Category: iPhone 18 Pro

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.

A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.

Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.

Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?

A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).

Traçando um comparativo com a família passada, o iPhone 17 Pro estreou no mercado brasileiro em 2025 custando R$ 11.499 na versão básica, de 256 GB. Já o iPhone 17 Pro Max chegou ao país por R$ 12.499.

ArmazenamentoiPhone 18 ProiPhone 18 Pro Max256 GBR$ 11.999R$ 12.999512 GBR$ 13.499R$ 14.4991 TBR$ 16.499R$ 17.4992 TBR$ 20.999R$ 21.999Compilação feita pelo Tecnoblog

A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.

Quais são as principais novidades?

Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.

Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.

Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.
Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 Pro entra em oferta após iPhone 18 Pro ser homologado

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O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por R$ 8.048 no Pix no Magazine Luiza. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP recebe desconto de 30% sobre o preço original de R$ 11.499, às vésperas da chegada do novo iPhone 18 Pro às lojas.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz

O iPhone 17 Pro possui elementos em comum com o novo iPhone 18 Pro, sendo a grande diferença as câmeras: embora o kit principal dos dois celulares tenha sensores de 48 MP, o modelo mais recente ostenta aberturas de lente variáveis na wide com OIS, ultrawide e telefoto com zoom óptico de 4x. A frontal Center Stage de 18 MP é a mesma em ambos.

Outra diferença é o chip interno, sendo o A19 Pro no iPhone 17 Pro e o A20 Pro de 2 nm no 18 Pro, que promete 20% mais desempenho em CPU e 40% mais na GPU que a geração anterior. Ambos contam com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ é a mesma em ambos, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que reproduz imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 Pro e do iPhone 18 Pro, este recentemente homologado para venda no Brasil, conta com o vidro Ceramic Shield 2 de ambos os lados, resistente a pancadas e quedas. A certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

A bateria do iPhone 18 Pro possui 4.056 mAh contra 3.998 mAh de seu antecessor, que oferecem 36 horas e 31 horas de reprodução de vídeo respectivamente, segundo a fabricante. O modelo mais recente recebe uma carga de 50% em 15 minutos via USB-C, contra 20 minutos do 17 Pro.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (R$ 8.048 no Pix) roda iOS 26, enquanto o novo iPhone 18 Pro sai rodando o iOS 27 da caixa. Ambos possuem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.
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iPhone 17 Pro entra em oferta após iPhone 18 Pro ser homologado
Fonte: Tecnoblog

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil, incluindo a Claro e a Vivo, confirmaram ao Tecnoblog que planejam oferecer o recurso iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones.
A funcionalidade é restrita a prestadoras dos EUA e da Alemanha, mas as operadoras brasileiras estão preparando as providências técnicas para oferecer o recurso aos consumidores quando estiver disponível.
O iPhone Handoff permite que dois iPhones sejam sincronizados, recebendo chamadas e mensagens SMS e correios de voz em ambos os dispositivos, sendo possível graças ao uso de eSIM.

As maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil confirmaram ao Tecnoblog que vão oferecer o novo recurso que permite usar o mesmo número em dois iPhones. A novidade foi apresentada pela Apple nesta semana, junto com o iPhone 18 Pro, o inédito iPhone Duo e outros dispositivos com a marca da maçã.

Por enquanto, a ferramenta é restrita a prestadoras dos Estados Unidos e da Alemanha, mas já está no radar das companhias brasileiras. Os representantes da Claro me disseram que, assim que estiver liberada para outros países, vão tomar as providências técnicas para que ela seja ofertada aos consumidores.

Tela de configurações do iPhone Handoff (imagem: pdfu/MacRumors)

Já a Vivo nos contou que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. Cabe lembrar que, do ponto de vista técnico, a funcionalidade do iPhone Handoff só é possível para os adeptos de eSIM, sem possibilidade de implementação para clientes com chip físico.

A ideia é simples, mas interessante: os dois iPhones ficam sincronizados e tocam ao mesmo tempo. Aquele que o usuário optar por usar automaticamente recebe a chamada. Hoje em dia, isso não é possível entre telefones, mas já existem implementações similares combinando, por exemplo, o iPhone e o Apple Watch.

Além das chamadas, a tecnologia da Apple também consegue replicar mensagens SMS e correios de voz entre os dois dispositivos – basta ser abastado o suficiente para ter dois iPhone.

Em nota ao Tecnoblog, a TIM declarou que também vai desenvolver a função “nos próximos meses”, sem decretar um prazo.

O iPhone Handoff chega aos usuários americanos na próxima semana, como parte das novidades do iOS 27.

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro e celular dobrável: o que esperar do evento da Apple

iPhone 18 Pro e celular dobrável: o que esperar do evento da Apple

iPhone 18 Pro deve trazer nova cor vinho (imagem: reprodução/MacWorld)

Resumo

A Apple deve lançar o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em 9 de setembro, com um novo chip A20 Pro e mudanças nas câmeras.
O iPhone 18 Pro pode trazer uma câmera principal de 48 MP com abertura variável e teleobjetiva de 48 MP.
Já o primeiro iPhone dobrável pode ter tela externa de 5,49 polegadas e interna de 7,76 polegadas, com duas câmeras traseiras de 48 MP.

A Apple prepara uma nova geração de iPhones, que devemos conhecer em menos de uma semana. Os destaques esperados são o iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, que devem ganhar um novo chip de 2 nanômetros e mudanças nas câmeras, e o primeiro iPhone dobrável da marca.

A principal novidade, porém, está na própria composição da linha. Durante o evento marcado para o dia 9 de setembro, a empresa deve concentrar o lançamento nos aparelhos mais caros e deixar o iPhone 18 e variantes mais acessíveis, como um possível iPhone 18e e sucessor do iPhone Air, para o ano que vem.

Reunimos os principais rumores sobre os dispositivos que devem dar as caras na apresentação da Apple.

iPhone 18 Pro pode estrear novo chip

Os novos modelos Pro devem inaugurar o chip A20 Pro, produzido no processo de 2 nanômetros da TSMC. A expectativa é que ambos cheguem com 12 GB de memória unificada, trazendo ganhos de capacidade para executar recursos de IA localmente.

Espera-se ainda que a Apple use o modem Apple C2, ao menos internacionalmente, e introduza um novo chip de rede, o N2.

A bateria é outro ponto animador, segundo os vazamentos. No iPhone 18 Pro Max, a capacidade deve chegar a 5.567 mAh, na versão dos Estados Unidos (sem bandeja de chip SIM) e 5.391 mAh globalmente. Somando isso a uma possível alteração na câmara de vapor, o aparelho pode chegar até 0,25 mm mais espesso, com até 9 mm.

Câmera de abertura variável e design da antiga geração

As câmeras também devem receber mudanças:

Câmera principal de 48 MP com abertura variável. A tecnologia pode estar em ambas versões ou apenas no iPhone 18 Pro Max.

Teleobjetiva de 48 MP, com expectativa de chegar a 6x de zoom óptico no Pro Max.

Os sensores devem continuar em um módulo retangular, como na linha 17 Pro, postas em uma ordem triangular. A aposta no design está em uma nova cor: Dark Cherry, um tom de vermelho escuro. Segundo o Macworld, ela se junta às cores azul claro e cinza. A Apple teria ajustado o vidro na parte traseira para evitar o estilo bicolor da linha 17 Pro.

Ilha Dinâmica menor

Ilha Dinâmica deve ser reduzida (imagem: reprodução/Ice Universe)

Já as telas continuariam com painéis OLED LTPO com ProMotion de até 120 Hz, com 6,3 polegadas no iPhone 18 Pro e 6,9 polegadas no Pro Max, as mesmas medidas dos iPhones 17 Pro.

No topo, imagens vazadas sugerem uma Ilha Dinâmica (Dynamic Island) menor. Alguns rumores indicam que os sensores do Face ID podem estar sob o display. Em todo caso, o conhecido leaker Ice Universe aponta para uma redução de cerca de 35% no espaço destinado aos sensores frontais.

iPhone Ultra

Este pode ser o design do novo iPhone dobrável (imagem: reprodução/Jam Online)

A maior novidade da geração pode ser o primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho, chamado de iPhone Ultra, deve adotar um formato semelhante ao do Galaxy Z Fold 8, em uma proporção menor e mais comprida em relação aos dobráveis tradicionais.

Entre as especificações esperadas estão:

Tela externa de 5,49 polegadas

Tela interna de 7,76 polegadas, em proporção 4:3

4,5 mm de espessura por lado quando aberto e até 9,5 mm fechado

Touch ID no botão lateral, em vez de Face ID

Duas câmeras traseiras de 48 MP, sendo uma ultra-angular. Na frente, uma sensor de 24 MP sob a tela.

Chip A20 e 12 GB de RAM.

iPhone 18 é previsto para 2027

Enquanto os modelos “premium” chegam ainda neste ano, a Apple deve adiar parte da linha para o ano que vem. Os iPhones 18, 18e e um possível iPhone Air 2 são esperados para o primeiro semestre de 2027.

Os rumores indicam que o iPhone 18 terá 9 GB de RAM, abaixo dos 12 GB esperados nos modelos Pro. Já o Air 2 deve trazer algumas mudanças em relação à primeira geração, incluindo:

segunda câmera traseira ultrawide

câmara de vapor para dissipação de calor

bateria de cerca de 3.500 mAh

O ano que vem também pode trazer um iPhone com um conceito novo, talvez denominado “iPhone 20”, repetindo o lançamento comemorativo do iPhone X. A versão traria um design completamente novo, com uma tela de borda infinita.

Preços devem subir

Os valores ainda não foram confirmados pela Apple, mas estimativas apontam para uma alta nos modelos topo de linha.

iPhone 18 Pro: a partir de US$ 1.299 (o que daria cerca de R$ 6.598, em conversão direta)

iPhone 18 Pro Max: US$ 1.399 (R$ 7.106)

iPhone Ultra: os preços da versão base devem estar entre US$ 2.000 e US$ 2.500 (R$ 12.700), podendo chegar a US$ 2.900 (R$ 14.732) numa versão de 1 TB.

iPhone 18 Pro e celular dobrável: o que esperar do evento da Apple

iPhone 18 Pro e celular dobrável: o que esperar do evento da Apple
Fonte: Tecnoblog

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

John Ternus, novo CEO da Apple, tem 25 anos de carreira dentro da empresa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

John Ternus assume a posição de CEO após 25 anos de empresa.
Tim Cook se despediu com uma carta aos funcionários da empresa.
Cook deixa um legado de valorização da companhia, assim como aumento da receita anual.

Tim Cook não é mais CEO da Apple. O executivo deixa a posição que ocupou por mais de 15 anos para dar lugar a John Ternus nesta terça-feira (1º/09). Em sua despedida, Cook enviou uma carta para os funcionários da Maçã destacando a importância de todos para seu sucesso à frente da empresa. Agora, o ex-CEO assume outra função na Apple: a de presidente executivo do conselho de administração.

John Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware da Apple. Ao longo desse período, consolidou-se como um dos principais nomes no desenvolvimento de novos dispositivos.

Ao comunicar a mudança no comando em abril, a Apple destacou a participação direta de Ternus no lançamento de produtos como iPad e AirPods, além das muitas gerações de iPhone, Mac e Apple Watch.

Cook se despediu em carta para os funcionários

Tim Cook agradeceu aos funcionários pelos anos à frente da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tim Cook esteve à frente da Maçã durante um período bastante próspero para a empresa. Sob seu comando, a Apple viu seu valor de mercado saltar de US$ 350 bilhões (R$ 1,8 trilhões) para US$ 4 trilhões (R$ 20,7 trilhões).

Seguindo o legado de Jobs, o ex-CEO conduziu mudanças importantes em produtos que já se destacavam no mercado. O iPhone, por exemplo, passou por mudanças importantes de design a partir de 2017. Da mesma forma, os MacBooks ganharam destaque no desempenho com os chips proprietários Apple Silicon, em 2020.

Na despedida, Tim Cook enviou uma carta aos funcionários. Ele apontou que “nunca esteve com um time tão extraordinário” em toda sua vida e agradeceu as demonstrações de carinho que tem recebido. Segundo Cook, a Apple foi capaz de “deixar uma marca no universo” durante o período, como dizia Steve Jobs.

Sua saída já era especulada desde 2025, com Ternus aparecendo como principal candidato para a sucessão.

Quem é John Ternus, novo CEO da Apple

John Ternus substituiu Tim Cook no comando da Apple (imagem: divulgação/Apple)

Desde 2021, John Ternus ocupava a cadeira de vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Na posição, ele se destacou na introdução do MacBook Neo, lançado este ano, assim como em mudanças apresentadas na geração atual do iPhone 17 como design e autonomia de bateria.

Ternus também teve papel de liderança nas melhorias dos AirPods atuais, que funcionam tanto como fones de ouvido quanto como aparelhos auditivos com certificação do FDA, órgão análogo à Anatel nos Estados Unidos.

Agora, ele tem como primeiro grande passo a apresentação da nova geração do iPhone, que acontece no próximo dia 9 de setembro. Entre as novidades aguardadas estão o primeiro celular dobrável da Apple e iPhone 18 Pro, assim como possíveis AirPods com câmera embutida.

No primeiro semestre de 2027, a Maçã pode apresentar um iPhone comemorativo de 20 anos. O executivo assume em meio à atual crise de memórias RAM, que já afetou o preço de alguns produtos da marca e deve encarecer os próximos celulares.
Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple

Fim de uma era: Cook se despede e John Ternus assume o comando da Apple
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

Novo iPhone 18 Pro Max pode trazer câmera melhor que a versão Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 Pro Max pode ter câmera com zoom óptico de 6x e abertura variável da lente com diafragma ajustável, de acordo com rumores.
A abertura variável permitiria fotos melhores no escuro, com ajuste de entrada de luz e noção de profundidade ajustável, diferentemente do foco fixo atual.
O modelo iPhone 18 Pro Max seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max, com lançamento previsto para setembro, junto ao iPhone Ultra.

Na próxima geração do iPhone, a versão Pro Max pode suplantar o Pro não apenas no tamanho, mas também nas melhores especificações de câmera. A suposta vantagem teria a ver com o alcance do zoom, que seria maior, e uma variação no diafragma da lente, recurso inédito nos celulares da Apple.

Caso a informação se confirme, essa seria apenas a segunda vez na história do iPhone que a versão Pro Max chegaria melhor que a Pro. A primeira aconteceu no iPhone 15 Pro Max, com a lente de tetraprisma, ausente no tamanho menor. Uma abertura variável permitiria fotos mais avançadas no escuro, independentemente do Modo Noturno.

Desejo antigo na câmera do iPhone

A abertura variável de lente em câmeras é um recurso interessante para quem busca o modelo premium pela maior qualidade nas fotos e vídeos. Atualmente, o foco dos celulares da Apple é fixo, com alguns ajustes acontecendo de forma digital. O novo recurso seria mecânico, com um pequeno shutter em uma das câmeras.

iPhone 17 Pro Max tem diafragma fixo em f/1.7, o que deve mudar na nova geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Modo Retrato, por exemplo, simula essa alteração na profundidade garantida pela mudança de abertura no diafragma. Ao invés do f/1.7 fixo utilizado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o modelo permitiria ajustar outros padrões, com entrada de mais ou menos luz – e uma noção de profundidade ajustável. Segundo o MacRumors, ainda não está certo se o ajuste será manual ou automático, mas seria uma funcionalidade a mais para posicionar o iPhone como uma DSLR.

A possibilidade de ajustar o diafragma não seria algo inédito em smartphones: a Samsung já utilizou o recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, último da empresa lançado com a abertura variável. Inclusive, rumores recentes apontam que a gigante sul-coreana estaria trabalhando para trazer a funcionalidade de volta no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027 – justamente para concorrer com o iPhone 18 Pro Max.

Atualmente, marcas chinesas têm oferecido os principais celulares no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso nas linhas Pura e Mate, casos do Huawei Pura 70 Ultra e o Huawei Mate 60 Pro+, entre outros. Nos três casos, o ajuste é mecânico e varia entre f/1.4 e f/2.0, no caso do modelo da Honor, chegando a f/4.0, nos modelos top de linha da Huawei.

Câmera melhor estaria, enfim, ligada ao tamanho

O vazamento de junho já indicava a abertura variável, a partir de documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os celulares da Maçã. A expectativa é por sensores Sony IMX905 no modelo, que permitiriam o ajuste no diafragma. Além disso, o site 9to5Mac indica que o modelo iPhone 18 Pro Max viria com zoom óptico de 6x e melhor desempenho para fotos em ambientes escuros.

iPhone 18 Pro Max pode ser lançado junto ao iPhone Ultra, dobrável aguardado para setembro (imagem: reprodução/Jam Online)

A novidade indica que, no final das contas, o tamanho maior da linha seria aproveitado pela Apple para aprimorar seu jogo de câmeras. Os rumores também apontam para um modelo maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Já quanto ao lançamento, a expectativa por chegada em setembro, junto ao iPhone Ultra, primeiro dobrável da Apple.
iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)
Fonte: Tecnoblog

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro pode custar 38% a mais para a Apple por conta da crise de RAM (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 Pro deve ter um custo de produção 38% maior para a Apple, principalmente devido à crise de memória RAM, o que pode resultar em um aumento de preço para o consumidor final.
A Apple pode absorver parte do aumento de custo para não elevar significativamente o preço do iPhone 18 Pro, que rumores apontam pode ser de até US$ 1.399.
O iPhone 17 Pro também pode ter seu preço afetado devido à crise de memória RAM e outros aumentos nos custos de produção.

O iPhone 18 Pro deve ter um custo de produção 38% maior para os cofres da Apple. Isso pode significar um aumento relevante no valor final do celular: alguns rumores falam em US$ 1.399, algo em torno de R$ 7.145 na cotação atual. Mas, ao que tudo indica, a maçã não deve seguir esse valor, e sim absorver o preço mais alto abrindo mão de parte do lucro.

Além disso, o iPhone 17 Pro também pode ficar mais caro a partir desta semana, apesar de ainda não haver nenhuma mudança oficial. O principal motivo apontado pela mídia especializada seria a crise de memórias RAM, mas outras fases da produção também seriam afetadas.

Segundo o site 9to5Mac, a Apple deve seguir a mesma estratégia que tem utilizado na linha de MacBooks, com uma subida parcial no valor final do produto. Ainda assim, os custos de produção podem ficar ainda maiores em 2027 e ultrapassar esses 38%, como aponta a pesquisa do site TrendForce, dificultando a manutenção dos preços mais competitivos.

Escassez de chips seria principal culpada

A Apple é uma das poucas empresas do mercado de tecnologia que ainda não tiveram uma mudança significativa nos preços praticados nos últimos meses. Mesmo após a afirmação do CEO Tim Cook sobre o assunto, quando disse que os reajustes seriam “inevitáveis”, a linha de celulares, por exemplo, segue intacta. Até o momento, foram observados alguns movimentos nas linhas de computadores, como Mac Mini e Mac Studio, mas alguns analistas já apontavam para aumentos a partir da nova geração do iPhone.

Tim Cook afirmou que os reajustes nos preços do iPhone seriam inevitáveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agora, a partir do relatório divulgado pela TrendForce, esse indicativo é ainda maior por conta do aumento nos custos de produção. Segundo a publicação, a principal culpada é mesmo a memória RAM, representando 34% do custo total de montagem. Caso a escassez continue no mesmo ritmo, os chips representariam mais de 40% do valor total na fabricação do celular.

Neste cenário, os custos passariam dos 38% de aumento previstos para este primeiro momento, já no primeiro trimestre fiscal de 2027. Vale lembrar que, conforme noticiado aqui no TB, a Apple deve ter uma segunda janela de lançamento entre março e junho do próximo ano com a chegada do iPhone 18 padrão.

Outros modelos também estão sob risco

Para absorver esse aumento significativo sem subir muito o preço praticado em seu modelo premium, a Apple poderia “distribuir” esse custo por outras gerações. O iPhone 17 Pro, por exemplo, seria uma das primeiras vítimas desse reajuste, previsto já para esta segunda semana de agosto. Até o fechamento desta matéria, pelo menos, o valor sugerido no site da Apple não mudou.

iPhone 17 Pro pode ser uma das “vítimas” para segurar aumento no iPhone 18 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um dos alertas levantados pelo TrendForce é por uma situação ainda mais complicada para modelos Android nos próximos meses. Os preços mais altos devem ficar mais evidentes sobretudo em celulares de entrada ou intermediários, onde a margem de lucro das fabricantes é menor.

A escassez de RAM tem sido um problema geral no mercado de tecnologia. O foco das fabricantes de memória em componentes para servidores de inteligência artificial diminuiu a oferta de chips para produtos de hardware. Isso afetou setores que vão desde a computação até os videogames, com atrasos e encarecimento no desenvolvimento do vindouro PlayStation 6, por exemplo.
iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção

iPhone 18 Pro: alta de 38% no custo de produção
Fonte: Tecnoblog

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

O iPhone 17 Pro chegou ao Brasil por R$ 11.499 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 Pro pode sofrer um aumento de preço de até US$ 300, alcançando US$ 1.399 nos Estados Unidos, devido ao aumento nos custos de produção.
O aumento nos custos de componentes, incluindo o processador A20 Pro, memória RAM LPDDR5X e armazenamento interno NAND, pode elevar o preço do iPhone 18 Pro e do Pro Max.
No Brasil, o aumento pode ser de cerca de R$ 3.000, fazendo com que o iPhone 18 Pro atinja o preço de R$ 14.499 e o iPhone 18 Pro Max chegue a R$ 15.499.

A Apple pode adotar um reajuste histórico este ano. O iPhone 18 Pro, com lançamento previsto para setembro de 2026, deverá sofrer um aumento de até US$ 300 (cerca de R$ 1.521 na cotação atual), elevando o preço inicial do dispositivo para US$ 1.399 nos Estados Unidos (ou R$ 7.093). O motivo principal seria a alta nos custos de produção.

Os sinais de que a nova geração ficaria mais cara começaram a surgir no mês passado. A própria Apple emitiu alertas sobre o encarecimento na fabricação dos produtos.

Agora, novas fontes sustentam essa tese. Dados recentes do analista Jeff Pu, obtidos pelo site 9to5Mac, indicam que o salto nos valores afetará também o Pro Max: o modelo com tela maior poderá alcançar a marca de US$ 1.499 (cerca de R$ 7.600) na configuração mais básica de armazenamento.

Por que o iPhone 18 Pro vai custar mais caro?

Sucessor do iPhone 17 Pro deve repassar alta de custos ao consumidor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O salto no preço de prateleira estaria atrelado aos custos mais elevados de componentes, incluindo o inédito processador A20 Pro, a memória RAM no padrão LPDDR5X e o armazenamento interno do tipo NAND. Os preços dessas tecnologias subiram muito no mercado de semicondutores.

Só a aquisição da memória e do armazenamento representará um custo aproximadamente três vezes maior neste ciclo, em comparação com os valores do ano passado. A conta de fabricação também engloba atualizações no campo da fotografia: o novo sistema de câmeras elevaria as despesas dentro da fábrica, antes mesmo de o produto ser embalado.

O que esperar dos preços no Brasil?

Se o aumento de US$ 300 assusta o consumidor americano, o impacto no mercado brasileiro promete ser bem maior. Para fins de comparação, basta olhar para os valores praticados na geração atual: o iPhone 17 Pro desembarcou com preço oficial de R$ 11.499 em sua versão base. Já o iPhone 17 Pro Max chegou às lojas custando a partir de R$ 12.499.

Caso o repasse de US$ 300 se confirme p, e aplicando a taxa de conversão utilizada pela fabricante no Brasil, é provável que o aumento seja na casa dos R$ 3.000. Ou seja, o iPhone 18 Pro poderia encostar na marca de R$ 14.499, enquanto o iPhone 18 Pro Max deve ficar na casa dos R$ 15.499. Seria, portanto, a geração na mais cara já comercializada no país.

Apple não deve absorver os custos

A indústria de smartphones opera hoje em um contexto sem precedentes em relação ao preço dos componentes. Diante desse encarecimento, a Apple teria a opção de reduzir as próprias margens de lucro para manter os preços estabilizados para o público. Contudo, especialistas classificam essa chance como quase nula.

Os aumentos recentes em outros produtos da Apple deixam claro que a estratégia é transferir o peso da inflação para os clientes.

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço

iPhone pode sofrer histórico aumento de preço
Fonte: Tecnoblog

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)

Resumo

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.

Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.

Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.

Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.

Crise de memória RAM chega à Apple

Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.

O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron. 

O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.

Alta nos preços deve afetar iPhone 18

Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos
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iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.

A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.

Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.

As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.

Pedidos de mais memória já eram monitorados

A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.

Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)

Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.

Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.

Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027

Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço
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