimos para o serviço.

Não surpreende. Tanto o iOS 10 quanto o macOS Sierra foram lançados em 2016. De lá para cá, o iCloud passou por diversas atualizações funcionais e estruturais que, provavelmente, as versões em questão não puderam acompanhar.

Na prática, isso significa que aparelhos como o iPhone 5, o iPhone 5c e o iPad de quarta geração não funcionarão mais com o iCloud, pois o iOS 10 é a última versão compatível com esses modelos.

A situação é um pouco mais tranquila com relação aos Macs, pois o macOS High Sierra é compatível com todos os modelos que rodam o macOS Sierra. Quem tem um Mac nessa condição pode recorrer ao macOS High Sierra para continuar acessando os recursos do iCloud, portanto.

Linha iPhone 5c (imagem: reprodução/Apple)

O iOS 26 já está entre nós

Coincidência ou não, as mudanças nos requisitos mínimos do iCloud ocorrem no mesmo dia em que a Apple liberou a versão final do iOS 26. A novidade está disponível para o iPhone 11 e versões sucessoras da linha. O seu destaque é a interface baseada no conceito Liquid Glass.
Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

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Fonte: Tecnoblog

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Fonte: Tecnoblog