Category: iPhone 18

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

John Ternus, novo CEO da Apple, tem 25 anos de carreira dentro da empresa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

John Ternus assume a posição de CEO após 25 anos de empresa.
Tim Cook se despediu com uma carta aos funcionários da empresa.
Cook deixa um legado de valorização da companhia, assim como aumento da receita anual.

Tim Cook não é mais CEO da Apple. O executivo deixa a posição que ocupou por mais de 15 anos para dar lugar a John Ternus nesta terça-feira (1º/09). Em sua despedida, Cook enviou uma carta para os funcionários da Maçã destacando a importância de todos para seu sucesso à frente da empresa. Agora, o ex-CEO assume outra função na Apple: a de presidente executivo do conselho de administração.

John Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware da Apple. Ao longo desse período, consolidou-se como um dos principais nomes no desenvolvimento de novos dispositivos.

Ao comunicar a mudança no comando em abril, a Apple destacou a participação direta de Ternus no lançamento de produtos como iPad e AirPods, além das muitas gerações de iPhone, Mac e Apple Watch.

Cook se despediu em carta para os funcionários

Tim Cook agradeceu aos funcionários pelos anos à frente da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tim Cook esteve à frente da Maçã durante um período bastante próspero para a empresa. Sob seu comando, a Apple viu seu valor de mercado saltar de US$ 350 bilhões (R$ 1,8 trilhões) para US$ 4 trilhões (R$ 20,7 trilhões).

Seguindo o legado de Jobs, o ex-CEO conduziu mudanças importantes em produtos que já se destacavam no mercado. O iPhone, por exemplo, passou por mudanças importantes de design a partir de 2017. Da mesma forma, os MacBooks ganharam destaque no desempenho com os chips proprietários Apple Silicon, em 2020.

Na despedida, Tim Cook enviou uma carta aos funcionários. Ele apontou que “nunca esteve com um time tão extraordinário” em toda sua vida e agradeceu as demonstrações de carinho que tem recebido. Segundo Cook, a Apple foi capaz de “deixar uma marca no universo” durante o período, como dizia Steve Jobs.

Sua saída já era especulada desde 2025, com Ternus aparecendo como principal candidato para a sucessão.

Quem é John Ternus, novo CEO da Apple

John Ternus substituiu Tim Cook no comando da Apple (imagem: divulgação/Apple)

Desde 2021, John Ternus ocupava a cadeira de vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Na posição, ele se destacou na introdução do MacBook Neo, lançado este ano, assim como em mudanças apresentadas na geração atual do iPhone 17 como design e autonomia de bateria.

Ternus também teve papel de liderança nas melhorias dos AirPods atuais, que funcionam tanto como fones de ouvido quanto como aparelhos auditivos com certificação do FDA, órgão análogo à Anatel nos Estados Unidos.

Agora, ele tem como primeiro grande passo a apresentação da nova geração do iPhone, que acontece no próximo dia 9 de setembro. Entre as novidades aguardadas estão o primeiro celular dobrável da Apple e iPhone 18 Pro, assim como possíveis AirPods com câmera embutida.

No primeiro semestre de 2027, a Maçã pode apresentar um iPhone comemorativo de 20 anos. O executivo assume em meio à atual crise de memórias RAM, que já afetou o preço de alguns produtos da marca e deve encarecer os próximos celulares.
Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro pode custar 38% a mais para a Apple por conta da crise de RAM (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 Pro deve ter um custo de produção 38% maior para a Apple, principalmente devido à crise de memória RAM, o que pode resultar em um aumento de preço para o consumidor final.
A Apple pode absorver parte do aumento de custo para não elevar significativamente o preço do iPhone 18 Pro, que rumores apontam pode ser de até US$ 1.399.
O iPhone 17 Pro também pode ter seu preço afetado devido à crise de memória RAM e outros aumentos nos custos de produção.

O iPhone 18 Pro deve ter um custo de produção 38% maior para os cofres da Apple. Isso pode significar um aumento relevante no valor final do celular: alguns rumores falam em US$ 1.399, algo em torno de R$ 7.145 na cotação atual. Mas, ao que tudo indica, a maçã não deve seguir esse valor, e sim absorver o preço mais alto abrindo mão de parte do lucro.

Além disso, o iPhone 17 Pro também pode ficar mais caro a partir desta semana, apesar de ainda não haver nenhuma mudança oficial. O principal motivo apontado pela mídia especializada seria a crise de memórias RAM, mas outras fases da produção também seriam afetadas.

Segundo o site 9to5Mac, a Apple deve seguir a mesma estratégia que tem utilizado na linha de MacBooks, com uma subida parcial no valor final do produto. Ainda assim, os custos de produção podem ficar ainda maiores em 2027 e ultrapassar esses 38%, como aponta a pesquisa do site TrendForce, dificultando a manutenção dos preços mais competitivos.

Escassez de chips seria principal culpada

A Apple é uma das poucas empresas do mercado de tecnologia que ainda não tiveram uma mudança significativa nos preços praticados nos últimos meses. Mesmo após a afirmação do CEO Tim Cook sobre o assunto, quando disse que os reajustes seriam “inevitáveis”, a linha de celulares, por exemplo, segue intacta. Até o momento, foram observados alguns movimentos nas linhas de computadores, como Mac Mini e Mac Studio, mas alguns analistas já apontavam para aumentos a partir da nova geração do iPhone.

Tim Cook afirmou que os reajustes nos preços do iPhone seriam inevitáveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agora, a partir do relatório divulgado pela TrendForce, esse indicativo é ainda maior por conta do aumento nos custos de produção. Segundo a publicação, a principal culpada é mesmo a memória RAM, representando 34% do custo total de montagem. Caso a escassez continue no mesmo ritmo, os chips representariam mais de 40% do valor total na fabricação do celular.

Neste cenário, os custos passariam dos 38% de aumento previstos para este primeiro momento, já no primeiro trimestre fiscal de 2027. Vale lembrar que, conforme noticiado aqui no TB, a Apple deve ter uma segunda janela de lançamento entre março e junho do próximo ano com a chegada do iPhone 18 padrão.

Outros modelos também estão sob risco

Para absorver esse aumento significativo sem subir muito o preço praticado em seu modelo premium, a Apple poderia “distribuir” esse custo por outras gerações. O iPhone 17 Pro, por exemplo, seria uma das primeiras vítimas desse reajuste, previsto já para esta segunda semana de agosto. Até o fechamento desta matéria, pelo menos, o valor sugerido no site da Apple não mudou.

iPhone 17 Pro pode ser uma das “vítimas” para segurar aumento no iPhone 18 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um dos alertas levantados pelo TrendForce é por uma situação ainda mais complicada para modelos Android nos próximos meses. Os preços mais altos devem ficar mais evidentes sobretudo em celulares de entrada ou intermediários, onde a margem de lucro das fabricantes é menor.

A escassez de RAM tem sido um problema geral no mercado de tecnologia. O foco das fabricantes de memória em componentes para servidores de inteligência artificial diminuiu a oferta de chips para produtos de hardware. Isso afetou setores que vão desde a computação até os videogames, com atrasos e encarecimento no desenvolvimento do vindouro PlayStation 6, por exemplo.
iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção
Fonte: Tecnoblog

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)

Resumo

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.

Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.

Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.

Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.

Crise de memória RAM chega à Apple

Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.

O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron. 

O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.

Alta nos preços deve afetar iPhone 18

Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.

A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.

Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.

As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.

Pedidos de mais memória já eram monitorados

A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.

Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)

Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.

Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.

Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027

Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço
Fonte: Tecnoblog

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)

Resumo

A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.

O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.

A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.

Finalmente teremos tela infinita na Apple?

A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.

Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)

Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.

Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.

Dois eventos por ano

Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos
Fonte: Tecnoblog

Samsung pode fornecer câmeras para o iPhone no lugar da Sony

Samsung pode fornecer câmeras para o iPhone no lugar da Sony

Samsung pode dividir fornecimento de peças com a Sony a partir de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung pode fornecer câmeras para o iPhone a partir do iPhone 18 em 2026, substituindo a Sony no fornecimento de sensores principais.
O sensor da Samsung usaria tecnologia de três camadas empilhadas com PD-TR-Logic, que promete captura de imagem mais rápida.
A Samsung também desenvolve um sensor de 500 MP com PD-TR-Logic para os celulares Galaxy.

A Samsung pode ser a nova fornecedora de câmeras dos iPhones, dizem o analista de mercado Ming-Chi Kuo e o leaker Jukanlosreve. Segundo Kuo, a Apple pode usar os sensores produzidos pela rival a partir da linha iPhone 18, que deve ser lançada em 2026. Nos últimos anos, a Sony é a fornecedora exclusiva da big tech nesse segmento.

O leaker Jukanlosreve, que tem um histórico respeitável de vazamentos, disse em um tweet que o sensor de imagem desenvolvido pela Samsung para a Apple pode ser usado na câmera principal dos iPhones 18. Até o momento, essas duas fontes não dizem se a companhia sul-coreana tomará o lugar da Sony como fornecedora exclusiva ou se as duas empresas dividirão essa função.

Como é o sensor que a Samsung está desenvolvendo para a Apple?

Segundo Jukanlosreve, a Samsung está desenvolvendo um sensor com tecnologia de três camadas empilhadas com a tecnologia PD-TR-Logic, que permite uma captura de imagem ainda mais rápida. O padrão nos celulares é que os sensores estejam empilhados, o que diminui a distância na qual os valores dos pixels (a informação sobre a imagem) “viajam” do sensor até outros chips que realizam o processamento da imagem. Consequentemente, o tempo de processamento diminui.

Até aqui, o empilhamento de sensores não é nada novo. A inovação é a tecnologia PD-TR-Logic, que segundo o leaker Jukanlosreve, é mais avançada que a Exmor RS usada nos sensores CMOS IMX da Sony. Pouco se sabe sobre o funcionamento dessa tecnologia, contudo, caso os rumores estejam certos, ela é avançada o suficiente para fazer a Apple trocar o fornecedor do sensor principal.

A big tech costuma segurar atualizações enquanto as tecnologias não estão maduras o suficiente ou quando não há um grande apelo para o público. Nesta situação, temos como exemplo a câmera principal do iPhone, que ficou por anos com um sensor de 12 MP até ser atualizado para 48 MP na linha do iPhone 14 Pro.

Câmera principal de toda linha iPhone 15 tem 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy com sensor PD-TR-Logic de 500 MP

Jukanlosreve sugere ainda que a Samsung está desenvolvendo um sensor de 500 MP com mesma a tecnologia PD-TR-Logic para os celulares Galaxy. Os primeiros rumores sobre smartphones com tamanho número de pixels surgiram em 2021.

O olho humano visualiza imagens com o equivalente à resolução de 576 MP, segundo alguns estudos. Ou seja, o avanço para algo entre 500 MP e 600 MP seria absurdo para uma câmera de celular (e convenhamos, os aparelhos atuais já capturam imagens belíssimas). No entanto, o propósito também seria de desenvolver sensores para outros dispositivos inteligentes, como um carro com direção assistida ou autônoma, que precisaria captar o máximo de informação para se situar na via.

Com informações de Phone Arena e WCCF Tech
Samsung pode fornecer câmeras para o iPhone no lugar da Sony

Samsung pode fornecer câmeras para o iPhone no lugar da Sony
Fonte: Tecnoblog

Ainda deve demorar para vermos smartphones com chips de 2 nanômetros

Ainda deve demorar para vermos smartphones com chips de 2 nanômetros

SoCs de 4 nm, como o Snapdragon 8 Gen 2, e de 3 nm devem seguir nos smartphones até 2026 (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O plano da Apple de usar um processador de 2 nm no iPhone 17 pode sofrer um atraso. Segundo um leaker chinês, a TSMC só terá capacidade para produzir em massa chips nesse nó a partir da metade de 2026. Com isso, apenas o SoC A20, previsto para equipar o iPhone 18 deve ser fabricado no processo de 2 nm.

O rumor foi publicado no Weibo e traduzido no X/Twitter por outro leaker. Caso a informação seja verdadeira, cai por água a ideia de que o chip A19 Pro e A19 do iPhone 17 serão fabricados no processo de 2 nm. Com isso, existe a possibilidade da Qualcomm e da Samsung superarem a Apple, estreando SoCs e smartphones nesse nó antes do lançamento do iPhone 18.

Publicação no Weibo diz que TSMC não será capaz de produzir em massa chips de 2 nm para o iPhone 17 (Imagem: Reprodução/X/Twitter)

Qualcomm e Samsung estrando SoC de 2 nm

Tradicionalmente, a Qualcomm anuncia seus Snapdragons no último trimestre do ano, sendo que eles equipam os celulares Galaxy S lançados no início do ano seguinte. Exemplificando, o Snapdragon 8 Gen 3 foi anunciado em outubro do ano passado. Após equipar alguns smartphones chineses lançados em dezembro, o SoC foi apresentado em janeiro como processador do Galaxy S24.

Chip Apple A17 Pro do iPhone 15 é fabricado em processo de 3 nm (Imagem: Divulgação/Apple)

A razão para a Qualcomm e Samsung se anteciparem à Apple é, veja só, a própria Samsung. É especulado que a criadora do Snapdragon utilize as fábricas da sul-coreana para o Snapdragon 8 Gen 5, que pode ser o seu primeiro SoC em 2 nm.

O rumor diz que a TSMC não terá capacidade de produzir chips em 2 nm a tempo do lançamento do iPhone 17. Para não correr riscos de falta de produto, a Apple vai segurar os processadores com essa litografia até o smartphone seguinte. O chip A19, que deve equipar o iPhone 17, será fabricado em 3 nm.

Porém, a Qualcomm também pode pisar no freio e atrasar o uso do chip de 2 nm. É previsto que a empresa passe a usar o nó de 3 nm no Snapdragon 8 Gen 4, que será lançado neste ano. O que faria com que a Qualcomm trocasse de fabricação rapidamente — o que pode não ser bom para os seus negócios.

Com informações: SamMobile e Phone Arena
Ainda deve demorar para vermos smartphones com chips de 2 nanômetros

Ainda deve demorar para vermos smartphones com chips de 2 nanômetros
Fonte: Tecnoblog